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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

27 de dez. de 2025

O que odeio da SCP + outros assuntos

Recentemente eu fiz muitos capítulos da Chronos Inc. e acho que eu até falei em outro post sobre eu ter feito isso porque tava com hiperfoco na SCP Foundation de novo, e quando eu tava conversando sobre SCP com umas webamigas uma delas falou que seria bom se SCP tivesse filme e... eu discordei dela e ainda discordo, afinal, coisa de internet sempre tem filme ruim, isso quando Hollywood ou estúdios muito próximos tentam industrializar o terror, porque esse pessoal se recusa a sair dos mesmos moldes de tudo ser jumpscare barulhento ou toda hora, ou um tom quase moralista com personagens adolescentes indo atrás desses monstros porque são rebeldes ou estúpidos demais.

O próprio filme do Slender Man desrespeita tudo o que a creepypasta podia oferecer (e ainda nem é uma creepypasta de fato ruim e suas versões conseguem ser de razoável pra bom) e usam muitos clichês irritantes de terror (adolescentes rebeldes, ritual macabro pra invocar a entidade, personagens fazendo burrices convenientes pra entidade aparecer, e jumpscares ruins), e o Meme do Mal que é um filme da Momo (e quando eu não entendi eu achei que era um filme do Troll Face) meio que só nasceu morto, foi baseado em algo que desde sua concepção foi desmentido, e que tava causando tanta dor de cabeça nas pessoas que o dono da Momo jogou a boneca no lixo, e é filme de 2022 (tipo, pandemia acabou de acabar nessa época, e Momo e Baleia Azul eram lendas urbanas porque pais moralistas e imbecis não sabiam que depressão podia, além de existir, ser causado pelos próprios pais sendo escrotos).
Assim como vocês podem reclamar do filme do Minecraft ser besta, ser ridículo, e até ser meio brainrot e cheia de frases de efeitos, jingles e eles conseguiram chamar o ator mais redondo disponível pra fazer o Steve (e eu suspeito que foi de propósito, mas ainda assim a prática deu errado), mas pelo menos fizeram um filme infatil e besta de Minecraft, não um jogo de terror porque seria bem no filme do Meme do Mal ou então daquele filme do Ursinho Pooh - Sangue e Mel, que iriam pegar tudo da franquia e degenerar em meros monstros sem carisma e reduzir a um filme repetitivo de terror, não teria Herobrine e não teria esquizofrenia com o Modo Pacífico.
Eu achei esse print num grupo em espanhol que eu vi no Face e... o Modo Pacífico nunca foi realmente assustador, as pessoas praticamente falam isso porque sei lá, virou moda tentar botar medo onde não tem como, porque o Minecraft já era um jogo pouco habitado e eu não tinha frescura de ter medo disso porque era o normal, e o pior: Eu tinha medo de Enderman e do Nether, e isso me fez não conseguir jogar Minecraft em qualquer dificuldade com monstro por muito tempo.
De qualquer forma, desculpa o termo devassado mas ter medo do Modo Pacífico do Minecraft ou achar que esse sentimento de vazio dá pra aplicar em qualquer jogo ou desenho, só porque você ficou paranoico por algum momento nessas mídias, é NUTELLAGEM, VOCÊ QUE TEM MEDO DE ASSISTIR BOB ESPONJA OU DE JOGAR MARIO 64 VOCÊ É UM NUTELLA, UM FROUXO, TEM MEDO DA PRÓPRIA SOMBRA, CRESÇA!

Mas voltando a falar de Secure Contain Protect que era pra ser o assunto principal, tem algo que eu acho estranho que é como a Fundação trata a Classe D como se fosse praticamente renovável. Eu sei que 99% deles vai ser realmente criminosos tão terríveis que, ou ninguém se importa se eles morrerem tentando salvar o mundo ou algo assim, ou só trabalhando nos experimentos mais perigosos desse universo pra terem uma pena mais curta se sobreviverem, ou dependendo do criminoso talvez eles aguentem certos danos físicos dos SCP's perigosos, e o problema não é *essencialmente* esse.

O problema é como a Fundação simplesmente banaliza a perda de uma força de trabalho usada justamente pra não ter que usar gente mais digna ou que possa ocupar tarefas mais "tranquilas", como pesquisas ou força-tarefa, sem falar de histórias de Classe-D que tem que ser abatido porque errou em algum procedimento ou só porque é mais rápido que simplesmente socorrer. O problema é sobre até mesmo enviarem a MTF eliminar Classes-D, dá pra entender quando abatem pesquisadores imperdoavelmente infratores que tão lá por punição, esse sabem de mais, mas dos que são criminosos ou gente sequestrada não parece tão de fato necessário.
Aliás, saudades do Containment Breach, apesar que não curto ver gameplay de jogos de terror a não ser que em análises ou com o jogador comentando e se assustando, o que me motiva menos a procurar gameplays novas de jogos da SCP, mas de qualquer forma, chega a ser estranho como a fandom de SCP seguiu passando pano pro Dr. Bright (personagem) mesmo sendo o self-insert claro do AdminBright, e eu odeio como ilustram o Dr. Bright sempre como fofo, silly, etc., e o Dr. Clef como ou muito badass ou o clássico chato da dupla.
Sem falar que antes tinha uma lista de "coisas que Dr. Bright não tem permissão", que aliás eu baseei nos casos do AdminBright e Dr. Bright pro Dr. Bóris, e diferente da Chronos que realmente condenou o Dr. Bóris, a Fundação não parece ter condenado o personagem e nem neutralizado o SCP-963 dele, ficando implícito que ele ainda trabalha na Fundação, e nem tentam separar autor de personagem sendo que era o self-insert do cara e também até mesmo deletaram a lista do Dr. Bright porque a mesma envelheceu mal.

Falando nisso, eu tô jogando o Lobotomy Corporation, que bem, pelo que eu vi a Limbus Company (um tipo de "Fate, mas se os personagens morassem numa Cidade Colmeia de Warhammer 40k") é uma prequel desse universo, e a Lobotomy eu conheci beeem na época que SCP era hype (mas sem a treta do powerscaling, era bem antes) e é um jogo de 2018, que inclui:
  • Gerenciar empresa de captura de entidades anômalas estilo SCP;
  • A IA parece a Hatsune Miku;
  • Você tem que coletar energia dessas entidades (tipo Monstros SA só que ao contrário: os humanos tiram energia de emoções de monstros);
  • Também dá pra usar energia dessas entidades como matéria-prima pra melhoras;
  • E sem usar Classe D, o pessoal que opera nas pesquisas arriscadas é remunerado e claramente topa a ideia porque os loops temporais que são feature do jogo (não só save & load) meio que vai salvar a maior parte deles.
Mas de qualquer forma, teve uma treta entre 2019 e 2020, em que um filho da puta do caralho chamado Andrey Duksin ou Andre Duen tentou registrar direitos autorais da Fundação SCP e processar os donos originais, e deu uma treta judiciária miserável, e pelo que parece por isso tantos SCP's perderam imagens de suas clássicas ilustrações, por crises de direitos autorais que levou SCP's a terem ilustrações novas, seja fotos livres com pouca edição (como o do SCP-096 4 pixels) ou artes originais (como do 106 e 682).
SCP-610 vem do Diorama dos Sonhos, de 2008 pelo autor Max Powell, que de tão impressionante e único, eu resolvi mostrar umas fotos dessa arte que pouca gente conhece, e parece ter a ver com o H. R. Giger na inspiração.

SCP-173 vem da arte Sem Título de 2004, do escultor Izumi Katō, e não duvido que ele tenha ficado famoso com o "amendoinzinho" que o Moto42 (Wesley Williams) usou como inspiração pro primeiro SCP roteirizado.

SCP-106 foi publicado pelo Dr. Gears, e pelo que entendi, veio de uma foto de um graffiti russo, mas infelizmente informações além disso viraram Lost Media.

SCP-096 eu acho que a arte dele é original, não sei se é pintura ou CGI, mas deve ter sido inspirado no The Rake (que eu traduzi como O Rastelo na minha série das creepypastas porque O Ancinho não pareceria ameaçador kkkkkkk), acho que tiraram a foto e a versão de rosto censurada porque contradizia com a ideia de, só de ter 4 pixels que indiquem o rosto dele ele irá saber que você olhou pra entidade

SOBRE ANORMALIDADES DA CHRONOS
M-Cr-043 foi baseado no SCP-096, M-Q-036 foi baseado no SCP-106 e em Gemini Home, L-Sg-301-4 é baseado no SCP-3001 e no Macroverso Sem Cabeça de Dr. Nowhere, e o P-Sg-001 era baseado no SCP-173 e nos Anjos Chorões, mas o P-Nt-803 e a Tomada 9 foram baseados na treta jurídica do Andrey Duskin, como se o SCP-173 estivesse perseguindo esse cara num tipo de purgatório digital.
M-Sg-901 tem um pouco de inspiração no SCP-3199 e também no Prehistoric Emergence. E tem também referências a Lovecraft como o M-SgT-017, Arkham e Innsmouth, e deuses como Cthulhu e Shub-Niggurath serem canônicos, e eu até unifiquei o Rei de Amarelo e o "Operador" (como tô chamando o Slender Man nas minhas histórias baseadas no Marble Hornets) sendo do mesmo grupo, e sim, planejo continuar Covil das Creepypastas (nome baseado num rap geek de monstros que... como eu não consegui achar de novo acho que virou Lost Media também).
SCP-682 vem de uma carcaça de baleia branca, ou beluga, largada na Rússia, provavelmente cheio de lodo e pele podre, que parecia como se o SCP tivesse as escamas derretidas.

A foto atual do "SCP-096 blocked out" veio de uma foto gratuita, genérica, de um homem escalando montanha, e ele tá bem :)
Dá pra considerar fotos do SCP-096 como agentes de morte memética (sabe aquilo que terror cósmico não é "o homem polvo é tão feio que fiquei louco!", aqui é exceção, agentes de morte memética são imagens são complexas e fortes que podem causar dano), e o Agente de Berryman-Langford vem de uma arte fractal de direitos gratuitos feita pelo artista Kevin Dooley usando imagens de diferentes penas.

Sabe Efeito Borboleta, em que uma causa pequena tem um conjunto enorme de consequências? O Método Ishikawa (LOGÍSTICA JUMPSCARE!!! - se bem que pelo que parece a maior fraqueza da SCP é a logística de deixar sustentável gerenciar tanta coisa perigosa num só lugar) é um meio de compilar várias consequências para uma causa muito grande ou muito complexa, e realmente dá pra dizer que a união de várias fotos muito misteriosas ou underground (que cada arte de inspiração já é uma causa menor), com histórias de terror diversificadas (também cada um sendo uma causa), pra no fim ter uma série tão grande de terror cósmico e documental, e que por sua vez eu tinha baseado na SCP e na Lobotomy justamente porque eu tinha esse fascínio de histórias de ficção científica ou fantasia sobre catalogar o sobrenatural (que se for ver bem, tem desde a Era Vitoriana já que o Dr. Van Helsing era inicialmente um personagem médico que tava investigando sobre como o Drácula funcionava), sem falar de eu ter me inspirado não só no terror, mas em múltiplas referências como:
  • os KGC's e os Dragonslayers serem as típicas histórias e kaiju vs mecha;
  • as sessões sobre protocolos e até da Condenação do Dr. Bóris eu ter me baseado em como contratos e acordos funcionam;
  • o M-Nt-017 ser baseado em lobisomens e eu gostar de folclore, fantasia e ficção evolutiva;
  • a história do P-Nt-127 na Guerra Dragonstorm é baseada no meme do "Mom get the camera !!" do MLG;
  • até o P-In-345 eu reutilizei de histórias eróticas, mas organizadas e civilizatórias, que eu fiz por exemplo no Projeto Dream e em Pilar da Vida.
E no fim, eu acabei indo mais além da inspiração inicial, e meio que a Chronos Inc. só reforça algo que eu já tinha planejado antes, que é reutilizar essa história como um exercício criativo.

Até mais!

