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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

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23 de abr. de 2026

Curando a sua síndrome de vira-lata

Das histórias mais recentes desse blog:
Por enquanto tô sem ideias de histórias únicas (começo, meio e fim) ou pra Royal Life.
  • Fenômenos e Chronos Inc. acabaram, mas vou ainda aproveitar sua cosmologia e também usar a experiência que acumulei com essas histórias pra criar artefatos e poderes novos, ou reutilizar uns dessas histórias.
  • Covil das Creepypastas tecnicamente terminou antes, já que é do mesmo universo dos anteriores.
  • Hard Life vou demorar pra continuar por falta de ideias, mas planejo continuar até encerrar sua temporada.
  • Banban o Cookiezinho não vou continuar (ainda) porque, como é uma história episódica, não tem muito o que avançar e nem prioridade pra continuar como sequência.
  • Untitled 2014 ainda tá em progresso.
Fora isso, tem algo que eu refleti quando vi esse vídeo, que é: Os brasileiros que falam que "tem que ter folclore brasileiro e vivências brasileiras pra você não ser um escritor vira-latinha" na verdade são só otakus frustrados, da mesma forma que quem tentou boicotar o Halloween e enaltecer o hipotético Dia do Saci hoje em dia são conservadores vira-latas que querem que o Trump e o Milei invadam o Brasil.

Tal conclusão não é precipitada ou baseada em tão pouca experiência, mas também baseado na filosofia derrotista, de repetirem a mesma fórmula porque "quanto mais, melhor" mesmo que essas histórias são esquecidas ou reprimidas a algum nicho, como eu já vi que, mesmo que tenha HQ's boas no Brasil, você talvez não conheça um São Paulo dos Mortos tanto quanto The Walking Dead ou Independência ou Mortos tanto quanto aquele filme do Abraham Lincoln matando zumbis, não vão conhecer tanto o filme O Som ao Redor quanto o filme coreano Parasita (pra caso você conheça um ou ambos e não entendeu a comparação, é que ambos associam a desigualdade social a sentidos, como O Som ao Redor a visão e audição, e Parasita a cheiros/olfato), e não vão conhecer tanto o 48 Km quanto Heartstoppers (que aliás, eu lembro que fiz um meme com a Carla e a Alex baseado num meme da artista Iara, mas não lembro onde foi parar - 100% não uma desculpa pra não pôr fotos nesse post pra ser mais rápido de postar, magina).
  • A propósito, tem uma HQ de Ação a lá Justiceiro e V de Vingança, chamado O Doutrinador, que... mesmo que tenha filme eu não recomendo, tanto o roteiro quanto a coreografia são amadores e fica ruim de assistir com atenção.
Não que as mídias brasileiras sejam ruins, afinal, Brasil continua ser exemplar em desenhos animados (alguns desenhos da TV Cultura, Gui e Estopa, Estresse e Relax, Fudêncio e Seus Amigos ou Mega Liga - desenhos velhos, mas recomendo, não falei do Irmão do Jorel porque esse já era óbvio), sketchs de comédia (tipo Porta dos Fundos), filmes e novelas (afinal, Tropa de Elite e Cidade de Deus são filmes brasileiros tão impactantes e tão bem-feitos que gringos nem acreditaram que isso era algo rotineiro do RJ), também música (Pitty e Matanza foram tipo uma porta de entrada pra mim no rock e metal).

Mas e os otakus? O que têm a ver exatamente? Especificamente porque, não sendo vira-latas pra americanos, são vira-latas pra japoneses, que aí parece até que americanos dependem da mídia do Japão, afinal, a sugestão de música da Copa 2026 sendo um country sério (depois do louvor K-pop de 2022 e das músicas alegres de Samba desde a Copa 2010) parecendo mais música de encerramento de filme de ação e com letra genérica feita por IA tão de má vontade, e depois a Ado fazer uma música FODA e bem-feita, não só nos instrumentos e na letra, mas cantada com coração, mostra que sem o Japão a dita "maior potência" n
ão tem cultura.

Não se diferindo daquela parada que a Inglaterra faz, que teve maior império do mundo mas a culinária dos caras faria de "parece o que um cachorro faria se virasse um humano" pra "ah não, mamãe, uma maçãzinha já basta" (pra quem é novo demais ou só não lembra, é que nuns desenhos de até o fim dos anos 2000 tinha aquelas cenas de café da manhã com muita comida e cheios de coisa, mas que o protagonista adolescente só comia a coisa menos calórica da mesa ou só bebia alguma coisa).

