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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

23 de abr. de 2026

Curando a sua síndrome de vira-lata

Das histórias mais recentes desse blog:
Por enquanto tô sem ideias de histórias únicas (começo, meio e fim) ou pra Royal Life.
  • Fenômenos e Chronos Inc. acabaram, mas vou ainda aproveitar sua cosmologia e também usar a experiência que acumulei com essas histórias pra criar artefatos e poderes novos, ou reutilizar uns dessas histórias.
  • Covil das Creepypastas tecnicamente terminou antes, já que é do mesmo universo dos anteriores.
  • Hard Life vou demorar pra continuar por falta de ideias, mas planejo continuar até encerrar sua temporada.
  • Banban o Cookiezinho não vou continuar (ainda) porque, como é uma história episódica, não tem muito o que avançar e nem prioridade pra continuar como sequência.
  • Untitled 2014 ainda tá em progresso.
Fora isso, tem algo que eu refleti quando vi esse vídeo, que é: Os brasileiros que falam que "tem que ter folclore brasileiro e vivências brasileiras pra você não ser um escritor vira-latinha" na verdade são só otakus frustrados, da mesma forma que quem tentou boicotar o Halloween e enaltecer o hipotético Dia do Saci hoje em dia são conservadores vira-latas que querem que o Trump e o Milei invadam o Brasil.

Tal conclusão não é precipitada ou baseada em tão pouca experiência, mas também baseado na filosofia derrotista, de repetirem a mesma fórmula porque "quanto mais, melhor" mesmo que essas histórias são esquecidas ou reprimidas a algum nicho, como eu já vi que, mesmo que tenha HQ's boas no Brasil, você talvez não conheça um São Paulo dos Mortos tanto quanto The Walking Dead ou Independência ou Mortos tanto quanto aquele filme do Abraham Lincoln matando zumbis, não vão conhecer tanto o filme O Som ao Redor quanto o filme coreano Parasita (pra caso você conheça um ou ambos e não entendeu a comparação, é que ambos associam a desigualdade social a sentidos, como O Som ao Redor a visão e audição, e Parasita a cheiros/olfato), e não vão conhecer tanto o 48 Km quanto Heartstoppers (que aliás, eu lembro que fiz um meme com a Carla e a Alex baseado num meme da artista Iara, mas não lembro onde foi parar - 100% não uma desculpa pra não pôr fotos nesse post pra ser mais rápido de postar, magina).
  • A propósito, tem uma HQ de Ação a lá Justiceiro e V de Vingança, chamado O Doutrinador, que... mesmo que tenha filme eu não recomendo, tanto o roteiro quanto a coreografia são amadores e fica ruim de assistir com atenção.
Não que as mídias brasileiras sejam ruins, afinal, Brasil continua ser exemplar em desenhos animados (alguns desenhos da TV Cultura, Gui e Estopa, Estresse e Relax, Fudêncio e Seus Amigos ou Mega Liga - desenhos velhos, mas recomendo, não falei do Irmão do Jorel porque esse já era óbvio), sketchs de comédia (tipo Porta dos Fundos), filmes e novelas (afinal, Tropa de Elite e Cidade de Deus são filmes brasileiros tão impactantes e tão bem-feitos que gringos nem acreditaram que isso era algo rotineiro do RJ), também música (Pitty e Matanza foram tipo uma porta de entrada pra mim no rock e metal).

Mas e os otakus? O que têm a ver exatamente? Especificamente porque, não sendo vira-latas pra americanos, são vira-latas pra japoneses, que aí parece até que americanos dependem da mídia do Japão, afinal, a sugestão de música da Copa 2026 sendo um country sério (depois do louvor K-pop de 2022 e das músicas alegres de Samba desde a Copa 2010) parecendo mais música de encerramento de filme de ação e com letra genérica feita por IA tão de má vontade, e depois a Ado fazer uma música FODA e bem-feita, não só nos instrumentos e na letra, mas cantada com coração, mostra que sem o Japão a dita "maior potência" n
ão tem cultura.

Não se diferindo daquela parada que a Inglaterra faz, que teve maior império do mundo mas a culinária dos caras faria de "parece o que um cachorro faria se virasse um humano" pra "ah não, mamãe, uma maçãzinha já basta" (pra quem é novo demais ou só não lembra, é que nuns desenhos de até o fim dos anos 2000 tinha aquelas cenas de café da manhã com muita comida e cheios de coisa, mas que o protagonista adolescente só comia a coisa menos calórica da mesa ou só bebia alguma coisa).

Falando em "sem Japão, EUA não tem cultura", as mídias populares que o pessoal tanto associa a "coisa de americano bleh" nem é americano/estadunidense.
  • Contos de Fadas? São histórias alemãs baseadas em folclores germânicos e celtas.
  • Clássicos da Disney? Adaptados de contos de fadas e mitologias da Europa à Ásia.
    • Dos menos falados, Aladdin é de 1001 Noites, um livro persa, Mulan é de um conto chinês, e Mogli é de um livro indiano mas tirando tudo de racista do autor original.
    • Falando em Mulan, a parada de "ninguém canta na guerra" foi só desculpa preguiçosa pra não ter música e parecer """realista, mas tem músicas na guerra pra acalmar ou motivar, como os hinos, marchas, ou a música "Oi, u luzi chervona kalyna", uma música ucraniana que foi passada por gerações.
  • Senhor dos Anéis? O Tolkien era sul-africano e naturalizado britânico, e baseou em diferentes mitologias e em sua experiência de guerra.
  • Fúria de Titãs? Uma adaptação cagada da mitologia grega com uma versão interessante do Kraken de contos nórdicos de pescador.
  • Harry Potter e Doctor Who? Histórias britânicas baseadas em histórias, mitologias e até teorias de diferentes cantos.
  • Daft Punk? Os DJs são franceses.
  • Mad Max, Digital Circus e Murder Drones? Diferentes autores australianos.
  • Rock n Roll? Blues vem da matrix afro-americana, Jazz e Country têm aspectos diferentes vindos de regiões com mais europeus e brancos, sem falar da influência Punk pós-guerra.
  • Jogos RPG indie? Undertale foi baseado no jogo japonês Earthbound, e temos jogos japoneses como Yume Nikki e Castelo Mogeko, ou o OFF que é um jogo belga e o jogo finlandês Fear and Hunger.
  • EBM? O mais popular do ramo é a banda alemã Rammstein, e ainda tem sua influência no estilo musical Jumpstyle, do lituano Yabujin.
  • DJ's famosos? Alok e Umulu/Mulú são brasileiros, Avicii (Deus o tenha) é sueco, Alan Walker é norueguês, Speedycake (aquele dos memes Paffendorf e Caipirinha) é japonês, Yabujin é lituano, Daft Punk e DJ Snake (aquele de memes de 2012 a 2015) são franceses.
  • Histórias de máfia? Máfia italiana em histórias em Nova Iorque, máfia chinesa em filmes de Kung Fu, às vezes máfia russa quando é uma história de fato internacional e tem vilões russos sem ter tema ou subtexto de Guerra Fria.
  • Witcher, Dying Light e até Cyberpunk 2077? Autores poloneses, incluindo a empresa CD Projekt com K ao invés do C (no caso de Witcher incluindo o livro, já o Cyberbug foi só o jogo em si).
  • Também recomendo jogos indies brasileiros, como Oniken, Odallus, Chroma Squad, a Lenda do Herói (que ainda planejo jogar) e Mars 2120.
  • Assim como animes também podem se passar na China (como Apothecary Diaries e, só pra completar, também muitos animes como Naruto, Dragon Ball e o cartoon Avatar têm inspirações chinesas e indígenas), ou no Brasil (Michiko no Hatchin), ou animes baseados em mitologias ocidentais (Record of Ragnarok e os jogos de Fate).
Falando em jogos, até os jogos mais mal-feitos, daqueles que eu chamava de "história woke de quinta categoria", mas dá pra chamar de "histórica típica woke" ("típica woke" porque woke perdeu significado, então tô evitando usar esse termo ou usando entre aspas), que "todo branco é fdp, todo negro, pardo e asiático é vítima", ou "todos os heróis gays e os vilões sendo héteros cristãos" (que por sinal esse ateísmo extremo é culpa dos anglicanos e puritanos que viveram pintando os católicos como conservadores ou supersticiosos), e "nossa protagonista tem que ser escrota e todo diálogo dela parecer discurso do Twitter" (ganhando pontos se for self insert de alguma diretora), e tem um problema em jogos como Dustborn e Concord que prejudicou mais que ser "woke" (não ser só progressista, mas industrializar todo tipo de pauta até ficar errado ou irritante), que é o jogo ser feio e sem graça.

