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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

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23 de abr. de 2026

Curando a sua síndrome de vira-lata

Das histórias mais recentes desse blog:
Por enquanto tô sem ideias de histórias únicas (começo, meio e fim) ou pra Royal Life.
  • Fenômenos e Chronos Inc. acabaram, mas vou ainda aproveitar sua cosmologia e também usar a experiência que acumulei com essas histórias pra criar artefatos e poderes novos, ou reutilizar uns dessas histórias.
  • Covil das Creepypastas tecnicamente terminou antes, já que é do mesmo universo dos anteriores.
  • Hard Life vou demorar pra continuar por falta de ideias, mas planejo continuar até encerrar sua temporada.
  • Banban o Cookiezinho não vou continuar (ainda) porque, como é uma história episódica, não tem muito o que avançar e nem prioridade pra continuar como sequência.
  • Untitled 2014 ainda tá em progresso.
Fora isso, tem algo que eu refleti quando vi esse vídeo, que é: Os brasileiros que falam que "tem que ter folclore brasileiro e vivências brasileiras pra você não ser um escritor vira-latinha" na verdade são só otakus frustrados, da mesma forma que quem tentou boicotar o Halloween e enaltecer o hipotético Dia do Saci hoje em dia são conservadores vira-latas que querem que o Trump e o Milei invadam o Brasil.

Tal conclusão não é precipitada ou baseada em tão pouca experiência, mas também baseado na filosofia derrotista, de repetirem a mesma fórmula porque "quanto mais, melhor" mesmo que essas histórias são esquecidas ou reprimidas a algum nicho, como eu já vi que, mesmo que tenha HQ's boas no Brasil, você talvez não conheça um São Paulo dos Mortos tanto quanto The Walking Dead ou Independência ou Mortos tanto quanto aquele filme do Abraham Lincoln matando zumbis, não vão conhecer tanto o filme O Som ao Redor quanto o filme coreano Parasita (pra caso você conheça um ou ambos e não entendeu a comparação, é que ambos associam a desigualdade social a sentidos, como O Som ao Redor a visão e audição, e Parasita a cheiros/olfato), e não vão conhecer tanto o 48 Km quanto Heartstoppers (que aliás, eu lembro que fiz um meme com a Carla e a Alex baseado num meme da artista Iara, mas não lembro onde foi parar - 100% não uma desculpa pra não pôr fotos nesse post pra ser mais rápido de postar, magina).
  • A propósito, tem uma HQ de Ação a lá Justiceiro e V de Vingança, chamado O Doutrinador, que... mesmo que tenha filme eu não recomendo, tanto o roteiro quanto a coreografia são amadores e fica ruim de assistir com atenção.
Não que as mídias brasileiras sejam ruins, afinal, Brasil continua ser exemplar em desenhos animados (alguns desenhos da TV Cultura, Gui e Estopa, Estresse e Relax, Fudêncio e Seus Amigos ou Mega Liga - desenhos velhos, mas recomendo, não falei do Irmão do Jorel porque esse já era óbvio), sketchs de comédia (tipo Porta dos Fundos), filmes e novelas (afinal, Tropa de Elite e Cidade de Deus são filmes brasileiros tão impactantes e tão bem-feitos que gringos nem acreditaram que isso era algo rotineiro do RJ), também música (Pitty e Matanza foram tipo uma porta de entrada pra mim no rock e metal).

Mas e os otakus? O que têm a ver exatamente? Especificamente porque, não sendo vira-latas pra americanos, são vira-latas pra japoneses, que aí parece até que americanos dependem da mídia do Japão, afinal, a sugestão de música da Copa 2026 sendo um country sério (depois do louvor K-pop de 2022 e das músicas alegres de Samba desde a Copa 2010) parecendo mais música de encerramento de filme de ação e com letra genérica feita por IA tão de má vontade, e depois a Ado fazer uma música FODA e bem-feita, não só nos instrumentos e na letra, mas cantada com coração, mostra que sem o Japão a dita "maior potência" n
ão tem cultura.

Não se diferindo daquela parada que a Inglaterra faz, que teve maior império do mundo mas a culinária dos caras faria de "parece o que um cachorro faria se virasse um humano" pra "ah não, mamãe, uma maçãzinha já basta" (pra quem é novo demais ou só não lembra, é que nuns desenhos de até o fim dos anos 2000 tinha aquelas cenas de café da manhã com muita comida e cheios de coisa, mas que o protagonista adolescente só comia a coisa menos calórica da mesa ou só bebia alguma coisa).

Falando em "sem Japão, EUA não tem cultura", as mídias populares que o pessoal tanto associa a "coisa de americano bleh" nem é americano/estadunidense.
  • Contos de Fadas? São histórias alemãs baseadas em folclores germânicos e celtas.
  • Clássicos da Disney? Adaptados de contos de fadas e mitologias da Europa à Ásia.
    • Dos menos falados, Aladdin é de 1001 Noites, um livro persa, Mulan é de um conto chinês, e Mogli é de um livro indiano mas tirando tudo de racista do autor original.
    • Falando em Mulan, a parada de "ninguém canta na guerra" foi só desculpa preguiçosa pra não ter música e parecer """realista, mas tem músicas na guerra pra acalmar ou motivar, como os hinos, marchas, ou a música "Oi, u luzi chervona kalyna", uma música ucraniana que foi passada por gerações.
  • Senhor dos Anéis? O Tolkien era sul-africano e naturalizado britânico, e baseou em diferentes mitologias e em sua experiência de guerra.
  • Fúria de Titãs? Uma adaptação cagada da mitologia grega com uma versão interessante do Kraken de contos nórdicos de pescador.
  • Harry Potter e Doctor Who? Histórias britânicas baseadas em histórias, mitologias e até teorias de diferentes cantos.
  • Daft Punk? Os DJs são franceses.
  • Mad Max, Digital Circus e Murder Drones? Diferentes autores australianos.
  • Rock n Roll? Blues vem da matrix afro-americana, Jazz e Country têm aspectos diferentes vindos de regiões com mais europeus e brancos, sem falar da influência Punk pós-guerra.
  • Jogos RPG indie? Undertale foi baseado no jogo japonês Earthbound, e temos jogos japoneses como Yume Nikki e Castelo Mogeko, ou o OFF que é um jogo belga e o jogo finlandês Fear and Hunger.
  • EBM? O mais popular do ramo é a banda alemã Rammstein, e ainda tem sua influência no estilo musical Jumpstyle, do lituano Yabujin.
  • DJ's famosos? Alok e Umulu/Mulú são brasileiros, Avicii (Deus o tenha) é sueco, Alan Walker é norueguês, Speedycake (aquele dos memes Paffendorf e Caipirinha) é japonês, Yabujin é lituano, Daft Punk e DJ Snake (aquele de memes de 2012 a 2015) são franceses.
  • Histórias de máfia? Máfia italiana em histórias em Nova Iorque, máfia chinesa em filmes de Kung Fu, às vezes máfia russa quando é uma história de fato internacional e tem vilões russos sem ter tema ou subtexto de Guerra Fria.
  • Witcher, Dying Light e até Cyberpunk 2077? Autores poloneses, incluindo a empresa CD Projekt com K ao invés do C (no caso de Witcher incluindo o livro, já o Cyberbug foi só o jogo em si).
  • Também recomendo jogos indies brasileiros, como Oniken, Odallus, Chroma Squad, a Lenda do Herói (que ainda planejo jogar) e Mars 2120.
  • Assim como animes também podem se passar na China (como Apothecary Diaries e, só pra completar, também muitos animes como Naruto, Dragon Ball e o cartoon Avatar têm inspirações chinesas e indígenas), ou no Brasil (Michiko no Hatchin), ou animes baseados em mitologias ocidentais (Record of Ragnarok e os jogos de Fate).
Falando em jogos, até os jogos mais mal-feitos, daqueles que eu chamava de "história woke de quinta categoria", mas dá pra chamar de "histórica típica woke" ("típica woke" porque woke perdeu significado, então tô evitando usar esse termo ou usando entre aspas), que "todo branco é fdp, todo negro, pardo e asiático é vítima", ou "todos os heróis gays e os vilões sendo héteros cristãos" (que por sinal esse ateísmo extremo é culpa dos anglicanos e puritanos que viveram pintando os católicos como conservadores ou supersticiosos), e "nossa protagonista tem que ser escrota e todo diálogo dela parecer discurso do Twitter" (ganhando pontos se for self insert de alguma diretora), e tem um problema em jogos como Dustborn e Concord que prejudicou mais que ser "woke" (não ser só progressista, mas industrializar todo tipo de pauta até ficar errado ou irritante), que é o jogo ser feio e sem graça.

