Eric Hemerly, que quando eu tava com vergonha de criticar ele eu chamava de Arco-Íris Idiota em uns blogs específicos mas com o tempo desisti, era um webamigo que eu tive por uns anos no Facebook, ele sabia desenhar umas armas, principalmente lâminas (espadas, machados...), e ele tinha um conjunto de personagens (que ele mesmo se assusta de eu ter memorizado tanta coisa que ele já narrou pra mim - exemplo aqui), porém, entre 2019 e 2022 ele era bem irritante.
Teve vezes que a gente brigava mas justamente porque a gente tinha um baita problema de se entender e ainda assim tentava manter a amizade, e curiosamente nessas discussões ele admitiu ter "Asperger" (o termo é hoje em dia errado por causa do contexto do Dr. Asperger, mas aos poucos ficou casual saber que ele tem autismo leve, por isso fará sentido alguns pontos eu falar que alguns assuntos dele eram hiperfocos). Sobre a piada do "Arco-Íris Idiota" vem justamente de uma vez que a gente tava conversando num chat nessa época que tava tudo mais normalizado, e ele falou "já reparou que eu faço umas histórias edgy mas eu sou um arco-íris idiota?"
[Lembrando que isso é um desabafo, não um exposed/cancelamento]
Eric criava umas histórias bem edgy pra esse tal The Name Chellux, envolvia muitas histórias de genocídios, torturas, demônios e guerras cósmicas que pareciam eternas, algo que na época eu achei "foda" ou intimidador, mas aos poucos vi como ele fazia de forma bem imatura, ainda mais quando eu fazia RP's de crossover entre o The Name Chellux e versões antigas de Projeto Dream (antes da versão do blog 2022), os personagens dele eram agressivos às vezes de graça, às vezes quando meus personagens quebravam a quarta parede e me citavam (porque desde essa época tinha essa piada do "Narrador"), o Eric colocava os personagens pra me chamar de doente mental na cara dura, e ele usava a mesma desculpa de "ain, é o que ele falaria", como se ele não tivesse controle dos personagens dele ou como se fosse pra achar legal ele usar os personagens dele pra me xingar (aquela lógica do episódio do Chapolin, O Ventríloquo, que um personagem lá chuta o ventríloquo em vez do Chapolin - que tava disfarçado de fantoche - porque é o ventríloquo que controla o boneco, ele não ia bater em alguém sozinho), assim como, por um arco muito besta em que uma personagem minha tava brava com uns vilões, ele inventou de colocar os personagens dele pra torturar essa personagem pela eternidade (porque o Eric tem um senso de justiça muito bosta, e reflete isso nos "heróis" dele, Eric tentou falar que "ain nem é canônico" como se o problema fosse só esse, assim como os próprios personagens dele fazem umas atrocidades com figurantes, como um tal de AA-21 que torturou um político corrupto na frente da família dele, assim, se um criminoso fez algo leve, ele é preso, se ele fez algo grave, geralmente ele apanha, mas desse AA-21, ele traumatizar crianças já torna ELE errado, foda-se o político que o Eric nem explicou quem era). Essas palhaçadas de como Eric usava os OCs dele como desculpa pra ficar me ofendendo são só uma ponta nesse iceberg, porque são coisas que eu só levei pro pessoal e tô desabafando, mais a fundo, vai ter umas coisas que serão tanto idiotices legítimas quanto até mesmo preconceitos.
Outro problema que o Eric tinha era com a escala de poderes e até mesmo de medida do que tinha nas histórias dele, como geometria e geografia (sim, isso mesmo, e por ser algo também besta também tá aqui ainda acima). Em The Name Chellux, tem um trecho que misteriosamente se passa uns 40 milhões de anos no futuro (tenho vaga memória sobre ele falar alguma coisa sobre Warhammer 40k, mas duvido que ele fez parecido nisso por inspiração), e por nenhum motivo além de deixar grimdark ou continuar num status quo de fantasia mágica e até medieval, embora tecnológico porque temos ainda aliens e aparelhos dos anos 2010 (não lembro se era Monm ou Momn, mas era uma raça alienígena também similar com humanos, ele pode não ter descrito tudo mas lembro que eu imaginava eles azuis ou cinza mesmo ele nunca descrevendo como eram ou se tinham etnias (seja que nem humanos ou que nem aliens do Ben 10), incluindo um deus dele que é um ferreiro de 6 braços, mas o destaque era ser um povo matriarcal, o Eric não descrevia isso como algo progressivo ou meramente diferença cultural, já que sendo um tarado hiperfocado em NSFW que ele era, ele descrevia elas como "as mulheres são dominantes e não precisam de homens" (o que pega mal, não por fetichizar mulheres mais fortes e corajosas, mas por parecer o estereótipo machista do que seria supostameeente o feminismo)), as tecnologias dos personagens ainda eram atrasadas e até piores que o que já era conhecido no ano 2019 que tinha essa temporada, e hoje em dia não lembro mais o número, mas segundo ele a Terra teria uns 9 a 12 dígitos de tamanho, mesmo que a Terra na verdade tenha 40.008 km de circunferência, cerca de 12.000 km de diâmetro entre os polos, e 510,1 milhões de km² de área total, e nesse futuro a Terra só aumentou uns 30% (façam os cálculos, já foi uma trabalhadeira achar esses números e vocês não querem saber estatísticas e sim tretas), assim como, nessa época edgy e de rinhas de OCs, não era raro ele falar que alguns personagens dele tivessem poder de invocar buracos negros, como se fosse algum ataque nível 1 (tanto que, diferente do Eric, eu evito citar diretamente que qualquer personagem meu que tenha poderes similares cria buracos negros, mas propriedades deles como a singularidade, porque é como eu avisei o Eric, sobre como buracos negros são simplesmente super estrelas colapsadas, e fica estranho personagens dele usarem isso casualmente), pra meses depois ele nem lembrar que os personagens dele tinham esse poder, assim como nas rinhas de OC, ou o OC dele ganhava, ou ele fazia o velho "desvio e te mato", ou alguma coisa na luta interrompia (ao ponto de, numa luta de vários OCs meus e dele, ele colocar que um OC dele chamado Isaac, que devora deuses, tava saindo de controle), eu podia ser imaturo por ser um adolescente idiota que caía nessas briga por personagem mas é surreal como ele era pior por não saber perder. Sem falar que tinha uma temporada em que tem um metal chamado Ébano (tipo o Ebony de Skyrim) que se deslocava na Terra, na explicação anterior do Eric era por placas tectônicas, o que não fazia o menor sentido e eu tive que avisar ele sobre isso, e ele mudou pra isso ser um tipo de efeito mágico/divino do metal.
Um OC dele chamado Dystopia, pra ele era pra ser o personagem mais poderoso dessa série dele (spoiler: já nessa época isso desatualizou), que segundo o Eric o Dystopia tinha poder destrutivo entre planetário (porque destruiu a Terra) a universal, somado com poder de controlar o tempo e linhas do tempo (pra ser mais coisa de anos 90, só macacos radioativos, zumbis rockeiros e ginastas de bolaina com neon), ao ponto de criar um universo menor com 16 linhas do tempo (algo tipo "16 em 1", era o mesmo espaço com um hipertempo), o problema é que o Eric superestimava esse Dystopia ao ponto de também mentir umas coisas do personagem, dizendo que ele tinha uma "sala de antimatéria" (era numa época que ninguém sabia ciência quântica, partículas e achava que antimatéria era uma energia maligna, não só matéria com carga inversa) ou um servo chamado Timelesss (que supostamente seria uma entidade onipresente no tempo).
