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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

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24 de fev. de 2026

Ideias descartadas pra você brincar

Esse post eu espero que seja curto, porque são dois rascunhos de história que não teria muita atenção pra fazer já que tenho um monte de ideias pro Projeto Dream e Chronos Inc e planejo continuar outros contos que já fiz pra esse blog.

Ideia 1 (baseada em Trench Crusade, esoterismo e casos bizarros de conspirações se tornando reais).

 Eu estive planejando uma história sobre guerra entre a humanidade e demônios.
 Do lado humano, eles possuem tecnologia um pouco mais avançada que a média atual, assim como as religiões abraâmicas estão reunidas para deter as ameaças.
 Existem paganismos nórdicos e gregos pois os magos estão, além de voltando para dar assistência nas lutas mágicas, e assim ter o divino, o tecnológico e o sobrenatural contra o demoníaco, mesmo os pagãos e os árabes estão em aliança para avanços científicos, sobre os arsenais mágicos eles envolvem relíquias de madeiras, cristais ou elementos com diferentes poderes, e do arsenal divino eles envolvem armas fortalecidas pela fé.
 Assim como nesse universo uma seita de uma elite corrupta tentou evocar entidades inomináveis para se manterem no poder e com mais riquezas, e isso trouxe um reino de demônios que queimou a realidade em Jerusalem.
 Do lado dos demônios, tem tropas divididas nos Ministérios, representando:
  • Ira: Elemental do fogo, aumento de velocidade e força, cabras familiares agressivas.
  • Luxúria: Elemento da água, magias de controle mental, familiares peixes lutam na água.
  • Gula: Elemento da madeira, os vermes familiares absorvem vida e destroem material essencial.
  • Ganância: Elemento dos metais, os burros familiares podem trabalhar sem cansaço.
  • Inveja: Elemento da Terra, as cobras familiares são venenosas e atacam médicos e invadem bancos de dados.
  • Preguiça: Elemento do Tempo (desacelerar ou parar) sob custo de tropas fracas e imóveis, familiares porcos são altamente resistentes.
  • Orgulho: Elemento do Vento, seus soldados e leões familiares são imparáveis em combate e lutarão até o fim.
 Eu reutilizei a parte do Inferno pras tropas do Asura, Tsul, Galony, Aleborja, Lavey, Chorizz e Malphas em Projeto Dream.

Ideia 2 (baseada num arco específico de Xeelee Sequence)

 Algum tipo de guerra interestelar ou intergaláctica da humanidade contra aliens realmente ameaçadores e perigosos, e que esses aliens militarizam a manipulação do espaço-tempo, incluindo:
  • Portais, ou Buracos de Minhoca, para viajar entre planetas ou épocas.
  • Armas gravitacionais capazes de projetar buracos negros como ataque.
  • Também energia extraída diretamente das forças fundamentais.
  • Também biotecnologia e imortalidade.
  • Com alguma seita de humanos que traíram a nação galáctica humana em troca de poderes.
 Mas essa ideia eu abandonei porque tá muito igual ao arco que eu li superficialmente e o Projeto Dream tá lidando bem melhor com guerras espaciais e traições.

Ideia 3 (um tipo de shounen)

 Tinha uma ideia beeem antiga que eu tava tendo em 2023, de um protagonista chamado Koa, cuja magia envolveria controlar bolhas (similar ao Caesar de JJBA parte 2), e teria diferentes mestres nesse caminho, cada um de um elemento da magia:
  • Um de fogo que teria um ataque especial que o fogo soltava efeito cascata.
  • Um de água que seria tipo Mestre Kame.
  • Duas que eram o rascunho de Aria e Lyra.
  • Também teria mestres de terra e de vento.
  • E um rival que tinha a magia Quebra do Tempo, que foi o rascunho da Quebra do Tempo que a Tifanny usa.
  • E algum tipo de guerreira lobisomem trans com magia de sangue.
 Koa também teria uma moto movida a energia solar, que é o motivo da moto não precisar reabastecer.

Ideia 4 (baseado em magia e sociedades mágicas)

 Esse parece bem simples e fácil pra quem já viu histórias onde a magia é organizada, tipo Harry Potter...
 Falando em Harry Potter, uma vez eu conversei com um webamigo sobre as polêmicas e preconceitos de Harry Potter, e que os bruxos de Harry Potter não são bruxos, são magos, já que bruxaria envolve rituais seja a entidades ou cerimônias, feitiço são magias que o mago emite, e Wizard (termo usado na história) não é bruxo, e sim mago, enquanto bruxo tipo "bruxa♂️" é Warlock, nem a estética é tão de bruxa, já que castelos góticos são coisas da Europa cristã, que inclusive odeia bruxos e bruxas e teve um monte de inquisições (mesmo que o nível de "professora me deu 0, padre, ela é uma bruxa" foi específico da Inglaterra e de Salém, e geralmente queimavam mais hereges do que bruxas, como os cataristas, muitas bruxas, falsas ou "reais" (tipo canibais e usuárias de bruxaria, ou mulheres hereges) eram decapitadas ou, em Salém, 19 foram enforcadas e 1 foi esmagada em pedras), e caldeirões são comuns na culinária, e poções da alquimia não eram exclusividade de bruxas, pelo contrário: antes eram remédios primitivos (tanto que farmácia e fármaco vêm de Pharmaka, que significa poção) e foi comum na alquimia europeia e árabe (de povos que, por fé abraâmica, condenavam bruxaria).
 Mas e essa história que eu tava tanto planejando? Seria algum tipo de família nobre e lendária que investigaria sobre magia, artefatos e entidades, assim como relíquias deles seriam cuidadas e usadas, a ideia é também de 2023 e eu esqueci boa parte das relíquias, mas teria muitos itens elementais ou feitos de prata, e eles teriam dragões em seu castelo, mas seriam feras pequenas, ainda assim de fogo, e teriam um idioma próprio (algo que reutilizei com os hocertianos no Projeto Dream).

Talvez eu reutilize nas histórias que eu já fiz (não os arcos inteiros, mas os grupos, personagens e poderes), principalmente em Hard Life e Untitled 2014 (que aliás, é intankável como umas histórias que tinham muito powerscaling se reduziam a "esse personagem treinou por tanto tempo e aprendeu tais poderes papapa...", e talvez por isso eram histórias tão curtas: por eu não focar realmente em worldbuilding ou realmente na construção de personagens, então me desculpem por isso).

Até mais!

22 de fev. de 2026

Covil das Creepypastas: Jeffrey vs Slender

Capítulo 1: Um site que nunca mais foi visto.
 De 1998 a 2001, existiu um site chamado normalpornfornormalpeople.net, onde inicialmente seriam publicados filmes adultos explícitos, sem precisar comprar eles em bancas ou alugar em locadoras, mas tinha uma área secreta no site, ao digitar Ctrl+Shift+Alt, e ao aparecer a janela "digite a sua senha", e escrever o código "npfnp666", estará disponível vídeos do tipo gore, envolvendo decapitações pelo ISIS, ou por chefes de cartéis, vídeos de auto-extermínio, porém, três vídeos em específico se destacaram mesmo quando foi descoberto em 2004, quando o domínio foi mudado para normalpornfornormalpeople.net, os vídeos incluíam:
  • pintaqwe_pt1.avi: Um vídeo de 10 minutos envolvendo câmeras escondidas, de um mecânico limpando, corrigindo a pintura automotiva e trocando peças e óleo de um Volkswagen Fox vermelho num total dos 2 primeiros minutos, quando ele sai após trocar poucas frases com o gerente da oficina, o gerente começa a lamber algumas peças do carro por 1 minuto, depois de flagrar o gerente fazendo isso, o mecânico abaixa as calças dele e do gerente, e o mecânico "penetra" o gerente, 1 minuto antes de transitar, em forma de rolo de filme de um efeito de edição genérico, um mímico chamado Jimbo, acima do peso, se apresentando e fazendo uma performance por uns 3 minutos, com um som de fundo de guitarra desafinada, depois da cena que ele simula que se sentava numa cadeira, e caía com o seu próprio peso, num efeito de "glitch" transita para o mímico se sentando em um "brinquedo", e gemendo alto, até o vídeo terminar.
  • pintaqwe_pt2.avi: Vídeo de 8 minutos, com uma jovem e loira atriz chamada Jessica XXXXXX posando e se sensualizando por uns 1:20 minutos, depois, por frames passa uma imagem de uma fila-indiana de manequins contornando o câmera, depois, 10 segundos de alguém gravando o ponto de vista do alto de um prédio em Casares, Espanha, depois, mais uma foto da fila circular de manequins em outro ângulo, com a vista da porta da onde o câmera gravou a cidade pela varanda, depois passando para uma senhora idosa, ainda com um corpo violão e curvas lisas no corpo, vestindo um lingerie genérico vermelho, e colocando roupas em um manequim enquanto explicava sobre "pontos mais saborosos da carne humana", a narração tem 1:22 minutos, depois, um frame de como se o câmera estivesse deitado, amarrado numa cama, e com a Jessica e a senhora de idade (que assim como no take dela, também estava com o rosto borrado), depois, um take de 1 minuto da Jessica e aquela senhora idosa fazendo uma posição de sexo em tessoura, e depois de um take curto de uma mulher filipina chamada Dianna YYYY, usando máscara cirúrgica e luvas médicas brancas, decapitando quem seria o cameraman com um cutelo, e no resto do vídeo, um grupo de indianos cortando, assando e cozinhando carnes do mesmo humano do take anterior.
Capítulo 2: Parcialmente Encontrado.
Dentre os vídeos que compõem a página secreta do site, há um vídeo que foi perdido e as pessoas se esforçaram para procurar, mas quando encontraram, se arrependeram.
  • welcome.avi: A Jessica e a Dianna estando nesse vídeo também, elas colocam três mulheres sem roupa e com um tipo de saco plástico em suas cabeças, e posicionam cada uma em uma cadeira, a entrevista que Jessica e Dianna contam está em espanhol, e as três mulheres admitem seus nomes, e sobre elas quererem ser atrizes, e então, Dianna dá um violino a uma delas, que curiosamente toca bem a música, é possível ver um homem gordo e com máscara de galinha (que não se sabe se é o mesmo ator do take do Jimbo, ou do mecânico, ou do gerente, pois a parte 1 tinha uma péssima qualidade e eles pareciam muito iguais) massageando entre suas pernas em um espelho, enquanto gravava elas. Acreditavam que esse vídeo seria complementar aos outros dois vídeos, mas é que a terceira parte foi perdida entre 2001 e 2003.
  • peanut.gif: Gif curto de uma mulher passando manteiga de amendoim em um pão, e fazendo um sanduíche com isso, e quando ela dá a um homem de camisa azul, o cachorro come após o pão com manteiga de amendoim cair no chão. Ambos foram descobertos quem são mas tiveram que mudar de nome para evitar perseguições ou associações com o site.
  • pintswer-pt3: Versão parcialmente recuperada da parte 3, com takes de 1 minuto da Dianna, da Jessica, da idosa desconhecida, e das três mulheres com saco na cabeça massageando entre suas pernas, em vídeos separados, mas num mesmo quarto em Casares, Espanha, porém, com o take da Jessica tocando enquanto são vistos pulos e uma música de Super Mario 64, e no fim do vídeo, um homem sem pernas, que muitos reconheceram que era o mesmo homem do peanut.gif, porém na mesma sala da parte 2, cheia de manequins, dançando floor rocking e hand glide do breakdance, e se arrebentando no chão.
  • pintaqwe_pt3: Além da parte dita como recuperada, porém mais estendida até o final, dos takes das mulheres, no take do homem dançando usando um tipo de moletom da GAP, antes de cair de costas todo torto no chão, ele reclama de estar cansado, e a Jessica se voluntaria para puxar ele para fora da sala e da visão da câmera. A parte da versão recuperada que parecia familiar para o fórum que buscou resgatar esses vídeos, principalmente para investigar e deter as responsáveis por eles, mostra uma apresentação da notícia de 11 de Setembro de 2001 pela Fox News sendo interrompida por uma vista de uma sala de paredes brancas de rodapé amadeirado, iluminação amarela, e um homem loiro, acima do peso e de meia idade, usando um terno e trazendo um chimpanzé vermelho, com cicatrizes na pele e sem os olhos, e que avança contra a mulher desconhecida amarrada em forma de bondage, e a espanca até a morte, pouco antes de ser "recompensado" com 3 fatias de melancia.
Imagem de como era o chimpanzé quando foi resgatado em 2008, depois que a rede de vídeos explícitos foi detida e as envolvidas foram presas durante uma operação na Islândia.
[Nota lateral:

Capítulo 3: O Encontro dos J
 Jeffrey caiu na Arca Negra, uma grande dimensão pela qual os filhos do Slender moram, hibernam e operam em nome de seu mestre, o Operador, e que mesmo que os Rastelos só assustem ou ameacem humanos comuns, o Jeff não estava realmente pronto para enfrentar Tim Wright, já insandecido pela perda de seu irmão e sua prima e que já quebrou duas das costelas do Jeffrey só para descontar seu ódio, e só não terminou pois Jack Sem Olhos, interrompendo, tira Jeffrey pessoalmente para o dizer algo.
 "Você pensa que consegue nos enfrentar só porque você não sente os seus ossos rachando e as veias estourando? Olhe para você, um pobre maldito, frustrado, você tirou a vida de sua única família e da família de outras pessoas, só porque você achava que ninguém o amava, e ninguém o entendia. Você sabe como é realmente perder a sua família por uma situação terrível? Ou então, ser perseguido por outras pessoas só porque elas julgam o seu grupo como inferior e comparável a animais? Você é só um mimado."
 Jack e Tim machucam Jeffrey mais ainda, porém, ainda o tratam, e o dizem sobre o mestre deles e que eles irão precisar resolver contra entidades que estão atrapalhando o Operador. Durante as caçadas que Jack enviava Jeffrey e Tim para fazer, Tom e Michael Hanklets descobrem o padrão dos assassinatos envolvendo tais agentes, e que incluía:
  • Os mortos por Jeffrey eram membros de família mortos a corte de faca em pontos fitais para que seja bem rápido, o sobrevivente (o mais novo da família) era sempre contratado para ser um novo filho do Slender.
  • Os mortos por Tim Wright tinham seus ossos quebrados, ou eram enterrados vivos, muitos eram próximos de Tim e Michael, e Michael tinha avistado o Tim fazendo isso e o reconheceu porque, quando Tim quase o pegou, ele ouviu a exata mesma voz do antigo Tim.
  • Já as vítimas do Jack Sem Olhos eram pessoas mais ricas ou integrantes de partidos políticos, e eram sempre capturados e estavam com os rins faltando.
 Jeffrey reaproveitava o sangue das vítimas para uma série de pinturas, dando um total de 74 pinturas, todas em "tinta vermelha ferrosa", e todas nas casas das vítimas antes do Jeffrey ir embora misteriosamente.
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Capítulo 4: Os irmãos do Slenderman
 Além do Slenderman, tiveram outros seres de sua espécie, muitos dizem "Se tem o Pai, tem os Tios", como o Splendorman, que embora seja uma entidade de mesma origem e tipo do Slenderman, chamado respeitosamente de Operador, o Splendorman é um grande comediante e apresentador de circos e animador de festas. Enquanto Slenderman levava as crianças desesperadas para seu lado como uma forma de adoção ou contratação, o Splendorman alegrava as crianças com piadas, atuações divertidas ou então criando presentes com o que chamavam de "Magia", e o irmão do meio entre eles dois, Trenderman, é um estilista, designer de moda e fornecedor têxtil de boa qualidade para lojas de roupa.
 Quando Jack Sem Olhos, Jeffrey Chandler e Tim Wright invadiram o hospital onde Splendorman estava alegrando os pacientes, o próprio Splendorman interferiu e enfrentou eles, os três foram brutalmente feridos, Tim Wright foi empalado por um dos tentáculos de língua de sogra e Jack Sem Olhos teve o lado esquerdo do rosto queimado por uma flecha de fogo do Splendorman, e Jeff the Killer fugiu covardemente, enquanto Jack Sem Olhos, humilhado, recorreu a um portal da Arca Negra.
 Trenderman tenta comunicar a Slenderman sobre o ocorrido, e parece que Slenderman não gostou da escolha deliberada, afinal, foi tudo "antes da hora", uma violação a uma profecia de Zalgo, e pra piorar, ele perdeu um de seus "filhos", e enviará seus Rastelos para procurá-lo. Trenderman estava curioso de relembrar essa profecia, afinal, de tanto tempo que ele abandonou a interação com outros filhos de Zalgo, mas Slenderman apenas conta a parte que ele precisaria fazer.
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 Mesmo que Splendorman tivesse contatos históricos, como ele foi amigo de São Nicolau, inspirando lendas do Papai Noel, e seu rosto foi inspiração para o Smiley Face de Harvey Ball, talvez isso até tenha a ver com o Splendorman ser destinado a um pouco de alegria e alívio aos humanos próximos, em vez de uma real traição, e por isso seus irmãos mais velhos o respeitam e confiam. Já Trenderman ao menos admite lembrar de gostar das vestimentas dos humanos e como elas evoluíram, como as calças dos nórdicos e celtas, os vestidos elaborados das princesas e as capas de veludo dos reis, os ternos azuis prussianos, e ele não se orgulha de ter operado na Hugo Boss em 1940, por isso em compensação tentou ajudar a União Soviética a desnazificar o Terceiro Reich quando foi recém-destruído.
"Deixe de lamentos, você já está fazendo algo bom atualmente", diz o Operador ao Tecelão.
 Tom e Michael encontraram Betty Wright ao lado de um homem azul em uma noite que voltaram de um fliperama, eles não sabiam se era real ou só alguém parecido, e quando tentaram contatar a família Wright sobre a presença, e tentaram contatar aquela garota, eles não acreditaram, e a garota admite só querer estar sozinha, mas eles chamaram a polícia para levá-la a um ponto mais seguro.

Capítulo 5: O Jogo do Anjo
 Jeffrey tentou correr o mais longe que podia, só dormindo onde fosse cair de cansaço, e acordou em... uma floresta, o mesmo não entendia aquilo, afinal, estava ainda em uma cidade, mas estava algemado, pego pela Oficial Jane, mas estava em uma floresta em Wyoming, e ele tenta se soltar, com os pulsos machucados, mas sem sentir essa dor, e os ossos se realocando sozinhos sem seu esforço, ele ainda tinha aquela essência do Operador, que o mesmo iria retirá-lo pela traição e covardia.
 Jeffrey olha na árvore um papel com um Slenderman mal-desenhado com um sorriso parecido com o do Splendorman, escrito "Do you want to play a game?", e quando Jeffrey explorava a floresta, ele achava mais papéis, alguns incluíam:
  • Apenas texto: "No eyes, but can see you"
  • Um stickman olhando para um stickman do Slenderman em um quadro, e no outro o stickman "humano" deitado e sem cabeça, e com o texto: "Don't Look!"
  • Um stickman do Slenderman e o texto: "Can't Run", "He Follows", em regiões separadas do papel.
  • Um stickman do Slenderman e vários desenhos rabiscados de pinheiros.
  • Um Slenderman mal-desenhado, com o que parecem ser olhos e boca sangrando, com o texto: "It Takes You", e vários "No" ao redor do desenho do Slenderman.
  • Um stickman de uma garotinha e um stickman do Slenderman, com o texto: "Tim, why do you hate?", "Tom, what hides in your mind?", "Michael, we have already seen it", "Jane, you can lose everything"
  • Um grupo de stickmen com cada um um título: "Pai", "Mãe", "Kyle (Eu)", "ELE", sendo o "ELE" um stickman do Slenderman, e abaixo o texto: "We stand at the Door", "There is Truth in the Fiction".
 Jeffrey estava horrorizado, tanto quanto ele via o Operador o vigiando, sumindo e reaparecendo em diferentes cantos, e cada minuto passando como uma hora, é como se o Operador colecionasse rabiscos daqueles que foram assombrados pelo Operador, e não se sabe bem o que o Operador queria fazer com elas, se devorá-las ou adotá-las, mas o lápis usado na folha parece até mesmo ter ficado mais forte, a mão pálida do Jeffrey ficava com cor de piche quando a substância, vinda da Arca Negra, contaminava os dedos, mas não parecia espalhara para o papel, e quando o Operador aparecia à frente do Jeffrey, ele sentia dores de barriga e de garganta, a fadiga de tanto andar na floresta ficava mais forte, mas Jeffrey saca sua faca, e tenta o enfrentar.
Jeffrey: Hã? Mas... o que?
Operador: Olhe para você, um pobre maldito. Tentou abandonar seus novos irmãos por medo do meu irmão caçula, e então eu tentei compensar por ele. Você destruiu a sua primeira família, e abandonou a segunda, por desespero.
Jeffrey: C-como você conseguiu acabar comigo? Você... você é tão... slender, tão... esguio.
Operador: Os tentáculos são rápidos, e nem preciso da força deles para de lançar a metros de distância, mas você não vai lembrar do que aconteceu, nem quando você ser o próximo grão de arroz do prato de Zalgo, afinal, as suas memórias desse joguinho foram deliciosas, e irei guardar por você.
Jeffrey: Então... esse é o meu fim? Eu vou me tornar em grama dessa floresta? E eu irei sumir como suor no banho? ... Essa é a minha hora de morrer?
 Jeffrey fechava os olhos, e parava de chorar, depois que tinha vencido o Jogo do Anjo, na Arca Branca, o campo onde o Operador guardava suas "lembranças" dos humanos, e por onde ele lançava as crianças más para brincar esse jogo de coleção e fuga, mas Jeffrey não tinha entendido que, não era que ele foi fortalecido por um ser superior, que ele teria forças para destroná-lo.