Banban, o Cookiezinho, episódios 1-5

[Compilei esses capítulos, não planejando um reboot, embora eu marque como um só por eu tar repostando aqui, mas é pra quem quiser ler só as histórias do Banban que fiz até agora poder ler eles em sequência, é uma historinha que eu fiz de forma terapêutica, pra alegrar mais a minha vida e esse blog com fofuras]

> Capítulo 1: Onde Tudo Começou
 Na cidade Mar de Pão, em uma região comum, mas litorânea longe de algumas metrópoles, está o escritor de livros chamado Bludraco, um homem velho de cabelo azul natural e olhos verdes, e usando roupas grossas que remetem à região do Norte que ele nasceu, antes um mago lendário das águas que venceu múltiplos perigos ao redor do mundo, mas atualmente está tendo uma vida calma com Cassandra Petrov, uma sereia de cabelo loiro liso, pele macia com regiões escamosas parecendo diamante do busto à região entre as pernas, e usando vestidos azuis e laranja leves, antes uma assassina de aluguel profissional e agora aposentada depois de abandonar seu passado violento e ajudar Bludraco e um grupo de monstros que o seguiram, casada com ele também, e que adotou Chloé, uma garota meio elfa-da-madeira e com um corpo coberto em nada além de vinhas verdes com folhas e espinhos, e uma jaqueta jeans sem manga, e o que era seu olho esquerdo, está coberto com um girassol.
 Um elemental do fogo e amigo de Bludraco, chamado Daemuki, adotou alguns filhos pra cuidar ao lado da sua colega de laboratório chamada Alex Cheng, e convidou umas famílias de uns amigos também de diferentes raças e linhagens pra se conhecerem e então comemorar. Bludraco e sua família foram pro castelo cinza de Daemuki imaginando que ia ser nada de mais até verem o bebê Zephyrson voando com um aviãozinho de madeira levitado por magia dos ventos dele, a Alex tenta chamar ele pra descer, e quando o Zephyrson tenta pousar, o avião explode e o bebê de orelhas pontudas e cabelo branco saía voando. Chloé e Cassandra achavam isso extremamente fofo, e o Bludraco estava surpreso, quase assustado por não entender o que tava acontecendo, enquanto isso, um bebê meio leão chamado Simon engatinhava num sofá, esgueirando em direção deles, e ele pula no Bludraco, que reage abraçando ele bem apertado.
 Os pais do Simon, os Sr e Sra Pawclaw, pegam ele de volta e falam um pouco sobre ps bebês deles, a Sra Pawclaw tá segurando uma bebê meio leão com olhos pálidos, sem visão, mas bem feliz, e a Cassandra tá segurando um bebê de cabelo azul mais claro chamado Geracial, e um pouco geladinho, ele tá bem, só é meio elemental de gelo, e junto tem também a Chloé interagindo com, entre os bebês, uma que tem poder polimorfo de se transformar em animais, mas como só podia virar animais pequenos ou filhotes, tava na forma de um beija-flor, Chloé só consegue pegar a bebê no ar porque já tava cansada, e quando a bebê se destransforma, retornando a uma forma élfica mas cheinha com orelhinhas de urso, Kuminha, e de vestido Lolita laranja, era pesadinha ao ponto que a Chloé que quase não tava esperando teve que se sentar no primeiro sofá que achou pra se apoiar direito.
 Bludraco foi se sentar com Cassandra e Geracial no sofá maior, e ali subia um bebê elemental elétrico, com corpo clarinho, maior que a média dos outros e com cabelo meio amarelo que nem banana, o Bludraco estava alegre com a fofura daquele bebê, ao ponto de mal esperar que o bebê mal deitou no colo dele e já começou a se mexer e sair de perto dele, talvez o bebê queria correr enquanto queria brincar de pega-pega, ou como Cassandra presumiu, ele queria ver o Geracial, e quando os dois ficam mais perto, com Geracial no chão, eles se abraçam.
 No entanto, a irmã gêmea da Kuminha, Barroquinha, mas que Bludraco acaba só chamando de "massinha de pão", também elfa, mas com penas e asinhas pequenas de calopsita, vestindo uma roupinha de marinheiro, olhava pro Bludraco e pedia abraço, que o Bludraco atende e segura ela abraçadinho. O pessoal fica assistindo a um filme bobo, seja pras crianças verem ou pra ter algum som no ambiente enquanto os adultos conversam ocupados, e falando nas crianças, a maioria dos bebês já estava no chão pra andar ou engatinhar à vontade, inclusive Geracial estava perto do bebê elétrico, chamado Brondes, estavam brincando com umas figuras de personagens fofinhos, a maioria em forma de guaxinins e cachorros humanoides com roupinhas coloridas (Brondes segurava um guaxinim médico e um guaxinim bombeiro, o Geracial mordia o cachorro hacker) feitas de borracha e que era seguro pros bebês morderem, aí chega um humano um pouco acima do peso, com pelos visíveis nos braços e usando uma regata e shorts simples, chamado Rogério, segurando a irmã dele de sua família adotiva, Tália, e põe ela ao lado do Geracial e Brondes pra se interagirem.
 Rogério é humano, embora Chloé tenha descoberto ser prima dele por parte de pai e tio, que são humanos (te trollei, achou que eram ligados por família de elfo, né?), e a família adotiva dele é uma família de docianos, um povo de outra dimensão cujo planeta natal é dominado por doces ambulantes, incluindo doces humanoides como Bóris Churri e Júlia Churri, que apesar do Bóris ser loiro com detalhes que parecem de um pudim em seu corpo, incluindo sua pele clara macia, a filha dele com Júlia é quase idêntica a uma Júlia pequenininha, com pele mais parda e sardas brancas, mas seu cabelo de doce-de-leite caramelizado sendo mais liso e os olhos mais finos. Geracial abraça a filha de Júlia, Misa, que também abraça de volta e dá umas mordidas, não machucava, mas Rogério se assusta e até tenta separar os dois, aparentemente estavam bem, o Geracial fica olhando pro Rogério fixamente, depois o Brondes e a Misa, e eles sorriam.
 De qualquer forma, a Chloé estava entediada com o filme bobo, sem nem um celular pra mexer (porque ela nunca usou um além das ligações, no máximo usou o computador do Rogério algumas vezes), e confortável de abraçar a Kuminha, acaba dormindo... Mas um bebê anão-de-brasa, de nariz redondo, orelhas largas embora redondas e um cabelo vermelho bagunçado, que estava andando por ali porque os pais dele deixaram ele perambular, solta umas pequenas explosõezinhas, seja porque ele não sabia o que tava fazendo ou porque meio que anões-de-brasa se entretêm assim desde bebês, e isso começa a acordar a Chloé de susto. Aquele bebê, chamado Vulcas, estava bem feliz, e Chloé estava em choque, não por ser um bebê anão, e ter mais anões ali (ela mesmo sendo elfa nem era ensinada da rivalidade entre elfos-de-madeira e anões-de-brasa mesmo que sejam raças em guerra), mas porque "como uma coisinha fofinha tá literalmente projetando fogo e fazendo barulho?", e ela ficava olhando aquilo enquanto estranhava, e os pais do Vulcas, Sr. e Sra. Ferrus, até ignoravam a Chloé enquanto ficavam perto só pra vigiar o Vulcas em segurança.
 Vulcas, por sinal, fica amiguinho com Banban, um bebê filho da Alex Cheng antes dela perder seu marido numa expedição dimensional mal-sucedida, humano como ela, mas curiosamente forte por ter caído acidentalmente num tipo de poção de superforça experimental que a Alex tinha acabado de inventar, e mesmo o Banban amassando o Vulcas no abraço, o que aliás surpreende os pais Ferrus porque anões-de-brasa eram fortes ao ponto da força deles concorrer com poder elemental dos elfos-da-madeira, assim como o Banban tinha abraçado o Simon até o amassar anteriormente e se arrependido, o Vulcas e o Simon se recuperaram inclusive muito rápido.
 A interação foi divertida pras crianças e saudável pros adultos, cujas famílias vão se separando e de uma a uma indo embora do castelo pras suas casas. Chloé queria visitar a casa do Rogério em vez da dos pais dela, porque ela queria interagir mais com ele já que tavam uns anos sem se ver.

> Capítulo 2: Brincando na Escolinha.
 Depois de um tempinho, os bebês mágicos foram colocados para estudarem numa creche simples, ainda na Terra pra que aquelas crianças mesmo de espécies e planetas diferentes possam crescer unidos, considerando que as famílias deles são amigas, então os filhos claramente deveriam. A criança de gelo, Geracial, estava junto com as outras, a primeira aula parecia tranquila, e a professora Buffy Fluffy conversa com as criancinhas, querendo saber sobre algumas das que estavam ali.
 Depois daquilo, a professora organiza uma brincadeira, são dados vários bloquinhos com letras, pra eles montarem palavras que sabiam, enquanto isso a Buffy Fluffy foi se sentar pra responder e assinar uma papelada que ela tinha de outras escolas, a Kuminha e a Misa Churri já escolheram montar com uns bloquinhos que elas pegaram, e formaram a palavra "BOLINHA" (eram todas letras maiúsculas), mas a Misa tinha colocado o A do final de ponta-cabeça, parecendo "BOLINHV", e isso fazia a Kuminha rir muito. Já a Barroquinha não parecia tar a fim de brincar, só andava em direção dos outros bebês que tavam brincando, e se senta olhando pro Brondes montando bloquinhos junto com o Simon, que por não saber falar, e nem ouvir palavras, não sabia que palavra montar, só entregava os bloquinhos, ou os oferecia, e o Brondes colocava, eles faziam as palavrinhas "PÃO", "OVO" e "LEITE".
 Zephyrson estava entediado com os bloquinhos, então foi fazer companhia pra Barroquinha, que tem uma ideia deles abrirem um armário e tirarem dele uma bolinha, eles davam chutinhos leves, com medo de serem vistos jogando bola, mas também porque queriam jogar bola sozinhos, Banban e Geracial estavam colocando um bloquinho encima do outro, achando que iam fazer melhor que os outros que estavam fazendo com os blocos um do lado do outro, mas acabaram fazendo ao contrário, saiu "LUZA" em vez de "AZUL", Banban fica bravo, empurra os bloquinhos e cruza os braços sentado, o Geracial fica triste. Durante essa brincadeira, uma criança Warg em forma de uma raposinha humanoide com cabelo e rabo bem vermelhos entrava escondida, até que ela foi vista pela Barroquinha, e foi oferecida pra jogar bola com os dois, mas quando ela ia responder, ainda tímida, a Buffy percebe, guarda a bola de volta ao armário e leva a Warg raposinha de volta à sala dela.
 Nesse meio tempo, o Banban anda um pouquinho na sala e, subindo no banquinho da cadeira, resolve pegar a caneta da professora e desenhar o sorriso num canto bem nas bordas em branco da folha, e desce de volta, o Geracial conversava com a Misa e o Brondes, e eles pareciam planejar alguma coisa.
Geracial: O que vocês vão fazer depois?
Misa: É... num sei.
Brondes: Vamo brincar de olhar?
Geracial e Misa: Vamos!
 Brondes, Geracial e Misa ficam olhando um pro outro, parecia que na brincadeira não podiam piscar e nem perder contato visual... até que o Vulcas joga um bloquinho pra longe com uma explosão que ele fez com sua magia, e assusta a Misa que sai da frente, e o Brondes também pisca quando o bloco voou na direção dele, o Geracial parecia que ganhou em 3 segundos e comemorava, quando chega a hora do recreio, os bebês saíam mesmo antes da professora voltar, e quando a ela volta e olha os papéis, acha estranho ter um rostinho desenhado num dos papéis dela, mas se recusa a questionar porque parecia triste. As crianças pegavam maçãs que tinham numa mesinha, a maioria delas eram maçãs Fuji bem crocantes, mas a Barroquinha pegava as maçãs farinhentas com barulho de como se a poupa estivesse se esfarelando na boca.
Criança raposinha: Vucê... gosta de maçã?
Barroquinha: Sim! :)
 As duas comiam todas as maçãs da mesa em pouco tempo, a raposinha que comeu mais acabou ficando um pouco redonda de tão cheinha, e foi embora rolando. Geracial andava num corredor bem longo, de paredes meio brancas com a metade de baixo alaranjadas, com portas vermelhas de vidro, do tipo de correr pras laterais pra abrir e fechar, até que então aparecia um garoto humano, do mesmo tamanho e talvez porte físico, porém, em vez de cabelo azul claro, ele era ruivo e com sardas, e vestindo roupinhas verdes um pouco ásperas, e quando eles se abraçam, a criancinha humana, chamada Fernando, o solta e fala.
Fernando: Ei! Você é...
Geracial: Hã?
Fernando: Um sovete!
Geracial: Sovete?
Fernando: Sim, bem fofinho e gelado, que nem um sovete.
 Geracial sorri e convida o Fernandinho pra ir com as outras crianças pro pequeno pátio, e quando o Fernandinho tropeça e faz uns cones de plástico colorido se baterem e caírem, ele tinha uma ideia. Geracial se sentava no chão coberto de tatames e o Fernando põe um cone vermelho sobre a cabeça dele, uma garotinha da mesma sala do Fernando, com vestido rosa, cabelo castanho-escuro e pele clarinha, chamada Lisa, questionava aqui.
Lisa: O que tá acontecendo? '^'
Fernando: Geraci é um sovete.
Geracial: SOVETE!! Espera, quem é vucê?
Lisa: Ah, eu sou a Li. :)
Fernando: ... Eu já te vi na casa dos meus pais, a gente comeu muito queijo ontem.
Geracial: Queijo? Quero!
Fernando: Eu não trusse queijo.
Lisa: Nem eu.
 Geracial olha pra Misa comendo bananas com o Brondes, e foi até eles, passa perto, atrás dela, e morde um pouquinho o cabelo dela, a irritando, e pega uma banana pra descascar e também comer, já o Banban tava no playground, escalando o trepa-trepa quadrado, e quando um bebê que também conseguiu subir ao topo empurra o Banban pra ele cair, e o inspetor correu desesperado pra socorrer ele... o Banban tava intacto enquando o solo estava até mesmo amassado.
 Durante a volta dos bebês e seus professores às salas depois do intervalo, a sala em que o Banban e seus amigos estavam não consegue ligar, o professor até tenta arrumar e reposicionar a lâmpada mas não funciona, tinham que trocar. Rogério é chamado pra trazer uma lâmpada de tubo pra escola, já que ele era o mais próximo e também amigo dos professores, e não queriam gastar dinheiro com um técnico, ele traz uma lâmpada fluorescente de tubo, e quando ele entra na sala, a Misa corre até o Rogério e abraça uma perna, o Geracial corre também e abraça outra perna dele (eles são bem pequenos, a altura parava por aí).
Misa: Imão!!
Geracial: Rogéro!!
 Banban apenas tenta puxar a cadeira pensando se poderia ajudar, mas o Rogério só segura o Banban e o deixa encima da cadeira do professor, que fica confuso com aquilo enquanto o Rogério ia trocar a lâmpada, e quando ele ia sair... a Misa ficava se segurando numa perna da calça dele.
Misa: I... Imão... Não me deixe! :'(
Rogério: Tá tudo bem, eu busco você depois do trabalho.
 Depois daquilo, com o Rogério saindo da creche e indo trabalhar como pedreiro com o seu pai adotivo, as crianças têm uma aula curta, isso é, ouvindo uma música sobre números, com o professor vendo se as crianças estavam acompanhando, mas depois que o tempo escolar terminou hoje, as crianças esperavam seus pais, e hoje a Cassandra buscava eles, e conseguia posicionar os bancos pra que coubessem todos os bebês de uma vez e em segurança, com uma modificação que a irmã dela fez no carro, e chegando na casa, o Bludraco para de escrever seu rascunho de livro, e quando foi abrir a porta, via a Cassandra contornada pelas crianças, logo antes delas correrem, quase o atropelando, mas ele sentia que já tava sendo atacado pela fofura deles, que aliás, dos conhecidos, só não tinha o Fernando, a Lisa e a Misa, e o Geracial, o último a entrar na casa, o Bludraco ainda se levanta e abraça dele.
Geracial: Papai!
Bludraco: Minha massinha de pão!
 Depois de um tempo, aparecem a Alex, o Daemuki e outros, indo buscar seus filhos depois do combinado da Cassandra buscar todos eles de uma vez, até a Cassandra estranhou o porquê da Misa não tar ali, mas o Rogério já buscou ela então tá tudo bem, o Daemuki fez pães de alho.
Brondes: Meu favorito!
Banban: Que pãozinho estranho. '^'
Brondes: Num é não! >:(
Banban: É sim, pãozinho amarelo é estranho. :)
Kuminha: Quer provar, sovete? É bom!
Geracial: Mais isso num é sovete.
Kuminha: O sovete é você!
 Kuminha aponta pra barriga do Geracial, que olha pra baixo, e a Kuminha levanta o dedo até passar no nariz dele, e isso o empurra, bem perto do Bludraco que ainda tava sentado no tapete. O pessoal se arruma, e as crianças cada uma ganhava uma fatiazinha de pão de alho, o cheiro infestou a casa, mas como o cheiro de pão de alho era bom, não era problema.

