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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

4 de nov. de 2023

Catarse Cinza

Vou fazer esse blog como um desabafo, pode soar como uma "parte 2" do exposed de uma certa ex-webamiga e do meu desabafo sobre traços, ou uma "parte 3" do blog anterior a esse exposed, e sem enrolação... vamos por partes.

Primeiro vou continuar falando sobre algo que, curiosamente, me motivou a postar o "Patinho Feio de Grafite", que não foi porque as memórias da ex-webamiga estavam me irritando, mas porque um ex-webamigo bem mais recente estava enchendo o saco pra disgraça e pegando no meu pé em relação a traço.

Contexto: Eu tava conversando com esse webamigo na época que a amizade >>Ainda tava começando<<, e do nada teve isso.

O cara me chama de "Sortuda" do nada (eu tava com a Isabella no perfil, mas no Brasil não tem mulher chamada "JEAN"), e ainda me fala de "aprender a desenhar digital", sendo que arte manual é um traço já subestimado, e ainda vêm com essa de ter certeza que fique algo raro, eliminando gente que sabe desenhar em artesanal, e bem, amigos, se eu sei desenhar com lápis sem machucar a mão, vocês não têm direito de me obrigar a desenhar com um mouse que se move todo torto num aplicativo duvidoso ou que só dá pra obter pirateando ou pagando caro, e ainda por cima dobrar o tempo de produção digitalizando o desenho que já passei o lápis por muito tempo, trabalhando e retrabalhando. Não, eu não vou jogar minhas habilidades com lápis e papel fora porque "século 21".

Além disso, o idiota fala de "aprender a desenhar digital", sendo que eu só falei da faculdade que eu tô cursando, como dá pra ver no print, só depois que ele foi falar bosta. Além disso...
Além do cara não aceitar meu traço de jeito nenhum, mal vê o desenho e já tá julgando, ele também fica falando assim que nem um alienígena. "Vc tem ser atualizado", "presenta atenção", QUE POHA É ESSA???

Outra coisa importante... personagens, eu faço muitos personagens só pro Projeto Dream, e pra variar tem os personagens das histórias desse blog (Hard Life, a história lá do Davidson, histórias menores, até as fanfics têm OC) pra somar e bater mais de oito mil, mas o foda é que também tinha uma época que eu tinha webamigo que, além de ter pouco personagem (sabe algo que dá pra contar nos dedos? então), não cogitavam o fato de que alguém poderia ter muito personagem.
Prints de um ex-webamigo, que mal leu que o webamigo dele tinha 1000 OC's e já assume que tem problema. Mó tipo, gente, agora é falta de pai presente ter criatividade e história grande? Se eu estivesse um pouco mais irritado eu largaria esse webamigo por esse preconceito, já que 1000 OC's é uma Itatinga pras minhas histórias e esse moleque já deveria saber bem que cada um tem direito aos personagens que cria.

Histórias grandes, como eu conversei com um webamigo mais atual e que tenho até agora, necessitam de muitos personagens, já que é claro, conforme uma história se estende, ela vai ficar mais complexa, e pode ter personagens principais, como protagonistas, antagonistas e mentores, os intermediários, como coadjuvantes, companheiros, guias menores, personagens que podem se destacar por carisma, poder, etc., mas que não são o foco real da saga, e os figurantes, que existem por enchimento.

Só a versão de 2022 da minha história, não contando spin-offs (arcos separados pra não gastar a cronologia principal com as histórias), está agora com 223 episódios numerados, na temporada 12, então dá a entender que os personagens que já existiam desde o começo tão no pico de poder e conquistas, outros que vieram um pouco depois também têm arcos marcantes, e também personagens novos surgiram (link no texto se tiverem interesse)

Porém, tem um chat que me marca até hoje na época que a versão de 2019 estava continuando, e só pra terem uma noção do quão diferentes são as versões, enquanto na de 2022 o planeta Stereo é tão importante quanto a Terra... na de 2019, da qual surgiu o planeta Stereo, ele só surgiu lá em "Projeto Caos" (não vou deixar link porque tenho vergonha dessa versão >.<) em 2021, é como se, sei lá, o Chesperito só implementasse o Seu Madruga em 1979.

Mas voltando ao foco, o chat era esse... Estranho, não?
Ignorem o "todos" grifado, porque foi o que usei de palavra-chave pra achar o chat e falar sobre. Nem dá pra culpar o cara porque ele realmente não cogitou que, nessa época, eu teria uns 20 só de principais (Naej, Tifanny, Charles, Dragondorf, Muramasa, Hematons normal e do futuro, Pyrman, Fortrex, Eros, Isabella, Julia – ou agora Julie, que mudei a letra pra ficar mais francês –, Fugaret – era o meu favorito e eu me identificava mais que com o Naej –, Amon, John Parker, Ivan Carlotovski, Georgia Miller, Harii, Lykos – sim, o gordinho azul existia nessa época – e Cartuni), e vendo o elenco que eu contei, realmente, eu falar que eu ia perder as férias só contando personagens pra ele não era um exagero.

Fora isso, o pessoal deveria esquecer essa ideia de que "o certo é ter pouco personagem", porque você não vai criar uma história com 2 a 5 personagens, eu sei que o Jurandir Gouveia (canal foda inclusive) citou sobre os personagens serem os ingredientes e o roteiro ser a receita, mas aí que tá: Assim como uma receita simples com poucos ingredientes visa ser muito rápida e fará pouca coisa, um roteiro que usa muito pouco personagem também vai ser muito simples, afinal, figurantes são números também, os autores querendo ou não. Fora isso, esse cara nunca perguntou antes o tanto de personagem que eu tinha, e nem parou pra pensar em alguma chance de eu passar dos 20 personagens que eu citei.

Fora isso... bora falar de roteiro e coisas edgy, que infelizmente, não tenho prints sobre, porque as conversas eu sempre deletava por puro ódio desse ex-webamigo, e antes que venham me comparar com o Raluca, por tar expondo os outros por motivos pessoais, eu não tô falando nome algum, esses blogs nunca têm alcance, e eu não tô prejudicando ninguém, e sim apenas desabafando pra ter uma forma de explicar melhor, em vez de explicar tudo picado e incompleto de pessoa em pessoa sempre que bate a ansiedade desses assuntos passados, e pra completar...
Pra tirar qualquer um que esteja pensando em Raluca lendo o que eu fico falando aqui, vão precisar...

Enfim, vou resumir um webamigo aqui que vou chamar de... "arco-íris idiota" (por causa de uma frase que ele falou que era "você sabia que eu faço essas coisas edgy mas sou um arco-íris idiota?"). O Arco-Íris Idiota tinha umas coisas que me irritavam muito, como...

RP's podres: ele sempre era daquele que falava "meu personagem desvia e mata o seu personagem, foda-se oq vc escreveu do ataque", e isso matava mais os RP's de lutinha em si que os meus personagens.