Continua>>>

2 de fev. de 2026

O Homem Que Vendeu a Vida

 O ano era 1960, em Maryville, Colorado, o vendedor Solomon Miller esteve fazendo muitos sucessos com suas vendas. Na época do grande Sonho Americano, o mesmo trabalhava em escritórios com máquinas de escrever e comprava relógios para a sua coleção, o que seu pai ridicularizava, pelo mesmo achar que, só porque o tempo era relativo, relógios eram inúteis porque o tempo podia ser qualquer um, e também por achar que o primo de Solomon, Samson Miller, um grande jogador de baseball e futebol-americano, e o outro primo, Elijah James, um médico casado com uma padeira, eram superiores e logo o Solomon deveria ser igual a eles.
 Solomon, ou Solo como seus amigos de infância e a sua mãe chamavam, estava interessado na vida de vendedor autônomo, então, em um Domingo qualquer, o Solomon comprou canetas de diferentes cores, umas 10 vermelhas, 12 azuis, 15 verdes e 20 pretas, cada uma por 50 centavos, e indo de porta em porta, convencendo as madames sobre ter achado essas canetas de um canto longe da cidade e poder ajudar nas anotações delas ou tarefas de escola de suas crianças, convenceu rápido elas a comprarem, cada uma, por 3 dólares, o lucro foi de 117 dólares e 50 centavos em um dia.
 Durante os horários de folga dos dias de trabalho, Solomon tinha dúvida se as maçãs, os morangos ou as cerejas dariam tortas ou sucos melhores, mas ele ainda assim compra cerca de 3 gramas de cada uma. Na sobremesa do macarrão que ele fez umas tortas de cereja, de maçã e de morango, e guardou elas em sua geladeira, comendo uma fatia de cada uma para provar.
 A torta de maçã ele doou para seus vizinhos Adam Maxwell e Evelyn Smith, esperando que eles não fiquem mais bravos com ele, a de cereja fica com ele durante a semana e, enfim, a torta de morango, que mesmo dando certo foi a que ele menos gostou, ele cortou o restante em 7 fatias, guardou cada fatia em um pote de plástico em que coubesse, e vendeu para as mesmas moças de antes, entre as sete que compraram elas pagaram 2 dólares, menos a sétima que pagou 4 dólares, no entanto, ele também tinha comprado também umas 10 garrafas de tônico de café Bing Bang, e revendeu pelo dobro do preço para uns colegas de trabalho, conseguindo 56 somando as vendas, no entanto, pouco antes dele entrar na casa que voltava, Adam o avisa sobre "uma figura de roupa preta está indo atrás dele", o que Solomon estranha, entendendo que era uma "figura de pele preta" e acha que eram só "os mesmos negros de sempre".
"Não! Realmente era uma roupa preta, e uma máscara dourada, ele estava encarando-me na janela, mas quando você veio, ele sumiu... Espero que tu não tenhas nada a ver com essa figura"
 Solomon tem um pesadelo envolvendo esse ser, de roupas pretas, e na verdade, uma máscara preta, essas peças com detalhes e listras dourados, contando a ele sobre uma "tragédia eminente" a caminho dele, e quando amanhece, quando ele ia voltar a visitar seus colegas pouco antes de se demitir, o chefe lhe dava uma má notícia, dizendo que seu pai está muito doente, e quando Solo, muito triste, foi visitar ele, e o Solomon viu a mesma entidade que viu no pesadelo, visitando o pai do Solo enquanto segurava uma vela, e quando a vela se apagava sozinha, a entidade, chamada Talon, sussurrou-lhe algo horrível, e o Solomon, triste, acabou chorando.
 Anos depois, em 1969, Solo se casou com uma mulher comum da região e teve filhos gêmeos, Patrick e Charles, porém, durante um Inverno, Solo estava extremamente gripado, e pelos cigarros que ele fumava, as tosses eram piores, além da dor do peito e falta de ar mais frequentes, Talon apareceu para ele, segurando uma vela, e Solomon, entendendo o significado, tenta conversar com a entidade, e em suma, eles dialogam sobre aproveitar mais uma vida curta, ou uma vida triste mais longa, mas o Solomon pergunta "Por que não uma vida boa e longa?", e o Talon responde, sabendo o seu idioma, "Boa ideia", ele pega uma outra vela, e passa seu fogo e cera na primeira vela, e depois, Talon se despede, enquanto diz que isso irá pesar mais no coração de Solomon do que a dor daquela doença.

[Essa cena é válida tanto para o que você leu agora quanto uma cena futura abaixo]
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 Um Ford Mustang meses depois bateu no Chevrolet Corvair de Solo, que estava levando seus pequenos para a escola, o Charles se machucou um pouco mas o Patrick ficou até mesmo inconsciente, o dono do carro tentou insultar o Solomon e também o acusar de ser um "barbeiro", um péssimo motorista, e ao ouvir que Solomon "dirigia que nem uma mulher", Solomon fica furioso, saía do carro e socava o motorista do Mustang na boca, na região do estômago, e 3 joelhadas em seus "ovos", e Patrick leva Charles para a escola e Patrick para o hospital.
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 Solomon estava desesperado ao saber que seu filho Patrick estava em coma, tentou brigar com os clínicos e as enfermeiras, mas foi segurado, e tirado para fora do hospital, e esperando sentado na calçada, via Talon chegando até ele de novo. O Solomon tenta, em desespero, oferecer o que tirava de sua bolsa, incluindo os relógios que ele colecionava. Talon gostava daqueles relógios e anéis que o Solomon comprara e aparentemente iria comprar para vizinhas ricas como ele fazia anos atrás, assim como as garrafas de tônicos de força ou de apetite, uma garrafa de suco de oxicoco que a esposa fez para o Solo beber durante a viagem, gravatas e também umas canetas azuis e vermelhas, porém, não tinha nenhuma opção que o Solomon poderia vender para Talon em troca de extender.
 Poderia haver como vender tudo aquilo para salvar seus filhos de um mal físico, mas Solomon mexeu com algo metafísico, e não iria resolver o suficiente, a não ser com um milagre, Solomon pede para Talon se aproximar, e ele sussurra pra entidade um último pedido.
 À tarde, a esposa estava em choque, via Samson no Corvair de Solo, e que buscou os filhos dele, ele diz que era um favor que ele foi chamado pelo Solomon a fazer, o Patrick estava bem, só enfaixado na altura da testa, e o Charles estava sem nenhum arranhão, e a bolsa de Solomon estava sem os materiais, só tinha dinheiro, ainda que muito, apenas dinheiro e a sua antiga aliança de ouro, a esposa de Solomon estranhava aquilo, era como se fosse um sequestro, mas Samson deixa para contar a ela depois das crianças irem para o quarto.
 Samson só entendeu a "coincidência" do Solo ter morrido ao mesmo tempo que Patrick tinha se recuperado do cona e Charles estava curado dos machucados do acidente e de umas brincadeiras de rua, mas Solomon não contou dele ter arriscado a vida de seus filhos para viver mais um tempo, mas numa manhã tão nublada, tão estranha, com tanto vento, tantos medos, ele ter se desfeito daquele trato anterior, em uma rua diferente da encruzilhada que ele viu a entidade no Inverno, para deixar seus filhos em segurança, só pedindo um tempo para pedir seus primos a darem apoio à sua família.
 Talvez assim Solomon Miller pudesse descansar depois das decepções.

Fim!

Namomédica: A Original

[Nota do Autor: O subtítulo "A Original" vem porque eu finalmente pude escrever e publicar o rascunho da história que eu planejava poucos anos atrás, e que só depois eu reutilizei pro conceito de Namomédicas em Projeto Dream, e hoje tô também postando a história que deveria ser a origem desse conceito, sendo mais preciso, foi mais ou menos em 2023, quando o Chat GPT tava começando e eu tava testando umas ideias pra ver se essa IA realmente era eficiente ou criativa (spoiler: Não era, mesmo os personagens que fiz com ajuda do GPT praticamente o prompt inteiro era o rascunho completo dos personagens, e o GPT é péssimo em criar episódios, continuidade e geralmente em interpretar histórias tipo fanfics ou só muito novas)]
[Como foi baseado e reutilizado de um roteiro antigo, deu tempo pra eu fazer um roteiro maior e mais detalhado, e eu ter mais técnica de escrita]

 Por um momento, o mero trabalhador John Pepper havia terminado com sua ex, conhecida apenas como Melody, e quando foi alugar uma casa nova para morar, era extremamente estranha, as paredes eram diagonais, sem alinhamento umas com as outras, o quarto era menor que o banheiro e a cozinha era maior que a sala que era maior que a garagem, os corredores que conectam as salas eram longos e estreitos, pelo menos não o bastante para amassá-lo já que John é magro, a casa era menor por dentro, John se sentiu num verdadeiro golpe que ele nem sabia que era possível.
 Depois de uma crise de rinite alérgica por causa da poeira, por ser tão difícil de sequer morar na casa que mal dava vontade de limpar, John teve que ir ao hospital, onde um clínico geral guia para as enfermeiras medicarem como uma lavagem nasal e uma combinação de antialérgicos, em seguida uma mulher de cabelo branco e olhos vermelhos examinava garganta, orelhas, olhos, batimentos cardíacos (108 bpm, pressão 11/8) altura e peso (1,75m, 69,9 kg) e um pouco de sua vida pessoal, com seu histórico de uma relação abusiva com a tal Melody e ele esteve morando em uma casa estranha na Rua Visa Maria número 31 porque o trabalho dele não está o pagando apropriadamente para pagar algo melhor.
"Mas o que isso tem a ver com minha crise de rinite?"
"Quem sabe, se não parasse numa casa terrível não ficaria doente"

 Depois da consulta, o hospital anota o máximo que podia do histórico amoroso e de moradia do John Pepper, junto com a consulta, cuidados e comunicação das enfermeiras, e a mesma agente de cabelo branco e olhos vermelhos, uma Namomédica, especificamente chamada Dra. Paula Toyoda, foi enviada para examinar o John Pepper mais algumas vezes, também com um passeio curto financiado por uma equipe pequena de viagens, enquanto uma equipe sanitária limpa a casa limpava as salas da casa.
"Por que você tá saindo comigo? É pra uma consulta?"
"Na verdade, o passeio vai fazer parte da terapia, não se preocupa"
 John recebe um bilhete para ir em um parque de diversões, eles vão a uma roda gigante e a uma montanha russa, onde o John descobria ter medo de altura, a Namomédica Paula segurava a mão do John, desviava o olhar pra direção dela e até mesmo o abraçava, o John fica envergonhado ao receber a foto da montanha russa em que tinha a Namomédica o abraçando de um braço e levantando outro alegremente enquanto ele gritava de braços levantados, mas depois, indo num tromba-tromba, o John e a Paula tentavam um acertar o carrinho do outro mais propositalmente que eles acertavam o carrinho dos outros simplesmente porque era engraçado, e depois, eles foram comprar pipoca para comer, refrigerante para beber e o John comprou um ticket para jogar de tiro ao alvo.
 John sabia do que os atendentes manipulam para que não dê para acertar os patinhos, ele só não lembra se a espingarda era torta ou tinha algo nos patinhos de madeira que impedia eles de caírem com o tiro, mas atirando no joguinho, nada disso aconteceu, e ele acertou 3 patinhos com os 3 tiros que tinha disponível, o dono da barraquinha até diz que, se ele quiser jogar mais, ele poderia ganhar prêmios maiores, mas jogando mais vezes, ele acertou um total de 8 tiros, não conseguiu ganhar a maior pelúcia da barraca, mas resolveu pegar duas pelúcias que valiam 3 pontos, uma de um cachorro azul com olhos amarelos para ela e uma de um gato branco com olhos vermelhos para ele, a Paula escolhe jogar um pouco também, e acertou pelo menos 2 tiros, mas acertando patinhos maiores que o John não arriscou derrubar, valendo mais pontos, e coleta uma pelúcia um pouco maior, de 5 pontos, em forma de um monstrinho meio urso e meio coruja.
 Na roda gigante a Namomédica tinha feito antes umas perguntas como "você já teve alguma doença crônica ou mental?", "você ainda tá conseguindo sonhar?", "o quão raro é você visitar um médico?", "além da Melody, você já teve problemas com outras mulheres", o que John esteve perdido e com vergonha para responder, mas ele admite ter brigado e discutido muito e à toa com a mãe quando era mais novo, e antes dele ir ao tromba-tromba ela lhe deu um remédio bem simples, para tratar gripe e inflamações, parte do tratamento da rinite e para evitar problemas.
 Pouco antes de entrarem no trem fantasma, Cave of the Kong, ele encontra uma antiga amiga chamada Isabelle, que o John não reconhecia, mas ela ri disso e fala sobre um tal Francis que trocava cartinhas de Legaxy com ele, ou eles tentavam ver e decifrar estereogramas, e que ela era esse Francis, e eles três vão ao Cave of the Kong, que enquanto eles no trem estavam mais perto da região onde as mãos ou o rosto do King Kong iam aparecer, Isabelle mostra para John uma carta de Legaxy bem velha, chamada Força VIII, com imagem de um tipo de santa de roupa branca e cabelo vermelho segurando a boca de um leão negro de juba cinzenta de brilho prateado. O John estava com medo desse brinquedo porque ele tinha trauma de ter visto o primeiro filme do King Kong, quando o personagem era um boneco de stop motion, a Isabelle escolheu ficar do lado do John enquanto a Paula, atrás, anotava a situação.
 Mas depois de saírem, a Isabelle inclina a cabeça do John e beija a bochecha dele, e antes deles irem embora de vez, tem um cineminha que o John, lembrando que gastou tão pouco e tinha um cupom sobrando junto com o dinheiro, se voluntaria para pagar as comidas e os bilhetes do filme A Felicidade Não Se Compra, a Paula estava chorando muito vendo o filme, enquanto o John, mesmo não estando abalado o bastante, estava ainda em choque com o que o filme quer mostrar, ele só conseguiu comer a pipoca e a barra de cereais depois do filme acabar. Quando a Paula beija o John em sua boca, a alta do tratamento estava decidida, e a Paula diz que o John se saiu bem melhor que outros homens de outras pesquisas. Não era conveniência o John ter recebido ajuda médica e entretenimento tão recentemente ou subitamente, era um programa da Saúde Pública para ajudar a saúde física e mental principalmente de homens, afinal nessa cidade havia muitos homens solteiros e morando sozinhos, não por celibato voluntário mas por certos fracassos em vida, as Namomédicas eram um tipo de super humanas contratadas para serviços médicos e amorosos, e John foi só um paciente.
 Isso não é necessariamente ruim, só é decepcionante, mas agora, o resto é só lembrança.