> Capítulo 3: Um Filhote de Lobo.
 Banban está com seus amiguinhos Misa, Brondes e Kuminha na casa do Bludraco porque a Alex e o Daemuki vão viajar para o planeta Inferno, enquanto outros filhos estavam acompanhando a Chloé na floresta dos elfos na dimensão dela e gostando muito dos bosques de luz dourada com penumbra âmbar e árvores que parecem não acabarem, além do Zephyrson gostar de brincar com os bonecos de madeira com os bebês elfos. Misa estava sentada quietinha no sofá e olhando pra TV, que o Bludraco não sabia que canal colocar e deixou em um canal aleatório da TV aberta, já o Banban estava brincando de pega-pega com o Geracial e o Brondes, e quando tropeçavam saíam rolando no chão por uns segundos até pararem e se levantarem, e a Kuminha... ouvia o Bludraco lendo um livrinho de 3 Porquinhos.
Bludraco: E quando o lobo mal, não conseguindo soprar a casa de tijolos, foi embora, enquanto os três porquinhos viveram felizes para sempre.
Kuminha: Yayyy! Mais ispera, tem mais livrinhos?
Bludraco: Tem, mas... vá assistir alguma coisa com a Misa.
 Bludraco põe Kuminha ao lado da Misa, as duas estavam assistindo a comerciais de hambúrgueres e... babando de fome, o Bludraco tentou mudar de canal pra algum canal da TV a Cabo onde os comerciais eram apenas trailers de desenhos, enquanto o Geracial e Brondes se cansaram e o Banban tinha se perdido, então, enquanto a Kuminha assistia aos desenhos abraçada com a Misa, que por causa do conforto, dormia de tão macia que era de abraçar, o Bludraco se levantou pra ir procurar o Banban.
Bludraco: Cookiezinho, volte aqui, a brincadeira acabou, o Geracial e o Narizinho Fofinho já desistiram.
Banban: Intão eu ganhei!?
 Banban saía de trás de uma laranjeira e corria até o Bludraco, os dois voltam pra sala de estar, e enquanto o Bludraco ia fazer uns sanduíches bem simples com pão quadrado, mozarella e presunto baratos e umas alfaces só pra temperar, uma amiga da Cassandra foi visitar, seu nome era Hanako Gamayama, uma mulher de um clã de lobisomens japoneses, e que ela veio inicialmente pedir ajuda a cuidar do filho dela pois o mesmo estava doentinho, o Bludraco se voluntaria.
Bludraco: Eu posso resolver isso, fazer poções de cura é fácil.
 Bludraco deixa Hanako e seu filho Akira entrarem e, enquanto o Akira esperava na poltrona vermelha, e o Bludraco pegava umas folhas de hortelã, cidreira, camomila e também misturando o chá recém-cuado com um suco de laranja temperada com ervas helênicas, e como sobrou aquela poção e não coube em só uma mamadeira, os outros pequenos também receberam chá e tomaram, o Brondes por algum motivo tava distraído com os periquitos de estimação da casa do Bludraco, cantando e assobiando com eles.
Akira: 彼は鳥の言葉を話している!
Hanako: Sim, meu sushizinho, ele tá falando com os passarinhos.
 Akira é levado mais perto deles, e... a Misa acorda e ela e a Kuminha ficam perto do Akira, com ele no meio das duas.
Akira: 君たちは何をしてるの?
Kuminha: Do que eli tá falano, tio Draco?
Bludraco: Ah, é... você ainda morava no Japão quando teve ele?
Hanako: Haha, não, é que eu ensinei meu idioma primeiro pra ele.
Akira: 君たちはどうしてそんなにかわいいの?
Misa: Bom dia pa vucê tambein. :)
 Bludraco ria aquela risada curta e baixa de sair ar do nariz, a Hanako ri também mas dá um tapa nas costas do Bludraco. Já o Geracial e o Banban... queriam ficar mais perto do Akira, o Banban e o Geracial sobem o sofá e apontam pra porta pra eles saírem, mas o Akira não entendia e só olhava eles logo indo em direção da porta e pulando, mas o Akira não entendia ainda assim, os dois ficam tristes, o Brondes até vai ao Geracial e abraça ele, a Misa tava longe e com preguiça de se levantar, mas não aguentava ver uma criança redondinha tão triste, e desce do sofá e corre pra abraçar o Banban.
Bronde: Taum macio e geladinhu!
Misa: Nene foite!... AAAAA!
 Misa se machuca ao abraçar o Banban e cai deitada, mas se mexendo no chão, ela se levanta praticamente intacta de novo, o Bludraco até leva a Kuminha e o Akira pra brincarem um pouco no quintal perto dessa noite, a Hanako tava hesitando pra avisar mas fala de última hora.
Hanako: Senhor Draco, o meu filho também tem licantropia!
Bludraco: O que?
Akira: 助けて, 頭が痛い!
 Akira ganha pelos pretos, suas orelhas ficam pontudas e seus olhos brilham em vermelho, ele uiva, ele corre atrás dos outros pequenos que até conseguiam, enquanto Kuminha tem uma ideia.
Kuminha: Ispera! Eu resolvo!
 Kuminha vira uma forma de lobinho filhote, bem parecido com a forma meio lobo do Akira, e os dois... Se viam como amiguinhos mesmo Akira estando animalesco até emocionalmente, e eles corriam não como uma perseguição, mas como se fosse um pega-pega. Passa mais ou menos uma hora, e o Akira, cansado, dorme.
 Bludraco leva as crianças dessa vez ao quarto da Chloé e, vendo os DVDs piratas que Rogério baixou pra ela, os com títulos mais inofensivos como "Toy Story, Transformers e Era do Gelo" e "Michael Jackson, Latino e muito mais" (que na verdade era um DVD de Clips Animados, Vol 4) escritos em caneta permanente, ele escolhe um DVD escrito "vídeos que vi na infância", e põe no player e sintoniza os cabos na TV pra eles assistirem, enquanto Chloé abre um portal na cozinha, e os outros filhos da Alex e Daemuki corriam querendo abraçar o Bludraco e acabam o atropelando.
Chloé: Hai, papai!
Bludraco: Yokoso, fofura!
 As outras crianças corriam procurando os irmãozinhos e priminhos e... Se assustam ao verem um bebê ainda em forma meio lobo, ainda que dormindo, com a Kuminha parecendo só um filhotinha de vestido fazendo companhia. Os outros se juntam pra assistir juntos e a Hanako liga pra Cassandra pedindo pra dormir hoje na casa deles porque tá numa noite de lua cheia e ela poderia correr perigo de noite. A Cassandra deixa e, ao voltar do trabalho, ajuda a arrumar uma cama só pra ela, com um futon velho e dormindo na sala de estar.
Cassandra: Pensei que não viria hoje.
Hanako: Eu posso explicar, não fiz nada aqui com o seu marido.
Cassandra: Ah se fizesse... Eu não teria coragem de te matar, hahahaha!
Hanako: Para! Os bebês tão ouvindo.
Cassandra: Eles devem nem tar entendendo, mas bem, a gente brigaria fisicamente mas nós duas saíamos machucadas, e eu gosto de você.
Bludraco: Olha, a massinha de pão integral tava com vocês também. 
Barroquinha e Misa: Si! :)
Vulcas: Eu brinquei di esconde esconde co os elfos da foresta, a Chloe me achou muitu rápido.
Bludraco: É mesmo?
Vulcas: A tia dela me achou vem fofio.
Bludraco: Ela não está errada. :)
Brondes: Já ti falei que vucê é fofia?
Misa: É... Naum?
Brondes: Intaum... Vucê é fofia.
 Depois de desligar a TV e guardar os DVDs, o Bludraco junta as crianças que não são dele pra esperar seus pais buscarem e levar pra casa, foi bem rápido, enquanto o Bludraco foi o último ainda na casa dele a dormir porque ele ficou vigiando um pouco se tava tudo bem, assim como ele tirou um tempo sozinho pra ler algum livro de romance sozinho na sala, que ele não tinha terminado o livro mesmo continuando a leitura naquela noite porque acabou dormindo no meio da leitura e esqueceu tudo que leu antes, ainda assim teve um sonho bem feliz.

