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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

Eric, um webamigo estranho

Eu uso as páginas de blog, não para coisas como "quem nós somos" ou "sobre esse blog", basicamente porque eu já me descrevo ou descrevo a minha vida em blogs normais, eu uso as páginas pra umas coisas mais secretas, como páginas de backup de histórias caso forem tão longas que eu tenho medo de deletar sem querer, ou alguma coisa mais confidencial que eu escreva pra desabafar mas, também, algo que eu não quero que leiam, algo mais pra mim.

 Eric Hemerly, conhecido às vezes como Smashed Pudding, que quando eu tava com vergonha de criticar ele eu chamava de Arco-Íris Idiota em uns blogs específicos mas com o tempo desisti, era um webamigo que eu tive por uns anos no Facebook, ele sabia desenhar umas armas, principalmente lâminas (espadas, machados...), e ele tinha um conjunto de personagens (que ele mesmo se assusta de eu ter memorizado tanta coisa que ele já narrou pra mim - exemplo aqui), porém, entre 2019 e 2022 ele era bem irritante.
 Teve vezes que a gente brigava mas justamente porque a gente tinha um baita problema de se entender e ainda assim tentava manter a amizade, e curiosamente nessas discussões ele admitiu ter "Asperger" (o termo é hoje em dia errado por causa do contexto do Dr. Asperger, mas aos poucos ficou casual saber que ele tem autismo leve, por isso fará sentido alguns pontos eu falar que alguns assuntos dele eram hiperfocos). Sobre a piada do "Arco-Íris Idiota" vem justamente de uma vez que a gente tava conversando num chat nessa época que tava tudo mais normalizado, e ele falou "já reparou que eu faço umas histórias edgy mas eu sou um arco-íris idiota?"

[Lembrando que isso é um desabafo, não um exposed/cancelamento, e também como faz muito tempo que não converso com ele, são apenas relatos e memórias que acumulei ou recuperei]
 Eric criava umas histórias bem edgy pra esse tal The Name Chellux, envolvia muitas histórias de genocídios, torturas, demônios e guerras cósmicas que pareciam eternas, algo que na época eu achei "foda" ou intimidador, mas aos poucos vi como ele fazia de forma bem imatura, ainda mais quando eu fazia RP's de crossover entre o The Name Chellux e versões antigas de Projeto Dream (antes da versão do blog 2022), os personagens dele eram agressivos às vezes de graça, às vezes quando meus personagens quebravam a quarta parede e me citavam (porque desde essa época tinha essa piada do "Narrador"), o Eric colocava os personagens pra me chamar de doente mental na cara dura, e ele usava a mesma desculpa de "ain, é o que ele falaria", como se ele não tivesse controle dos personagens dele ou como se fosse pra achar legal ele usar os personagens dele pra me xingar (aquela lógica do episódio do Chapolin, O Ventríloquo, que um personagem lá chuta o ventríloquo em vez do Chapolin - que tava disfarçado de fantoche - porque é o ventríloquo que controla o boneco, ele não ia bater em alguém sozinho), assim como, por um arco muito besta em que uma personagem minha tava brava com uns vilões, ele inventou de colocar os personagens dele pra torturar essa personagem pela eternidade (porque o Eric tem um senso de justiça muito bosta, e reflete isso nos "heróis" dele, Eric tentou falar que "ain nem é canônico" como se o problema fosse só esse, assim como os próprios personagens dele fazem umas atrocidades com figurantes, como um tal de AA-21 que torturou um político corrupto na frente da família dele, assim, se um criminoso fez algo leve, ele é preso, se ele fez algo grave, geralmente ele apanha, mas desse AA-21, ele traumatizar crianças já torna ELE errado, foda-se o político que o Eric nem explicou quem era). Essas palhaçadas de como Eric usava os OCs dele como desculpa pra ficar me ofendendo são só uma ponta nesse iceberg, porque são coisas que eu só levei pro pessoal e tô desabafando, mais a fundo, vai ter umas coisas que serão tanto idiotices legítimas quanto até mesmo preconceitos.
 Outro problema que o Eric tinha era com a escala de poderes e até mesmo de medida do que tinha nas histórias dele, como geometria e geografia (sim, isso mesmo, e por ser algo também besta também tá aqui ainda acima). Em The Name Chellux, tem um trecho que misteriosamente se passa uns 40 milhões de anos no futuro (tenho vaga memória sobre ele falar alguma coisa sobre Warhammer 40k, mas duvido que ele fez parecido nisso por inspiração), e por nenhum motivo além de deixar grimdark ou continuar num status quo de fantasia mágica e até medieval, embora tecnológico porque temos ainda aliens e aparelhos dos anos 2010 (não lembro se era Monm ou Momn, mas era uma raça alienígena também similar com humanos, ele pode não ter descrito tudo mas lembro que eu imaginava eles azuis ou cinza mesmo ele nunca descrevendo como eram ou se tinham etnias (seja que nem humanos ou que nem aliens do Ben 10), incluindo um deus dele que é um ferreiro de 6 braços, mas o destaque era ser um povo matriarcal, o Eric não descrevia isso como algo progressivo ou meramente diferença cultural, já que sendo um tarado hiperfocado em NSFW que ele era, ele descrevia elas como "as mulheres são dominantes e não precisam de homens" (o que pega mal, não por fetichizar mulheres mais fortes e corajosas, mas por parecer o estereótipo machista do que seria supostameeente o feminismo)), as tecnologias dos personagens ainda eram atrasadas e até piores que o que já era conhecido no ano 2019 que tinha essa temporada, e hoje em dia não lembro mais o número, mas segundo ele a Terra teria uns 9 a 12 dígitos de tamanho, mesmo que a Terra na verdade tenha 40.008 km de circunferência, cerca de 12.000 km de diâmetro entre os polos, e 510,1 milhões de km² de área total, e nesse futuro a Terra só aumentou uns 30% (façam os cálculos, já foi uma trabalhadeira achar esses números e vocês não querem saber estatísticas e sim tretas), assim como, nessa época edgy e de rinhas de OCs, não era raro ele falar que alguns personagens dele tivessem poder de invocar buracos negros, como se fosse algum ataque nível 1 (tanto que, diferente do Eric, eu evito citar diretamente que qualquer personagem meu que tenha poderes similares cria buracos negros, mas propriedades deles como a singularidade, porque é como eu avisei o Eric, sobre como buracos negros são simplesmente super estrelas colapsadas, e fica estranho personagens dele usarem isso casualmente), pra meses depois ele nem lembrar que os personagens dele tinham esse poder, assim como nas rinhas de OC, ou o OC dele ganhava, ou ele fazia o velho "desvio e te mato", ou alguma coisa na luta interrompia (ao ponto de, numa luta de vários OCs meus e dele, ele colocar que um OC dele chamado Isaac, que devora deuses, tava saindo de controle), eu podia ser imaturo por ser um adolescente idiota que caía nessas briga por personagem mas é surreal como ele era pior por não saber perder. Sem falar que tinha uma temporada em que tem um metal chamado Ébano (tipo o Ebony de Skyrim) que se deslocava na Terra, na explicação anterior do Eric era por placas tectônicas, o que não fazia o menor sentido e eu tive que avisar ele sobre isso, e ele mudou pra isso ser um tipo de efeito mágico/divino do metal.