Personagens filhos da puta: o problema nunca foi eles serem poderosos demais até pro que tinha na história dele (sério, tinha personagem dele que fazia buraco negro, mas na história isso era sempre fora de cogitação, os poderes do tipo "desvio e te mato" que falei antes, e também um personagem chamado Isaac, que era poderoso demais nos RP's mas foi deletado da história dele), mas também eram sempre personagens irritantes, arrogantes, picareta e que sempre me xingavam (sim, personagens dele me xingando, o cara sempre desconversava falando que os personagens eram assim ou que eu tava me ofendendo fácil, mas se você já assistiu Chapolin sabe que, se o boneco tá fazendo algo, o dono tá botando pra fazer, os bonecos não têm vida própria fora do controle de um autor).

[Esse episódio é lendário kkkkkkkkkkk]

Histórias nojentas: Eram sempre histórias edgy, cheias de gore, demônios, ou umas paradas que não faziam sentido, não por humor ou por duplo sentido, mas por burrice dele, como uma personagem água-viva que... mesmo tendo um corpo humano ainda tinha que defecar pela boca (sendo que isso é coisa de animais invertebrados, e a personagem era sempre descrita tendo aparência humana, o que deixa óbvio que, diferente da água-viva, ela era vertebrada), além de histórias de incesto (incluindo uma de irmãos adotivos, que o cara ainda usava como desculpa pra validar o incesto, ignorando o fato de que eram irmãos) e transfobia (tinha uma personagem, não lembro qual, que era uma pessoa-planta-hermafrodita, e ele sempre spammava que era "um trap", e vocês sabem que, hoje em dia, além de um fetiche, traps são usados como um termo transfóbico, o que piorava pelo personagem ser basicamente uma pessoa de gênero discutível usando vestido), e talvez homofobia (um personagem que ele vivia descrevendo que era gay... não era mais gay, não tinha um desenvolvimento, plot twist, versão alternativa, o Arco-Íris Idiota só esqueceu que um personagem lá era gay, e nessa história do momento ele AINDA foi pai, ou seja, ele fez aquilo com uma mulher por vontade própria).

Birras: Ele sempre fazia birras contra mim, eu fazia birra às vezes em resposta a birras dele, mas ele era sempre um péssimo perdedor, e tinha vezes que, quando eu corrigia ele, ele ficava bravo, fazia emoticon e tentava ameaçar terminar a história à força, mesmo com comentários muito pequenos. Além disso se completar com as outras coisas que eu citei, incluindo ele sempre se achar o "ODA GÊNIO N TEM COMO" das ideias, com histórias cheias de migué pra proibir poderes temporais (explico depois) ou ele usando história de placas tectônicas só pra ter um motivo "inteligente" pra metais se moverem na Terra (algo que não faz sentido porque... geografia básica), ou um personagem chamado "Dystopia", que ele tinha uma época mais edgy que o normal, em que ele falava que esse personagem era invencível por uns poderes e tal, e... também explico depois.

Sistema de Poderes podre: Como vocês sabem, eu tenho uma experiência, embora amadora, com sistemas de poderes, e os meus melhores sistemas foram o de Hard Life e o de Projeto Dream 2022, e sabe o que é pior? Lá em 2019 eu já via que o sistema de poderes dele era um LIXO – tinha uns 4 "onipotentes" (que de onipotente só tinha o título, porque uns 3 eram seres fracos e 1 o cara só não sabia como roteirizar os poderes), os poderes de parar o tempo paralisavam os nervos dos seres vivos e causavam ataques cardíacos (porque ah tá, os relógios são feitos de cérebros agora kkkkkkkk- mas falando sério, foi realmente desnecessário, já que parar o tempo não é um poder de controlar nervos, é basicamente uma pausa de vídeo só que na realidade, não é mágico de mais entender isso, mas o cara fez o impossível e não entendia como funcionava, e nem lembro como eu convenci ele que isso não fazia sentido) ou o sistema de viagem no tempo inconsistente.

Dystopia: Esse merece uma sessão própria. Segundo o Arco-Íris Idiota, o Dystopia podia controlar o tempo e também destruir tudo, mas aí que tá... como isso o deixa acima de dois onipotentes? (sabe quando eu falei que três eram fracos? então, um era o chefe do Dystopia, e dois eram "buxas") Ou pior, tinha uma das discussões sobre esse personagem que o cara falou "Chaos pode ser imortal, mas sofreria uma eternidade na sala da antimatéria", e tinha dois problemas porque...

1: Em momento algum ele usou essa "sala de antimatéria".

2: Ele nunca usou essa "sala de antimatéria" na história dele, só jogou na conversa.

3: Não era um RP de lutinha, mas como era algo sobre comparação de poderes, e do nada ele falou do Dystopia torturar o Chaos, assim, do nada, seria um equivalente a, por exemplo, Logan Paul tar lutando contra o Anderson Silva, e no meio da luta, o Logan Paul jogasse o Anderson Silva numa cadeira elétrica e eletrocutasse. Era basicamente essa a minha percepção, já que a citação daquele item foi gratuito demais e também dava essa sensação no calor da discussão.

4: O cara nem sabia o que era antimatéria e meteu aquela na conversa só pra ter razão. Ele achava que "antimatéria" era realmente algo intuitivo (ele não cogitou que era uma variante da matéria, só que negativa; como se antimatéria fosse algo realmente único, ou se a única base fosse "se colidir com a matéria explode").


Outro ex-webamigo que eu não tive uma interação saudável, mas foi algo mais curto, eu vou chamar de "Lolicon" por um motivo que vocês vão entender depois. Lolicon foi um ex-webamigo muito chato, que tinha uma história com um tema parecido com Zootopia e Beastars (história de furries com um tom de crítica ao racismo), mas tinha algo estranho: Os herbívoros que comiam carne pegavam uma doença mortal, que resumindo, era um tumor que ia crescendo e matando o hospedeiro, e se a pessoa remover, cresce outro.

Eu já tava tenso com essa conversa, então zoava um pouco pra aliviar (pique Deadpool), mas o Lolicon não perdia a seriedade e ainda falou mal de mim, e quando mandei mudar de assunto... o desgraçado começou a falar do livro do Lolitta, que resumindo também... é daí que surgiu o meme das lolis hoje em dia, só que múltiplas vezes pior.

Eu mandei parar o assunto da Lolitta, mas aí o cara tentou puxar uns papos furados de "ah, eu tinha que amadurecer mais cedo e nsei o que" (ele tinha uns 16 anos na época), e aí bem, eu desconversei, despedi, e sem ele perceber, bloqueei e deletei a conversa.

