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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

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20 de jul. de 2026

Copa, Miku, Mario Sunshine e Simpatia

A Copa acabou e... Infelizmente o Brasil perdeu mas também a Argentina se fudeu porque, além dela ter perdido mesmo com juíz inventando falta pra anular a Espanha, também a Argentina está sendo investigada por lavagem de dinheiro, desvio de verba e corrupção.

Enfim eu desenhei nesse último domingo umas artes chibi de Vocaloid.
Miku Brasileira
Teto Norurguesa (no estilo Usoryūhime)
Rin e Len britânicos
Neru Argentina
Gumi espanhola
Também eu tava desenhando a IsadoraGameOver, e... Além do FLUDD porque foi baseado na live de Mario Sunshine que eu tava assistindo, eu fiz ela com tipo a roupa Aero das princesas do Mario Kart porque pra mim essa roupa combinava mais que a roupa tipo do Mario.
Eu tive que gastar R$1,50 pra um livepix pra ter 100% de chance dela ver o desenho já que eu não uso o Discord, e ela deu like, repostou e... Eu não esperava que ela fosse me seguir, mas isso é incrível!
[Mó bom o pessoal achando fofo ou falando que a personagem na arte parecia musculosa kkkkkkkkkkk]
Falando no Discord, eu sinto que eu ter parado de usar lá pra 2023 me fez escapar do escândalo de vazamento de dados de 2026, que por sinal eu soube desse caso porque meu webamigo Nícolas foi hackeado uma vez e perdeu uma das contas.

Dito isso, nunca joguei Mario Sunshine e... Minha síntese do que eu vi falarem e em gameplays é:
  • Pontos positivos: Até que bonitinho e polido pra um concorrente do PS2, o Mario parece bem mais ágil e divertido que outros jogos 3D, e é legal ver o uso eficiente do FLUDD, seja pela criatividade pra apagar fogo e lavar tinta ou por ter um item que dá habilidade de água pro Mario, as fases são bonitas, tem músicas e sons que lembram Samba e Bossanova e ainda por cima tem Yoshi como montaria.
  • Pontos negativos: Mesmo bonitinho ainda é meio estranho porque até certo ponto lembra aquelas renders de revista de Nintendo 64, algumas fases especiais parecem fase de fan game de tão feias, uma fase ou outra parece menos intuitiva que o que eu esperaria dum jogo de Mario, os Piantas são feios, vi uma gameplay ou outra e o Mario parecia andar meio torto mas parece ser mais impressão minha ou pra iniciantes que algo real, o fato de ter bugs estranhos de colissão pode ser útil como foi pra Isadora ou pode ser um problema como foi pro Pai Troll, e os chefões são esquisitos (diria que é um defeito similar ao do Mario 64 também, mas cada um tem seus motivos → no 64 cada pintura é um mundo e então tem seus próprios bichos e líderes, e no Sunshine os chefões envolvem geralmente tipos de tintas e sujeiras), e precisar só de 50 shines no Mario Sunshine enquanto o Mario 64 exige 70 estrelas (e tendo speedruns que fazem exigir cada vez menos), e ambos tendo 120 estrelas cada, parece incentivar menos a explorar as fases pra jogar mais (isso é um defeito mais pra mim porque eu amo explorar fases e conseguir segredos antes de zerar e inclusive isso me atrapalha de zerar muitos jogos).
Fora isso, eu fiz uns 3 posts sobre magia, arquétipos, mitologia e tipos de magia, mas tem algo interessante chamado Simpatia.

Simpatia é um conjunto de rituais pagãos ou de sincretismos cristãos para invocar poderes mágicos para influenciar a vida das pessoas, alguns rituais incluem:
  • Banho de rosas vermelhas e mel para aumentar poder de sedução.
  • Fazer um cantinho zen com quartzo rosa e vela de sete dias (do tipo que o Gabs odeia, uma vela de 260 gramas de parafina que queima por muito tempo) para simpatias de Santo Antônio para atrair casamentos.
  • Botanomancia ao soprar canela em pó pra dentro da porta da casa para atrair sorte, ou queimar louro para o mesmo tipo de desejo.
  • Banhos de descarrego para afastar azar e olho gordo, geralmente com sal grosso e ervas cheirosas.
  • Cuecas, calcinhas e camisetas de diferentes cores para atrair tipos específicos de sorte no Ano Novo:
    • Branco: Paz (mas que eu sei que você escolhe essa cor porque tá sem ideia de qual usar e não pelo simbolismo mágico)
    • Vermelho: Paixão e Sexo.
    • Rosa: Amor platônico e romântico.
    • Laranja: Alegria e Energia.
    • Amarelo: Riqueza e Conquistas.
    • Verde: Esperança.
    • Azul claro: Calma e Tranquilidade.
    • Azul escuro: Maturidade e Desenvolvimento.
    • Roxo: Mistério, respeito e melhoria espiritual.
    • Lilás: Romance literário e inspirações.
    • Preto: Afasta também azar e olho gordo (mas eu sei que você escolhe essa cor porque você é do contra nessa tradição ou porque você é Rock Wins e não quer largar a postura de machão gótico).
Mas vocês já viram altares de magia, bruxaria ou simpatia que envolviam símbolos mágicos, plantas pra poções ou cerimônias, talismãs, mas o que mais se destaca são sempre velas e elas parecem pouco óbvias pra quem viu muita história de fantasia e pouca história real ou mitológica, e bem...
 O fogo era assiciado um elemento mágico, afinal não é algo exatamente físico, e é útil pra funções cotidianas (cozinhar comida, forjar metais) mas também é algo destrutivo, e muita gente interpretava o sol como fogo porque também era algo quente, amarelo e luminoso (obviamente sabemos hoje em dia que o sol é muito diferente disso: é uma esfera de plasma de alta gravidade e potência e isso é muito mais poderoso que qualquer fogo).
 A mesma coisa com raios ilustrados como fogo arremessável (que também era interpretação antiga sobre o plasma e o eletromagnetismo, mas ainda assim os raios fazerem plantas pegarem fogo ou animais serem carbonizados pode alimentar esse simbolismo de "fogo celeste usado para punir seres físicos"), assim como lugares com cerimônias tinham tochas, velas ou fogueiras, e o fogo era representado como manifestações de deuses e anjos (em Ezequiel da Bíblia tem os Serafins, anjos msis poderosos, sendo de fogo, Querubins e o Arcanjo Uriel (esse em Gênesis, guardião do Éden) tendo espadas de fogo, e a mão de Deus reptesentada como uma mão de fogo na cor âmbar, no Êxodo Deus aparece em forma de fogo para Moisés), e em altares mágicos e cristãos as velas representam esse "testemunhado" das entidades no plano material.
 Esqueci do artista e não achei o vídeo de novo, mas tinha um vídeo de um cara usando um ritual mágico para amaldiçoar pedófilos, e o cara passava o papel no fogo, fazia jogo de faca com a faca espetando o papel, ele pisava no papel, cuspia, e isso também é um ritual de amaldiçoar a pessoa, afinal:
  • Você escreve o nome que marca o conceito dessa pessoa.
  • Você pisar e esfaquear o papel é cada dano físico ou causal que a pessoa irá sofrer.
  • O altar é o "canalizador" ou "rádio" pra anunciar esse ritual, com o fogo sendo o juíz de sua raiva.
  • Cuspir também é considerado ofensivo porque representa também o desprezo.
 Na Roma Antiga até faziam o nome em tabletes de chumbo (chamados Tabella Defixionis, porque o metal era fácil de modelar, não enferruja e é simbólico a Saturno, ou Cronos, deus do tempo e cujo planeta representa a Morte), e pregar pregos de ferro no nome, cada prego sendo uma maldição, ou o nome tendo que ser completo, ter até o nome dos parentes pro espírito ter total certeza de quem atingir (meio tipo o Death Note, que tem que escrever o nome completo e mentalizar o rosto da pessoa pra ativar o efeito).
 Também para finalizar, a tábua deve ser dobrada e escondida em algum tipo de "portal do submundo", comp uma tumba ou um templo de deuses do Submundo como Plutão e Orco.
  • Orco é um deus romano do submundo que pune quem quebra promessas, vocês devem achar familiar pelos Orcs do Tolkien e de jogos RPG e pelo Orkus em God of War ser uma Fúria só que masculino, diferente das 3 Erínias/Fúrias.
Já o Japão Feudal tinha o Ushi no Koku Mairi, um ritual de pregar pregos de ferro por 5 noites num waru ningyo (um boneco de palha de arroz com o nome do alvo da maldição escrito num papel dentro do boneco), cada dia um prego, a pessoa tem que usar um kimono branco, coroa de ferro com 3 velas na cabeça e um espelho no peito:
  • Coroas de ferro geralmente simbolizam peso, prisão ou qualquer subversão de uma coroa de ouro representando realeza e poder;
  • As velas carregam fogo, elemento espiritual da natureza e dos juízes divinos;
  • Cada prego perfura o equivalente a um órgão na pessoa;
  • Espelhos eram acreditados revelar a alma da pessoa, e provavelmente era pra repelir energias negativas também;
  • A Hora do Boi (Ushi no Koku) era um horário entre 1 e 3 horas da manhã.
    • Tem a Hora do Rato (Ne no Koku, das 23:00 a 1h da madrugada), mas na Astrologia Taoísta não era um horário para forças malignas, mas ambos são em que o véu entre os vivos e os yokais era mais leve.
    • E falar Hora do Boi em português fica estranho, parece coisa de canal do boi ou de show de rodeio e vaquejada.
Vou falar de umas plantas úteis aproveitando que no outro post eu até dei ideias de magia com plantas.
  • Juazeiro: Planta das caatingas nordestinas, rica em saponina natural e usada para xampus e pastas de dentes por fazer a espuma higiênica, também existem chás anti-inflamatórios e expectorantes feitos da casca dessa árvore.
  • Papoula: Flor comum na Ásia e usada para extrair ópio, atualmente usada para morfinas, infelizmente com uso arriscado por ser viciante.
  • Dragoeiro: Árvore apelidada de "sangue de dragão" por sua seiva vermelha usada como cicatrizante de feridas, antibacteriano, anti-inflamatório e antioxidante, além de esfolear a pele.
  • Dedaleira: Flor predominante na Europa Ocidental e com uma substância extraída para remédios de arritmia cardíaca.
  • Stevia: Adoçante natural da América do Sul, 300 vezes mais doce que o açúcar sem causar nada de ruim ao corpo.
  • Ginkgo: Cereja/cerejeira chinesa com substâncias que melhoram fluxo sanguíneo e memória, entre os benefícios em conjunto prevenindo AVC's.
  • Guaraná: Possui mais cafeína (chamada no guaraná de guaraína), e também teobromina (que é similar ao que tem no cacau, que libera energia gradualmente) e teofilina (uma substância que dilata os brônquios dos pulmões e previnem problemas respiratórios).
  • Flor de Jambu: Flor amazônica usada para tratar dor de dente, pois deixa a boca dormente quando mastigada.
Eu falei do cacau e... tem uma parada que eu percebi sem querer, que é que o chocolate depois de um tempo sólido ainda em temperatura ambiente melhora o gosto, não tem bem uma explicação tão complicada, substâncias mais moles como a manteiga de cacau derretem mais rápido enquanto partículas do chocolate se soltam e o aroma se espalham mais, então isso estimula o paladar e o olfato além do chocolate passar melhor na boca.

