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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

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24 de fev. de 2026

Ideias descartadas pra você brincar

Esse post eu espero que seja curto, porque são dois rascunhos de história que não teria muita atenção pra fazer já que tenho um monte de ideias pro Projeto Dream e Chronos Inc e planejo continuar outros contos que já fiz pra esse blog.

Ideia 1 (baseada em Trench Crusade, esoterismo e casos bizarros de conspirações se tornando reais).

 Eu estive planejando uma história sobre guerra entre a humanidade e demônios.
 Do lado humano, eles possuem tecnologia um pouco mais avançada que a média atual, assim como as religiões abraâmicas estão reunidas para deter as ameaças.
 Existem paganismos nórdicos e gregos pois os magos estão, além de voltando para dar assistência nas lutas mágicas, e assim ter o divino, o tecnológico e o sobrenatural contra o demoníaco, mesmo os pagãos e os árabes estão em aliança para avanços científicos, sobre os arsenais mágicos eles envolvem relíquias de madeiras, cristais ou elementos com diferentes poderes, e do arsenal divino eles envolvem armas fortalecidas pela fé.
 Assim como nesse universo uma seita de uma elite corrupta tentou evocar entidades inomináveis para se manterem no poder e com mais riquezas, e isso trouxe um reino de demônios que queimou a realidade em Jerusalem.
 Do lado dos demônios, tem tropas divididas nos Ministérios, representando:
  • Ira: Elemental do fogo, aumento de velocidade e força, cabras familiares agressivas.
  • Luxúria: Elemento da água, magias de controle mental, familiares peixes lutam na água.
  • Gula: Elemento da madeira, os vermes familiares absorvem vida e destroem material essencial.
  • Ganância: Elemento dos metais, os burros familiares podem trabalhar sem cansaço.
  • Inveja: Elemento da Terra, as cobras familiares são venenosas e atacam médicos e invadem bancos de dados.
  • Preguiça: Elemento do Tempo (desacelerar ou parar) sob custo de tropas fracas e imóveis, familiares porcos são altamente resistentes.
  • Orgulho: Elemento do Vento, seus soldados e leões familiares são imparáveis em combate e lutarão até o fim.
 Eu reutilizei a parte do Inferno pras tropas do Asura, Tsul, Galony, Aleborja, Lavey, Chorizz e Malphas em Projeto Dream.

Ideia 2 (baseada num arco específico de Xeelee Sequence)

 Algum tipo de guerra interestelar ou intergaláctica da humanidade contra aliens realmente ameaçadores e perigosos, e que esses aliens militarizam a manipulação do espaço-tempo, incluindo:
  • Portais, ou Buracos de Minhoca, para viajar entre planetas ou épocas.
  • Armas gravitacionais capazes de projetar buracos negros como ataque.
  • Também energia extraída diretamente das forças fundamentais.
  • Também biotecnologia e imortalidade.
  • Com alguma seita de humanos que traíram a nação galáctica humana em troca de poderes.
 Mas essa ideia eu abandonei porque tá muito igual ao arco que eu li superficialmente e o Projeto Dream tá lidando bem melhor com guerras espaciais e traições.

Ideia 3 (um tipo de shounen)

 Tinha uma ideia beeem antiga que eu tava tendo em 2023, de um protagonista chamado Koa, cuja magia envolveria controlar bolhas (similar ao Caesar de JJBA parte 2), e teria diferentes mestres nesse caminho, cada um de um elemento da magia:
  • Um de fogo que teria um ataque especial que o fogo soltava efeito cascata.
  • Um de água que seria tipo Mestre Kame.
  • Duas que eram o rascunho de Aria e Lyra.
  • Também teria mestres de terra e de vento.
  • E um rival que tinha a magia Quebra do Tempo, que foi o rascunho da Quebra do Tempo que a Tifanny usa.
  • E algum tipo de guerreira lobisomem trans com magia de sangue.
 Koa também teria uma moto movida a energia solar, que é o motivo da moto não precisar reabastecer.

Ideia 4 (baseado em magia e sociedades mágicas)

 Esse parece bem simples e fácil pra quem já viu histórias onde a magia é organizada, tipo Harry Potter...
 Falando em Harry Potter, uma vez eu conversei com um webamigo sobre as polêmicas e preconceitos de Harry Potter, e que os bruxos de Harry Potter não são bruxos, são magos, já que bruxaria envolve rituais seja a entidades ou cerimônias, feitiço são magias que o mago emite, e Wizard (termo usado na história) não é bruxo, e sim mago, enquanto bruxo tipo "bruxa♂️" é Warlock, nem a estética é tão de bruxa, já que castelos góticos são coisas da Europa cristã, que inclusive odeia bruxos e bruxas e teve um monte de inquisições (mesmo que o nível de "professora me deu 0, padre, ela é uma bruxa" foi específico da Inglaterra e de Salém, e geralmente queimavam mais hereges do que bruxas, como os cataristas, muitas bruxas, falsas ou "reais" (tipo canibais e usuárias de bruxaria, ou mulheres hereges) eram decapitadas ou, em Salém, 19 foram enforcadas e 1 foi esmagada em pedras), e caldeirões são comuns na culinária, e poções da alquimia não eram exclusividade de bruxas, pelo contrário: antes eram remédios primitivos (tanto que farmácia e fármaco vêm de Pharmaka, que significa poção) e foi comum na alquimia europeia e árabe (de povos que, por fé abraâmica, condenavam bruxaria).
 Mas e essa história que eu tava tanto planejando? Seria algum tipo de família nobre e lendária que investigaria sobre magia, artefatos e entidades, assim como relíquias deles seriam cuidadas e usadas, a ideia é também de 2023 e eu esqueci boa parte das relíquias, mas teria muitos itens elementais ou feitos de prata, e eles teriam dragões em seu castelo, mas seriam feras pequenas, ainda assim de fogo, e teriam um idioma próprio (algo que reutilizei com os hocertianos no Projeto Dream).

Talvez eu reutilize nas histórias que eu já fiz (não os arcos inteiros, mas os grupos, personagens e poderes), principalmente em Hard Life e Untitled 2014 (que aliás, é intankável como umas histórias que tinham muito powerscaling se reduziam a "esse personagem treinou por tanto tempo e aprendeu tais poderes papapa...", e talvez por isso eram histórias tão curtas: por eu não focar realmente em worldbuilding ou realmente na construção de personagens, então me desculpem por isso).

Até mais!

15 de dez. de 2025

Untitled 2014, Remastered

[Esse lançamento em blog é para compilar os capítulos antigos de Untitled 2014, que por si só é um reboot de quadrinhos antigos que eu fazia quando criança e nunca parei pra pensar se precisava de algum nome]
[Está marcado como "reboot", mas não refiz a história inteira do zero, é só um relançamento antes de continuar possivelmente essa história de fato, e juntando os outros capítulos que eram bem curtos em comparação à média que eu faço hoje em dia, e por isso a ilusão de que parecia que eu fazia mais capítulos. Erros de escrita, inconsistências e defeitos narrativos da época foram corrigidos]

> 22/02/2014; Rússia.
 Um mundo alternativo, em que a Guerra Fria se tornou uma Terceira Guerra Mundial, e não são muitos países os que sobreviveram, entre os países que foram pro saco inclui a Europa, maior parte da África e da América do Sul (com exceção do Brasil, da Argentina e do Peru), porém, os que mais estão bem são a Rússia (antes União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) e os Estados Unidos da América, ambos países que estão se esforçando ao máximo para poder progredir a humanidade.
 Lá está nosso protagonista, Ioann, um soldado russo que cuida dos recursos e alimentos da base secreta que opera em seu país, algo que é atrapalhado quando uma ninja rebelde chamada Sutefani aparece e ataca a base, causando uma luta entre ninjas japoneses e soldados russos, mas Sutefani é presa e todo o resto de seu grupo é exterminado e aniquilado, e ela não entende o porquê dela ser a única a não ser morta.
 Porém, enquanto isso, Ioann começa a conversar com Sutefani, e eles ironicamente se dão bem, mesmo nesse mundo russos e japoneses estarem ainda em conflito.

> 24/02/2014.
 Durante esses dias, Ioann continua seu treinamento duríssimo com seu chefe, Hisvan Kalimov, porém tudo é interrompido por um exército de robôs alienígenas que interromperam o progresso, eles não entendem o que estava acontecendo mas mesmo assim eles têm de enfrentar aqueles robôs, mas enquanto detêm os grandes drones de três garras e de carcaça roxa orgânica como a de insetos, Hisvan não consegue sobreviver, pois para aniquilar aqueles robôs, ele se sacrifica com uma explosão tão intensa, com uma bomba C4 bem grande que ele carregava, que só sobra uns 10 robôs, que os soldados enfim conseguem derrotar. Ioann, por raiva dos outros soldados, foi mandado descascar batatas.

> EUA.
 Nos Estados Unidos, uma gangue de motoqueiros, liderada por Bruno e composta em sua maioria por animais mutantes e humanoides, está negociando com uma máfia canadense, liderada por um cara chamado Tales, em uma venda de drogas, mas não drogas comuns, e sim umas anabolizantes alquímicos que dão poderes anormais, porém tudo é interrompido pelos mesmos robôs, que ainda não se sabe tal origem além de ter vindo de nenhum lugar terrestre, de qualquer forma, depois de derrotarem esses robôs eles descobrem que um fonte deles está vindo da Europa, local que eles resolvem ir, coincidentemente junto de Ioann, Sutefani e o exército russo.

Europa.
 Ioann, Sutefani, Bruno e Tales chegam à Europa, seja pela coincidência eles se encontram ainda que coincidência deles terem tido a mesma meta ao mesmo tempo, ainda um lugar onde há uma nave espacial criando ainda mais desses robôs para poder dominar o mundo, porém, o grupo dos protagonistas consegue chegar dentro dessa nave e percebem que lá não há nada além dos mais diversos circuitos complexos, em peças de garras e placas-mães de ouro e um metal violeta que criam esses robôs estranhos para invadir diferentes pontos, e investigando ainda mais eles descobrem que dentro tem um portal para outra dimensão, outro plano de existência, e eles conferem esse portal para ver se aquilo era perigoso porém eles começam a ouvir uma voz humana e vão atrás pra ver o que é, encontrando uma pessoa similar completamente a um humano, especificamente alguém de etnia europeia e caucasiana, e esse homem diz precisar da ajuda deles, coisa que eles atendem, o resgatam e vão com ele para o portal, desligando a nave e seus robôs.