Acho que nesse blog é a terceira vez que eu falo sobre Concord, mas nesse caso é pra explicar que nem esses jogos ruins com marketing agressivo e industrialização de pautas é estadunidense, isso é, o Concord nem tanto já que é mais um dos jogos fracassados e militantes que a canadense Sweet Baby Inc ficou pressionando, já o Dustborn é um jogo norueguês (pra um país que pratica satanismo e nazismo por tédio, acho que tá explicado por que a "história de amor, esperança e robôs" foi tão deturbada pela própria ideologia), e pior ainda: um jogo que vive de verba pública.
  • Post meu falando sobre Concord: Clique aqui
  • Post meu falando sobre Dustborn: Clique aqui
  • Um pouco mais sobre Concord é que: A falência desse jogo, que foi investido 400 milhões de dólares e levou 8 anos pra fazer, modelar e programar, ensinou lições como:
    1. Hero Shooters e Jogos de Serviço já saíram de moda, só tão se mantendo os jogos que tão fazendo bem-feito (como Fortnite e, até certo ponto, o Overwatch e o Valorant);
    2. Levar mais de 3 anos pra fazer um jogo tão grande e detalhado (que inclusive o jogo ficou tão feio porque colocaram detalhes de mais, eu e o Amaterasu vimos fotos da HUD do jogo e é poluída pra caramba, sobra pouco espaço pra ver o cenário e personagens que vai mirar e tem desenho em coisas que ninguém ia ligar nem se o jogo desse certo) não adianta se você não acompanha as inovações dos jogos e nem constrói um público adequado (eu só ouvi falar do jogo porque a notícia do jogo falindo foi muito impactante, mas também tão engraçado que desenvolvi hiperfoco pelo jogo só por causa da curiosidade, se o jogo tivesse notícias, curiosidades, construísse comunidade, atrairia mais gente);
    3. Não adianta chamar youtubers ou membros da sua equipe pra bajular o jogo, falar que é "o futuro do PlayStation", que "el Concord es clave", se vier tão cheio de defeitos e acabar esquecido como um jogo e lembrado só como um tipo de tragédia.
    4. Tem que ter algo bonito, atraente, interessante, bem-feito, dependendo do jogo e seu público até focar na estética dos personagens (lembre-se do Astro Bot que é fofinho e divertido e do Stellar Blade que tem personagens gostosas - "ah mas a personagem não tem personalidade", ¹quer personagem com caras e bocas esticadas de exageradas? vai ler a HQ Jack, carai, ²história em jogo é que nem história em pornô, para de fingir que importa, ³isso é tão tipo "oh não a lagosta tá tão saborosa" do nível de pessoa reclamando)
      • Tem até num print que eu vi alguém falando pro pessoal de Concord, "na próxima vez lembre-se de fazer personagens que gamers REALMENTE gostem" (que antes que algum desocupado, do tipo que cagou pra Concord e depois ficou lamentando a falência do jogo, venha reclamar, nem precisa fazer personagem gostosa, basta ser personagem bem-feito, relevante, de destaque, etc., eu já fiz o personagem Marshall Anthonny que é tão feio que era parte do poder dele, e ele é até tipo apoio emocional do meu webamigo Gabriel).
    5. Sério, das fan arts que eu vi, não incluindo desenhos meus e nem R34, era só redesign corrigindo defeitos, e olha que mesmo os devs de Concord falando mal dos "poeteiros" por não comprarem o jogo (ué, mas não era logo o pessoal que tanto tentou confrontar os apelos sexuais e queria o público que é contra essas coisas?), mas tem relatos de devs do jogo commissionando artes NSFW, mas não achei a notícia e talvez virou lost media, mas é real que tanto teve dev de Concord que queria NUNCA MAIS fazer jogo ou arte/design, e devs que até imploraram pra não serem zoados cedo demais por um jogo chamado Marathon.
Já se você ainda quiser pôr folclore brasileiro, ou uma história que se passa no Brasil, faça por vontade própria, não pra agradar algum otaku de Anta Gorda RS, Ponta Grossa PR ou ganhar crédito social de Areiópolis SP (é que eu tava cansado da piada de Xique Xique Bahia, fui ver foto de lá e é até bonitinha a cidade, a propósito, Areiópolis não é um nome absurdo mas temos em São Manuel uma piada interna que Areiópolis é tipo a nossa "Guiana"), e se quiser fazer história baseada em alguma coisa estrangeira ou internacional, não só faça sem medo mas faça desde que fique bom e, no mínimo, original.