Acho que já terminei dos assuntos que eu já tava planejando falar sobre.
Até mais!

16 de jul. de 2026

Gorilas, Onigiris, Fênix e Rasheeds

Dia 12 de Julho: Essa noite eu sonhei com:
  • Algum tipo de abertura de anime que é descrita "tendo temas sobre família e união", provavelmente baseado nas equipes que eu fiz pros episódios mais recentes de PD em que as equipes eram tão unidas que eram praticamente um personagem novo.
  • Assim como eram visíveis umas máscaras em forma de bichinhos ou como se fossem máscaras de armaduras, e que teria a ver com os personagens do sonhos.
  • Tinha um gorila reclamando de ter tido um problema intestinal depois de comer bananas, mas que esse mesmo gorila gostava de onigiris de chocolate por algum motivo.
  • Também tinha algo como um prateado que treinava duas Gardevoirs fêmeas (mas treinava como se fosse Dragon Ball), não lembro se era a verde normal ou a azul shiny mas uma delas tinha uma máscara tipo a de Hollow Knight por tradição, e o sonho implicava que fosse de algum Pokémon Inseto também, e eles treinavam em um tipo de porão depois de uma escadaria bem longa e em voltas quadradas.
  • Lembro que bem no finalzinho do sonho, depois que eu fui ao banheiro mijar de madrugada e voltei pra cama, tinha algo como o Naej ou um dos protagonistas de Queda do Milênio em uma festa de luzes azuis num ambiente que parecia uma caverna, e uma das mulheres que o personagem tentou agradar estava tão furiosa que fez uma máscara de solda (só que tendo uma fenda em vez de uma lente) em troca do personagem "não incomodar" ela.
  • Também tinha algo quase como se fosse um FFG do Sr Wilson sobre um jogo de Lobisomem o Apocalipse, do WoD, em que na cena tinha Lobisomens tentando sair da forma Crinos ou Glabro de volta pra forma humana.
  • Também sonhei com uma versão do 11 de Setembro em que se chamava "Let me meet yooooo", que se trataria de um "meme" de um prédio explodindo, e muda pra eu sonhando como se fosse a visão do meu pai presenciando um ataque de aviões a prédios (mesmo que os pequenos, afinal o sonho era no Poliesportivo de São Manuel), e no sonho meu pai até tentava socorrer a minha mãe.
  • Mas algo a ver com o gorila e com a pessoa que fez a máscara de solda, como se fosse realmente em sequência, tinha um tipo de rival da Alex Valiant que, segundo o sonho, a Alex seria uma "fraude" por nunca ter conseguido ter detido essa rival, e o sonho insinuava que é como se fosse uma versão de Pokémon em que a Alex do Projeto Dream teria algo a ver.
Dia 14 de Julho: As partes mais interessantes que eu lembro que sonhei foram:
  • Alguma parada misturando Meu Malvado Favorito e Toy Story, tinha alguma cena dos Minions do Gru tendo um tipo de ajuda de uns brinquedos tipo o Binóculo Lenny, e algo como "o quão rápido os Minions matariam o Voldemort sem querer?"
  • Também algo como uma versão estranha de Harry Potter, com uma cena em que o Harry Potter ataca o Vernon Dunsley, mas essa cena pegava num looping porque quando eu tenho sonho lúcido eu fico repetindo o sonho pra testar "cenário melhor", e variava entre o Harry tacando sangue de vampiro nele, ou tacando uma azaração que deixava o Vernon com tromba de elefante na cara.
  • Depois passa para alguma cena em que magos (não seria bruxo tipo Harry Potter, era mago tipo o Projeto Dream), em que eles tinham que fazer como teste algumas magias de diferentes categorias, guiadas com um grimório gigante e com vários capítulos que eram tipo livros menores, uma das categorias era de Abstração, e tinha uns livros referentes ao Rei Escarlate da SCP Foundation ou a uma entidade parecida, tinha até ilustrações envolvendo olhos, raízes e chifres parecendo aquelas artes do SunnyClockwork.
  • A tal Abstração tinha a ver com controlar conceitos primordiais com a magia, e que havia na escola de magia (que era bem grande, barroca, com paredes bege e chão e rodapé vermelhos) havia citações de elfos que, no tempo primordial que esses conceitos reinavam, elfos eram apenas como ratos na biosfera antiga.
  • Lembro que ditos símbolos eram em círculo mas não eram para invocar alguma coisa mas sim para ilustrar os tais livros menores do grimório de treinamento.
Mas sobre magia, eu gosto da ideia de justificativas que o pessoal cria pra usarem artefatos antigos mesmo em histórias pós-medievais, como no Harry Potter os dispositivos  onde tem muita magia, ou em Star Wars onde tem armas laser (blasters) mas os Jedis podem rebater com o sabre de luz ou com a Força e então só um Jedi/Sith enfrenta outro Jedi/Sith.
  • Eu falei mal do Harry Potter muito mais por raiva de inconveniências que eu nunca tive a chance de comentar ou porque eu odeio a JK Rowling do que realmente por odiar Harry Potter, mas perto de outras histórias de livros teve bem poucas coisas mal adaptadas que realmente deixem os filmes ruins.
    • Assim como eu gosto de histórias como Cthulhu e os aliens do HP Lovecraft mesmo esse cara sendo um racista, niilista ateu e seus ideais não poderem seguir pro tempo atual de jeito nenhum.
    • Assim como Lovecraft era ignorante na ciência (pois muito do terror cósmico tinha a ver com estudos químicos, biológicos e astronômicos que Lovecraft desconhecia) e na religião (como muito do que ele retratou de deuses bizarros ser uma representação maladaptativa sobre entidades superiores baseadas em seu pessimismo e também no antropocentrismo da época).
    • Talvez por isso o Cthulhu deixou de ser associado ao terror cósmico: o "homem polvo feio gigante" não é o suficiente pra assustar só de saber sobre ele, assim como apesar do racismo de Lovecraft o terror cósmico dele mesmo não se reduzia a "o homem branco não ser o centro do universo", porque terror cósmico sem o microcosmo de medos menores humanos para ligar ao macrocosmo da entidade medonha, é só powerscaling.
    • Geometria não-euclideana não é geometria abstrata ou surreal como Lovecraft interpretava (algo tipo pinturas de Maurits Escher ou de umas fases de This House.wad), mas sim geometrias sobre curvas, seja hiperbólicas (côncavas), elípticas (convexas, tipo esferas) ou cálculo diferencial de geometrias 3D, mas ainda assim dá pra entender a geometria não-euclideana no sentido lovecraftiano sem o menor problema.
  • Fora isso, sobre o Harry Potter, não é qualquer magia que buga os dispositivos, mas sim se o ambiente tiver muita magia concentrada e, por isso, bruxos podem usar dispositivos em cidades e lembro que tem até carros e motos voadores por magia, mas tem seu motivo pra não ter sistema de energia elétrica ou pode ser só de Hogwarts ser mais "arcaico" embora mais eficiente que outros lugares com magia.
  • Fora isso, eu achava que as pinturas de Hogwarts no Harry Potter fossem algum tipo de fantasmas, mas na verdade são entidades diferentes, os fantasmas são uma impressão da alma do bruxo, é tipo um cache da alma na realidade, já os retratos, ou quadros, são entidades vivas criadas do zero, no máximo diretores podem fazer autorretratos e os "treinarem" para agirem como eles e, como em Harry Potter a morte é permanente por padrão, no máximo a ressurreição é temporária ou complicada demais, isso é o mais próximo de reencarnação, e já que comparei fantasmas com dados digitais, os quadros são tipo um arquivo novo.
Aliás, algo que eu gosto no Harry Potter é a fênix Fawkes, só porque eu gosto de fênixes (elas, os dragões e os gigantes são minhas criaturas mágicas favoritas), e tem uma parada curiosa que é sobre as lágrimas da fênixes poderem regenerar feridas e eliminar venenos, incluindo o do Basilisco que é dito como forte o bastante pra um dente de basilisco quebrar uma Horcrux, e vou aproveitar pra falar umas curiosidades sobre fênixes.
  • Na mitologia egípcia tem o Benu, um tipo de garça (dizem que a espécie mais parecida, Ardea bennuides, infelizmente tá extinta) associada ao Sol e que desaparece durante a noite (um tanto parecida com o ciclo da Apep que assombra o mundo durante a noite e o Rá e sua família têm que enfrentar, ou com o que virá depois envolvendo a fênix grega), e é um tipo de "anjo" do Rá (entre aspas porque é apenas comparativamente);
  • Na mitologia grega vem com o nome que conhecemos, fênix (ou phoînix na pronúncia antiga, φοῖνιξ na escrita), e cujo nome provavelmente tem a ver com a Fenícia (a mesma das Guerras Púnicas, a mesma do deus/demônio Moloch, e assim como Afri, um termo associado a habitantes da Fenícia e Egito, foi a base etimológica pro nome África), na sua lenda a ave sobe, a cada fim de seu ciclo (uns 900 anos), ela monta um ninho de especiarias cheirosas no topo de uma palmeira, e para encerrar o ritual, ela se incendeia, como se ela sacrificasse o corpo antigo para assim renascer. Depois de renascida, ela leva o ninho para o templo de Heliópolis, o que implica que o dito ritual ou magia é dedicado a Rá, Hórus ou Apolo.