> Outra dimensão.
 O grupo dos protagonistas vai com esse humano que estava antes preso nessa outra dimensão, que era um mundo muito estranho cheio de ilhas flutuantes e com um céu azul escuro com muitos vórtices violetas nebulosos. Indo ver o que tem nessa dimensão eles descobrem que lá tem uma civilização inteira, incluindo casas amorfas e feitas de madeiras das árvores das ilhas, culturas com um tipo de festival nas ilhas, tecnologias que tenham a ver com essa nave, usando mesmas peças artrópodes, porém, algo exclusivo deles é a magia, que eles podem manifestar tanto de suas mentes quanto de canalizadores físicos.
 Mas é claro, Ioann e seu grupo são inicialmente confiscados até que o humano que foi resgatado por eles diz que está tudo bem, e então as pessoas dali resolvem ajudar aquele homem e os protagonistas que estão juntos com ele, além de conversar mais sobre o que é essa dimensão e alguns conhecimentos importantes que eles precisam para poder viajar por lá, inclusive o homem da nave, que se chama Zeredus, pega e entrega a eles um lápis encantado que pode invocar entidades desenhadas pelo mesmo.
 Com esse lápis e uns livros de magia em mãos e os colegas de Zeredus ao lado deles, eles finalmente podem viajar dentro dessa dimensão para investigar mais daquele reino, e percorrendo vários quilômetros e viajando entre diversas ilhas flutuantes, usando o lápis pra desenhar caminhos ou magia dos livros para voar, eles descobrem mais sobre um mal maior para combater, que inclusive é quem baniu Zeredus para o mundo humano onde ele se fundiu com uma tecnologia alienígena por um longo tempo. Porém, esse alguém percebe que eles descobriram sobre suas intenções, então ele prepara seus soldados dos mais variados para derrotar eles de diferentes formas, entre eles estão um grupo de 3 magos elementais que esperam os heróis chegarem na ilha em que eles estão para prepararem seu ataque.
 Uma poça de água de repente ataca eles e corta o olho direito de Sutefani e a nuca de Bruno, os colegas de Zeredus contra atacam com diferentes magias, como bolas pequenas de fogo, setas de gelo, serpentes gêmeas de fogo e água que atacavam separadamente, ou chicotes de raios elétricos, mas não adianta, e um mago elemental da terra aparece para golpear eles, inclusive quebrando ossos de Bruno e de vários magos com as rochas que lançara, mas é morto a tiros por Tales com sua M-16, por fim eles rastreiam um elemental da água que é o responsável pelo primeiro ataque, "Eu não tive opções", aquele homem diz, já os atacando com uma chuva violenta que fura a pele deles e até corta o outro olho de Sutefani, "Quem não tem opções aqui é a gente", diz Ioann, impulsivo, indo em direção dele com uma faca de combate e cortando a garganta do homem sem lhe dar tempo de reação, após isso, todos do grupo saem correndo para se esconder em algum lugar, logo após a vitória eles ficam numa pousada e planejam se separar em dois grupos: Um liderado por Ioann e Tales, que seguirá em frente na missão de ir atrás desse tal vilão; E outro que irá hospitalizar Sutefani e Bruno, e também ir atrás de ajuda.
 Com isso em mente, eles seguem a sua jornada, enquanto Tales e Ioann exploram distantes regiões desse plano desconhecido, Bruno e Sutefani estão sendo hospitalizados e tratados na última cidade que o grupo alcançou, em que Bruno e Sutefani conversam um pouco sobre eles estarem um tanto sozinhos, ao mesmo tempo que com companhia, assim como os médicos irão demorar um tanto para recuperar todas as feridas deles, inclusive, Zeredus faz uma chamada telepática para os dois e diz que pode, não só curá-los, mas também dar poderes a eles, o que pode os ajudar na viagem.
 Zeredus, logo após a chamada, viaja o mais rápido possível para essa ilha flutuante, da Cidade Resher, com ajuda de suas assistentes e uma carroça solar, carregando seus utensílios principais de alquimia e, por fim, ajuda eles com seus equipamentos, criando olhos novos para Sutefani e aprimorando o corpo de Bruno, além de lhe criar uma prótese que pode mudar de forma e ser usada como arma, e Bruno dá a ideia de completar essa prótese com uma munição, em que agora sim ficará mais eficiente o uso dela e reprogramar para certas formas de armas.
 Mas antes deles seguirem o resto do grupo, eles vão treinar seus novos poderes. Numa ilha distante a poucas unidades astronômicas de distância, Ioann se separou de Tales durante uma luta contra um dos servos de um certo agente suspeito que eles acharam, e agora ele está perdido nessa ilha tentando entender mais sobre aquele lápis que ele recebeu e, no meio de uma luta contra um bando de ladrões com pernas de gafanhoto, ele foge para se esconder e, escondido e testando mais o lápis, ele tem mais uma ideia do que fazer, assim como Ioann volta a encarar esses ladrões porém os leva a uma armadilha, com vários fios que desencadeiam escopetas a matá-los explodindo várias partes de seu corpo, que o Ioann conseguiu manipular desenhando esses fios e as escopetas.
 Logo em seguida, Ioann se limpa da sujeira e, interagindo com o pessoal da cidade Malue, ele descobre mais coisas sobre caminhadas e se dá bem com um humano chamado Daniel, um navegador que ajuda ele a resgatar o resto de seu grupo em Resher, enquanto eles se dão muito bem, não só por se entenderem, mas por se ajudarem usando as naves de Daniel e as criações de Ioann para então ajudar Tales que estava antes preso por esse mesmo servo que naufragou Ioann, Tales e os outros, sendo esse ser chamado Uracargo, um monstro meio humano e meio caracol, e Ioann, com nojo desse monstro, simplesmente desenha e lança várias bombas para matar ele, e esse ataque exagerado acaba despedaçando o prédio inteiro onde eles estavam, e antes que eles caíssem do alto, Ioann desenha aves e balões gigantes para segurar seus colegas porém não dá tempo para ele se salvar, e ele acaba caindo em um rio, supostamente morrendo.
 Todos do grupo se preocupam muito, mas preferem não olharem para trás e seguir em frente. Então eles se encontram com Bruno, Sutefani e Zeredus, porém estes recebem a má notícia de que eles perderam o Ioann e, consequentemente, aquele lápis mágico que Zeredus deu, e o mago fica muito furioso, "miserável, eu acabei perdendo o meu lápis mágico que tinha confiado tanto a ele... vocês fazem ideia do quão difícil é sintetizar um desses!?", diz ele, mas os outros ficam bravos com ele se preocupar mais com um bem material que com uma pessoa que tinha o salvado, mas Zeredus os explica o porquê da preocupação, que é que esse lápis foi feito a partir de materiais mágicos bem caros, mesmo que similares aos de um lápis comum, como o Grafite de Zur, madeiras de Macieira de Parilina e a borracha de Látex de Samarito.
 Eles inicialmente não ligam, menos Thales que fica interessado, Zeredus fica furioso e diz que eles têm de deixar essa rebelião porque eles perderam o equipamento mais importante do plano, e que é completamente insubstituível de perder e inadmissível de ignorar, pois esses materiais são difíceis demais para achar e fazer o lápis perfeito e com todos os aromas da magia, e por isso que os lápis comuns são sempre feitos de apenas um elemento da natureza. Com isso esclarecido eles se desesperam em arrependimento e vão atrás, não só de Ioann, mas também do lápis mágico.
 Todavia, Ioann vaga naquele rio até parar em uma vila na ilha e ele, sem saber onde estão seus amigos, viaja sozinho por aquele arquipélago cósmico, inclusive conhecendo mais magos que o treinam melhor suas técnicas mágicas e entenderam sobre os chamados Nove Aromas da Magia. Porém, uma dessas colegas que ele conhece, chamada Izi, é na verdade uma espiã do homem que está tentando roubar o lápis de Ioann e, incrivelmente, ela não consegue e cai no charme de Ioann, que lhe oferece uma barra de chocolate de seu bolso e ela se torna amiga dele depois de uma conversa curta e um xaveco simples e eloquente, comparando as estrelas com os olhos dela, porém ela começa a se irritar por causa das atitudes que ele estava tomando por descuido ou só por não dar o lápis a ela de jeito nenhum mesmo eles estando próximos.
 E claro, por ela ter um mínimo de conexão com esse mestre, ela tenta trazer Ioann até esse ser logo de cara e o resto do grupo se depara com uma estrela de pura escuridão, que leva para o reino de escuridão onde o aparente vilão mora.

> Reino de escuridão.
 Ioann e seu novo grupo são os primeiros a chegarem no reino das trevas onde o mestre misterioso mora, e ao entrarem no castelo eles se deparam com o líder de Izi, que é um humano de pele parda, cabelos negros e lisos e trajes verdes, e seu nome é Jaknik. E ele tenta roubar o lápis mágico de Ioann e até consegue... muito fácil, porém aquele lápis era muito estranho, era como se fosse um modelo 3D com gráficos 2D (sabe alguns jogos de Mortal Kombat antigos? É por aí).
 "Maldito!", e ele, furioso, dispara uma rajada de antimatéria contra ele, que desvia com muita dificuldade com uma escudo de platina que ele desenhava e até perde uma de suas pernas pelo impacto do golpe, ele tenta andar ainda assim, então Izi se sacrifica para ajudar ele, sendo aniquilada no meio do caminho por um ataque que ela segurava com um poderoso escudo para dar tempo e com eles saem do castelo vermelho, em seguida da floresta vascular dolorosa, por fim daquele reino que estava rachando.

> Outra dimensão.
 Logo após, Ioann se revela para o resto de seu grupo original e eles começam a conversar sobre suas aventuras, e ele diz que é melhor eles irem embora, e Zeredus consegue equipamentos para trazer eles de volta para a Terra.

> 12/03/2014; Rússia.
 Desacreditado dos eventos, Ioann está de volta ao exército, ele teve que encarar monstros interdimensionais, os colegas que ele conseguiu se ferraram miseravelmente e ele ainda tem de seguir seu trabalho chato como soldado, até que ele conhece uma oportunidade de conhecer Dr. Vasla, um mago russo que se mostra interessado em histórias de outras dimensões.
 Conversando com Dr. Vasla, Ioann descobre que há outras realidades juntas do mundo normal e da tal Outra Dimensão, chamada normalmente de Mundo Nebuloso, enquanto temos a Primeira Dimensão – o mundo onde a magia surgiu –, a Segunda Dimensão – uma realidade misteriosa que sempre aparece em casos de fim do mundo – e a Terceira Dimensão – o mundo onde os humanos vivem. Então, pesquisando melhor, ambos os mundos têm 3 dimensões espaciais como o mundo normal, mas possuindo uma quarta dimensão que liga elas que é o tempo.
 Com isso em mente, Ioann viaja pelo mundo para poder estudar melhor sobre o assunto, assim, ele aproveita para ver se ainda tinha a tal fenda dimensional para a Segunda Dimensão e... o local não tinha mais a tal nave, agora ferrando para a sua descoberta e o que ele estava tanto planejando durante aquele tempo.

> 18/03/2014; França.
 Na biblioteca de magia em um lugar não revelado na França, ele começa a estudar sobre magia e descobre que tem como criar portais para essas outras dimensões, então ele passa um tempo na tal biblioteca estudando aqueles livros, aproveitando que assim ele também aprendesse francês.

> 19/03/2014.
 Pesquisando tudo aquilo, ele vê que perdeu muito tempo com coisas mais chatas do que ele esperava, mas pelo menos aprendeu como invocar portais e quais materiais poder usar para sacrificar ao invés de energia vital, coisa que humanos têm muito pouca para a magia, como ele podia usar ossos de galinha que ele foi juntando de alguns pratos de frango, e torrando pra secar e ter só o osso duro, assim ele compra o livro de magia que achou para poder estudar mais, então ele volta para a Rússia.

> 20/03/2014; Rússia.
 Ioann reencontra Dr. Vasla, que está junto com outro cientista, dessa vez americano, com um projeto de formar um super soldado artificial a partir de clonagens. "Finalmente, você está aqui", diz Vasla a Ioann, que não entende nada, e mesmo ele perguntando o que está a acontecer eles não respondem com exatidão, "É sério, tô ficando preocupado", diz o protagonista, realmente expressando desespero, mas então eles pegam uma seringa.
 "Essa coisa está esterilizada, né? Vocês não vão injetar nada de ilícito em mim como fizeram antes, não é?", dizia Ioann, e Dr. Vasla pega uma quantidade de sangue para encher a tal seringa usada, e logo os dois doutores colocam em um tubo de ensaio para conservar. "Isso será útil para nós, Ioann", o garoto tenta entender o porquê deles mudarem de assunto tão de repente mas na verdade foi que, enquanto Ioann viajou entre outros lugares do globo, Dr. Vasla conseguiu um contrato para fazer um experimento científico que poderá ser muito importante para os exércitos de todo o mundo, que são clones modificados e treinados.
 Ioann não entende o que aconteceu, e ainda quer entender aquilo, mas Vasla não liga, e diz que ele já está dispensado, então, soldados aparecem para puxar Ioann para fora do laboratório.