Acho que nesse blog é a terceira vez que eu falo sobre Concord, mas nesse caso é pra explicar que nem esses jogos ruins com marketing agressivo e industrialização de pautas é estadunidense, isso é, o Concord nem tanto já que é mais um dos jogos fracassados e militantes que a canadense Sweet Baby Inc ficou pressionando, já o Dustborn é um jogo norueguês (pra um país que pratica satanismo e nazismo por tédio, acho que tá explicado por que a "história de amor, esperança e robôs" foi tão deturbada pela própria ideologia), e pior ainda: um jogo que vive de verba pública.
  • Post meu falando sobre Concord: Clique aqui
  • Post meu falando sobre Dustborn: Clique aqui
  • Um pouco mais sobre Concord é que: A falência desse jogo, que foi investido 400 milhões de dólares e levou 8 anos pra fazer, modelar e programar, ensinou lições como:
    1. Hero Shooters e Jogos de Serviço já saíram de moda, só tão se mantendo os jogos que tão fazendo bem-feito (como Fortnite e, até certo ponto, o Overwatch e o Valorant);
    2. Levar mais de 3 anos pra fazer um jogo tão grande e detalhado (que inclusive o jogo ficou tão feio porque colocaram detalhes de mais, eu e o Amaterasu vimos fotos da HUD do jogo e é poluída pra caramba, sobra pouco espaço pra ver o cenário e personagens que vai mirar e tem desenho em coisas que ninguém ia ligar nem se o jogo desse certo) não adianta se você não acompanha as inovações dos jogos e nem constrói um público adequado (eu só ouvi falar do jogo porque a notícia do jogo falindo foi muito impactante, mas também tão engraçado que desenvolvi hiperfoco pelo jogo só por causa da curiosidade, se o jogo tivesse notícias, curiosidades, construísse comunidade, atrairia mais gente);
    3. Não adianta chamar youtubers ou membros da sua equipe pra bajular o jogo, falar que é "o futuro do PlayStation", que "el Concord es clave", se vier tão cheio de defeitos e acabar esquecido como um jogo e lembrado só como um tipo de tragédia.
    4. Tem que ter algo bonito, atraente, interessante, bem-feito, dependendo do jogo e seu público até focar na estética dos personagens (lembre-se do Astro Bot que é fofinho e divertido e do Stellar Blade que tem personagens gostosas - "ah mas a personagem não tem personalidade", ¹quer personagem com caras e bocas esticadas de exageradas? vai ler a HQ Jack, carai, ²história em jogo é que nem história em pornô, para de fingir que importa, ³isso é tão tipo "oh não a lagosta tá tão saborosa" do nível de pessoa reclamando)
      • Tem até num print que eu vi alguém falando pro pessoal de Concord, "na próxima vez lembre-se de fazer personagens que gamers REALMENTE gostem" (que antes que algum desocupado, do tipo que cagou pra Concord e depois ficou lamentando a falência do jogo, venha reclamar, nem precisa fazer personagem gostosa, basta ser personagem bem-feito, relevante, de destaque, etc., eu já fiz o personagem Marshall Anthonny que é tão feio que era parte do poder dele, e ele é até tipo apoio emocional do meu webamigo Gabriel).
    5. Sério, das fan arts que eu vi, não incluindo desenhos meus e nem R34, era só redesign corrigindo defeitos, e olha que mesmo os devs de Concord falando mal dos "poeteiros" por não comprarem o jogo (ué, mas não era logo o pessoal que tanto tentou confrontar os apelos sexuais e queria o público que é contra essas coisas?), mas tem relatos de devs do jogo commissionando artes NSFW, mas não achei a notícia e talvez virou lost media, mas é real que tanto teve dev de Concord que queria NUNCA MAIS fazer jogo ou arte/design, e devs que até imploraram pra não serem zoados cedo demais por um jogo chamado Marathon.
Já se você ainda quiser pôr folclore brasileiro, ou uma história que se passa no Brasil, faça por vontade própria, não pra agradar algum otaku de Anta Gorda RS, Ponta Grossa PR ou ganhar crédito social de Areiópolis SP (é que eu tava cansado da piada de Xique Xique Bahia, fui ver foto de lá e é até bonitinha a cidade, a propósito, Areiópolis não é um nome absurdo mas temos em São Manuel uma piada interna que Areiópolis é tipo a nossa "Guiana"), e se quiser fazer história baseada em alguma coisa estrangeira ou internacional, não só faça sem medo mas faça desde que fique bom e, no mínimo, original.