Outro personagem eu não lembro se era Jack ou Harry, mas era bem daquele tipo de "nome genérico super maneiro" de protagonista dos anos 90 também, um guardião do vazio que, segundo ele, era depressivo e tenta enfrentar os inimigos se contendo muito pra ter mais desafio, mas nos RPs o personagem era um analfabeto emocional que com qualquer coisa já tava xingando eu ou meus personagens, e que usava um poder de banir o inimigo pro Vazio da forma mais "desvio e te mato" possível, o que me fez odiar esse personagem porque era justamente um motivo da hipercompetitividade dele que me irritava e, junto de eu ver o quão hipócrita é a galera do VsBattles e sua Wiki da Fandom, me fez abandonar esse costume de ficar comparando powerscaling de OCs meus e alheios, ao ponto de que dependendo do webamigo, ainda mais quando eu já sabia que não era competitivo como o Eric de antes, quando a pessoa já falava de comparar OCs, tipo "ah, meus OCs perderiam" ou "ah, bora fazer lutinha de OC?", eu já falava que não queria saber do assunto (algo que demorou pra acontecer na verdade, por volta de 2021 em diante).
[O agravante disso não poder ser um exposed, é que é de uns anos atrás, além de tar prescrita essa briga e o Eric talvez nem lembrar de mim, também fotos de tais personagens foram perdidas, mesmo que eu salve fotos do Messenger, são de anos, e como taria numa galeria antiga cheia de porcaria, memes de artes NSFW - eu era adolescente, desconta! - seria uma trabalhadeira por exemplo eu achar desenhos feios meus, ou desenhos que outros fizeram pra ele]
Algumas idiotices envolviam um personagem dele chamado Hendrick, um personagem grande, alto e bem másculo, com cabelo grande, pele escura, e é um homossexual ativo (se isso era relevante pra trama? não sei se era pra chocar ou só porque eu e Eric falávamos muito de coisa horny e hentais, mas ele falava um monte de vezes que o Hendrick macetava o Kai - um self-insert do Eric e um tipo de guardião do tempo - até aleijá-lo - esse personagem chamado Kai também era tarado, porém com mais tendências passivas, embora não se limita a isso e aparentemente também só era relevante pra umas histórias horny que ele fazia, eu sinto que ele era hipócrita dele reclamar de eu planejar meu OC Eros namorar uma árvore (eu falei meio zoando, mas também meio sendo um burro que acha que pansexual pega até objetos, algo que obviamente mudei com o tempo e o Eros namora uma dríade), enquanto ele fazia o Kai sendo o estereótipo do "LGB hiperfocado em dar o rabo"), porém, o Hendrick levava... naturalidade (foi a palavra que melhor podia resumir) ao extremo, ao ponto de achar "coisa de frouxo" ter prótese (Hendrick perdeu um braço por um tipo de espada mágica), mas temporadas depois o Eric colocou q Hendrick criava um braço "de stand" (essa comparação minha é irônica, porque o Eric falava muitas vezes reclamando de JJBA, se achando cult por isso, mais uma hipocrisia dele considerando que ele era fã de Persona, uma franquia com entidades nitidamente inspiradas em stands - isso é, invocar entidades de energia com poderes especializados JJBA fez primeiro e Naruto popularizou), e depois, o Eric pediu uma fan art do grupo do Hendrick (umas 7 entidades primordiais), e a autora fez o Hendrick branco (só porque eu fiz o Hendrick branco sem querer e por ele não ter citado isso antes de eu começar um certo desenho - e olha que antes dele descrever o suficiente, eu achava que o Hendrick parecia aquele estereótipo de homem branco com fantasia BDSM de policial ou motoqueiro tipo o YMCA), mesmo a gente já concordando que o Hendrick branco foi um erro meu, porque ele esqueceu que o Hendrick era negro, assim como do nada, mais temporadas depois, ele fez o Hendrick casado com uma mulher e tendo filho, ou seja, ele esqueceu até o Hendrick sendo gay, o que foi ridículo porque se perdeu a ideia do personagem de "gay machão" que quebrava um monte de paradigma.
Falando no Kai, tinhas umas regras muito cagadas sobre manipulação temporal em The Name Chellux, porque o Eric fazia um malabarismo pra justificar que parar o tempo é um crime no universo dele, falando que quando para o tempo, o sistema nervoso é desligado (o que não faz sentido, porque parar o tempo é literalmente um pause na realidade, se fosse pra dar paralisia nervosa nos caras eles iam tar no chão, não travados em posição), e quando o tempo "despara", tem chance das pessoas não desparalisarem e morrerem (sendo que não tinha essa mesma lógica pra quando parava o tempo), e foi mó trabalhadeira pra explicar como até numa ficção científica ou história mágica isso não fazia sentido, acho que uns anos porque o Eric era burro e eu não consegui explicar de primeira.
Sobre isso de "sistema de poderes prolapsado", eu lembro que tinha uns 5 personagens que eu perguntei os poderes e o Eric falou "onipotência", tipo, pra ele fazia sentido ter uns 5 onipotentes, mas pra ele era "de mais" ter personagem com poder de controlar a realidade (e eu me sinto um idiota em ter que explicar pra vocês como isso não faz o menor sentido, assim como o Eric é burro demais até pra perceber esse erro severo), os personagens eram:
-- Atualização 08-03-26 --
Eu aos poucos perdi a vergonha de mostrar essas páginas secretas, já que aos poucos eu parei de ter medo de ser julgado e qualquer um politicamente vendido já sumiu da minha vida (quase uma cura pro Efeito Diderot, de ficar mudando tudo pra sua vida pra uma coisa fútil ou amigo falso, e pra Dissonância Cognitiva, de ficar contradizendo entre prometer e não fazer), assim como da nossa webamizade do Eric só sobrou essas memórias que registrei + umas que eu lembrei um pouco recentemente.
Meu webamigo Pato Azul até comparou o Eric que eu falei sobre com a Vivziepop, e... eu diria pior: o Eric pareceu por anos um filho da Vivziepop com o Tuomas Pirinen, talvez criado pelo Lionel Suggs, porque além do racismo, blasfêmia e humor edgy, também tem muito da narração particularmente grimderp (que resumindo, é quando o grimdark, um estilo de terror bélico, falha miseravelmente por não saber a hora de parar, como o A-22, que o Eric só sabia descrever como um ex-soldado e torturador extremo, ou então histórias meio fora de tom, como quando há espécies exterminadas, como os Asuras e uma espécie de demônio com magias de gelo e fogo, ou um protagonista que, como ele descreveu, namorada a própria irmã, e segundo ele "eram adotivos, então tudo bem" (sendo que não é assim que funciona, ainda são irmãos), junto de umas paradas como os 5 personagens "onipotentes", mas nem o equivalente do YHWH em The Name Challux (Pureza), e nem a própria personificação da cosmologia viva (Universo), eram ditos capazes de controlar a realidade porque "eles não podem controlar a lógica" (sendo que controlar a realidade não precisa controlar as leis lógicas/da física/da natureza, assim como o idiota falou sobre ter personagens "onipotentes" antes disso), assim como ele inventa umas palhaçadas de personagens como o Game "burlando os planos" de entidades como essas, ou o Impureza sendo *vencido* pelo Pesadelo, que na lore é canonicamente um vilão BUXA, que realmente ele nunca explicou como o personagem chegou ao poder tão fácil no Inferno.