 Não adianta você fazer um Umamusume de Mulas Sem Cabeça meninas do agro (improvisei, lembrei da Umamusume Mula Sem Cabeça da Lanaflowers que ficou ótima) pra ser elogiado em Pratânia mas a história ser sem pé nem cabeça, cheia de furos ou então sem propósito além de surfar no hype de meninas cavalo e folclore, assim como não dá pra um autor americano criar uma história de cowboys vs wendigos vs androides se vai ser um roteiro genérico e cansado tipo o que acusam Wish da Disney, apesar que coisas mal roteirizadas e genéricas existiam antes das IAs sequer serem um conceito popular, eu vi recentemente o FFG de Santa Claus Saves the Earth (o jogo da fada que parece mais uma bruxinha e quer atrapalhar o Papai Noel), assim como teve caso dum cara que tentou criar uma rede social usando programação só dada pela IA e teve milhões de dados vazados em minutos, a questão não é que as IAs criaram essa preguiça e sim que elas aumentaram o alcance disso.
 Eu zoei Areiópolis e Pratânia, mas no caso da Pratânia eu não zoei por ser uma cidade dependente de São Manuel, e sim porque lembrei de duas coisas que nem sei onde mais eu contaria:
  • Teve uma vez que eu passei num concurso público de administrador pra Pratânia, mas além do concurso na verdade ser pra um tipo de vaga temporária que quando terminar eu teria que sair, e teria que eu sair do emprego anterior de limpar parque (que aliás hoje foi mó rolê pra limpar a pista do Poli), a mulher entrevistadora tentou me dar um papel de aceitar vaga mesmo eu recusando a vaga, aí também tinha o detalhe que Pratânia era mais longe que a média de outras cidades.
    • Sobre o papel, era pra mulher dar dois papéis pra recusar a vaga (um ficaria comigo e um com a prefeitura), mas ela tentou esconder o segundo papel e falar pra eu assinar o papel de aceitar (detalhe: eu li os títulos porque eu sabia que era pra tomar cuidado, e percebi naquele momento que ela queria o papel de aceitar a vaga assinado pra virar contra mim), e eu já percebendo aquilo, já impedi esse plano dela e peguei o segundo papel de recusa pra assinar.
  • Também tinha um relato que meu irmão contou, de um colega de escola que pegou um jornal com "Pratânia" no texto, e ficou falando "Pênis, Pratânia" (e a piada tá bem óbvia).
 Sobre Concord ser feio, tem diferentes formas de jogos serem bonitos ou no mínimo carismáticos, dá pra ser fofo/charmoso tipo a maioria dos jogos da Nintendo (eu sei que a Nintendo tá mal-caráter esses anos, mas a Sony tá ativamente criando jogos ruins, remasters cansativos e deixando serviços mais caros, e já chegou a existir um Metal Gear que precisava pagar 10 dólares pra fazer save novo, então dá pra ficar pior que já tá), ou doido/bobo/engraçado tipo jogos do Crash e alguns da Rare da geração PS1/N64, ou expressivo e dinâmico como jogos do Sonic, Castlevania e até mesmo Spyro, e se for pra fazer feio, tipo jogo/filme de terror, que seja feio de propósito, assustador, medonho, aprendam a usar body horror também, não feio tipo malfeito (ex: Dormitablis (fangame de FNaF) ou Spawn (filme adaptado de HQ)). Só evitem fazer realista, com o orçamento e tempo que cês têm irá ficar malfeito e nem realista vai ficar o suficiente, que nem é com Mineirinho Adventures (que a propósito... pouca gente sabe, mas esse jogo é baseado numa marca de lanchonete e churrascaria chamada Dom Zellitu's, que por sua vez, fui ver e o restaurante é bem avaliado, então o problema tá 100% no jogo mesmo)

 Falando em pautas e Sul do país, eu subestimava muito as cotas de vestibulares e concursos mas era porque antes eu considerava isso racista e segregador, por presumir que a pessoa estudou menos ou em escola de menor qualidade só por ser de tal grupo étnico e social, assim como teve caso de gente (mesmo casos isolados e insuficientes pra dizer que é exatamente uma amostra) que foi recusada pelo Enem por "não ser negro/pardo" (mesmo sendo escura pra considerar parte da cota ou só pra não dizer que a pessoa é realmente branca), ou jovem que fez blackface pra tentar tirar vantagem de cota de concurso público.
 O problema é que tô parando de falar mal do sistema de cotas porque parece que hoje em dia no Brasil o racismo tá até aumentando, com gente de estados como RS, SC, SP e, por algum motivo, a Bahia também, até mesmo se associando ao nazismo e derivados (crimes de ódio, apologias genocidas, Nanauê/integralismo e eugenia), tá tão pesado que achar nazistas em RS e SC tá tipo achar talhares na cozinha, enquanto tem motivos de cotas existirem, que é ter uma maioria de pessoas pobres e classes média a média-baixa de etnias diferentes, mais que só pelo menor acesso, mas também como apenas um dos passos pra reparação histórica considerando o passado com trabalho escravo e afins (então atacar a cota como se fosse a única tentativa pública disso é, além de racista, uma falácia de espantalho, e eu não criticava sob essa falácia, só criticava o que fazia sair muito pela culatra).

Chega a não ter a ver com o que acabou progredindo, mas tem a ver com umas notícias que vi também nesse meio tempo e, assim como a piada de Areiópolis e a treta minha com Pratânia, não fazia a menor ideia se eu falaria isso alguma outra vez ou em outro post, mas é de uns contrastes que, se eu não fosse só um jovem cheio de hiperfocos em tropos e que já assistiu a tantos assuntos, iria parecer um poeta falido procurando frase de efeito, como o contraste entre pautas progressistas exageradas e deturbadas pela capitalização vazia e o extremismo puramente ideológico e usado pra causar pânico coletivo, ou o contraste entre se faz mesmo ou não algo baseado puuuuramente em cultura do próprio território por opção própria ou porque tem amadores derrotistas cagando regra pra não admitir a incompetência pra concorrer.

Até mais!

