João, Lucas e Clara tiveram suas ideias anotadas para uma meta futura, mesmo logo depois de recriarem o PVC e isso aumentar a quantidade de peças para móveis e algumas decorações, ainda com pouca produção devido ao risco dela no momento e ainda não terem tanta infraestrutura, durante esses dias, o João, o Lucas e o Enzo tiveram algumas relações íntimas diretas com as matriarcas, cada um com três delas, o João e o Lucas estavam surpresos por elas pedirem pra esse tipo de encontro, e relutaram antes de aceitarem por causa da intimidade, já o Enzo estava se sentindo honrado, já que normalmente essas matriarcas escolhem homens de diferentes grupos, para terem descendentes com as melhores qualidades possíveis, alguns dos que trabalham no palácio são maridos ou filhos masculinos das matriarcas, usando túnicas azuis mais claras, com flores pastéis azuis, algumas de cor turquesa, enquanto as matriarcas usam vestidos tingidos de lápis-lazuli ou corante índigo.
Durante esses meses, seja dessa pausa e folga, ou da gestação das matriarcas, também João, Lucas e Clara tiveram um tempo para conversarem e interagir com os civis, como na Taverna Bravo próximo do centro da vila, pequenas visitas nos campos e florestas eram feitos, o João e o Lucas também começaram a ajudar no trabalho de coletar os cultivos e frutas, também João teve mais amizade com o ferreiro Fritz e o carpinteiro Walter, e Lucas e Enzo reformaram a casa na árvore, tendo um andar novo acima, embora apenas pra guardar os materiais num espaço novo, e aquele gerador menor criado pelo João foi deslocado para um espaço abaixo dessa casa. Durante esse tempo, a borracha e resina foram extraídas e Clara ajudou a fazer monstros de brinquedo, baseados no que João modelava em argila durante seu hobby novo, e também fez um tipo de bola de Futebol, com a qual ela foi jogar com João, Lucas e Enzo quando o grupo tinha um tempo realmente livre, o que aos poucos incentivou os grupos juvenis a praticarem o Futebol como um esporte de lazer, as áreas usadas pras reuniões pedagógicas começaram a ter um andar inferior que escondia uma quadra onde o jogo podia ser praticado à vontade.
Peter e Pierre, enquanto isso, estiveram organizando durante esses meses um grupo próprio, esses faziam pequenas operações secretas, paralelas ao governo das matriarcas, com todos desse grupo, chamado Baile Cinzento, devido às máscaras de cerâmica cinza com detalhes variáveis, o Peter e o Pierre tendo adornos adicionais em forma da seta de espada, suas operações variavam entre vigilância violenta, abatendo pessoas associadas ou não ao Baile Cinzento que fossem pegas roubando ou matando os civis, e sempre deixando algum papel em criptografia ASCII para os civis decifrarem, três das mensagens eram:
"78 111 32 99 195 169 117 32 110 111 116 117 114 110 111 44 32 110 101 109 32 111 115 32 109 97 117 115 32 105 114 195 163 111 32 115 101 32 112 114 101 118 97 108 101 99 101 114"
"65 113 117 101 108 101 115 32 113 117 101 32 97 110 100 97 109 32 115 111 98 32 99 97 112 97 115 32 110 101 103 114 97 115 32 101 32 109 195 161 115 99 97 114 97 115 32 99 105 110 122 101 110 116 97 115 32 118 105 103 105 97 109"
"79 32 100 101 109 195 180 110 105 111 32 116 114 97 122 32 112 114 101 115 101 110 116 101 115 32 101 109 32 116 114 111 99 97 32 100 101 32 98 117 115 99 97 114 32 115 117 97 115 32 97 108 109 97 115 44 32 101 118 105 116 101 32 111 32 100 101 109 195 180 110 105 111 44 32 109 97 116 101 32 111 32 100 101 109 195 180 110 105 111"
As pessoas estavam seguras com a criminalidade diminuindo, mas paranoicas assim que alguns "bandidos" mortos eram familiares demais, o Peter e o Pierre fingiam não saber do assunto, assim como os disfarces deles como líderes estariam espalhados em pontos desconhecidos das ruas, os de integrantes de menor grau também, com exceção de uma capa preta e uma máscara cinzenta com três setas de lança vermelhas estavam vestidas em um espantalho dos campos, o que deu um susto nos camponeses que testemunharam, e com medo daquela ordem secreta ser um grupo de espíritos, incentiaram aquela capa, e quebraram aquela máscara, o mago Enzo queimou incensos para um ritual purificador.