Fim!

[Nota adicional: Os detalhes da casa ser toda torta e também a adição do parque, cinema e a Isabelle são adições dessa versão recente do texto]

1 de fev. de 2026

Boingie, um desenho abandonado

"Se você pode sonhar, você pode fazer" – Walt Disney

 Meu pai me levou para uma pizzaria quando eu era criança, nessa época eu jogava bola com meus colegas, tinha quadrinhos de heróis que hoje valeriam muito, e o "rei" das empresas de jogos era o Atari, eu e meu pai jogávamos Atari juntos, depois, tive um NES e um Super NES, e o Atari, bem, eu acho que perdi, só não sinto tanta falta quanto do meu pai, e na TV apresentava o mesmo personagem que eu via em forma de um robô de madeira no palco.
 Robô de madeira? Sim, mas é apenas a carcaça, ele tinha os circuitos e as peças por dentro, eu tava comendo pizza ao lado da minha irmã e de um primo meu quando vimos aquilo, as crianças de hoje em dia teriam medo daquilo e eu concordo, só acho que não chorava de desespero ao ver aquilo por eu ser uma criança boba que não tinha noção de nada, eu até mesmo achava que aquelas coisas se mexiam porque, só talvez, tivesse algum tipo de criatura dentro daquelas peças.
 Boingie marcou a minha infância, era um cachorro antropomórfico, parecia um Pateta filhote, com roupinhas que parecem uma mistura do Mickey com o Donald, mas eu não lembro do roteiro de nenhum dos episódios, só das músicas, quando eu encontrei algo sobre o desenho mais antigo, Boing in the Spring, eu descobri que esse tal "filme" estava perdido por mais de 30 anos, e um grupo de jovens anônimos foram pesquisar até achar e repostar no Reddit. A voz do Boingie no curta é exatamente como eu lembrava que eu ouvia o animatrônico falando, mas igualmente não parecia um humano falando.

"Vítima número 1, olhos não foram possíveis de achar, a vítima foi encontrada debaixo do tapete, causas da morte desconhecidas, marcas de mão com digitais irreconhecíveis, foram encontradas em todo o corpo", essa foi uma notícia que eu ouvi na TV.
 Que? Eu ouvia rumores que tivesse algo vivo dentro dos animatrônicos, mas quando eu cresci e deixei as coisas de criança, eu já havia aceitado que não haveria algo mágico no meio de robôs estranhos, mas no shopping da cidade onde eu moro, quando eu fui com minha esposa e minha filha fazer compras e passear, havia uma cena de crime, com um desenho de corpo no chão, dizem que o homem morto foi mordido em pontos vitais e morreu desse jeito, enquanto haviam marcas de tinta no chão de onde passaram, e a polícia e a vigilância sanitária proibiram a gente de sequer chegar perto daquela merda, imagina de tocar.
 Quando vazaram fotos tiradas pelo celular do jovem, variavam entre fotos de corredores e mesmo lojas do shopping, um total de umas 39 fotos, eu acho, porém, dizem que haviam 7 fotos do bicho, mas eu só pude achar uma delas e baixar, e mesmo eu vendo muita coisa assustadora ou nojenta na internet, provavelmente essa é uma das poucas que eu sei que é sobrenatural, pedi ajuda para algumas pessoas, mesmo em uma rede social, isthatrealnormalorsomething.net, o site definiu como 99% real, 1% de chance de ser Photoshop.
 Não sei se essa criatura está ainda à solta, mas espero que ele não me procure...

Fim!

24 de jan. de 2026

O Sistema

 "Esse mundo não é para você", dizem as mulheres Alfa ao homem Ômega que ela estava encarando e segurando pela cabeça, pouco antes de atirar em seu pescoço com uma Psiblaster, para ela era uma punição justa, honesta, por este ter tentado tocar em seu arroz com escondido de queijo e frango e geleia de glutamato, a câmera tira a visão deles dois, e dispositivos descartam o corpo.
 Winston balança uma mão, nervoso, mas se esconde, e vai ao banheiro, é estranho, mas agora os banheiros não são mais separados por gênero, e sim por castas, e são bem espaçosos, com sempre mais de 15 cabines, 17 mictórios, 12 pias, e o único lugar não vigiado em qualquer prédio.
 Depois da Quebra da América no ano 2027, com guerras menores entre países e que escalaram a uma guerra mundial, e para encerrar essa guerra, mulheres da grande organização chamada A Lua decapitou os presidentes do Primeiro Mundo e, em 3 anos, iniciaram uma Nova Ordem Mundial, não necessariamente uma monarquia, é um erro crasso concentrar o poder na mão de uma única líder, então por isso que as Deusas se fundaram, e separaram pessoas de qualquer sexo, idade, raça e gênero a "caixinhas", ou castas.* Winston é um Delta, duas castas acima da escória dos Ômega, ele via os Épsilon como imbecis e meros homens brutos que perdiam seu tempo com o álcool, o cigarro e os canais esportivos, e todos odiavam os Ômega, os homens Ômega são particularmente "máquinas vivas", e enquanto dos Delta a diante as peças cibernéticas do ano 2500 eram para as pessoas viverem mais tempo, ou terem uma habilidade ou outra que os destacasse, os Épsilon só substituíam partes apodrecidas pela Febre do Trabalho, ou para ficarem mais resistentes ao próprio esforço.
 Elis é uma linda e eficiente madame dos Alfa, ela tolera e respeita os Beta, e outras mulheres estranham ela tratar "como filhos" os empregados de sua secretaria, e enquanto Winston só leu três livros em sua vida (um para lhe ensinar O Idioma, uma língua franca decidida pelas Deusas, que mesmo que não substituísse todo idioma no mundo, afinal seria impossível, era agora o idioma mais importante para as chamadas Novas Terras, como a cidade onde Winston mora, a capital do mundo, o segundo livro foi lido para um curso técnico, e o terceiro foi um livro de ficção científica que uma gangue lhe "confiscou" por considerar "cultura de mais"), Elis lia um livro por dia.
 Elis e Winston não se parecem, afinal, uma é uma Alfa, um era um Delta, Elis é uma grande médica e artista, Winston é um engenheiro de portais marcianos, uma já namorou 12 mulheres, o Winston nunca beijou nem o rosto de uma parente, e Elis sentia um tédio estranho na casta mais alta, já Winston se sentia ser tratado como uma piada por castas mais altas. Os Gamma são odiados por Alfas, Betas e Deltas, mas idolatrados pelos Épsilon por algum motivo, os Gammas são herdeiros e nepotistas de grandes empresas, e mentem descaratamente que precisaram lutar e sangrar pelo que ganharam, e mas os Alfas e Betas acham uma boa ideia, afinal, se os Delta e os Gamma estão brigando por quem é o mais pobre, os Épsilon se enganam mais, e trabalham mais, esperando poder agora ganhar 5 centavos por ano em vez de 1, e esperando ganhar 1 grama de bacon ou uma coxa de frango a mais no Ganho Comestível, como os Gammas tentaram forçar os Épsilons a chamarem as cestas básicas.
 Elis sequestrou cerca de 26 homens, para um plano que ela e suas 12 namoradas estavam tramando, e Elis explica a cada um deles, que eram todos Delta, dentre as castas baixas, não sendo entorpecidos como os Gamma ou Épsilon, mas também mais interessados em algo do tipo que os Beta, e enfim, Elis estava hiperfocada em seu grande plano, que ela arquitetou desde quando ela soube de algo chamado Cogito, uma grande inteligência que está vigiando toda a humanidade, mesmo fora das Grandes Terras, e que é capaz de medir o "potencial criminal" das pessoas, e com um armamento discreto, abater a pessoa de forma rápida e silenciosa, e se eles destruírem esse sistema de dentro pra fora. Na Femmesuit das Alfa, diferente das mulheres Beta, Gamma e Delta (e de Épsilon para baixo muitas mulheres nem sequer usando roupas), há um tipo de código QR que pode identificar elas e sua exclusividade, incluindo para entrar em casas exclusivas ou ter acesso a dispositivos exclusivos, e elas tinham um plano e irão levar esses soldados a tais entradas raras.

 Chegando ao chamado Grande Tribunal, numa viagem de 3 dias depois de 2 dias de preparação, são percebidos detalhes como: É provável que a teoria que a terceira namorada de Elis, C, e a quinta namorada, Euler, elaboraram, de que há uma certa "deficiência" que deixa as pessoas invisíveis ao Cogito, como os 26 que Elis levou para a sua operação paramilitar, porém, não há nenhuma câmera ou outra forma de rastrear, embora houvessem guardas que algumas das tropas tentaram enfrentar ou se esconder; também nos corredores havia um padrão amarelo com rodapés e tetos verdes, um chão de azulejo amarelo pálido com rejuntes violeta, totalmente diferente dos prédios das Novas Terras, que tinham paredes, chão e teto em tons brancos ou cinzentos, no máximo alguns móveis azuis ou verdes.
 Também Winston acabou se separando dos outros 25, e para fugir dos guardas que o acharam, ele se invisibiliza, e foge mais ainda, Elis observava Winston a partir de um rastreador em seu coração, ele por sua vez escuta um tiroteio e os gritos de seus colegas, enquanto para em um corredor especial, chamada "sekreta ĉambro", com o texto "neniam enigu vian permeson de diino", onde ele encontra um conjunto de 10 mil cérebros em cápsulas de vidro cheias de um fluido, com o nome de cada um junto do nome "Cogito" em uma fita de cada cápsula, incluindo... o pai de Winston, Wilbert, que tinha sido apagado de todos os registros das Novas Terras, e qualquer citação dele após seu desaparecimento seria punido com a morte.
 Winston chorava, mas as cápsulas se separavam enquanto aparecia um tipo de lápide escrita "Winston 111117C0", "2467 - 476", Winston não entendia, é como se eles já soubessem que ele chegasse, para depois o ofenderem dessa forma, mas ele ainda tinha as bombas, ele tinha sete cápsulas de Gás Dragão, um gás inflamável extremamente forte, pressionado a uma forma sólida similar a C4, porém menor, e ele joga sete delas pela sala, desviando dos tiros, e Winston não sabia se ele que estava arriscando aquelas cápsulas ao usar suas bases como barricada, ou se os dispositivos, se mexendo, estavam já se sacrificando para tal feito, porém, Winston consegue implantar as bombas, e com um botão, explode a sala junto de todos os soldados, e alguns dos aliados ainda tentando fugir.
 As agentes A, B, C, Delta, N, X e Y conseguiram resgatar ele sem ninguém perceber, e provavelmente, mesmo que as Deusas já estejam mortas há muito tempo e o Sistema Cogito, que Winston se recusou a contar como era e as Alfas ainda acreditavam que foi um grande sistema de supercomputadores especializados em tal atividade, foi extinto recentemente, não era o suficiente para mudar o sistema, afinal, os Alfas interessados irão retornar tudo, no máximo diferente, então, pois como os Delta serão executados após serem capturados vivos da operação, enquanto Elis e seu grupo apagaram qualquer prova que fosse contra elas, elas deram uma change para Winston.
 Uma máquina do tempo, usada geralmente para pesquisas paleológicas ou antropológicas mais completas, será usada para um tipo de exílio temporal, para evitar acharem o Winston nessa época, assim como Elis dá a ele três dispositivos: uma Garra da transfiguração, com ligas à base de carbono e ouro, e capaz de alterar qualquer célula ou DNA, tendo um computador guia para tal controle; uma prótese facilmente vestível a qualquer olho, e que pode dar uma visão telescópica, microscópica e capaz de ver o espectro eletromagnético mais extenso; na roupa que Winston teria que vestir para se disfarçar como um nativo de sua época, está escondido um traje tático à prova de balas, e com um sistema elétrico nas mãos que fará ele carregar seus dispositivos e também eletrocutar seus inimigos ao toque.
 Também três avisos importantes: Vampiros ainda existem no passado, levou muito tempo para extingui-los mesmo com o governo das Deusas; é provável que as antigas bruxas confundam o Winston como um ser humano mágico, e é bom convencer elas a segui-lo, pois elas serão úteis para avançar a humanidade; certos eventos serão inevitáveis, como a queda de Roma, e por isso ele não deverá se preocupar ou interferir em eventos, e nem tentar enfrentar os dragões do exército de Odoacro. Winston não entendia aquele terceiro conselho, acreditando que dragões eram puramente mitológicos, mas Elis argumenta sobre ter visto dragões em zoológicos onde antes era a Alemanha e a Finlândia, e ela o leva para uma data pré-Idade Média, que o Winston tivesse mais chance de convencer as pessoas ao seu redor, e combinar mais com o seu plano. Agora, é hora de Elis contratar mais 26 homens para o seu mais novo plano.