> 28/03/2014.
 Ioann continua como um militar na Rússia, treinando como sempre e sendo humilhado por não estar sendo o suficiente para o exército russo, independente da viagem. Em segredo, ele conseguiu treinar tabém suas magias de portais para outras dimensões e, com isso, ele não só consegue viajar mais longe em menos tempo, como também invocar criaturas desconhecidas com seus poderes, porém ele não sabe como fazer esses ataques com mais frequência, sem acabar se machucando no final.
 Com o livro que ele tem em mãos, ele testa invocar mais um portal, dessa vez com gestos de mão, palavras secretas e com alguns desenhos de runas, mesmo isso dando certo acaba dando também muito errado, destruindo um dos prédios do exército. Os homens estão indo descobrir o que está acontecendo e Ioann, com medo, foge.

> Estados Unidos da América.
 Ioann está agora na América, sem o que ele poderá fazer, só com seu livro e sua metralhadora, então ele procura por algum número de seu colega Bruno, e ligando para ele, Ioann descobre que Bruno está sendo perseguido pela polícia, então o jovem russo tem uma ideia: de se tornar membro da gangue de seu amigo americano, e assim eles serão imbatíveis.

Continua>>>

24 de jul. de 2025

Hard Life, T2E01

[Planejo continuar mesmo que por uns episódios uma série que faz uns anos que não continuei mais, e embora não seja um reboot, só elementos e personagens que foram mais essenciais serão continuados com exatidão, enquanto boa parte das aventuras serão mais inéditas]

> 04/02/2025; planeta Altair; Estamos de volta.
 Akio, Takeshi e Seiko estão visitando o aniversário da filha de Galos, a Lanisandra, caracterizada por seus cabelos verdes como os do pai mas cacheados como os da mãe, e uma grande tecelã que, durante uma aventura mística de Akio Yamada e Mike Nollan tiveram para deter o Juíz Pósitron em 2010, esses tecidos davam roupas espaciais leves que os protegeram das tempestades de antimatéria e amortecia os raios magnéticos. A mãe de Lanisandra, chamada Vegan Alpha, fez grandes bolos de diferentes frutas locais desse planeta, e o Galos era bom com pães e carne, fazendo diferentes petiscos de massa empanada e recheada.
 Juíz Pósitron foi um caçador de magos na Via Láctea que destruía planetas e matava heróis por ver a matéria como algo que existia sem seu consentimento, e que iniciou uma Nona Guerra Estelar por propagar aos civis que a guerra era apenas um jogo que todos poderiam jogar por ser instinto dos mortais, a empatia era uma blasfêmia e um enfraquecimento moral e sexual, e este treinou o temido assassino Morijack, atualmente morto depois de sua luta contra o Mestre Salah na Coreia do Sul, e mesmo que Morijack fosse só um discípulo, além dele ter assassinado grávidas e crianças, pessoas de etnias que não fossem claras como a dele por as ver como "impuras e corruptoras da terra", assim como usando venenos de dragão-tigre ele conseguia causar dores tão fortes em suas vítimas que chegavam a se espalhar como uma epidemia psíquica, tudo isso feito por prazer, enquanto o Juíz Pósitron já chegou a hipnotizar crianças para suas armadilhas, fez barbaridades tão terríveis com crianças e adultos que quando ele morreu, é como se as manipulações dele tivessem parado, todas as palavras que pareciam bonitas se voltaram uma abominação depois de ser revelada sua ficha criminal e só as vítimas conhecidas.
 De qualquer forma, em San Diego, Estados Unidos, Sasha adotou Emily e a levou como um tipo de companheira de viagem, e discípula, ambas morando no Canadá, Andrômeda e Kenshiro têm uma ideia deles cuidarem juntos do bóbon que era confiado a Salah e depois à Andrômeda, e uns anos atrás, como em 2008, quando Kenshiro se deparou com jornadas como o reino bóbon, ou viajando no lombo de um dragão-faro, e no começo de 2009, preso na barriga de uma Ama de Sangue, um tipo de mulher escrava da raça dos Dal'hak, morbidamente obesa e forçada a engravidar e fazer renascer soldados desse clã de guerreiros meio gorila e de três olhos, mesmo ele ficando forte e aumentado magicamente ele estava tão traumatizado com os eventos acumulados que desde então buscou treinar e viajar com Andrômeda à procura de se desculpar de seus ex-colegas, mas como faz muito tempo que tiveram rumos diferentes, e Andrômeda não tinha mais contato com eles, isso ainda tá demorando.
 De qualquer forma, Akio, Takeshi e Seiko se encheram muito, no Japão não é bem-visto comer muito, mas pelo incentivo com o fato de ter aqueles salgados, carnes, bolos, tortas e frutas de tantos tipos, eles sentiam que não podiam deixar de experimentar nenhuma das comidas, alguns altairanos estavam irritados com os três terem comido tanto, mas o Galos se sentia orgulhoso como se realmente isso indicasse que a comida fosse irresistível por ser muito boa, e a Lanisandra até pega de um armário da casa um remédio digestivo pra ajudar os garotos.
Galos: Caramba, há décadas não via gostarem tanto do que eu fazia, parecia que não comiam há anos.
Seiko: É...
Akio: Também não gostam na Terra quando comemos de mais.
Takeshi: Não dá pra resistir mesmo!
Lanisandra: Deviam tomar cuidado, ouvi falar de um tio do meu marido que explodiu de tanto comer.
Takeshi: Será que não era exagero?
Akio: Não seja besta, Takeshi! Deve ter estourado no mínimo algum dos órgãos, não é mesmo?
Lanisandra: Haha, um dos três estômagos.
 Os três vão com Lanisandra e o marido dela, Boikan, para praticarem um pouco de cavalgada nos xuburtes altairanos, criaturas grandes e quadrúpedes como cavalos, com rosto similar ao de uma larva, o corpo um pouco artrópode de cores variáveis, os mais comuns variam entre um bege claro (conhecido aqui como amarelo-pálido), ou marrom escuro de tons vibrantes, alguns de maior destaque podem ser pretos (comuns em soldados por ter uma crença de que seriam mais rápidos e duráveis), ou vermelhos (alguns com listras ou manchas de cor branca, comum em nobres, embora Galos tenha conseguido um depois de assumir um status comparável, pela cor ser bonita e esse tom ser raro e de reprodução mais controlada), porém, Akio, Takeshi e Seiko estiveram treinando sobre xuburtes azuis-ciano (azul é uma cor considerada de sorte em roupas e frutas em Altair, mas em xuburtes é quase um símbolo de azar, por serem animais mais lentos e de pouca força, por isso usados mais para abate e corte, suas ferraduras são maiores para caber algumas talhas de símbolos sagrados para afastar esse tal azar).
Seiko: Esses bichos são bem lentos.
Takeshi: Será que tão velhos?
Akio: Parem de reclamar, gente! Esses aqui parecem até que especiais.
Lanisandra: Se fosse especial mesmo estaríamos usando esses, não os escarlates.
Akio: Quer saber? Madame Lani, dá pra gente fazer corrida com eles?
Lanisandra: Ah, vamos ver!
 Numa corrida aproveitando os mais de 3 km² do campo de xuburtes local, o grupo aos poucos teve que se acostumar a guiar aqueles animais na marra, para então fazerem uma corrida, de algumas voltas, umas 3 voltas ao todo, Akio chegava em primeiro, Seiko em segundo, e Takeshi em primeiro, e com isso, em comemoração, Lanisandra faz umas medalhas de fita, uma vermelha para Akio, uma amarela para Seiko, e uma verde com listras azuis para Takeshi, ela fez todas bonitinhas, bem-feitas, até o Takeshi estava feliz com aquilo.
 Depois dessa corrida e de uma pequena comemoração do Boikan e da Lanisandra, anunciando que terão um filho daqui a alguns meses, e aquilo era extremamente maravilhoso pra eles, e os três deram presentes para a Lanisandra, como o Akio dando uma bolsa da Louis Vuitton Capucines vermelha que ele comprou como presente, o Takeshi dando uma Palantír que ele conseguiu depois de matar um demônio no planeta Inferno num duelo de projeções de água draconiana, e Seiko dando três vasos de ervas místicas, de ervas helênicas, ctônicas e etéreas, logo em seguida o Akio saca de sua bolsa marrom xadrez uma Chave Dimensional para ele e seu grupo voltarem para o Japão num atalho dimensional.