 Não adianta você fazer um Umamusume de Mulas Sem Cabeça meninas do agro (improvisei, lembrei da Umamusume Mula Sem Cabeça da Lanaflowers que ficou ótima) pra ser elogiado em Pratânia mas a história ser sem pé nem cabeça, cheia de furos ou então sem propósito além de surfar no hype de meninas cavalo e folclore, assim como não dá pra um autor americano criar uma história de cowboys vs wendigos vs androides se vai ser um roteiro genérico e cansado tipo o que acusam Wish da Disney, apesar que coisas mal roteirizadas e genéricas existiam antes das IAs sequer serem um conceito popular, eu vi recentemente o FFG de Santa Claus Saves the Earth (o jogo da fada que parece mais uma bruxinha e quer atrapalhar o Papai Noel), assim como teve caso dum cara que tentou criar uma rede social usando programação só dada pela IA e teve milhões de dados vazados em minutos, a questão não é que as IAs criaram essa preguiça e sim que elas aumentaram o alcance disso.
 Eu zoei Areiópolis e Pratânia, mas no caso da Pratânia eu não zoei por ser uma cidade dependente de São Manuel, e sim porque lembrei de duas coisas que nem sei onde mais eu contaria:
  • Teve uma vez que eu passei num concurso público de administrador pra Pratânia, mas além do concurso na verdade ser pra um tipo de vaga temporária que quando terminar eu teria que sair, e teria que eu sair do emprego anterior de limpar parque (que aliás hoje foi mó rolê pra limpar a pista do Poli), a mulher entrevistadora tentou me dar um papel de aceitar vaga mesmo eu recusando a vaga, aí também tinha o detalhe que Pratânia era mais longe que a média de outras cidades.
    • Sobre o papel, era pra mulher dar dois papéis pra recusar a vaga (um ficaria comigo e um com a prefeitura), mas ela tentou esconder o segundo papel e falar pra eu assinar o papel de aceitar (detalhe: eu li os títulos porque eu sabia que era pra tomar cuidado, e percebi naquele momento que ela queria o papel de aceitar a vaga assinado pra virar contra mim), e eu já percebendo aquilo, já impedi esse plano dela e peguei o segundo papel de recusa pra assinar.
  • Também tinha um relato que meu irmão contou, de um colega de escola que pegou um jornal com "Pratânia" no texto, e ficou falando "Pênis, Pratânia" (e a piada tá bem óbvia).
 Sobre Concord ser feio, tem diferentes formas de jogos serem bonitos ou no mínimo carismáticos, dá pra ser fofo/charmoso tipo a maioria dos jogos da Nintendo (eu sei que a Nintendo tá mal-caráter esses anos, mas a Sony tá ativamente criando jogos ruins, remasters cansativos e deixando serviços mais caros, e já chegou a existir um Metal Gear que precisava pagar 10 dólares pra fazer save novo, então dá pra ficar pior que já tá), ou doido/bobo/engraçado tipo jogos do Crash e alguns da Rare da geração PS1/N64, ou expressivo e dinâmico como jogos do Sonic, Castlevania e até mesmo Spyro, e se for pra fazer feio, tipo jogo/filme de terror, que seja feio de propósito, assustador, medonho, aprendam a usar body horror também, não feio tipo malfeito (ex: Dormitablis (fangame de FNaF) ou Spawn (filme adaptado de HQ)). Só evitem fazer realista, com o orçamento e tempo que cês têm irá ficar malfeito e nem realista vai ficar o suficiente, que nem é com Mineirinho Adventures (que a propósito... pouca gente sabe, mas esse jogo é baseado numa marca de lanchonete e churrascaria chamada Dom Zellitu's, que por sua vez, fui ver e o restaurante é bem avaliado, então o problema tá 100% no jogo mesmo)

 Falando em pautas e Sul do país, eu subestimava muito as cotas de vestibulares e concursos mas era porque antes eu considerava isso racista e segregador, por presumir que a pessoa estudou menos ou em escola de menor qualidade só por ser de tal grupo étnico e social, assim como teve caso de gente (mesmo casos isolados e insuficientes pra dizer que é exatamente uma amostra) que foi recusada pelo Enem por "não ser negro/pardo" (mesmo sendo escura pra considerar parte da cota ou só pra não dizer que a pessoa é realmente branca), ou jovem que fez blackface pra tentar tirar vantagem de cota de concurso público.
 O problema é que tô parando de falar mal do sistema de cotas porque parece que hoje em dia no Brasil o racismo tá até aumentando, com gente de estados como RS, SC, SP e, por algum motivo, a Bahia também, até mesmo se associando ao nazismo e derivados (crimes de ódio, apologias genocidas, Nanauê/integralismo e eugenia), tá tão pesado que achar nazistas em RS e SC tá tipo achar talhares na cozinha, enquanto tem motivos de cotas existirem, que é ter uma maioria de pessoas pobres e classes média a média-baixa de etnias diferentes, mais que só pelo menor acesso, mas também como apenas um dos passos pra reparação histórica considerando o passado com trabalho escravo e afins (então atacar a cota como se fosse a única tentativa pública disso é, além de racista, uma falácia de espantalho, e eu não criticava sob essa falácia, só criticava o que fazia sair muito pela culatra).

Chega a não ter a ver com o que acabou progredindo, mas tem a ver com umas notícias que vi também nesse meio tempo e, assim como a piada de Areiópolis e a treta minha com Pratânia, não fazia a menor ideia se eu falaria isso alguma outra vez ou em outro post, mas é de uns contrastes que, se eu não fosse só um jovem cheio de hiperfocos em tropos e que já assistiu a tantos assuntos, iria parecer um poeta falido procurando frase de efeito, como o contraste entre pautas progressistas exageradas e deturbadas pela capitalização vazia e o extremismo puramente ideológico e usado pra causar pânico coletivo, ou o contraste entre se faz mesmo ou não algo baseado puuuuramente em cultura do próprio território por opção própria ou porque tem amadores derrotistas cagando regra pra não admitir a incompetência pra concorrer.

Até mais!

22 de abr. de 2026

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Achei esse treco entre 2019 e 2021 uns dias atrás, e tirei print porque seria uma inspiração pro que foi no último ep que lancei até agora de Untitled 2014, que foi o Miguel Luna, que aliás... foi mais um personagem improvisado só pra ter mais alguma coisa diferenciada pro Untitled 2014 por enquanto, e como tá começando aos poucos a ter mais personagens vou ter que dar um jeito de separá-los pra organizar mais uns arcos futuros. E sim, era pro Miguel ter uma pele de cristal mas não ia caber isso na ideia do personagem, então planejo pelo menos umas magias de cristal baseados no Diamante. Também desenhei os artefatos pra Untitled 2014.
  • Bastão elemental: Um tipo de arma que serve como varinha mágica (seja do elemento que concentra ou pra feitiços sem elemento, como curar, teleportar, etc.), ou como arma-branca (principalmente algo como um kubotan, pra dar aqueles tipos de golpe pra baixo bem forte).
  • Quartzo amalês: Irei reutilizar o conceito dos Amaleses pro Untitled 2014, mas se eles vão aparecer, ou terá mais conteúdo da arqueologia deles, não será agora, tem umas paradas pra pôr ainda, mas bem, o cristal que, embora eles não tenham inventado em si, tiveram descoberto formas diferentes de usar, possui poder sobre visões, seja do futuro, à distância mais longa que o normal ou ver o que o olho humano não veria sozinho.
  • Faixa dos ventos: Será um tanto diferente do que tem em Projeto Dream e Chronos Inc., entre as diferenças, é uma fita/faixa comum feita de seda, e pintada com corante mágico elemental do vento.
  • Aço da Arcádia: Um tipo de liga de ferro, prata e mythril, sendo além de resistente também um bom condutor de magia, usado para contra-atacar fraquezas de quase todos os monstros.
Achei esse desenho de 2025, testando design de armaduras de bikini que não seriam úteis na prática, e... hear me out, pessoal, se for pra armadura ser mesmo um bikini, que aumente pouco a durabilidade e força mas aumente muito o intelecto e o carisma da personagem.
Mano, um webamigo meu perdeu as contas que ele usava do Face, e me apareceu uma conta antiga dele, e... esse post dele de 2021 me pegou, eu não lembrava quanto tempo exatamente Kaifuku lançou e isso me destravou uma memória, porque esse anime fede mesmo a coisa de Gachatuber (como esse carinha aí disse), ou de adolescente que se diagnosticou com depressão num teste do Buzzfeed, ou um adulto mal-crescido que só consegue lembrar das depravações mais pesadas de Berserk (bateu até um flashback do antigo webamigo Eric e também do canal Covil de Jack que tinha antes um vídeo fazendo um CHILIQUE porque os vilões de One Piece não platinaram o código penal e a convenção de genebra).
Chega a ser engraçado como um estúdio desses realmente achou interessante animar um Isekai com *esse tipo* de insensibilidade? Foda-se, já faz um tempo e esse anime foi de Vasco justamente pelo boicote pelo jeito irresponsável de tratar do assunto.