Explicada a minha analogia da autora de Helluva Boss e Hazbin Hotel e a do autor de Trench Crusade, agora explicar a minha comparação com o autor do Suggsverse. Lionel Suggs criou o Suggsverse porque o cara foi uma putinha que perdeu no argumento sobre os poderes dos personagens favoritos dele de GetBackers (um anime sobre realidades virtuais, transcendência, mas o elenco principal é... casual no nível de poder, ainda que com um monte de poderes), e pelo que vi ele foi ativo no Reddit e interagiu muito no subreddit de powerscaling e no do próprio Suggsverse (que pelo que vi é um fanclub) até 2024, mais ou menos, e o Suggsverse tem defeitos em comum com The Name Chellux como:
[O agravante disso não poder ser um exposed, é que é de uns anos atrás, além de tar prescrita essa briga e o Eric talvez nem lembrar de mim, também fotos de tais personagens foram perdidas, mesmo que eu salve fotos do Messenger, são de anos, e como taria numa galeria antiga cheia de porcaria, memes de artes NSFW - eu era adolescente, desconta! - seria uma trabalhadeira por exemplo eu achar desenhos feios meus, ou desenhos que outros fizeram pra ele]
Algumas idiotices envolviam um personagem dele chamado Hendrick, um personagem grande, alto e bem másculo, com cabelo grande, pele escura, e é um homossexual ativo (se isso era relevante pra trama? não sei se era pra chocar ou só porque eu e Eric falávamos muito de coisa horny e hentais, mas ele falava um monte de vezes que o Hendrick macetava o Kai - um self-insert do Eric e um tipo de guardião do tempo - até aleijá-lo - esse personagem chamado Kai também era tarado, porém com mais tendências passivas, embora não se limita a isso e aparentemente também só era relevante pra umas histórias horny que ele fazia, eu sinto que ele era hipócrita dele reclamar de eu planejar meu OC Eros namorar uma árvore (eu falei meio zoando, mas também meio sendo um burro que acha que pansexual pega até objetos, algo que obviamente mudei com o tempo e o Eros namora uma dríade), enquanto ele fazia o Kai sendo o estereótipo do "LGB hiperfocado em dar o rabo"), porém, o Hendrick levava... naturalidade (foi a palavra que melhor podia resumir) ao extremo, ao ponto de achar "coisa de frouxo" ter prótese (Hendrick perdeu um braço por um tipo de espada mágica), mas temporadas depois o Eric colocou q Hendrick criava um braço "de stand" (essa comparação minha é irônica, porque o Eric falava muitas vezes reclamando de JJBA, se achando cult por isso, mais uma hipocrisia dele considerando que ele era fã de Persona, uma franquia com entidades nitidamente inspiradas em stands - isso é, invocar entidades de energia com poderes especializados JJBA fez primeiro e Naruto popularizou), e depois, o Eric pediu uma fan art do grupo do Hendrick (umas 7 entidades primordiais), e a autora fez o Hendrick branco (só porque eu fiz o Hendrick branco sem querer e por ele não ter citado isso antes de eu começar um certo desenho - e olha que antes dele descrever o suficiente, eu achava que o Hendrick parecia aquele estereótipo de homem branco com fantasia BDSM de policial ou motoqueiro tipo o YMCA), mesmo a gente já concordando que o Hendrick branco foi um erro meu, porque ele esqueceu que o Hendrick era negro, assim como do nada, mais temporadas depois, ele fez o Hendrick casado com uma mulher e tendo filho, ou seja, ele esqueceu até o Hendrick sendo gay, o que foi ridículo porque se perdeu a ideia do personagem de "gay machão" que quebrava um monte de paradigma.
Falando no Kai, tinhas umas regras muito cagadas sobre manipulação temporal em The Name Chellux, porque o Eric fazia um malabarismo pra justificar que parar o tempo é um crime no universo dele, falando que quando para o tempo, o sistema nervoso é desligado (o que não faz sentido, porque parar o tempo é literalmente um pause na realidade, se fosse pra dar paralisia nervosa nos caras eles iam tar no chão, não travados em posição), e quando o tempo "despara", tem chance das pessoas não desparalisarem e morrerem (sendo que não tinha essa mesma lógica pra quando parava o tempo), e foi mó trabalhadeira pra explicar como até numa ficção científica ou história mágica isso não fazia sentido, acho que uns anos porque o Eric era burro e eu não consegui explicar de primeira.
Sobre isso de "sistema de poderes prolapsado", eu lembro que tinha uns 5 personagens que eu perguntei os poderes e o Eric falou "onipotência", tipo, pra ele fazia sentido ter uns 5 onipotentes, mas pra ele era "de mais" ter personagem com poder de controlar a realidade (e eu me sinto um idiota em ter que explicar pra vocês como isso não faz o menor sentido, assim como o Eric é burro demais até pra perceber esse erro severo), os personagens eram:
- A Pureza: O que era pra ser um equivalente do Deus da Bíblia, mas essa entidade é na história dele um figurante, inferior a uns outros deuses celestiais, e tinha uma entidade EQUIVALENTE à Pureza.
- A Impureza: O "Anti-Deus" que habitava o Inferno, mas ele foi destronado por um vilão chamado Pesadelo (sério, ele mesmo não percebeu que um "onipotente" foi destronado).
- Lich: Acho que o nome não foi baseado nos Liches de RPG e sim no Lich de Hora de Aventura, seria um tipo de deus que criou o universo/multiverso normal (ah é, o Eric também não sabe a diferença entre universo (mundo narrativo), universo (espaço-tempo) e multiverso, tanto que quando eu falei de dimensionalidade (tipo coordenadas, 1D, 2D, 3D, 4D), ele falou sobre a história dele ter "infinitas dimensões" (sendo que ele tava falando de dimensões sendo universos menores), e toda conversa sobre multiverso era confusa pra caralho), e ainda assim, um ser que criou a Criação foi manipulado e morto também pelo Pesadelo.
- Ponto-Zero: Um irmão-gêmeo do Lich que criou o Vazio (que seria tipo uma "realidade nula" onde tudo é instável), e que o Eric tentava pintar o personagem como triste e chorão, mas na prática, ainda mais RP's de rinha de OC, o Ponto-Zero era muito temperamental e ofendia fácil uns personagens como o Cartuni.
- Universo: É triste logo o único personagem com aparência de humano negro ainda mais icônico que o Hendrick ser, além de um vilão, também um personagem bem incompetente e desrespeitado até pelas Nebulas (um tipo de seguidoras dele), e ainda assim pro Eric ele era "onipotente" só porque ele era, depois do Lich, um tipo de chefe do universo/multiverso.
- Ele não era criativo com design ou descrição de personagens, todos eram humanos, ou monstros quase 70% humano, ou visualmente humanos, ou mesmo sendo 100% monstros ele fazia um contorcionismo na descrição e ficava como se fosse, tipo, humanos com garras (incluindo um Chupacabra da Área 51; eu admito que eu chegava a enjoar dele ter tanto personagem humano mesmo numa história que era pra ter monstros), o que daria pra suavizar se ele não descrevesse quase todos os principais como tendo camisetas e calças normais (se isso tá vago, é que não consigo nem exemplo de como descrever, era bem genérico e alguns personagens como Game e Emag só tinha de diferente de humano no cabelo e olhos, e isso no Emag que tinha cabelo branco e olho vermelho, o Game que tinha cabelo preto e olho azul ainda parece normal - aliás, o Eric é um hipócrita ao descrever o Emag como "igual ao Game" mesmo ele falando que os dois são entidades diferentes desde o nascimento, e também falar que o Game, que tem poderes de videojogos e é a inspiração do Donald e Howard de Projeto Dream, "jogava vanilla" na temática de jogos dele, mesmo ele comparando uma arma cósmica dele com speedruns e glitchs ou um poder temporal dele com save-state)
- Tem uma certa burrice do Eric sobre como ele parece até evitar ter personagens negros, seja ele negligenciar a etnia do Hendrick (que era negro na lore, mas por erro meu eu fiz branco e o Eric canonizou o Hendrick branco e com desculpa que o cara tem poder de manipular a própria melanina), ou ele tornar o Universo numa piada (mesmo sendo um dos vilões mais cruciais da história dele), ou uma personagem que infelizmente eu não lembro o nome mesmo querendo lembrar, que ele descrevia como parecendo uma mulher negra, mas o único desenho que ele tinha de referência era ela preta que nem o Saci do Ziraldo, eu até estranhei e tava com dúvida se é porque ela era preta-cinzenta (não querendo insinuar, mas algo tipo melanismo, panteras ou até gorilas) ou se era um erro ao ilustrar negra do tipo "você é negro e é marrom" (resumindo o que eu quis dizer na época), e a única resposta dele era mostrar de novo o mesmo desenho (mesmo tando bem óbvio esse erro que, pelo jeito "realista" do desenho, parecia um blackface).