    • Como podem ver, o ritual mágico das especiarias e do fogo foi simplificado nela sendo um elemental do fogo que se auto-revive após a morte, e por isso na alquimia as cinzas de fênix era considerada um ingrediente da imortalidade ou no mínimo da ressurreição, para o Elixir Vitae (conhecido como Al-iksīr/الإكسير em árabe, uma palavra derivada do grego Xērion (ξήριον, provavelmente a pronúncia sendo Keêrion, porque no grego o X era lido como Qui ou Ki), que significava "pó seco curativo", que pode ter a ver com diferentes remédios à base de especiarias em pó, assim como era comum moer plantas pra fazer remédio ou moer elas junto com carvão e argila pra escovar os dentes).
    • O fogo representa energia, poder, às vezes justiça e força, também representa emoções e coragem, é associada à cor vermelha que tem também esses simbolismos, e também é associada à purificação, afinal você assando uma carne também tira os parasitas e germes, você derretendo um metal tira as impurezas e oxidações, e isso se reflete também em representações do Submundo com fogo, não porque o fogo é maligno, não só porque o fogo é um elemento destruidor e não porque o Inferno é elemental do fogo (mesmo que Ghehena dos hebreus e o Rio Flegedonte do Tártaro sejam lugares de fogo, não é por isso), mas porque o fogo é associado como um elemento capaz de purificar a alma.
    • Também pelo que eu pesquisei, os próprios gregos chamavam os fenícios de fênix, que por sua vez era um reino com muito comércio principalmente com Grécia e Roma, da onde tinha o corante púrpura à base de moluscos à base de Murex, um tipo de caracóis da qual esse corante é solto, e vermelho e púrpura eram cores de alto valor (tanto que quando uma escrita está pomposa demais para uma leitura comum, ela é chamada de Prosa Roxa, como se fosse uma mancha roxa no meio de um texto que era pra ser só preto e branco), e por isso a fênix pode ter surgido como um símbolo desse comércio (vermelho principalmente pelo fogo e sol, púrpura por representar poder), e também no Oriente Médio (incluindo a Mesopotâmia e onde atualmente é a Líbia) haviam tamareiras, um tipo de palmeira cujas frutas (tâmaras) são vermelhas com manchas roxas/escuras e as folhas lembram como se fossem penas.
    • Como as tâmaras são um tipo de fruta pequena usada para adoçar comida e cerveja, ela pode ser uma das especiarias do ritual da fênix também.
  • No Oriente Médio tinha variações como:
    • Chol: Uma fênix bíblica (ou no caso do Midrash, que é tipo uma "DLC do Torá" e, pelo cristianismo ser religião continuada do judaísmo, muita gente associa elementos "extra-Torá" também à Bíblia - eu não arriscaria isso porque tem gente que confunde histórias alternativas como Alfabeto de Ben-Sirá e Divina Comédia como se fossem coisa apóclifa) que renascia em forma de ovo a cada 1000 anos, também se incendiando, e segundo a lenda essa bênção de imortalidade era uma bênção por ela ser um dos únicos animais que recusaram o pomo proibido (como se nessa interpretação tivesse outros animais no Éden e eles também comessem essa fruta).
    • Simurgh: Ela é mais tipo um grifo considerando que é uma fera meio leão e meio águia e, fora a diferença da cabeça de cachorro, no design segue bem parecido, mas ainda assim o Simurgh também é elemental do fogo e talvez do vento, e é uma fera, além de inteligente e espiritualmente avançado, também um guia de heróis.
    • Rokh: Uma águia gigante das Mil e Uma Noites, que é tão gigante que consegue levantar um elefante em cada pata e até mesmo botar ovos tão grandes que o Simbad (uma versão persa do Odisseu/Ulisses) achou que os ovos que ela botavam eram ilhas ou um tipo de templos, e também o Simbad consegue uma "carona" se apoiando numa das patas dela (tipo nos livros do Tolkien, que as Grandes Águias são tão grandes que os Hobbits conseguiam cada um se apoiar num dedo da águia, que a propósito, pelo que eu vi o design dessas é baseado nas Águias-Reais, que essas sim são águias foda), pelo que eu vi pode não ser variante da fênix, pelo contrário: que essa que inspirou interpretações da fênix tendo super força.
    • Aproveitando que falei sobre coisas gregas e bíblicas, o nome Bíblia vem do grego "ta biblia" (τὰ βιβλία), que significava "os livros" ou "vários livros", enquanto Livro vem de "liber", nome de um tipo de fibra entre a casca e o tronco da árvore que era usado para fazer papel.
  • Também há outras lendas de pássaros de fogo (como o Pássaro de Fogo eslavo (zhar-ptitsa/жар-пти́ца) que come maçãs douradas e dá bênçãos de força e reinado, e o Pássaro de Fogo tupi (tata-îara-ûasu) que age como um tipo de anunciante do casamento de Jaciara e Guaraci)
  • Mas sobre as lágrimas, eu não achei o simbolismo na fênix mitológica antes de Harry Potter (assim como eu suspeito que rivalidades de vampiros e lobisomens venha bem mais do cinema antigo e talvez do Crepúsculo que realmente de lendas eslavas como Kresniks e Kudlaks), mas tem simbolismos parecidos que talvez a JK Rowling tenha misturado de propósito, como:
    • Na mitologia nórdica a deusa Frigga tentar fazer uma poção com suas lágrimas para reviver Baldur;
    • Na mitologia grega a Afrodite e a Perséfone chorarem tanto pelo luto por Adônis que as lágrimas viraram flores e anêmonas, ou a ninfa Eco (uma ninfa amaldiçoada a só falar a última coisa que falam pra ela) de luto pela morte do Narciso (que era tão lindo que quando se olhou no reflexo da água não parou de se paquerar - e quando a história continua depois da morte dele ele fica "procurando" o reflexo dele no Estige) e daí surgindo a flor de mesmo nome;
    • No folclore brasileiro, um casal pediu ao deus Tupã um filho, o que foi concedido e o filho foi "materializado", digamos, porém, invejoso, o deus maligno Jurupari virou uma serpente e mordeu esse filho quando estava distraído, e quando o garoto morreu e o casal chorou desesperado, o deus Tupã organizou um ritual para plantar os olhos do garoto, meio macabro mas disso surgiriam os pés de guaraná segundo esse criacionismo.
    • Outra lenda indígena de tribos brasileiras é a da jovem Mani, que a história dela é bem curta e simples, antes havia uma pequena jovem filha do cacique da tribo, e que se destacava pela pele branca (talvez algo como albinismo ou leucismo), porém, de forma misteriosa (talvez arrebatamento, talvez uma doença desconhecida), ela morreu ainda na rede que dormia e, enquanto ela era enterrada, seus pais choraram, e a tribo chorou, segundo a lenda era o suficiente para regar o chão onde a pequena Mani foi enterrada, e aos poucos o corpo se tornou em raízes de mandioca. Inclusive, o nome "mandioca" vem de "Mani oca", ou "casa de Mani", associado a essa lenda.
    • Na mitologia egípcia, quando Rá perdeu seus primogênitos Shu (deus do ar e vento) e Tefnut (deusa da água e umidade), ele tirou um dos olhos e o usou como um "drone" para procurar eles, e quando achou e guiou eles de volta, ele tava tão emocionado que as lágrimas que formaram uma chuva se tornaram nos primeiros humanos.
    • Como podem ver, há um simbolismo de troca equivalente, de algum sofrimento do que chora que depois se converte em nova vida, porque o choro representa sofrimento.
      • Em mídias populares atuais, tem a Rose Quartz e o Steven revivendo com lágrimas (Steven revive o Lars e é implícito que a Rose reviveu um de seus leões, formando o Leão Rosa), e no mesmo Steven Universo tem um templo gem com uma estátua da Rose que chora uma água curativa, no Minecraft tem poções de regeneração feitas de lágrima de Ghast (e suponho que o motivo adicional vem que, pela lágrima ser um item difícil de achar, é recompensador conseguir um efeito mágico poderoso), e até Lilo e Stitch tem uma versão própria da lenda de Hiiaka e Lohia'u em que a Hiiaka ficou de luto pela morte de Lohia'u e orou pros deuses o reviverem.
      • Curiosamente a versão normal da lenda é a seguinte: A deusa Pele (deusa do fogo, dos trovões e dos vulcões, e uma deusa chefe) sonha com um homem muito bonito chamado Lohia'u, mas que ele estava morto, então ela chama sua irmã Hiiaka (uma deusa da cura, da medicina e da dança Hula - eu não tô zoando) para enfrentar os monstros chamados Kua'i (ou Kuahi) no submundo para recuperar a alma do Lohia'u, colocá-la de volta ao corpo e restaurar o corpo para revivê-lo, porem, Lohia'u se apaixona pela Hiiaka e a deusa Pele, com ciúmes, mata o Lohia'u com seu fogo.
    • Até em estátuas cristãs, mesmo que com grandes chances de ser farsa (com alguém pintando a cara das estátuas de vermelho) ou coincidência (com substâncias oleosas derretendo com calor e umidade), há lendas e relatos dessas estátuas "chorando sangue", o que pode inspirar simbolismos de chorar sangue como sinal de muito sofrimento ou muita decepção, ou como luto de entidades sagradas pela perda de almas (seja por mortes ou por apostasias e blasfêmias).
Dia 16 de Julho: Essa noite eu sonhei com:
  • Meio difícil de falar ou lembrar essa parte, mas tinha uns personagens de Projeto Dream fugindo de um tipo de caverna quadrada de uma realidade virtual, e entre os personagens do grupo tinha um tipo de computador ambulante e pensante, branco, com uma interface de Windows 7, e esse computador andava tipo o TARS de Interestelar.