Falando em "sem Japão, EUA não tem cultura", as mídias populares que o pessoal tanto associa a "coisa de americano bleh" nem é americano/estadunidense.
  • Contos de Fadas? São histórias alemãs baseadas em folclores germânicos e celtas.
  • Clássicos da Disney? Adaptados de contos de fadas e mitologias da Europa à Ásia.
    • Dos menos falados, Aladdin é de 1001 Noites, um livro persa, Mulan é de um conto chinês, e Mogli é de um livro indiano mas tirando tudo de racista do autor original.
    • Falando em Mulan, a parada de "ninguém canta na guerra" foi só desculpa preguiçosa pra não ter música e parecer """realista, mas tem músicas na guerra pra acalmar ou motivar, como os hinos, marchas, ou a música "Oi, u luzi chervona kalyna", uma música ucraniana que foi passada por gerações.
  • Senhor dos Anéis? O Tolkien era sul-africano e naturalizado britânico, e baseou em diferentes mitologias e em sua experiência de guerra.
  • Fúria de Titãs? Uma adaptação cagada da mitologia grega com uma versão interessante do Kraken de contos nórdicos de pescador.
  • Harry Potter e Doctor Who? Histórias britânicas baseadas em histórias, mitologias e até teorias de diferentes cantos.
  • Daft Punk? Os DJs são franceses.
  • Mad Max, Digital Circus e Murder Drones? Diferentes autores australianos.
  • Rock n Roll? Blues vem da matrix afro-americana, Jazz e Country têm aspectos diferentes vindos de regiões com mais europeus e brancos, sem falar da influência Punk pós-guerra.
  • Jogos RPG indie? Undertale foi baseado no jogo japonês Earthbound, e temos jogos japoneses como Yume Nikki e Castelo Mogeko, ou o OFF que é um jogo belga e o jogo finlandês Fear and Hunger.
  • EBM? O mais popular do ramo é a banda alemã Rammstein, e ainda tem sua influência no estilo musical Jumpstyle, do lituano Yabujin.
  • DJ's famosos? Alok e Umulu/Mulú são brasileiros, Avicii (Deus o tenha) é sueco, Alan Walker é norueguês, Speedycake (aquele dos memes Paffendorf e Caipirinha) é japonês, Yabujin é lituano, Daft Punk e DJ Snake (aquele de memes de 2012 a 2015) são franceses.
  • Histórias de máfia? Máfia italiana em histórias em Nova Iorque, máfia chinesa em filmes de Kung Fu, às vezes máfia russa quando é uma história de fato internacional e tem vilões russos sem ter tema ou subtexto de Guerra Fria.
  • Witcher, Dying Light e até Cyberpunk 2077? Autores poloneses, incluindo a empresa CD Projekt com K ao invés do C (no caso de Witcher incluindo o livro, já o Cyberbug foi só o jogo em si).
  • Também recomendo jogos indies brasileiros, como Oniken, Odallus, Chroma Squad, a Lenda do Herói (que ainda planejo jogar) e Mars 2120.
  • Assim como animes também podem se passar na China (como Apothecary Diaries e, só pra completar, também muitos animes como Naruto, Dragon Ball e o cartoon Avatar têm inspirações chinesas e indígenas), ou no Brasil (Michiko no Hatchin), ou animes baseados em mitologias ocidentais (Record of Ragnarok e os jogos de Fate).
Falando em jogos, até os jogos mais mal-feitos, daqueles que eu chamava de "história woke de quinta categoria", mas dá pra chamar de "histórica típica woke" ("típica woke" porque woke perdeu significado, então tô evitando usar esse termo ou usando entre aspas), que "todo branco é fdp, todo negro, pardo e asiático é vítima", ou "todos os heróis gays e os vilões sendo héteros cristãos" (que por sinal esse ateísmo extremo é culpa dos anglicanos e puritanos que viveram pintando os católicos como conservadores ou supersticiosos), e "nossa protagonista tem que ser escrota e todo diálogo dela parecer discurso do Twitter" (ganhando pontos se for self insert de alguma diretora), e tem um problema em jogos como Dustborn e Concord que prejudicou mais que ser "woke" (não ser só progressista, mas industrializar todo tipo de pauta até ficar errado ou irritante), que é o jogo ser feio e sem graça.