Fim!

15 de jan. de 2026

Ervas e Ouro, as Confissões da Bruxa

"Qual é o seu nome?"
"Roseourge, bruxa de Avignon"
"O que você fazia antes de estarmos aqui?"
"Trabalhava na Parfums de Demain"
"Isso não será o suficiente"
 Um dispositivo de madeira e molas de aço é usado pelo carrasco para apertar os dedos, a Roseourge chorava baixo enquanto sentia a dor em seus dedos, ela demorou para admitir, ela se sentia que merecia parte da punição.
"O que você fez para Estar aqui?"
"Eu descobri o feitiço proibido, mas que outros alquimistas tanto se sacrificaram para procurar, por favor, me deixe explicar mais, e deixe meus empregados longe desse assunto"
"É isso? Uma magia não sancionada pelo Condado de Provença? Então, nobre bruxa registrada, me conte mais"
"Eu posso sair caso admitir mais?"
"Não, a Casa nos disse que, se for verdadeira a acusação, você irá morrer em praça pública, e as provas já foram registradas"
 O carrasco tira o dispositivo das mãos da bruxa, e faz a cadeira descer a um tanque d'água que se abre num mecanismo complexo, mas a bruxa, nervosa, é colocada sob a água por uns segundos, a água se movia de forma diferente, em reação à energia da bruxa, mas não o bastante para afastar toda a água, ela era molhada, afogada e gelada por esse tempo, e volta.
"Não precisava disso"
"Eu só quis ter certeza"
"Você é um idiota, mas então, era 13 de Fevereiro, numa solução de cristais de fogo e água que, com queimar junto com o chumbo em uma forja filosofal da minha casa, o metal se voltou dourado e limpo, com isso eu só precisei de um ourives para derreter o minério em moedas, mas essa magia seria taxada se descoberta, não é mesmo?"
 Roseourge olhou ao redor, em uma pausa para respirar e pensar um pouco, mas o carrasco, tirando algumas ervas helênicas e etéreas que davam um cheiro refrescante à câmara, amassava umas folhas e dava para a Roseourge morder.
"O que mais?"
"De Segunda a Sábado, eu chamei umas irmãs curandeiras, que vigiavam e cuidavam dos camponeses, e juntamos em uma farmácia, a Parfums de Demain, e por isso, eu pensei que isso iria disfarçar o orçamento"
"Mas por que? As folhas e as poções já iam render muito para vocês"
"Pois por que há tantos camponeses morrendo mesmo eles sendo a fonte de comida dos reis, ao ponto de precisarmos da gente para continuarem bem? Afinal, é necessário dinheiro para pagar contas e bancar algo na loja"
"Isso é estranho, mas e a praga de cogumelos que ocorreu no nosso feudo esses últimos meses?"
"Não mude de assunto, você agora sabe o meu motivo, provavelmente está tentando me dar uma chance, mas o que vocês iriam ganhar ao me forçar a mentir, como forçou a pastora Linioneida a dizer que assassinou os próprios filhos, e depois vocês descobriram que foi obra do irmão dela, aquele sodomita, mas quem sabe, em compensação, você quer uma brecha na minha versão para me poupar e..."
"Não mude de assunto!"
 O carrasco gira uma manivela, forçando um garrote a se fechar e apertar o pescoço dela, ela bate seu dedo médio esquerdo no pescoço, um sinal das bruxas para dizer "desculpa", mexia de forma rápida e desesperada, e o carrasco para e abre o dispositivo, ela volta a respirar.
"Termine a história"
"Eu juntei mais humanos para espalharem nossos cuidados, incluindo uma mistura aromática que pôde retirar a Peste Negra dos homens e mulheres da região, com as mesmas roupas vermelhas das curandeiras da farmácia, e por isso tornei-a tão popular, porém, pelo visto o rei gordo ficou interessado demais na nossa renda, e tive que juntar mais chumbo, para fazer mais ouro, e disfarçar que estávamos mantendo a demanda"
"Então, o ferreiro Jean François te dedurou porque não aguentara a pressão para conseguir esse chumbo?"
"Perdoe ele, ele não tem culpa, nossa farmácia já estava lucrando mesmo quando nossos negócios estavam caindo, provavelmente o ourives está preso em outro lugar"
"O ourives será solto junto com os seus operários, como você ofertou"
"O-obrigada"
 Na manhã seguinte, o carrasco já tinha afiado a espada, a bruxa Roseourge de joelhos esperava sobre o palco da execução, vendada, e antes da espada passar em seu pescoço, um brilho verde de um olho, e amarelo de ouro, saía de seus olhos, e terminava com a cabeça caindo no chão. Os humanos ficaram em choque, as bruxas em silêncio, mas os operários tinham que continuar, o máximo que eles ouvem sobre ela novamente é a recepção de um busto de pedra com talhas de ouro, em homenagem a Roseourge, de um "entregador secreto" segundo o mensageiro, mas que os médicos desconfiam qual ourives podia ter sido, então, o busto foi colocado em uma mesa e ao redor de algumas ervas e pimentas, formando um altar em sua homenagem, e um símbolo novo da farmácia, e assim como os impostos diminuíram no Condado, nem os nobres achavam o altar uma má ideia.
 O carrasco desapareceu à noite, mas na câmara escura, onde um novo carrasco foi contratado e operava, sempre visitava ali um pombo branco com manchas verdes e olhos amarelos, o que, de tão raro e misterioso, na região passou a ser um tipo de símbolo tanto de um mau presságio quanto da inocência de um detento, e as bruxas riam da ironia desses eventos, nos Sábados nas florestas.

Fim!

11 de jan. de 2026

A Balada dos Vampiros

 Na Antiguidade, os vampiros foram uma grande ameaça para a humanidade, um tipo de predador humano que, nesse mundo, chega a ser o motivo de sentirmos o Vale da Estranheza, afinal, a sua pele e cabelos pálidos e olhos vermelhos não enganam, a voz áspera dos adultos, e as garras esverdeadas e eles terem quatro caninos superiores (1) só entrega mais, na Pré-História os maiores inimigos dos vampiros eram os neandertais, com força para alcançar os vampiros e os esmagar com pouca arma, ou então desarmados, porém, eles foram extintos pelos vampiros os considerarem uma ameaça e fortes demais para manter sua ordem.
 Na Idade Antiga se tornou comum enterrar humanos com foices partindo seus pescoços, ou tijolos quebrando suas mandíbulas como passou a ocorrer da Alta Idade Média à Renascença, e nesse mundo a Inquisição, principalmente na Espanha, França, Portugal e Península Itálica, os homens eram executados por ritual de licantropia, ao beber o sangue dos Vampiros Cínicos e vestirem pele de animais para se transformarem em abominações metade lobo, e não era qualquer mulher que seria perseguida e interrogada por bruxaria, afinal, mesmo bruxas alquimistas estavam sendo contatadas por seus talentos médicos, mas eram perseguidas as Esposas de Vampiros, mulheres que serviam a vampiros e lhe davam filhos em troca de juventude eterna.
 Os vampiros têm três corações negros (2), cada um bombeando um sangue mais escuro e viscoso que o sangue limpo humano, mesmo na Idade Moderna onde tentaram pesquisar vampiros biologicamente não entenderam se essa característica do sangue era química ou espiritual, afinal, os vampiros não têm alma, pois já está no Inferno, e apenas o corpo está com ódio de mais para continuar sob o chão, uma estaca no peito pode matar de uma vez, mas deve ser grossa o bastante para atravessar os três corações juntos, por isso é mais fácil decapitar o vampiro, ou feri-lo com uma arma de prata, afinal, a Lua, que representa o metal prata, sela a escuridão, e protege a noite do mundo físico de entidades maiores da escuridão.

 Baalondo (3) é o nome do artefato que lhe foi encontrado em tocas, e depois castelos dos vampiros, desde os Cananeus seguidores de Moloque, que foram descritos como gigantes e infanticidas para parecerem ainda mais assustadores e incentivar mais os hebreus a destruí-los, não que isso esteja tão longe da verdade, pois há Ghouls, escravos modificados pelo sangue vampírico, ou por experimentos falhos vampíricos, são realmente tão grandes como descreviam o Golias, e para os vampiros, quanto mais nova a vítima, mais saborosa e a carne e mais doce o sangue, assim como o Príncipe Drácula não era de fato ortodoxo, e sim devoto a Baal, o deus da fertilidade e que dá força aos vampiros, enquanto eles mesmo servos ao Inferno, não iriam se curvar a um anjo que se apelida A Estrela da Manhã.
 Voltaire, Rousseau e Kant eram Vampiros da Praga, como Conde Orloc, o Nosferatu, infiltrados entre os Iluministas, e se aproveitaram para criticar a Igreja e descredibilizá-la, assim os vampiros estariam mais livres e com mais poder, enquanto Locke não tinha envolvimento, e Hobbes criticou a autoridade dos vampiros, assim a chamando de Leviatã, um deus mortal, frágil, que os vampiros sustentavam, e que com a perda de seu "alimento", ouro para o rei, sangue para os vampiros, esse deus se colapsa, e Arighieri dita que os vampiros estão nas Tumbas Flamejantes, no Círculo da Heresia, e no Rio Flegetonte, no Círculo da Violência.
 Porém, há menos vampiros, e eles estão escondidos em sociedades ocultas, afastadas da sociedade humana, ligadas à Ordem de Caim, cujo símbolo envolvia um triângulo, representando a perfeição matemática e a sabedoria, com um olho em seu centro, representando como eles estão sempre vigiando a humanidade para predá-la, porém, essa Ordem de Caim parece proteger os vampiros, e não os homens e as mulheres.
 Com apenas punho e pedra, os neandertais foram uma ameaça, com apenas bronze e ferro, os hebreus esmagaram os vampiros de Canaã, com fogo e prata, isso se tornou ainda mais fácil, com disparos de chumbo em alta velocidade, que se tornou crescente com a Revolução Industrial, os vampiros chegaram a enfrentar os humanos para proteger os nativos em outros continentes para agora proteger os humanos deles mesmos, e com os "cogumelos de fogo do Pacífico", de repente todos os vampiros fugiram de seus domínios, mesmo o Caso Roswell e o Sinal Wow expressavam mais a suspeita de um povo interestelar do que a de vampiros.
 Durante uma exploração urbana, os jovens Abraham e Aubrey encontraram em uma mansão abandonada escritas vermelhas de sangue nas paredes dizendo "Saia", "Nunca mais", "A gente se rende", "Vocês venceram", a mobília estava velha, dispositivos sem energia, querosene seco, a madeira apodrecida, perdeu o seu verniz, ratos esverdeados e de olhos vermelhos, com tremores no corpo, como os antigos Ghouls humanos, eram visíveis, apenas um homem drogado foi visto com um taco de baseball em uma mão e uma seringa não identificada na outra, e já era assustador, e obviamente, num mundo cinzento como o que vivemos, um homem decadente é mais assustador e mais melancólico que um vampiro elegante, e fugindo da mansão, eles não voltaram mais, traumatizados.