  • Depois alguma parada tipo um site pornô, mas ao estilo Pinterest pra baixar e salvar fotos, gifs e vídeos, mas que tinha alguns posts "condenados", que o motivo depois se revelam que eram arquivos .exe disfarçados, e que baixavam vírus pra destruir o PC.
  • Também tinha um trecho onde seria tipo o quarto do meu irmão, mas que eu estava dormindo, ou assistindo à TV enquanto deitado, e tinha uns homens gregos chatos me incomodando, e um ou dois até me mandando me matar só porque eles tavam com raiva de eu tar "sem fazer nada" por tempo de mais (tipo, krl mano, de graça???), e no começo eu tava de boa ignorando eles, mas depois bem no final do sonho eu encho os gregos de pohada.
 Suponho que essa terceira parte do sonho tinha a ver com eu não me sentindo tão útil no trabalho e até ser caguetado por ter dormido no trabalho uma vez ou outra numa época que eu tava dormindo mal pra caramba e não conseguir achar o que fazer nem quando eu podia ficar sentado esperando passar porque as tarefas daqui são muito simples, junto de eu pesquisar sobre mitologia e história gregas e talvez de um meme que eu ia perguntar de "será que grego quando não tá sendo ouvido reclama se tá falando turco?" (Baseado na frase brasileira "será que eu tô falando grego?").
 Talvez somado com um rabbit hole que eu me meti quando fui pesquisar sobre o hino Saleel al Sawarim, só porque eu lembrava dessa música e ela não saía da minha cabeça quando eu tava ouvindo a música Al Qawlu Qawlu Sawarim, do meme Haramball (usado como som de fundo de vídeos de jogadas bizarras, seja em ilustrações técnicas ou vídeos de edição surreal), e me deparei com o site Mojevideo.
 Mojevideo é um site eslovaco usado para postagem de vídeos tipo o Youtube e... Até que tem mesmo uma estética de Youtube dos anos 2000, e vou deixar um link [aqui] mas se você tá gravando enquanto tá lendo aqui, deixe no mudo ou censure o áudio que for ouvir porque é realmente aquela música usada em propagandas do ISIS.
 O rabbit hole pra mim não foi só eu ter achado esse site em si, mas também sobre como eu fui percebendo nos "memes" do Allahu Albar, explosões e esse hino do ISIS, que na realidade esses memes não eram só memes edgy ou insensíveis quanto às vítimas do terrorismo islâmico ou quanto à seriedade do terrorismo que durou até por volta de 2019 e o que tem atualmente em Gaza não é da mesma forma e por isso divide águas de mais, eram realmente propaganda do ISIS, com vídeos feitos pra fazer a atividade deles parecer engraçada, desensibilizar os ocidentais quanto à gravidade do assunto e deixar suas atividade invisíveis.
 Não é coincidência o Bolsonaro ter subido ao poder em 2018 graças a memes ridicularizando a esquerda e enaltecendo o PSL/PL, e eu já fui bolsonarista por ter sido vítima desse tipo de propaganda, assim como não é coincidência o 4chan ter criado memes ofensivos e o /pol/ (com envolvimento também do Epstein [link 1] [link 2]), com símbolos falsos de extremismo (dogwhistles) para passar democratas e esquerdistas como paranoicos e que veriam simbolismos malignos onde não existe, para depois os símbolos serem mesmo usados, até o Elon Musk fazer o Sig Heil descaradamente e ser apoiado, assim como o Trump ser reeleito, enquanto o Elsagate levou a um Adpocalypse que forçou o Youtube a deletar os vídeos duvidosos e mudar políticas sobre vídeos infantis entre 2017 e 2018, o que pode ter deletado junto os memes de Allahu Akbar.
 Pai Troll já chegou a falar que teve medo de postar o primeiro episódio de Super Mario From Hell porque foi postado no mesmo dia que a Boate Kiss pegou fogo, mas quase ninguém se lembra de quando o Pai Troll perdeu a monetização de seu canal [link aqui] em 2021 por causa do péssimo bot moderador junto desse "chega" que o Youtube tinha dado ainda mais atrás, mas que graças a tudo que é sagrado o Pai Troll recuperou tudo depois de apoiado, e olha que tinha uma época foda-se das desmonetizações do Youtube que eu lembro dum vídeo do Rik sobre um vídeo que foi desmonetizado porque tinha "Ísis Vasconcelos" no título sendo que era o nome duma pessoa e não o Estado Islâmico do Iraque e Levante.
 Uma vez eu inventei de pesquisar sobre Masquerades (Bailes de Máscaras tipo o Carnaval de Veneza, um tipo de cerimônia medieval que as pessoas usam máscaras e fantasias pra simbolizar a igualdade e o segredo de cada um, e que eu tinha visto umas fotos sobre bobos da corte desses carnavais e masquerades), e achei uma música da Teto sobre isso.
  • Não prestei tanta atenção na letra, mas pelo nome Fool's Masquerade, mas o pouco que eu vi meio que fala sobre usar a máscara, não só no sentido por ser um carnaval de máscaras, mas também de mascarar os sentimentos ruins, e da máscara no sentido de um disfarce, assim como a Teto está vestida de boba da corte (Jester), um tipo de palhaço associado à realeza e também à faceta de alguém extremamente alegre e radiante, mas que esconde uma posição sofrida e que criticava a nobreza.
    • Sendo o tal "Tolo" da música a própria Teto, assim como os Bobos da Corte, ou Jesters, eram conhecidos como Tolos.
  • Inclusive, na Idade Média os Jesters eram meio que os únicos que podiam criticar ou "resenhar"/zoar o rei e os príncipes porque esse "privilégio de tolo" tira o peso de seus comentários, assim como para outras pessoas da corte ou, se o rei estiver mais perto da plebe, também pras pessoas comuns ele só pareceria um "doido engraçado", o que a longo prazo pode ser mais interessante que apenas quebrar ou executar os que forem contra a nobreza.
  • Porém, bobos da corte podem também fazer humor normal e alegrar os jantares dos reis, ou quando tá tudo mais calmo, mas em situação importante, o bobo da corte pode ser conselheiro normal do rei, e pelo que entendi era comum o rei escolher pessoas feias, deformadas ou anões para serem bobos da corte, talvez não necessariamente por serem engraçados por serem feios ou estranhos, mas simplesmente por serem mais únicos ou diferenciados, e deixar a apresentação mais interessante.
  • Aproveitando o tópico sobre Idade Média, existia um rumor que escolas ensinavam sem análise nenhuma (por puro "copia e cola") que os nobres usavam especiarias pra disfarçar gosto da carne podre, o que sinceramente não faz sentido porque:
    • Desde muito antes já tinha o conceito de matar o animal e comer todas as carnes que tiver em um dia, assim como já existiam técnicas de curar/madurar carne, secar no sal e no sol, defumar com queima de madeiras cheirosas, ou aquela técnica hoje em dia mais falada, que a Mesopotâmia e o Egito tinham, de usar potes gelados de água e argila porosa.
    • Assim como, mesmo que a Idade Média fosse mais suja, ela não era escura e sem vida que nem em Game of Thrones, muito menos imunda que nem no Monty Pyton, obviamente tinha aquela ignorância sobre terem nojinho de tomar banho diariamente, assim como não era fácil conseguir água e sabão suficiente pra tomar banhos diários, mas ainda assim havia de certa forma higiene (tipo lavar pelo menos as mãos - pelo que eu entendi existia um método "chique" de lavar as mãos num pote de água com limão, e é tradicional da Índia medieval e a prática foi passada pra Europa por motivos medicinais - ou espalhar perfumes no ambiente - que aliás os cheiros doces e bons eram considerados algo sagrado, e era também comum na Grécia antiga e Arábia medieval).
    • Também algo mais básico que é: Quem tinha dinheiro pra ter terrenos que valem parcelas inteiras de um país, ou um país inteiro, tem dinheiro pra sua família ter carne fresca (seja por fazendas ou por caças) da melhor qualidade disponível, isso é outra coisa básica.
    • Assim como esse rumor da carne podre temperada surgiu de um livro de 1939 escrito por Jack Cecil Drummond e Anne Wilbraham, dois escritores e biólogos britânicos que ficaram conhecido por falarem sem provas em um livro insinuando que os nobres comiam carne podre temperada, ainda mais considerando o nível do viés britânico de confiar cegamente nos Iluministas e acreditarem que ridicularizações dos calvinistas e luteranos pós-medievais fossem verdade absoluta e não uma difamação de concorrência contra povos católicos e monarquistas.
      • Não sou católico e sou até mesmo contra monarquias, o problema é quando os caras são tão burros em suas explicações que eu tenho que defender eles.
 Também eu tenho um webamigo que gosta de OC's Jesters e... meio que isso me inspirou a fazer o Eufitys, um prateado que também trabalha como palhaço de circo, e eu baseei a estética em Jesters e em palhaços tristes franceses, mas adaptado nos prateados usarem quase nenhuma roupa (embora, sim, na minha ideia ele pode usar roupas grandes como ele faria no planeta Parr, ou então usar disfarces, mas isso talvez só "caiba" (não zoando por ele ser gordo, calmae) a partir da temporada 25, que vai demorar um pouquinho), e falando no assunto lá de alquimia, eu meio que voltei mesmo a gostar de histórias e conteúdos de magia ao ponto de me dar a chance de fazer mais OCs magos e mais conteúdos sobre artefatos e poções, e planejo extender isso um pouco caso eu voltar a fazer as temporadas.