Continua>>>

19 de jul. de 2025

Depois da vinda de Almatarion

 Depois de uma Terceira Guerra Mundial no ano 2070, motivada por uma guerra comercial, disputas de território e uma pandemia da Gripe Laranja que começou no Saara Africano, a população caiu de 9 bilhões a 895 milhões de pessoas, a natureza só não aparenta ter sido tão pouco afetada devido a avanços para atacarem apenas as cidades capitais, e o uso de drones explosivos com inteligência artificial teleguiada, o povo só se organizou mundialmente devido a uma seita chamada Sequência de Almatarion, uma ordem que durante um período de 37 anos esteve catalogando conhecimento digital e em mídia física, buscando informações suficientes para a engenharia dos inventos e contratando mão de obra para restaurar mão de obra na humanidade, principalmente para automatizar as fábricas e terem matéria-prima para basicamente tudo necessário, cada fábrica, cada cidade, energizadas com painéis solares, e como todo o petróleo do mundo estava acabando, qualquer plástico que fosse necessário por ser durável era extraído de carbono de reflorestamento, espécies de árvores inteiras eram expandidas e salvas só para haver mais recurso, os civis estavam desesperados, perderam muitas famílias e amigos, e lhes restou pouco além de irem atrás da Sequência de Almatarion.
 Aqueles que não seguiam, tentavam apenas se mudar, com os veículos que tinham, e a internet restaurada pela Sequência, pra alguma cidade mais ocupada por pessoas, mas mesmo nessas cidades, tinha prédios danificados ou sujos por terem sido abandonados, ou ocupados por animais aleatórios, mesmo que tivessem androides com um símbolo de um sol sorridente, ou ginoides com uma nuvem sorridente, dispostos a ajudar e guiar, era desconfortável depois desses civis terem perdido um pai, um irmão ou um vizinho pra um drone, ou verem muitos vídeos e fotos duvidosos feitos por uma IA de índole pior que a qualidade, as redes sociais pareciam vazias, não porque não se atualizavam, mas por bilhões de pessoas terem desaparecido em um ano, e as pessoas mais novas que estavam usando elas provavelmente já nem estarem mais as usando, e sim usando a Sunnyboys, uma rede social útil para postar mini-blogs, trends, vídeos e fotos, ainda que algumas contas aparentam repostar o que foi jurado ter sido uma mídia perdida, as páginas mais populares variavam entre postar blogs mais informativos, ou até mesmo filmes e séries inteiras, o que deixa tudo mais confuso, porque a essa altura, as redes de streaming eram acessíveis de graça, até mesmo sem conta, afinal, ninguém mais estava ganhando com elas, e a ordem reprogramou para ficarem livres, talvez serviu como chave para algumas páginas da Sunnyboys.
 As músicas antigas que pareciam brecha para uma nostalgia de uma época boa, pareciam tristes, e conforme foi passando um tempo, de até 50 anos, os sobreviventes da Terceira Guerra se foram, só restando seus descendentes, embora desse pra voltar a pelo menos 2 bilhões de pessoas, porém isso não era caminho pra dominação mundial, não valia a pena forçar as outras pessoas opostas ao seu cargo a seguir suas ordens, eles precisavam alcançar as estrelas, ao passo que a Lua tinha um pequeno jardim no primeiro laboratório espacial deles, Marte e as luas jupiterianas Europa, Ganimedes e Io estavam num processo de terraformação, cada um num processo que iria levar muito tempo.
 Milhares de anos se passaram, uma conspiração chamada Parada dos Deicidas, o plano e o objetivo era tentar obter domínio máximo terrestre, e alcançar os bilhões que agora estavam vivendo em colônias no sistema solar, ainda que cada uma até recebia quantidades elevadas de energia pelo planetoide Hélio, um conjunto de satélites que guiava a direção da nuvem de Dyson nomeada Vulcano para os planetas e satélites sob domínio, porém, os Deicidas construíram grandes complexos mecânicos chamados Tanques Fomorianos, com pernas para se locomover, armas que atiravam mísseis e espaço para os pilotos morarem no veículo, e com esses veículos, começaram uma Quarta Guerra, agora com a Terra dividida, não entre a Parada dos Deicidas e a Sequência de Almatarion, mas entre os Deicidas e os denominados Teístas, uma tropa contrária a essa organização, embora independente, androides eram construídos para fins médicos para os civis humanos, e engenheiros que coletavam e reparavam peças, drones especializados e tanques balísticos autônomos foram construídos contra os Tanques Fomorianos, e mesmo que cada aparelho tivesse um sistema operacional especializado e um certo tipo de personalidade artificial própria, todos tinham uma interface própria.
 Já os Deicidas rejeitavam todo tipo de máquina consciente, nem mesmo telefonemas, e-mails ou aparelhos com chat eram permitidos, eles regrediram a usar mensagens em cartas de papel escritas a lápis ou caneta, nem fax era usado mesmo nas operações na Ásia, alguns casos, como generais, escolhiam imprimir documentos quando precisavam de algo mais organizado ou com mais informações ou então imagens, e falando nos generais, todos eram acima de 150 anos, alguns que ouviram histórias de seus avós, bisavós, trisavós, sobre guerras humanas e acreditam que a guerra era inevitável, enquanto seus capitães, muitos já eleitos nesse cargo à força por seus pais generais, começaram leis marciais na Nova Bósnia no Caribe, e na Nação Pakim na América do Norte, chamando pré-adolescentes como seus soldados, eles mesmo já sabendo falar, andar e contar desde os primeiros dias de vida devido a melhorias na condição física e mental humana, obviamente não faziam a menor ideia da situação, não podiam reclamar e recebiam "medicamentos" para terem menos emoções, e aqueles que nasciam com alguma deficiência física ou tinham um transtorno diagnosticado durante o alistamento podiam ser descartadas ou escravizadas em diferentes trabalhos forçados, como agrícola e manufaturas onde os Deicidas aboliram a automação.
 "Mantenha o orgulho humano, nenhuma máquina deveria substituir um homem", diziam os Deicidas durante sua campanha, enquanto ainda usavam diferentes estimulantes como os capacitores musculares da medicina de Almatarion, dita nesse tempo como algo ancestral, porque mesmo que tenham chegado milênios, esse remédio foi desenvolvido pouco depois da Terceira Guerra Mundial, porém, seja pela ineficiência dos generais na gestão militar, leis marciais impráticas que desde proibiam mulheres e garotas de ler ou aprender a ler, a saúde pública começou a ser proibida, e homens e garotos só podiam ter plano de saúde após alistamento, até darem isenção de impostos para mulheres que dessem seus filhos ao exército, ou elevar o cargo de militares que abatessem os "traidores", que muitos eram manifestantes Teístas ou contra os extremismos Deicidas, ou então a própria limitação dos soldados, era 40 soldados Deicidas para derrubar um único robô soldado.
 Durante as décadas de guerra entre Deicidas e Teístas, os Teístas ganharam, porém, sentiam que os Deicidas eram impossíveis de redimir, então, aqueles agora adultos foram executados, pra muitos uma eutanásia espiritual, por antes terem sido crianças manipuladas, e depois homens doutrinados e tão terríveis quanto seus chefes, os generais morreram dolorosamente antes mesmo da guerra acabar pois, sem a medicina de Almatarion, se definharam violentamente enquanto não fizeram nada além de mandar ordens e exigir mais mortes, seja dos inimigos ou de seus próprios soldados, as Amas de Sangue (uma casta de mulheres obrigadas a se alimentarem até engordar, e engravidarem com soros que faziam as gestações se concluírem em menos de um mês, só pras crianças crescerem e se tornarem soldados de elite) eram socorridas e retiradas imediatamente dali, mesmo que não pudessem se recuperar antes de morrerem, queriam ao menos saber onde estavam os filhos biológicos delas, e com suas famílias tentarem contribuir de novo à humanidade, agora com médicos e engenheiros, o que levaria tempo, e a Sequência de Almatarion só não está retornando, seja porque colônias marcianas e jupiterianas estavam com medo de interferir, ou porque a organização maior estava ocupada colonizando outros planetas ainda mais longe, e estavam em uma guerra contra algo que não parecia nem material.
 O problema de alguns planetas não era terraformar, haviam planetas já aptos para viver, mas viajar para essas estrelas de forma mais rápida, as naves tinham tamanho para famílias inteiras morarem juntas, ainda que periodicamente dormiam em sono criogênico para hibernarem enquanto os dispositivos mapeavam e guiavam as naves, o bico de cada nave era grande para caber, além de um motor que processasse uma propulsão tão forte, também um campo de Higgs que fizesse o tempo passar mais devagar, e um campo magnético para proteger de raios cósmicos ou antimatéria, simulando uma viagem mais rápida que a luz, podendo alcançar múltiplas décadas-luz em talvez umas semanas, e além dos suprimentos para essas famílias durarem antes de improvisarem tecnologias e lares, também existiam rádios de múons com comunicador interplanetário, muitas vezes para avisarem o alcance desses planetas, ou para mensagens especiais como o registro de algum grande aniversário ou festival no sistema solar, ou algo tão importante quanto, como o Festival de Prata do planeta Kepler 22b, agora denominado planeta Magno, interrompido por uma guerra contra os "Argemagnas", de nome provisório após a descoberta desses seres nesse evento.
 Argemagnas tinham múltiplas formas físicas, mas por padrão sempre tinham um corpo luminescente multicolorido, com o que pareciam asas, mas como eles voavam no espaço e eram grandes demais para qualquer asa suportar seu peso, e sempre que aqueles seres passavam, nuvens criavam tempestades e os ventos aceleravam, até mesmo vulcões entravam em erupção, eram criaturas tão poderosas que a arma usada pra subjugar os Argemagnas são consideradas segredo, ainda que necessariamente com a tecnologia replicada por outros domínios da Sequência de Almatarion, justamente pra se defenderem, não só de Argemagnas, embora esses se manifestassem também nesses planetas, mas para outras guerras interplanetárias. A Supernova de Betelgeuse marcava o céu quase como um "sol da noite" desse tempo, conspiradores insistiam que os Argemagnas que explodiram tal estrela.
 Durante os milhões de anos, a humanidade até mesmo já estava se transformando, muitos povos como na Terra já estavam evoluindo de uma forma natural, de olhos menores, levemente dependentes de óculos ainda que um tipo novo de célula-cone surgisse, ao ponto que eles podiam enxergar ultravioleta como os insetos, orelhas de audição mais complexa, resistente a ultrassom e sensível a infrassom, a um alcance melhor, os dedos estavam mais espalhados nas mãos para uma movimentação mais versátil e com digitais aderentes e capazes de reconhecer substâncias só de tocarem em seus recipientes, e mesmo que evoluções se divergissem, como marcianos estando mais altos, magros e alaranjados, genética humana era combinada para aumentar sua força, não tão diferente quanto com os humanos lunares como os jupiterianos que tinham uma pele grossa imune ao vácuo espacial, e um sistema respiratório que podia se isolar do vácuo, o que as colônias espaciais foram convidando entre os planetas, combinando as famílias, isso podia tornar as gerações humanas compatíveis entre si, ou fundir as espécies num povo mais poderoso.
 Porém, em contraste aos Argemagnas que eram inimigos, uma das espécies catalogadas que evoluíram ao lado do Povo Éon (como se chama a espécie mista, híbrida entre aquelas espécies humanas), estavam os Aeródromos (um povo de seres humanoides, alados, embora não pudessem usar mãos, ainda tinham proficiência por pés com dedões opositores, e garras afiadas, foram assistentes pra forças aéreas e arquitetura, e pelas cordas vocais complexas, havia um idioma deles tão complexo que era usado como criptografia para guerras pequenas que ocorriam por desentendimento), os Toxígonas (um povo de corpo réptil, que evoluiu durante a terraformação em Marte e nos últimos milênios tiveram vilas independentes, seu sangue era alcoólico e resistente ao frio, o nitrogênio do corpo deles era processado junto de suas peçonhas de forma que eles projetassem chama de suas bocas, era uma ótima arma, e durante o desenvolvimento da cultura deles isso era usado até mesmo como uma arte marcial, mas não tendo sistema vocal para falar por voz, eles se comunicavam por sinais de mão, e de certa forma por aromas que variavam com suas emoções) e os Cancironoides (uma raça de crustáceos vindos inicialmente de uma praga em uma das colônias da agora extinta Sequência de Almatarion, mas conforme aumentaram de tamanho e força, também aparentam ter aumentado a inteligência e convivido com os Éon daquele planeta, e tiveram seus domínios melhor definidos em áreas litorais ou submarinhas, mesmo em outros planetas como K2-18b, ou planeta Thor, e Kepler-62e, ou Romina).
 Depois da parada nos ataques dos Argemagnas, durante esses milênios, um problema maior era agora eram os Antiastrais, ou o Império Antiastral, um império de ondas eletromagnéticas sapientes, que aparentam ter invadido e se anexado a tecnologias de uma galáxia vizinha, a informação sobre aqueles seres era censurada, a informação de naves tão grandes e que estavam usando as mesmas tempestades e mesmas ondulações de realidade que eram usadas contra os Argemagnas, senão mais casualmente que a humanidade anterior, iria causar pânico em massa, ao passo que o Povo Éter (a aliança entre o Povo Éon, outras subespécies humanas não-mestiças, Aeródromos, Toxígonas e Cancironoides) ainda armava defesas de mão de obra viva e mecânica contra aquele povo, o céu azul de dia aparecia roxo, a carne de animais era virada no avesso e plantas simplesmente paravam de crescer e fazer fotossíntese devido a danos graves na realidade, ainda que levasse uns dias, com engenharia das máquinas dos Antiastrais, pra reverter essas anormalidades.
 Os Antiastrais nunca seriam extintos, eram simplesmente ondas, mas o Povo Éter podia contra atacar, quem sabe usando uma combinação de tecnologias de realidade, seja com um campo de força tão grande que impediria novos Antiastrais de chegarem de sua galáxia à Via Láctea, os "corpos" de onda dos Antiastrais começaram a ser rastreados, atraídos em máquinas andarilhas no espaço que eles poderiam invadir e colocar sua consciência, um caixão de Higgs era feito ao juntar essas máquinas compactadas e lançar nos buracos negros como uma forma de execução sem retorno, e ainda que os Antiastrais resistissem, furassem os campos de força para continuarem as invasões e até mesmo modificassem aqueles pós-humanos de planetas mais próximos deles pra tornar em novos escravos, como era o caso dos colonos do planeta Urantar, dito como última colônia da Sequência de Almatarion, transformados em abominações quadrúpedes, de asas luminescentes e capazes de formarem furacões e tempestades só de estarem perto, e por sobreviver ao próprio planeta em colapso tectônico foram apelidados pelas colônias de "Os Andafogos".
 Depois da tragédia em Urantar, e a descoberta que esse povo consegue transformar vidas em armas de destruição, foi necessário o uso do Inobtânio, um metal tão poderoso e tão resistente que era usado ambos pela humanidade e pelos Antiastrais para conduzir reálitons, um tipo de partícula que reagia de múltiplas formas nas quatro forças fundamentais, no tempo e na matéria escura, por isso sendo tão poderosas para derrubar os Angemagnas, e sendo melhorada após as primeiras vitórias sobre os Antiastrais, que por sua vez, assim como os Antiastrais simplesmente se espalharam na tecnologia como um vírus, considerando o jeito que os Andafogos abriam fendas na matéria escura como túneis, viajando como os Argemagnas pareciam fazer, dava a entender tanto uma ligação entre a origem de ambos, quanto também a possibilidade se os reálitons e o Inobtânio foi usado pelos Antiastrais como uma forma de viajar de um universo a outro, ou quem sabe, tenham vindo de outra época no tempo, afinal, experimentalmente foram usadas viagens ao passado na Terra, que pode ter prevenido muitos problemas da humanidade ainda que as Grandes Guerras e a Queda de Alexandria pareciam inevitáveis ou difíceis demais de interferir de forma discreta, nas viagens temporais ditas Operações Crônicas, assim como elas aceleraram a origem da Sequência de Almatarion e ainda explicava como essa organização parecia "convenientemente" sabendo e tendo tudo o que era tão necessário.
 Com tantas dúvidas da origem dos Antiastrais e seus "filhos", o Povo Éter chegou a criar uma dimensão de bolso, ao inserir bombas de múon-bárions em buracos negros para tornar os mesmos em portais com espaço para o que depois foi construído o chamado Escritório, ou Oficina, onde, por ter um espaço e realidade rudimentares, e a gravidade mais leve, o tempo lá era mais rápido e o tempo na realidade normal era mais lento, e juntando a matéria já disponível no ambiente artificial com mão de obra suficiente vinda da galáxia, tinham um tipo de painel de controle do espaço-tempo, onde podiam até mesmo medir e analisar as cordas quânticas, ao ponto que podiam achar um tipo de névoa entre as realidades, como a realidade na qual fica a Via Láctea e sua civilização, e que parece que as ondas aparentam corromper a imagem, só não sendo possível pela interface do painel incluir Inobtânio e estar numa realidade artificial de leis da física mais fracas.
 O Povo Éter tinha medo de se arrepender do que ocorrerá quando o plano der certo, mas sabem que será uma forma definitiva de impedir os Antiastrais de invadirem mais o multiverso, e mesmo que já tenham entrado em outras realidades, estariam lá em número menor, e era questão de tempo, mesmo que leve éons ou eles tenham que criar um novo universo após tudo isso acabar, e assim como o Dr. Magnus Raj liderou a Sequência de Almatarion a ajudar a humanidade biologicamente e tecnologicamente, o Capitão Liu Huang Cho liderou a engenharia necessária para as viagens espaciais coloniais e selecionou as famílias para o repovoamento, e a Senadora Amanda Martorelli ajudou a afiliar espécies para terem mais forças contra ameaças como os Argemagnas e depois foi repassado a enfrentar os Andafogos e Antiastrais, o último descendente deles, Hórus Plínio, que nem humano dá mais pra considerar, mas está liderando o legado deles, o líder secretário da dimensão Escritório, organiza uma frota de pessoas daquelas raças afiliadas no que era como aquelas antigas naves coloniais, com agora um motor de Inobtânio, mais leve, mais direto em questão de controlar o espaço para viajar mais rápido, e que protegia a nave da influência Antiastral, eles precisavam agora de uma bomba de realidade.
 Não teria como lançar essa bomba à distância, entre as dimensões só energia viajaria sozinha, por isso era necessária uma nave que viajasse diretamente, e seria uma viagem sem volta, o grupo era pequeno, e tinha menos aparelhos, porque a bomba era grande, mas tinham tecnologia compacta para a façanha, a fusão usaria um mecanismo gravitacional pesado e potente, os plasmas que energizam o circuito energizarão a bomba em uma fissão, e múons e quarks se espalhariam de forma tão acelerada que a reação em cadeia podia tanto apagar aquela nuvem quântica da realidade, junto com as ondas, quanto também um universo novo nascer a partir dali, como foi visto do Escritório depois que o plano se realizou. Hórus não quis sacrificar quaisquer pessoas, ele já carregava o peso de um legado multimilenar, então por isso foi planejada toda uma engenharia, talvez reaproveitando cada avanço de seu povo para um plano à prova de falhas, e mesmo se ele morresse, ele não precisaria ser ressuscitado mesmo se esse procedimento retrobiológico fosse possível a essa altura, ele não se via seguro em viver numa humanidade assombrada por um perigo imparável, assim como seus 110 filhos e 353 clones continuariam as operações no Escritório, ainda que como um laboratório ou fábrica quase infinito, com espaço suficiente para isso.
 Os Andafogos, no entanto, foram aos poucos detidos, às vezes exterminados por falta de opções, mas um antítodo foi criado, não podia desfazer todas as mutações agressivas, mas daria consciência e um controle no corpo deles, e os Andafogos, grandes dragões espaciais de origem humana, foram recuperados pra humanidade, e um deles, quando foi enviado para investigar a nuvem quântica, avisa seus companheiros do Povo Éon.
"É lindo, simplesmente a maravilha da natureza, criada por vocês, vocês conseguiram! Nós temos um novo lar pra nós, vocês precisam ver isso!"