19 de Abril: A parte desse sonho que consegui memorizar foi um tipo de sonho chamado Vudno, que segundo a história seria um filme musical dos anos 1920 a 1940, em preto e branco, que na imagem do sonho variava entre ser um filme de atuação (com atores fantasiados, como uns personagens furry, um personagem barbudo meio urso e umas mulheres meio mariposa, ou bichos de Stop Motion, como uns bichos com cabeça de logo e pescoço longo e boca deformada que sairiam de umas frutas) e animação (que teria um traço tipo uns desenhos e filmes da Disney que a antiga Abril Vídeo distribuía), e teria músicas deles cantando, ou umas músicas clássicas de fundo (especificamente aquelas mais épicas pra ópera, tinha uma em específico que existe fora do sonho mas não sei o nome).

Dia de Tiradentes: Essa noite eu sonhei com:
  • Alguma cena com um navio sofrendo aquela "turbulência" do navio, e depois o Mestre Oogway do Kung Fu Panda se manifesta e saca um pincel gigante, passa verniz na sala onde tava e sai pra se queixar com o capitão, antes de ir enfrentar o vilão.
  • Mas meio que dá um reset, e muda a cena com personagens de Projeto Dream, no caso mudando o Oogway pro Muramasa, e ele enfrenta um vilão que... embora não seja de One Piece tinha ainda assim traço de personagens musculosos e importantes desse anime, e o Muramasa tava tentando salvar a Isabella.
  • E tinha uma discussão, na mesma parte do sonho, com um colega chefe meu de trabalho falando que não dá pra levar carros nos barcos (mesmo sendo um tipo de ostentação dos barcos nesse sonho) porque os carros sofreriam perigo muito fácil.
  • Também o sonho muda pra eu e meu pai indo visitar uma prima minha (dessa vez a Stefany, prima por parte de mãe) e o namorado dela que tavam morando num tipo de chácara com aquele tipo de muros e paredes de tijolos lisos bem vermelhos, e num canto dava até pra ver uns pilares retangulares feitos disso também, e tinha um tipo de família com 3 crianças morando com eles nessa chácara na lore do sonho.
  • Também uma cena em que eu tava assistindo a vídeos do Youtube até que tinha um vídeo de pessoas da CIA torturando e surrando um cara filipino com uma arminha minúscula de choque na própria casa dele.

Tem umas notícias legais sobre jogos, como o jogo Pragmata ficando popular principalmente pela premissa fofa de ter uma filhinha robô, ou uma mini treta no Twitter porque os japoneses e coreanos estão se doendo com a pirataria no Brasil ou então na América Latina toda e que os russos tão concordando com nós latinos, ou a galera do GTA VI não botando fé que o jogo surpreenda tanto, afinal... já tivemos casos como o vazamento das fotos do Epstein, doido que matou a mãe porque o Chat GPT ficou validando os delírios dele, mangaká preso por sonegar impostos, therians sofrendo cyberbullying de praticamente todo mundo, Wepink lavando dinheiro de PCC, por aí.
Achei esse meme (segunda imagem) no Reddit e... isso me lembrou da época que eu achava que tinha dislexia porque antes eu escrevia rápido demais e não revisava, e eu achava que tinha alguma neurodivergência que não deixava ler direito (mas era só meus olhos e minha mente se atrapalhando porque eu escrevia rápido e sem revisar), como esse cara tentou falar "caráter e humildade", mas como simplesmente ele seguiu o fonema das palavras escreveu errado e passou vergonha, e... esse meme (terceira imagem abaixo) me lembrou um webamigo geólogo meu kkkkkkkkk Ele me ajudou um pouco com umas ideias de cristais pro Projeto Dream.
Achei esse meme que... achei que era o velho da Havan, mas é o Padre Frei Gilson, que não vi muito sobre mas é um padre machista e de extrema direita (eu ia falar "anticomunista" mas como comunismo é um sistema bem ruim ia ficar estranho, mas sendo mais exato, o Frei Gilson apoia o Bolsonaro e o Trump).
Acho que falei da vez que Concord faliu e... independente de motivos técnicos que seriam mais relevantes, o que mais pegou o pessoal a não jogar Concord foi o jogo ser muito feio e com um realismo forçado que atrapalhou de colocar coisas mais estilizadas, e bem, ontem eu desenhei uma Psyker do Warhammer 40.000 porque vi que nunca fizeram uma versão waifu de Psykers, mas depois eu fiz umas versões waifu sexualizadas da Emari, DanVeers e Bazz do Concord (como memorizei os nomes? nem foi por hiperfoco, usei como referência o próprio post que fiz ano passado), e quando postei até recebi comentário falando que tava melhor que as originais kkkkkkkkkkkk
  • Link em que eu falo sobre Concord
No Instagram achei essas imagens, como uma janela que, combinando o formato das barras com as cores delas, forma a impressão que é uma pintura tipo a Mona Lisa, e... Eu já vi tantas vezes esse meme da aranha matando o rato que até associo àquele arquétipo de logo quando o antagonista anterior fica amigo do protagonista mas sofre na mão do vilão verdadeiro.
Tava tendo uns memes da Haru Urara foquinha, tipo esses selos (com trocadilho porque seal também significa selo ou foca), e que eu mandei tanto esse meme pra um webamigo meu que começou a aparecer esses memes pra ele (tipo quando eu mandava muito meme da Teto pra webamiga Flávia e começou s ter na timeline dela).
Falando em meme, já é considerado um arquétipo (mais que só um meme) considerar que os agentes da CIA talvez sejam os trolls que ficam fazendo ragebait com selo azul de verificado no Twitter, não mais basicamente um tipo de soldados especiais.
Fora isso, mano, tinha uma ideia que me veio na cabeça de "e se eu desenhar os Brainrot italiano versão Monstros SA?", uma ideia que eu reprimi porque seria MUITO imbecil e muito estúpida, e ninguém com mais de 10 anos gosta desses bichos, mas mesmo assim arrisquei e... Foi bem menos idiota que eu pensei.
  • O Tralalero Tralala foi bem fácil de desenhar, até fiz ele com cada tênis de uma cor pra dar personalidade. 
  • Reparei também que é raríssimo monstros com nariz em Monstros SA, mas bem, o Tung Sahur eu fiz com boné e mudei o bastão pra parecer tipo jogador de Baseball, e... Tava com dúvida de como eu desenhava as bochechas dele porque o Tung Sahur é bizarramente bochechudo, então fiz tipo aqueles tímpano de sapo, já que os monstros da Pixar têm muitos que são planos.
  • A Bailerina Cappuccina eu fiz tipo uma melusina (como aquela sereia do Starbucks) e eu fiz o Cappuccino Assassino tipo um filhinho edgy dela em vez de um namorado.
  • Eu até desenhei o Skibidi Toilet que nem é desses Brainrot, mas era brainrot então incluí também, fiz ele ciclope porque os bichos lá são zoiudão, e com 3 braços porque um bicho careca e liso baseado em Half-Life tava lembrando o Vortigaunt.
  • Larili Larila e Triki Trakatelas eu fiz uma dupla mas... Se fossem seladores ficaria muito igual àqueles do "acaba com eles, Sr Saliva"/"idiota, é Sulivan, não é Saliva", então fiz eles trabalhando tipo um McDonalds.
  • O Brr Brr Patabim eu aproveitei o design dessa coisa pra fazer parecido com aquele bichinho roxo do Universidade Monstros e aquele bichinho amarelo do Monstros ao Trabalho (sim, eu assisti a esse spin-off e é incrível, ele se completa muito com o Universidade Monstros e o finalzinho do Monstros SA), só não consegui desenhar as listras.
Escrever isso aqui chega a deixar a mente mais leve, da mesma forma que eu ter desenhado esses treco aí acima chegou a deixar a minha mente mais leve, e... Sabe o sonho que eu falei, sobre uma Oguri Cap Space Marine e uma Toriel sexualizada? Eu postei no Instagram também (link aqui).