Até mais!

23 de abr. de 2026

Curando a sua síndrome de vira-lata

Das histórias mais recentes desse blog:
Por enquanto tô sem ideias de histórias únicas (começo, meio e fim) ou pra Royal Life.
  • Fenômenos e Chronos Inc. acabaram, mas vou ainda aproveitar sua cosmologia e também usar a experiência que acumulei com essas histórias pra criar artefatos e poderes novos, ou reutilizar uns dessas histórias.
  • Covil das Creepypastas tecnicamente terminou antes, já que é do mesmo universo dos anteriores.
  • Hard Life vou demorar pra continuar por falta de ideias, mas planejo continuar até encerrar sua temporada.
  • Banban o Cookiezinho não vou continuar (ainda) porque, como é uma história episódica, não tem muito o que avançar e nem prioridade pra continuar como sequência.
  • Untitled 2014 ainda tá em progresso.
Fora isso, tem algo que eu refleti quando vi esse vídeo, que é: Os brasileiros que falam que "tem que ter folclore brasileiro e vivências brasileiras pra você não ser um escritor vira-latinha" na verdade são só otakus frustrados, da mesma forma que quem tentou boicotar o Halloween e enaltecer o hipotético Dia do Saci hoje em dia são conservadores vira-latas que querem que o Trump e o Milei invadam o Brasil.

Tal conclusão não é precipitada ou baseada em tão pouca experiência, mas também baseado na filosofia derrotista, de repetirem a mesma fórmula porque "quanto mais, melhor" mesmo que essas histórias são esquecidas ou reprimidas a algum nicho, como eu já vi que, mesmo que tenha HQ's boas no Brasil, você talvez não conheça um São Paulo dos Mortos tanto quanto The Walking Dead ou Independência ou Mortos tanto quanto aquele filme do Abraham Lincoln matando zumbis, não vão conhecer tanto o filme O Som ao Redor quanto o filme coreano Parasita (pra caso você conheça um ou ambos e não entendeu a comparação, é que ambos associam a desigualdade social a sentidos, como O Som ao Redor a visão e audição, e Parasita a cheiros/olfato), e não vão conhecer tanto o 48 Km quanto Heartstoppers (que aliás, eu lembro que fiz um meme com a Carla e a Alex baseado num meme da artista Iara, mas não lembro onde foi parar - 100% não uma desculpa pra não pôr fotos nesse post pra ser mais rápido de postar, magina).
  • A propósito, tem uma HQ de Ação a lá Justiceiro e V de Vingança, chamado O Doutrinador, que... mesmo que tenha filme eu não recomendo, tanto o roteiro quanto a coreografia são amadores e fica ruim de assistir com atenção.
Não que as mídias brasileiras sejam ruins, afinal, Brasil continua ser exemplar em desenhos animados (alguns desenhos da TV Cultura, Gui e Estopa, Estresse e Relax, Fudêncio e Seus Amigos ou Mega Liga - desenhos velhos, mas recomendo, não falei do Irmão do Jorel porque esse já era óbvio), sketchs de comédia (tipo Porta dos Fundos), filmes e novelas (afinal, Tropa de Elite e Cidade de Deus são filmes brasileiros tão impactantes e tão bem-feitos que gringos nem acreditaram que isso era algo rotineiro do RJ), também música (Pitty e Matanza foram tipo uma porta de entrada pra mim no rock e metal).

Mas e os otakus? O que têm a ver exatamente? Especificamente porque, não sendo vira-latas pra americanos, são vira-latas pra japoneses, que aí parece até que americanos dependem da mídia do Japão, afinal, a sugestão de música da Copa 2026 sendo um country sério (depois do louvor K-pop de 2022 e das músicas alegres de Samba desde a Copa 2010) parecendo mais música de encerramento de filme de ação e com letra genérica feita por IA tão de má vontade, e depois a Ado fazer uma música FODA e bem-feita, não só nos instrumentos e na letra, mas cantada com coração, mostra que sem o Japão a dita "maior potência" n
ão tem cultura.

Não se diferindo daquela parada que a Inglaterra faz, que teve maior império do mundo mas a culinária dos caras faria de "parece o que um cachorro faria se virasse um humano" pra "ah não, mamãe, uma maçãzinha já basta" (pra quem é novo demais ou só não lembra, é que nuns desenhos de até o fim dos anos 2000 tinha aquelas cenas de café da manhã com muita comida e cheios de coisa, mas que o protagonista adolescente só comia a coisa menos calórica da mesa ou só bebia alguma coisa).

Falando em "sem Japão, EUA não tem cultura", as mídias populares que o pessoal tanto associa a "coisa de americano bleh" nem é americano/estadunidense.
  • Contos de Fadas? São histórias alemãs baseadas em folclores germânicos e celtas.
  • Clássicos da Disney? Adaptados de contos de fadas e mitologias da Europa à Ásia.
    • Dos menos falados, Aladdin é de 1001 Noites, um livro persa, Mulan é de um conto chinês, e Mogli é de um livro indiano mas tirando tudo de racista do autor original.
    • Falando em Mulan, a parada de "ninguém canta na guerra" foi só desculpa preguiçosa pra não ter música e parecer """realista, mas tem músicas na guerra pra acalmar ou motivar, como os hinos, marchas, ou a música "Oi, u luzi chervona kalyna", uma música ucraniana que foi passada por gerações.
  • Senhor dos Anéis? O Tolkien era sul-africano e naturalizado britânico, e baseou em diferentes mitologias e em sua experiência de guerra.
  • Fúria de Titãs? Uma adaptação cagada da mitologia grega com uma versão interessante do Kraken de contos nórdicos de pescador.
  • Harry Potter e Doctor Who? Histórias britânicas baseadas em histórias, mitologias e até teorias de diferentes cantos.
  • Daft Punk? Os DJs são franceses.
  • Mad Max, Digital Circus e Murder Drones? Diferentes autores australianos.
  • Rock n Roll? Blues vem da matrix afro-americana, Jazz e Country têm aspectos diferentes vindos de regiões com mais europeus e brancos, sem falar da influência Punk pós-guerra.
  • Jogos RPG indie? Undertale foi baseado no jogo japonês Earthbound, e temos jogos japoneses como Yume Nikki e Castelo Mogeko, ou o OFF que é um jogo belga e o jogo finlandês Fear and Hunger.
  • EBM? O mais popular do ramo é a banda alemã Rammstein, e ainda tem sua influência no estilo musical Jumpstyle, do lituano Yabujin.
  • DJ's famosos? Alok e Umulu/Mulú são brasileiros, Avicii (Deus o tenha) é sueco, Alan Walker é norueguês, Speedycake (aquele dos memes Paffendorf e Caipirinha) é japonês, Yabujin é lituano, Daft Punk e DJ Snake (aquele de memes de 2012 a 2015) são franceses.
  • Histórias de máfia? Máfia italiana em histórias em Nova Iorque, máfia chinesa em filmes de Kung Fu, às vezes máfia russa quando é uma história de fato internacional e tem vilões russos sem ter tema ou subtexto de Guerra Fria.
  • Witcher, Dying Light e até Cyberpunk 2077? Autores poloneses, incluindo a empresa CD Projekt com K ao invés do C (no caso de Witcher incluindo o livro, já o Cyberbug foi só o jogo em si).
  • Também recomendo jogos indies brasileiros, como Oniken, Odallus, Chroma Squad, a Lenda do Herói (que ainda planejo jogar) e Mars 2120.
  • Assim como animes também podem se passar na China (como Apothecary Diaries e, só pra completar, também muitos animes como Naruto, Dragon Ball e o cartoon Avatar têm inspirações chinesas e indígenas), ou no Brasil (Michiko no Hatchin), ou animes baseados em mitologias ocidentais (Record of Ragnarok e os jogos de Fate).
Falando em jogos, até os jogos mais mal-feitos, daqueles que eu chamava de "história woke de quinta categoria", mas dá pra chamar de "histórica típica woke" ("típica woke" porque woke perdeu significado, então tô evitando usar esse termo ou usando entre aspas), que "todo branco é fdp, todo negro, pardo e asiático é vítima", ou "todos os heróis gays e os vilões sendo héteros cristãos" (que por sinal esse ateísmo extremo é culpa dos anglicanos e puritanos que viveram pintando os católicos como conservadores ou supersticiosos), e "nossa protagonista tem que ser escrota e todo diálogo dela parecer discurso do Twitter" (ganhando pontos se for self insert de alguma diretora), e tem um problema em jogos como Dustborn e Concord que prejudicou mais que ser "woke" (não ser só progressista, mas industrializar todo tipo de pauta até ficar errado ou irritante), que é o jogo ser feio e sem graça.