Fim!

26 de jun. de 2025

O mistério do Império Mallumo

 Mais de 10 mil anos no futuro, os seres humanos estiveram colonizando as estrelas e seus planetas, logo depois de criarem esferas de Dyson, ou nuvens de Dyson, para absorverem mais energia nuclear e elétrica do Sol para energizar suas tecnologias, e ao dominarem os bósons Z e W, tinham controle sobre o decaimento de metais radioativos para assim tornar em uma fonte renovável, e dominando os bósons de Higgs, usavam-nos como fonte para criarem rotas nas galáxias, para assim viajarem por elas.
 As guerras não eram lutadas por soldados, mas por máquinas, grandes robôs de diferentes classes em água, ar e terra seca, cada planeta tinha marcas dispostas para criarem robôs, mesmo para funções domésticas e industriais, a maioria dos empregos envolvia gerenciar essas tecnologias, ou desenvolver a arte, entretenimento, administrações táticas e diferentes tipos de comunicação entre humanos, porém, a Terra não sobreviveu aos desgastes que os humanos fizeram nela, principalmente o Hemisfério Norte, com nações arruinadas, e formas de vida que foram conversadas por muito pouco, e as poluições até então estão sendo combatidas, para darem mais uma chance para o planeta que foi pai e mãe de sua própria civilização.
 Porém, durante uma guerra na Via Láctea, a humanidade perdeu toda a tecnologia de viagem e comunicação espacial num tempo de 10 anos, seja com a destruição dos equipamentos necessários, ou com o assassinato dos engenheiros e bancos de dados que carregavam a informação de como criar e manusear, abrindo espaço para uma espécie galáctica que, na Constelação de Aquário, acreditava-se ser apenas uma lenda para assustar crianças malcriadas, mas aquelas criaturas eram reais aparentemente.
 Mallumo era como chamavam aqueles seres, com um corpo aparentemente quadrúpede, com quatro patas que andavam sobre o solo, tentáculos que se modelavam em asas sobre as costas, e um conjunto de apêndices articulados como alavanca, sob o pescoço daqueles seres, num corpo, embora vertebrado e gosmento por dentro, por fora coberto numa carapaça de pele cuja cor mudava para os camuflar.
 Depois de se aparecerem, os Mallumo dominaram e capturaram os humanos, entre os planetas na Via Láctea agora dominada, durante essa guerra, homens enfrentavam aqueles seres fisicamente, mulheres construíam as armas, tanques, aviões e também os Óculos de Leinman, inventados pelo físico Jerray Leinman, capazes de verem aquelas criaturas independente da camuflagem delas, e as crianças não tinham mais opções. Estudar era para desenvolver mentalmente e saberem como lutar, ou no mínimo algum meio de engenharia, nem que seja para recuperar as tecnologias como os Pistões de Higgs, necessários para controlar a massa, e viajarem mais rápidos que a luz, e os exercícios, esportes, até mesmo curtos períodos nas realidades virtuais, tinham que ser aproveitadas para treinar fisicamente, para crescerem em adolescentes mais fortes, e em adultos sem nada a perder.
 Após a virada dessa guerra, mais 250 anos passaram, a população Mallumo e humana caíram em cerca de 99,997%, reduzindo de quadrilhões de humanos a cerca de 210 milhões de humanos, e os Mallumo eram tão poucos que, espalhados no espaço, nem sabia se eles ainda existiam, enquanto os humanos se desenvolviam, e se reproduziam, novas crianças surgiam com deficiências físicas, auditivas, partes corporais a menos, distúrbios mentais durante o desenvolvimento, o que levou os humanos a sacrificarem os que nasciam deformados, ou criar uma inteface genética para descobrir potenciais deficiências, e controlar os casais para não nascerem pessoas com menos chance de sobreviver, não tinham mais recursos para cuidar dos saudáveis e dos azarados simultaneamente.
 A Nova Confederação Vialacteana, após essa iniciativa estar tendo tão pouco resultado, desenvolveram procedimentos para fazer as mulheres continuarem mais férteis, para terem mais filhos, em menos tempo, e mais saudáveis, paralelamente com o Governo Humano Universal, que não esteve envolvido em guerra contra o Império Mallumo, já esteve sofrendo após depressões econômicas, uma forte corrupção entre os líderes planetários e senadores interestelares, e também violências causadas por desigualdade social e pobreza, o que levou todas as galáxias a abandonarem sistemas econômicos com base em moeda, ao passo que a população do Governo Humano Universal, na mesma época da Grande Fertilização na galáxia da Via Láctea, estava 60% menor que antes, ainda assim com bilhões de humanos disponíveis, e muitos povos se revertendo a um sistema feudal, perdendo acesso a outros planetas para sempre.
 Porém, na Via Láctea, algumas raças evoluíram gradualmente, ao ponto de formarem mais um perigo, com um conjunto de bactérias expostas a pilhas de corpos de soldados Mallumo aos poucos se tornaram uma raça de grandes criaturas tentaculares, que inicialmente causavam problemas apenas em fazendas, e para os humanos nas cidades, e para as Astrauterinas, pareciam meras lendas causadas por traumas das guerras e crises, e aos poucos, formaram-se Titãs, uma raça de gás e ondas eletromagnéticas conscientes, que podia se parecer com qualquer corpo, e sendo sapientes como humanos, manusearam tecnologias como eles, e houve mais uma guerra, a Guerra Mundial na Terra XV.
 Astrauterinas eram mulheres que, ainda que vivas e conscientes, eram modificadas pelo mesmo procedimento de fertilidade e fertilização a graus tão densos que chegavam a aumentar de tamanho, além de se alimentarem bem mais, às vezes, se alimentando de uma mera massa verde saudável, embora insípida, chamada apenas de Papali, e semanalmente, comem algum prato favorito e têm seus filhos extraídos um por um. Com o desenvolvimento da humanidade ao longo dos anos, um novo passo evolutivo esteve começando, com crianças de pele índigo e olhos de íris amarela e esclera negra, inicialmente, eram sacrificados por suspeitas de que fossem uma anomalia, mas conforme a Guerra Mundial se agravou, as crianças índigo foram pesquisadas, cuidadas e testadas, aparentavam mais inteligentes, e quando bem cuidadas, mais fortes que humanos comuns da mesma idade, e por isso, foram chamados para ajudarem nessas guerras.
 Terra XV foi, há tanto tempo, uma capital da Via Láctea desde antes das maiores guerras dessa era, desde antes dos Mallumo se manifestarem, e agora estavam sofrendo problemas com os Titãs, ao ponto de, usando ruínas das naves e bases Mallumo, criarem novas armas com suas sucatas, como a metralhadora destruidora de estrelas, Starkiller, e as naves de alta engenharia temporal, Darkmatter Dragon, que podiam tanto destruir e ferir os Titãs quanto viajarem nas Curvas Temporais Fechadas, um conjunto de caminhos entre passado e presente, ou presente e futuro, e assim se ajudarem no passado, e salvarem o futuro da humanidade.
 Porém, a cada avanço que a humanidade obtinha, a cada erro terrível evitado, cada tecnologia consertada, cada Mallumo morto antes mesmo da invasão acontecer, as crises humanas aconteciam cada vez mais, cada vez mais pesadas, e envolvendo cada vez menos invasões alienígenas, e então, na mesma época, de 10 mil anos após a nossa época, a humanidade acabou se extinguindo.