Até mais!

21 de abr. de 2026

Untitled 2014, episódio 6

[link do episódio anterior: aqui]
[Aliás eu também vou tentar usar mais ainda os personagens e entidades do folclore brasileiro, junto com um personagem inspirado no livro do Mario de Andrade ainda que com liberdades criativas próprias]

> ??/??/2014; Piauí.
"Ai ai, que maresia, que preguiça"
 Macunaima Silva, um jovem que saiu de Xique-Xique, porque depois de ter perdido muito dinheiro em Jogo do Bicho porque confiou demais na própria sorte e a mulher e a mãe dele o expulsaram da casa que ele morava, ele tá assumindo uma vida nômade e errante, no meio do caminho ele acha um canto do Parnaguá onde estava um homem baixinho, forte apesar do corpo pequeno e deformado, e com uma barba ruiva, e que parecia ter rejuvenescido logo na sua frente.
Macunaima: Oxe, meu rei, quem é ocê?
Barba Ruiva: Barba Ruiva, filho do lago, o que um mero humano tá fazendo aqui?
Macunaima: É... eu acho que só tô de saída, tô num barril fudido.
Barba Ruiva: É bom então você sair logo, afinal você não sabe o que te espera.
Macunaima: Eu concordo, mas... Isso é o seu nome ou o seu cargo? Eu nunca vi um nêgo chamado Pele Preta.
Barba Ruiva: TE ARRETA!
 Macunaima, assustado com a voz alta, mas firme e grossa como um trovão, vai embora, tropeça, mas ainda corre, enquanto ainda carrega o seu bastão ou o seu saco, à procura de onde fugir dele, afinal, Barba Ruiva só possui tanta ligação com o lago e pouca paciência com os humanos porque a mãe dele o largou no lago, considerado uma aberração por seu cabelo vermelho e corpo deformado.
 Porém, o que dá pra considerar humano que Barba Ruiva teve tanto carinho foi a Segunda Iara, uma bela sereia, que diferente da Primeira Iara, uma guerreira amaldiçoada por seu pai e jogada ao Rio Amazonas por se vingar eliminando seus irmãos, a Segunda Iara foi uma sereia fluviano gentil, amaldiçoada após ser caçada por uma tribo rival e salva pela Mãe d'Água, e que esses tiveram filhos, em forma de sereias de cabelo vermelho.

> floresta amazônica.
 Conforme a natureza mágica foi se desenvolvendo, e a América do Sul resistiu a uma Guerra Mundial, não só os magos se uniram em diferentes pontos do Brasil por motivos já citados, mas também também as entidades da Mata Atlântica aos poucos foram se agrupando para enfrentar boa parte das forças da empresa misteriosa, que além de seus dispositivos só se sabe em parte o nome dessa tal empresa: Salomona.
 Iaraboia, que os locais duvidam se é essa ou uma posterior a Terceira Iara pois séculos atrás ocorreram duas mulheres que faleceram em algum rio (sendo Iaraboia perseguida por seu marido e seus cunhados após ser acusada falsamente por seu filho de trair o pai dele com um amante, e caindo no rio enquanto fugia), está atualmente liderando as Filhas de Iara, lindas sereias descendentes de Barba Ruiva e Segunda Iara, que possuem sua própria sociedade entre os rios brasileiros e, mesmo só podendo se mover sob a água, não morrem fora dela pois de certa forma são mamíferas, e desenvolvendo ferramentas, são eficientes na pesca e em gerenciar os rios, por sua vez quebrando os dispositivos que desviavam a água para a Salomona ou as circulações que esfriavam as máquinas, assim como um grupo menor era preparado para evitar que qualquer sujeira se espalhe mesmo que por acidente ou por algum plano sair pela culatra.
 Já a Caipora, junta com animais disponíveis, ao invadir uma fábrica menor acabou encontrando e resgatando as pessoas que antes estavam trabalhando em turnos excessivos, mais longos que o normal e dolorosos, com o fato deles não serem assalariados sendo um agravante, porém como a fábrica era registrada como terceirizada e não algo próprio da Salomona, no processo foi tão rápido e direto terem fechado a fábrica que isso piorou as suspeitas principalmente para a organização ambientalista nessa época ainda crescente.
 Macunaimba em uma cidade próxima ouviu, leu notícias sobre o caso, mas parecia não se importar porque, pra ele, não parecia que ia afetar ele, até quando ele foi beber a água de uma torneira pública e ela tava com sabor de fluido de pilha velha.