- Outro problema é que o Eric na época era transfóbico, chamava personagens transfemininas dos outros de "trap" (mesmo já lá pra 2019 a 2021, chamar trans de "trap" já era ofensivo pra caralho), e a personagem que ele fazia, embora eu não lembre o nome, eu lembro do design dela ser um humano negro com vitiligo, vestido verde, e usava martelo como arma, o problema não é se o Eric escolhia que fosse um femboy fofinho, mas justamente a justificativa dele (como nas outras vezes que citei que o Eric faz um malabarismo pra explicar algo mas só piora) dizendo que "ah, ele é meio planta então é hermafrodita" (o que não seria um problema se ele não escolhesse o personagem ser masculino logo pra esse fetiche por "trap").
- Também o Eric já mencionou personagens femininas meio água-viva, uma ele falava que a vagina delas não funcionava e elas se reproduziam por clonagem - eu mesmo falei pro Eric que, se a personagem é tão fisicamente humana, é óbvio que esses órgãos humanos funcionariam, e também vi que mesmo animais que se "duplicam" por partenogênese, é raro e esses animais preferem se reproduzir normalmente - e que uma delas não tinha sistema digestivo e ela defecava pela boca no sentido exatamente literal - hoje em dia percebo que isso soa mais como um fetiche nojento a lá Gustavo Scat, afinal, de novo, se a personagem tem design quase 100% humano, inclui os órgãos humanos como intestinos, e quando expliquei isso pra ele ele ficou surpreso)
-- Atualização 08-03-26 --
Eu aos poucos perdi a vergonha de mostrar essas páginas secretas, já que aos poucos eu parei de ter medo de ser julgado e qualquer um politicamente vendido já sumiu da minha vida (quase uma cura pro Efeito Diderot, de ficar mudando tudo pra sua vida pra uma coisa fútil ou amigo falso, e pra Dissonância Cognitiva, de ficar contradizendo entre prometer e não fazer), assim como da nossa webamizade do Eric só sobrou essas memórias que registrei + umas que eu lembrei um pouco recentemente.
Meu webamigo Pato Azul até comparou o Eric que eu falei sobre com a Vivziepop, e... eu diria pior: o Eric pareceu por anos um filho da Vivziepop com o Tuomas Pirinen, talvez criado pelo Lionel Suggs, porque além do racismo, blasfêmia e humor edgy, também tem muito da narração particularmente grimderp (que resumindo, é quando o grimdark, um estilo de terror bélico, falha miseravelmente por não saber a hora de parar, como o A-22, que o Eric só sabia descrever como um ex-soldado e torturador extremo, ou então histórias meio fora de tom, como quando há espécies exterminadas, como os Asuras e uma espécie de demônio com magias de gelo e fogo, ou um protagonista que, como ele descreveu, namorada a própria irmã, e segundo ele "eram adotivos, então tudo bem" (sendo que não é assim que funciona, ainda são irmãos), junto de umas paradas como os 5 personagens "onipotentes", mas nem o equivalente do YHWH em The Name Challux (Pureza), e nem a própria personificação da cosmologia viva (Universo), eram ditos capazes de controlar a realidade porque "eles não podem controlar a lógica" (sendo que controlar a realidade não precisa controlar as leis lógicas/da física/da natureza, assim como o idiota falou sobre ter personagens "onipotentes" antes disso), assim como ele inventa umas palhaçadas de personagens como o Game "burlando os planos" de entidades como essas, ou o Impureza sendo *vencido* pelo Pesadelo, que na lore é canonicamente um vilão BUXA, que realmente ele nunca explicou como o personagem chegou ao poder tão fácil no Inferno.
Explicada a minha analogia da autora de Helluva Boss e Hazbin Hotel e a do autor de Trench Crusade, agora explicar a minha comparação com o autor do Suggsverse. Lionel Suggs criou o Suggsverse porque o cara foi uma putinha que perdeu no argumento sobre os poderes dos personagens favoritos dele de GetBackers (um anime sobre realidades virtuais, transcendência, mas o elenco principal é... casual no nível de poder, ainda que com um monte de poderes), e pelo que vi ele foi ativo no Reddit e interagiu muito no subreddit de powerscaling e no do próprio Suggsverse (que pelo que vi é um fanclub) até 2024, mais ou menos, e o Suggsverse tem defeitos em comum com The Name Chellux como:
- Desespero pela competição de "meu personagem é melhor que o seu!"/"meu personagem vence o seu!" mesmo que, além de ser uma conversa inútil, também só estressa os dois lados (experiência própria mesma não incluindo o que presenciei com o Eric)
- 0 detalhismo em lore, 1000% detalhando o quão potente é o personagem (e falhando miseravelmente, já que tem uma magia que tem poder destrutivo pra destruir um buraco negro, mas do que eu lembro que ele descreveu quando perguntei como funcionava, ele tentava descrever como "ela emite várias ondas, em uma larga escala, até cobrir o buraco negro", que até o Eric concordou que a descrição era pra ser grandiosa mas foi muito fraquinha.
- Assim como a mesma parada de "além da onipotência", "além das camadas meta ultra narrativas".
- A diferença é que pelo menos o Lionel Suggs escreveu livros (mesmo que sejam livros bem toscos) e tem uma fandom que até catalogou detalhadinho os personagens, já o Eric no máximo jurava ter arquivos Word, mas...
- Nunca li, mas desde essa época eu tive certeza que era só o básico do básico, ou um resumo de resumo, ou um rascunho do The Name Chellux, já que pra uma história que ele dividia em TEMPORADAS (pelo que eu lembro, maior parte do powerscaling começava na Temporada 10, chamada No Man's Land - olha, diferente de quando eu uso o inglês nas minhas histórias porque tem muitos lugares que usam o idioma, ou por ser uma língua franca e isso ser rápido de criar um nome universal, o Eric era meio "Cartoonizando" na visão do pessoal do Xique Xique Bahia: só usava nomes em inglês porque era "AURA + EGO"), não tinha como colocar um livro inteiro com mais de 11 temporadas (já que temporadas se equivalem a volumes e não capítulos)
- Pior: Revendo agora, dá pra ver que o Eric não escrevia tanto do The Name Chellux, e por isso ele resumia tudo tão fácil (mesmo o Projeto Dream antigo, a HQ lost media de 2018 e o blog de 2019 a 2021, eu não conseguia resumir porque era muita coisa acontecendo), porque ele não fazia aventuras o suficiente além da missão principal, ou de histórias de protagonistas, e como os OCs dele eram inconsistentes, pode não ser mau caratismo dele, e sim que ele nunca escreveu o suficiente do personagem e ele sempre improvisava.
Eu escrevo o reboot de PD desde 2022, e pra mim é difícil de mais resumir PD porque tem 22 temporadas, com um total de 600 episódios em forma de páginas/capítulos e sei que isso é cabuloso de difícil de resumir, tanto que webamigos meus atuais não sabem nem um décimo de PD e isso não é mérito meu e sim digamos que o nível do quanto que eu escrevi, eu já me imaginei voltando a conversar com o Eric, mas pelo que vou falar agora acabei perdendo a vontade.