Falando nos camponeses, paralelamente, muitos estavam reclamando de terem dores de dentes, o próprio João e Lucas perceberam o fedor de alguns, um "bafo de bicho", enquanto outros operários podiam resolver desinfetando a boca com um vinagre fedido e azedo, e resolviam o odor com folhas de menta, ou mascando frutas ácidas como maçãs ou laranjas, o João pega um dos pergaminhos e põe uma das ideias anotadas em prática, misturando a menta pelo efeito refrescante, melaleuca que as mulheres já usavam pra cuidado da pele, por ter efeito bactericida, em uma massa misturada com bicarbonato de sódio, que levou um certo tempo devido à busca para minerar, mas foi obtido de nacolita de algumas minas, e é usado para clarear os dentes, algumas produções mais baratas usavam carvão que, embora muitos associassem a tingir de preto, era compreensível que tivesse um efeito de filtragem, durante esse desenvolvimento, a água coletada também aos poucos foi armazenada em filtros que pudessem limpar ela, ao saber que não só ferver água era suficiente, e agora, os civis tinham água ainda mais segura e os navegadores podiam se sustentar por mais tempo por poderem purificar mais ainda as águas próximas.
O sabão é raro, geralmente usado pelos professores, artesãos e matriarcas, e o banho é normalmente feito no rio que circula a vila, por isso era comum ver desde os camponeses mais sujos até as mais lindas matriarcas se lavando dependendo dos cantos do rio, enquanto os banheiros têm latrinas que eram esvaziadas por um grupo especializado para extrair fertilizante, amônia e metano semanalmente, então, Lucas e Walter têm um plano, de fazer um encanamento como um esgoto, isso levaria muito tempo se não tivessem tanto empenho em resolver esse problema, um esgoto foi planejado, conectando cada ponto que antes eram meras latrinas subterrâneas, as casas mais ricas não se preocupavam mais com o fedor, e as casas mais pobres não se preocupavam mais com as madeiras da casa apodrecendo, e falando em madeira, o mago Enzo reutiliza as anotações do João, sobre relatos dele sobre o tal concreto, que era resistente, à base de cal e água e altamente resistente, e Enzo aproveita para aproveitar os ossos de animais e farinha de osso não utilizados para, depois, purificar os materiais em fogo para extrair o cálcio, e misturar em cinzas (de resíduos de carvão e madeira), argila, cascalho e muita água, num tipo de betoneira criada por Fritz e Clara, e a longo prazo, os construtores substituíram paredes de madeira e de pedra por concreto, embora não completamente, quase usando como o que seriam vergalhões nas casas mais pobres, e as casas mais ricas eram aumentadas e melhor modeladas com aquele concreto.
Um mercador viajante dirigindo uma carroça movida a burros entra casualmente na vila, passando pela muralha e os guardas, e estava estranhando como a Vila Rio de Madeira estava tão, mas tão diferente, ainda assim buscando oferecer tecidos, caixas de especiarias e potes de corantes, que pareciam interessantes, mas haviam caixas de enxofre e salitre, antes os materiais menos vendidos, mas a matriarca Bella Tiana, escolhe comprar tudo, incluindo os minérios que antes a vila nunca comprava, em troca de 6 ovelhas e 3 galinhas, pois esses minérios eram ingredientes pra uma das anotações do Lucas para os chamados fogos de artifício, e pela melhor tecnologia, também ficou melhor a agricultura que alimentou e fortaleceu os animais, então cada animal entregue valia mais que as ovelhas e galinhas de outras vilas, e o mercador foi embora bem grato. Lucas e Enzo foram correndo misturar unidades de enxofre e salitre com carvão, podendo fazer então uma pólvora chinesa, e uma bombinha de teste, isso assustou os aldeões que foram logo ver, Lucas buscou esclarecer que foi só um teste e deu certo, só precisava de melhorias. Quando veio o carrasco por perto, os dois ficaram com medo, mas a punição máxima foi apenas umas batidas de um cinto de couro na costa dos dois, por má conduta e perturbar ordem pública.