> 27/06/2016; Botucatu, São Paulo.
Tales: Eu tô falando, eu encontrei um molequinho, baixinho e escuro, tentando me atacar com ventos.
Sutefani: Mas tem um tipo de mago desse jeito?
Marcos: Não é um mago, é um Saci.
Ioann: O que? Um? Tipo, indefinido mesmo?
Márcio: Sacis são espíritos dos ventos, alguns meio pássaro mas sempre de apenas uma perna, eles voam em ventanias.
Tales: Eu consegui acertar ele com uma granada, e depois tentei sair na porrada com ele.
Mateus: Caraca! Isso deve ter sido demais! Será que vocês aguentariam parar um lobisomem transformado?
 O grupo estava conversando enquanto caminhava numa mata isolada, na Avenida José Ítalo Bacchi, por onde vai levar eles para a vila uraniana que precisam visitar, até que um grupo de chupa-cabras vindos de uma época de reprodução e infestação bem maiores começavam a nos perseguir, na teoria seria fácil.
Sutefani: Ah, vai ser moleza, só o Ioann desenhar um dinossauro pra devorar esses...
Ioann: Mas eu não trouxe o meu lápis mágico.
Sutefani: Que!? Como assim? Você deixa tão longe de você a arma mais poderosa que a gente já encontrou?
Ioann: Já temos magia mesmo.
Tales: Ah, que se foda!
Marcos: E então, esses bichos tão ameaçados nesse período do ano?
Márcio: Não, senhor Marcos, tem quantidade pra não ser preocupante pra espécie deles.
Mateus: Ah, que ótimo socar uns chupa-cabras, e...
 Logo quando eles iam sacar seus bastões elementais, e o Marcos e Mateus colocam cada um uma faixa dos ventos na testa e Márcio ia passar pra Sutefani, a Sutefani vê alguns segundos no futuro uma figura misteriosa atacando aquelas coisas, enquanto ela desacelera o tempo com o poder de seu Olho Rosa do Tempo, o que dá tempo para Ioann e Mateus lançarem umas esferas pequenas de fogo que atingem 2 dos 18 chupa-cabras, e Márcio e Mateus em conjunto criarem uma fissura no chão que dispara água em alta pressão sob outros 5 deles, e Tales, vendo uma criatura estranha ao ligar a lanterna onde estava tão pouco iluminado na avenida à noite, grita pra todos, "Correm!", e eles indo para um lugar mais escondido antes do tempo voltar ao normal, viam um lobisomem rosnando enquanto devorava os chupa-cabras.
Ioann: Eu achava que lobisomens eram menores!
Mateus: Os lobisomens gregos e franceses são, mas os brasileiros são realmente maiores.
Mateus: Agora eu entendi por que o meu avô ostentava seus relatos de enfrentar um lobisomem num Quaresma no Ceará.
 Uma voz ecoava, "Tá bom, cessar", o lobisomem descia e sumia, depois se levantava Miguel Luna, acalmando, o Mateus fica bravo com ele e reclama com Miguel sobre o susto.
Mateus: Caralho, cuzão, cê quer matar noiz do coração, meoh!? Que isso?
Ioann: Como ele destransformou?
Márcio: É comum uma coleira nos lobisomens pra reprimir a transformação, tem alguém controlando.
Tales: Mas quem controlaria um lobisomem pra caçar chupa-cabras convenientemente aqui?
Sutefani: Para de olhar pros dentes do cavalo dado, Tales, seu ingrato!
Tales: Não é ingrato não, só... é tão estranho.
Mateus: Mas e aí? Quem mais está com você?
Miguel: Eu estranhei vocês terem demorado, então eu e umas colegas seguimos vocês numa força tarefa.
O resto do grupo: Que!?
 Um grupo bem pequeno, umas 5 Icamiabas, com fuzis Imbel A2 customizados, caracterizados pela estampa de onça como identidade natural delas pois são guerreiras descendentes da Primeira Iara, cujas filhas diretas dela em forma de sereia foram uma tribo de guerreiras femininas. Como são mulheres tão mais fortes e com características de peixe, uma boa parcela delas migrou para ou tem bases nas vilas uranianas e favelas netunianas e inclusive pela força e competência delas com a coordenação dos magos elas diminuíram muito a criminalidade mesmo de áreas afastadas e arriscadas, por isso só 5 delas parecia até mesmo muito segundo o Miguel e o Márcio.
 Mesmo grupo de Ioann e companhia até são bem recebidos com uns pastéis de frango ou queijo, e fatias cúbicas de bolo de cenoura cobertas de chocolate 70% cacau na face de cima, já o Mateus, Marcos e Miguel conversam com o grupo de Icamiabas sobre os avanços geográficos e o impacto negativo da Salomona contra os territórios florestais e que falta pouco para derrubá-la e impedir que isso volte ainda pior que no começo.

Continua>>>

16 de abr. de 2026

Modelos gays, waifus chibi e anões

Isso que eu vi agorinha é tão absurdo que eu vou começar falando disso kkkkkkkkkkkkkk
É tão estranho que eu resolvi ver com mais atenção e... sim, é desse filme que veio aquele meme do Derek (de cabelo e roupa preta) e do Hansel (loiro de roupa colorida) se encarando. Fui achar a tal cena dos caras tacando gasolina um no outro e... tanto é tão tosca e surreal (ainda mais que considerando o preço atual da gasolina - e olha que meu pai hiperfocado em carros comentou que abaixou um pouco agora que a guerra no Irã esfriou -, então meio que essa ideia de "briga de gasolina" envelheceu mal) quanto parece, quanto também é ainda mais absurda (link aqui pra você mesmo ver).
Eu achava que o ator do Derek era o Tim Carrey ou que o filme fosse de sei lá 2023, mas não, o filme é de 2001 e o ator do Derek é Ben Stiller, e falando em atores... só porque o assunto tá atual ainda, não, a animação de PNG e Powerpoint de Invencível nunca foi pra economizar pras lutas, e sim pra economizar pra contratar os famosos pra dublar certos personagens na versão original.
Fora isso, no trabalho eu às vezes fico falando uns assuntos aleatórios (quase um rascunho ao vivo do que eu já falo aqui em Blog, só que falando sozinho) ou cantarolando tudo errado alguma música, ou assoviando tentando imitar a música (como ultimamente fiz com a música da Teto de massinha (link aqui) ou da música da Agnes cortisol baixo (link aqui)).

Por enquanto essa é a anotação mais boba, e talvez continue sendo enquanto vou improvisando aqui, porque eu poderia ficar só cantarolando e tal, mas bem, da parte de eu falar sozinho, pode ter sido de uma vez que eu fiz isso e deu certo demais, porque tinha um momento, não lembro que ano ou mês, mas que eu tava com pensamentos depressivos e um diálogo interno de autossabotagem e até automorte, que eu meio que surtei e fiquei falando sozinho pra esses pensamentos calarem a boca, e esses pensamentos terríveis saíram.
Porém, eu não fico só tentando falar sozinho ou passar por devaneios, longe disso, obviamente, eu na real até busco anotar sempre que possível em um diário físico, ou em páginas semi-secretas no Blog (que deixo links só dos que eu julgo que tá tudo bem mostrar e pra quem tiver a fim ir atrás), ou em posts normais do blog, porque tem tanto uma mesma lógica do que eu faço com as histórias que eu escrevo aqui, quanto também de algo que eu vi que são os Livros de Ressentimentos dos anões em Warhammer Fantasy.