Sobre o que eu falei do Eric pensar com a cabeça de baixo, era ao ponto que, não ironicamente, ele chegou a mandar fotos de hentai pra mim mesmo eu tando em época escolar e estudando em tempo integral (mesmo eu não explicando isso pra ele, essa xamanta simplesmente enviava a foto e FO-DA-SE se eu estivesse em um lugar público ou no mínimo aglomerado - já que era antes da pandemia, pra ter noção do quão antiga era a webamizade), ou um assunto que na época eu gostava mas hoje em dia tenho vergonha (não tipo algum trauma ou por eu ter uma tendência assexual ou demissexual, ou eu odiar ele hoje em dia, mas é por eu ver isso hoje em dia como CRINGE - não do jeito que a geração TikTok usava em 2020, mas sim daquele jeito que era pra palavra ser, algo que a pessoa faz achando que tá arrasando, mas a vergonha alheia é ao nível de: se foi por piada = não teve graça; e se foi sério = duvidar das faculdades mentais da pessoa ainda é pegar leve), de que ele do nada mudava de assunto pra perguntar "se eu macetaria [insira alguma espécie sapiente, principalmente humanoide]", que eu até perguntava de volta mas com espécies que tinha no Projeto Dream.
Sobre os Momn, o Eric falava sobre elas serem "dominantes", mas eu suspeito que era da mesma concepção meio "Omegaverse" de dominante x submisso, de achar que dominante é necessariamente o ativo (que come) e o submisso é necessariamente o passivo (que dá), ou de colocar os Momn como um povo sexualmente mais agressivo, não como algum instinto selvagem, ou só liberalidade sexual, mas só porque as mulheres eram "dominantes" (que eu esperava já na época que fosse só um povo matriarcal que as mulheres lideravam, não dominantes sexualmente), e sobre elas "não precisarem de homens", ele poderia ter sido tão, mas tão mais simples na ideia delas simplesmente terem muitas lésbicas e poderem ter filhos de mais formas, mas na lore elas tinham um aparelho que elas usam, que transforma óvulo em espermatozoides, pra inseminar a passiva pra engravidar. Pelo menos não eram vilanizadas e nem demonizadas, mas é tão escroto ele criar um povo matriarcal parecendo um cenário hipotético de "dominação mundial feminista" de um redpill.
Eu já vi artes NSFW de shota, mas nunca me orgulhei disso e não ficaria falando essas fantasias tão explicitamente como o Eric fazia em 2018 e 2019, que incluía piadas da Sora (uma OC câmbion de cabelo vermelho de Projeto Dream) sendo uma futanari e macetando shotas, ou piadas de se o FBI batesse na porta dele por ter hentais de loli (e eu espero que ele tenha largado esse humor, porque essa poha envelheceu mal já na época e só tô percebendo a gravidade dessa situação agora que eu relembrei).
Sobre o que eu falei do Eric pensar com a cabeça de baixo, era ao ponto que, não ironicamente, ele chegou a mandar fotos de hentai pra mim mesmo eu tando em época escolar e estudando em tempo integral (mesmo eu não explicando isso pra ele, essa xamanta simplesmente enviava a foto e FO-DA-SE se eu estivesse em um lugar público ou no mínimo aglomerado - já que era antes da pandemia, pra ter noção do quão antiga era a webamizade), ou um assunto que na época eu gostava mas hoje em dia tenho vergonha (não tipo algum trauma ou por eu ter uma tendência assexual ou demissexual, ou eu odiar ele hoje em dia, mas é por eu ver isso hoje em dia como CRINGE - não do jeito que a geração TikTok usava em 2020, mas sim daquele jeito que era pra palavra ser, algo que a pessoa faz achando que tá arrasando, mas a vergonha alheia é ao nível de: se foi por piada = não teve graça; e se foi sério = duvidar das faculdades mentais da pessoa ainda é pegar leve), de que ele do nada mudava de assunto pra perguntar "se eu macetaria [insira alguma espécie sapiente, principalmente humanoide]", que eu até perguntava de volta mas com espécies que tinha no Projeto Dream.
Sobre os Momn, o Eric falava sobre elas serem "dominantes", mas eu suspeito que era da mesma concepção meio "Omegaverse" de dominante x submisso, de achar que dominante é necessariamente o ativo (que come) e o submisso é necessariamente o passivo (que dá), ou de colocar os Momn como um povo sexualmente mais agressivo, não como algum instinto selvagem, ou só liberalidade sexual, mas só porque as mulheres eram "dominantes" (que eu esperava já na época que fosse só um povo matriarcal que as mulheres lideravam, não dominantes sexualmente), e sobre elas "não precisarem de homens", ele poderia ter sido tão, mas tão mais simples na ideia delas simplesmente terem muitas lésbicas e poderem ter filhos de mais formas, mas na lore elas tinham um aparelho que elas usam, que transforma óvulo em espermatozoides, pra inseminar a passiva pra engravidar. Pelo menos não eram vilanizadas e nem demonizadas, mas é tão escroto ele criar um povo matriarcal parecendo um cenário hipotético de "dominação mundial feminista" de um redpill.
Eu já vi artes NSFW de shota, mas nunca me orgulhei disso e não ficaria falando essas fantasias tão explicitamente como o Eric fazia em 2018 e 2019, que incluía piadas da Sora (uma OC câmbion de cabelo vermelho de Projeto Dream) sendo uma futanari e macetando shotas, ou piadas de se o FBI batesse na porta dele por ter hentais de loli (e eu espero que ele tenha largado esse humor, porque essa poha envelheceu mal já na época e só tô percebendo a gravidade dessa situação agora que eu relembrei).
-- 09/03/26 --
Sobre o mau balanceamento, não deu tempo de falar ontem sobre, e sinto que antes eu não consegui falar algum exemplo preciso, mas por exemplo:
- Ele nunca explicou o nível de poder por exemplo dos Guardiões, e dos personagens dele havia certas contradições, 3 que eu lembro incluíam:
- O Guardião do Fogo principal não ser imune a fogo (começou errado) mas se regenerar (que ele nunca especificou se era tipo uma Fênix, por fogo, ou tipo o Wolverine, por carne)
- A Guardiã da Água o Eric falou que ela teria uma "ótima variedade de poder sobre a água", mas o ""auge"" segundo ele era abrir uma porta com um refrigerante (e acho que ele jogou muito FNaF, porque na lore não foi ela modelar refrigerante numa chavezinha que nem eu pensei de primeira, e sim ela só tacar o refrigerante na porta e abrir, como se fechar ou trancar porta elétrica fosse o que gasta energia, sem falar que The Name Chellux era tão mal explicado, e o Eric só jogou isso na roda do chat, que eu nem parei pra perguntar o que os personagens tavam invadindo, já que, como dito, a cada temporada o mundo regredia só pra ele criar histórias medievais com coisa tecnológica).
- O Guardião do Tempo, Kai, é um policial do tempo e na história dele parar o tempo é um crime... Mas viajar no tempo não, e eu fiquei DIAS explicando como isso não fazia sentido.
- Até comento mais acima que na lore dele, parar o tempo paralisa o cérebro das pessoas, mas se fosse assim era pra esse poder só funcionar em seres vivos, e mesmo se fosse assim, por que macadâmias uns têm chance de desparalisar e outros não?? Ele simplesmente largou isso daí, e mudamos pra justificativa ser algo tipo usar poderes cronocinéticos a porte de armas (afinal, coisas como parar ou retornar o tempo facilitaria um monte de coisas principalmente de moral ruim)
- Eu achava interessante o Zachary, Guardião Radioativo, ter poderes radioativos (parte óbvia) mas, comicamente ou não, ele morrer por excesso ou ausência de radiação, eu lembro que ele ficou surpreso que eu falei sobre bananas serem radioativas e... Ele curaria a abstinência radioativa comendo banana.
- Mas quando tinha as Nebulas ou o Dystopia eu achava ruim, porque esses aí e o Zachary eram tão mal balanceados que parecia que ele tava fazendo pra ganhar alguma rinha de personagens, e eu me sinto idiota por me frustrar por isso (mas né? já passou mesmo), mais do que quando ele não atendia em chat já que ele era um dos poucos webamigos que eu conversava sobre OCs (seja porque ele atendia ou por ele também ter OCs).