Fim!

10 de jan. de 2026

A Guerra das Florestas

[Não era pra eu ter escrito ela tão cedo mas acabei adiantando porque era uma das histórias que eu mais tava tendo ideia de como poderia ser]

 Orcs, criaturas abomináveis, eles usam de uma arte de aço e fogo em suas mãos, seus feitiços causam danos brutais nos homens e elfos, os anãos estão trabalhando ao máximo para dar-nos as melhores armas e as melhores armaduras, o Mythril é um belo metal cor-de-âmbar, leve como tecido, mais resistente que aço e diamante, e a magia negra dos Orcs ameaça a ordem e a honra dos grandes magos Estelares, o poço Livintar, da rainha Pálion, vê o passado em que a guerra começou, com o encontro dos homens e Orcs, até eles se espalharem, e estar como está hoje.
 Os Orcs são grandes abominações verdes, vagamente parecem com elfos, porém com músculos densos e que se recriam e reparam quando suas tropas sobrevivem em combate, devemos focar no pescoço, o peito é muito resistente, os braços e pernas voltam, e uma ordem que parecem ser as fêmeas, operam de forma diferente, em cavalos de bronze extremamente barulhentos, e suas peles tinham um pigmento nefasto, incompreensível, que nenhum homem ou elfo viu antes, o que é isso? Para espalhar terror em nossos corações? Talvez não tanto quanto os seus grandes elefantes encouraçados, que parecem balançar os ventos para ferir vários de nossos soldados.
 Tentamos fazer uma trégua, e os Orcs fugiram em retirada, o mago verde Unguron já viajou com os servos, uma raça subumana dos homens que viviam em campos fartos e humildes, uma ótima fonte de comida para sustentar nossos soldados, mas não adiantava pois a força não era suficiente, tínhamos que fazer nossas tropas durarem mais, o grande dragão que incendiara os acampamentos de nossos soldados não parecia interessado na Floresta Rareynar dos elfos, nem nos doze reinos dos homens, nem nos campos dos servos, isso também é estranho, assim como vimos mais de uma dessas feras.
 Além de grandes e ferozes, podiam se unir em bando, atacando coordenadamente como lobos e leões, e tinham corcovas de ferro que podia talvez armazenar a energia deles, como os camelos, ou comunicar à distância por sussurros, como as baleias.
 Dos doze reinos, onze se mantiveram para nós elfos, enquanto o reino 12 cedeu à diplomacia para com os Orcs em Modolyn, enviamos espiões e assassinos para saber desse reino, e seus 9 príncipes informaram sobre anéis que foram dados como presente para eles, eram anéis estranhos, feitos de latão com letras de marfim, que brilhavam no escuro e emitiam um tipo particular de raio do céu, alguns dos príncipes podiam ficar invisíveis, porém, aquele reino estava perdido, e o mago branco Ruontar nos traiu também, ao lado deste reino e seus príncipes, e fundaram a Biblioteca de Prata.
 Unguron se uniu a guerreiros como os quatro paladinos, equipados com a arte encantada, fortalecidos pela magia: Alvalin, o cavaleiro branco, honesto, de nobre coração, com um arco que nunca erra o alvo; Melanor, o cavaleiro negro, corajoso, defensor dos injustiçados, capaz de lutar com dois escudos; Ruborin, o cavaleiro vermelho, inabalável, o maior e mais forte, de espada que só ele consegue carregar; e Citrin, a amarela, de coração alegre que motiva as outras tropas, ao lado do Fredjord, o anão amigo de elfo, e Paracolat, um grande elfo da madeira, arqueiro ao lado de Alvalin, junto de sete selvos, o líder dele chamado apenas de O Sincero, que lhe foi dado direito a uma espada e um escudo de Mythril, enquanto os outros foram equipados com os de melhor aço dos anãos.

"Veja, Lugofred, eles deixaram essa floresta pra trás"
"São mesmo uns covardes, Licerot, um lugar tão lindo, queria saber a onde eles foram parar, talvez tenhamos ido longe de mais"
 Não existiam Orcs, era o povo de Modolyn, um reino que leva o mesmo nome da grande floresta que os Modolitas usaram como sua fonte de madeira e comida, aparentemente, sua medicina que combina poções antimicrobióticas e anestésicas com cirurgias completas foram confundidas com alguma autocura demoníaca, a "cor nefasta e abominável" as mulheres não entenderam, mas talvez fossem os vestidos azuis da moda feminina Modolita, mas as corcovas eram na verdade os rádios que os Modolitas usam, e que tornou fácil a comunicação de seu povo mesmo em cantos diferentes do mundo, cavalos de bronze? Eram as motocicletas, arriscadas em solos tão irregulares mas bem ágeis e eficientes, as espingardas foram confundidas com algum tipo de cajado, pelo que há a entender.
 "Orc" era um insulto contra os Modolitas, uma propaganda élfica por confundirem o avanço do aço e bronze de Modolyn com algum poder maligno que ameaçaria a magia dos elfos e dos Estelares, os próprios "paladinos" não tinham autonomia, só serviam para os elfos convencerem que os humanos eram aliados.

 Os servos não eram humildes, eram tribais, nem tão primitivos mas muito abaixo da média dos povos de humanos e anões, eles não tinham sequer um idioma escrito, e sempre que eles viam um avião Modolita, eles corriam para suas casas, achando que eram os ditos dragões. A magia é rara para os Modolitas mas eles respeitavam ela, os anéis que eles criaram era um presente para os príncipes de Oportunni, porém, não havia feitiço ou milagre, seu brilho era apenas fosforescente, um tipo de resina que os Modolitas usavam para decorações que brilhavam à noite, é possível que Ruontar possa ter encantado posteriormente, assim como Ruontar criou a Biblioteca de Prata por curiosidade com a arte Modolita, e registrou sua língua e cultura, descobrindo que, até certo ponto, eles também podiam controlar a magia.
 A Forja de Modolyn é uma grande fornalha com uma chama eterna e autossustentável, que não feria seus ferreiros e nem queimava o ar próximo, era usado para modelar os metais e o carvão vegetal dos Modolitas, o ouro e a prata eram modelados em obras de arte que teciam o sonho de seus portadores ou, pelo que há a entender segundo o grande médico Sabarita, os frascos de poções tinham pequenos cristais de bismuto e um corante verde que, juntos, intensificavam as poções medicinais dos Modolitas, e seus mapas são precisos, bem desenhados, ao ponto de nobres de outros continentes terem interesse para registrar seus países, seus "elefantes" na verdade eram grandes tanques de guerra cônicos, com canhões de vários lados, e que podia andar em solo irregular e mesmo sobre a lama, uma arma tão forte que por isso outros povos evitaram uma guerra com eles.
 De qualquer forma, os elfos da luz abandonaram Rareynar, menos a Rainha Pálion, ansiando em proteger Livintar, junto dos elfos de prata, que não seguiram a jornada para Rareynar no início de sua civilização e formaram as chamadas vilas de prata onde se especializaram como artífices, os elfos da madeira, que vivem nas florestas como caçadores, naturais, não usam nenhuma veste, somente gravuras em seu rosto que os identificam como fazem seus nomes, e os elfos de safira, grandes marinheiros e fazendeiros, que chegaram tarde na guerra, mas que todos estranharam o fato dos "Orcs", ou Modolitas, terem os ignorado e ido embora. "O que será que os Orcs queriam?", perguntaram os elfos remanescentes. Ver um Modolita de barba negra e outro de barba grisalha subverteu essa imagem, pois o verde não é uma cor de nascença deles, mas pintada em diferentes cantos de seu corpo, mesmo sob a armadura, assim como seus capacetes tinham brilho verde com vidro de prata, ou vermelho com vidro de ouro.
 Os anões se interessaram cada vez mais nos Modolitas, porém sua relação foi comercial, os Modolitas vendiam madeira e carne, e os anões vendiam os metais desejados, em escambo, mercadoria por mercadoria, afinal, os anões que estavam vendendo metais, os Modolitas pareceriam que estavam devolvendo para os anões se lhes pagassem com moeda. Já os onze reinos se enfureceram quando os servos foram mortos, pelos O Sincero que fugiu, os paladinos foram decapitados em praça pública, Fredjord e Paracolat foram mortos juntos numa emboscada, e Unguron foi crucificado, e morto em uma cruz sem sua defesa, e quando retornou depois de seu corpo ser resgatado e enterrado, tornado em Unguron o Escarlate, ordenou para que os onze reinos não tentem mais guerrear, senão eles não poderão retornar caso percam a revanche, e a tarefa deles com Unguron agora é se espalharem.
 Até mesmo os Eremitas Anil e Púrpura, que peregrinaram para espalhar a defesa contra o mal, sentiram a aura de Unguron se silenciar, e retornar manchada com a própria morte, e que a busca para combater Dinoz foi interrompida, ou quem sabe, foi mudada.

Fim!