Acho que nesse blog é a terceira vez que eu falo sobre Concord, mas nesse caso é pra explicar que nem esses jogos ruins com marketing agressivo e industrialização de pautas é estadunidense, isso é, o Concord nem tanto já que é mais um dos jogos fracassados e militantes que a canadense Sweet Baby Inc ficou pressionando, já o Dustborn é um jogo norueguês (pra um país que pratica satanismo e nazismo por tédio, acho que tá explicado por que a "história de amor, esperança e robôs" foi tão deturbada pela própria ideologia), e pior ainda: um jogo que vive de verba pública.
  • Post meu falando sobre Concord: Clique aqui
  • Post meu falando sobre Dustborn: Clique aqui
  • Um pouco mais sobre Concord é que: A falência desse jogo, que foi investido 400 milhões de dólares e levou 8 anos pra fazer, modelar e programar, ensinou lições como:
    1. Hero Shooters e Jogos de Serviço já saíram de moda, só tão se mantendo os jogos que tão fazendo bem-feito (como Fortnite e, até certo ponto, o Overwatch e o Valorant);
    2. Levar mais de 3 anos pra fazer um jogo tão grande e detalhado (que inclusive o jogo ficou tão feio porque colocaram detalhes de mais, eu e o Amaterasu vimos fotos da HUD do jogo e é poluída pra caramba, sobra pouco espaço pra ver o cenário e personagens que vai mirar e tem desenho em coisas que ninguém ia ligar nem se o jogo desse certo) não adianta se você não acompanha as inovações dos jogos e nem constrói um público adequado (eu só ouvi falar do jogo porque a notícia do jogo falindo foi muito impactante, mas também tão engraçado que desenvolvi hiperfoco pelo jogo só por causa da curiosidade, se o jogo tivesse notícias, curiosidades, construísse comunidade, atrairia mais gente);
    3. Não adianta chamar youtubers ou membros da sua equipe pra bajular o jogo, falar que é "o futuro do PlayStation", que "el Concord es clave", se vier tão cheio de defeitos e acabar esquecido como um jogo e lembrado só como um tipo de tragédia.
    4. Tem que ter algo bonito, atraente, interessante, bem-feito, dependendo do jogo e seu público até focar na estética dos personagens (lembre-se do Astro Bot que é fofinho e divertido e do Stellar Blade que tem personagens gostosas - "ah mas a personagem não tem personalidade", ¹quer personagem com caras e bocas esticadas de exageradas? vai ler a HQ Jack, carai, ²história em jogo é que nem história em pornô, para de fingir que importa, ³isso é tão tipo "oh não a lagosta tá tão saborosa" do nível de pessoa reclamando)
      • Tem até num print que eu vi alguém falando pro pessoal de Concord, "na próxima vez lembre-se de fazer personagens que gamers REALMENTE gostem" (que antes que algum desocupado, do tipo que cagou pra Concord e depois ficou lamentando a falência do jogo, venha reclamar, nem precisa fazer personagem gostosa, basta ser personagem bem-feito, relevante, de destaque, etc., eu já fiz o personagem Marshall Anthonny que é tão feio que era parte do poder dele, e ele é até tipo apoio emocional do meu webamigo Gabriel).
    5. Sério, das fan arts que eu vi, não incluindo desenhos meus e nem R34, era só redesign corrigindo defeitos, e olha que mesmo os devs de Concord falando mal dos "poeteiros" por não comprarem o jogo (ué, mas não era logo o pessoal que tanto tentou confrontar os apelos sexuais e queria o público que é contra essas coisas?), mas tem relatos de devs do jogo commissionando artes NSFW, mas não achei a notícia e talvez virou lost media, mas é real que tanto teve dev de Concord que queria NUNCA MAIS fazer jogo ou arte/design, e devs que até imploraram pra não serem zoados cedo demais por um jogo chamado Marathon.
Já se você ainda quiser pôr folclore brasileiro, ou uma história que se passa no Brasil, faça por vontade própria, não pra agradar algum otaku de Anta Gorda RS, Ponta Grossa PR ou ganhar crédito social de Areiópolis SP (é que eu tava cansado da piada de Xique Xique Bahia, fui ver foto de lá e é até bonitinha a cidade, a propósito, Areiópolis não é um nome absurdo mas temos em São Manuel uma piada interna que Areiópolis é tipo a nossa "Guiana"), e se quiser fazer história baseada em alguma coisa estrangeira ou internacional, não só faça sem medo mas faça desde que fique bom e, no mínimo, original.