Acho que nesse blog é a terceira vez que eu falo sobre Concord, mas nesse caso é pra explicar que nem esses jogos ruins com marketing agressivo e industrialização de pautas é estadunidense, isso é, o Concord nem tanto já que é mais um dos jogos fracassados e militantes que a canadense Sweet Baby Inc ficou pressionando, já o Dustborn é um jogo norueguês (pra um país que pratica satanismo e nazismo por tédio, acho que tá explicado por que a "história de amor, esperança e robôs" foi tão deturbada pela própria ideologia), e pior ainda: um jogo que vive de verba pública.
  • Post meu falando sobre Concord: Clique aqui
  • Post meu falando sobre Dustborn: Clique aqui
  • Um pouco mais sobre Concord é que: A falência desse jogo, que foi investido 400 milhões de dólares e levou 8 anos pra fazer, modelar e programar, ensinou lições como:
    1. Hero Shooters e Jogos de Serviço já saíram de moda, só tão se mantendo os jogos que tão fazendo bem-feito (como Fortnite e, até certo ponto, o Overwatch e o Valorant);
    2. Levar mais de 3 anos pra fazer um jogo tão grande e detalhado (que inclusive o jogo ficou tão feio porque colocaram detalhes de mais, eu e o Amaterasu vimos fotos da HUD do jogo e é poluída pra caramba, sobra pouco espaço pra ver o cenário e personagens que vai mirar e tem desenho em coisas que ninguém ia ligar nem se o jogo desse certo) não adianta se você não acompanha as inovações dos jogos e nem constrói um público adequado (eu só ouvi falar do jogo porque a notícia do jogo falindo foi muito impactante, mas também tão engraçado que desenvolvi hiperfoco pelo jogo só por causa da curiosidade, se o jogo tivesse notícias, curiosidades, construísse comunidade, atrairia mais gente);
    3. Não adianta chamar youtubers ou membros da sua equipe pra bajular o jogo, falar que é "o futuro do PlayStation", que "el Concord es clave", se vier tão cheio de defeitos e acabar esquecido como um jogo e lembrado só como um tipo de tragédia.
    4. Tem que ter algo bonito, atraente, interessante, bem-feito, dependendo do jogo e seu público até focar na estética dos personagens (lembre-se do Astro Bot que é fofinho e divertido e do Stellar Blade que tem personagens gostosas - "ah mas a personagem não tem personalidade", ¹quer personagem com caras e bocas esticadas de exageradas? vai ler a HQ Jack, carai, ²história em jogo é que nem história em pornô, para de fingir que importa, ³isso é tão tipo "oh não a lagosta tá tão saborosa" do nível de pessoa reclamando)
      • Tem até num print que eu vi alguém falando pro pessoal de Concord, "na próxima vez lembre-se de fazer personagens que gamers REALMENTE gostem" (que antes que algum desocupado, do tipo que cagou pra Concord e depois ficou lamentando a falência do jogo, venha reclamar, nem precisa fazer personagem gostosa, basta ser personagem bem-feito, relevante, de destaque, etc., eu já fiz o personagem Marshall Anthonny que é tão feio que era parte do poder dele, e ele é até tipo apoio emocional do meu webamigo Gabriel).
    5. Sério, das fan arts que eu vi, não incluindo desenhos meus e nem R34, era só redesign corrigindo defeitos, e olha que mesmo os devs de Concord falando mal dos "poeteiros" por não comprarem o jogo (ué, mas não era logo o pessoal que tanto tentou confrontar os apelos sexuais e queria o público que é contra essas coisas?), mas tem relatos de devs do jogo commissionando artes NSFW, mas não achei a notícia e talvez virou lost media, mas é real que tanto teve dev de Concord que queria NUNCA MAIS fazer jogo ou arte/design, e devs que até imploraram pra não serem zoados cedo demais por um jogo chamado Marathon.
Já se você ainda quiser pôr folclore brasileiro, ou uma história que se passa no Brasil, faça por vontade própria, não pra agradar algum otaku de Anta Gorda RS, Ponta Grossa PR ou ganhar crédito social de Areiópolis SP (é que eu tava cansado da piada de Xique Xique Bahia, fui ver foto de lá e é até bonitinha a cidade, a propósito, Areiópolis não é um nome absurdo mas temos em São Manuel uma piada interna que Areiópolis é tipo a nossa "Guiana"), e se quiser fazer história baseada em alguma coisa estrangeira ou internacional, não só faça sem medo mas faça desde que fique bom e, no mínimo, original.

 Não adianta você fazer um Umamusume de Mulas Sem Cabeça meninas do agro (improvisei, lembrei da Umamusume Mula Sem Cabeça da Lanaflowers que ficou ótima) pra ser elogiado em Pratânia mas a história ser sem pé nem cabeça, cheia de furos ou então sem propósito além de surfar no hype de meninas cavalo e folclore, assim como não dá pra um autor americano criar uma história de cowboys vs wendigos vs androides se vai ser um roteiro genérico e cansado tipo o que acusam Wish da Disney, apesar que coisas mal roteirizadas e genéricas existiam antes das IAs sequer serem um conceito popular, eu vi recentemente o FFG de Santa Claus Saves the Earth (o jogo da fada que parece mais uma bruxinha e quer atrapalhar o Papai Noel), assim como teve caso dum cara que tentou criar uma rede social usando programação só dada pela IA e teve milhões de dados vazados em minutos, a questão não é que as IAs criaram essa preguiça e sim que elas aumentaram o alcance disso.
 Eu zoei Areiópolis e Pratânia, mas no caso da Pratânia eu não zoei por ser uma cidade dependente de São Manuel, e sim porque lembrei de duas coisas que nem sei onde mais eu contaria:
  • Teve uma vez que eu passei num concurso público de administrador pra Pratânia, mas além do concurso na verdade ser pra um tipo de vaga temporária que quando terminar eu teria que sair, e teria que eu sair do emprego anterior de limpar parque (que aliás hoje foi mó rolê pra limpar a pista do Poli), a mulher entrevistadora tentou me dar um papel de aceitar vaga mesmo eu recusando a vaga, aí também tinha o detalhe que Pratânia era mais longe que a média de outras cidades.
    • Sobre o papel, era pra mulher dar dois papéis pra recusar a vaga (um ficaria comigo e um com a prefeitura), mas ela tentou esconder o segundo papel e falar pra eu assinar o papel de aceitar (detalhe: eu li os títulos porque eu sabia que era pra tomar cuidado, e percebi naquele momento que ela queria o papel de aceitar a vaga assinado pra virar contra mim), e eu já percebendo aquilo, já impedi esse plano dela e peguei o segundo papel de recusa pra assinar.
  • Também tinha um relato que meu irmão contou, de um colega de escola que pegou um jornal com "Pratânia" no texto, e ficou falando "Pênis, Pratânia" (e a piada tá bem óbvia).
 Sobre Concord ser feio, tem diferentes formas de jogos serem bonitos ou no mínimo carismáticos, dá pra ser fofo/charmoso tipo a maioria dos jogos da Nintendo (eu sei que a Nintendo tá mal-caráter esses anos, mas a Sony tá ativamente criando jogos ruins, remasters cansativos e deixando serviços mais caros, e já chegou a existir um Metal Gear que precisava pagar 10 dólares pra fazer save novo, então dá pra ficar pior que já tá), ou doido/bobo/engraçado tipo jogos do Crash e alguns da Rare da geração PS1/N64, ou expressivo e dinâmico como jogos do Sonic, Castlevania e até mesmo Spyro, e se for pra fazer feio, tipo jogo/filme de terror, que seja feio de propósito, assustador, medonho, aprendam a usar body horror também, não feio tipo malfeito (ex: Dormitablis (fangame de FNaF) ou Spawn (filme adaptado de HQ)). Só evitem fazer realista, com o orçamento e tempo que cês têm irá ficar malfeito e nem realista vai ficar o suficiente, que nem é com Mineirinho Adventures (que a propósito... pouca gente sabe, mas esse jogo é baseado numa marca de lanchonete e churrascaria chamada Dom Zellitu's, que por sua vez, fui ver e o restaurante é bem avaliado, então o problema tá 100% no jogo mesmo)

 Falando em pautas e Sul do país, eu subestimava muito as cotas de vestibulares e concursos mas era porque antes eu considerava isso racista e segregador, por presumir que a pessoa estudou menos ou em escola de menor qualidade só por ser de tal grupo étnico e social, assim como teve caso de gente (mesmo casos isolados e insuficientes pra dizer que é exatamente uma amostra) que foi recusada pelo Enem por "não ser negro/pardo" (mesmo sendo escura pra considerar parte da cota ou só pra não dizer que a pessoa é realmente branca), ou jovem que fez blackface pra tentar tirar vantagem de cota de concurso público.
 O problema é que tô parando de falar mal do sistema de cotas porque parece que hoje em dia no Brasil o racismo tá até aumentando, com gente de estados como RS, SC, SP e, por algum motivo, a Bahia também, até mesmo se associando ao nazismo e derivados (crimes de ódio, apologias genocidas, Nanauê/integralismo e eugenia), tá tão pesado que achar nazistas em RS e SC tá tipo achar talhares na cozinha, enquanto tem motivos de cotas existirem, que é ter uma maioria de pessoas pobres e classes média a média-baixa de etnias diferentes, mais que só pelo menor acesso, mas também como apenas um dos passos pra reparação histórica considerando o passado com trabalho escravo e afins (então atacar a cota como se fosse a única tentativa pública disso é, além de racista, uma falácia de espantalho, e eu não criticava sob essa falácia, só criticava o que fazia sair muito pela culatra).

