Quando Eliseu Pinhel havia saído do Rio Guamá para uma das festas juninas do Pará, algo parecia o interromper momentaneamente que era uma chegada de um grupo de mercenários chamados Queima-Corpos, enviados pela Salomona para caçar e, se não abater, prender criaturas mágicas inteligentes, e que no meio do processo um grupo de 6 desses Queima-Corpos havia levado um grupo de mulheres e jovens moças para um canto aleatório, afastado na cidade. Eliseu tinha sido pego e algemado, mas reconhecendo duas ou três das pessoas que foram afastadas, ele tenta se soltar com mais força mas não consegue.
Quando Pinhel estava em um tipo de gaiola de 1x1x2 m³, ele ouve os tais mercenários discutindo sobre o que fazer com aquelas mulheres e moças para "brincar" com elas, porém, um tapa era ouvido, e a frase "todos esses malditos crioulos devem ser enforcados", um murro é ouvido, e a frase "vai tomar no cu, seu viado, você é mais preto que ele", Eliseu fica confuso mas chama um mercenário que estava de guarda.
Eliseu: Ei, psiu, uns colegas seus tão brigando, e tem minha família lá no meio.
Mercenário: Você quer saber como estão?
Eliseu: Você sabe que se acontecer algo com humanos vai ser muito pior pra sua equipe.
Mercenário: Puta que pariu, espera um minuto.
Com isso Eliseu vê que não estava na sala de um edifício ou porão, e sim em um caminhão que ia levá-lo longe, tendo também gaiolas de periquitos, papagaios, uma arara azul e familiares (animais espirituais) em forma de sabiás ou de matintas, e caixas de uma fruta mágica chamada Larantaya, que será tudo levado para um lugar que Eliseu não sabe.
Uma discussão é ouvida, depois, um grito em reação a tiros, o mercenário que Eliseu conversou fuzilou um dos mercenários que estavam com as mulheres, e manda todos saírem dali e se vestirem, enquanto ele acompanha as moças e, com um dispositivo, apaga as memórias delas e deixa elas esperando num local seguro, quando um grupo de guerreiras da organização conhecida apenas como Fundação Irmandade, a maioria delas com mantos muito finos e que só sobrem na frente e atrás, e membros como Ana Sônia estiveram lançando flechas nos ditos caminhões, e a combatente gaúcha de roupas e olhos vermelhos, Jaqueline Roteflam, foi entrando em alguns dos caminhões e tirando as caixas de lá ou então partindo as gaiolas pra soltar eles.
Uma discussão é ouvida, depois, um grito em reação a tiros, o mercenário que Eliseu conversou fuzilou um dos mercenários que estavam com as mulheres, e manda todos saírem dali e se vestirem, enquanto ele acompanha as moças e, com um dispositivo, apaga as memórias delas e deixa elas esperando num local seguro, quando um grupo de guerreiras da organização conhecida apenas como Fundação Irmandade, a maioria delas com mantos muito finos e que só sobrem na frente e atrás, e membros como Ana Sônia estiveram lançando flechas nos ditos caminhões, e a combatente gaúcha de roupas e olhos vermelhos, Jaqueline Roteflam, foi entrando em alguns dos caminhões e tirando as caixas de lá ou então partindo as gaiolas pra soltar eles.
Eliseu: Heheh, não esperava que alguém viria me salvar.
Jaqueline: Baaah, todos vocês estão com um mal em comum conosco, será necessário vos salvarmos, tche.
Apenas um caminhão foi embora junto com camburões dos mercenários que puderam levar caixas dessas tais Larantayas. Ana Sônia e Jaqueline se organizam e preparam seus veículos para, não só ir atrás dos mercenários, mas destruir a célula que eles se concentram.
> 29/06/2016; Marituba, Pará.
Um grupo de guerreiras da Fundação Irmandade também esteve operando para proteger os civis e monstros, dessa vez ao lado de um grupo de Ipupiaras e lobisomens para deterem um gigante polvo tão grande que, só de ser convocado de sua dimensão de origem, acabaram de rachar, desmoronar um quarteirão inteiro e fazer a cidade tremer.
> 29/06/2016; Marituba, Pará.
Um grupo de guerreiras da Fundação Irmandade também esteve operando para proteger os civis e monstros, dessa vez ao lado de um grupo de Ipupiaras e lobisomens para deterem um gigante polvo tão grande que, só de ser convocado de sua dimensão de origem, acabaram de rachar, desmoronar um quarteirão inteiro e fazer a cidade tremer.
Macunaíma estava viajando naquela cidade ainda à procura de um ponto para depois ir a outra cidade, com o ônibus sofrendo uns apuros para passar nas ruas assim como os carros atrapalhados pelas ruas rachadas e acidentes, e um dos tentáculos é partido por um ataque combinado das tais guerreiras lideradas por Bianca Logivana, com lanças jogadas para acertar o pedaço daquele polvo.