 Não adianta você fazer um Umamusume de Mulas Sem Cabeça meninas do agro (improvisei, lembrei da Umamusume Mula Sem Cabeça da Lanaflowers que ficou ótima) pra ser elogiado em Pratânia mas a história ser sem pé nem cabeça, cheia de furos ou então sem propósito além de surfar no hype de meninas cavalo e folclore, assim como não dá pra um autor americano criar uma história de cowboys vs wendigos vs androides se vai ser um roteiro genérico e cansado tipo o que acusam Wish da Disney, apesar que coisas mal roteirizadas e genéricas existiam antes das IAs sequer serem um conceito popular, eu vi recentemente o FFG de Santa Claus Saves the Earth (o jogo da fada que parece mais uma bruxinha e quer atrapalhar o Papai Noel), assim como teve caso dum cara que tentou criar uma rede social usando programação só dada pela IA e teve milhões de dados vazados em minutos, a questão não é que as IAs criaram essa preguiça e sim que elas aumentaram o alcance disso.
 Eu zoei Areiópolis e Pratânia, mas no caso da Pratânia eu não zoei por ser uma cidade dependente de São Manuel, e sim porque lembrei de duas coisas que nem sei onde mais eu contaria:
  • Teve uma vez que eu passei num concurso público de administrador pra Pratânia, mas além do concurso na verdade ser pra um tipo de vaga temporária que quando terminar eu teria que sair, e teria que eu sair do emprego anterior de limpar parque (que aliás hoje foi mó rolê pra limpar a pista do Poli), a mulher entrevistadora tentou me dar um papel de aceitar vaga mesmo eu recusando a vaga, aí também tinha o detalhe que Pratânia era mais longe que a média de outras cidades.
    • Sobre o papel, era pra mulher dar dois papéis pra recusar a vaga (um ficaria comigo e um com a prefeitura), mas ela tentou esconder o segundo papel e falar pra eu assinar o papel de aceitar (detalhe: eu li os títulos porque eu sabia que era pra tomar cuidado, e percebi naquele momento que ela queria o papel de aceitar a vaga assinado pra virar contra mim), e eu já percebendo aquilo, já impedi esse plano dela e peguei o segundo papel de recusa pra assinar.
  • Também tinha um relato que meu irmão contou, de um colega de escola que pegou um jornal com "Pratânia" no texto, e ficou falando "Pênis, Pratânia" (e a piada tá bem óbvia).
 Sobre Concord ser feio, tem diferentes formas de jogos serem bonitos ou no mínimo carismáticos, dá pra ser fofo/charmoso tipo a maioria dos jogos da Nintendo (eu sei que a Nintendo tá mal-caráter esses anos, mas a Sony tá ativamente criando jogos ruins, remasters cansativos e deixando serviços mais caros, e já chegou a existir um Metal Gear que precisava pagar 10 dólares pra fazer save novo, então dá pra ficar pior que já tá), ou doido/bobo/engraçado tipo jogos do Crash e alguns da Rare da geração PS1/N64, ou expressivo e dinâmico como jogos do Sonic, Castlevania e até mesmo Spyro, e se for pra fazer feio, tipo jogo/filme de terror, que seja feio de propósito, assustador, medonho, aprendam a usar body horror também, não feio tipo malfeito (ex: Dormitablis (fangame de FNaF) ou Spawn (filme adaptado de HQ)). Só evitem fazer realista, com o orçamento e tempo que cês têm irá ficar malfeito e nem realista vai ficar o suficiente, que nem é com Mineirinho Adventures (que a propósito... pouca gente sabe, mas esse jogo é baseado numa marca de lanchonete e churrascaria chamada Dom Zellitu's, que por sua vez, fui ver e o restaurante é bem avaliado, então o problema tá 100% no jogo mesmo)

 Falando em pautas e Sul do país, eu subestimava muito as cotas de vestibulares e concursos mas era porque antes eu considerava isso racista e segregador, por presumir que a pessoa estudou menos ou em escola de menor qualidade só por ser de tal grupo étnico e social, assim como teve caso de gente (mesmo casos isolados e insuficientes pra dizer que é exatamente uma amostra) que foi recusada pelo Enem por "não ser negro/pardo" (mesmo sendo escura pra considerar parte da cota ou só pra não dizer que a pessoa é realmente branca), ou jovem que fez blackface pra tentar tirar vantagem de cota de concurso público.
 O problema é que tô parando de falar mal do sistema de cotas porque parece que hoje em dia no Brasil o racismo tá até aumentando, com gente de estados como RS, SC, SP e, por algum motivo, a Bahia também, até mesmo se associando ao nazismo e derivados (crimes de ódio, apologias genocidas, Nanauê/integralismo e eugenia), tá tão pesado que achar nazistas em RS e SC tá tipo achar talhares na cozinha, enquanto tem motivos de cotas existirem, que é ter uma maioria de pessoas pobres e classes média a média-baixa de etnias diferentes, mais que só pelo menor acesso, mas também como apenas um dos passos pra reparação histórica considerando o passado com trabalho escravo e afins (então atacar a cota como se fosse a única tentativa pública disso é, além de racista, uma falácia de espantalho, e eu não criticava sob essa falácia, só criticava o que fazia sair muito pela culatra).

Chega a não ter a ver com o que acabou progredindo, mas tem a ver com umas notícias que vi também nesse meio tempo e, assim como a piada de Areiópolis e a treta minha com Pratânia, não fazia a menor ideia se eu falaria isso alguma outra vez ou em outro post, mas é de uns contrastes que, se eu não fosse só um jovem cheio de hiperfocos em tropos e que já assistiu a tantos assuntos, iria parecer um poeta falido procurando frase de efeito, como o contraste entre pautas progressistas exageradas e deturbadas pela capitalização vazia e o extremismo puramente ideológico e usado pra causar pânico coletivo, ou o contraste entre se faz mesmo ou não algo baseado puuuuramente em cultura do próprio território por opção própria ou porque tem amadores derrotistas cagando regra pra não admitir a incompetência pra concorrer.

Até mais!