Isso porque os anões são muito pacientes mas isso também leva eles a terem mais rancor quando há uma desonra, intriga ou ofensa entre eles, por isso quando não dá pra resolver algo na hora ou o anão ofensor não se desculpou (ou algo derivado), o anão ofendido anota o que ocorreu num tipo de diário, isso eu inspirei pros durinianos de Projeto Dream (a propósito, tô montando um post em blog quando voltar, que entre as anotações terá dados sobre eles), já as Brigas Expiatórias têm umas inspirações ainda mais específicas.
As Brigas Expiatórias dos hunkalianos (apesar do tema germânico dos hunkalianos e eles serem baseados em uma espécie australiana de lagartos) foram baseadas no Takanakuy, um Natal peruano em que as pessoas simplesmente saem na porrada umas com as outras pra descontar desentendimentos.
Eu tinha visto isso num vídeo antigo do canal do Milho Wonka, sobre feriados/eventos bizarros, e vendo as fotos mais bem-feitas isso fica muito maneiro kkkkkkkkkk Realmente raiva só é um veneno que se toma querendo que outro morra se você não tem como tacar essa raiva nos outros que nem os peruanos e hunkalianos fazem.
Dos personagens brasileiros que eu fiz pra Untitled 2014, o Curupira eu combinei com o Kurupi de lendas tupi guarani (que tem as enterpernas tão grandes que se enrolam no corpo dele), e também fiz ele uma onça humanoide pra combinar com a Caipora que vai aparecer futuramente, e o Saci com perna de pássaro eu baseei na Matinta Pereira, uma bruxa pássaro (tipo Baba Yaga) que tem a ver com o Saci.
Já do Marcos, Márcio e Mateus, tem a ver com o que eu falei que tinha um arco beeem maior mas que eu adiei pra caber ideias 100% novas porque, além do Untitled 2014 antes ter tido só o que a HQ antiga tinha, e se chegasse no Mundo Fantásico tão cedo, ficaria parecido demais com o lado RPG do planeta Fantasia de PD, fora isso, o Marcos, Márcio e Mateus têm nomes assim pra ter aliterações (que é "rimar" o começo das palavras, geralmente a primeira letra), e ironicamente esse trio tem um pouco de inspiração no antigo The Name Chellux, que um webamigo meu lá de 2019 a meados de 2022 fazia.
  • No começo de TNC tinha um trio de 3 guardiões humanos (um do fogo, um da terra e um do vento), já em Untitled 2014 tem o trio de um mago do fogo, um da água e um da terra, que eu fiz um trio assim porque se fosse fogo-terra-vento ia ficar óbvia demais a semelhança, e se fosse fogo-água-vento ficaria repetido de outras trindades de P.D. que por sua vez eu baseei nos três anéis élficos de O Senhor dos Anéis.
    • Falando em Senhor dos Anéis, é engraçado saber que o "Token" (o amigo negro da turma do Eric, Kyle, Stan e Kenny) em South Park teve um retcon de que o nome dele na verdade é Tolkien, e que quem chamava ele de Token foi racista com ele.
    • A piada de Token é que Token tem um sentido similar a "cotas" no Brasil, da pessoa só receber tal benefício por ser minoria, porque o South Park tentava fazer aquele humor de "politicamente incorreto e zoando todo mundo", que provavelmente esse tipo de humor até o pessoal que foi tipo Primordial nisso (como South Park e The Boys) teve que ajustar por dois motivos:
      • South Park e The Boys tiveram como intenção zoar todos, seja bons ou ruins (mas quando zoava vítima geralmente era mais no lado leve, só pegam pesado contra gente escrota), e agora que tem extremistas usando esses seriados como seu simbolismo de "povo sem frescura" ou "geração sem frescura" (até ter um personagem que não seja um homem loiro, musculoso e hétero), seria muito mais engraçado atacar o ego desse tipo de gente.
      • Também por culpa dos extremistas, o pessoal do humor negro que não veio pra usar como desculpa pra odiar minorias obviamente teve que deixar mais óbvia a posição deles ser contra certos tipos de pessoa.
Sério, chega a ser bizarro o tanto de gente que hoje em dia é nazista mas na época "original" dessa ideologia eles na real seriam vítimas do nazismo, desde os gordos caucasianos dos Estados Unidos aos nazipardos (que não é só nazista negro/pardo, mas qualquer nazista na América do Sul, principalmente no Brasil).

HQ essa que virou o Untitle 2014, diferente da HQ de PD, acho que tá 100% perdido, não tem nem foto do que um dia isso foi porque nessa época nem celular eu tinha, eu era bem novo e no máximo tinha um daqueles celulares tijolo só que preto e até que pequeno, mas sabia usar o PC e vivi a época do Windows xp e Windows 7 e tinha já o NDS que eu ganhei do meu irmão, então sim, tecnicamente eu sou tipo aquele meme de "tipo ser dos últimos elfos que viram as duas primeiras luzes", considerando que eu vivi uma época antes dos celulares serem tão comuns.
Não diria que inclui só os Milenials (que nasceram entre os anos 80 e 90), mas pessoas do começo dos anos 2000 (o começo da Geração Z, que... cara, é engraçado ver o pessoal mais velho falando tipo "como confundir a Geração Z", e mostra um monte de coisa que era comum na nossa infância ou que nossos pais deixou brincar, ou que a gente só viu num canal que fala sobre coisa antiga, tipo o Canal 90 e a Nostal Gi, isso porque velhos da geração X e Millenials de meia idade confundem geração Z com geração Alfa).

Dia 15 de Abril: Essa noite eu sonhei com:
  • A minha casa tendo paredes a menos por causa de uma separação deles (as paredes tinham aquelas janelas de mosaico transparente e portas de metal com mini janela de vidro no meio).
  • No sonho a casa era de paredes laranja também, e com vários corredores, alguns só com janelas de mosaico, mesas de madeira (tipo aquelas mesas de parque) e pilares quadrados, e um chão de piso branco.
  • Quando tentam construir paredes novas, uma delas fica redundante em comparação a uma cerca metálica da casa.
  • Tinha um jogo de Undertale nesse sonho, que das coisas que eu lembro tinha como pedir bença pra Toriel, e os diálogos, em vez de só ter o rostinho do personagem na caixa de texto, tinha tipo uma ilustração estilo anime dos personagens (tipo aqueles RPGs mais bem-feitos de RPG Maker, do VX Ace adiante).
  • Eu lembro vagamente que em alguma cena do sonho a Toriel tava pelada ou com só tipo a parte da frente do vestido dela, com os braços e a lateral do corpo sendo expostas, e que tinha uma cena com a Susie de Deltarune com asas de morcego.
Dos itens que eu estive anotando e redesenhando, tem uns itens que eu citei antes mas não teve como aproveitar, como o Plambers (que eu fiz baseado no Plumbus de Rick n Morty), a Panela Pneumática (que, em suma, é tipo uma super panela de pressão), as cartas do planeta Fantasia (não vou desenhar a ilustração de cada bicho ou item, mas desenhei tipo a carta de costas) e a pedra filosofal (que dá pra fazer mais de uma nesse universo de P.D., mas simplesmente parei de narrar o uso dela porque os itens comuns já tavam bem poderosos e cheios de variedade).
  • A pedra filosofal foi digamos que um "foreshadowing acidental", considerando que é um artefato de altíssima magia, com um símbolo associado aos deuses, e com poder de controlar matéria...
  • Enquanto no P.D. atual as relíquias de santos têm, entre seus poderes por milagre, poder transmutar matéria, curar seres vivos e controlar a natureza a grande escala.
  • Mas por exemplo planejo o Mike RT e a Luna Nouvelle usarem a pedra filosofal com mais frequência (ou no caso, só com frequência, já que faz temporadas inteiras que não uso esse artefato).
Minha webamiga Flávia tinha uma OC bruxa chamada Amy, baseada numa antiga webamiga trans dela, mas que a Amy foi descartada porque tinha um assunto dela que tava escalando ao ponto que essa webamiga da Flávia não conversasse mais com ela e até brigasse com ela, então ela trocou a Amy pela Chloe, uma bruxa cis mas bissexual, que eu completei criando a Frida, uma bruxa lésbica, pra não deixar a Chloe sozinha e pra diferenciar da Amy que era solteira e tinha brecha pra Via (a protagonista vampira dela) namorá-la em algumas variações não canônicas, então em comparação, a Via só é tipo aquela amiga que ficaria segurando vela pra Chloe e pra Frida.
Deixa pra lá, a Flávia se entendeu com a webamiga dela, eu até fiquei indignado dela ter demorado pra tomar atitude e conversar.