6 de jan. de 2026

Artes conceituais que eu fiz

 Olá pessoal, e... não, a Chronos Inc não vai ter tanta história de conteúdo sobrenatural, eu até diria que uma desvantagem minha com a Chronos Inc é que eu mal elaboro as ideias dos monstros, artefatos ou funcionários e as ideias já se esgotam muito rápido e escrever elas fica cansativo. Ontem, quando eu tava preparando fotos pro assunto desse post, eu achei essas fotinhas das dogginhas Nix e Black quando eram filhotinhas, e sim, faz muito tempo, papo de 2019.
Sabe quando eu falei sobre ter ensinado um webamigo Gabriel a desenhar em 2024? Bem antes eu ensinava meu webamigo Nicolas (que eu falei isso no blog do P.D., mas vou repetir: Era um webamigo meu que confiei muito, ao ponto que, quando ele tava reclamando de mais de dívida, eu ajudei ele a pagar as contas só pra isso não ficar atrapalhando ele, espero que ele esteja bem mesmo trabalhando pesado agora), por exemplo com ângulos e luz, como no desenho abaixo, de Agosto de 2025 (meio que compilando uns treinamentos de arte que eu tava fazendo, não só de forma geométrica e ângulo de luz), onde eu treinei também a desenhar lava, gosma, gota d'água, raio, fogo e uma explosão bem detalhada, usando caneta pra contornar ou pra destacar as cores.
Falando na Chronos Inc., eu fiz uns desenhos de uns personagens e só tava difícil isolar um post pra compilar as fotos dos personagens, e bem:
  • Cassandra Carter é bem pouco feminina, não por ser lésbica e nem trans, mas devido à carreira militar que ela opera que exige força, e as peças azuis são as placas de liga de Baenpet;
  • Dr. Carlos eu fiz com umas orelhas de "asinha" porque seriam orelhas felpudas, então eu fiz de forma assim simplificada, e na arte dele eu quase esqueço a dogtag dele;
  • Prof. Kevin (ou Dr. Kevin dependendo do capítulo) era pra ser baseado no Dr. King, mas aos poucos usei mais detalhes do Dr. Kondraki, incluindo o design. Também usei muito a cor rosa pros cogumelos e pras moscas, por ser uma cor usada pra ilustrar energia mágica mas também podridão;
  • Dr. Gerald eu fiz baseado no Dr. Gears mas também no Albert Einstein, e esse personagem tem três olhos.
Também fiz o Dabba (M-Fl-373) e o Euleviathan (M-N-666), e essas entidades são basicamente parentes que se odeiam, e vai ter beeem depois um capítulo da Chronos usando anormalidades para deter o M-N-666.
Também desenhei dois Ashraf-Flamauri e umas três anormalidades:
  • Dr. Bóris é baseado no Dr. Bright da SCP, como se o que aconteceu com ele fosse o que deveria acontecer com o Bright por bem menos, assim como antes não especifiquei como é a imortalidade dele, mas é uma mistura de resistência sobrehumana com ressurreição infinita;
  • M-Nt-803 eu fiz baseado no SCP-173, e foi até que difícil desenhar ele porque eu tava planejando algo realmente surreal;
  • Jonathan eu fiz baseado no Doom Guy, por isso a ideia dele ser basicamente tão casca-grossa que consegue enfrentar anormalidades sozinho, e dar medo em anormalidades que sobrevivem ou ele não pode matar;
  • S-Fl-011-P eu fiz com uma pele dourada e cabelo que teria tipo uma textura de fogo, e sardas avermelhadas de cobre, assim como a S-Fl-011, mas digo que a Femmesuit e a forma do cabelo seriam as maiores diferenças caso eu desenhasse a própria (além da altura);
  • M-Nt-017-Sg eu fiz baseado na ideia de lobisomem do canal Macaco Despido, que ele combinou diferentes tipos de caninos, primatas, lêmures e até um marsupial;
Já artefatos, eu só desenhei o Galão Dragão, já o Crisáureo sendo de Queda do Milênio e O Lado da Terra e vai aparecer em mais contos, o artefato de Oricalco capaz de transmutar qualquer objeto, e que eu atualizei o design pra ficar mais polido e colorido, e também o Palantír, baseado em Senhor dos Anéis mas aqui eu adicionei detalhes próprios, como o brilho vermelho (por ser uma luz de baixa frequência e a cor associada a coisas negativas) e um tipo de runa que pode tanto dar suas propriedades sobrenaturais como tem sua origem a ver com seus criadores, e assim como em Senhor dos Anéis, também é uma bola de cristal que pode prever o futuro e adivinhar eventos à longa distância (clarividência).
Também fiz uns desenhos do Slender Man, ou Operador, que a propósito, vou ter uma certa prioridade pra escrever logo o conto do Jeff vs Slenderman e talvez algumas repaginadas de creepypastas toscas como a da Peppa Pig e a da Hello Kitty pra criar algo original, assim como uma versão própria da creepypasta NormalP#rnForNormalPeople e também o Jack Risonho (que aliás, quando eu era mais novo eu nem sabia como era exatamente a lore desse bicho antes, só sabia que parecia o Jeff the Killer e também parecia com um Shinigami de Death Note).
Sobre origem de fotos como aquela do Slenderman surgindo de fotos editadas pra um concurso do Something Awful, eu acabei me deparando com o jogo De Profundis, de 2019 para Amiga (sim, um computador antigo da Commodore recebendo jogos em 2019, e por ser de uma demoparty, pode ter sido realmente gente que tava fazendo um projeto de demo de jogo hipotético, testando algumas estéticas e jogabilidades), na demoparty Revision.
Dentre umas imagens, tinha umas curiosas como a de um rosto sem boca que era o mesmo usado pro SCP-087 (Nil, de Sam Jinkins em 2005, pelo que pesquisei foi no mesmo lugar que o Untitled 2004 que se tornou o SCP-173, e Nil pode significar "azul", sendo "blue" uma gíria em inglês pra depressão, que combina com o comentário que me fez pesquisar sobre e que lá tava falando que ilustrava a depressão), ou então um olho "maligno" (que quando pesquisei com mais detalhe, era só um olho de crocodilo fotografado perigosamente de muito perto).
Isso de pesquisar origem de fotos me levou a rever essa fan art acima (que eu vi pelo remake do Ryan Venceslau de análise o Sonic exe), e é curioso saber que o Sonic exe nunca foi original do JC The Hyena:
  • É possível que uma das inspirações tenha sido esse bug do Sonic 3 em que ele aparece meio robótico;
  • Chained in the Darkness é uma arte de f-sonic, e pela descrição parece que foi algum tipo de vent art e não uma arte realmente de fetiche em gore;
  • Também tem esse desenho, Evil Sonic HTF, que é do artista mariokidd319, que provavelmente era muito novo na época que usava o Deviantart, não só pelo desenho em Paint, mas por também desenhos de MLP e um post de Sonic OC Male Doll Maker;
  • Já o El Pendrive Azul parece ter sido a principal inspiração, pela ideia de um pen-drive contaminado com um arquivo exe de Sonic, um Sonic maligno chorando sangue e também uma entidade maligna por trás do dispositivo.
    • Foi feito pelo autor chileno Sinuois, que no Twitter costuma postar artes e fotos temáticas dessa antiga creepypasta.
Sobre a minha versão do Sonic.exe, eu me baseei no El Pen-Drive Azul, nos personagens do JC the Hyena e também na ideia de jogo possuído do Analog Horror NeedleM0use, que apesar de ser recente não durou muito tempo e virou mídia perdida muito rápido, isso é, em partes, porque tem um "filme" compilando TUDO da série antiga, impedindo que isso fosse de fato perdido, além de umas playlists de reuploads.

O ShutUpJoseph deletou a série porque,  resumindo, a fandom tava sendo tóxica com os personagens e a série, ele próprio não tava gostando de tar concorrendo com a versão morta feita pelo JC the Hyena, e a segunda temporada (onde tinha o Tom, o Kyle e iam resolver o caso da Sarah) foi um fracasso, e ele próprio tava se estressando com isso.
Recentemente comecei a caminhar pra ter um passa-tempo nas férias e que minha mãe não me quer sedentário nas férias do meu trabalho, e é bom rever uns cantos da cidade que eu moro que geralmente eu só via no caminho pra academia que eu não vou mais faz mais de um ano, ou em caminhadas longas que eu só fazia com meu pai quando criança.

Antes eu pensava em técnicas de enquadramento, ao ponto de usar aquele bagulho de desenhar as linhas dos terços e o ângulo da câmera pra ficar mais linear, mas aos poucos eu parei de usar porque tava ferrando a performance da câmera, o medidor de ângulo era instável pra caramba e travava o celular mesmo moderno.
Regra dos Terços: Esse mecanismo aparece quando você tá recordando foto, praticamente divide a foto em 3x3 pra você distinguir pontos em que o enquadramento melhora.
Fibbonacci: Acho que isso ninguém vai ter habilidade pra calcular certinho, mas essa linha matemática sempre vai se formar em imagens que se alinham bem, bem certinho em curvas, seja dentro da figura ou no cenário entre as figuras da foto. Era fundamental pra arte antiga e medieval basicamente.
Ponto de Fuga: Comum em filmes do Stanley Kubrick, em que o cenário se alinha de um jeito que o paralelo sempre toca num mesmo ponto, normalmente por onde alguém vai entrar ou sair ou está ate´mesmo segurando o material sob essas linhas, como na foto acima.
Planos de foto: Temos planos pra você fotografar o seu amigo, como Plano Aberto (basicamente a pessoa inteira no cenário da foto), Plano Americano (que chega até as pernas, o nome tem a ver com filmes de Western (cowboys) os anos 1940 que usavam esse plano), Meia Figura (clássico half-body, vai até a barriga), Mid Shot (até o peito), Close-up (ou Primeiro Plano, que é até os ombros, comum em foto de documento de identidade), e Big Close-up (Primeiríssimo Plano, só a cara).

16 de dez. de 2025

Sobre Untitled 2014 e Chronos Inc

Esse blog será bem necessário porque condiz um paralelo entre eu ter rescrito 4 episódios de Untitled 2014 durante o hiato de Projeto Dream atual, e a versão 2020 ter sido escrita durante uma versão 2019 do Projeto Dream.

No caso, eu não só juntei tudo num mesmo blog e postei, eu tive o trabalho de reler (pra caso eu continuar ainda na mesma versão) e também adicionar mais descrições, corrigir erros de escrita e também atualizar a cosmologia e sistemas de poderes.