28 de mar. de 2026

YHNCHHQNMMKJ

De repente achei essa cena da Liga da Justiça Edição 41 dos Novos 52, que... cara, tem tanta coisa errada, tipo:
  1. Novos 52.
  2. Superman sem cueca.
  3. Aquele clichê de resumir a África Subsaariana a um lugar cheio de bandido e pobre.
  4. Nerfaram a Mulher Maravilha pra ela morrer na bala só porque "oh não, armas!!!"
  5. Sapoha é um caso de "Mulher na Geladeira" (uma personagem feminina sofrer ou morrer só pra afetar o protagonista masculino)
  6. Aproveitando o tópico anterior pra falar de mais algo: Cara, é intankável como nessa época a DC forçava goela abaixo a Diana namorar o Superman (sendo que eles não combinam), tipo quando os desenhos da SBT mostravam a Diana com o Batman (que era só porque o Batman era meio Gary Stu e todas as mulheres gamavam por ele)
Fora isso, olha esse bolo de morango com besouros de chocolate que eu achei na minha galeria antiga, e eu realmente amo essa estética de bolos clarinhos, ou doces com formatos diferentes tipo esses besourinhos.
Achei uns memes e prints aleatórios que eu baixei em 2019, tipo essa colagem de um easter egg de Phineas e Ferb em Gravity Falls.
Ou um meme que fizeram com o Kim Jong Un e o Trump, que infelizmente só tenho duas variações do meme.
Uns memes de Ben 10 e animes.
É estranho eu ter baixado prints ou memes de Eizouken mesmo eu tendo assistido a... tão poucos episódios, mas em minha defesa, eu gostei dessa estética com cores mais lisas e animação mais fluida e direta sem ficar necessariamente feio enquanto assiste, e esse desenho me lembra Du Dudu e Edu porque aqui também temos um trio querendo elaborar algo, mas em vez de aplicar golpes nos amigos e vizinhos, elas só querem juntar orçamento pra fazer seu próprio anime. [Falando da ordem que tá na foto.
  • A Tsubame Mizusaki lembra o Dudu, mas não na parte de ser inteligente em coisas técnicas, mas por ser a mais educadinha do trio;
  • A Sayaka Kanamori lembra o Edu, mas sem ser da parte de ser pilantra, só da parte de ser a líder e inteligente na parte logística;
  • E a Midori Asakura lembra o Du por ser a mais boba e alegre, mas não tipo o Patrick ou a Tomo Takino (aquele personagem burro caótico), ela só é boba/burrinha tipo uma criança boba mesmo.
Tirei um print melhorzinho do efeito do cursor no blog, e junto um print do site que me inspirou a fazer esse efeito pra comparar e dar mais curiosidade, porque... eu realmente fiquei com orgulho de mim mesmo depois que deu tão, tão certo, ao ponto que até mostrei pra umas webamigas minhas do Face e até fiquei abrindo o site só pra ficar passando o mouse e vendo as letrinhas passando, me senti o estereótipo de "moleque com autismo/TDAH brincando com Fridget Spinner", mas nem liguei, só fiquei feliz tipo "heheheh letrinha voando heheheh"
Um momento pra falar algo do Projeto Dream, e que possivelmente irei recapitular no próprio site quando terminar o primeiro ep da temporada 23.
A Explosão Rainha é uma das magias mais poderosas e, em dano bruto, a mais poderosa já usada mais de uma vez, seja pelo alcance, destruição a nível molecular, e o ataque é tipo uma explosão atômica a termonuclear, que eu me baseei em 3 coisas:
  • Little Boy (bomba de Hiroshima) e Fat Man (de Nagasaki);
  • Flare do Final Fantasy (Magia Negra mais forte - pro turista que tá lendo essa poha, no Final Fantasy Magias Negras são magias de ataque e Magias Brancas são magias de cura/suporte);
    • Incluindo variações como Kiloflare, Megaflare, Gigaflare e Teraflare.
    • Se vai ter algo tipo o Zettaflare do Kingdom Hearts, não vou dar spoiler mesmo se tiver.
  • OVA Akira, principalmente os Espers e o molequinho Akira que têm poderes psíquicos sobre matéria e energia, e tem um tipo de ataque especial tipo explosão nuclear.
Eu planejo retornar porque, afinal, eu gosto do powerscaling e sinto que nessas últimas temporadas nunca ilustrei o suficiente o nível de poder de alguns personagens meus, ao ponto que criei a magia Raio Rainha, que é projetar raios com propriedades atômicas e energéticas da Explosão Rainha, mesmo que em escala variável e podendo ser ainda menor, mas da versão que tinha desde as primeiras temporadas, meu retcon é que esse tempo todo só foi mostrada a versão Cão (é, nem a versão Lobo foi usada). E sobre os nomes:
  • Lobo e Tigre eu baseei nos primeiros níveis de ameaça dos monstros de One Punch Man.
    • Cão (menor nível): 16 kilotons.
    • Lobo: 24 kilotons.
    • Tigre: 1 megaton (baseado na bomba Licorne).
  • Ursa Maior: 15 megatons (baseado no Castle Bravo e na constelação Ursa Maior)
  • Cachalote: 50 a 70 megatons (baseado nas versões restritas da Tsar Bomba)
    • O último nível mostrado por enquanto eu baseei em baleias meio que porque eu tava com receio de que associar magia e elementos a dragões tava começando a ficar repetido, ainda mais que a saga atual já tá focada nas Dragonesas Totska e derivados.
Recentemente teve esse concurso de skin pro Goku no jogo Dragon Ball Genishin Squadra, que o concurso vai terminar em Junho desse ano. [informações aqui]
Skin 1:
Skin 2:
Skin 3:
Skin 4:
Skin 5, 6, 7 e 8:
Skin 9:
Skin 10:
Skin 11:
Skin 12 (minha favorita, btw):
Skin 13:
Skin 14:
Skin 15:
Skin 16:
Skin 17:
Skin 18:
Skin 19:
Skin 20:
Skin 21:
Skin 22:
Skin 23:
Skin 24:
Skin 25:
Achei esse meme kkkkkkkkkkk Triple Fatass.
Achei uns memes de TF2 num grupo do Face, e também umas concept arts feitas no SFM.
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No meio coloquei também esse meme de "fotos raras" que achei no Reddit kkkkkkkk Mas enfim, infelizmente não tô tendo tempo, paciência e nem memória RAM pra jogar TF2, afinal o meu PC é bem velho (sério, o PC meu existe desde 2013, pelo menos a CPU, o bagulho existia desde o Windows 7 se não me engano, até tinha um PC branco com Windows xp mas acho que esse foi de base e... até deu uma certa memória nostálgica de um Notebook mó bom que eu usava e tinha o Windows 7, e que eu lembro que descobri a punheta e o pornô com esse Notebook, mas infelizmente caí no golpe de baixar o Baidu e esse Notebook morreu, e minha mãe, já brava por causa de uma briga que ela tinha com o meu pai e a diretora de escola que me deu aquele Notebook, até descontou raiva naquele computador pra finalizar o resto, são umas memórias que não voltam mais)
Falando em memórias que não voltam, minha mãe me mostrou essa foto dos pais dela, o avô segurando o meu irmão e a minha avó segurando um primo meu que é filho de um tio hoje em dia falecido, e que esse primo mora no estado do Pernambuco, infelizmente é um primo que vi muito pouco, minha mãe até acha que eu não lembro dele porque só vi ele quando criança.
Até mais!