Por isso que, mesmo quando minha história tem algum tom mais sério, eu evito ao máximo que ela soe tão pesada, focando mais na ação e no calor do momento que realmente se tem um tropo triste (como mortes, sangue, traumas, sexualidade e pautas sociais), e tinha um webamigo (que vou deixar anônimo, não por ser algo pesado e que eu quero evitar que piore, mas sim pra aumentar a surpresa) que eu vou chamar de "Pato Azul" por causa do sona dele.

O Pato Azul me mandou umas histórias dos personagens dele, coisa triste e tal, mas ao mesmo tempo era com uns bonecos fofinhos.
Está em ordem aleatória, mas tem o personagem pato dele, que não é o único, mas é o que mais tá agregando pra análise aqui. Eu achei ele legal e, por me acostumar em saber que meus webamigos são mais velhos que eu, eu meti essa:
Foi engraçado, mas ele foi mais fofo que eu esperava. E sabendo que a história triste dos personagens fofos não foi proposital, mas por pressão de quem estava ao redor dele, me preocupei e fui conversar com ele. O print tá claro porque peguei do Messenger do Opera, diferente dos outros que foram no celular.
Eu me embananei, era pra ser "quanto mais a pessoa se força pra parecer matura, mais imatura ela é" ou "quanto mais você se força pra parecer maturo, mais imaturo você é", frase que absorvi com o passar do tempo já pelo que eu citei antes e outras experiências (afinal, não adianta, por exemplo, odiar Pokémon e jogar Call of Duty, se você age ainda que nem uma criança dentro e fora do que joga), mas fora isso, eu falei sobre como não era necessário ele forçar a maturidade nas histórias dele, se não fosse o foco dele (e pelo visto não era pra ser, já que além do jeito fofo dele, tinha também a experiência dele com outras animações e o chat aí do print).

Tem um print que eu não coloquei porque eu já expliquei o suficiente, mas tinha a ver sobre os temas tristes das histórias do Pato Azul serem por causa de hype, aí falei sobre o Digital Circus mal ter começado (e quando começou foi bem mais alegre que o esperado), Garden of Banban (que pelo que eu vi, fede a lavagem de dinheiro) e Pibby (que nem foi realmente uma série, foi uma pegadinha do Adult Swim), e talvez Lacey's tenha a ver, mas né... Lacey's tem um motivo pro traço fofo e história triste, não foi porque as pessoas não gostam de coisa fofa.

Mas fora isso, eu consegui realmente resolver o caso, e teve só conversa saudável.
Eu amo esse meme do Goku em 144p falando "q isso lek tmj", mas... Obrigado por tudo?

8 de out. de 2023

O patinho feio de grafite

Vou publicar neste blog porque é pessoal demais para deixar no blog do Projeto Dream, mas pode ter a ver por causa dos personagens que eu desenho desde essa época.

Olá, eu sou o Jean, e esse blog é um desabafo, já que inicialmente eu ia aproveitar uma postagem do Projeto Dream para falar, mas mudei de assunto e adiei a publicação.

Tudo começou com uma conversa com uma ex-webamiga (diferente do "ex-webamigo" que falei no blog do Projeto Dream sobre empoderamento feminino e roupas sexualizadas) por volta de 2019, quando eu já estava desenvolvendo o Projeto Dream, mas nunca publicava os episódios com ilustração, até que eu mandei pra ela um desenho de Donatello Dermurer e Julio Redlar (versão Rule 63 de Isabella e Julia/Julie Redlar, respectivamente)
Não tenho mais o desenho da época, então fiz uma reconstrução, e... olha oq era pra ser uma versão "Donatello" do Decote de Coração do traje da Isabella, é uma caveira com olhos formados de espiral, mas o que a idiota me fala?
Não sei que mundinho que ela vivia na época, mas o desenho é literalmente um DECOTE EM FORMA DE ESTAMPA, mas ela falava como se a ideia fosse uma caveira real, ou um desenho realista, porque ah tá, a boca e os olhos vão flutuar no peito do personagem.

Sim, eu falei com PALAVRAS que era um decote, e tava bem óbvio que era pra ser um decote, em contraparte do decote de coração da Isabella original, algo como quando você escolhe a roupa com estampa no Terraria, em que o masculino é uma caveira e o feminino é um coração, só que com decotes.
Inclusive a idiota que tanto reclamava dos meus desenhos, além de reclamar do detalhamento que não condizia com o que ELA queria, também sempre falava que meu traço feio (algo que ela talvez vá morrer sem considerar é... eu tinha 15 anos, nunca toquei em um curso de arte, era frágil assim das conversas e também ainda estava descobrindo meu traço), aí perto do fim da discussão e dessa amizade tóxica, teve isso:
Um personagem que era contraparte de uma personagem de decote (que aliás, ela DESENHOU a personagem original nessa época), tendo um decote, inclusive adaptado para um personagem masculino, e que estava estilizado pra adaptar como um decote (na época o desenho tinha mais detalhes, incluindo linhas musculares e pelos do boneco)... Deve ter sido uma surpresa bem grande, não é?

Por isso mesmo que me orgulho do meu traço estilizado e "bobo", não foi pra um minimalismo barato e nem para sacrificar qualidade (afinal, ver qualidade ruim em traço estilizado, cuja beleza é relativa e foca mais em identidade visual, é mais difícil que tirar leite de pedra), mas sim porque eu sempre gostei de desenhar em massa, e formei esse traço "bobo" porque era bem rápido de desenhar, o que é melhor ainda, porque se for para publicar desenhos consecutivos, ou enviar de presente para amigos, eu não decepcionava por causa do prazo.

Além dessa conversa torta que me deu um trauma com gente obcecada com traços "corretos", "realistas" ou "detalhados, tá na cara que nunca precisei fazer copia e cola da vida real e de obras alheias pra fazer desenhos meus, diferente de vários certos alguéns, como eu posso provar com esses meus desenhos.
Poucas pra mínimas referências, e esse Goku Super Saiyajin de Namekusei que eu desenhei ainda dá pra ver que o meu traço não se perdeu em prol de replicar o personagem de uma franquia que marcou a minha infância. Mas não como se eu só fizesse esses desenhos bobinhos e fofinhos não.
Sabe quando falei antes em um blog de Junho, eu desenho dragões para gastar o meu estresse, e esse desenho só foi possível ao treinar para desenhar um dragão de forma consistente, e não copiar e colar o dragão no papel.

Nesse lance de traços únicos e diferença entre dar dicas e julgar traços, eu também admiro muito a arte, desde artes bonitas e tradicionais a também desenhos mais abstratos e com menos forma, incluindo arte digital, que muitos eu sigo no Instagram. Acho que falei o suficiente...

Até mais!