Também foi bom porque na versão nova que postei ontem, eu tirei os "E", "Então", "E tal coisa", "Enquanto isso" que era um vício de linguagem meu de colocar essas palavras, e por isso hoje em dia pelo menos o Projeto Dream quase nem tem parágrafos começando com E, porque fica muito feio.

Das ideias do Untitled 2014
  • O Ioann era um self-insert meu, a Sutefani e o Tales são baseados em primos meus, e o Bruno era pra ser baseado no meu irmão e a gangue de animais do personagem é baseada nuns brinquedos da casa dele (como uma ursa branca e um pouco - baseado num cofrinho - que irão aparecer futuramente).
  • A magia em Untitled 2014 agora tem um sistema fixo, não creio que será um sistema "ortodoxo" do hard magic mas irei preencher com o sistema de magia que tinha em Hard Life porque realmente é muito útil, porém, do sistema original, temos os lápis e os Nove Aromas.
  • Os lápis mágicos eu me baseei em um gibi de Turma da Mônica que eu tinha lido na época quando eu era criança e meu irmão comprou pra mim num bairro que a gente tava visitando, "A fuga pelos gibis infinitos", e realmente funciona que nem o lápis mágico do Bob Esponja, mas tem esse detalhe que a inspiração foi no gibi do Cebolinha, e eu adicionei poderes como magia baseado nas Keyblades de Kingdom Hearts.
  • Já os Nove Aromas da Magia são uma mistura dos Oito Ventos da Magia de Warhammer Fantasy (antes do 40k inclusive), mas com detalhes que eu adicionei envolvendo gostos, cheiros e uma porta de entrada pra conectar aos Dragões-Faro, que a história deles não coube em Hard Life e meio que tô usando Untitled 2014 pra estender isso também.
    • Aroma Vermelho: Sabor doce, elementos de sangue, cura e vida.
    • Aroma Verde: Sabor azedo, elementos do ácido, do metal e também inclui feitiços de defesa.
    • Aroma Azul Marinho: Sabor salgado, elementos de água, minerais e inclusive o mar.
    • Aroma Azul Turquesa: Sabor salgado-doce (tipo cloreto de amônio, paçocas, doces sabor sal e também comidas nórdicas como o Kanelsnegle, que caso você não conheça, é tipo o Sweetroll do Skyrim), elementos da pureza, de energia sagrada (incluindo luz) e da virtude da paciência.
    • Aroma Amarelo-Ocre: Sabor dos amidos (pesquisas recentes indicam que massas à base de farinha tenham sabores mais diferentes que os 5 principais), elemento da força, fertilidade e felicidade (o que combina com a cor e aroma associado a trigo).
    • Aroma Laranja: Sabor gorduroso (mais um sabor catalogado recentemente, com receptores chamados Oleogustus), elementos do fogo, durabilidade e auto-regeneração.
    • Aroma Castanho: Sabor Umami, elementos dos animais, da terra e das plantas.
    • Aroma Rosa: Sabor Agridoce (tipo chocolate ou cafés mais açucarados), elemento do vento, da premonição e das viagens.
      • O "elemento da viagem" no caso envolve portais, magias de aumento de velocidade e também controle sobre o espaço-tempo.
    • Aroma Roxo: Sabor amargo, elementos da morte, da escuridão e dos venenos.
Também, sobre a cosmologia, as histórias de Fenômenos, Chronos Inc, Cookieverso, Hard Life e agora Untitled 2014 são universos diferentes num mesmo megaverso, ou no caso um multiverso bem grande, já que não são multiversos separados mas num mesmo grupo, é realmente o mesmo multiverso. Entre as dimensões específicas de Untitled 2014:
  • O Mundo Nebuloso é um reino, plano ou universo paralelo rico em magia, com leis da física mais moldáveis e que, além de possibilitar ilhas flutuantes como se o próprio espaço fosse um oceano pra esse mundo, também a magia seja mais intensa. A nave espacial e as tecnologias que levaram os protagonistas a essa dimensão têm a ver com um povo que ainda tá escondido nessa dimensão.
  • O Reino da Escuridão é um outro plano, a uma camada mais baixa do multiverso e mais a ver com a escuridão, não é um plano preenchido só pela falta de luz, mas possui monstros e entidades habitando esse plano, assim como a energia negativa pode fortalecer o mago, mas pode corrompê-lo, seja pela ganância, ira ou orgulho, e falando em monstros, os "níveis" de monstros são:
    • Feras: Animais comuns, inclusive sem poderes além das próprias vantagens naturais.
    • Bestas: Animais maiores, com inteligência pra controlarem sua malícia e impulsos, e com poderes mágicos sobrenaturais.
    • Mutantes: Criaturas humanoides, embora não humanas, seu nível é maior porque podem avançar ao ponto de civilização, e o nome do nível vem de uma evolução alterada.
    • Demônios: Entidades com poder elemental maior, tendência quase unânime a forças malignas e ao Tártaro ou à Hila.
    • Dragões: Grandes monstros de maior nível, reis da magia e com ligação mais pura a pelo menos um dos Aromas da Realidade, não só a elementos derivados.
  • Os Dragões-Faro são dragões primordiais e que estiveram no início da criação para, com os Aromas da Realidade, que incluem os elementos da natureza e a matéria e energia necessárias pra natureza, isso valendo inicialmente para Hard Life mas eu tendo que estender isso porque não coube.
Comparação de um desenho de 2023 e um de 2025 dos Dragões-Faro (e outros dragões). Aparentemente meu conceito de dragão mudou muito, assim como eu pude elaborar melhor uma hierarquia de dragões sem forçar algum retcon estranho para Hard Life.
  • Dragões comuns de fogo no catálogo da Chronos estão como M-Nt-025, registrados como perigo baixo para humanos, não por terem pouco poder (longe disso), mas porque são poucos e raramente usam seu poder máximo ou caçam humanos.
  • Dragões-tigre no catálogo são M-Cr-861, são de perigo alto, e são Cr e não Sg porque, apesar da força tal como a de um dragão comum, seu maior perigo é o veneno, cuja dor causada é tanta que pode causar uma epidemia sensorial de alta dor.
  • Dragões-crídrigos no catálogo são M-Sg-812, seu perigo vem dos fortes ventos gelados e forte poder elemental sobre a água e tempestades, mas o perigo é puramente físico e por isso são Sg.
  • Dragões-Faro não foram catalogados pela Chronos Inc até agora, pelo menos não a espécie em si.
Um possível FAQ hipotético que eu preparei preventivamente
"Como os Aromas da Magia são usados na sociedade? Existem guildas de magos especializados em cada Aroma?"
  • Curiosamente, a magia é rara no universo principal de Untitled 2014, seja porque tem poucos lugares com ensinamento direto, ou porque realmente a humanidade tem um certo desprezo por magia, por isso o Ioann era humilhado mesmo já despertando magia.
"Qual é a relação entre os Dragões-Faro e os outros monstros? Eles são vistos como deuses ou são temidos e respeitados?"
  • Os Dragões-Faro não são deuses, ainda possam ser cultuados como tais dependendo do que tais povos consideram como um deus, eu não quero dar spoiler mas também não quero esquecer ideias futuras, então a dica é que tem um culto a uma Dragonesa-Faro na França em Untitled 2014.
"Como a alquimia é vista na sociedade? É uma prática respeitada ou é vista como algo sombrio e perigoso?"
  • A alquimia antes era genérica, era simplesmente uma química pra poções, mas atualmente que eu aprendi melhor sobre como a alquimia mistura esoterismo, metáforas e química normal porém primitiva (inclusive eu odeio Fullmetal Alchemist nesse quesito em que os alquimistas fazem tudo, menos alquimia, você nunca vai ver eles fazendo poções ou encantando metais mesmo isso sendo algo canônico em crenças de alquimia, e tudo que eles falam de química complicada não é como a alquimia medieval dizia e olha que era pra ser a inspiração maior da série), a alquimia aqui inclui:
    • Anabolizantes que dão poderes.
    • Poções comuns de cura.
    • Cirurgias que tornam humanos em superhumanos ou mutantes.
    • Olhos mágicos e criação de outros órgãos sobrenaturais.
    • Sutefani podia escolher entre o Olho Rosa do Tempo ou o Olho Verde do Espaço, ela escolheu o olho rosa durante a cirurgia de transplante (isso não é um retcon, eu que era apressado e isso não coube no episódio original).
    • Artefatos mágicos, como os lápis mágicos.
  • Por isso a alquimia é comum, ainda que possa ser metafisicamente perigosa e de difícil manuseio.
"Qual é a origem dos demônios em Untitled? Eles são criaturas nativas do mundo ou vieram de outra dimensão? Funciona da mesma forma em Chronos Inc?"
  • Pode ter tanto demônios que simplesmente nasceram na Terra ou outros planetas e são entidades mágicas perambulando na natureza, sendo perigos de grau variável, mas a maioria vem de Hila (que é o reino demoníaco em Untitled 2014).
  • Já em Chronos Inc., demônios são quase sempre interdimensionais, mesmo que o universo central de Chronos Inc. tenha entidades sobrenaturais frequentes, houve esforço pra ocultá-las o suficiente pra viver nesse mundo ser seguro e até mesmo, com recursos sobrenaturais diários (ex: poções podendo ser remédios baratos, mas caseiros) melhorando a vida dos civis.
"Como os mutantes surgiram? Foi um processo natural ou foram criados por alguma força externa? Quais são as implicações sociais e políticas da existência de mutantes na sociedade?"
  • Tem mutantes que surgiram evolutivamente, de forma natural, ou de forma artificial, como animais expostos a radiação o suficiente pra se deformarem em outros seres, ou magia transmutando eles em sua versão humanoide e inteligente, e diferente do Projeto Dream (em que mutantes são humanos evoluídos de forma mutagênica, e possuem seu espaço na sociedade e até usei com subtextos sobre o autismo), em Untitled 2014 os monstros são escória pra sociedades humanas, e vivem em periferias perigosas.
"Quais são as consequências de viajar entre dimensões? Existem riscos ou efeitos colaterais?"
  • No momento não, mas usar magia em si pode desgastar o usuário. Diferente do Projeto Dream, em que o desgaste é mental e espiritual, em Untitled 2014 é como em Hard Life, em que a magia é baseada em energia vital e o uso excessivo causa desde cansaço a morte.
  • Já em Chronos Inc., será mais multifacetado, com maior tendência ao desgaste mental, considerando que Chronos Inc. é uma história com mais base no terror cósmico, em que o terror não vem de entidades perigosas em si, e sim na implicação da existência delas que reduz a importância da vida humana, assim como pensar excessivamente no sobrenatural depois de descobri-lo é o que causa a loucura, não só "oh não o homem polvo é tão feio que fiquei louco, meu Deus do Céu aaaaaaa"
"Quais são as principais características da tecnologia alienígena que apareceram no primeiro episódio e no Remastered? Ela é baseada em princípios científicos conhecidos ou é completamente desconhecida?"
  • Pra falar a verdade, eu diria que a tecnologia alienígena eu redefini (retcon por causa do reboot) pra ser mais específica de "oh não, ataque de robôs alienígenas!", adicionando detalhes biomecânicos, com adição da alquimia com metais místicos com engenharia dimensional pra essa energia mágica combustível viajar entre planos.
"O que acabou de acontecer nos episódios novos de Chronos Inc!?"
  • Ok, caso alguém tenha uma obsessão pelos meus blogs e destrinche a toca de coelho e queira saber dos ARG's, vou explicar pelo menos o dos episódios 2 e 3 da Chronos Inc, que destoam muito do primeiro. Eu me baseei em Analog Horrors, em que o terror se manifesta em gravações antigas, que eu combinei com o fato que, por incrível que pareça, fitas VHS tenham marcado minha infância, e baseei 2004 (o ano de origem das fitas nesse ARG) no ano que eu nasci.
  • Das fitas, o código morse e os craquelados escondem mensagens sobre Rei de Amarelo (pra descriptografar, traduzam do código morse, e puxam 6 letras à esquerda na Cifra de César, algumas letras ficarão estranhas porque eram letras com acentos e isso vai complicar mais pra vocês), com um pouco de inspirações no 11B X 1371.
  • As fitas 1, 4 e um trecho da 6 foram baseadas no El Retolam (eu achei esse Analog Horror interessante apesar de bem tosco), a fita 5 foi baseada no Local 58 e na creepypasta do 333-333-333
  • A fita 7 é, por incrível que pareça, original, ainda que reciclando umas ideias que eu queria muito adicionar no site da SCP original, mas como não sei postar na Wikidot eu desisti da ideia.
"Os próximos episódios de Chronos Inc. continuarão a ter as tomadas VHS? Ou voltará à forma do primeiro episódio?"
  • Vai ter novas fitas, incluindo as do Dr. Orange, a questão é que não será a forma principal de contar ou listar essas ideias de entidades que, por incrível que pareça, eu posso tanto conectar em contos posteriores quanto reutilizar em novas histórias, já que usam a mesma cosmologia e magia.
"Planeja continuar Untitled 2014? Terá spin-offs de outras histórias também?"
  • Sim, planejo continuar Untitled 2014 mas também tem uma ideia de história que eu também planejo escrever, talvez será ano que vem, já que antes tenho que continuar a saga do Projeto Dream e, se eu conseguir, fazer o especial de Natal também.