9 de jan. de 2026

ASDFGHJKLÇÑC

Tinha uma vez que eu vi no Facebook e no Threads muitos memes de um livro infantil que não sei qual, em que na Arca de Noé tem dois leões machos. Virou meme por isso contradizer a ideia de Noé ter que juntar um casal fértil de cada animal (o que obviamente precisa de macho e fêmea, e nem é papo de "Deus fez Adão e Eva", até porque tem espécies que praticam homossexualidade e sexo por prazer, como os próprios leões quando tão entediados na savana, mas também o pessoal esquece que, dos animais kosher, que são os animais que judeu pode comer, eram 7 casais, tanto que numa passagem Noé faz um tipo de churrasco com alguns dos animais, e por isso precisava de mais casais que eram os que virariam churrasco), mas por que será que um desenhista da época fez um erro tão grave assim?
Porque na época as pessoas eram burras mesmo, e simplificavam excessivamente as coisas, como colocar que todo leão, incluindo fêmeas, teriam que ter juba porque "senão não é leão", bem do tipo de quando a gente desenha uma Lua Crescente ou Minguante e as estrelas não ficam na parte preta da Lua mas a sua professora chata insistiu pra desenhar estrelas na parte preta, ou quando eu fiz uma redação bem escrita de filosofia na época do Liceu Arcanjo, e a professora de filosofia inventou de colocar um acento crase num a (à) mesmo NÃO SENDO REFERENTE A SUBSTANTIVO FEMININO, e isso é mais um exemplo de como gente velha é burra e fica simplificando as coisas pra um único tipo porque "senão não é", como no caso que falei da redação, "se não tem acento não é A de preposição".
Mas algo que envelheceu ainda pior, no sentido que hoje em dia geral critica sério, é o Caine de Trigun, especificamente essa cena dele armando uma camuflagem depois dele sacar uma arma tão grande que tem que quando os suportes tocam no chão ela faz impacto na areia, e geral comenta sobre o quão estúpida (mesmo engraçada) é a ideia de um personagem ter uma arma gigantesca dessa que vai se destacar fácil, e acha que ele se camuflar vai esconder, e isso também diz sobre os anos 90:
  • "Se a arma é curta ela é fraquinha"
  • "Se a arma é longa ela é forte"
  • "Logo, se a arma for do tamanho de um prédio, noooossa!!!"
Mas não é assim que funcionam armas:
  • A arma ser longa não aumenta o alcance ou o poder de tiro da arma, mas a resistência dela e faz caber balas maiores;
  • E o que realmente dá dano alto é a bala sendo grande, e por isso a bala de sniper é longa, grossa e pontuda o suficiente pra elas nem precisarem dar headshot pra matar a pessoa (tanto que headshots da vida real são raras porque é uma parte corporal pequena, que se mexe muito e por bem menos hoje em dia capacetes são tão essenciais);
  • O material também tem que ser resistente ao estouro da arma e com a ponta afiada e de um material resistente (nota: Titânio e Tungstênio são superestimados, o Tungstênio é pesado e grosso demais pra material fino disso ser resistente, e Titânio mesmo muito resistente ele é mais demandado pela resistência térmica, por ser leve e por não infectar o corpo em próteses)
  • Fora isso, sniper quase nunca opera sozinho, a não ser que ele não esteja em área com guerra (ou com guerra tão grande) ou o cara seja muito brabo do sniping, já que ele precisa da companhia de um observador.
    • O observador calcula o vento, confere o clima e até mede a rotação e gravidade da Terra, velocidade, alcance e queda da arma, tanto que isso é argumento contra terraplanistas porque envolve muita física e não a "flutuação magnética mágica" da física indulgente e ragebait desse tipo de doente.
Outra arma foda mas que praticamente ninguém sabe como funciona e jura de pé junto (dessa vez) que dá pra segurar a arma que nem o Heavy do Team Fortress 2, segurando ela com as mãos nuas e atirando enquanto anda, mas na real isso é puro mérito do personagem que tem força sobrehumana, enquanto na vida real, a M134 Minigun é uma mini M61 Vulcan (uma metralhadora GIGANTE giratória e de 112 kg só da arma), por isso o nome, mas ainda assim:
  • As mais leves têm 19 kg (só pra terem noção, uma M16 tem 4 kg e tem jeito certo pra segurar a arma por causa do recuo; e curiosidade: a AK-47 deu tanto sucesso justamente por ser leve, simples e barata, resistente a água e poeira), isso as de 19 kg sendo as mais fracas também (porque apesar das de Titânio serem mais leves e resistentes a superaquecimento, elas desgastam com menos tiros);
  • Enquanto as mais fortes e pesadas (de ferro, que aguentam mais tiro e são bem firmes, mas esquentam mais) têm 39 kg de peso, e olha que tem variações híbridas de 20 kg (que o Titânio aguenta o aquecimento e o Ferro/Aço aguenta o desgaste de uso).
  • Por isso é uma arma usada pra apoiar em algum carro de combate, barco grande, chão, muro de uma fortaleza ou então é comum em helicópteros, já que além do peso essa arma chega a 6000 tiros por minuto.
Agora algo mais pesado mas que eu também vi recentemente...