Os dois estavam envergonhados, e tentaram cuidar um do outro, o que não precisou de muito tempo, assim como os fogos de artifício que eles prepararam não demoraram muito tempo, e Lucas tinha uma certa memória de ter usado elas em festas antigamente, o ferreiro Fritz e seus colegas oferecem facões de aço com cabo de latão para eles em troca de pelo menos um barril, Enzo não sabia o porquê, mas Lucas confiava que o plano deles parecia óbvio, ele até fica um dia com os ferreiros, num tipo de brainstorming, trocando ideias pro projeto deles, que era pra ser segredo, mas pelo Lucas ter descoberto tão rápido, aceitaram participação dele para ajudar na ideia desde que ele não espalhe aquilo, um pergaminho foi feito em segredo para os ferreiros prepararem, só era necessário um pouco de chumbo, um metal antes proibido de minerar, considerado sinal de azar, mas com ajuda de mineradores com novas máscaras de gás, mais fechadas e resistentes, ligadas ao que seria um barril de oxigênio (que não era oxigênio puro, mas era ar fresco embalado) e até um tipo de símbolo místico, de um pingente de porcelana (o grupo ainda acredita nesse azar pelo chumbo ser venenoso, então pediram a João esculpir símbolos de águias negras de desenhos vermelhos e brancos) para os proteger espiritualmente.
"76 117 99 97 115 32 101 32 69 110 122 111 32 115 195 163 111 32 117 109 32 118 101 110 101 110 111"
Lucas e Enzo estiveram a caminho da Taverna Bravo para poderem beber um vinho ou hidromel, enquanto três agentes do Baile Cinzento estavam entrando no bar, logo depois de cortarem os fios de energia ligados ao bar com flechas, e os agentes estavam visíveis apenas por causa da luz das velas, que deixavam desde as máscaras às capas mais avermelhadas no brilho. Lucas e Enzo sacam suas lâminas, a Garra de Urso (facão de Lucas, com detalhes na guarda e pomo que deixam o saque mais firme, e talhas em forma de um urso feito de espirais) e o Bico de Corvo (corvos são associados a sabedoria, quase como anjos da morte guiando os vivos pro folclore local, os detalhes da arma em geral lembrando penas e garras do animal), e têm um combate direto e próximo contra aqueles três, que por estarem usando adagas de ferro, foram fáceis de abater, os civis até se voluntariavam e arriscavam em segurar aqueles assassinos, e ao tirarem as máscaras, o grupo se horroriza ao saberem que eram apenas pessoas, talvez vindas da mesma vila e sociedade que estão agora, então, o caso é denunciado, gravado numa tábua de argila marcada por uma agulha, e entregue a um mensageiro que avisou aos guardas, que agora estavam preocupados ao saber que dois agentes confiáveis viraram alvos da tal organização.
Bella Tiana e Maria Pascal, então, iniciam dois protocolos: Um incentiva os professores a ensinarem defesa pessoal, seja o combate desarmado ou saque de armas brancas curtas, aquela arte marcial, chamada Sildo, também foi ensinada aos guardas, que também os ferreiros, depois de terminarem seu projeto, oferecem a eles revólveres, muitos deles similares a um Colt, incluindo um tambor de até 8 balas, de cápsula de cobre, ponta de chumbo e espoleta que detona a pólvora, os soldados estavam com medo daquela arma ser muito perigosa, mas Fritz insiste que seria necessário, e então, um certo treinamento era feito, para os soldados se acostumarem a, não só manusearem as armas, mas também sacarem com agilidade caso a espada ou lança estiver sendo usada primariamente. João e Clara, no palácio, estiveram testando mel e caramelo de açúcar, aquecido e congelado, para fazer novos doces para as pessoas do castelo, e durante o mesmo treinamento de culinária, os dois também aprenderam provisoriamente a caramelizar cebola, e usar isso como novo ingrediente para os sanduíches, junto da carne, tomate e queijo.
Lucas, no entanto, chama o grupo e os lembra sobre o plano deles, de utilizar o policloreto de vinila, ou vinil, para fazer novos dispositivos, o que leva Clara a ter uma ideia antes dos planejados telefones, considerando os bardos locais estarem agora criando novas piadas e músicas com base nos feitos deles.