5 de jun. de 2023

Um pouco sobre Hard Life

Esse post será dedicado à série deste blog, Hard Life, uma história que eu desenvolvi em 2021, chamada Hard Life, essa história eu desenvolvi com a ideia de que fosse um treinamento meu quanto a histórias Hard Magic, já que antes desses anos eu era péssimo em decidir um sistema de magia, então, eu fiz o Hard Life para testar uma história essencialmente hard-magic.

Eu introduzi com algo realmente surreal: Um humano se transformando num gato com o poder da magia, e se dizendo ser um intelectual que descobriu algo incrível. A ideia era uma piada, mas tinha algo a ver com o que Brandon Sanderson fez em Mistborn, que é começar a história com mistérios e perguntas, e gradualmente responder isso. O Hiroshi fazendo "gatocinese" se parece simplesmente com um gato em pé, como um Nekomata.

Depois disso, eu segui com a Dona Andrômeda como uma tutora do Akio, clássica parte da Jornada do Herói, ou Monomito, em que o protagonista encontra um mentor e eles desenvolvem um elo e o mentor desenvolve os poderes para o personagem, e aí tem o sistema dos poderes melhor esclarecido.
O sistema é igualzinho ao Nen de Hunter x Hunter, tendo o Aumento (representado em uma seta para cima ou algo parecido com uma ombreira de militar, representa aumento de atributos), Transformação (representado num triângulo, cujo símbolo é baseado em algumas figuras da alquimia, e essa categoria se refere a alterar o material que já existe, e isso pode incluir mudança de forma e transmutação de materiais), Controle (representado em uma seta em volta, esse poder movimenta objetos que já existem), Projeção (representado numa bola de fogo, se baseia em projetar poderes puramente energéticos, como fogo, eletricidade e luz), Invocação (representado num pássaro branco, materializa objetos ou pode convocar seres, o teleporte é um poder dessa categoria, ao "se invocar" para outros lugares) e União (representado num Yin-Yang, se baseia em unir as categorias anteriores).
O Caminho das Palavras, dessa vez, é baseado em Umineko, que tem as tais das Verdades Vermelhas, Azuis, Roxas e Douradas, no caso, as palavras azuis são perguntas absolutas, e só podem ser respondidas com palavras de uma outra cor, senão, a resposta será dada como insatisfatória ou insuficiente, e as palavras vermelhas são a sinceridade absoluta, são o que a pessoa fala com base no que ela sente, e por fim, as palavras verdes são fatos absolutos, em que a pessoa responde com base em conhecimento. Curiosamente, essa magia categorizada como "magia União" é até que bem importante.

Outro caso importante nessa história é o Mestre Salah, que além de introduzir os Bóbons (entidades importantes que tem em cada planeta com vida), que eu comecei a reutilizar em Projeto Dream com um contexto novo, o próprio Mestre Salah é o típico próximo mentor que irá treinar/guiar o protagonista mais ainda, além de ser considerado um auge para os personagens humanos de seu mundo. Tanto que ele tem magias como a Estátua Dourada, baseada naquele Buda do Netero, e uma magia de parar o tempo, baseada no poder de parar o tempo do Guldo.
Sim, o bóbon parece A POHA DO LORAX, e isso foi puramente acidental e isso ficou mais engraçado ainda, aliás, a grande quantidade de tons laranjas e amarelos foi porque eu gosto de amarelo, assim como amarelo traz uma sensação maravilhosa pra minha alma, o que combina com um mestre inspirador, poderoso, que simboliza esperança e carrega um guardião e da magia em suas mãos.

Outro personagem que eu adoraria citar é o Galos, que serviu também para aplicar um personagem com um poder considerado ULTRA DESBALANCEADO (a literal velocidade da luz) em uma história hard magic, em que os poderes são aplicados como se fosse um RPG competitivo, e aí, além do personagem ainda ter chance de ser enfrentado normalmente, tem também alguns plus dessa velocidade, não é só ele ser rápido: Ele pode também aumentar força pelo momentum da aceleração, e também ter uma gravidade própria, atraindo e distorcendo objetos e servindo como uma proteção contra poderes de parar o tempo.
O design dele é baseado no Galuf de Final Fantasy, embora no caso desse design eu combinei com o Tablos do Dragon Ball AF (e falando nisso, talvez eu volte, sim, com o Dragon Ball Spirit), inclusive ele ter poderes de força bruta e velocidades cósmicas, além dele ser um alien, aumenta mais ainda a vibe de Dragon Ball.

Outra coisa que eu preciso falar é sobre o magnetismo: Essa é uma força anti-mágica no universo de Hard Life, isso como um nerf ou uma forma alternativa de enfrentar personagens mágicos, já que no Hard Magic tem várias opções de poderes, incluindo formas de como os humanos encaram ou sobrevivem à magia... sem magia, e eu pus essa lore de ser uma força científica e universal que os mortais usaram para enfrentar os mortais, inclusive, o Akio carrega imãs, o que foi útil na luta contra Mactua Starrus, com os imãs atacando através do tempo parado por serem imunes à magia.

Nessa história também tem uma imensa variedade de criaturas, como yokais, mortos-vivos, bóbons, entidades interdimensionais e dragões, e sobre os dragões, uma espécie em particular que também irei citar aqui são os Dragões-Faro, uma espécie de dragões narigudos com o poder de controlar os "aromas da realidade", que no caso era uma forma de denominar os elementos da natureza para a concepção dessas entidades com o tema de nariz e olfato.
Na ideia inicial era para ser vermelho, mas vou mudar para laranja e amarelo porque essas cores são muito subestimadas na hora de fazer um design de dragões, geralmente pintam eles de verde, vermelho, azul ou roxo. Daí que... ficou legal um dragão laranja com nariz de macaco.

Esse é o meu blog sobre o Hard Life, e... esperem o próximo blog. Até mais!

4 de jun. de 2023

Saudades?

Eu voltei ao blog dos Dragões Gordos porque eu estive vendo alguns vídeos do Tropia até que eu tive uma ideia: Irei falar um pouco sobre as coisas que eu desenho.

Falando pra valer, eu estive muito focado em Projeto Dream, um blog que eu criei porque, lá para 2017, eu estava cheio de ideias e, durante esse tempo, era tudo em papel, eu tinha um sonho daquela história ser uma HQ bem popular, algo que não foi o caso e, desde ano passado, está fora de questão.

O Projeto Dream em blog é de 1 de Setembro de 2019, inclusive, considero isso um aniversário pra esse site, enquanto isso, o The Fat Dragons é de Dezembro de 2019 e... olha como era a arte daqui nessa época...