Untitled 2014, episódio 5

[Esse é o episódio 5 porque o reboot que vem antes é um remake dos episódios 1 a 4]

> ??/??/2014
; floresta amazônica.
 Tanto tempo depois da Guerra, há por volta de 83 países remanescentes, entre eles o Brasil, ainda vivo e resistente, entre as formas de vida mágicas mais notórias dessas matas, há os Anhangás Brancos, uma espécie de feras cervídeas elementais da magia e que infelizmente estão sendo ameaçadas por causa de uma empresa extremamente expansionista que está desmatando as florestas para colocar no lugar as fábricas de sua empresa.
 A Comunidade Mágica está atualmente sedeada na América do Sul, não apenas pelos biomas ainda conservados apesar do ocorrido, que por sua vez ter uma natureza saudável aumenta o potencial mágico, mas devido à diversidade genética e cultural dos humanos que leva os magos a se misturarem tão melhor.

> Osasco, São Paulo.
 Nossos heróis, descendentes de clãs de magos, entre eles...
 Marcos Pyron é o maior do grupo, empacotador e caixa de um mercadinho em Osasco, seu convívio com parentes magos costuma ser à noite nas Cerimônias do Fogo, um conjunto de rituais que envolvem andar sobre carvões em brasa, comer Tartilus, um tipo de torta salgada (geralmente de carne vermelha ou de frango) extremamente picante, e praticarem as chamadas Brigas Expiatórias, onde homens e mulheres, pais, mães e filhos, irmãos e primos, brigam fisicamente entre si para desconter raivas passadas, e mesmo Marcos já tendo o seu Bastão Elemental, ele não teve lutas em que usar essa arma fosse proporcional, além das Brigas Expiatórias.
 Márcio Hidrancio é um homem jovem, estudando na Etec e sendo um ótimo programador e eletricista, com seu grupo montando uma circulação estável de eletricidade e internet. Magos conservadores, associados ao PL e ao IMDB, odeiam tecnologias eletrônicas e são contra, mas magos a favor dos avanços e que são pessoas comuns a maioria sem partido, estão aproveitando normalmente, recusa a usar seu Bastão Elemental da água porque não vê necessidade.
 Já o Mateus Terra, um ótimo atleta, campeão de ginástica, lançamento de disco, dardo e peso, além de goleiro na Seleção, nesse mundo fazendo o Brasil conseguir o Hexa em 2010 e dando 3 x 0 no time da Alemanha, seu Bastão Elemental da terra é geralmente um símbolo de seu desempenho e poder, ainda que seja comprovado que tem nada mágico o fortalecendo ou facilitando os jogos. Os três são da favela netuniana da mesma cidade.
 Favelas netunianas sendo comunidades precárias e suburbanas nas metrópoles e que concentram muitos magos e energia mágica, o que ficou comum no Brasil, a desvantagem é muito mais a magia selvagem e a concentração de feras e bestas em vez de algum crime organizado pois os Comandos são contra magia e exterminam magos onde o Comando domina.

> 25/06/2016; Botucatu, São Paulo.
 O guardião das florestas Curupira esteve perdendo muito tempo lutando contra os soldados da empresa que esteve se expandindo recentemente, mas algo muito inesperado esteve acontecendo. 
 Da comunidade de magos que estiveram se acostumamdo com o convívio em São Paulo, muitos magos britânicos e alemães estiveram, não só comprando as baterias e remédios da empresa meramente pela utilidade, mas também tentando criar dispositivos mágicos combinando as peças dessa corporação com magia, o que resultou em testes tóxicos que fez uma névoa fatal se espalhar e, num acidente, explodir a fábrica onde os testes estavam ocorrendo.
 Márcio presenciou isso e, com ajuda de seus colegas não magos, iniciou um protesto pacífico contra a mistura da magia com máquinas, inicialmente apenas contra isso, mas também já levando a um boicote bem grande na empresa.
 Durante a chegada de mercenários pata abater os protestantes, o Márcio sacou seu Bastão Elemental da água e, projetando água para remodelá-la, criava grandes barreiras à prova de balas e fogo, dando tempo para humanos fugirem, e Curupira, correndo rápido demais para dar tempo de vê-lo, derrubou os guardas, desarmou com chutes e até quebrou algumas das armas e abateu os mais teimosos com sua lança, porém, um rastro de sangue verde no chão e de faíscas no ar apareceram.
 Foi o rastro suficiente do Curupira para a empresa então preparar mais um avanço, porém, Marcos e Mateus apareceram, com jatos de lança-chamas do Bastão Elemental do fogo que queimou os inimigos mais próximos e afastou os mais distantes, e um tremor de 3 a 5 graus à curta distância do Bastão Elemental da terra que afundou vários.
Marcos: Acho que a gente tá exagerando. 
Mateus: Eu discordo, afinal eram eles ou os amigos do Márcio.
Marcos: É um bom ponto, é que só não usei meu máximo porque de última hora pensei nas famílias deles.
Márcio: Não vale a pena pensar nisso, senão, e quanto à família de cada um que os mercenários fuzilaram e explodiram?
Marcos: ... Tem razão.
Mateus: Falando nisso, por que você se preocupou com esses caras?
Marcos: Sou o mais pobre desse trio, pensei nesse risco de uns desses soldados estarem nesse cargo pelo dinheiro. Olhem, esse aqui não deve ter nem 20 anos.
 Marcos levanta um dos soldados e lhe tira a máscara, e Márcio, tendo uma ideia e com ajuda dos outros dois, usam cada um o seu Bastão Elemental para curar cada um dos que sobreviveram e estavam muito feridos, em troca de ajudar a enfrentar esse sistema.

> 27/06/2016.
 Ioann e Sutefani estiveram por um tempo caçando algumas feras e bestas mágicas no Sudeste do país e conseguindo couro e ossos de Capelobo para um mago que contratou eles para ter esse material, e em troca os dois puderam participar num churrasco de carne de capelobo, enquanto Márcio e Mateus estiveram treinando, numa região próxima na vila uraniana (um tipo de vila menor, porém rural e calma, que agrupa magos), principalmente nadando com um Ipupiara local que treina natação e o Caminho das Águas para os jovens magos.
 Já o jovem Tales, se perdendo enquanto procurava Ioann e Sutefani, acaba se perdendo na Avenida Demétria e se deparando com o Saci Pererê, que ele não consegue ver por um tempo por causa do vento onde o Saci está se localizando.
Tales: Mas o que tá acontecendo!?
Saci: Não é óbvio, gringo? Foi só o vento!
Tales: Mas que maldito, isso não vai ficar assim!
 Tales joga 3 granadas, uma pra cada direção, que fazem estouros pequenos que fazem o Saci perder o controle de seu voo, e com isso o Saci cai mas também se apoia num movimento giratório de seus braços e sua perna, e isso vira uma luta corpo-a-corpo entre o Saci lutando capoeira, e o Tales desviando enquanto busca algum ponto fraco para socar do Saci, e os dois se machucam mutuamente e vão embora cada um pra um lado, uma luta sem vencedor.

Continua>>>