Chega a não ter a ver com o que acabou progredindo, mas tem a ver com umas notícias que vi também nesse meio tempo e, assim como a piada de Areiópolis e a treta minha com Pratânia, não fazia a menor ideia se eu falaria isso alguma outra vez ou em outro post, mas é de uns contrastes que, se eu não fosse só um jovem cheio de hiperfocos em tropos e que já assistiu a tantos assuntos, iria parecer um poeta falido procurando frase de efeito, como o contraste entre pautas progressistas exageradas e deturbadas pela capitalização vazia e o extremismo puramente ideológico e usado pra causar pânico coletivo, ou o contraste entre se faz mesmo ou não algo baseado puuuuramente em cultura do próprio território por opção própria ou porque tem amadores derrotistas cagando regra pra não admitir a incompetência pra concorrer.

Até mais!

30 de dez. de 2025

Achei isso pouco antes do ano acabar

Eu estive xeretando minha galeria antiga logo hoje, e acabo encontrando isso aqui:
Sabe quando tem algo tão maravilhoso que chega a aterrorizar? Eu jurava que esse desenho da Isabella era de por volta de 2017, e nem tinha tanta certeza do ano que comecei as HQ's rascunho do Projeto Dream porque as histórias tavam tudo perdido.

Mas essa foto muda tudo, e resumindo, eu admito que eu desenhava muito em espaços vazios das apostilas ou de algumas provas (mas das provas eu não achei foto), e realmente começaram algumas ideias, como o Peixe Maquiado e algumas criaturas que surgiram tanto pro que foi futuramente rebootado aqui no Untitled 2014 ou meros desenhos de monstros que eu fazia por gostar, então sim, se não existisse Projeto Dream existiria no mínimo algo parecido com a Isabella Dermurer (daquele desenho acima, junto com uma Samara e um Blemmyae) no Untitled 2014.
Melancia com pernas (por causa de uma vez que eu falei de "melancia em pé" e corrigi como "em pé não, vertical, melancia não tem pé", e essa imagem ficava na minha cabeça por muito tempo) ou esse bicho com tentáculos e pernas que claramente baseei em como interpretavam os filhos da Shub-Niggurath.
Achei também essas fotos de formatura, que tinha esse robô de festa porque era uma escola particular e então era super chique (não no sentido só do formal, mas que era algo bem rico mesmo, até alugaram o Clube Recreativo da cidade pra tal festa), na foto à esquerda o robô tá com o meu pai e na foto à direita ele tá com meu irmão e umas mulheres que não sei.

Nessa época de ensino fundamental, que eu me formei em 2018, eu também tive histórico de brigar muito ou gritar muito, porque eu não tinha uma educação emocional adequada e muitas pessoas da sala que podiam ser irritantes eram especificamente piores pra mim, e a neurologista que eu consultava (que eu não sei o nome e isso acidentalmente deixa ela anônima) disse na época que eu tinha algum problema de estresse, numas ressonâncias disseram pra minha família que podia ser um foco epiléptico (comum na parte da minha mãe da família, já que pelo menos uns primos meus também tinham, um deles ainda tem epilepsia), por esse foco alterar o estresse, eu até achava que tinha Transtorno Explosivo Intermidente, mas só lá pra 2023 que um médico peruano recusou eu de entrar no emprego que fiz o primeiro concurso de Auxiliar de Serviços Diversos, porque me colocaram pra uma parada de Meio Ambiente e o médico se preocupou porque, segundo ele, as ferramentas como motosserras eram perigosas até pra neurotípicos e outros sem deficiência, e ele suspeitou de cara que eu tinha autismo, só de notar o jeito enrolado que eu tava falando.

Por isso eu podia tar muito mais focado em um hobby ou em alguma mídia, não era eu sendo preguiçoso e ignorando o que era importante, era hiperfoco, e do foco epiléptico, pode ser tanto algo separado quanto algo que podia ter agravado meu autismo, já que alguns sintomas de tremedeira (como o flapping de autistas) ou a facilidade de estressar são comuns em ambas as condições, então, se você tem algum problema que se coincida com algum sintoma real, procure um médico o mais rápido possível pra tirar as dúvidas, se quem procura acha, é melhor encontrar que ver as suas doenças ou deficiências te definhando sem você saber.

Junto daquelas fotos e de mais outras abaixo, eu achei esse print que eu talvez tenha tirado daquelas listas de "gente que talvez você conheça" do Facebook, como se fosse um couple acidental, e não sei quem eram, mas um tava usando daqueles edits "sadboy" mas de coraçãozinho fofo com anime, e outro tava usando (como fui pesquisar) a Arah Yoonseul, uma personagem de um manhwa erótico chamado Perfect Half. Era daquela época que, mesmo se fosse de alguma mídia sexual, se a personagem era bonita e tava usando roupa daora na foto, era comum aparecer como foto de perfil de otakus sebosos que... na real eram bem amigáveis até.
Mas dos outros desenhos, essas fotos acima provam que inicialmente eu tava pensando no "Untitled 2014" da época, que aliás, mesmo que esses desenhos sejam de no máximo 2018, beeem no Novo Ano, é bem provável que eu tava criando mais desses bichinhos pensando nesse universo antigo que eu já nem fazia mais quadrinhos, que assim como a versão piloto do Projeto Dream, sumiu como espirro no vento de Outono.
Uma arte maior da Isabella e uma arte do Muramasa (que, realmente, no pouco que tá pra ver no borrado, tá desproporcional porque eu tava ainda aprendendo a fazer desenhos maiores e com corpos mais inteiros, e pra mim desenhar esqueletos era complicado), lembro que um dos meus colegas, o Vitor (conhecido como o "macumbeiro da sala" porque o cara era dos bagunceiros do fundão mas misteriosamente tirava nota máxima em boa parte das matérias), até falou que "deveria pôr menos aqui (no peito) e mais aqui (na barriga)", porque a minha crush que eu me inspirei pras versões antigas da Isabella era gordinha e... mesmo ela nem gostando de mim e eu já superando, só vou dizer aqui o que não deu pra falar na época: Tava tudo bem ser gordinha porque ela era bonita daquele jeito, e o mais irônico é que realmente eu desenho a Isabella um tanto mais redondinha mas ao mesmo tempo mais forte, assim como aos poucos eu aprendi a melhorar proporções.
Uns colegas da minha sala num tipo de trote de festa junina na quadra, eles eram bem legais e acho que desperdicei um pouco das interações mais por eu ser pouco sociável, e curiosidade, o Luan, que é aquele de chapéu e no fundo da foto, eu vi umas vezes no parque que eu trabalho hoje, e eu conversei umas poucas vezes no Whatsapp, ele ainda aprecia o fato de eu saber desenhar, e eu aprecio como ele dedicou aos exercícios e esportes e está bem musculoso (uma pena que não tenho foto disso pra provar).

27 de dez. de 2025

O que odeio da SCP + outros assuntos

Recentemente eu fiz muitos capítulos da Chronos Inc. e acho que eu até falei em outro post sobre eu ter feito isso porque tava com hiperfoco na SCP Foundation de novo, e quando eu tava conversando sobre SCP com umas webamigas uma delas falou que seria bom se SCP tivesse filme e... eu discordei dela e ainda discordo, afinal, coisa de internet sempre tem filme ruim, isso quando Hollywood ou estúdios muito próximos tentam industrializar o terror, porque esse pessoal se recusa a sair dos mesmos moldes de tudo ser jumpscare barulhento ou toda hora, ou um tom quase moralista com personagens adolescentes indo atrás desses monstros porque são rebeldes ou estúpidos demais.

O próprio filme do Slender Man desrespeita tudo o que a creepypasta podia oferecer (e ainda nem é uma creepypasta de fato ruim e suas versões conseguem ser de razoável pra bom) e usam muitos clichês irritantes de terror (adolescentes rebeldes, ritual macabro pra invocar a entidade, personagens fazendo burrices convenientes pra entidade aparecer, e jumpscares ruins), e o Meme do Mal que é um filme da Momo (e quando eu não entendi eu achei que era um filme do Troll Face) meio que só nasceu morto, foi baseado em algo que desde sua concepção foi desmentido, e que tava causando tanta dor de cabeça nas pessoas que o dono da Momo jogou a boneca no lixo, e é filme de 2022 (tipo, pandemia acabou de acabar nessa época, e Momo e Baleia Azul eram lendas urbanas porque pais moralistas e imbecis não sabiam que depressão podia, além de existir, ser causado pelos próprios pais sendo escrotos).
Assim como vocês podem reclamar do filme do Minecraft ser besta, ser ridículo, e até ser meio brainrot e cheia de frases de efeitos, jingles e eles conseguiram chamar o ator mais redondo disponível pra fazer o Steve (e eu suspeito que foi de propósito, mas ainda assim a prática deu errado), mas pelo menos fizeram um filme infatil e besta de Minecraft, não um jogo de terror porque seria bem no filme do Meme do Mal ou então daquele filme do Ursinho Pooh - Sangue e Mel, que iriam pegar tudo da franquia e degenerar em meros monstros sem carisma e reduzir a um filme repetitivo de terror, não teria Herobrine e não teria esquizofrenia com o Modo Pacífico.
Eu achei esse print num grupo em espanhol que eu vi no Face e... o Modo Pacífico nunca foi realmente assustador, as pessoas praticamente falam isso porque sei lá, virou moda tentar botar medo onde não tem como, porque o Minecraft já era um jogo pouco habitado e eu não tinha frescura de ter medo disso porque era o normal, e o pior: Eu tinha medo de Enderman e do Nether, e isso me fez não conseguir jogar Minecraft em qualquer dificuldade com monstro por muito tempo.
De qualquer forma, desculpa o termo devassado mas ter medo do Modo Pacífico do Minecraft ou achar que esse sentimento de vazio dá pra aplicar em qualquer jogo ou desenho, só porque você ficou paranoico por algum momento nessas mídias, é NUTELLAGEM, VOCÊ QUE TEM MEDO DE ASSISTIR BOB ESPONJA OU DE JOGAR MARIO 64 VOCÊ É UM NUTELLA, UM FROUXO, TEM MEDO DA PRÓPRIA SOMBRA, CRESÇA!