- O Dystopia tinha uns poderes cronocinéticos, destruição em escala cósmica e, em uma conversa, o Eric dizia que o Dystopia tinha uma "sala de antimatéria", e em outra, ele teria 4 cavaleiros incluindo um chamado Timeless, que um dos poderes dele é onipresença no espaço-tempo, mas quando eu queria saber mais depois que ele só jogava isso na roda, ele esquecia e admitia que foi só pra tentar ganhar no argumento comigo.
- Um momento pra falar de uma webamiga dessa minha época de powerscaler chato e de rinha de OCs, tinha uma OC minha que era tipo uma Chapeuzinho Vermelho que é uma criança que vira uma adulta bem forte e tinha pistolas e espadas, s a tal webamiga falou pra essa OC minha ter uma rinha com um OC dela que se duplicava quando era cortado e tem a carne à prova de balas, tipo poha, a fdp botou um boneco que tinha os dois counters exatos dela e jurava que a luta tava balanceada, e óbvio que recusei essa lutinha.
- A OC só existe na versão 2019 do blog.
- Já as Nebula eram mulheres humanas modificadas pelo Universo para deterem o grupo dos Chellux e dos Guardiões e resetar o multiverso duma vez por causa de uma parada de The Name Chellux sobre ciclos dos Guardiões e da natureza.
- Sim, temos infinitos universos nessa cosmologia, planos mágicos menores paralelos, raças mitológicas alienígenas, e o cara escolhe apenas humanas!
- Eric uma vez falou que os humanos em The Name Chellux têm "mais ligação com o místico/a magia", o que não cola considerando que essa história tem até deuses, ele até tentou falar que os cientistas na história dele eram magos mas eu critiquei isso como um defeito do The Name Chellux.
- É covarde demais colocar na sua história a magia como "ciência secreta" ou "ciência incompreendida" sendo que ciência é algo lógico e explicado do natural e a ciência é algo sobrenatural (ou seja, superior à natureza, tanto que por isso sobrenatural também pode ser algo desconhecido), são coisas fundamentalmente opostas.
- As Nebulas eram Maga, Monge (ou Combeiro pra quem é novo em RPGs), Berserker, Paladina e Caçadora/Artilheira (não lembro se eram Nebulas diferentes ou só uma Nebula), a Nebula Maga era a mais fraca... E era a que tinha a magia que podia explodir até buraco negro (que por algum motivo ele nem explica se tremeu a Terra, ou a rachou ou fez buraco gigante, só acertou o Zachary e nem deu dano, mas era uma Nebula fraca fisicamente, o que já diz que o Eric reduz combate a poder alto em todos os atributos.
- O que fica estranho pra alguém que gostava de magia ao ponto de arrastar coisa científica pra "magia", ou de focar tanto em humanos mágicos, já que por ter poderes elementais ou energéticos, os atributos físicos são menos relevantes e geralmente personagem que é bom em ambos tem que ter uma fraqueza específica ou um limite (tipo o Zachary, mas que isso se perdeu no caminho de ambos), ou algum inimigo que é melhor em tal especialidade (tipo o que faziam com o Hulk na Marvel).
- E curiosamente, ele parecia ter algum favoritismo, afinal, na época que as Nebulas eram vilãs (porque na temporada após essa época elas ficam todas do bem e mais fortes), ele fazia um monte de piada do quão "buxa" era a Nebula Maga e o quanto ela apanha de outros personagens, enquanto a Nebula Monge (a única que lembro o nome: Stardust) era, além de uma das mais fortes, também uma traidora das outras e que ajudou os heróis.
-- Atualização 10/03/26 --
Como dito antes, essa página é um desabafo, esse aviso eu tô reforçando porque não fará o menor sentido tirar satisfação com o Eric ou brigar com ele pelo que eu tô falando, assim como eu anoto coisas nesse blog como um Diário, pra não precisar marinar isso na minha cabeça, também isso parece abrir espaço pra eu relembrar mais coisas sobre esse caso.
- Além da inconsistência no Hendrick, e o Eric ser racista e incompetente com o personagem, há uma inconsistência na diferença dele pros seus 6 irmãos.
- Num dia o Eric falou que o Hendrick era o menor dos irmãos, algo estranho porque entre os irmãos havia uns 2 com fisiologia declarada humana, e num outro dia, bem depois, ele falou que o Hendrick era o terceiro maior, só perdendo pra uma irmã mais nova que é gigante (uns 10 metros, um tipo de rainha e mãe dos dragões, ou uma Dragonesa Primordial) e outro era maior ainda.
- Não lembro o nome de todos os irmãos, mas em ordem eram o Primeiro Fim (ou Primeira Criatura quando ele mudou pra fazer mais sentido, e é o maior deles), o Primeiro Mago (tipo uma entidade de magia e que adicionei que seria pai das plantas), o Primeiro Ninho (Garith), o Primeiro Monstro (Hendrick), Primeira Dragonesa (Andeinevere), Primeiro Demônio (Nightshade) e Primeiro Humano.
- O Primeiro Humano eu sempre achei estranho, porque ele seria o mais poderoso segundo o Erick (o que não faz sentido já que o Primeiro Fim era tipo um Cthulhu da família, temos o Hendrick que é um pai de monstros e a Andeinevere que é mãe de dragões, e o Primeiro Mago seria mais poderoso em poder energético), e era um humano branco e loiro (que eu sempre achei muito suspeito um humano primordial e mais poderoso ser um personagem loiro, parecendo aqueles papos arianos) com uma espada enferrujada (não lembro o simbolismo mas também não fazia sentido).
- O Guardião dos Metais é um robô criado pelo Guardião do Fogo, o da Terra e o do Vento nas primeiras temporadas, e eu não gostava dele ser um robô movido à magia: não por eu não gostar de histórias mágicas, mas pelo Eric ser um preguiçoso com ideias de fontes de energia, já que ele admitiu não esperar que uns personagens meus tivessem fonte de energia nuclear (o Projeto Dream de 2019 era meio Atompunk), mas pra um cara hiperfocado em guerras e armas era estranho ele não ter adicionado nada de urânio ou petróleo nas tecnologias dele.
- Sobre o Eric ser o típico "filho das bruxas que ninguém queimou // a avó com presépio e crucifixo gigantes em casa", eu achava estranho ele limitar demônios a chifres, por exemplo quando a gente tava falando de umas fusões de OCs meus com dele, ele achou que a fusão da Nebula com o Lux Cypher teria chifres só porque Lux Cypher era um demônio, mas em PD desde 2019 demônios não têm chifres por regra.
- Chega num ponto que o Eric tentou explicar que os demônios usam chifres como arma natural, mas obviamente se o bicho ruim soca, chuta ou solta fogo, a chifrada é o ataque menos eficiente possível e não teria como ser um ataque comum. Geralmente personagens humanoides que atacam de cabeçada usam em investidas ou ataques carregados pra compensar a carga ou se o chifre ou capacete é especial pra isso, não um ataque comum.
- Tinha uma época no PD de 2019, em que as coisas mágicas incluindo heróis migraram pra dimensão dos monstros pra deixar a Terra menos perigosa, e PD focaria em ficção científica, e era inconsistente que num RP o Emag tava "farmando aura" contra Deus (ou um equivalente disso no PD da época) falando da Lâmina Imaculada (uma lâmina de The Name Chellux que mata permanentemente a maioria dos que ela corta), mas nos RPs liderados pela família do Luciano (um tiozão velho calculista e engenheiro e que resolve mistérios com seus filhos nessa fase do Projeto Dream) o Luciano com umas arminjas e bombas impressionava os personagens do grupo e nível do Emag.
- Nem culpo a inconsistência, mas o ego, não julgando como eu sei hoje, mas julgando como eu já via na época, que no RP do Emag o Eric queria usar ele pra se posar de melhor que o que eu tava fazendo, no outro RP o Eric que tava surpreso com umas coreografias que eu narrava, porque com o Luciano eu já tava testando um personagem detalhista e até narraria tipo os cálculos do personagem.