> Capítulo 4: A Irmãzinha de Geracial
 Cassandra teve uma filha mais nova depois do Geracial recentemente, ambas a Cassandra e sua filha Kiara estava chorando muito, também bem alto. A família de Rogério foi visitar a família da Cassandra por um momento, e eles ficaram sem entender a barulheira.
Júlia: Por que a nenenzinha tá chorando tanto?
Cassandra: Eu não sei, porque a gente já alimentou bem ela.
Geracial: Vucês podem ajudar minha imãzinha?
Rogério: Sim, sorvetinho, o que aconteceu com ela?
Cassandra: Ah, não sabemos, mas se você conseguir resolver dá pra considerar um herói.
 Rogério pega a pequena Kiara, a balança levemente aos lados, ela deitada no braço dele, com o Rogério cantando, mas a Kiara continuava chorando alto, o Rogério faz carinho na barriga e... Era isso mesmo, a barriguinha dela tava doendo e roncando, mas ela tava bem cheinha, então o Rogério a apoia do ombro dela e dá uns tapas leves, aos poucos acelerando, e ela arrotava, aquilo aliviava a pequena Kiara até ela esvaziar, ela até sorri.
Cassandra: Ah, então era tudo por causa do olho gordo dessa fofurinha?
Bóris: Fofinha e clarinha mesmo, parece uma massinha de pão.
Misa: Tambei é um sovete?
Cassandra: Sorvete quente?
Rogério: Ah, um salgado.
 Rogério olha pra Kiara e os dois sorriam.
Misa: Yayyy, nene salgado! Mais cual salgado? '^'
Júlia: Uma esfihazinha quatro queijos.
Rogério: Só porque essa é meio amarelinha?
 Kiara ria, enquanto a Alex Cheng que estava junto com o grupo dos Churri deixou uns bebês pra brincarem principalmente com a Misa e o Geracial, mas o Banban estava dormindo nos braços da Alex e a Barroquinha foi subir até o colo da Cassandra, com pulinhos impulsionados por suas asas, e a Cassandra a segura.
Cassandra: Olá, pãozinho cheinho!
Barroquinha: Como foi conhecê o tiu Draco?
Cassandra: Ah, é... Quando eu tinha conhecido ele eu cheguei a ficar sem ar.
 Barroquinha ficava triste, ela pensava que Cassandra tava em perigo quando viu o Bludraco, mas a Cassandra acalma ela, avisa que era só figura de linguagem, mas Cassandra lembra de quando ela tava passando mal depois de fugir da polícia (na época a Cassandra era uma assassina temida) e foi conhecer o Bludraco. No entanto, a Hanako esteve ocupada trabalhando, e como hoje não tem aula, ela deixou seu filho Akira na casa do Bludraco e Cassandra, onde a Hanako e a Cassandra acharam que ele iria brincar e correr com os outros garotos, mas por algum motivo ele ficou um tempo deitado e dormindo, diferente do Thiago Taiga, um elemental da terra que o Bludraco esteve cuidando porque os pais dele estavam ocupados junto com os pais do Vulcas (que no caso estão em um trabalho de forja nas montanhas da dimensão dos anões vulcânicos, e o sr. e sra. Taiga tinham encomendado algumas taças e pratos de vidro artesanais pra uma festa na dimensão elemental com os elfos de madeira, e embora anões vulcânicos e elfos de madeira se odeiam, os Ferrus não querem atrapalhar o plano dos seus amigos Taiga), o Thiago estava correndo com as outras crianças.
 Misa a Júlia achou que também iria ficar quietinha no sofá, inclusive junto com a Kiara, mas a Misa estava brincando, principalmente correndo atrás do Brondes, mas depois que eles trombaram no Thiago e dois caíam sentados no chão enquanto Brondes caía de lado e chorava, sendo socorrido pela Alex Cheng que o amamenta por um tempinho, no entanto a Misa e o Thiago ficavam olhando um pro outro por um tempinho, e se abraçam, a Misa era macia e quentinha pelo corpo de doce vivo, já o Thiago era durinho pelo corpo de pedra mas também cheiroso porque o cabelinho de folhas tinha cheiro de grama cortada, ou algo parecido com caldo de cana, o Geracial até fica curioso com os dois.
Misa: Taum bom di abraçá!
Thiago: Concordo :)
Geracial: Possu abraçá tambei?
Thiago: Cual de nois?
Geracial: Cualquer um :)
 Geracial abraça a Misa, já o Banban solta a mamadeira com suco de laranja da boca e das mãos e vai até o Thiago abraçar ele, mas ouve um som de coisa rachando, o que assusta as outras crianças por acharem que Banban quebrou os ossos de um amiguinho de novo, mas tinha algo estranho.
Misa: Num solto naum, uwu.
Geracial: Eu tambei naum, uwu.
Banban: Ah naum!
Thiago: U que?
Misa: Aconteceu nada? '^'
Thiago: Naum, é...
Geracial: Nene foite.
Banban: MUITO FOITE!!!
 Thiago solta o Banban e dá uns tapinhas na camiseta, saindo umas pedrinhas da pele que rachou, mas ele tava praticamente inteiro ainda assim, a parte que rachou só tava descascando, enquanto isso, Brondes estava perto da Misa de um lado e Kiara tava do outro, até que a Kiara resolve engatinhar um pouco no sofá em que tava sentadinha, passando pelo Rogério, depois pela Cassandra, e como a Cassandra tava segurando Kuminha e Barroquinha, as duas pequenas que tavam com ela sorriam pra ela.
Kuminha: Ei, vamu fazer a iniciação.
Barroquinha: Si.
Kuminha e Barroquinha: SUPER ABRAÇO RECHONCHUDO!
 Barroquinha e Kuminha abraçam Kiara, ela sorri e levanta os braços, ela ria bem fofamente, antes de dormir pela fofura, passa um tempo com as crianças brincando ou vendo algum desenho na TV que o Rogério pôde colocar os DVDs do que eles gostavam, os adultos também falavam umas fofocas tediosas do que acontecia na vida deles, até que de pouco em pouco seus pais também buscaram seus filhos e levaram de volta pra casa, com exceção de Rogério, que vai cuidar da Misa enquanto ela dorme na mesma casa que o Geracial e a Kiara hoje, um incenso é queimado pra nenhum inseto voar até nenhum dos bebês, ainda mais a Misa que é um doce humanoide, antes do Rogério assistir a uns filmes de ação sobre carros monstros marcianos, e dormir cansado de assistir aquilo tão repetidamente.

> Capítulo 5: Aniversário do Banban.
 Hoje é aniversário de Banban, filho de Alex Cheng, e seus primos mais velhos e tios alugaram uma chácara próxima para a festa, assim tendo muito espaço e uma piscina grande, onde a Chloé se sentia tão bem nadando, ainda que, mesmo coberta das vinhas, espinhos e folhas contornando seu corpo, ela não estava usando nem a jaqueta de sempre.
 Kuminha e Barroquinha brincavam de pega-pega até que, tropeçando, elas rolavam numa descida curta de poucos metros, até atropelaram e amassaram o Brondes que tava parado sozinho, o Geracial e o Thiago foram socorrer ele. Misa estava andando com o Banban na cozinha da chácara, o Banban pulando todo alegre com os bracinhos pro alro mas também cai.
Banban: Eu caio muinto! :(
Misa: Hihi, Banban caió.
 Misa levanta o Banban e eles continuam correndo até que... Eles se cansam, o Rogério estava carregando um filhinho dele com Sakura, uma senhorita dos ventos (de um tipo de clã de pessoas com magia de vento, no caso de Sakura ela não usando nenhuma roupa além de seus óculos finos de 2° de hipermetropia e faixas vermelhas e rosa espirais cobrindo suas vergonhas, ou contornando seus tríceps e suas coxas) que o Rogério se casou e ensinou parte da vida civilizatória, e esse filho é Nioky, bem pequenininho, só um pouco mais novo que a Misa.
 Sakura, entediada, resolve brincar um pouco, segurando o Nioky e andando rápido pela cozinha, posicionando o filhinho como se ele estivesse voando ou fosse um avião, até que o Vulcas estava andando por aí comendo uma tirinha de contrafilé, a Sakura mira o Nioky em direção do Vulcas.
Sakura: Pah, pah!
Vulcas: Oh naum! Ixpludi.
 Vulcas solta uns foquinhos pra cima, bem pequenas explosões de estalo, e deita no chão, o Banban se preocupa e, mesmo na brincadeira, tenta simular que tá salvando o Vulcas, massageando a barriguinha dele.
Vulcas: *yawn* Tô siguro :)
Rogério: Nhéummm, ratatatata nhéummm.
Banban: Oh naum!
 Rogério estava segurando a Misa também na posição de voo, e "acerta" o Banban, que deita pertinho do Vulcas, mas o Sr. Ferrus, pai do Vulcas, não gosta de ver seu filho deitado e fala bem alto pra ele se levantar, e ele levanta pelo susto, o Banban também se levanta e corre pra outro canto, Sakura para a brincadeira e se senta, pra amamentar o Nioky. Sakura é vegetariana e de corpo leve e magro, assim ela pode se manter ágil, mas depois que teve filhos, ela teve que comer coisas como ovos fritos, queijo e ricota pra se manter mais forte ou estável.
Misa: Quein é esse com a Saku, imão?
Rogério: Você não lembra, fofurinha? Você agora é titia.
Misa: ... Mais eu só tenio três anhos! '^'
 Rogério e Sakura riam muito alto daquilo, mas Rogério tenta explicar sobre tio ser só irmão de um pai, Zephyrson foi brincar pulando na cama elástica com o Brondes, Simon, Lisa e Fernando, enquanto Bludraco cuida da Kiara, Kuminha, Barroquinha e uns dois filhos de Rita Carla (uma mulher de cabelo castanho bem longo, chegando à região da cintura, e com alguma bênção de super força, mesmo ela sendo humana, seus filhos são meio bolinhos de canela por parte de pai), que aliás, a Rita está ajudando o Sr. Ferrus e o Daemuki a assar as carnes na churrascaria e ferver salsichas em milho para o cachorro quente.
Sakura: Ei, Rogerinho, você contratou aquelas mulheres que ajudam em festa?
Rogério: Não se preocupa, elas vão demorar bem pouquinho.
 Rogério levou uma bola de futebol Pingo de Leite pros pequenos também jogarem bola, até as meninas queriam brincar, ainda que a Kiara fosse muito pequena pra ir, a Kuminha e a Barroquinha não quisessem e a Misa tava gostando de tar perto da Sakura e da Júlia, que parecia tar conversando sobre uns planos pra seus filhos. Júlia deixa Misa interagir com as pequenas que tavam perambulando, até que a prima do Rogério, chamada Linda Churri, uma pão-de-caramelo humanoide com cabelo amarelado com cheirinho de banana e vestimenta notável por uma Femmesuit roxa, começa a pôr umas músicas temáticas de pirata, afinal, boa parte dos pequenos estavam vestidos de pirata, e o Geracial (vestido de capitão), única criança masculina que não foi jogar bola, tava dançando junto com aquelas meninas, como a Misa (vestida de sereia), a Kiara e a Barroquinha (vestidas de piratas, a Kiara com tapa-olho e Barroquinha com um sapato simulando perna-de-pau) e a Kuminha (vestida de tubarão) tava cansada e deitou no chão, mas se levantou pra dançar também. 
Geracial: Nois somus pilatas!
 Mas a Linda muda a música pra uma do anime de piratas que o Banban tinha assistido recentemente e gostado, chamado Dragon Cove, um anime sobre piratas com barcos de estrutura temática de dragões e que enfrentam shinigamis nos Sete Mares usando poderes sobrehumanos, incluindo frutas que são encarnações de shinigamis antigos, algumas dão poderes únicos e outros só conduzem energia e, ao juntar sete do segundo tipo, é possível realizar um desejo. As tais mulheres que a Sakura perguntou se o Rogério convidou realmente chegaram.
 Selena é uma mulher indígena alta e esbelta, de cabelo liso longo e tatuagens vergonhas, Isabelle é uma mulher loira sulista, de olhos azuis e com o corpo redondinho e com curvas boas, já a Antônia é de porte atlético e musculoso, pele escura e cabelo crespo redondo, e as três vestiam Femmesuits verdes com luvas, botas e estampas amarelas, e bonés verdes de aba amarela, elas trouxeram pães e um tipo de mesinha específica, com uma panela pra fazer pipoca e uma máquina de algodão doce, e isso chama atenção das crianças, que comeram pipoca, cachorro quente e algodão doce até encher, enquanto os adultos, como os pais dos pequenos, estavam comendo mais o churrasco.
 Bóris Churri assou pães de alho inicialmente pro Rogério e pra Misa comerem, mas o Brondes tava com vontade, e recebeu umas fatias pequenas que ele aguentaria comer, e pertinho um do outro, Brondes e Misa se abraçam, a fofura é tão forte que soltava uma luz mágica que cegava o Bludraco temporariamente. Fora isso, Rogério conversa com as "Panteras" (Selena, Isabelle e Antônia).
Rogério: Então, parece que a hora do bolo tá bem perto, que horas os cosplays vêm?
Isabelle: Oh, na verdaade não vai demoraar de faato, 'ja'?
Selene: Você tinha mostrado uns personagens pra gente trazer, não é? Bom, acho que deu pra completar a lista inteira deles.
Rogério: Será que vão caber todos?
Selene: São uns quinze personagens, aqui tem espaço pra até mais.
Antônio: Caramba, vocês esvaziaram as caixas mesmo.
Kuminha: Duki vucês istaum falando? '^'
Rogério: Ah, uns personagens que o Banban gosta vão aparecer, se você contar você não vai ganhar coxinha.
Kuminha: NAUUUM!! Eu num vo contá, prometo! :'(
 Kuminha olhava com olhos tão tristes e grandes que pareciam joias, o Rogério foi até segurar e abraçar a Kuminha pra confortar, enquanto isso o Nioky tava andando pra lá e pra cá com um copinho de risolis, coxinhas pequenas e bolinhas de queijo embanadas, e bem, a Linda e a Antônia estavam conversando em sinais de mão sobre como tá a festa e se vão precisar dos preparativos, e a Linda envia uma mensagem pro celular do Rogério, "têm refrigerante?", Rogério faz um joinha pra Linda e pra Antônia, e separa os refrigerantes e os picolés pra quem quiser.
 Chegaram cerca de 18 cosplayers, de diferentes personagens de filmes, jogos e animes, alguns eram cosplays que ainda dá pra ver o ator vestido, outros eram cobertos em fantasia de mascote que chegava a ser difícil andar sob o calor de hoje, o Brudraco até usa uma garrafa de refrigerante de laranja como "oferenda" pra uma magia grande que faz o clima ficar nublado e mais frio. As mulheres que estavam na piscina, como a Cassandra, a Júlia, a Sra. Pawclaw e a Sra. Ferrus, não tavam esperando por essa, e elas saíram da piscina e se secavam em um canto isolado pra depois elas e outras pessoas se agruparem pra cantar o Parabéns pro Banban, que aliás, tava chorando, o Bludraco tava com dó achando que era de tristeza, mas Cassandra e Alex viram que ele só tava chorando de alegria. As fotos tavam ótimas, o Rogério tava abraçando alguns cosplayers e mascotes depois do parabéns e do bolo. O Geracial, que comeu pouco porque não sabia o que escolher pra comer, comeu umas três fatias de bolo, enquanto os outros só comiam cada um uma fatia, mesmo a Kuminha e a Barroquinha que comeram uns brigadeirinhos e confetes de chocolate.
 Depois da festa e antes de todo mundo ir embora, Rogério deu tampões de ouvido pras crianças, e enquanto ele usa tampões de ouvido, com uma espada velha que o Bludraco e a Akadraco (irmã do Bludraco, mestra do fogo e da moda) tinham levado pra mostrar na festa, ele estourava os balões velhos.