Fim!

25 de dez. de 2021

Evolução: A história de mil povos

[Acabei por minha vez me interessando muito em livros de evolução especulativa e viagem espacial, então resolvi fazer uma história com base nessas histórias, mas com muita coisa própria]

 2050, a humanidade finalmente pôde alcançar o planeta Marte com sua tecnologia, porém, é claro que as condições frágeis do planeta vermelho eram inadequadas para a visita direta dos humanos, e por isso, muitos robôs foram enviados e inspecionados para Marte, que depois foram cultivando e adubando os vegetais, que com o tempo formaram uma rede de oxigênio bastante útil, mas que só seria aproveitada ao máximo se tiverem estufas.
 Cerca de 2075, os humanos se arriscaram a visitar o planeta, agora fértil e muito mais vivo, e então, com um prazo de 3 séculos, os humanos foram ficando mais longos e fracos devido à gravidade, porém ainda eram inteligentes ao ponto de montarem tecnologias que os sustentassem bastante, além disso, com o aperfeiçoamento da engenharia genética e as seleções artificiais das plantas agora marcianas, surgiram novas espécies, que se espalharam pela natureza, formando assim uma forte vegetação rica, alaranjada em Marte.


 Em 2401, os marcianos começaram a se ver como uma civilização independente, agora separada da Terra e aproveitando os recursos do próprio planeta, o que irritou os terráqueos, que viram um planeta agora tão civilizado e evoluído quanto a Terra agora não querendo mais ser uma colônia como uma ameaça, e então, ocorreu uma guerra interplanetária, com naves armadas e automatizadas, com armamentos tão fortes que podem esvaziar metade de cada território desses planetas, ao mesmo tempo que anular todo ataque possível, o que, por Terra e Marte estarem num mesmo nível, boa parte desses ataques se anularam, embora que as regiões mais danificadas foram os satélites. Fobos e Deimos foram quebrados, formando meteoros que tanto orbitaram o planeta como caíram nele, destruindo vários prédios no caminho, e a Lua ficou inabitada de novo, enquanto os satélites artificiais explodiram e viraram pó e sucata no meio do espaço.
 A guerra durou até 2410, ano em que Marte adquiriu sua independência, mas ao mesmo tempo manteve uma aliança com seu planeta vizinho, e com isso, eles decidiram reutilizar a engenharia genética, dessa vez para formar um híbrido perfeito, uma raça que irá agora domesticar o sistema solar com muito mais facilidade, o que foi inicialmente fortemente recusado, mas depois de várias campanhas pró e contra, ideias de estrutura anatômica para essa espécie nova, comitês de ética sobre o que vai acontecer com os terrestres e marcianos, até mesmo uma guerra civil que afundou Manhattan por causa dos movimentos contra a evolução, chegaram a uma decisão unânime por volta de 2601, em que eles finalmente construíram essa tal nova raça.
 Os "prodígios"(nome esse decidido para oficializar de que ele não era só de um lugar específico no sistema solar) possuem uma altura um pouco menor que a dos marcianos, mas ainda maior e mais firme que a dos terráqueos, possuindo agora uma capacidade cerebral de 110 bilhões de neurônios por cabeça, além de um trabalho cerebral que atinge 120 de QI entre os mais estúpidos, além deles conseguirem força muscular para suportar 140 quilos casualmente, e os mais treinados ultrapassam 500 quilos de peso entre seus braços, e devido a eles serem educados pelos governos liderados pela ONU para serem uma esperança para a humanidade, eles tendem a serem os mais educados possível, para que essa terceira raça não se sobreponha contra seus parentes evolutivos.


 Com tudo isso em mãos, eles construíram naves que, mesmo que alcancem menos da metade da velocidade da luz, já era mais que suficiente para poderem colonizar de vez o planeta Vênus, Plutão e as luas de Júpiter e Saturno, que como novas colônias, com agora zonas habitáveis artificiais e tudo, podiam juntar mais alimentos para sustentar a civilização solar por mais de 50 milênios, e recursos que aumentem os investimentos para um futuro melhor, como satélites que compartilhem informações entre os astros, naves que pudessem viajar mais rápido, criogenia para poder conservar humanos, e assim, protegê-los de futuras catástrofes ou levá-los em segurança para estrelas vizinhas, como o seu maior alvo, Proxima Centauri, e que só em 2800 em ponto puderam levar as primeiras inteligências artificiais para o planeta mais saudável daquela estrela, formando assim a primeira colônia terrestre fora do sistema solar, e em 2803 eles trouxeram matéria orgânica, uma base genética para que possam construir seres vivos do zero, ao invés de gastarem tempo e recurso com viagens arriscadas envolvendo pessoas congeladas.
 Com isso, eles formaram humanoides próprios da Proxima B, menores e mais fracos, similares a pessoas com nanismo, inicialmente cuidados pelos robôs como meros filhotes, mas poucos anos terrestres depois, devido ao "fuso-horário cósmico", eles cresceram, tiveram seus próprios filhos e, com sua inteligência humana ainda intacta, esses anões cósmicos começaram a administrar a tecnologia de lá, o que, a longo prazo, formará uma nova sociedade, separada, a partir de 2826, em homenagem à cultura terrestre, Proxima B agora é chamada de Nidavellir, a cidade dos anões.


 Estranhamente, eles possuíam códigos de barras, que eram únicos entre cada unidade viva, antes feita para rotularem e identificarem para as burras máquinas solares, mas a partir de 2812 foram usados pela civilização como um substituto das digitais, algo como uma identificação rápida, e embora eles sejam mais agressivos devido a problemas genéticos que aumentaram suas taxas e crises de estresse, eles ainda tinham estabilidade o suficiente para conter essa raiva, que se eles ainda fossem animais, com certeza eles iam socar várias caras e jogar esterco em seus inimigos, mas no caso deles, eles só lutam usando palavras, atacando com xingamentos como se fosse o ato mais violento disponível, mas na verdade, devido à sua fisiologia limitada, seria a coisa mais vergonhosa do mundo lutar fisicamente, afinal, eles tinham a estrutura de uma criança presa em um corpo adulto atrofiado, e as máquinas são fortes demais para que eles possam se defender e continuarem alguma briga.
 Por outro lado, eles não praticavam racismo, mesmo tendo indivíduos de tantas cores e formas entre sua raça, e as fêmeas geralmente lideram os machos, não só por maior resistência a estresse, mas também por serem mais fortes, tendo como exemplo a Leopoltina Eskol, uma anã de mais de 1,10m de altura, mas que já chegou a levantar um anão de 1,29m e jogá-lo a outro lado do chão num único ataque, ou até mesmo puxar caixas de 2 metros de altura e conseguir escalar até 25 metros de árvore. Essa sociedade matriarcal conseguiu poucas comunicações com seus vizinhos solares, que por sua vez já estavam programando uma viagem muito mais promissora, de irem até o planeta mais saudável da galáxia depois da Terra, que é Kepler-22b, cuja conquista será um feito realmente imensurável.
 Com uma câmara com, não só uma cápsula de amostra genética, mas sim um corpo de prodígio inteiro para a viagem, junto com máquinas operárias, sementes conservadas para mais que o tempo planejado, e a combinação completa de naves a 0,6c(60% da velocidade da luz) e velas solares, que irão empurrar a nave com o mero contato com a luz, dando um empurrão extra para a viagem, o que levará 733 anos caso nada vier no meio do caminho.
 Enquanto isso, muitos humanos, marcianos e prodígios no sistema solar tinham uma visão similar ao darwinismo social, de que eles não poderiam se misturar sexualmente com o medo de que não houvesse descendentes férteis entre eles, mas em 2809 um casal entre uma prodígio e um marciano se mostrou capaz de gerar um primeiro híbrido entre ambas espécies pós-terrestres mais inovador possível. Ele tinha ossos ocos e leves, pesava menos de 3 quilos e seus órgãos só eram firmes porque ele nasceu em uma boa gravidade, e ele tinha um belo cabeção como seus pais, sendo eles um pai marciano e uma mãe adorável prodigiosa.


 Apesar de ter tantas teorias e memes que ridicularizaram a presença desse milagre da miscigenação, ainda assim o casal Marshall Wayne e Mary Dickson adoraram o nascimento daquela criancinha, e o chamaram de Orion, para dar-lhe uma sensação de que ele era alguém cósmico, divino, que futuramente aumentará a sua autoestima enquanto esse preconceito continuar. Mas enquanto ainda demore para a criança ainda crescer, ele foi criado em Marte, pois aquele era, apesar de ainda mediano entre as sociedades, ainda um planeta bastante saudável para suas condições, seja a sua gravidade ser maior que a de qualquer lua ou o caso de que lá ele era bem parecido com os marcianos ou, como a segunda raça dominante de lá, os prodígios.
 Enquanto isso, na Terra, várias cidades estavam se colapsando devido às crises econômicas, e enquanto muitos iam embora para outros cantos do sistema solar, os mais pobres e mais fracos foram deixados para trás, abandonando as cidades e começando a viver entre florestas, sendo os únicos países ainda estáveis os Estados Unidos, o Japão, o sul da China, a Austrália, a Rússia oriental, Brasil, México, Peru, Caribe e Coreia do Sul, que começaram a ver boa parte daquelas sociedades como selvagens, devido à queda definitiva e irreversível da civilização.
 Por que só a Terra está sofrendo essa treta? Não se sabe, no máximo que esses países de terceiro mundo e muitos dos de primeiro mundo não estavam aguentando a pressão de que a humanidade já estava saindo da Terra, a presença de raças superiores a eles e também o fato de que, enquanto Titã e a lua Europa possuíam a taxa 0% de analfabetismo e uma pobreza mínima, a África estava sendo escrava de exércitos terroristas, o Brasil estava em uma forte guerra entre o Sul e São Paulo DE NOVO e os Estados Unidos pegou a maior crise de bolsa daquele século, formando assim a Grande Decepção. Mas no ano 3.400, o mais novo presidente dos Estados Unidos conseguiu unir os países restantes, e preencher os espaços enormemente vazios no planeta Terra, assim formando os Estados Unidos Globais, uma união entre os 10 países remanescente + 145 países novos, formados desses espaços recém-preenchidos, incluindo como continentes a Nova África, a Eurásia(que em vez de ser 2 continentes unidos é um continente novo) e a Pacífica(um governo que, além da Oceania, incluía parte do Oceano Pacífico como território), e tendo como crimes completamente extintos o roubo, o estupro, o terrorismo, a homofobia e o racismo, tanto entre humanos terrestres quanto com os humanos terrestres.


 Enquanto isso, no espaço, o prodígio enviado (chamado Galileu Albert Jr.) finalmente chegou em Kepler, e junto com suas aliadas robóticas, ele montou sua nova vida com total esforço, sabendo que cada attossegundo era precioso para ele, e para agilizar o processo, ele montou os humanos artificiais para o planeta Kepler-22b para o ajudarem, afinal, nem ele, nem aqueles robôs eram suficientes, e investigando esse planeta com um exército de 120 robôs, 300 humanos artificiais e 30 clones, ele descobre que, não só vida inteligente existia naquele planeta, como também uma civilização por lá, mas por causa desses seres não serem avançados o suficiente para terem conceito de vida alienígena, e assim verem aquilo como uma visita interplanetária, ou até verem eles como deuses, simplesmente por serem diferentes, mas ainda parecidos com eles de certa forma, eles os viram como demônios, e os atacaram violentamente, os robôs sobreviveram, mas metade do exército orgânico, por sorte não incluindo o Galileu original, não. Então, Galileu precisava de outro projeto: usar sua colônia para montar uma defesa.
 Enquanto esses inimigos nativos não têm armas de fogo ou bombas atômicas, nem raios da morte, Galileu aproveitou para montar robôs médicos (da classe SM), soldados (da classe RM), investigadores (da classe IRM) e os mais poderosos: os elétricos (da classe ZM), e com esse exército mecânico, ele pôde proteger sua base por um séculos, até que uma nova raça humana estivesse estabelecida, porém, de novo, mais e mais ataques de tribais loucos seguiram em frente, e isso fez Galileu morrer de estresse e danos cardíacos, e os Curetes(essa nova raça, montada a partir dos genes humanos e bovinos que tinha na nave, e que têm esse nome em referência aos curetes da mitologia grega) se revoltaram, e montaram um ataque direto com aquelas coisas, exterminando 27 mil tribos, e convencer 100 mil a pararem a guerra, em uma única semana, e depois de tanto esforço, eles sentiram que Galileu finalmente podia descansar em paz, e para o homenagear, aquela civilização construiu uma baita estátua de bronze de 800 quilos de peso, para que ele possa ser lembrado sem depender de informações digitais ou papéis.