É tanta coisa estranha que nem sei por onde começar... será que refaço esse desenho? Esse cenário está muito vazio, os personagens são magros demais, não tem um dinamismo de uma luta digna ou épica, e as roupas dos poucos personagens humanos por aí estão estranhas, além do plágio sem graça de Skyrim (tem um Forsworn e um Hagraven aí)

Mas é claro, no Projeto Dream em 2019 eu não desenhava muito, eu focava muito no texto, inclusive aproveitei do blog para justamente isso: Postar as histórias em texto porque era mais rápido e as ideias que eu tinha ainda saíam frescas, mas depois, por volta de 2022, eu me acostumei a postar fotos diretamente do Google Fotos do meu Google, ao invés de pegar as fotos e publicar como um Upload do Computador, e isso agilizou muita coisa e ainda me encorajou a desenhar mais, e como eu estava desenhando mais, aumentei minha prática, e com mais prática, eu aprendi a desenhar melhor naturalmente...
Ainda tenho um traço leve, suave e estilizado, com os olhos de riscos (Olhos em "IvI" entre os com olhos grandes, muito abertos ou "genéricos" entre os seres comuns, ou "-v-" para aqueles com olhos puxados, finos ou muito fechados), e uma combinação entre o traço estilizado (tipo de desenhos dos anos 2000 a 2010 ou jogos de Newgrounds) mas com uma anatomia realista (nada muito elástico ou desproporcional).

Também fiz alguns vent arts, mas o mais recente é esse aqui: Esse desenho eu chamo de "Dor Reprimida", com a figura de um dragão (que eu uso para fazer vents sobre a minha raiva, que como eu não estive tão irritado eu não desenhei tantos dragões com esse estilo), com escamas vermelhas (já que vermelho é uma cor beeem intensa), mas sem asas (não porque me acostumei a desenhar dragões sem asas, mas isso foi para ajudar no simbolismo de que esse dragão estava preso, reprimido) e cuspindo fogo, mas a chama não sai como deveria.

Também fiz outros experimentos, como esse aqui:
Primeiro eu fiz uma paleta de cores com cores negativadas (preto virou branco, vermelho virou azul turquesa e bege virou azul anil), isso porque eu estava me preparando para ilustrar uma cena do Projeto Dream, da Baronesa Elshin Sadi (personagem nova) eliminando um inimigo, e eu desenhei a cena que ela para o tempo da mesma forma que tem em JJBA, em que quando os Dios ou o Jotaro parava o tempo tinha essas cores alteradas. A espada da Elshin normalmente é de aço, com cabo prateado e lâmina branca, mas fica dourada quando muito Chi é concentrado.

Antes eu falei do "Dor Reprimida" e sobre meu conceito sobre dragões, e... por mim, dragões não têm nenhum segredo em seu conceito: São répteis com alto poder elemental, e isso pode resultar em diferentes tipos de seres, como wyrms (cobras-dragões), serpes e amphipteres (cobras-dragões com asas), salamandras e drakes (lagarts-dragões, sem asas, mas com 4 patas) e o seu quimerismo majoritariamente envolvendo serpentes e crocodilos, embora poderiam usar nos designs asas de pterodáctilos e não de morcegos.
Esse é um desenho meu envolvendo um dragão-real (azul, um dragão aquático do planeta Terra), um dragão-hocertiano (vermelho e mais crocodiliano, um dragão grande, forte, mas que não voa, do planeta Hocerti) e um fogo-do-céu (com chifres e asas, voando, é um dragão pré-histórico também da Terra, de uma espécie extinta, mas que é mencionada de vez em quando na história).

Falando em criaturas, eu também busco investir na criatividade e versatilidade quanto a criar personagens e poderes, e por isso crio vários personagens com roupas curtas ou apertadas, porque combina um estilo design ágil e moderno, o que combinará com o contexto de Projeto Dream, e com o minimalismo no futuro, enquanto também crio seres bizarros tipo isso:
Não decidi o nome, mas me inspirei muito em Black Kamen Rider, que tinha um bicho nesse naipe logo no primeiro episódio. O monstro aí desse desenho acima eu fiz pra minha história, como um tipo de monstro para os protagonistas enfrentarem, e... apesar da inspiração no Black Kamen Rider ser um monstro meio aranha, eu pus detalhes de abelha/vespa, por causa das cores daquela inspiração.
O que eu planejei é que fosse um monstro relacionado aos Mantis de Bl'shgar (não aproveitei muito ultimamente, mas são uns vilões também de P.D., com o tema de insetos), e o que eu pensei para a descrição desse monstro é: Meracnes, uma espécie/um clã de monstros meio aranhas (1/4), meio vespas (1/4) e meio humanos (1/2), com força para lançar um Tesla e 100 metros e podem abrir asas para voar a 200 km/h, sua origem é interdimensional, com projetos misteriosos em Bl'shgar. Essas feras também podem disparar teia da sua boca como um ataque à distância.

Bom, acho que por enquanto tá o bastante de informações por hoje.
Até outro dia

5 de fev. de 2023

Projeto Dream desandou e foi melhor do que o esperado

Esse post é feito para falar o que eu tô achando da minha obra mais pretenciosa que é o Projeto Dream, e por isso, terá links associados a esse blog espalhados pelo texto.

Oi, pessoal, eu estive escrevendo Projeto Dream de novo por um ano, e isso já foi mais do que suficiente para dar muita cara nova para essa história que estava parecendo aqueles shounens chatos de sempre, com um trilhão de poderes, personagens fortes, "foda-se a história", gostosas aleatórias e feitos hipermassivos de poder que não fazem a menor diferença além de deixar a fanbase mais insuportável.

Enfim, atualmente eu me importei mais com a história no sentido de dar mais camadas pros protagonistas, além de importância para aqueles que eram protagonistas desde antes de eu começar o blog (como Tifanny, Naej, Charles), além de personagens que puderam ser usados para aproveitar novos conceitos antes nunca nem pensados antes (como a Otasha, o Theon, o Dragom, o John Parker e o Slaepnir).
Eu não me preocupei mais em desenhar personagens sexualizadas, mas eu não fico mais especificando as pseudorroupas das moças na hora de apresentá-las, além de desconfortável é tbm muito chato.

Fora isso, a ideia de um mundo cyberpunk pós-apocalíptico cansou, além da ideia do Amon, facilmente resolvível, eu só puxei até acabar na segunda temporada, tornando tudo de dimensões internas algo secundário pra caralho, e bem, a história se tornou uma ficção científica normal e com isso eu exploitei ao máximo a minha criatividade, e assim histórias novas puderam ser produzidas justamente porque eu não tava mais fechando o Projeto Dream a apenas duas coisas (apocalipse e Amon).

4 de fev. de 2023

Novidades sobre Speedlya

Voltei aqui só para falar algumas novidades do Dotspaces, especificamente sobre a Speedlya.
Esse texto em vermelho terá link do post original sobre essa empresa, podem clicar por aí.

Os detalhes a seguir são adições, ou seja, mais da metade não se sobrepõe ao que foi explicado no link acima.
Designs refeitos: os Griphonware e o Peace Dove tiveram seus ícones atualizados.
 Esses^ são desenhos da Luci, mas com ideias minhas, com o "G" do Griphonware parecendo mais com um grifo (cara, asas e uma garra de águia) e o Peace Dove sendo um pombo em forma de "P" e "D", tipo o coração do "Mais Você".