Até mais!

29 de jul. de 2025

Músicas tristes e Hard-Life

 Tô fazendo esse blog antes de voltar a escrever o Projeto Dream.
 Um tipo de música que eu acabo ouvindo muito eventualmente são aquelas músicas tristes, seja com vibe emocionante, relaxante ou inspiradora, há músicas que ouvi como Fell in Love With a Dream (que eu descobri por causa de um vídeo de playlist de lo-fis) e World of Clay do DJ Kupla, ou a música Shark and Whale do jogo Rogue Legacy, acho que essas músicas são tão encantadoras, não por algo como a catarse (libertar sentimentos reprimidos, a maioria negativos), mas por serem como canções de ninar infantis em sua melodia.

 Sobre Hard-Life, eu resolvi desenhar alguns dos personagens principais, como o Akio (eu já imaginava ele com roupa preta, mas adicionei elementos como os detalhes vermelhos pro simbolismo de alguém forte e/ou sério, e também as peças mágicas dele, a beauty mark é um detalhe que adicionei recentemente), o Takeshi (que eu imaginava ele sendo o "bobo" do grupo ou coisa parecida, e o azul é porque é uma cor leve e também uma cor que associo a poderes psíquicos, assim como as palavras azuis do Caminho das Palavras que é a variação que ele mais usa) e a Seiko (que eu fiz ela loira - gyaru - e com roupas vermelhas e brancas, pra representar alguém dinâmica, inicialmente agitada e feliz, mas mesmo mais madura ainda extrovertida, adicionei também tamancos e mochila de pilha). Todos com carinha de "-v-" porque são japoneses.