Mary e Moha

 Era noite em Paris quando uma anjo de sangue visitou o jovem estudante Mohammad al Pierre Martin, apelidado como Moha pelos colegas de colégio, filho de um imigrante de Marrocos com uma professora que nasceu em Versalhes, nessa aparição, Moha não entendeu a aparição, podia não ser real, ele dificilmente tem noites decentes de sono, mas quando ela chegava mais perto, os dois conversavam, se conheceram pelo nome, e para Moha, era realmente um milagre, a anjo era Mary Susan, filha de uma antiga anjo sentinela com um vampiro da época que os sentinelas viviam na Terra.
 Moha até compara com os gênios, espíritos do vento, e isso dava uma ideia à Mary, deles se transportarem ao Mundo Fantásico, por onde a magia é maior, e se parecia com uma grande civilização barroca ao lado de biomas diferentes e ricos em matéria e mistério, por onde Moha se preocupa, ele acha que a anjo o sequestrou, e pergunta quanto tempo ele tinha que ficar nesse "sonho", mas Mary conforta, e diz que vai dar tempo deles voltarem, para Mary era só brincadeira.
 Por um momento, eles passam pela Vila Vermeliverde, onde as casas são de paredes vermelhas com janelas, portas e telhados verdes, todas de madeira, com tábuas firmes e postes de tronco suportando lâmpadas com runas que brilhavam em amarelo à noite, e passando por uma taverna, os dois entram, quando Moha menos espera, ele já estava com uma túnica preta com pequenos detalhes dourados, como listras e escritas curtas, até o Moha estranha aquilo estar encima de sua camisa azul e calça jeans, mas pelo menos os tênis estarem normais, e quando o Moha e a Mary foram conversar com o dono do bar, que assim que os dois bebiam um suco de oxicoco, eles ouvem falar de uma caverna secreta com um grande tesouro.
 A ilha está a um mar de distância, só se sabe dela por causa de um grupo de 40 ladrões que saqueavam dezenas de quilos de ouro por ataque, talvez tenham uma ou poucas mais toneladas desse metal junto com as joias, que seria onde foi guardado todo esse ouro, e curiosamente, Moha fala que tá a fim de ver essa ilha, e obviamente, todos riram daquilo, afinal, nem o conheciam, e ele já estava se dizendo disposto a enfrentar um desafio bem grande, mas a Mary, defendendo que todos estavam errados, pega a cimitarra de um cavaleiro, de lâmina de aço do Reino da Areia e da guarda ao pomo de bronze da Atlântida, um anel de um mago que pelo núcleo de semente de Samambaia da Noite podia tornar o portador invisível, o escudo de uma amazona que tinha um Mythril polido de forma que reflete como espelho, e brilha em azul sob a luz da Lua, e penas de suas próprias asas para tornar os tênis de Moha em um artefato alado.
 Mary diz que vai provar que eles estão errados, mas antes deles de fato saírem, Moha queria algumas esfihas, e a Mary comprou umas 5 pra ele (ele comeu 3, mas as outras duas ele precisou de uma bolsa pra levar). Mary treina Moha a voar com seus calçados alados, e ele tinha que correr no ar para as asas baterem, e ele acompanhava ela voando em direção da ilha, os dois passando por perto dos golfinhos saltando, dos tubarões nadando rápido, e dos gêiseres das baleias, até que eles chegam à ilha e, perto de uma pedra grande o bastante pra caber eles atrás, eles se escondem, enquanto veem marujos de um grande barco de madeira vermelha que, sob pouca luz, como a escuridão lunar, tinha cor violeta, eles só viam que era vermelha por causa das tochas iluminando regiões do barco, e no cais, haviam pessoas carecas e de orelhas grandes, bem musculosas e vestindo roupas azuis céu bem simples, e que estavam negociando algo com aqueles 40 marujos.
 Acompanhando, Mary e Moha ouvem os carecas dizendo uma frase para abrir a caverna, para então saírem dali algumas ovelhas de lã azul céu, que os carecas guardam peças de ouro que brilhavam de longe, Moha e Mary gritam surpresos dizendo "Eureka!", porém, quando os homens carecas descobriram, um homem careca maior, guarda da caverna, aparecia, e pega os dois, e os leva para uma prisão. Os dois ficam em gaiolas de ferro, com exceção que a gaiola de Mary Susan tinha talhas e detalhes de ouro.
 Moha estranha aquilo, mas Mary admite que, por ser uma anjo de sangue, não só a prata poderia afetar ela, mas também o ouro, enquanto a prata afasta e enfraquece as criaturas da noite, o ouro é comum para selar ou confortar criaturas celestiais, porém, os donos da caverna subestimaram Moha, e o grande ciclope o aprisionou junto com suas relíquias, e então, batendo com força sua cimitarra, ele parte as grades, e ele tenta fazer o mesmo para soltar Mary, enquanto um dos carecas, que ao ver mais de perto eles dois entendiam que eram ciclopes, alerta outros guardas para interferirem, a Mary voa, enquanto o Moha, se protegendo com o escudo brilhante e atacando com a firme espada, ele fere 17 ciclopes, e derruba 39 outros mais.
 Voando pela caverna, adornada como um calabouço de tijolos dourados, parecia ter realmente menos joias e menos ouro do que havia sido falado, provavelmente os ciclopes, assim como trocavam as ovelhas por ouro, também trocaram ouro por outras mercadorias, a Mary brilha com uma luz que, refletida nos tijolos, cega os ciclopes que haviam se recuperado, mas Mohammad se perde, e cai em uma das pilhas de relíquias de ouro, Mary não tinha visto, e voou à saída da caverna, acreditando que Moha voou embora, porém, encurralado pelos ciclopes enfaixados e furiosos, Moha busca por alguma relíquia para usa contra eles. Ele joga moedas grandes que empurraram eles levemente, remexeu um cajado de ouro que congelou um anão e jogou outro para longe com uma bola de fogo, e esfregou uma lamparina, esperando que soltasse um gênio pra soltar um desejo, não tinha, e jogou na cabeça de um dos ciclopes, o nocauteando, ele pega outra lamparina e, com seu escudo, empurra um dos lados que tinha ciclopes até abrir caminho, e ele desapareceu, invisível.
 Lâmpada aquela que ele pegou ele esfregava, e então, surgiu um gênio da lâmpada, de corpo vermelho, cabelo de fumaça, chifres pequenos e roupas azuis marinho, e perguntava o que Mohammad queria, que por sua vez, Mohammad oferece uma esfiha em troca dele levá-lo para fora da caverna, e o gênio, aceitando o salgado, o leva para próximo da grande porta de pedra. Mohammad diz "Abra de Sésamo", vê que deu errado, o gênio ri daquilo mas rapidamente corrige o Mohammad, para que ele diga "Abra-te, Sésamo", e o portão então se abria, a Mary abraça Moha, preocupada que não tinha visto ele, mas então, com mais um pedido, pede para o gênio proteger eles durante a viagem, e dá mais uma esfiha, e o gênio, aceitando também, se oferece para enfrentar os ciclopes enquanto eles voam para longe.
 Voltando então para a taverna, Mary e Moha mostram a lâmpada para os mercenários, mostrando que eles conseguiram achar a caverna, e que lá estava pelo menos aquela relíquia. Mohammad se desculpa, e devolve a espada, o anel e o escudo, e dá aquela lâmpada ao dono da taverna como seu presente, mas o dono da caverna, disposto a uma recompensa, lhe paga com 100 moedas de ouro de Valister, um grande reino no Ocidente, o que o Mohammad aceita com bom grado, e guarda o máximo delas em sua bolsa, cabendo 29 delas, porém, Mary cuida das outras, e cumpre que poderia levá-lo para a casa.
 Mohammad acorda como se só tivesse deitado a cara e os braços na mesa em que estudava seus livros, e ouvia sua mãe o chamando para jantar um Quiche Lorraine, e o Moha, ainda se sentindo um pouco cheio, avisa a mãe que, além de estar indo à sala, vai querer uma fatia pequena, e pouco antes de sair, ele via debaixo de sua cama aquela bolsa com 29 moedas.

Fim!

Gary, o Empregado Mais Poderoso

[Apesar disso ser um exercício criativo e ter uns detalhes absurdos, essa história não é um experimento, eu não tô fazendo pra testar]

 Gary Stuart, o ser mais poderoso de seu universo, do povo dos Dibalnar da Galáxia de Andrômeda, uma raça de guerreiros extremamente fortes e com alto poder telecinético e proficientes o Aroma Amarelo Ocre, portando magias de fogo desde sua memória genética, híbrido com os anjos dos trovões, uma raça de entidades aladas com poder sobre a Voltagem, a eletricidade, o magnetismo e capazes de manipular hidrogênio, e que teve que ser cuidado na Terra para evitar ser vítima de uma guerra contra as Lontras Assassinas e os Ursos Ditadores.
 Quando caiu na Terra, foi numa fazenda aleatória e, durante sua vida terrestre, ele ajudou seus pais adotivos a cuidarem do gado, do trigo e do milharal, e quando visitava a cidade grande próxima, ele ajudava os civis defendendo eles de assaltantes, explorando prédios pra protegê-los ou pra resgatar reféns, e mesmo sendo alistado ao exército de seu país, ele demorou muito pra lutar em uma guerra pois estavam, não só treinando para ele aprender a lutar com mais eficiência e ter uma disciplina no exército, estavam pesquisando também a origem de sua espécie e tecnologia, ao ponto que seu sangue foi extraído por 3 meses para conseguirem replicar seu DNA em forma de supersoldados.
 Porém, depois da guerra que ele conseguiu vencer praticamente sozinho, uma grande nave havia invadido a Terra, e se dividiu em naves menores circulares que escureciam o céu, e Gary e os soldados foram enviados para impedir. Entre os Ursos Ditadores (que venceram a guerra contra os Dibalnar, mesmo que as Lontras Assassinas tenham sofrido mais baixas e seu povo tinha sido extinto pelas perseguições e pela destruição de seus planetas) e o exército da Terra selecionado para defender, só Gary sobreviveu, e mesmo com o Heilbjorn ainda o desafiando depois de ter perdido todo o seu exército, indo enfrentar Gary Stuart até destruí-lo, mas quando o seu amigo jornalista, Bob, interfere se segurando no Heilbjorn para salvar Gary, Heilbjorn o quebra seus braços, e o joga pra longe, o que irritou Gary Stuart, e mais forte pela fúria em forma de uma aura de fogo, ele bateu e surrou Heilbjorn, e o jogou ao sol com um raio cósmico que era possível ver de outros lados do planeta.
 Depois dessa vitória, com o mundo em paz depois de todos se reunirem contra um mal maior, Gary Stuart ficou entediado vivendo na fazenda de seus pais, e foi à cidade procurar algum emprego diferente. Seu amigo Bob sobreviveu, e deixou ele morar com ele em sua casa, e o Gary começou a trabalhar de manhã como empacotador e repositor do super mercado que ele trabalhou, ele memorizou onde guardar cada fruta, cada garrafa, cada comida pronta de micro-ondas, em poucos dias, e com sua velocidade ele colocava tudo no lugar em um recorde de 11 segundos, ele não ia fazer mais rápido sem acabar danificando o mercado ou os materiais pra comprar, de tarde, ele trabalha como marceneiro e carpinteiro, e testando métodos que ele aprendeu em outros países durante suas viagens militares, ele podia encaixar tábuas de madeira sem precisar de prego, incluindo móveis ou partes das casas, isso fazendo ele construir casas inteiras em uma hora sem usar seus poderes, só usando o martelo para encaixar as peças, ou um minuto usando poderes, como sua telecinese para encaixar cada peça. 
 Na casa de Bob ele ajuda como encanador das pias e da privada, eletricista que consegue operar com os dispositivos ligados pois o choque elétrico não fere ele, assim como quando tem apagões a casa do Bob pode ter energia por umas horas pelo poder do Gary recarregar as luzes e a internet com sua eletricidade, e de noite, ele trabalha na Monkey Pizza como entregador de pizza, podendo voar em alta velocidade e levando a pizza quentinha em menos de 10 minutos, uma vez ele teve que entregar uma pizza muito longe, e isso levou 40 minutos, mas o cliente pagou principalmente porque o Stuart usou sua magia de fogo pra assar a pizza de novo e mantê-la quentinha. Com o tempo o Gary se tornou popular por sua história lutando pela Terra e depois por ele ter mudado de vida como um civil normal, e mesmo que tentassem expor algo de ruim que ele teria feito, ninguém levou em consideração, pois estavam tentando o difamar por verem ele como perigoso demais.
 Depois de umas semanas, Gary se casou com uma jovem anônima, que esteve também trabalhando na Monkey Pizza para bancar a faculdade, e mesmo Gary nunca tendo usado uma única rede social, ele tinha vários contatos por telefone e convenceu um professor dessa faculdade que ele podia ajudar com um dinheiro que ele estava sobrando, e depois dessa moça se formar, ela também se casou com Gary. Quando eles tiveram dois filhos, Gary começou a ver no céu uma luz vermelha e amarela, brilhando em código morse, dizendo.
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Fim!