- Isso eu fiz bem melhor no reboot de Projeto Dream já que de 2022 a 2024 eu tava fazendo faculdade de logística, onde eu tava desenvolvendo umas ideias de tecnologia, estatística e comércio, e usei o Projeto Dream até pra anotar umas paradas de faculdade.
- Também o Eric parece reduzir os poderes cronocinéticos em 8/80:
- Ou era só viagem no tempo (que me lembra Supernatural, onde lá todos os monstros lá são humanos de jaqueta/terno/vestido gala, mas a diferença é que a CW é um estúdio POBRE e que nunca ouviu falar em figurinos, já o Eric até certo ponto sabia desenhar uns bichos e armas e podia descrever a forma das criaturas por desenho).
- Ou era controlar linhas temporais que, tais como em Dragon Ball, cada linha do tempo é uma continuação do multiverso, e que incluía o Game usar um poder de save-state que rebobina o tempo em escala máxima, ou também o Dystopia criando um multiverso menor com restos temporais, ou podendo destruir uma linha do tempo por vez e tendo um personagem chamado Ry.
- Ry é um Game alternativo que perdeu sua realidade por culpa do Dystopia ter destruído uma linha do tempo que ele surgiu, e que luta ao lado das Nebulas em troca de ajuda, podia ser um personagem bem complexo mas o Eric focava mais nas Nebulas em si.
- Eu odiava um personagem que não vou lembrar o nome, mas era um filho do Game com uma bruxa poderosa e que esse filho do Game era meio tipo o Boruto, tinha raivinha do pai e renegava de seguir os passos dele, e o desfecho dele envolveu ele sendo um bruxo, usando magia e entidades, e coincidentemente ele só teve relacionamento com homens, então tínhamos a piada desse filho do Game sendo "cada vez mais mago e gay", mas disclaimer antidesempregado: eu odiava o personagem por ele rejeitar herdar os poderes e estilo de um Chellux e virar um bruxo, e não por ele ser gay.
- Mas revendo agora, esse OC pode ter sido um reflexo do Eric se achar um filho de bruxas, considerando que foi logo um personagem que avançou como um protagonista e The Name Chellux foi regredindo pra uma história mais antiga e mágica com tema meio de Elden Ring.
-- 11-03-26 --
Acho que falei em algum post em blog (não lembro qual, mas ainda nesse site) sobre como eu escrevo muita coisa nos meus sites e blogs pra liberar muita coisa da minha mente, e que teve uma vez que, quando eu superei minha depressão e pensamentos suicidas, isso livrou muito espaço pra eu pensar mais corretamente e minha memória durar mais. Por isso que eu tenho que atualizar as páginas: Por eu às vezes relembrar algo logo depois de desabafar, ou como eu já vi em algumas metáforas sobre desabafo:
Muita coisa parece bagunçada, uma fumaça na mente, e depois que você se expressa que isso se desalinha, e parafraseando Zêneca, realmente sofremos muito menos na situação real que no que a gente acha dessa situação (e eu me sinto um idiota de não ter conhecido o Estoicismo tão cedo já que as aulas de filosofia no Brasil são péssimas, a professora por exemplo confundindo ceticismo (que diz não acreditar em absolutamente nada a menos que seja 100% explicado) com sofismo (que diz que não tem verdade absoluta, mas o sofismo é um lixo criado por políticos corruptos pra ensinar as pessoas a falarem bonito e não raciocinarem direito pra saberem informações certas, tanto que por isso que Sócrates era contra a Democracia, por ela ser facilmente suscedível aos sofistas, uma escola filosófica que Sócrates odiava profundamente)
Por exemplo, eu lembrei curiosidades bobas das Nebula, mas que eu não tava lembrando tão bem, como: A Nébula Maga se chama Luna, e depois da redenção ela aprende magias mais variadas que só as de ataque e dano em massa, e namora se não me engano a Nebula Berserker (essa memória eu não tenho certeza, a dessas Nebulas serem um casal, mas eu lembro que a Nebula Berserker era também um saco de pancada segundo o Eric, provavelmente sendo tipo "100 homens vs 1 gorila", que não importa o quão forte o gorila seja, ele vai apanhar mais por ter mais humanos pra socar ele), ou a Nebula Monge, chamada Stardust, não sabia o que é tecnologia (ao ponto que ela tentava convencer o Luciano (OC meu) que tecnologia e magia são tipo uma coisa só, o que poderia ser só uma paráfrase malfeita do Arthur Clarke, autor de 2001 - A Odisseia no Espaço, mas é só um reflexo do Eric não fazer a menor ideia do que define tecnologia e magia).
Também lembrei que tinha uma Nebula assassina, que seria tipo o Spy de TF2 ou pró-player de ladrão do Skyrim, que mata com facada nas costas, não sei se eu não lembrava por pura memória reprimida, ou porque era uma Nebula esquecível que o Eric citou muito pouco, ou porque... quem joga RPG pela experiência ao invés do metagaming, que vai se importar de jogar de assassino da Dark Brotherhood no Skyrim? Já que o Eric comenta de um amigo dele que se gabava de ser um mestre ladino dos backstabs, mas apanha demais pra dragão, enquanto o Eric jogando de guerreiro acaba com os dragões fácil.
Falando em dragão, lembro de uma vez que eu perguntei o porquê dos dragões serem separados dos monstros, e ele tentou falar sobre dragões serem "mais consistentes" que os monstros, e ele comparou tipo um dragão de vento e um dragão de luz que eu não lembro os nomes, e tenta lacrar falando "um vampiro não tem nada a ver com um lobisomem", mas...
Acho que falei em algum post em blog (não lembro qual, mas ainda nesse site) sobre como eu escrevo muita coisa nos meus sites e blogs pra liberar muita coisa da minha mente, e que teve uma vez que, quando eu superei minha depressão e pensamentos suicidas, isso livrou muito espaço pra eu pensar mais corretamente e minha memória durar mais. Por isso que eu tenho que atualizar as páginas: Por eu às vezes relembrar algo logo depois de desabafar, ou como eu já vi em algumas metáforas sobre desabafo:
Muita coisa parece bagunçada, uma fumaça na mente, e depois que você se expressa que isso se desalinha, e parafraseando Zêneca, realmente sofremos muito menos na situação real que no que a gente acha dessa situação (e eu me sinto um idiota de não ter conhecido o Estoicismo tão cedo já que as aulas de filosofia no Brasil são péssimas, a professora por exemplo confundindo ceticismo (que diz não acreditar em absolutamente nada a menos que seja 100% explicado) com sofismo (que diz que não tem verdade absoluta, mas o sofismo é um lixo criado por políticos corruptos pra ensinar as pessoas a falarem bonito e não raciocinarem direito pra saberem informações certas, tanto que por isso que Sócrates era contra a Democracia, por ela ser facilmente suscedível aos sofistas, uma escola filosófica que Sócrates odiava profundamente)
Por exemplo, eu lembrei curiosidades bobas das Nebula, mas que eu não tava lembrando tão bem, como: A Nébula Maga se chama Luna, e depois da redenção ela aprende magias mais variadas que só as de ataque e dano em massa, e namora se não me engano a Nebula Berserker (essa memória eu não tenho certeza, a dessas Nebulas serem um casal, mas eu lembro que a Nebula Berserker era também um saco de pancada segundo o Eric, provavelmente sendo tipo "100 homens vs 1 gorila", que não importa o quão forte o gorila seja, ele vai apanhar mais por ter mais humanos pra socar ele), ou a Nebula Monge, chamada Stardust, não sabia o que é tecnologia (ao ponto que ela tentava convencer o Luciano (OC meu) que tecnologia e magia são tipo uma coisa só, o que poderia ser só uma paráfrase malfeita do Arthur Clarke, autor de 2001 - A Odisseia no Espaço, mas é só um reflexo do Eric não fazer a menor ideia do que define tecnologia e magia).