Outro grupo, em contraparte, liderado por Carla Leandra Tereza e com companhia do grupo de Ioann, consegue destruir outros dois dos tentáculos daquele gigante, seja combinando as armas de Ioann e Tales ou as magias de Marcos, Márcio e Mateus, um dos tentáculos arrancado por guerreiras como a Carla e lobisomens como Miguel com sua própria força. As Filhas de Iara avançam para a região onde estava cruzando parte do Rio Benfica, com um relâmpago que elas chamavam por feitiço delas elas partem a torre onde elas localizaram a seita associada que trouxe o Kraeté, e com as guerreiras agora no térreo da torre interrogando eles, elas pressionam eles a desfazer aquele feitiço.
Outro grupo, em contraparte, liderado por Carla Leandra Tereza e com companhia do grupo de Ioann, consegue destruir outros dois dos tentáculos daquele gigante, seja combinando as armas de Ioann e Tales ou as magias de Marcos, Márcio e Mateus, um dos tentáculos arrancado por guerreiras como a Carla e lobisomens como Miguel com sua própria força. As Filhas de Iara avançam para a região onde estava cruzando parte do Rio Benfica, com um relâmpago que elas chamavam por feitiço delas elas partem a torre onde elas localizaram a seita associada que trouxe o Kraeté, e com as guerreiras agora no térreo da torre interrogando eles, elas pressionam eles a desfazer aquele feitiço.
Foi doloroso ver, mas um dos magos teve que se sacrificar para selar Kraeté de volta à dimensão de origem, e agora elas queriam saber o porquê de terem convocado uma entidade dessas e é descoberto um dossiê da própria Fundação Irmandade e de um pesquisador, diplomata entre os brasileiros e magos imigrantes e biólogo mágico que foi torturado e morto por ter informações sensíveis, quando o grupo todo descobre, haviam também receitas de poções, incluindo documentos reescritos para se parecerem meras receitas farmacêuticas que seriam vendidas muito caro, com estimativas de R$200,00 a R$450,00, além de um tipo de ritual de imortalidade que custa vidas humanas, ao absorver o tempo de vida restante das vítimas usadas, que quando Marcos, Márcio e Mateus vão conferir, era provavelmente associado aos Dramoy, uma família germânica de magos que se afastaram dos nativos e de outros imigrantes para evitarem se misturarem com "impuros".
> 01/07/2016; Pelotas, Rio Grande do Sul.
Mãe Atlântica: Então era verdade?
> 01/07/2016; Pelotas, Rio Grande do Sul.
Mãe Atlântica: Então era verdade?
Jaqueline: Sim, mestra, uns colegas e seus aliados descobriram esses documentos.
Mãe Atlântica: Pois bem, certamente provaram seu valor mas tiveram muita companhia, tragam eles.
Ana, Bianca e Carla: Certo!
O grupo passa mais uma vez pelo Boitatá que protege o portão do grande templo onde mora a Mãe Atlântica, uma mestra mágica vinda da Angola e que lidera a comunidade mágica no Rio Grande do Sul, assim como ela é uma das maiores magas daqui, de 3,5 metros de altura, e ao chegarem mais próximos do templo, eles veem grandes estátuas com pequenos detalhes feitos de Quartzo Amalês e Aço da Arcádia, assim como o bairro onde o grupo estava tinha decorações protetoras como estatuetas de Figas ou colares de Olhos de Santa Luzia feitos desse quartzo, decorações de galos de porcelana com adornos prateados desse metal ou olhos azuis desse quartzo, e joias de quartzo amalês em formato da flor brinco-de-princesa ou de aço da Arcádia em formato de cruzes ou segurando um olho-grego, as opções são muitas. Fora isso, o bairro onde todos estão nessa cena é similar a um bairro médio no interior brasileiro, com diferença de ter mais cercas metálicas ou muros de concreto com decorações tradicionais, e casas todas sendo sobrados.
Ioann: Aquilo foi uma cobra de fogo?
Ioann: Aquilo foi uma cobra de fogo?
Jaqueline: Sim, inclusive poucos sabem mas o nome Boitatá significa exatamente isso.
Mateus: Quando eu era criança eu pensava que seria um boizão de fogo.
Mãe Atlântica: Tem búfalos de fogo na Grécia e na China, quando esses morrem a carne deles se autoassa, por isso são tão valiosos. Mas bem, vocês trouxeram os documentos, e pudemos fazer os xerox.
Sutefani: Ah, vocês usam Xerox? Não sabia que vocês eram modernas também.
Ana Sônia: O que você quer dizer com isso?
Bianca: Nossas tradições são culturais, não somos magos retrógrados.
Tales: Heh, magos retrógrados? Mas a propósito, estamos próximos de deter seja lá quem tá sendo escroto com vocês e com a natureza?
Mãe Atlântica: As sereias me contaram que ainda estamos no meio do caminho, então, que nos apressamos, para acabar antes de Agosto.
Continua>>>
Sutefani: Ah, vocês usam Xerox? Não sabia que vocês eram modernas também.
Ana Sônia: O que você quer dizer com isso?
Bianca: Nossas tradições são culturais, não somos magos retrógrados.
Tales: Heh, magos retrógrados? Mas a propósito, estamos próximos de deter seja lá quem tá sendo escroto com vocês e com a natureza?
Mãe Atlântica: As sereias me contaram que ainda estamos no meio do caminho, então, que nos apressamos, para acabar antes de Agosto.
Continua>>>