 Agora de volta à Terra de 3503, os prodígios estavam num nível de civilização tão avançado que eles já estavam montando, não só uma rede tecnológica e de mídia especializado para cada planeta e lua colonizado, como também têm sua própria cultura pop, criando principalmente histórias aproveitando de mitologias e contos de fadas, agora adaptados para a época, e muitas séries sobre universo e multiverso, atuado também por prodígios ou marcianos, além de efeitos práticos muito bonitos, além de HQ's com estéticas completamente únicas, dessa vez aproveitando muito mais o surrealismo que os humanos só tinham raciocínio de fazer em pinturas, e que mal daria para descrever em palavras, e esse gênero de história com base em física não-euclidiana agora é chamado de "espaço anticlídico". Além disso, com a existência de "alienígenas", isso ainda sem identificarem os nativos de Kepler-22b, agora nomeado de planeta Gaiolei (mistura de "Galilei"[de Galileu Galilei] com "Gaia"), houve-se muito mais liberdade criativa com raças novas, aproveitando ainda mais a poderosa inteligência dos prodígios.


 Por volta do ano 4.000, montou-se um novo calendário, que agora é o Calendário Hiperbóreo, em que possui as mesmas datas do calendário juliano terrestre, porém, com os 13 signos adequadamente alinhados, incluindo o signo de Ofiúco, e agora começando no ano 1, que para os terrestres atrasados ainda era o ano 4.001., enquanto isso também, houveram muito poucas religiões politeístas no mundo humano, por causa das quedas dos poucos países que ainda acreditavam nessa cultura, além de que os humanos nessa época viam deuses mais como um símbolo de esperança ou motivo de dúvida sobre mundos imateriais, mas que depois de tanta solidão, com a maioria das civilizações "fodonas" serem de origem humana, eles se sentiram realmente os escolhidos para montarem um novo mundo, colonizando no mínimo a Via Láctea.
 Fora isso, nas florestas densas da Terra, os humanos que se recusaram a voltar nas cidades se sentiam cada vez mais diferentes dos novos humanos, parecendo cada vez mais com seus parentes macacos que qualquer raça humana que já pisou no universo, incluindo neandertais, assim sendo igualmente abandonados pelos Estados Unidos Globais, que já viram que a esperança de uni-los de volta à civilização dos antigos homo sapiens já se foi, e o máximo que eles podiam fazer era conservá-los como se fossem meros animais selvagens, algo muito estranho, porque eles ainda eram inteligentes para terem suas linguagens, que a maioria se aproximava da extinta língua árabe, com uma matemática à base de isopeia como os gregos, e linguagem em sinais de mão como os humanos surdos conseguem usar para se comunicar, como eles deixaram de ser humanos se eles ainda são humanos? Eles ainda são humanos? Definem "humano", e você conseguirá sua própria resposta.


 Sobre religiões humanas, o Cristianismo e suas variações (principalmente o Catolicismo) ainda se mantêm, embora alterados e muito mais de mente livre como costumava ser antigamente, o ateísmo ainda existe, mas isso por culpa da própria ciência, que se tornou tão aceita que se tornou substituta de muitas religiões no mundo todo, ao ponto de que, para preencher muitas lacunas de alguma forma ainda abertas, ou só para acelerar o ensino a crianças, os pesquisadores criaram símbolos, alegorias e entidades, algo que os alquimistas ou os filósofos gregos clássicos faziam para ensinar a seus alunos, o que, ao invés de criar uma pseudociência rasa e burra como os prodígios da lua Tétis, de Saturno, pensavam, na verdade ensinou o que levaria um ensino fundamental inteiro em apenas duas séries de ensino, além de ainda manter intacta a criatividade das crianças de explicar ideias a seus colegas.
 No ano terrestre 4.527, ou apenas ano 527 hiperbóreo, os híbridos de marciano com prodígio, presentes somente em Marte, não substituíram nem os marcianos originais, e nem os prodígios marcianos, mas sim se mudaram para fora do espaço, vendo o espaço do planeta Marte, agora habitado por toda uma natureza própria, como insuficiente para mais de sequer 2 raças próprias, e a fim de migrarem, eles resolveram vagar pelo vácuo do espaço, o que levou os prodígios de Titã (os mais poderosos) a procurar planetas cheios de vida, para que eles possam levá-los à vontade sem que eles se sentissem desafiados, e com isso, esses semideuses viajaram para Gliese 1061, que agora por decisão de colonização dessa terceira raça de Marte, será chamada de Alfheim, a 12 anos-luz daqui, e então, em 543, os marciano-prodígios montaram seu próprio planeta, e por causa de seus corpos pressurizados pela criogenia, eles não sofreram nenhum dano do planeta D de Gliese, e montaram sua própria moradia, com galinhas, porcos e outras criaturas que eles poderiam tanto achar no planeta como criar do zero com suas máquinas.
 Com ajuda das máquinas também transportadas, sua colonização foi muito mais agilizada, conseguindo montar principalmente fazendas, com cidades similares a reinos gregos, junto com mecanismos dignos de um cyberpunk japonês, porém, enquanto eles iam avançando tecnologicamente, sua fisiologia passava agora a parecer, nem marciana, nem prodigiana, e sim se tornando uma espécie própria completamente próxima de humanos de origem nórdica, principalmente com homens e mulheres fortes e ruivos, algo como figuras antigas do deus Thor. Com uma sociedade semi-patriarcal de homens liderando várias mulheres em seus haréns, eles se aproximavam muito mais de Aesir e alguns Vanir do que dos elfos, porém, pelo clima frio do planeta, e a reação estranha dos corpos das pessoas com esse clima, acabava nascendo um homem a cada 10 mulheres, o que motivou mais ainda os homens a adotarem a poligamia para sobreviverem, mas o bom é que, pelos corpos fortes deles, eles duravam mais em seus "entretenimentos físicos", e com isso, um clima que costuma matar incontáveis seres vivos, acabou prosperando uma espécie bem forte de humanos, que entediados com a vida puramente científica, construíram suas próprias culturas, que ia desde fantasias que eles só gostavam de imaginar e compartilhar, até uma religião própria, similar ao gnosticismo cristão, e cujo "deus supremo/entidade chave" dessa cultura é uma deusa, similar à deusa grega Tétis, porém de corpo feito de bronze, em brilhos dourados e com "anjos" em forma de leões - clássico símbolo de coragem -, ela é dita como aquela que criou os seres vivos e os abençoou com fertilidade.

 Séculos após muitos avanços, eles se tornaram comparáveis aos prodígios, porém, sem toda aquela megacefalia e sem muitas mudanças físicas ou tecnológicas, só sociais, com novas etnias e clãs surgindo, incluindo elfos(os agora nativos de Alfheim) de cabelos azuis, algo impossível para a biologia terrestre, onde a cor azul em mamíferos só seria visível com feridas ou substâncias artificiais, e então, com saudades do Sistema Solar, eles enviaram uma frota de elfos tanto para a Terra como para Proxima Centauri, sendo a tropa de Centauri a que chegou primeiro a uma estrela vizinha, e diferente do que Tolkien havia escrito milênios atrás, os anões e elfos se deram muito bem, inclusive, trouxe uma esperança de que Nidavellir fosse visitada alguma vez, enquanto os preguiçosos dos solarianos só levavam passageiros para colonizar planetas e não para conferir como eles estavam, gerando assim muita isolação.
 Então, com a aliança entre elfos e anões, chamada de Marcha dos Alienígenas Nórdicos, eles foram colonizando mais planetas e assim construindo novas sociedades, além de criar novas formas de comunicação com energia táquion, uma rede de energia muito mais rápida que a luz, que alcançava o que a luz precisava de anos para sequer ficar pertinho em poucos segundos, e assim, eles podiam conversar com o Sistema Solar só de camarote, impressionando e muito os prodígios, que achavam que eram os únicos avançados o suficiente para inovar a interligação espacial.
 Testando esses táquions para poder, não só conversar com estrangeiros espaciais, mas também levar viagens espaciais, eles descobriram naves que finalmente ultrapassavam, mesmo que muito pouco, a velocidade da luz, e assim, novas naves foram decoladas pela galáxia até que, em 3.902 do calendário hiperbóreo, no século LXXX(80) da Terra, eles já dominaram metade da galáxia, num período de tempo que mal deu oportunidade para as raças humanas se dividirem em novas subespécies, mas enquanto isso, os humanos tiveram uma ideia: Se os híbridos de marciano com prodígio puderam formar uma nova raça, por que não uma entre terrestres e prodígios? E com essa ideia em mente, muitas pesquisas de engenharia genética transformaram humanos originais em prodígios similares aos primeiros a existir, e com esses prodígios, ainda próximos dos terráqueos, conceberam filhos com humanas, que depois de poucos anos eram modificados novamente para a melhoria, algo que, por ser abominavelmente antiético, e muito arriscado mesmo ainda comprovado como funcional, foi ocultado e omitido para muitas famílias desses prodígios, o que irritou principalmente as mães, que se armaram até os dentes à procura de seus filhos, mas quando elas menos esperavam, elas de fato encontram seus descendentes, ainda vivos, porém diferentes.


 Tamanha tristeza levou 120 das mães ao suicídio, e um forte trauma entre 21 delas, mas todas as 300 famílias foram indenizadas depois desse incidente, e curiosamente, houveram 3 tipos de espécimes entre esses 300 modificados, formando assim 120 humanos adaptados para a água, agora chamados de tritões/sereias, 85 humanos adaptados para voar, inclusive com órgãos próprios para trazer oxigênio e estamina mais que suficiente para isso, e esses foram chamados de harpias, e 95 humanos adaptados para lugares altos, seja com pernas ou pescoços muito longos, igualmente ultrapassando 2,45m de altura, e esses foram chamados de filisteus (em homenagem aos filisteus bíblicos, que tinham gigantes em seu exército, como o famoso Golias), que foram treinados principalmente por seus pais para poderem viver melhor e ainda servirem de super armas. Apesar de tantas diferenças, eles ainda são férteis com terráqueos, marcianos, prodígios, curetes e os alienígenas nórdicos, por incrível que pareça.
 Os curetes, apesar de que eles não tinham só DNA humano, eram bem próximos da humanidade, e com a sua essência humana, eles ainda podiam se hibridizar com outros humanos extraterrestres, e falando nisso, sim, muitos prodígios resolveram chegar em Gaiolei para darem um suporte e reconstruírem os curetes e os nativos das guerras nervosas que ambos os lados tiveram, e assim, os galígenas(nativos de Gaiolei) começaram a serem mais aceitos, mesmo que os curetes ainda tenham raiva deles por destruírem seu líder indiretamente, mas enquanto isso, muitos curetes instalaram uma base na lua de Gaiolei, para um projeto promissor de colonizarem ainda mais planetas e para ver também se os galígenas se sentiam mais em paz. Mas, por causa do trauma dos galígenas com relação aos robôs ZM, eles desenvolveram uma forte tecnofobia, e o que pareciam ser imensas cidades modernas, similares aos Estados Unidos do século XXI, com Times Square e tudo mais, agora voltou a uma idade média terrestre, tendo como única diferença prédios de concreto e comunicação digital, que eles evitaram destruir isso, não por economia de esforço, e sim porque, se eles destruíssem até isso, como que eles vão voltar a avançar enquanto ainda estavam acostumados com esse mundo de prédios de concreto e telas de cristal?
 Os curetes ficaram com pena daquelas tecnologias sendo descartadas e sendo enviadas de volta para eles, mas eles entendiam a sua raiva, e eles ficaram isolados em suas cidades, e como os curetes estavam começando a alcançar os céus, a partir de 3.952 do calendário extraterrestre, um culto próprio de galígenas começaram a cultuar os curetes como se eles fossem mesmo deuses, só pelo fato deles estarem no céu e estarem se enchendo cada vez mais de poder, não por esquecerem o rancor entre essas duas raças, mas sim para ver se os agradava, um forte medo de serem atacados novamente, como uma memórias genética.