Também lembrei que tinha uma Nebula assassina, que seria tipo o Spy de TF2 ou pró-player de ladrão do Skyrim, que mata com facada nas costas, não sei se eu não lembrava por pura memória reprimida, ou porque era uma Nebula esquecível que o Eric citou muito pouco, ou porque... quem joga RPG pela experiência ao invés do metagaming, que vai se importar de jogar de assassino da Dark Brotherhood no Skyrim? Já que o Eric comenta de um amigo dele que se gabava de ser um mestre ladino dos backstabs, mas apanha demais pra dragão, enquanto o Eric jogando de guerreiro acaba com os dragões fácil.
Falando em dragão, lembro de uma vez que eu perguntei o porquê dos dragões serem separados dos monstros, e ele tentou falar sobre dragões serem "mais consistentes" que os monstros, e ele comparou tipo um dragão de vento e um dragão de luz que eu não lembro os nomes, e tenta lacrar falando "um vampiro não tem nada a ver com um lobisomem", mas...
- Primeiro: Por essa lógica animais não fazem sentido porque um leão não se parece com um elefante? Porque eu comparei com isso na época que ele falou isso.
- Segundo: Na real lobisomens e vampiros têm a ver sim, seja por serem monstros noturnos com base em humanos corrompidos, têm seu potencial máximo de noite, têm entre as fraquezas a prata, e são baseados em pessoas infectadas com raiva (e por isso eles passam a maldição por mordida, porque era praticamente a transmissão de doença).
- Terceiro: Entre as espécies de dragão da história dele, tem o Dragão de Roupas Sujas (seria tipo aquele meme de você ver o monte de roupa usada e achar que tem uma pessoa deformada no escuro, só que sendo realmente um monstro no escuro).
No fim ele teve que mudar a interpretação, pra dizer que é porque os dragões na verdade têm uma quantidade maior e mais pura de magia. Falando nisso, não, os dragões de Projeto Dream não têm nada a ver com The Name Chellux, eu nem sabia dessa história quando tava escrevendo as primeiras versões e não lembrava dela quando fui recomeçar PD em 2022.
- Na HQ piloto tinha poucos dragões ou kaijus, e era pra ter o Dragondorf pra finalizar o Amon que, na época, era pra ser o vilão final. Dragondorf sendo uma mistura de Dragon com Ganondorf, já que Ganondorf é a versão humanoide do demônio Ganon, logo, Dragondorf seria a versão humanoide de um dragão.
- Os dragões do blog 2019 eram tipo os dragões da Miss Kombayashi, teria tanto a forma animal verdadeira quanto uma forma semi-humanoide, e teriam um tipo de energia vital própria chamada Força do Dragão (tipo Dragonforce do Between Fire and Flames).
- Já os dragões do Projeto Dream têm inspiração em diferentes mitologias, diferentes espécies de RPG (incluindo drakes, wyverns, hydras, etc.), e até em One Piece (com o dragão-real dos oceanos da Terra sendo baseado no Kaido), com mistura de evolução (pq dragões evoluem nativamente nos planetas de origem) com esoterismo (tipo as logosferas, ou Sprihit Vrens, que eles criam para os planetas que tem eles).
Chega a ser irônico o fato que, antes, de 2018 a 2021, a magia em Projeto Dream era por Mana, sendo uma energia vital-cósmica tipo Ki, Chakra ou Elementos, e a magia em The Name Chellux era por Aura, que tinha a mesma lógica da Mana, mas por algum motivo, o Eric começou a parar de chamar a energia de Aura e mudou pra Mana, acho que de tanto a gente usar sistemas mágicos iguais, ele usou o mesmo nome porque acostumou e porque era mais fácil associar Mana a magia. Porém, a Máquina tem porra nenhuma a ver entre o Projeto Dream e The Name Chellux.
- A Máquina em TNC é tipo como se chama o universo/multiverso que entidades como o Lich, o Universo e o Chellux original (porque entidades como Game e Emag são pedaços de uma entidade maior) têm/tinham controle.
- A propósito, eu falei sobre o multiverso em PD (mesmo em versões como a de 2019) ter 20 dimensões, ou seja, ser 20D, mas o Eric (não entendendo) comparou que o multiverso dele tem "infinitas dimensões", sendo que eu não quis dizer dimensões tipo universos menores/paralelos, e sim de dimensionalidade, o bom é que foi fácil explicar pra ele.
- Já a Máquina em PD eu baseei em uma forma que chamam a magia dos Mayar de Sr. dos Anéis, já que o Tolkien comparava muito a magia com tecnologia (não do jeito do Eric, e sim de um jeito mais inteligente: seja da magia ser uma alternativa natural e sobrenatural à tecnologia, ou de ter artes mágicas que envolvem arte, engenharia e metalurgia, formas de tecnologia), somado com a ideia de "engrenagens do universo" (que simbolizam causalidade, interdependência cósmica e forças fundamentais).
- Assim como eu comparo elementos da natureza com luz (tipo em PD o elemento luz ser "todos os elementos", o elemento escuridão ser "nenhum dos elementos", e o elemento vazio ser "a cegueira" (já que não enxergar nada é diferente de enxergar tudo escuro ou claro demais)) ou à tabela periódica (como o elemento metal eu não comparo como uma cor só, e sim cada elemento químico tendo a sua cor na cromologia elemental, assim como eu uso elementar pra quando o elemento da natureza existe a nível até mesmo mais fundamental que o atômico).
Não sei se contei muito do Eric não gostar de Jojo lá pra 2018, mas tinha uma época que ele odiava Jojo, os motivos eu não vou lembrar, mas o jeito que ele tenta argumentar com raiva é bem claro que é alguém odiando Jojo pra se achar cult (o que é tão estúpido quanto dizer que número 0 não existe só porque é um número pra contar o nada, já que Jojo é antigo nível Dragon Ball e o OVA e o jogo de fliperama já eram coisas bem underground na comunidade de animes), e quando ele foi "convertido" a gostar de JJBA... ele tentou falar de Jojo referência até onde não existia, tipo num jogo de Mario Tennis (talvez o Mario Tennis Aces, já que era na época que a parte 5 de Jojo era esperada - ou seja, nem era hype), em que o Waluigi teria "soltado um stand" (mas era só um poderzinho de energia do jogo).
-- Nota de 13-03-26 --
Sobre o Eric odiar Jojo, ele gostava de Persona, e tinha personagens que conjuravam "Susanos" ou "Personas" segundo ele, mas eu chamava de stand porque Jojo fez realmente bem antes então invocar seres de energia da própria alma, ainda mais se querem dizer algo do usuário, vai ser uma Jojo referência.
Eu lembro que falei de algo assim pro meu irmão e ele ficou puto comigo e tentou falar que Persona era diferente de stand, eu pedi pra ele explicar e ele falou, mais puto, que "não é tão fácil quanto parece" (o que não cola, porque se você fala que é mais complexo ou complicado que parece, mas não explica, é que você não sabe e não que o assunto é complicado), e mesmo eu GRITANDO pra ele explicar ele não falou do assunto e eu tive que desistir porque eu tava me sentindo que tava tipo jogando xadrez com um pombo.
E realmente o Eric era hiperfocado em persona e tentou me convencer a assistir a Persona e... Não achei interessante, sem sacanagem eu realmente não gostei e tava num dilema de: se eu assistir ao 5, vai ter muito spoiler; se eu começar pelo 3 normalmente, vai demorar, então eu desisti. Fui ver sobre o que são os Personas do anime Persona e... São stands, são espíritos combatentes que manifestam um desejo reprimido sob usuário, assim como stands são espíritos, nem todos combatentes, que manifestam o subconsciente ou um objetivo do usuário.