Continua>>>

A Fada e o Dragão

[Essa história será do mesmo multiverso que Cookieverso e companhia, dessa vez com um universo novo, com experiências novas, num tema mais fantasioso e romântico]

 Era uma vez uma realidade distante, cujo sistema estelar principal, do sol chamado Skóll, liderado por uma grande deusa que, além de rainha, é tecelã do tempo, do destino e mãe de artistas que modelaram reinos e vida, com os planetas, em ordem do mais próximo ao mais distante de Skóll, os seguintes:
 Nabu, um planeta, ainda que pequeno e leve, ainda bem próximo de Skóll, com ciclos agitados e tendências a voltas curtas durante sua translação, e seu deus é tenaz e sábio, um grande peregrino e estudioso.
 Inanna, um planeta levemente maior, de tom verde quente e brilhoso, ainda que vazio e seco, apenas montanhas o dominam, ainda belo no céu em que ele passa, e sua deusa é bela, gentil e patroeira da vida, como uma rosa no deserto; Eósphoros, um planeta do mesmo ciclo que Vênus e, mesmo rico em vida e florestas, seu deus foi morto há muito tempo, acreditam que em sacrifício para defender seu universo.
 
Apsu, um planeta cheio de vida como Eósphoros desse sistema, ou a Gaia do sistema solar do nosso universo, e onde vive a humanidade; Muspelos, um planeta vermelho de tom intenso e chamativo, ainda que com rios secretos e um deus forte e cuidador de sua prole, e que a torna num exército contra as forças do Caos.
 Elil, um planeta grande, nebuloso e resistente, ainda que verde de listas marrons e cinza, possuindo torres prateadas no meio de uma grande tempestade vermelha, lideradas por um grande ministro, o deus da força, do poder e da conquista; Ninurta, planeta dourado de anéis negros que brilham em prateado sob a luz das estrelas do Oceano Celeste, com uma deusa paciente para um planeta lento, e que junto de sua mãe, que é filha da deusa de Skóll, convenceu as outras artesãs a concentrarem seus esforços na vida na Terra, desde as plantas e os fungos mais básicos, até os animais dos menores aos maiores, os humanos para guiar e governar, mas ainda reconhecendo a autoridade do Céu.
 No entanto, havia uma rocha prateada, que brilhava mais que as estrelas e o Oceano Celeste na maioria das noites, e por sua vez, a deusa de Skóll enviou seu marido, Arahma, para gerenciar aquela rocha, a nomeando como Máni, a lua de Apsu. Assim como o Caos, uma força que podia tanto criar quando destruir de forma imprevisível e inconstante, entrou em conflito com os deuses, e dessa guerra, uma rachadura em Apsu dividiu o Império do Homem no seu continente único em 6 continentes menores: Ani, continente nevado do Noroeste; Arya, continente montanhoso do Nordeste; Alo, continente seco e quente do Oeste; Anka, as ilhas que compõem o continente do Leste; Anahar, o continente florestal e tropical do Sudoeste; e Ajie, continente tempestuoso do Sudeste.
 No centro, surgiu uma ilha central, dividida em dois biomas: A Floresta da Luz, que as artesãs uniram as forças positivas, formando assim os anjos, os cavaleiros brancos, as fadas e os peliazul, que entediados com a vida na floresta, viajaram pelo mundo, e tiveram seu próprio império em Arya, Anka e Anahar, e eram conhecidos pela humanidade como elfos; e a Caverna da Escuridão, que o Caos deu forma a ogros, trolls, os magos negros, as bruxas e os pelipedra, que traíram as forças da Escuridão, e migraram para Ani e, ao lado dos humanos, construíram a grande ponte A Manhã de Máni, que conectou-os a Arya, onde houve um conflito entre os pelipedras, apelidados como anões, e os peliazul, apelidados como elfos.
 No entanto, uma fada brincalhona e que pregava peças em outras fadas e nos cavaleiros brancos, foi pega por ambos, e julgada pelos gênios, um tipo de elementais que intermediavam entre os biomas, e eles decidiram sobre aquela fada, "Pois declaramos que foi inconvenientemente demais para estar solta, mas leve demais para ser abatida em público. Lembre-se, viverá na Escuridão, com uma condição de volta, em que você deverá ter algum sinal de amor verdadeiro com alguém do reino da Escuridão". A fada implorou de joelhos pra não fazerem, mas dois cavaleiros a seguraram pelas asas, onde ela perdia suas forças, e a deixaram numa estrada da Caverna da Escuridão. A fada, chamada Aranb'aka, começa a perambular na Caverna da Escuridão, entre os pilares frios e intimidadores, as estalactites que choram um ácido verde, e estalagmites sérias que escondem serpentes.
 No entanto, ela encontra um troll, e diz a ele "Oh, grande e feio troll, o que faz aqui?", o troll, entediado, só fala "Esperando a carroça da Ovelha de Ouro, por que?", a fada admite "Eu não posso estar sozinha, aqui está muito escuro", o troll fica com pena, deixa que ela fique próxima dele, e então, uma carroça de ovelhas douradas, que brilhavam na sombra da caverna, chega até eles, e os leva em troca de uma moeda de cobre, e o troll, enquanto espera muito, ele se abaixa e se encolhe, e parece uma grande pedra, mas depois de chegarem por uma vila, passando pelas chuvas verdes, os dois descem da carroça, e os dois se separam.
 Aranb'aka encontra um ogro, e diz "Oh, grande e gordo ogro, o que faz aqui?", o ogro olha pra fada e diz "Estou regando cogumelos, por que?", e a fada diz "Estou com fome, e esses cogumelos lembram os de casa", e o ogro estranha o fato da fada falar com ele enquanto está em uma caverna que não era de sua natureza, ele pensa que é uma pegadinha, mas mesmo assim, ele só tira uns cogumelos maiores, pra preencher uma caixa que ela poderia segurar, e diz "Evita confiar em qualquer um, pequena", e Aranb'aka, confusa, saía cruzando uma rua, enquanto comia os cogumelos como se fossem petiscos.
 Depois, ela passa em uma encruzilhada, atrás é de onde ela veio, à esquerda mostra becos e vias que sussurram algo incompreensível, à direita mostra lojas de máscaras, de migalhas e de maquetes de reinos nunca vistos, mas que os monstros pareciam saber por verem em seus sonhos, e à frente, tinha uma grande serpente, um dragão que estava passando, e Aranb'aka desviava da criatura passando e, curiosa, voava pra acompanhar aquela criatura de costas cinzentas e barriga flamejante.

 Aranb'aka caía de seu voo, mas via de cima o dragão, e ela lhe pergunta o seu nome, e por que dele ser assim, o dragão se chama Murum'dir, e mesmo os dragões sendo criaturas raras na ilha, vistas em maior número entre os continentes, parece que aqui ele não se destaca, visto como mais um entre os monstros, porém, ela resolve o acompanhar até a sua casa de pedra, estava uma bagunça, a cama de ouro estava com as pernas moles, e era encima de uma palha muito seca e dura, a Aranb'aka nem conseguia se sentar naquilo por 3 segundos, e os copos e os vasos todos espalhados pelo chão, "Nossa, a gente precisa resolver isso", diz Aranb'aka assustada, e o Murum'dir diz "Mas eu não tenho braços, eu não iria conseguir", então Aranb'aka pega um pouco de terra que tinha perto, olha com água dos vasos, e modela numa cerâmica ao redor do Murum'dir, pra ele secar com seu fogo, e ela fazia peça por peça, e ela transforma parte das peças de porcelana em prata, "Viu? Agora tem, eu posso ajudar a limpar isso tudo".
 Os dois tirando os copos de ouro e de prata do chão e reconsertando vasos rachados com um feitiço reparador comum, conseguem espaço para, com os vasos, os dois irem tirando as joias de ouro e alinharem um por um. Os vasos azuis com rostos de mamute eram para os totens de pedra que para Aranb'aka pareciam brinquedos, os vasos vermelhos com rostos de babuíno eram para artefatos mágicos que muitas bruxas de Anka e Anahar dariam a vida pra ter, os vasos marrons com desenhos brancos eram para o que parecia comida que Murum'dir ia comer mas estragou... ou no caso, e estragou, mas Murum'dir comia as carnes que ele tinha juntado, a Aranb'aka com nojo prefere só preparar os vasos verdes com desenhos amarelos ocre de pássaros, onde tinha muito algodão, linho e palha velha, e no baú tão grande que caberia eles dois juntos, eles tinham um tempo pra separar o outo e o cobre para colocar dentro.
 Depois daquilo, eles marcam um encontro, no topo de um chalé de ponta-cabeça, contornado por sete pontes de madeira, onde eles podiam ver um grande rio escuro onde kelpies e pesadelos eram vistos correndo como pistas, e os basiliscos brigavam por suas fêmeas, ou grandes cabesimeses, lobos de duas cabeças cada uma com um chifre de cabra, uivavam para chamar seus companheiros de matilha, e os Ápis de Creta, touros de cor branca pálida azeda, eram pastoreados por um grande ciclope de três cabeças e seis braços, e que era pai dos garçons daquele restaurante. O ciclope garçom se enganou, e deu flores da tarde com molho de Inanna para Murum'dir e javali verde com raíz de sangue pra Aranb'aka, a fada podia só trocar os pratos de lugar, o que ela fez na hora que percebeu, enquanto o Murum'dir, só de frustração, soltou uma labareda no pé daquele ciclope, mas mesmo assim, o vinho eles dividiam, e aquele ciclope, preocupado com o erro que levou a ser machucado, até pergunta se eles queriam mais alguma coisa, e no fim, deu 10 moedas de cobre, mas o Murum'dir tinha mais que só isso, então, pagando com uma moeda de ouro, pede pros cinocéfalos músicos tocarem uma música favorita dele, e que por sorte, é uma música popular e fácil de tocar.
 Aranb'aka não gostava da música, mas estava tão bem em ter uma "noite" saudável com o seu amigo dragão, a comida e o vinho estavam ótimos, mas enfim, um mago negro e um cavaleiro branco tiveram que chegar ao chalé, e avisar Aranb'aka sobre uma grande notícia, "Eu posso ir também?", diz Murum'dir, mas o cavaleiro diz que nem vai precisar. O anjo do fogo esteve conferindo a força e a segurança da Floresta da Luz e dos cavaleiros brancos, o anjo dos rios acompanhava os cuidados das fadas nos campos, e o anjo dos nove ventos cuidava das músicas, com os ventos refrescando o corpo e alma dos habitantes enquanto tocam nos furos dos bambus como suas flautas naturais, mas o anjo dos segredos esteve conferindo em seus arquivos, e lê um artigo da Aranb'aka estar se redimindo do que fez dias atrás, e diz aos gênios a consultarem ela mais uma vez.
 Aranb'aka estava com medo naquele tribunal de novo, mas o seu pai diz que ela nem era pra se preocupar, afinal, ela não estava lá por culpa dela, apenas por dúvida dos juízes, e aparentemente iriam absolver ela, mas a Aranb'aka diz "E o Murum'dir?", as pessoas ficam com medo, perguntam sobre ela ter encontrado o dragão Murum'dir e estar intacta, o próprio dragão Murum'dir entra no tribunal, protestando, e a Aranb'aka o abraça, o mago negro que trouxe Aranb'aka admite não ter trazido ele também, mas parece que o Murum'dir não fez mal, mesmo que esse julgamento demorasse, e o mago negro tivesse que testemunhar.
 O cavaleiro branco e o mago negro resolvem dar uma chance, de comprovar que eles se amam como no que condicionaram se Aranb'aka tivesse que voltar, porém, com a fada e o dragão voltando à Caverna da Escuridão, eles ainda estavam vivendo felizes, um ajudando o outro na vila, e a fada só estava melhorando o humor do dragão ao deixá-lo menos sozinho, e o dragão dava esperança à fada, mas mesmo assim, depois de 39 dias, a Aranb'aka teve que voltar pra casa, deixando o Murum'dir sozinho, e a Aranb'aka triste, tudo de novo.