27 de dez. de 2025

A Fada e o Dragão

[Essa história será do mesmo multiverso que Cookieverso e companhia, dessa vez com um universo novo, com experiências novas, num tema mais fantasioso e romântico]

 Era uma vez uma realidade distante, cujo sistema estelar principal, do sol chamado Skóll, liderado por uma grande deusa que, além de rainha, é tecelã do tempo, do destino e mãe de artistas que modelaram reinos e vida, com os planetas, em ordem do mais próximo ao mais distante de Skóll, os seguintes:
 Nabu, um planeta, ainda que pequeno e leve, ainda bem próximo de Skóll, com ciclos agitados e tendências a voltas curtas durante sua translação, e seu deus é tenaz e sábio, um grande peregrino e estudioso.
 Inanna, um planeta levemente maior, de tom verde quente e brilhoso, ainda que vazio e seco, apenas montanhas o dominam, ainda belo no céu em que ele passa, e sua deusa é bela, gentil e patroeira da vida, como uma rosa no deserto; Eósphoros, um planeta do mesmo ciclo que Vênus e, mesmo rico em vida e florestas, seu deus foi morto há muito tempo, acreditam que em sacrifício para defender seu universo.
 
Apsu, um planeta cheio de vida como Eósphoros desse sistema, ou a Gaia do sistema solar do nosso universo, e onde vive a humanidade; Muspelos, um planeta vermelho de tom intenso e chamativo, ainda que com rios secretos e um deus forte e cuidador de sua prole, e que a torna num exército contra as forças do Caos.
 Elil, um planeta grande, nebuloso e resistente, ainda que verde de listas marrons e cinza, possuindo torres prateadas no meio de uma grande tempestade vermelha, lideradas por um grande ministro, o deus da força, do poder e da conquista; Ninurta, planeta dourado de anéis negros que brilham em prateado sob a luz das estrelas do Oceano Celeste, com uma deusa paciente para um planeta lento, e que junto de sua mãe, que é filha da deusa de Skóll, convenceu as outras artesãs a concentrarem seus esforços na vida na Terra, desde as plantas e os fungos mais básicos, até os animais dos menores aos maiores, os humanos para guiar e governar, mas ainda reconhecendo a autoridade do Céu.
 No entanto, havia uma rocha prateada, que brilhava mais que as estrelas e o Oceano Celeste na maioria das noites, e por sua vez, a deusa de Skóll enviou seu marido, Arahma, para gerenciar aquela rocha, a nomeando como Máni, a lua de Apsu. Assim como o Caos, uma força que podia tanto criar quando destruir de forma imprevisível e inconstante, entrou em conflito com os deuses, e dessa guerra, uma rachadura em Apsu dividiu o Império do Homem no seu continente único em 6 continentes menores: Ani, continente nevado do Noroeste; Arya, continente montanhoso do Nordeste; Alo, continente seco e quente do Oeste; Anka, as ilhas que compõem o continente do Leste; Anahar, o continente florestal e tropical do Sudoeste; e Ajie, continente tempestuoso do Sudeste.
 No centro, surgiu uma ilha central, dividida em dois biomas: A Floresta da Luz, que as artesãs uniram as forças positivas, formando assim os anjos, os cavaleiros brancos, as fadas e os peliazul, que entediados com a vida na floresta, viajaram pelo mundo, e tiveram seu próprio império em Arya, Anka e Anahar, e eram conhecidos pela humanidade como elfos; e a Caverna da Escuridão, que o Caos deu forma a ogros, trolls, os magos negros, as bruxas e os pelipedra, que traíram as forças da Escuridão, e migraram para Ani e, ao lado dos humanos, construíram a grande ponte A Manhã de Máni, que conectou-os a Arya, onde houve um conflito entre os pelipedras, apelidados como anões, e os peliazul, apelidados como elfos.
 No entanto, uma fada brincalhona e que pregava peças em outras fadas e nos cavaleiros brancos, foi pega por ambos, e julgada pelos gênios, um tipo de elementais que intermediavam entre os biomas, e eles decidiram sobre aquela fada, "Pois declaramos que foi inconvenientemente demais para estar solta, mas leve demais para ser abatida em público. Lembre-se, viverá na Escuridão, com uma condição de volta, em que você deverá ter algum sinal de amor verdadeiro com alguém do reino da Escuridão". A fada implorou de joelhos pra não fazerem, mas dois cavaleiros a seguraram pelas asas, onde ela perdia suas forças, e a deixaram numa estrada da Caverna da Escuridão. A fada, chamada Aranb'aka, começa a perambular na Caverna da Escuridão, entre os pilares frios e intimidadores, as estalactites que choram um ácido verde, e estalagmites sérias que escondem serpentes.
 No entanto, ela encontra um troll, e diz a ele "Oh, grande e feio troll, o que faz aqui?", o troll, entediado, só fala "Esperando a carroça da Ovelha de Ouro, por que?", a fada admite "Eu não posso estar sozinha, aqui está muito escuro", o troll fica com pena, deixa que ela fique próxima dele, e então, uma carroça de ovelhas douradas, que brilhavam na sombra da caverna, chega até eles, e os leva em troca de uma moeda de cobre, e o troll, enquanto espera muito, ele se abaixa e se encolhe, e parece uma grande pedra, mas depois de chegarem por uma vila, passando pelas chuvas verdes, os dois descem da carroça, e os dois se separam.
 Aranb'aka encontra um ogro, e diz "Oh, grande e gordo ogro, o que faz aqui?", o ogro olha pra fada e diz "Estou regando cogumelos, por que?", e a fada diz "Estou com fome, e esses cogumelos lembram os de casa", e o ogro estranha o fato da fada falar com ele enquanto está em uma caverna que não era de sua natureza, ele pensa que é uma pegadinha, mas mesmo assim, ele só tira uns cogumelos maiores, pra preencher uma caixa que ela poderia segurar, e diz "Evita confiar em qualquer um, pequena", e Aranb'aka, confusa, saía cruzando uma rua, enquanto comia os cogumelos como se fossem petiscos.
 Depois, ela passa em uma encruzilhada, atrás é de onde ela veio, à esquerda mostra becos e vias que sussurram algo incompreensível, à direita mostra lojas de máscaras, de migalhas e de maquetes de reinos nunca vistos, mas que os monstros pareciam saber por verem em seus sonhos, e à frente, tinha uma grande serpente, um dragão que estava passando, e Aranb'aka desviava da criatura passando e, curiosa, voava pra acompanhar aquela criatura de costas cinzentas e barriga flamejante.

 Aranb'aka caía de seu voo, mas via de cima o dragão, e ela lhe pergunta o seu nome, e por que dele ser assim, o dragão se chama Murum'dir, e mesmo os dragões sendo criaturas raras na ilha, vistas em maior número entre os continentes, parece que aqui ele não se destaca, visto como mais um entre os monstros, porém, ela resolve o acompanhar até a sua casa de pedra, estava uma bagunça, a cama de ouro estava com as pernas moles, e era encima de uma palha muito seca e dura, a Aranb'aka nem conseguia se sentar naquilo por 3 segundos, e os copos e os vasos todos espalhados pelo chão, "Nossa, a gente precisa resolver isso", diz Aranb'aka assustada, e o Murum'dir diz "Mas eu não tenho braços, eu não iria conseguir", então Aranb'aka pega um pouco de terra que tinha perto, olha com água dos vasos, e modela numa cerâmica ao redor do Murum'dir, pra ele secar com seu fogo, e ela fazia peça por peça, e ela transforma parte das peças de porcelana em prata, "Viu? Agora tem, eu posso ajudar a limpar isso tudo".
 Os dois tirando os copos de ouro e de prata do chão e reconsertando vasos rachados com um feitiço reparador comum, conseguem espaço para, com os vasos, os dois irem tirando as joias de ouro e alinharem um por um. Os vasos azuis com rostos de mamute eram para os totens de pedra que para Aranb'aka pareciam brinquedos, os vasos vermelhos com rostos de babuíno eram para artefatos mágicos que muitas bruxas de Anka e Anahar dariam a vida pra ter, os vasos marrons com desenhos brancos eram para o que parecia comida que Murum'dir ia comer mas estragou... ou no caso, e estragou, mas Murum'dir comia as carnes que ele tinha juntado, a Aranb'aka com nojo prefere só preparar os vasos verdes com desenhos amarelos ocre de pássaros, onde tinha muito algodão, linho e palha velha, e no baú tão grande que caberia eles dois juntos, eles tinham um tempo pra separar o outo e o cobre para colocar dentro.
 Depois daquilo, eles marcam um encontro, no topo de um chalé de ponta-cabeça, contornado por sete pontes de madeira, onde eles podiam ver um grande rio escuro onde kelpies e pesadelos eram vistos correndo como pistas, e os basiliscos brigavam por suas fêmeas, ou grandes cabesimeses, lobos de duas cabeças cada uma com um chifre de cabra, uivavam para chamar seus companheiros de matilha, e os Ápis de Creta, touros de cor branca pálida azeda, eram pastoreados por um grande ciclope de três cabeças e seis braços, e que era pai dos garçons daquele restaurante. O ciclope garçom se enganou, e deu flores da tarde com molho de Inanna para Murum'dir e javali verde com raíz de sangue pra Aranb'aka, a fada podia só trocar os pratos de lugar, o que ela fez na hora que percebeu, enquanto o Murum'dir, só de frustração, soltou uma labareda no pé daquele ciclope, mas mesmo assim, o vinho eles dividiam, e aquele ciclope, preocupado com o erro que levou a ser machucado, até pergunta se eles queriam mais alguma coisa, e no fim, deu 10 moedas de cobre, mas o Murum'dir tinha mais que só isso, então, pagando com uma moeda de ouro, pede pros cinocéfalos músicos tocarem uma música favorita dele, e que por sorte, é uma música popular e fácil de tocar.
 Aranb'aka não gostava da música, mas estava tão bem em ter uma "noite" saudável com o seu amigo dragão, a comida e o vinho estavam ótimos, mas enfim, um mago negro e um cavaleiro branco tiveram que chegar ao chalé, e avisar Aranb'aka sobre uma grande notícia, "Eu posso ir também?", diz Murum'dir, mas o cavaleiro diz que nem vai precisar. O anjo do fogo esteve conferindo a força e a segurança da Floresta da Luz e dos cavaleiros brancos, o anjo dos rios acompanhava os cuidados das fadas nos campos, e o anjo dos nove ventos cuidava das músicas, com os ventos refrescando o corpo e alma dos habitantes enquanto tocam nos furos dos bambus como suas flautas naturais, mas o anjo dos segredos esteve conferindo em seus arquivos, e lê um artigo da Aranb'aka estar se redimindo do que fez dias atrás, e diz aos gênios a consultarem ela mais uma vez.
 Aranb'aka estava com medo naquele tribunal de novo, mas o seu pai diz que ela nem era pra se preocupar, afinal, ela não estava lá por culpa dela, apenas por dúvida dos juízes, e aparentemente iriam absolver ela, mas a Aranb'aka diz "E o Murum'dir?", as pessoas ficam com medo, perguntam sobre ela ter encontrado o dragão Murum'dir e estar intacta, o próprio dragão Murum'dir entra no tribunal, protestando, e a Aranb'aka o abraça, o mago negro que trouxe Aranb'aka admite não ter trazido ele também, mas parece que o Murum'dir não fez mal, mesmo que esse julgamento demorasse, e o mago negro tivesse que testemunhar.
 O cavaleiro branco e o mago negro resolvem dar uma chance, de comprovar que eles se amam como no que condicionaram se Aranb'aka tivesse que voltar, porém, com a fada e o dragão voltando à Caverna da Escuridão, eles ainda estavam vivendo felizes, um ajudando o outro na vila, e a fada só estava melhorando o humor do dragão ao deixá-lo menos sozinho, e o dragão dava esperança à fada, mas mesmo assim, depois de 39 dias, a Aranb'aka teve que voltar pra casa, deixando o Murum'dir sozinho, e a Aranb'aka triste, tudo de novo.

Fim!