Console novo:
 Em 2049, Sophie Palomino lançou um console novo aproveitando a tecnologia da realidade virtual, imergindo os sentidos da pessoa ao mesmo nível de um sonho, coisa que depois se tornará também um meio de terapia em 2100, como o Protocolo Felicidade.
 HarpyVR pode funcionar por até 48 horas seguidas, podendo notificar as pessoas sobre o mundo real enquanto a mesma joga os jogos VR avançados, embora ainda só podendo sentir nessa realidade virtual, os jogos funcionam que nem o VRChat, mas podem assumir diferentes funções de outros gêneros de jogos, como FPS, RPG, jogos de cartas virtuais, até um projeto de jogo de futebol virtual parecido com Fifa de Pes, em que você pode controlar até um dos jogadores no campo e terá energia ilimitada enquanto está jogando, mas o projeto não foi para  a frente.
 O maior sucesso de HarpyVR foi Faeriheim, um jogo de MMO RPG FPS em que a pessoa pode viver em um mundo de fantasia medieval e mundo aberto, com um conjunto de 20 elementos base, 60 combinações, 120.456 equipamentos, 1.491 dungeons espalhadas, 312 eventos e raids só em 2049, e também um total de 350 magias (chupa Harry Potter), além de mods que podem adicionar ou melhorar mini games, customizar mais ainda os personagens e até mesmo mudar o tema do jogo.

Outras tecnologias:
 O Speedragon e a Lilya já estudaram diferentes ramos da ciência para poderem melhorar o mundo, e com isso, eles testaram a clonagem e o controle de células-tronco para poderem otimizar a medicina, o que levou o Speedragon a criar uma família de clones de seus amigos, nomeados "Dotfakes", e Lilya a usar a clonagem para ter uma filha, já que ela é cissexual assim como sua esposa.
 Fora isso e as outras tecnologias citadas na parte anterior, a Speedlya não fez exatamente seus próprios carros, mas criou modelos novos para usar energia elétrica, incluindo economizá-la e carregá-la cada vez mais rápido, algo que chegou a ter uma corrida tecnológica com a Tesla, e isso levou uma baita polêmica na justiça por causa de boomers e da indústria do petróleo, querendo derrubar essa inovação para continuarem vendendo gasolina a preços imensos, mas felizmente, em 2030, a Speedlya Corporation venceu definitivamente esse processo.

27 de jan. de 2023

Tipos de deuses na cultura humana

Eu tô fazendo essa postagem pensando no que eu já observei sobre personagens e níveis de poder, inclusive o que define um deus segundo mitologias e ficções.

Primeiramente, mitologia é qualquer história ou conjunto de histórias que conte histórias que são ou foram crenças de uma religião, e que já foram muito usadas para justificar costumes ou fenômenos que as pessoas nunca entenderam.

Eis aqui uns tipos de deuses que pude reconhecer.

1- Deus Supremo
 O deus que se reflete no conceito de Deus como das fés abraâmicas, que criou o mundo em uma semana, cria milagres para seus escolhidos e conduz o seu poder entre divindades menores (os anjos, entidades de puro poder divino, que estão entre o sagrado e a Terra). Em outras histórias é comum ter deuses comuns e O Deus ao mesmo tempo. O real problema de descrever esse tipo de deus em uma história é que haverá contradições muito graves na história, que negarão o fato de ser um deus supremo.

2- Deuses egípcios
 Deuses egípcios ou típicos da cultura egípcia são caracterizados por roupas similares às de um faraó ou nobre egípcio, ou com aparências que unem o humano ao animal. Nesses casos o corpo deles inteiro representa algum elemento fundamental, como o Sol, o Céu, a Terra, o Pós-Vida, etc.
 Essas entidades também são sempre ilustradas bem poderosas, representando elementos muito fundamentais para o universo de sua mitologia, seja forças fundamentais muito grandes ou recursos muito úteis, como o Sol ou o Nilo.

3- Deuses pré-colombianos
 Deuses de figura pré-colombiana possuem o mesmo aspecto (em poder) que os egípcios, sempre apresentados como elementos muito fundamentais, seja por seu tamanho ou pela sua utilidade e praticidade, com a diferença de que deuses de cultura pré-colombiana têm papéis mais ativos para a humanidade, como o Quetzalcoatl e o Tupã trazendo chuvas ou o deus Sol criando a folha de coca (usada nesses povos como um anestésico).

4- Deuses helênicos
 Sendo esses os deuses da Grécia Antiga e do Império Romano, a única vantagem desses é porque eles são MUITOS, e mesmo tendo 12 Olimpianos como líderes, ainda é muito pouco, já que até semideuses (algo raro nas mitologias) são considerados seres realmente fundamentais, como o Dionísio, que é deus do vinho mas com uma origem de semideus, e o Hércules, que em todos os seus 12 trabalhos teve feitos incríveis.
  Mas a real desvantagem, além de deuses para coisas inúteis ou substituíveis, como Ciamides, Priapo, um milhão de deuses do Sol e Eósforo, ou deuses até úteis, mas muito ridicularizados, como Ares/Marte, que em todas as histórias dele ele apanha ou passa por apuros.

5- Deuses nórdicos
 Apesar de serem em menor quantidade, eles ainda têm uma média de poderes bem maior que a dos deuses helênicos, já que além de elementos mais praticáveis, como guerra para todos os Aesir, natureza pra todos os Vanir, luz para os elfos, o gelo/Inverno para o Jotuns, mar, animais, terra, o céu, e os krl, e diferente dos deuses, que têm poderes representados em planetas e estrelas, os deuses têm seu poder ilustrado em Reinos, ou dimensões ou planos existenciais.

26 de jan. de 2023

Mais sobre Dotspaces

Vou aproveitar o hiato do Projeto Dream para falar um pouco mais do Dotspaces, história essa que eu estive escrevendo com minha prima, Luci, e eu fiquei anotando coisas pra gente não ficar esquecendo ou quebrando regra por burrice.
Essas são algumas ideias que tivemos recentemente.