Fim!

26 de dez. de 2025

Natal, Carne, Lilith e Dragon Ball

Olá, pessoa amada, tudo bom?
Porque meu natal foi ótimo, sinceramente.

Hoje teve panetone, pavê e merenque, mas do prato principal teve lasanha com lombinho, acompanhado com farofa de bacon com banana, e molho madeira, acho que o sabor doce misturado na carne foi da banana mas não foi ruim, pelo contrário: tava bom (obrigado, cunhada Lívia :) ).
Também recebi isso do meu irmão, uma garrafinha de bolinhas de açúcar tipo aquelas que vende em bar, e em troca eu dei um pacote cheio de doces que eu recebi da secretária do parque no meu trabalho, antes de começarem os feriados.

Falando em bacon, tem uma experiência engraçada, em que eu tava vendo um vídeo de uns cozinheiros desossando e recheando a carne de uma leitoa até que bem grandinha, e tinha um comentário que... me chamou a atenção e eu até printei, mesmo o comentário sumindo eu tenho esse meme.
Seja lá onde eu postei no Reddit eu postei censurado por causa das regras, mas bem.
Chega a ser engraçado ver alguém que talvez seja uma criança tentando "lacrar" falando mal de quem come carne de porco, como se as regras judaicas sobre carnes kosher fossem alguma regra imortal e atemporal e 100% empírica, e não um negócio de época, por motivos mais simbólicos que lógicos.

Isso porque, dos animais não-kosher, o porco é um animal realmente bem sujinho, e que come qualquer coisa que você der pra ele (incluindo banheiros que a latrina alimenta os porcos, ou que dá pra desovar corpos que os porcos vão comer sem questionamento), assim como era um animal comum em fazendas de povos inimigos, provavelmente em lugares com mais terra úmida e lama já que os porcos se esfregam na lama, não por maldade e amor à imundice, mas porque a lama é um material disponível pra esfriar o corpo deles já que porcos não suam.

Falando em lama, pessoas e simbolismo, lembrete: ser humano não veio do macaco, nem o Darwin dizia isso, ele dizia que ser humano e outras espécies primatas tiveram ancestrais em comum, ou seja, ser humano é só macaco calvo, e Darwin era cristão também e, mesmo na época menos religiosa, ele respeitava as fés cristãs e via o criacionismo como simbólico, afinal, pra um povo que vivia no deserto, a lama usada pra argila era rara e por isso a cerâmica feita dela era extremamente valiosa pra arte, logo, o ser humano feito do barro é uma cena de Deus dando vida a uma obra de arte que é o Adão.
Falando em Deus criando Adão, eu gosto do simbolismo dessa pintura.
Muita gente acha que os panos ao redor de Deus tendo formato de cérebro é alguma mensagem de Michelangelo de que Deus seria uma criação imaginária humana, o que discordo, afinal era de uma época em que, mesmo os Renascentistas que, junto do Iluminismo, estavam revivendo arte clássica, os artistas renascentistas ainda respeitaram a religião e era numa época em que a fé cristã era associada à sabedoria.

O simbolismo mais real obviamente é que da sabedoria (isso é, a inteligência e o aprendizado como virtudes) que dão esse acesso a Deus, seja como entidade ou como símbolo espiritual. Também é notável o Adão relaxado e não estendendo tanto a mão a Deus tão intensamente quanto Deus "se esforça" para alcançar Adão, como se o próprio Adão fosse alguém relaxado no Éden, e por isso que ele cedeu ao pecado quando a Serpente tentou Eva e ele.

Falando em Adão e Eva, mais um disclaimer: Lilith nunca foi uma ex do Adão nem em histórias apócrifas, isso vem de canais sensacionalistas de cunho duvidoso ganhando like com as dúvidas e ansiedades dos expectadores (MysteriumTV, tô te olho em você, seu gordo granudo do krl)
Esse conceito de Lilith ex do Adão vem do Alfabeto de Ben-Sirach, que assim como a Divina Comédia (do Dante, que é uma fanfic em que esse narigudo usou pra misturar mitologia grega com cosmologia abraâmica pra acobertar alfinetadas a gente que ele odiava, mas não vou ser de todo azedo com esse daí até que ele foi bem-feito com boa parte das camadas e com as alegorias sobre o Inferno não ser um plano pós-morte, mas também fases ruins ainda em vida) ou Paraíso Perdido (que dá essa ideia de um Lúcifer trágico e rebelde, mas que não passa pano que nem os satanistas insistem, é o clássico "Lúcifer quis ser Adm e foi banido" só que de forma bem detalhada, e também introduziu o Pandemônio, um tipo de capital do Inferno onde os demônios reinam muito e sofrem menos), é uma fanfic da Bíblia, no caso de uma Lilith feminista e lacradora que ficou reclamando que Deus tava tratando Adão melhor que ela e colocando ele como o mais forte da relação.

Mas ninguém leva esse livro a sério, e trata de forma tão separada quanto Inferno de Dante e Paraíso Perdido, assim como, mitologicamente, a Lilith é um demônio, talvez não como um anjo caído que nem entidades como Lúcifer e Azazel, mas como os shedins e os djinns são descritos, um tipo de espécie mais forte que os humanos e corporalmente mágica, mas de moral duvidosa e inferior aos anjos, no caso da Lilith ela sendo, na cultura judaica, um espírito dos ventos, mas também o começo da Árvore do Conhecimento (ou Qliphoth), ou assim como as Lilitus babilônicas, sendo associadas a Ishtar (um tipo de Afrodite da Suméria/Babilônia, incluindo não só por ser uma deusa do amor, fertilidade e sexualidade, mas também associada ao planeta Vênus, que por ser um planeta verde/laranja as pessoas associavam a vida), ou sendo um tipo de Pazuzus fêmeas, também sendo demônios dos ventos, mas com o adicional que elas caçavam mulheres grávidas, um tipo de metáfora mitológica ao aborto espontâneo.
Por isso que associar Lilith a uma demônio feminista é errado: Não só é mitologicamente impreciso como também é uma falta de respeito a mulheres que tinham medo dessas entidades antes de se tornarem mães saudáveis.

Falando em transformar algo negativo em algo positivo, mas dessa vez tendo um bom resultado, tem aquelas músicas populares entre os emos, como Evanescence e Linkin Park.
As músicas do Linkin Park soam como reais desabafos do Chester, porque muitas representavam coisas negativas da vida dele.
  • Numb fala sobre ele estar tão chapado que não sentia mais a realidade como ela era pra ser.
  • Crawling fala sobre ele sentir algo de errado passando em seu corpo, e em geral sobre o seu sofrimento.
  • What I've Done e In The End falam muito sobre arrependimento e consequências.
  • Breaking the Habit simplesmente fala sobre automorte, e isso é mostrado no clip (quase como se o Chester previsse o seu próprio fim)
  • One Step Closer e Across the Line dizem muito do quanto ele estava ao ponto de ruir mas também ainda tentou superar isso em vida.
  • Somewhere I Belong também tem uma letra sobre não parecer merecer o mundo que vivia, e até o quarto do clipe, com Gundams de brinquedo, tapeçarias, lâmpadas de papel e aquelas criaturas meio mamute também sinalizam algo fora no mínimo da nossa cultura.
  • Mas hoje em dia associamos a cenas épicas, como edits de lutinha ou encerramentos de filmes, justamente porque usamos com base na vibe e no ritmo das músicas, e meio que demos esse significado de superação e força e arte audiovisual de ação num geral.
Da mesma forma temos Evanescence, que aliás a Amy Lee fez várias músicas com temas sobre solidão, tristeza e ao mesmo tempo amor, e Bring Me To Life é com certeza a música que mais marcou a carreira dela, e eu vendo vídeos de mulheres tentando expressar que tem um peso emocional tão, tão grande pra elas (porque essa música conta sobre decepção amorosa e a ânsia por um par romântico) mas tendo uma chuva de comentários com gifs de personagens do Dragon Ball, a maioria eles elevando poder, ou lutando, ou transformações do Goku em ordem, faz parar pra pensar no efeito borboleta entre um mero vídeo em espanhol de transformações do Goku de DBZ, DBGT e o DBAF que na época era uma fanfic tão grande que trouxe muitos fãs na América Latina a conhecerem a franquia original, ao som do Bring Me To Life.
Assim como me faz parar pra pensar do quão idiotas são fãs de animes atuais, quando têm alguma tentativa desesperada de destronar o Goku ou o Dragon Ball, falando que "não mas Dragon Ball só vive de nostalgia, meoh" (aham, como se Attack on Titan ou One Piece que tu assiste fossem animes tão novos) ou "Gojo é mais popular que o Goku, meoh" (como se a sua mãe não pega qualquer protagonista de roupa em cores quentes e chama e Goku na hora, mas provavelmente ela nunca ia imaginar um protagonista com base em roupa preta e cabelo branco), ou "One Piece quebrou a internet meoh" (sério, tem aquele lance que alguém falou que o Tobi era o Obito e todo mundo fez bullying, jurando que o Kishimoto faria um plot twist mais complicado e que seria o Madara, mas... mermão, o Kishimoto admite que não sabe fazer personagem feminina, imagina fazer plot twist, e é só ver Boruto que você percebe que Kishimoto é um frouxo que aceita qualquer porcaria que o assistente dele faz no mangá, e olha que eu só gosto do Naruto clássico, e tem gente que gosta mais do Naruto que eu gosto de Dragon Ball ou Jojo e falando que Boruto tá um lixo, e o que eu vou falar de One Piece que tem a ver vou deixar no próximo parágrafo).
Eu JURO que uma vez eu falei que o Luffy era a reencarnação do Gol D Roger (o que sinceramente, pra quem realmente vê One Piece isso é tipo falar que 2+2 = 4), mas teve """fãs""" falando que "não, meoh, aqui não é Naruto, meoh, é só a vontade que ele herdou, meoh" (que na prática, é só trocar 6 por meia dúzia, mas ao mesmo tempo é negar o próprio anime GRITANDO o quão parecido é o Luffy com o Roger jovem, e os paralelos do Luffy com o que o Roger fez de heróico), até que aí, o Luffy era reencarnação do Joy Boy, e a Gomu Gomu no Mi era reencarnação do deus do sol Nika (que tinha a ver com Skypiea, e que o Oda compilou um monte de lore do Século Perdido, e Wano e os caramba), e...