 Fiz também um Ziéula (o nome dessa espécie eu adicionei recentemente, antes não tinha nome) e o Vajan (plural: Vajanlau) do episódio Três Mundos (e talvez eu volte a usar pelo menos os Vajanlau), de Fenômenos (que aliás, essa série - Fenômenos - por mim é uma das piores porque fiquei usando pra um monte de powerscaling barato porque na época eu tinha hiperfoco nessa porra e mal sabia que isso mata o apreço das histórias).
 Sério, tem até uma analogia minha associando partes de uma história a partes de um corpo: Os braços são a ação e aventura, as pernas são a consistência de roteiro, o tronco é o conteúdo, mensagens e worldbuilding, o sistema de poderes é entre as pernas... Fenômenos era uma história pato (asas fracas, pés que andam torto, corpo pequeno, mas tem patos e marrecos que a parte chega a 40 cm de comprimento).

 Fora isso, também temos o design de um dragão normal, um dragão-tigre (baseado na cobra-tigre, por isso sendo amarelo com manchas pretas e seu poder venenoso, esse dragão não cospe fogo) e um dragão crídrico (que irei elaborar num episódio futuro). Também um Dragão Faro (uma raça de deuses-dragões que criaram os "aromas" da realidade, isso é, em resumo a natureza e o que deixa ela bonita e cheirosa).
 Apesar de MUITO parecida com a Luna Pleine, esse design atual dela não foi reciclado de Projeto Dream, pelo contrário: A Sasha teve seu design reusado pro da Luna Pleine em Projeto Dream. Sasha, pra quem não lembra, vou resumir: É uma aventureira russa e caçadora de mistérios mágicos, ela foi planejada como lésbica, mas nunca decidi isso na personalidade, cenas ou ao menos uma possível namorada pra ela. Como tô continuando Hard-Life (basicamente em homenagem porque foi uma história que usei como um treinamento pra muita coisa do Projeto Dream atual), posso elaborar isso com detalhes.
 Galos, por sua vez, eu me baseei no Galuf de Final Fantasy 5 (pela cara, cabelo, bigode, ele nitidamente parecer bem velho e também vir de outro mundo e ter muito potencial mágico), Goku (inclusive era pra roupa dele ser laranja, mas ia ficar parecendo só um Galuf elfo vestido de Goku) e a região Kalos de Pokémon (o nome dele é tipo Galuf + Kalos), e a filha dele Lanisandra foi baseada na princesa Orihime do Taoismo (por isso ela é uma tecelã, filha de um homem poderoso, mas também esposa de um fazendeiro).
Um grande hiperfoco meu é em monstros, tanto que já fiz blogs sobre vampiros, lobisomens, medo do escuro, mitologia, mímicas (aqueles baús que mordem), um monte de lendas, mitos e até o contexto de muitos desses seres, e tem uns seres bem subestimados, também do folclore europeu, como:
  1. Panotti: Humanoide com orelhas tão grandes que são úteis como proteção ou para dormir.
  2. Blêmio: Humanoide sem cabeça, que o rosto (e cérebro talvez) ficam no peito, são tribais.
  3. Monópode: Humanoide de uma perna, com um pé tão enorme que serve de guarda-sol (eu não tô zoando, as ilustrações que vocês mais vão ver do monópode é ele deitado usando o pé pra se proteger do sol).
  4. Nouli: Humanoide de pés invertidos (mas não coube no desenho >:( ).
  5. Gorgada: Humanoide feminina extremamente peluda (e pelo que entendi nas ilustrações também é gordinha).
  6. Monstro de Ravenna: Humanoide com corpo de criança/cupido renascentista, braços de asas, alguns símbolos no peito (que não deu pra desenhar), e também se apoia em um pé de ave. Pelo pouco que eu sei ele é símbolo da cidade de Ravena, Itália.
  7. Monstro de Cracóvia: Esse foi surreal de desenhar, e também um monstro que tive tanta obsessão em saber quem era que parte do meu hiperfoco por monstros aumentou daí, ele é humanoide, gordo, com cílios grandes, orelhas de peixe, nariz de mosquito, pés e mãos membranosos, rostos nas juntas e mamilos, olhos na barriga (que formam um rosto com o umbigo). Por algum motivo tem algo a ver com Cracóvia, Polônia.
  8. Astomi: Acho que esse é um pouco mais conhecido, ele é uma raça humanoide sem boca, com roupas grossas e que se alimenta de cheiros bons, e cheiros ruins são venenosos pra eles. O pouco que pesquisei indica que foi baseado em más interpretações de pessoas na Índia que, num ato similar a um voto de silêncio, tampam a boca segurando uma madeira pra se recusarem a comer ou falar, o que foi interpretado como pessoas sem boca.
    • Sabe os centauros que são meio humano meio cavalo? Funciona parecido, surgiu de interpretações exageradas de guerreiros de povos inimigos, como nórdicos, celtas e persas que montavam em cavalos em vez de usar na frente de carroças/bigas (biga é um tipo de carroça pra corrida, seja em guerras ou competições).
 Fora isso, sobre algo oriental que eu gosto muito, e vi num vídeo do Hamlet ARL (só não tem link porque faz muito tempo que vi e não lembro o vídeo exato), a Teia de Indra, ou Rede de Indra, que dependendo da versão, é uma rede de tricô com nós e joias, ou uma rede de teia com gotas nas linhas, e cada joia no nó ou gota de orvalho refletia o brilho uma da outra, essa metáfora explica o Anatta (Não-Eu, algo como a morte do Ego, a supressão da vaidade e da perspectiva subjetiva da realidade) e o Anicca (que muitos confundem com o Anatta, mas a impermanência é do Anicca, de como tudo se transforma e cada elemento depende um do outro), o que lembra os conceitos de transmutação da Alquimia medieval, e também o Deus Siva Natura (Deus Seja a Natureza) de Baruch Spinoza, apesar que é o contrário pro Spinoza: Cada elemento ou conceito existe por si próprio, e possui seu interno como absoluto, quando não há mais nada que o elemento possa se interligar.
 Sobre ambiente, tenho esses desenhos que fiz: Um de Nidavelir e outro de uma cidade em Anakos, ambos de Projeto Dream. Nidavelir eu me baseei em arquiteturas de livros do Tolkien (apesar que aí tá simples demais) mas com tema de um reino numa caverna gelada. Já Anakos eu me baseei no brutalismo que é uma arquitetura brutalmente usada em países europeus soviéticos, seja a URSS ou a Europa Oriental (aliás, é a arquitetura dos ambientes de Half-Life 2), um pouco também baseado em favelas do Rio de Janeiro RJ (nesse esquema de uma casa encima da outra).
 Mas sobre um ambiente que critica o capitalismo, corporativismo e a ganância humana que atrapalha o desenvolvimento das civilizações, tem uma parada que me encanta muito que é o Cyberpunk. O Cyberpunk é um estilo de ficção científica que claramente todo mundo conhece hoje em dia, apesar que a moda atualmente seja Frutiger Aero, e também apesar que quando falo de Cyberpunk o pessoal instintivamente acha que vou falar do jogo 2077 (o que me fez odiar esse jogo porque criou a ilusão que o Cyberpunk 2077 patenteou essa categoria), mas tem algo que faz o Vaporwave eventualmente ser confundido com o Cyberpunk.
 Como tem muita coisa pra falar só sobre Vaporwave e Cyberpunk mas não ia caber como planejado, deixarei pra outro post.