Teve esse caso da Balenciaga em 2022 (que já era malvista pra caralho por ela ter vendido sapato destruído por mais de 1100 euros ou bolsas em forma de saco de lixo por também mais de 1000 euros) ter feito publicações absurdas pra campanhas publicitárias, como envolver crianças em propaganda de materiais adultos (bebida alcoólica e materiais de BDSM), e eu não achei a terceira foto na pesquisa, mas tinha uma com desenhos de bicho ruim nas paredes (incluindo um corvo, comum em histórias de terror, e demônios, que geralmente crianças usam pra ilustrar alguém muito ruim da família) e algum canto escrito "Baalenciaga" (que não duvido que era pra realmente ser só Balenciaga escrita errado, mas esse pessoal não percebeu que coincidia com Baal, que não é envolvido *só* com sacrifício de crianças, mas também com fertilidade e sexo - o que pensando bem é ainda pior que só o assunto do infanticídio se ligar os pontos)
E o mais, além de absurdo, também desrespeitoso, também é em uma foto no site da Balenciaga ter, como se não fosse nada, um papel com um tipo de artigo sobre brechas de lei para... fotos de crianças em situações que elas não deveriam estar. Isso é tão, tipo, o que eu veria nos Simpsons, isso de alguém cometer uma escrotidão dessa na cara dura e precisar o público avisar que isso é errado e a empresa ainda assim demorar tanto pra parar (e realmente, a Balenciaga mentiu que não sabia o que tinha).
Se não sabia mesmo, é porque alguém do design gráfico viu a atrocidade que a marca tava fazendo (já que a empresa também tentou culpar o fotógrafo, Gabriele Galimberti, sendo que o fotógrafo não tava envolvido no design das campanhas, só em realmente tirar foto no ângulo e pose que precisava, eu que tiro foto por hobby, e já estudei sobre fotografia por hiperfoco ou por aulas de arte, sei disso), e deixou isso no site de propósito pra quem já tava estranhando a empresa ter certeza. Tinha também relato de uma foto da marca tendo um tipo de certificado do Phillip Fisher (um investidor que abusou da própria neta) e um livro de um tal Michael Borremans.
Das artes mais pesadas, envolviam crianças peladas cometendo canibalismo (tinha gente que entendeu que envolvia coprofilia, mas pelo que eu vi quando pesquisei não era necessariamente bosta, e sim sangue, é que realmente tava num tom muito feio das cores e numa paleta muito marrom/sépia e o vermelho acaba misturando), então por ser muito pesado esse tipo de arte, eu só mostrei o mais leve... que envolve pessoas vestidas de cultista ou com tipo aqueles trajes de humilhação do BDSM.
O pior é que o boicote contra a empresa foi real, a fotógrafa Lotta Volkova e o Gabriele tiveram que privar as contas na época, o processo que a Balenciaga tentou contra os fotógrafos e a Adidas depois do escândalo deu errado e foi arquivado, 
a marca teve que deletar todas as fotos e campanhas que ela tinha, e tinha até gente conspirando achando que tinha alguma agenda política defendendo pedófilos (o que envelheceu mal, porque pedófilo é o que não falta na extrema direita que era justamente a que mais tava combatendo essa atrocidade antes), mas não, não era agenda política, o Gabrielle tirou fotos super de boa com crianças e brinquedos realmente inofensivos, e a Lotta não é uma "fotógrafa satânica pedófila" como o pessoal da época tava falando, as fotos dela só são de terror mesmo, assim como a Balenciaga vendia sapato podre por mil euros só pra chocar pobre, é óbvio que ela tentou fazer fotos envolvendo realmente o mais pesado e o mais ofensivo, mas é óbvio que ia passar dos limites desse jeito, foi simplesmente edgy LDL.
Edgy eu geralmente defino por dois termos baseado em tipos de colesterol como paralelo (HDL = colesterol bom, LDL = colesterol ruim).
  • Edgy HDL: Edgy tipo personagem do Vegeta, Sasuke, Alucard (de Castlevania ou Hellsing), talvez até Blasphemous e histórias grimdark como Warhammer 40k, que são sombrios e sérios de um jeito realmente maneiro, ou pode ser sombrio mas engraçado, tipo Devil May Cry e Evil Dead.
  • Edgy LDL: É o edgy ofensivo, desrespeitoso, sem empatia, é Uma Família da Pesada (o tanto de cena gore ou com piada racista ou sobre pedofilia não é saudável), é Hatred (aquele jogo polonês em que seu protagonista simplesmente mata todo mundo na cidade a troco de nada), é creepypasta ruim como Jeff the Killer, é aquele cara que acha que ver vídeo gore é coisa de macho ou que gore é uma verdade inevitável e que "quem não gosta é fresco" (aponta uma arma de elefante .50 na cara desse arrombado pra ver se ele não muda de ideia), por aí.
Vendo essa foto tirada pela Lotta me fez lembrar de uma artista que minha webamiga me falou, que pelo que vi essa artista é anônima, mas é uma coreana que diz ter sido levada por Jesus temporariamente pra ver o Inferno e catalogá-lo em pinturas.
A moça com Jesus e acho que o Arcanjo Gabriel (já que é o arcanjo dos anjos mensageiros)
Essa é bem triste, quando eu mostrei pra uma webamiga por causa do assunto ela até se assustou.
Ver filme violento pode fazer mal pra alma (não do tipo que vai te condenar ao inferno porque você viu Rambo ou jogou Mortal Kombat, é mais do tipo de quem é viciado em assistir a gore sofre, que é de perder empatia e medo)
Essa pintura é muito maneira, mas tem um significado profundo, que é sobre o vício em álcool, cigarro e outros tipos de drogas já serem um pecado
Curiosidade: Vício era antigamente um termo pra propensão ao mal e aos pecados, e Platão dizia que as virtudes pra combater esse mal eram:

  • Fortaleza (ou Força): Não necessariamente a força física, mas a coragem (força emocional).
  • Prudência: Sabedoria pra aprender o que é certo e cuidado pra não fazer o errado.
  • Temperança: Fazer as coisas à medida certa.
  • Justiça: Fazer o que é certo e combater o que é errado.
Se esses nomes são familiares, tem cartas de Tarot disso (as arcanas de Força, Temperança e Justiça, e cartas como Mago, Papisa e Eremita representando Sabedoria), e em Lobotomy Corporation esses são os atributos pra lidar com as entidades.
[Clique aqui para ver mais sobre as cartas do Tarot de Projeto Dream]
Também tem essa arte ilustrando pessoas caindo no clássico Lago de Fogo (que curiosamente não é exclusiva do Inferno cristão, no judaísmo tinha Sheol - um submundo pra pecadores mais comuns - e Gehena - um inferno de fogo pra queimar pecadores -, na mitologia grega tinha o rio de fogo Flegetonte, e no Budismo e Hinduísmo o Naraka/Inferno tinha punições envolvendo caldeirões - tipo desenho animado só que sério), e eu lembro que tinha meme comparando isso com farms de Minecraft.

Concluindo conectando o que eu falei, realmente, a realidade é bem mais decepcionante, percepções podem mudar muito fortemente, pode ter artistas muito eficientes com ideias macabras (o que não é novidade na real) e o Inferno não é bonitinho como artistas edgy tentam pintar que é.

Até mais!