Olha, o Gear Fifth foi sim uma ideia genial, foi bem melhor que os fãs do anime teorizando que o Luffy usaria mais alguma fórmula de Haki, ou que ficaria mais forte, e teria uma aura negra e emo e os caramba de novo, mas na prática ele foi uma transformação bem silly, engraçadinho, praticamente evoluindo de um personagem elástico (com poderes já associado a desenhos antigos) à total Toon Force, mas serião mesmo, mesmo ele não quebrando a internet que nem aquela SEITA que chamam de fanbase fala, é exagero falar que o Gear Fifth foi realmente flop.
Mas no fundo acho que ficar chamando o Gear Fifth de flop é ainda uma punição educada pra uma fandom tão chata como de One Piece, porque... oh veado, se o teu anime favorito fica bom só no episódio 1234567890, eu vou ver a partir do ep 1234567890, não vou ficar me torturando por 1234567889 episódios, caralho, porque vocês são do tipo que "não meoh, mas você não gosta porque não chegou no episódio 1234567890 meoh", "não meoh, mas fica bom no 1234567890, e não pode pular um segundo meoh", ou "como assim você não gostou depois de assistir até as fanfics lost medias dos fãs turcos de One Piece, meoh?"

Porque a fandom de One Piece foi tipo a do Attack on Titan, "não gosta porque não assiste", "fica bom no ep tal", "não mas esse mangaká é genial e nunca errou" (mas é inegável que os fãs que não são fanáticos ADMITEM que o final do Attack on Titan ficou ruim no mangá e ficou até pior e mais bagunçado no anime) ou "se você assistiu você tem que gostar mesmo que não queira", assim como Attack on Titan teve o agravante de ter virado uma piada depois de uma artista mexicana criar tirinhas tão cringe, que as pessoas editaram versões do personagem dessa artista sofrendo.
Fora isso, mesmo odiando essas tirinhas, eu tenho dó da artista e também foi exagerado como fizeram, bem mais que do flop do Gear Fifth

Até mais!

25 de dez. de 2025

Chronos Inc, parte 8

> Transcrição
Dr. Bóris: Ei, espera um momento, eu não entendi por que vocês me tratam desse jeito.
Pilota "13": Mentiroso.
Pilota "42": Você sabe perfeitamente o porquê.
Pilota "33": Pesquisador Luan, por que viemos pra fazenda Hippoidai?
Pesq. Luan: Era pra gente ir ver os cavalos, por que?
Soldado "01": Então por que temos que olhar pra esse cara procurando alguma ferramenta?
Pesq. Luan: Na verdade, a tarefa de hoje é pra limpar os estábulos.
Pilota "13": Anota aí mais uma coisa pro Bóris não fazer, desenhar versões meninas de desenho desses cavalos.
[Bóris pega um forcado e começa a tirar sujeiras sólidas de algumas áreas das criaturas-cavalos do estábulo, o M-In-Hip-011 anda um pouco perto das pilotas enquanto mastiga feno poucos segundos antes da gravação terminar]

M-In-Hip-011, Ogre Leek: Um cavalo anômalo de pele cinza-clara, cabelo verde que acreditava ser de algas, mas o cheiro é mais similar a alhos poró e cebolinhas, ele aparenta ser calmo e dorminhoco, e mesmo tendo sido magrinho e fraco na infância, ele foi bem alimentado para ganhar uma quantidade considerável de corridas, sendo apelidado de Gray Storm.

CRIATURAS CATALOGADAS POR DR. CARLO
M-SgFl-161, Shoggoth: Uma ou várias criaturas amorfas, similares a uma lama colorida e gelatinosa, a maioria de cor violeta escura o suficiente para ser confundida com cor preta, com olhos verdes que brilham e se destacam. São criaturas fortes o suficiente para uma porção líquida, tendo 60 kg de massa, podendo carregar um Snow Truck da Épsilon Green sem dificuldade.

  • Snow Truck: Veículo desenvolvido pela Gurgel em parceria com o Departamento de Veículos, um tipo de carro ou caminhão de 8 toneladas e 3 metros de comprimento, com pneus grossos o suficiente para resistirem a rochas ásperas e superarem a lisura do gelo, também com cadenas largas para, de certa forma, escalar melhor em superfícies íngremes, e o interior é termicamente isolado e pode ser ocupado por materiais domésticos, servindo como casa.
  • Métodos de Cuidado: Atualmente domesticados, por padrão muitos Shoggoth são usados para consumirem diferentes tipos de lixo, separados por tamanho, os maiores comendo plásticos, os médios variando entre os que comem papéis ou concreto, e os menores comendo restos de comidas ou comida estragada e imprópria para humanos. É inapropriado dar vidro ou metal para os Shoggoth, pois há utilidades melhores em reciclar esses materiais. Geralmente os zeladores têm maior interação e por sua vez uma relação de amizade considerada um parentesco, e em caso de quebras de contenção de outras entidades, Shoggoths se voluntariam para proteger os zeladores, as faxineiras e as secretárias, pessoas mais próximas deles.
A-Fl-093, Cristal Vibrita: Um cristal azul turquesa de brilho violeta e reflexo prateado, que existiu em grandes quantidades na África, mesmo que a maioria das minas desse mineral estiveram inicialmente abandonadas, pois os colonizadores viram aquele cristal como inútil. No entanto, no país de [nome regidido], colônia de Listemburgo na África Central, mercenários foram contratados para achar e saquear o máximo dessas minas, após descobertas da Coalição dos Reinos revelar propriedades que podem controlar vibrações moleculares e sonoras.
  • Métodos de cuidado: A equipe de mercenários chamada [nome redigido] Bold Vipers, uma equipe de mercenários usuários de armas de fogo com propriedades sobrenaturais, e que consegue 90% da Vibrita minerada ou saqueada. O cristal é rachado até virar um pó fino, o cheiro lembra biscoitos de amêndoa queimados e inalar demais pode ser fatal, e esse pó mineral é queimado, usado para extrair o metal e usar tais invenções audioelétricas.
A-Fl-922, Adamantita: Metal altamente resistente, de nome referente à mitologia grega, e embora não de fato abundante na fonte mais usada, é muito comum nos ossos e sangue dos KGC's eliminados em combate, provavelmente o que torna tais criaturas resistentes ao próprio corpo, e desafiarem a lei do quadrado-cubo. Cada minério "cru" de Adamantita possui um tom pálido, de brilho bege, enquanto queimado e refinado assume uma cor, próxima do verde-prateado mas que é tão único que a descoberta dessa cor chegou a mudar percepções do espectro visível, e o corante dessa cor chega a ser chamado veridamas em latim e grego, ou diavêris em idiomas atuais.
  • Métodos de cuidado: Quando extraído de um KGC, qualquer monstro deverá ser extraído o máximo possível, desde a carne ou órgãos mais saudáveis sendo distribuídos no país inteiro para comerem, órgãos anômalos sendo extraídos e levados para pesquisadores da Chronos ou alunos da Universidade Arkham, e o sangue chega a ser extraído a caminhões, transportado em aviões ou submarinos, ou secado para que só a massa celular precise ser transportada, e os ossos, minerados e moídos para ser transportado a granel. Quando extraído em mineração ou metereoros, o país deverá proteger e evitar que o minério vaze para organizações maliciosas, e qualquer corrupção que viole essa restrição, levará a embargo e sanção ao país, independente de sua soberania.
  • Lista Negra Adamantina: Nova Kremkov, Fundação Furacão, Al Qaeda, Estado Islâmico da Síria e Levante, Hamas, Jihad, Talibã, K.K.K., Proud Boys, Coreia do Norte, qualquer tentativa de recriação da Seita do Fim do Mundo, Aum Shinrikyu (defunda), Família Manson (defunda), Time Cube Foundation (defunda), Associação Norte-Americana de Amor Entre Homens e Meninos, Homens Pelo Dr. Bóris [...] [usar cartão nível 3 para mais informações], a lista pode ser atualizada, e deverá ser atualizada anualmente.
  • Atualização 09-01-2001: Além de atraente e resistente, a Adamantita pode ser usada para painéis de energia de alta performance, pois é uma boa condutora elétrica, seja para painéis fotovoltaicos ou, com sua reação alcalinoelétrica, poder gerar elétrons de voltagem variável com o contato com a água, assim como esse metal é útil para um tratamento médico chamado Hidroterapia. Seu uso para gerar energia está restrito para usinas considerando seu preço, raridade e a alta dificuldade de conseguir de forma "próxima de renovável". 
A-Fl-095, Anel de Teju Jagua: Anel resgatado pela Épsilon Green durante expedições na Floresta Amazônica com ajuda de nativos e civis locais, material feito de esmeralda, e com uma energia vital de um dragão falecido há poucos séculos.
  • Métodos de cuidado: O anel pode controlar e projetar ER e alterar a gravidade ao redor, e é dado a algum soldado de maior confiança da equipe, assim como o treinamento físico ao lado de outros soldados ainda deve ser mantido, assim como terapia psicológica para verificar traumas e qualquer má influência sensorial, mesmo que do próprio artefato.
A-In-129, Anel da Verdade: Anel de jade encontrado pela Beta Red e Phi Blue em Hong Kong, também com símbolos que emitem ER e luz amarela, aparenta proteger o portador de múltiplas propriedades anômalas negativas, porém, seu efeito colateral envolve a energia vital e a redução do vigor corporal, ao ponto de, após 27 horas de uso, o usuário entrará em coma ou poderá morrer.
  • Métodos de cuidado: O artefato deve ser guardado em uma caixa de chumbo com senha na porta do cofre, e estará protegido por algum soldado aleatório da Beta Red, e poderá ser usado em caso de necessidade.
A-N-033, Catálogo da Epidemia: Um livro de capa dura anteriormente com 905 páginas catalogando mais de 6.622 doenças físicas, e capaz de causar as doenças só de ler tais páginas por completo, incluindo sintomas mas com nível de contágio alto independente da doença obtida. Aproximadamente 190 delas foram queimadas no Incidente 04-07-2014, quando a Fundação Furacão invadiu a Sede 31 da empresa, levando à fuga de 26 entidades e vulnerabilidade de 14 artefatos, nitidamente as páginas foram incendiadas pela fuga do P-Sg-456, o Fireman, uma entidade humanoide feita de fogo e de alta capacidade de se espalhar. Tal livro era capaz de causar uma pandemia de classe DG (Disease Global, uma pandemia a nível fim do mundo), como quase fez no Incidente ??-??-1992, e que P-T-001, John Titor, menciona que essa doença poderia se agravar a nível global, como em sua realidade se tornou uma pandemia de classe DG, e por causa do Incidente 04-07-2014, na semana seguinte incendiaram o livro, e enterraram os restos a onde é conhecido como o Sítio Skinwalker.
A-In-059, Bolo Infinito: Um bolo de chocolate de 10 cm de altura e 15π cm de circunferência, considerado de sabor agridoce com tom complexo e umami. O bolo era maior quando foi encontrado, quase transbordando a geladeira. Muitos não levaram a sério, mas um soldado da Alpha Black deduziu o seguinte teste: Comer o máximo de fatias daquele bolo, mas deixar uma sobra próxima da equipe, para entender se o efeito anômalo de crescimento que a senhora de idade que testemunhou era real, e depois do sucesso e do bolo realmente crescer ou se remodelar caso não for comido dentro de 24 horas, incluindo se restaurar ao zero depois de finalmente devorado, as memórias da senhora de idade foram apagadas, e ela acordou em seu quarto com um telefonema de seu neto relatando ter ganhado US$ 1.600 e uma carta da Chronos Inc.
A-In-061, Lasanha Infinita: Uma lasanha bolonhesa feita na Itália, e que apresenta a mesma propriedade que A-In-059, podendo se auto-reparar ao ponto de formar uma nova fatia de lasanha após devorada, geralmente de 16 x 9 cm² de área e 3 a 4,1 polegadas de altura. Uma fazenda presenciou uma lasanha que se autorreparava como se fosse um milagre, mas que depois de muito tempo na geladeira local ela começou a transbordar, e como a Alpha Black já presenciou isso com o bolo, a Gamma White que era mais próxima confiscou o bolo sem questionamento e fez o mesmo teste, e depois da verificação, uma compradora pagou 900 Euros pela lasanha.
  • Métodos de cuidado: Ambos o A-In-059 e A-In-061 são colocados em uma mesma sala, de 4 x 6 m², com mesas de madeira em bandejas grandes para confortar cada uma o bolo e a lasanha. A cada 48 horas, o bolo e a lasanha são fatiadas em cubos ou triângulos dependendo da massa produzida, e distribuída entre os funcionários.