 Fora isso, até agora eles não encontraram nenhuma raça extremamente avançada, mas que não tivesse origem humana, o que levou ao tão peculiar Paradoxo de Fermi, antes ignorado devido á humanidade conseguir teoricamente refutá-lo, mas... e se nenhuma outra raça no universo tiver superado esse paradoxo? E se muitas espécies acabaram se aniquilando antes de sequer alcançar seu primeiro satélite natural? E se os alienígenas eram tão ocupados em sobreviver que eles mal tiveram tempo de criar uma cultura, e assim ficaram presos no mundo selvagem? E se eles simplesmente nunca tiveram a genialidade que os humanos e prodígios tiveram? Talvez seja tudo isso e ainda mais.
 Enquanto os humanos não se encontravam com os alienígenas, eles mesmos se dividiram em dois grupos: um que começou a montar mensagens de paz e listas de "presentes" que eles mostrarão a seus vizinhos; e aqueles que irão mostrar total defesa contra esses alienígenas, em que, se esses alienígenas os atacarem, os humanos irão atacar milhares de vezes mais, montando armamentos de destruição interplanetária digna de ficção científica dos anos 70 a 2000, capazes de destruir planetas e manipular a matéria, a gravidade e a antimatéria, afinal, os humanos estavam muito acostumados com a guerra, e não seria duvidável uma raça tão guerreira e tão violenta quanto eles, e no ano 4.200, montaram o protótipo final de uma máquina de destruição interplanetária, e ao mesmo tempo ótima nave espacial, chamada de Defstar, em referência à Death Star de Star Wars, e cópias e mais cópias foram criadas, em sua maioria com toneladas de aço e cobre, vindo principalmente de planetas que eles não destruíram e nem colonizaram. Se os humanos do século XXI se deparassem com a humanidade desse momento, eles estariam apavorados, quem estaria disposto a exterminar uma civilização inteira antes de ter a sua própria exterminada, mesmo depois de séculos de traumas com sub-civilizações reduzidas a meras letras e pinturas? O próprio ZM dos curetes, que podia destruir cidades sozinho, parecia um estalinho perto daquela enorme bola de aço com velas de centenas de metros de comprimento, que eram ainda capazes de voar com partículas mais leves que a luz, o que parece até que fisicamente impossível para quem desconhece pelo menos as tais velas solares.


 Enquanto isso, no outro lado da galáxia, uma espécie estava sim montando novas tecnologias, e que já dominaram centenas de línguas diferentes para maximizar uma comunicação saudável com outras espécies, eles visitaram o planeta Gaiolei, que ia parecer grande surpresa se os humanos não fossem tão estressados ou até ansiosos, e descobrindo isso, eles enviaram mensagens em línguas diferentes, pedindo as intenções daquela visita espacial, e os alienígenas apenas respondem que querem trazer conhecimento, algo muito suspeito, mas ainda dando uma chance de trégua eles interagem mais um pouco, e eles foram aproximando ainda mais, mas antes deles chegarem perto demais da exosfera gaioleia, um grupo de curetes sugere que eles pousem na Lua, porque aquilo era realmente mais seguro, não para os visitantes, mas sim para os habitantes do "chão", que têm medo desses seres exteriores.
 Analisando bem, eles eram muito estranhos, horrorosos, muito pior do que quaisquer raças alienígenas mostrados na literatura, e que uma ilustração feita por um ser humano não conseguiria ilustrar bem todo o horror que aqueles seres eram. Mas estranhamente ou não eles não eram maus, pelo contrário, eles mostraram aos curetes, que depois mostraram a outros povos humanos, muitas tecnologia exóticas, como máquinas de manipulação do tempo, geradores de buracos-de-minhoca(que esses alienígenas chamavam apenas de "portais") e esferas de dyson(que os aliens chamavam de "selos estelares/solares").


 A partir daí, o Paradoxo de Fermi se provou refutado por completo, já que eles conseguiram achar uma raça altamente inteligente, altamente tecnológica, de origem puramente alienígena e também bastante pacífica, acessível para a interação humana, e enquanto os curetes ainda se comunicavam com os fermienses(batizados assim graças a Enrico Fermi, autor do "paradoxo de Fermi" ou "grande filtro tecnológico"). De volta à clássica e típica Terra, enquanto muitas raças foram reconstruídas devido ao aperfeiçoamento da manipulação genética, ainda sem a chegada da tecnologia fermiense, eles foram ressuscitando muitas raças antigas, assim renovando a cadeia alimentar, a biosfera e também matando muitas dúvidas de como os animais antigos eram. Já outros, brincando de Deus, começaram a criar vários tipos de monstros, entre eles os dragões, usando o DNA de crocodilos, baleias, dinossauros e depois adicionando estruturas de venenos inflamáveis, que permitiam o bafo de fogo, e eletrólitos de peixes-gato, que dava a eles eletro-recepção e certos poderes elétricos.
 Muitos humanos acharam controverso e errado trazer à natureza uma criatura dessas, pois ela podia destruir tudo de próximo deles, mas então, para testar essas criaturas, eles colocaram no deserto do Saara, e esses monstros conseguiram viver muito bem com pouca comida e em um clima muito quente e seco, além deles conseguirem migrar para o mar mediterrâneo e, ao invés de voarem como os dragões são capazes na mitologia, eles começaram a nadar mesmo.
 Aquilo era impressionante para muitos, era engraçado para outros, mas para a maioria aquilo era uma maravilha do mundo moderno, já que eles finalmente desenvolveram uma nova raça do zero e que parece realmente útil para aquela biosfera. Após algumas gerações de reprodução, que por sorte era MUITO lenta (com um ciclo de acasalamento a cada 2 anos, e com gestação de 14 meses), eles construíram uma espécie de colônia própria, e os humanos já se sentiram em uma melhor oportunidade para poder capturá-los e usá-los como novas armas, algo como bombas vivas, já que eles, mesmo em terra, eram firmes o suficiente para derrubarem prédios e devorarem pessoas com uma única mordida, e seu tamanho é de 12 metros de comprimento entre os machos, bem menor que alguns tipos de baleia.


 No ano de 5.777 do calendário hiperboreano, inicia-se uma guerra interplanetária entre os povos das luas de Júpiter Io, Europa, Ganímedes e Amalteia, por causa da interrupção do casamento entre Niulan Ueishaup, presidente da lua Io, e Elisanteia Xin'hai, uma cantora e pianista alternativa moradora da lua Titã, de Saturno, e que acarretou a morte de Niulan bem no meio desse ataque. Os envolvidos nesse assalto ao Palácio de Andrômeda foram presos e mortos o mais rápido possível, e isso chamou muita atenção de Titã, a lua onde Elisanteia Xin'hai morava, pois um líder do exército dessa própria lua encomendou o assassinato dos dois, e essa guerra entre as luas de Júpiter acabou durando cerca de 2 meses, interrompida com a descoberta da própria Elis, que foi perseguida durante essa guerra por drones de Titã, e aquele ato irritante de perseguir uma mulher que só quis mudar o mundo com a sua arte, e assassinar a sangue frio o presidente mais gentil de Io, foi pesado demais para o povo de Titã, e com uma única nave do modelo Defstar, agora atualizada, eles reduziram Titã e seus habitantes a átomos solitários, um massacre tão brutal e tão rápido que chocou povos até de fora do sistema solar, e a coragem de sustentar essas guerras cessou, e as naves da Defstar foram todos transferidos para longe do sistema, para evitarem maior perigo, afinal, qualquer guerra mal-coordenada, e uma civilização mega importante será dizimada.
 Lá em pontos mais distantes da Via Láctea, os prodígios e os fermienses foram montando de pouco em pouco novas sub-espécies, adaptadas para cada planeta, mas, para poderem se espalhar mais ainda ao lado das raças-chefe, foi construída mais uma espécie, com 90% de DNA de prodígio e 10% de DNA de fermiense, junto de mutações intencionais, eles foram montando uma nova raça alienígena, capaz de sobreviver no espaço sem necessitar de gravidade, e com necessidade de alimentação bem reduzida, podendo viver apenas de bactérias e algumas espécies de fungos, além de poderem se reproduzir ao se regenerarem de uma perda de 40% de seu corpo, algo como as estrelas do mar, porém bem mais restrito, e com naves espaciais próprias, eles conseguiram dominar todo o restante da galáxia em cerca de 50 anos, porém, a fim de terem seu espaço próprio, eles foram montando sua própria sociedade secreta, que tinha como função liderar a galáxia, considerando que eles eram filhos das duas maiores raças daquele mundo até então.
 Não arrogantes, apenas gananciosos, eles foram querendo cada vez mais, e eles foram navegando e se separando de sua galáxia até que eles chegaram no que parece ser o vazio completo, e eles chegaram na galáxia Andrômeda, onde eles tiveram novas amizades interespaciais, dessa vez, com civilizações compostas em maioria por robôs, que são os nativos daquela galáxia que, para se livrarem de suas fraquezas físicas, transferiram suas mentes para computadores e agora podiam viver eternamente enquanto viajavam pelo espaço. O povo do vazio (tal raça híbrida de prodígios com fermienses) comprou para si um planeta já terraformado, e o usou como base de operações.


 Vivendo a partir de então como aranhas espaciais, os vazianos tiveram uma sociedade tão funcional quanto a solariana, vivendo na lua do planeta comprado e adaptado, chamado de Goliah - em referência à aranha cósmica Ungoliant, e a um romance saturniano chamado O reinado de Golias, que se refere a um governo fictício de Golias, uma aranha gigante e devoradora de humanos, como uma crítica a uma ditadura que teve na África enquanto os países terrestres estavam se destruindo pela Grande Decepção, que ocorreu em 2944, e durou até 3400, ambos os anos do antigo calendário terrestre, e esse O reinado de Golias foi lançado em 3424, também do calendário terrestre -, onde, embora eles não podiam pousar nesse planeta, seus soldados robôs podem, e eles foram domesticando de pouco em pouco animais desse planeta, e depois eles foram de pouco em pouco levando as versões domesticadas para a Via Láctea agora por um buraco de minhoca de tecnologia fermiense. E as principais espécies recém-domesticadas e agora comercializadas são essas daqui:


 Passa-se um milhão de anos depois de tantos avanços maravilhosos, muitas civilizações se perderam, muitas se recuperaram, novas sociedades surgiram, mas eles mal conseguiam sair da Via Láctea, onde parecia antes um real desafio de se conquistar, mas que depois virou uma zona de conforto para a humanidade, onde eles, vendo que avançaram o suficiente, não querem mais se superar, e descansando em seus planetas, luas, planetoides, estrelas e até no espaço, muitos morreram pacificamente, enquanto novas gerações vão surgindo e se emergindo enquanto conservam a sua civilização composta.

Fim!!