Continua>>>
25 de jul. de 2025
Fiz esse post antes de esquecer tudo
Eu tive uns sonhos surreais e vou aproveitar esse blog que planejei pra outros assuntos pra não esquecer porque de certa forma foi engraçado.
- Um dos sonhos que eu tive envolvia três versões do Bob Esponja (um clássico, um "da Era Punk" que era na verdade só o Bob Esponja de um traço diferente ainda das primeiras temporadas, e um das temporadas mais recentes), que estariam no que parecia a Fenda da Pedra, e eles são abordados por um tal Famoso Zé da Rocha (que parecia com os personagens daquele episódio duvidoso do desenho sobre caretas, o nome era tipo o Zé do Picadinho, um dos Bob Esponja até fala "o moço cantador, o osso rangedor, o caroço voador..." por algum motivo), que parecia realizar o pedido de quem tinha a boca cheia de ostras (como aquele episódio do Show de Talentos), mas o "Bob Esponja da Era Punk" não tinha a boca cheia de ostras, e foi desintegrado da existência (deletado?) pelo Famoso Zé da Rocha.
- Um personagem policial genérico aparentemente orando e cultuando a um tipo de "deus do sabonete", mas que não era só um deus da higiene a lá Higéia, também era dito como um tal deus dos doces também, e mesmo aquele sonho não tendo a ver com Warhammer, também é citado que esse deus seria um inimigo do Nurgle (mds, falando assim fica difícil levar a sério), e na lore do sonho mostra que eu que tava escrevendo aquela história do policial, e que taria supostamente em um caso com dois personagens masculinos que eu não consegui reconhecer.
- Assim como falam que o Minecraft tem vibe de terror, como as cavernas ou os barulhos assustadores, assim como entre os monstros (zumbis, esqueletos, humanoides das trevas que teleportam, criaturas camufladas que explodem) são um tipo de criatura comum em filmes, mesmo sérios e tensos, também fantasiosos e épicos, com o adicional do Enderman e Creeper como coisas originais, sem falar dos Phantons do Minecraft atual que são monstros de insônia, tudo criaturas comum em histórias de terror.
- Dark fantasy também é caracterizado por protagonistas fortes, com armas medievais e armadura enfrentando esses perigos, algo bem comum numa gameplay vanilla do Minecraft, assim como a magia é escassa no dark fantasy e no Minecraft (isso é, os poucos itens mágicos são difíceis de achar, como bola de fogo ou de vento, itens de alquimia e boa parte do que dá pra considerar magia serem as poções que são difíceis de fazer, e a maioria das coisas realmente mágicas você tem que enfrentar, como Endermen e Blazes).
- O jogo se trata de uma entidade que o protagonista que você guia descobre e busca conseguir uma oferenda pra entidade.
- A fruta vermelha é basicamente um tutorial do jogo, bem fácil de conseguir mesmo sem dicas, numa passagem do jogo o símbolo vermelho também é associado a sangue, claramente por ter a ver com o garoto se machucando e ficando paralisado, pelo que há a entender enquanto ele ia fazer a oferenda como no final do jogo.
- A fruta verde é também tranquila, de transitar pra um tipo de jardim e depois pra um cenário de guerra (pelo que parece no começo da adolescência do protagonista, e aparentemente foi a mesma guerra que quebrou o prédio e fez o garoto ficar paraplégico depois de cair, e a fruta verde ter a ver com você ter que dar zoom nuns padrões pode ter a ver com o personagem buscando pela imagem do Gorogoa até em detalhes que seriam mínimos, em parte um ser onipresente.
- A fruta amarela eu me perdi pra concluir mas aos poucos aprendi a fazer os quebra-cabeças dos móveis e das lâmpadas, estrelas e mariposas. Sobre o impacto desses materiais na lore, o personagem nessa época está estudando astronomia (como mostram as constelações, e pelos quebra-cabeças em si, não só de estrelas, mas de uma imagem de meteoritos) e religião (já que o hipocampo que aparece nas imagens parece ser um tipo de deus ou no mínimo um símbolo folclórico desse mundo do jogo). Não duvido que as mariposas tenham ligação entre elas se atraírem com lanternas, e você dar zoom nelas ser algo tipo "o Gorogoa está em todo lugar" como foi no enigma da fruta verde.