Mas voltando a falar de Secure Contain Protect que era pra ser o assunto principal, tem algo que eu acho estranho que é como a Fundação trata a Classe D como se fosse praticamente renovável. Eu sei que 99% deles vai ser realmente criminosos tão terríveis que, ou ninguém se importa se eles morrerem tentando salvar o mundo ou algo assim, ou só trabalhando nos experimentos mais perigosos desse universo pra terem uma pena mais curta se sobreviverem, ou dependendo do criminoso talvez eles aguentem certos danos físicos dos SCP's perigosos, e o problema não é *essencialmente* esse.

O problema é como a Fundação simplesmente banaliza a perda de uma força de trabalho usada justamente pra não ter que usar gente mais digna ou que possa ocupar tarefas mais "tranquilas", como pesquisas ou força-tarefa, sem falar de histórias de Classe-D que tem que ser abatido porque errou em algum procedimento ou só porque é mais rápido que simplesmente socorrer. O problema é sobre até mesmo enviarem a MTF eliminar Classes-D, dá pra entender quando abatem pesquisadores imperdoavelmente infratores que tão lá por punição, esse sabem de mais, mas dos que são criminosos ou gente sequestrada não parece tão de fato necessário.
Aliás, saudades do Containment Breach, apesar que não curto ver gameplay de jogos de terror a não ser que em análises ou com o jogador comentando e se assustando, o que me motiva menos a procurar gameplays novas de jogos da SCP, mas de qualquer forma, chega a ser estranho como a fandom de SCP seguiu passando pano pro Dr. Bright (personagem) mesmo sendo o self-insert claro do AdminBright, e eu odeio como ilustram o Dr. Bright sempre como fofo, silly, etc., e o Dr. Clef como ou muito badass ou o clássico chato da dupla.
Sem falar que antes tinha uma lista de "coisas que Dr. Bright não tem permissão", que aliás eu baseei nos casos do AdminBright e Dr. Bright pro Dr. Bóris, e diferente da Chronos que realmente condenou o Dr. Bóris, a Fundação não parece ter condenado o personagem e nem neutralizado o SCP-963 dele, ficando implícito que ele ainda trabalha na Fundação, e nem tentam separar autor de personagem sendo que era o self-insert do cara e também até mesmo deletaram a lista do Dr. Bright porque a mesma envelheceu mal.

Falando nisso, eu tô jogando o Lobotomy Corporation, que bem, pelo que eu vi a Limbus Company (um tipo de "Fate, mas se os personagens morassem numa Cidade Colmeia de Warhammer 40k") é uma prequel desse universo, e a Lobotomy eu conheci beeem na época que SCP era hype (mas sem a treta do powerscaling, era bem antes) e é um jogo de 2018, que inclui:
  • Gerenciar empresa de captura de entidades anômalas estilo SCP;
  • A IA parece a Hatsune Miku;
  • Você tem que coletar energia dessas entidades (tipo Monstros SA só que ao contrário: os humanos tiram energia de emoções de monstros);
  • Também dá pra usar energia dessas entidades como matéria-prima pra melhoras;
  • E sem usar Classe D, o pessoal que opera nas pesquisas arriscadas é remunerado e claramente topa a ideia porque os loops temporais que são feature do jogo (não só save & load) meio que vai salvar a maior parte deles.
Mas de qualquer forma, teve uma treta entre 2019 e 2020, em que um filho da puta do caralho chamado Andrey Duksin ou Andre Duen tentou registrar direitos autorais da Fundação SCP e processar os donos originais, e deu uma treta judiciária miserável, e pelo que parece por isso tantos SCP's perderam imagens de suas clássicas ilustrações, por crises de direitos autorais que levou SCP's a terem ilustrações novas, seja fotos livres com pouca edição (como o do SCP-096 4 pixels) ou artes originais (como do 106 e 682).
SCP-610 vem do Diorama dos Sonhos, de 2008 pelo autor Max Powell, que de tão impressionante e único, eu resolvi mostrar umas fotos dessa arte que pouca gente conhece, e parece ter a ver com o H. R. Giger na inspiração.

SCP-173 vem da arte Sem Título de 2004, do escultor Izumi Katō, e não duvido que ele tenha ficado famoso com o "amendoinzinho" que o Moto42 (Wesley Williams) usou como inspiração pro primeiro SCP roteirizado.

SCP-106 foi publicado pelo Dr. Gears, e pelo que entendi, veio de uma foto de um graffiti russo, mas infelizmente informações além disso viraram Lost Media.

SCP-096 eu acho que a arte dele é original, não sei se é pintura ou CGI, mas deve ter sido inspirado no The Rake (que eu traduzi como O Rastelo na minha série das creepypastas porque O Ancinho não pareceria ameaçador kkkkkkk), acho que tiraram a foto e a versão de rosto censurada porque contradizia com a ideia de, só de ter 4 pixels que indiquem o rosto dele ele irá saber que você olhou pra entidade

SOBRE ANORMALIDADES DA CHRONOS
M-Cr-043 foi baseado no SCP-096, M-Q-036 foi baseado no SCP-106 e em Gemini Home, L-Sg-301-4 é baseado no SCP-3001 e no Macroverso Sem Cabeça de Dr. Nowhere, e o P-Sg-001 era baseado no SCP-173 e nos Anjos Chorões, mas o P-Nt-803 e a Tomada 9 foram baseados na treta jurídica do Andrey Duskin, como se o SCP-173 estivesse perseguindo esse cara num tipo de purgatório digital.
M-Sg-901 tem um pouco de inspiração no SCP-3199 e também no Prehistoric Emergence. E tem também referências a Lovecraft como o M-SgT-017, Arkham e Innsmouth, e deuses como Cthulhu e Shub-Niggurath serem canônicos, e eu até unifiquei o Rei de Amarelo e o "Operador" (como tô chamando o Slender Man nas minhas histórias baseadas no Marble Hornets) sendo do mesmo grupo, e sim, planejo continuar Covil das Creepypastas (nome baseado num rap geek de monstros que... como eu não consegui achar de novo acho que virou Lost Media também).
SCP-682 vem de uma carcaça de baleia branca, ou beluga, largada na Rússia, provavelmente cheio de lodo e pele podre, que parecia como se o SCP tivesse as escamas derretidas.

A foto atual do "SCP-096 blocked out" veio de uma foto gratuita, genérica, de um homem escalando montanha, e ele tá bem :)
Dá pra considerar fotos do SCP-096 como agentes de morte memética (sabe aquilo que terror cósmico não é "o homem polvo é tão feio que fiquei louco!", aqui é exceção, agentes de morte memética são imagens são complexas e fortes que podem causar dano), e o Agente de Berryman-Langford vem de uma arte fractal de direitos gratuitos feita pelo artista Kevin Dooley usando imagens de diferentes penas.

Sabe Efeito Borboleta, em que uma causa pequena tem um conjunto enorme de consequências? O Método Ishikawa (LOGÍSTICA JUMPSCARE!!! - se bem que pelo que parece a maior fraqueza da SCP é a logística de deixar sustentável gerenciar tanta coisa perigosa num só lugar) é um meio de compilar várias consequências para uma causa muito grande ou muito complexa, e realmente dá pra dizer que a união de várias fotos muito misteriosas ou underground (que cada arte de inspiração já é uma causa menor), com histórias de terror diversificadas (também cada um sendo uma causa), pra no fim ter uma série tão grande de terror cósmico e documental, e que por sua vez eu tinha baseado na SCP e na Lobotomy justamente porque eu tinha esse fascínio de histórias de ficção científica ou fantasia sobre catalogar o sobrenatural (que se for ver bem, tem desde a Era Vitoriana já que o Dr. Van Helsing era inicialmente um personagem médico que tava investigando sobre como o Drácula funcionava), sem falar de eu ter me inspirado não só no terror, mas em múltiplas referências como:
  • os KGC's e os Dragonslayers serem as típicas histórias e kaiju vs mecha;
  • as sessões sobre protocolos e até da Condenação do Dr. Bóris eu ter me baseado em como contratos e acordos funcionam;
  • o M-Nt-017 ser baseado em lobisomens e eu gostar de folclore, fantasia e ficção evolutiva;
  • a história do P-Nt-127 na Guerra Dragonstorm é baseada no meme do "Mom get the camera !!" do MLG;
  • até o P-In-345 eu reutilizei de histórias eróticas, mas organizadas e civilizatórias, que eu fiz por exemplo no Projeto Dream e em Pilar da Vida.
E no fim, eu acabei indo mais além da inspiração inicial, e meio que a Chronos Inc. só reforça algo que eu já tinha planejado antes, que é reutilizar essa história como um exercício criativo.

Até mais!