 Um OC dele chamado Dystopia, pra ele era pra ser o personagem mais poderoso dessa série dele (spoiler: já nessa época isso desatualizou), que segundo o Eric o Dystopia tinha poder destrutivo entre planetário (porque destruiu a Terra) a universal, somado com poder de controlar o tempo e linhas do tempo (pra ser mais coisa de anos 90, só macacos radioativos, zumbis rockeiros e ginastas de bolaina com neon), ao ponto de criar um universo menor com 16 linhas do tempo (algo tipo "16 em 1", era o mesmo espaço com um hipertempo), o problema é que o Eric superestimava esse Dystopia ao ponto de também mentir umas coisas do personagem, dizendo que ele tinha uma "sala de antimatéria" (era numa época que ninguém sabia ciência quântica, partículas e achava que antimatéria era uma energia maligna, não só matéria com carga inversa) ou um servo chamado Timelesss (que supostamente seria uma entidade onipresente no tempo).
 Outro personagem eu não lembro se era Jack ou Harry, mas era bem daquele tipo de "nome genérico super maneiro" de protagonista dos anos 90 também, um guardião do vazio que, segundo ele, era depressivo e tenta enfrentar os inimigos se contendo muito pra ter mais desafio, mas nos RPs o personagem era um analfabeto emocional que com qualquer coisa já tava xingando eu ou meus personagens, e que usava um poder de banir o inimigo pro Vazio da forma mais "desvio e te mato" possível, o que me fez odiar esse personagem porque era justamente um motivo da hipercompetitividade dele que me irritava e, junto de eu ver o quão hipócrita é a galera do VsBattles e sua Wiki da Fandom, me fez abandonar esse costume de ficar comparando powerscaling de OCs meus e alheios, ao ponto de que dependendo do webamigo, ainda mais quando eu já sabia que não era competitivo como o Eric de antes, quando a pessoa já falava de comparar OCs, tipo "ah, meus OCs perderiam" ou "ah, bora fazer lutinha de OC?", eu já falava que não queria saber do assunto (algo que demorou pra acontecer na verdade, por volta de 2021 em diante).