1- Jhonatan Almeida
 Jhonatan Almeida é um dos humanos não-mágicos mais determinados no estado do Rio de Janeiro, em uma vida triste e pobre na cidade de São Gonçalo (ou seja, ele não era carioca, mas sim fluminense – natural do estado, mas não da capital), vivia só seu pai e ele próprio, filho único, e a mãe, faleceu no parto, e por isso, Jho vivia sendo culpado como "o assassino da sua própria mãe", mas quando teve uma carreira no Boxe ele abandonou a casa do seu pai, e quando se casou, foi para Duque de Caxias, e teve a sua filha, Angela, aos 20 anos em 2019.
 Porém, cerca dos anos 2020, havia casos estranhos de Amnesia registrados na Terra, que até alguns personagens principais foram afetados, esquecendo pessoas queridas ou meramente importantes, mas Jhonatan, não afetado, encontrou não a entidade envolvida por esses casos, mas sim seus servos, os Panja Panjas – entidades meio cavalos e meio insetos, de carapaças roxas e uma energia dimensional negativa que consome a realidade a longo prazo –, e mesmo assim, com apenas a força das mãos, ele esmagou 33 desses seres de outro mundo.
 Ele não sobreviveu, mas com certeza, seria uma grande cicatriz na sua família.


2- Leis penais na sociedade galáctica
 No espaço sideral há uma civilização pouco unida, mas que conforme uma civilização maior avança, as outras também avançam, simultaneamente, seja por bem ou por mal, e por fim, civilizações de grande porte, ou nível 2 a 3 segundo escalas humanas de tecnologia e energia, criaram leis, incluindo 14 códigos sobre raças, etnias, espécies e civilizações, 1 mandato de defesa do direito de seres vivos a seus planetas natais, e 5 decretos sobre crimes desde os mais comuns (por exemplo roubo, assassinato, estupro ou vandalismo) a casos realmente sérios (destruição interplanetária, violação da integridade genética e viagem ilegal no tempo), o que moveu a penalizações piores, como a cubificação, não para eliminar os infratores, mas sim para dar medo aos futuros infratores, para nunca fazerem.
 A cubificação é o método mais rápido, sutil e, segundo aqueles que conhecem, o mais cruel de eliminar os piores prisioneiros, em que a pessoa a ser punida é colocada numa sala parecida com o Corredor da Morte, o Corredor do Sofrimento Final, e aqueles que serão cubificados levam 2 anos até a sua pena ser cumprida, o suficiente para que ninguém mais se importe com ele, e então, ela é instalada numa sala, em que ela é esmagada, até ficar em forma de bloco, e na maioria das vezes, o penalizado é deixado numa espécie de armazém, como um patrimônio da prisão.
 Crianças que cometeram algum crime espacial podem sofrer penalidades como cadeias de durações muito longas, mas nenhuma tortura, execução ou cubificação deve ser causada, somente um apagamento nas memórias da pessoa para que ela não lembre mais do que ela fez ou sofreu, enquanto ainda tem a ficha criminal suja.

3- Banheiros poseidonianos
 Essa até que foi divertida, não é algo sério como os anteriores, mas sim algo secundário ainda sobre a civilização espacial, especificamente Poseidon. E isso foi baseado numa cena que eu conversei com a Luci sobre os banheiros do Projeto Dream (episódio relacionado aqui).
 No planeta Poseidon/Kepler-22b, em Dotspaces, há 3 ícones sexuais/de gênero, que são uma Cabra Negra (masculino), uma Rosa Branca apontada para cima (feminino) e um Caracol Cinzento de concha redonda indo à direita (neutro, nem tudo tem só dois gêneros em um sistema binário, na maioria das vezes podendo ser ambos ou nenhum).
 Antes os símbolos masculino e neutro eram outros, além dos ícones atuais terem representações com diferentes níveis de detalhamento, antes do equivalente aos anos 2000 para a humanidade terrestre, o ícone masculino era um Bastão com uma Espiral na ponta (uma analogia ao órgão reprodutor, misturado com a rotina cíclica do trabalho pesado) e os símbolos neutros eram vários, podendo ser Bacalcos (uma espécie de roedor saltitante nativo, que tem altas chances de aparecer exemplares hermafroditas), uma Clava e uma Lança cruzadas (análogo à neutralidade entre masculino e feminino) e até mesmo o Fogo (considerando que entidades imateriais como o fogo são associadas a figuras andróginas na antiguidade dessa civilização), mas por volta de 2011, atualizaram os ícones para uma Cabra (similar a comparações de humanos altamente másculos a cabras) e um Caracol (já que a maioria das fontes indicam que os caracóis são naturalmente hermafroditas).
 Speedragon estudou tudo isso em 2021, durante suas expedições espaciais, e é claro, incluiu descobertas espaciais como essa em geografia e astrofísica brasileiras.

25 de jan. de 2023

Motivo do meu sumiço

Eu sou Jean Galdino e eu sumi daqui por cerca de 6 meses desse Blogspot.

Nesse blog eu fazia algumas histórias para expor ideias minhas, mas daí surgiu o Projeto Dream, quero dizer, um remake de uma série de histórias em quadrinhos que eu desenhava em 2017, e que tentei refazer em 2019 para começar a dar destaque a essa história.

Ela deu certo por um longo tempo, fiz temporadas, especiais, spin-offs e alguns retcons, e deu muito certo, mas por volta de 2021 eu tentei continuar o Projeto Dream (algo desnecessário, já que ele terminou perfeitamente e não tinha mais pra que continuar), mas eu estava TÃO sem ideias pra essa continuação, que eu desisti e deixei o blog, até que em 2022 eu comecei a reescrever por completo o Projeto Dream, e mudei um monte de coisa.

- os Dermurer e os Redlar agora são famílias e não espécies;
- o foco das civilizações agora é entre os povos alienígenas e interestelares, e não apenas divinas ou interdimensionais;
- usarei menos o conceito de multiverso, porque antes eu SATUREI esse tema na versão antiga (hype de DBS é foda);
- e agora os poderes terão mais foco em tecnologias ou poderes naturais de algumas das espécies, a magia já está destronada;
- e falando em magia, ela no PD atual tem um foco muito mais cósmico e simbólico, que nem histórias soft magic ou hard magics americanas, do que pessoal e como se fosse uma energia vital, que nem em shounens;
- fora isso, eu detalhei bem melhor o que causou essa guerra que separa a Idade Contemporânea da Neocontemporânea em Projeto Dream: A Última Grande Guerra, ou Guerra Entre Humanos E Monstros de 2138.

Bom, vou fazer uma pausa no Projeto Dream e focar um pouco mais nesse Blogspot.

16 de jul. de 2022

Falando sobre The Name Chellux

[Estou há um tempo sem postar aqui, mas como sempre, eu não abandonei o blog e nem suas histórias, eu só fui dar mais prioridade ao Projeto Dream]
- Vou aproveitar pra anotar umas coisas sobre uma história de um webamigo, muito mais pra ajudá-lo a divulgar a história dele. O real problema é que não vou poder falar tudo, não por spoilers, mas porque eu só irei falar coisas que eu lembro dessa história, porque diferente da minha prima, eu não falava muito com o Eric.