Até mais!

24 de jul. de 2025

Hard Life, T2E01

[Planejo continuar mesmo que por uns episódios uma série que faz uns anos que não continuei mais, e embora não seja um reboot, só elementos e personagens que foram mais essenciais serão continuados com exatidão, enquanto boa parte das aventuras serão mais inéditas]

> 04/02/2025; planeta Altair; Estamos de volta.
 Akio, Takeshi e Seiko estão visitando o aniversário da filha de Galos, a Lanisandra, caracterizada por seus cabelos verdes como os do pai mas cacheados como os da mãe, e uma grande tecelã que, durante uma aventura mística de Akio Yamada e Mike Nollan tiveram para deter o Juíz Pósitron em 2010, esses tecidos davam roupas espaciais leves que os protegeram das tempestades de antimatéria e amortecia os raios magnéticos. A mãe de Lanisandra, chamada Vegan Alpha, fez grandes bolos de diferentes frutas locais desse planeta, e o Galos era bom com pães e carne, fazendo diferentes petiscos de massa empanada e recheada.
 Juíz Pósitron foi um caçador de magos na Via Láctea que destruía planetas e matava heróis por ver a matéria como algo que existia sem seu consentimento, e que iniciou uma Nona Guerra Estelar por propagar aos civis que a guerra era apenas um jogo que todos poderiam jogar por ser instinto dos mortais, a empatia era uma blasfêmia e um enfraquecimento moral e sexual, e este treinou o temido assassino Morijack, atualmente morto depois de sua luta contra o Mestre Salah na Coreia do Sul, e mesmo que Morijack fosse só um discípulo, além dele ter assassinado grávidas e crianças, pessoas de etnias que não fossem claras como a dele por as ver como "impuras e corruptoras da terra", assim como usando venenos de dragão-tigre ele conseguia causar dores tão fortes em suas vítimas que chegavam a se espalhar como uma epidemia psíquica, tudo isso feito por prazer, enquanto o Juíz Pósitron já chegou a hipnotizar crianças para suas armadilhas, fez barbaridades tão terríveis com crianças e adultos que quando ele morreu, é como se as manipulações dele tivessem parado, todas as palavras que pareciam bonitas se voltaram uma abominação depois de ser revelada sua ficha criminal e só as vítimas conhecidas.
 De qualquer forma, em San Diego, Estados Unidos, Sasha adotou Emily e a levou como um tipo de companheira de viagem, e discípula, ambas morando no Canadá, Andrômeda e Kenshiro têm uma ideia deles cuidarem juntos do bóbon que era confiado a Salah e depois à Andrômeda, e uns anos atrás, como em 2008, quando Kenshiro se deparou com jornadas como o reino bóbon, ou viajando no lombo de um dragão-faro, e no começo de 2009, preso na barriga de uma Ama de Sangue, um tipo de mulher escrava da raça dos Dal'hak, morbidamente obesa e forçada a engravidar e fazer renascer soldados desse clã de guerreiros meio gorila e de três olhos, mesmo ele ficando forte e aumentado magicamente ele estava tão traumatizado com os eventos acumulados que desde então buscou treinar e viajar com Andrômeda à procura de se desculpar de seus ex-colegas, mas como faz muito tempo que tiveram rumos diferentes, e Andrômeda não tinha mais contato com eles, isso ainda tá demorando.
 De qualquer forma, Akio, Takeshi e Seiko se encheram muito, no Japão não é bem-visto comer muito, mas pelo incentivo com o fato de ter aqueles salgados, carnes, bolos, tortas e frutas de tantos tipos, eles sentiam que não podiam deixar de experimentar nenhuma das comidas, alguns altairanos estavam irritados com os três terem comido tanto, mas o Galos se sentia orgulhoso como se realmente isso indicasse que a comida fosse irresistível por ser muito boa, e a Lanisandra até pega de um armário da casa um remédio digestivo pra ajudar os garotos.
Galos: Caramba, há décadas não via gostarem tanto do que eu fazia, parecia que não comiam há anos.
Seiko: É...
Akio: Também não gostam na Terra quando comemos de mais.
Takeshi: Não dá pra resistir mesmo!
Lanisandra: Deviam tomar cuidado, ouvi falar de um tio do meu marido que explodiu de tanto comer.
Takeshi: Será que não era exagero?
Akio: Não seja besta, Takeshi! Deve ter estourado no mínimo algum dos órgãos, não é mesmo?
Lanisandra: Haha, um dos três estômagos.
 Os três vão com Lanisandra e o marido dela, Boikan, para praticarem um pouco de cavalgada nos xuburtes altairanos, criaturas grandes e quadrúpedes como cavalos, com rosto similar ao de uma larva, o corpo um pouco artrópode de cores variáveis, os mais comuns variam entre um bege claro (conhecido aqui como amarelo-pálido), ou marrom escuro de tons vibrantes, alguns de maior destaque podem ser pretos (comuns em soldados por ter uma crença de que seriam mais rápidos e duráveis), ou vermelhos (alguns com listras ou manchas de cor branca, comum em nobres, embora Galos tenha conseguido um depois de assumir um status comparável, pela cor ser bonita e esse tom ser raro e de reprodução mais controlada), porém, Akio, Takeshi e Seiko estiveram treinando sobre xuburtes azuis-ciano (azul é uma cor considerada de sorte em roupas e frutas em Altair, mas em xuburtes é quase um símbolo de azar, por serem animais mais lentos e de pouca força, por isso usados mais para abate e corte, suas ferraduras são maiores para caber algumas talhas de símbolos sagrados para afastar esse tal azar).
Seiko: Esses bichos são bem lentos.
Takeshi: Será que tão velhos?
Akio: Parem de reclamar, gente! Esses aqui parecem até que especiais.
Lanisandra: Se fosse especial mesmo estaríamos usando esses, não os escarlates.
Akio: Quer saber? Madame Lani, dá pra gente fazer corrida com eles?
Lanisandra: Ah, vamos ver!
 Numa corrida aproveitando os mais de 3 km² do campo de xuburtes local, o grupo aos poucos teve que se acostumar a guiar aqueles animais na marra, para então fazerem uma corrida, de algumas voltas, umas 3 voltas ao todo, Akio chegava em primeiro, Seiko em segundo, e Takeshi em primeiro, e com isso, em comemoração, Lanisandra faz umas medalhas de fita, uma vermelha para Akio, uma amarela para Seiko, e uma verde com listras azuis para Takeshi, ela fez todas bonitinhas, bem-feitas, até o Takeshi estava feliz com aquilo.
 Depois dessa corrida e de uma pequena comemoração do Boikan e da Lanisandra, anunciando que terão um filho daqui a alguns meses, e aquilo era extremamente maravilhoso pra eles, e os três deram presentes para a Lanisandra, como o Akio dando uma bolsa da Louis Vuitton Capucines vermelha que ele comprou como presente, o Takeshi dando uma Palantír que ele conseguiu depois de matar um demônio no planeta Inferno num duelo de projeções de água draconiana, e Seiko dando três vasos de ervas místicas, de ervas helênicas, ctônicas e etéreas, logo em seguida o Akio saca de sua bolsa marrom xadrez uma Chave Dimensional para ele e seu grupo voltarem para o Japão num atalho dimensional.

Continua>>>