- Já a fruta azul foi um pesadelo de tão chata e complicada de passar, seja pelas relíquias do protagonista adulto (aparentemente relacionado à terceira foto do primeiro quadro na ilustração aqui, diria que é a terceira foto porque a segunda foto parece ser das frutas verde e amarela, dele se recuperando do acidente e guerra e também estudando astronomia, e na terceira foto ele parece estar em outro país, assim como nessa fase há cenários dele em diferentes pontos diferentes da cidadezinha principal), que são necessárias pra transitar a versão que você controla entre essas fotos até a quinta, os enigmas são de fritar o cérebro, então vou só interpretar o que o personagem faz nos cenários das relíquias.
- Aliás, assim como o verde simboliza plantas (pra gameplay o jardim da fase, pro final aparentemente a natureza que se perdeu depois da guerra) e o amarelo representa luz (seja de estrelas ou de lâmpadas), o azul eu não sei se tem a ver com sabedoria ou tecnologia (já que entendi que como nessa fase ele tá adulto, então é uma fase em que ele se formou da faculdade e tem emprego, somado com o tema de engrenagens) ou com divindade (já que nessa fase tem versões dele fazendo ritos a outras entidades.
- Pro primeiro ritual (por assim dizer), o personagem batala sinos num tipo de peregrinação, pro segundo, ele põe velas pra uns altares, e pro terceiro ele se banha com água que ele encontra num tipo de escadaria (tipo aquelas escadarias de dojo Xiaolin gigante), não mostrei quais mas cada ritual é pra algum tipo de entidade, se não do mesmo panteão, ainda de culturas que o personagem deve ter encontrado em busca de se conectar com o Gorogoa. O Gorogoa aparece a cada enigma concluído, e sempre que ele aparece indica alguma mudança permanente, por isso mesmo os mesmos quadros assumem propriedades diferentes quando ele aparece.
- Agora a fruta roxa é bem tranquila de fazer, não é curta como a da fruta vermelha, mas é muito mais fácil que a fruta azul, me lembra o enigma da Esfinge, "qual animal tem 4 pernas de dia, 2 de tarde e 3 de noite?", "é o homem, que quando bebê engatinha, quando cresce anda sobre só as duas pernas, e quando velho, precisa de bengala". Mas resumindo, há tanto enigmas usando um mapa de bondinho, escadas, e até mesmo uns tecidos. O que entendi da história desse jogo é que o garoto entregou uma oferenda física pro Gorogoa, mas ocorre um acidente que interrompe tudo e ele se machuca, durante sua recuperação ele estuda pra poder investigar essa entidade, no processo ele se forma numa faculdade, consegue um emprego, e desde o incidente à velhice dele, ele teria esse tal contato com o Gorogoa, e por isso ele parece ter sido "levado embora" pela entidade no final.
A fase de caverna aquática é maravilhosa, ainda mais com essa tartaruga rosa luminosa (meu personagem favorito :) ) ou a Lua quando desbloqueia a cor amarela, e o castelo principal fica maravilhoso quando tem todas as cores e a habilidade de cantar é desbloqueada.Não zerei o jogo ainda, e planejo fazer 100% que nem o Gorogoa por ser curto e as conquistas valerem a pena.
Antes de concluir esse post, um aviso: O Jverso (como eu chamo esse megaverso que une as histórias minhas) não tem suas histórias tudo no mesmo universo, e mesmo que tenha multiverso, as histórias não são necessariamente da mesma cosmologia (embora eu tenha planejado o Cookieverso e o antigo Hard Life pro mesmo multiverso de Fenômenos), e elementos que aparecem em comum com histórias que pareçam nada a ver, considerem como a bolinha de estrela ou o carro do Pizza Planet da Pixar, são meros itens que uso como forma de conectar esses universos (uma marca registrada), incluindo itens e seres que obviamente terão a mesma propriedade nas histórias diferentes (como as ervas helênicas, ctônicas e etéreas, os xuburtes e até o Crisáureo que pode ser melhor explorado em outras histórias que o tenham), como parte dessa minha mitologia.
Até mais!
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