Guardiões
- Uma das classes dos personagens mais importantes são os guardiões, que inclui principalmente seres não-divinos usando o poder original dos elementos de Gaya (a Terra pronunciada como uma entidade). Pode ter elementos comuns da cultura popular, como fogo, água, gelo, vento, terra, plantas, escuridão, luz, metais, eletricidade, etc., mas tem também guardiões das chuvas, da radiação, dos animais (incluindo as divisões do reino animal para cada guardião), dos cristais, do Cristal dos Guardiões (que tem uma função muito mais específica) e dos pilares da existência.
- Os guardiões da chuva podem controlar a água das chuvas (como o nome fala ¬¬) e raios que caem das nuvens se possível, e a única forma de vir um sucessor é se esse potencial sucessor matar e substituir o guardião original.
- O Cristal dos Guardiões é um cristal poderoso capaz de canalizar o poder de todos os elementais, podendo refletir cores a partir dos elementos, ter um banco de dados dos guardiões e também despertar novos guardiões elementais.
- Não só humanos têm direito de se tornarem guardiões, mas também monstros com inteligência comparável podem ser selecionados para esses elementos, inclusive, os três primeiros guardiões (Herberius das plantas, Tiberius da escuridão, e Macademius da luz) são devas (uma raça de humanoides que não são deuses, mas são feitos puramente de magia e forças da natureza).

Os 5 Pilares
- Os pilares da existência são Espaço, Tempo, Vazio, Vida e Morte, sendo os que mais têm guardiões os do Tempo e do Vazio, enquanto os outros pilares são ocupados por deuses, que raramente morrem ou são substituídos, inclusive, os pilares da Vida e da Morte chegam a se tornarem um só com a Máquina (a forma do multiverso), e o pilar do Espaço é o mais poderoso porque, além de incluir tudo dos outros quatro, também sempre são ocupados por deuses de alto cargo. Os guardiões desses pilares são substituídos por reencarnações deles mesmos.
- O pilar do Vazio separa a existência da inexistência, invocando entidades do Vazio ou banindo outras para esse plano, além do poder destrutivo alto.
- O pilar do Tempo tem o dever de proteger a linha do tempo de sua realidade, seja viajando no tempo para corrigir paradoxos ou impedindo crimes que são realizados com a manipulação do tempo, principalmente a paralização dele.
- Os pilares da Vida e da Morte trabalham em conjunto, definindo a vida que a pessoa leva, ou como ela acaba, seus poderes se baseiam em criar novos seres vivos, ceifar almas mortas ou controlar o destino de alvos separados, e por isso, são os únicos pilares que a própria Máquina começou a operar.

A Máquina
- Construída por uma versão primária do deus Chellux, a Máquina é uma criação autônoma, automática e que possui todo o espaço-tempo e seus conceitos, e é o principal domínio do pilar do Espaço, cujos poderes podem se estender para as várias realidades dentro dela, porque tudo está incluído nas dimensões do espaço.
- Entre os subplanos que se repetem entre os universos da Máquina, tem o Caos (um reino feito de destruição e caos), o Esquecimento (uma variação do reino do Caos, mas com a destruição cessada, porque tudo está destruído), o Reino da Luz (o paraíso e mundo dos mortos bons), a Casa dos Sábios (mundo dos mortos para seres mágicos importantes) e Terra das Chamas (inferno, mundo dos mortos maus e terra natal dos demônios mais comuns, embora tenha visitas voluntárias dos dragões), e de reinos que existem junto com os universos comuns, tem o Vazio (um reflexo negativo do multiverso e um "rabisco" da existência) e a Primeira Besta (uma dimensão viva capaz de criar bestas poderosas).
- A viagem no tempo também possibilita a bifurcação da linha do tempo, que nesse caso, não só clona um universo, mas toda a Máquina.

Chellux
- Esse nome não tem nenhum significado, o Eric me disse que escolheu porque soava bem, mas os Chellux eram um deus que criou a Máquina e suas estruturas internas, mas por um erro do universo, se fragmentou em 5 ou, mais pra frente, 6 deuses menores, cada um com alguma parte do Chellux original.
- Das divisões do Chellux, tem o Grimm (o pilar da Morte e a mortalidade do Chellux, do universo e de seus habitantes), Blood (deus do sangue e o Anjo Vermelho dos planos carnais dos seres vivos), Legend (necromante e um guerreiro lendário que guerreou muito em Gaya), Game (a parte mais nobre do Chellux e que possui poderes baseados em todos os jogos da cultura humana), Emag (antes só um Demônio Azul e a parte negativa do Chellux, mas depois um Game negativo e super agressivo) e Fear (filho do Game com uma contraparte feminina de outro universo, formando um filho com poderes corrompidos pelo poder do medo).
- O outro filho de Game (Axl) e o filho de Emag (Thamael) não fazem parte do Chellux original, porque eles são seres híbridos com outros tipos de seres vivos, enquanto o Fear é fisiologicamente um clone do Game. E tanto o Axl quanto o Game têm versões alternativas (seja duplicatas do mesmo universo ou de outras realidades) importantes o suficiente para terem nomes próprios.

Primordiais
- Outros seres antigos presentes na história são os Primordiais, ou Bestas, que são versões mais velhas e mais fortes de raças específicas, embora possam representar outras composições da natureza. A ordem cronológica dos filhos são Themdestal (o mais velho e o primeiro ser vivo no universo), Garith (que surgiu junto com os primeiros animais), Xzar (personificação mágica da natureza e que engloba as plantas, as montanhas e os devas), Ardeinevere (abreviada como Arde, e é a rainha/princesa dos dragões, os monstros com maior poder mágico na história), Nightshade (o primeiro dos demônios e outros seres mágicos malignos), Hendrick (que representa monstros mais comuns e de poder mágico menor) e Alvar (alfa dos humanos, os últimos seres a evoluírem e usarem magia).
- Em comum, eles são imortais, podem viver mais tempo que o universo, se regeneram de qualquer ferimento, e não nasceram e nem morrem da mesma forma que os outros seres vivos, só podendo ser destruídos por Lâminas Imaculadas, armas encantadas com um poder de matar deuses e imortais e impedi-los de reviver para sempre, arma essa usada para destruir o Dystopia, um deus que estava prestes a destruir o universo.

Universo
- Existe uma entidade chamada Universo, e ele tomou domínio da Máquina logo após a queda do Chellux, e para facilitar seu domínio, ele criou 4 deuses, sequestrou guerreiras femininas lendárias e até levou para seu grupo uma versão corrompida do Game de outra linha do tempo, só pra eliminar os heróis do universo e tomar o completo controle.
- Mas todos os planos do Universo falharam miseravelmente, o seu deus mais forte (Dystopia) foi morto, os outros três sumiram do mapa, a Nebula, composta por essas guerreiras lendárias, traíram ele e ainda drenaram ele, o substituindo no Pilar do Espaço, e também o omniverso, também invadido pela Nebula, foi restabelecido.