???
M-Q-036, a Zombaria da Natureza: Encontrado no Sul da Bélgica e, mesmo sendo uma das primeiras entidades registradas, foi catalogada como a mais perigosa antes do encontro com o M-N-666. M-Q-036 constitui de um ser com o denominado "corpo inferior" como o corpo de uma lesma com pernas com cascos e sem joelhos, finos como os de uma girafa, e o denominado "corpo superior" similar ao de um ser humano seco, ainda mumificado e de aparência envelhecida, e com a cabeça borrachuda, de um fluido negro com brilho que deixa translúcido, ainda que órgãos e sistema vascular não fossem visíveis o suficiente, mas com uma energia avermelhada visível pelos olhos brilhantes. Acredita-se que pode ter sido o desaparecido Cabo Ryan P., última vez visto em 1916 na Frente Ocidental, ou que ele pode ter vindo do Universo Sem Cabeça.
  • M-Q-036-L é uma dimensão-de-bolso ligada ao fluido corrosivo e degenerativo, de câmaras escuras, paredes e chão feitos de uma carne podre violeta-acinzentada, ainda que inodora, mas que em um tempo de 33 minutos após a "ingestão", quando M-Q-036 aprisiona sua vítima nessa dimensão com o seu fluido negro. Humanos contaminados pelo fluido negro de M-Q-036 podem ser tornados em M-Q-036-P1 (criaturas vagamente similares a humanos, com patas similares às de cavalos ou de girafas, e garras como as de insetos ou crustáceos) ou M-Q-036-P2 (provavelmente um segundo estágio ou só quando a pessoa sai da dimensão muito tarde, humanos secos e de pele cinzenta rachada, e as extremidades similares a raízes de plantas).
  • Métodos de cuidado: A criatura consegue ser acalmada com músicas de Jazz e Country, ainda que músicas como Blues e Rock n Roll podem irritar ele, e isso pode ser usado para atrair essa entidade, ou imobilizá-la, ou usá-la contra anormalidades consideradas fortes demais para arriscar a Tropa de Ferro e pequenas demais para enviar um Dragonslayer, uma banda de Thrash Metal voluntária, mas anônima, foi contratada para criar uma música de metal especial, chamada apenas de M-Q-036 Battle Theme, usada para enfurecer o máximo a entidade, mas também atraí-la para onde estiver tocando essa música. Depois de aprisionarem a criatura, a cela deve estar longe de qualquer parede ou chão, essa entidade não aparenta capaz de escalar tetos, e essa entidade parece se alimentar de qualquer animal vivo, normalmente é dado um rato por semana para a criatura comer, e caso a criatura escape, um porco é comprado e/ou levado para a cela da entidade, com uma pata aleatória aprisionada a uma máquina que irá quebrar os ossos da pata com apenas um botão, atraindo a criatura. Depois de capturarem a criatura, deve-se fazer uma faxina, e limpar, lavar e retirar qualquer resquício do fluido negro possível, ou em casos extremos, atirar no M-Q-036 com uma Bala Pálida Esverdeada pode eliminar a sujeira instantaneamente, com a planta crescendo na M-Q-036-L, e fechando os portais, ou pode um M-SgFl-161 comer o fluido negro sem ser afetado por qualquer efeito negativo.

CRIATURAS CATALOGADAS NA EXPEDIÇÃO JULY STAR MAGAZINE
July Star Magazine é, além do nome de uma expedição de Julho de 2013, também o nome de uma série de revistas de Arkham que cataloga entidades e artefatos em relativa segurança, incluindo, mas não se limitando, a anormalidades de classe In, Nt e Fl.

M-Fl-055, Besouro do Céu: São besouros pequenos, de carapaça azul e juntas e barriga amarelas, que conduzem energia ambiente, podendo controlar de forma defensiva ou ofensiva, como projetar ondas de calor contra predadores, emitir campos elétricos para se comunicarem ou impulsionar voo, projetar luz de cores variáveis para comunicação ou emitir energia cinética para usar o vento como arma, chegando a cortes de vento de 40 km/h, e assim como descoberto de uma pesquisa arqueológica pela Delta Yellow Ocher ao lado da Epsilon Green, foi recuperada uma invenção egípcia para fabricar M-Fl-055-A com o corpo desses besouros.
  • Métodos de cuidado: Esses besouros não devem ser comercializados como pets devido ao perigo excessivo e também às implicações ambientais, assim como cada zona dominada por tais insetos é vigiada para que a população não se descontrole e nem se torne um enxame contra cidades locais como no Egito, Angola, Moçambique, Uganda ou [nome redigido], assim como cada M-Fl-055-A antigo (o "menos antigo" encontrado sendo de 303 a.C.) deve ser protegido e vigiado em museus locais como o Museu de Cairo, e M-Fl-055-A novos devem ter sua codificação adequada, manutenção em dia e com o uso restrito para combate a anormalidades inimigas, usando da manipulação de energia ambiente contra elas.
M-Sg-155, Gazeron: Grande abominação de fisionomia corporal, embora bípede e com mãos e pés com dedos (3 dedos por pé, 4 dedos por mão), a criatura possui o DNA mais próximo dos cetáceos, assim como sua pele grossa e cauda similar à de um peixe se assemelham com algumas espécies de baleias. Possui um olho no rosto, a 5 cm de distância do nariz, olho esse de cerca de 10 cm de diâmetro, e possuindo uma alta capacidade de projetar raios térmicos de mais de 8.000° C, calor esse emitido da mesma forma que em relâmpagos, embora linear e de luz vermelha-alaranjada. Depois que a criatura foi neutralizada em 1979 na Escócia, o olho foi removido como troféu da Alpha Black, sem seus poderes, mas decorativo, numerado M-Sg-155-A.
P-Sg-033, o Devorador: À primeira vista, parece meramente um humano canibal de etnia caucasiana meio eslava, cabelo grisalho no último ou penúltimo estágio de calvície, com olhos de íris carmesim e usando um uniforme laranja penal comum, de 1,68m e 53,3 kg. Suas propriedades sobrenaturais que levaram a uma cela especial na cadeia em que ele se localiza são: a sua imortalidade ou longevidade, estando vivo desde 1763; e a sua força muscular acima do normal, seus músculos sendo 8 vezes mais densos e complexos que os de chimpanzés, que em média têm músculos 4 vezes mais densos e complexos que os de um humano atlético.
  • Métodos de cuidado: Sua cela tem três paredes de aço carbono grosso (grossura não especificada, segredo da prisão em que ele está aprisionado), e entre o P-Sg-033 e a parede de vidro balístico de três camadas, há grades também de aço carbono, embora finas e separadas para dar visibilidade à anormalidade, ainda serve como um atraso mesmo caso ele ouse começar pela parede que dê mais acesso a uma rota de fuga. Em caso de tentativa de fuga, uma sirene de de notas sonoras Solfeggio que, ao ouvir, P-Sg-033 entra em transe, e durante esse transe, qualquer dano na sala será reparado por uma equipe própria para tal atividade, e o P-Sg-033 será colocado em sua cama, amarrado em cordas de aço.
    • Um psicólogo deverá ser enviado para consultas e terapias psicológicas, para avaliar intenções assassinas, possíveis sinais de conspiração e fuga, e também entender se ele está entretido com os livros e o rádio que deixam disponíveis para ele.
    • Incidente ??/??/1999: Depois que um psicólogo morreu nas próprias mãos depois de uma conversa com P-Sg-033, também conhecido como Peter Drakulsburg III, que levou a uma condição nem um pouco saudável, foi vedado o envio de psicólogos, mas a partir de um procedimento chamado Surraterapia informalmente pelos prisioneiros, ou Vingançaterapia pela própria Chronos, em que um grupo de soldados da Tropa de Ferro usam armas brancas aleatórias, ainda que não letais, revestidas de Baenpet, e o agridem ele até ele chorar, desmaiar ou se excretar de tanta dor, pois sentiram que estavam sendo "moles demais" com um assassino em série e canibal.
    • ??/??/2011: Uma proposta foi oferecida de, em vez de enviar carne de suicidas ou de criminosos hediondos executados para alimentar o Peter Drakulsburg, oferecerem sangue AB+ doado, afinal, não irá para muitos receptores e esse sangue não precisará mais ser injetado em veias, mas ingerido, e em troca dessa alimentação, Peter se mostrou menos hostil, e na quebra de contenção de uma área próxima, o convidaram para ajudar a enfrentar e segurar anormalidades que haviam se soltado.
P-In-345, Clube Tavemil: Um clube de práticas carnais recreativas gerenciado de forma independente pelas próprias entidades que compõem esse clube, numeradas de P-In-345-P01 a P-In-345-P42, cada um de corpo humanoide, músculos densos e, em alguns deles volumosos, o nudismo é comum entre os integrantes nativos, e nas práticas amorosas com as clientes que visitam o clube, é testemunhada a estrutura única nas "entrepernas" de tais entidades. A instalação do clube, possui luzes de cores vermelha, azul-marinho, amarelo-ocre, verde-piscina e veridamas, com músicas technobrega aleatórias de fundo, circuito esse responsável pela luz e sons numerada P-In-345-A, e que aparenta ter uma fonte de energia misteriosa dentro do clube. Bebidas e petiscos são à vontade e gratuito, somente as noites amorosas são pagas.
  • Métodos de cuidado: Normalmente o clube está ativo, apenas com regras mais claras de consentimento e idade para não colocar mulheres humanas em risco, assim como a Tropa de Ferro disponibiliza a segurança do clube, com soldados da Alpha Black na segurança direta e agentes da Beta Red infiltrados, disfarçados de funcionários (garçons, faxineiros, DJ's, etc.), ou funcionárias poderão, caso estiverem solteiras e consentindo, assinar um contrato para trabalhar de forma legítima no clube, podendo além de ganhar mais dinheiro, também ter noites amorosas com as entidades caso queiram. Regras como retirada imediata em caso de risco entre as funcionárias e as entidades, testes psicológicos e toxicológicos preventivos e rotatividade entre as voluntárias deverão ser claras durante a apresentação do contrato.
  • Nota adicional: A prática sexual entre uma humana e um P-In-345-P pode, além de melhorar a saúde corporal da humana, regenerando de feridas ou doenças físicas, também gerar ER, o que levou à montagem de Motores Tesla-Antharon próximos do Clube Tavemil para converterem a ER emitida em eletricidade para a cidade onde o clube se localiza.
P-Fl-251-2, Papai Noel: Uma entidade humanoide de pele verde, orelhas pontudas e felpudas, barba crespa branca e cabelo grisalho em calvície de entrada em forma de A, de 1,78m e 128 kg, e que possui uma fábrica secreta de artefatos comuns e anômalos em um portal secreto na Groelândia, portal e dimensão esses denominados P-Fl-251-2L, de arquitetura barroca e tecnologias pneumáticas e mecânicas que podem fabricar tais presentes. Atualmente essa entidade está tendo atividade muito menor que há séculos atrás, o que preocupou a Chronos Inc. e outras instituições, até a Coalição dos Reinos ficou surpresa com essa afirmação implicar que realmente existia um Papai Noel e que estava notavelmente cansado ou prestes a se aposentar. Depois de acharem a P-Fl-251-2L, e entrevistarem o "Papai Noel", é revelado que os Gnomos do Papai Noel estavam morrendo pelo M-Q-281, o Zambivirus, e para ajudar, foi organizada a Tropa de Ferro de divisão Chi Rho Golden, os Templários do Natal, inicialmente para eliminar os Gnomos zumbis em dita quarentena e dando reforços aos Gnomos da resistência, e a equipe médica pôde tratar os Gnomos ainda vivos e conscientes, e vacinar para evitar novas instâncias naquela dimensão, assim, no ano seguinte, a chegada de brinquedos de plástico, metal ou madeira estavam voltando a aparecer nas casas dos continentes Europeu, Americano e da Oceania, onde o Papai Noel costumava enviar tais presentes, e duas anormalidades foram entregues à Chronos Inc. como presente e recompensa, com a seguinte carta:
  • "Eu entendo que vocês andam muito ocupados protegendo os humanos no mundo todo em serviços extremamente estressantes, por favor, aceitem esses presentes, minha prioridade foi presentear as crianças, então tive que fazer artefatos mais simples para vocês. Ho! Ho! Ho!", assinado, Sir Nicholaus Northberg.