[O agravante disso não poder ser um exposed, é que é de uns anos atrás, além de tar prescrita essa briga e o Eric talvez nem lembrar de mim, também fotos de tais personagens foram perdidas, mesmo que eu salve fotos do Messenger, são de anos, e como taria numa galeria antiga cheia de porcaria, memes de artes NSFW - eu era adolescente, desconta! - seria uma trabalhadeira por exemplo eu achar desenhos feios meus, ou desenhos que outros fizeram pra ele]
 Algumas idiotices envolviam um personagem dele chamado Hendrick, um personagem grande, alto e bem másculo, com cabelo grande, pele escura, e é um homossexual ativo (se isso era relevante pra trama? não sei se era pra chocar ou só porque eu e Eric falávamos muito de coisa horny e hentais, mas ele falava um monte de vezes que o Hendrick macetava o Kai - um self-insert do Eric e um tipo de guardião do tempo - até aleijá-lo - esse personagem chamado Kai também era tarado, porém com mais tendências passivas, embora não se limita a isso e aparentemente também só era relevante pra umas histórias horny que ele fazia, eu sinto que ele era hipócrita dele reclamar de eu planejar meu OC Eros namorar uma árvore (eu falei meio zoando, mas também meio sendo um burro que acha que pansexual pega até objetos, algo que obviamente mudei com o tempo e o Eros namora uma dríade), enquanto ele fazia o Kai sendo o estereótipo do "LGB hiperfocado em dar o rabo"), porém, o Hendrick levava... naturalidade (foi a palavra que melhor podia resumir) ao extremo, ao ponto de achar "coisa de frouxo" ter prótese (Hendrick perdeu um braço por um tipo de espada mágica), mas temporadas depois o Eric colocou q Hendrick criava um braço "de stand" (essa comparação minha é irônica, porque o Eric falava muitas vezes reclamando de JJBA, se achando cult por isso, mais uma hipocrisia dele considerando que ele era fã de Persona, uma franquia com entidades nitidamente inspiradas em stands - isso é, invocar entidades de energia com poderes especializados JJBA fez primeiro e Naruto popularizou), e depois, o Eric pediu uma fan art do grupo do Hendrick (umas 7 entidades primordiais), e a autora fez o Hendrick branco (só porque eu fiz o Hendrick branco sem querer e por ele não ter citado isso antes de eu começar um certo desenho - e olha que antes dele descrever o suficiente, eu achava que o Hendrick parecia aquele estereótipo de homem branco com fantasia BDSM de policial ou motoqueiro tipo o YMCA), mesmo a gente já concordando que o Hendrick branco foi um erro meu, porque ele esqueceu que o Hendrick era negro, assim como do nada, mais temporadas depois, ele fez o Hendrick casado com uma mulher e tendo filho, ou seja, ele esqueceu até o Hendrick sendo gay, o que foi ridículo porque se perdeu a ideia do personagem de "gay machão" que quebrava um monte de paradigma.
 Falando no Kai, tinhas umas regras muito cagadas sobre manipulação temporal em The Name Chellux, porque o Eric fazia um malabarismo pra justificar que parar o tempo é um crime no universo dele, falando que quando para o tempo, o sistema nervoso é desligado (o que não faz sentido, porque parar o tempo é literalmente um pause na realidade, se fosse pra dar paralisia nervosa nos caras eles iam tar no chão, não travados em posição), e quando o tempo "despara", tem chance das pessoas não desparalisarem e morrerem (sendo que não tinha essa mesma lógica pra quando parava o tempo), e foi mó trabalhadeira pra explicar como até numa ficção científica ou história mágica isso não fazia sentido, acho que uns anos porque o Eric era burro e eu não consegui explicar de primeira.

 Sobre isso de "sistema de poderes prolapsado", eu lembro que tinha uns 5 personagens que eu perguntei os poderes e o Eric falou "onipotência", tipo, pra ele fazia sentido ter uns 5 onipotentes, mas pra ele era "de mais" ter personagem com poder de controlar a realidade (e eu me sinto um idiota em ter que explicar pra vocês como isso não faz o menor sentido, assim como o Eric é burro demais até pra perceber esse erro severo), os personagens eram:
  • A Pureza: O que era pra ser um equivalente do Deus da Bíblia, mas essa entidade é na história dele um figurante, inferior a uns outros deuses celestiais, e tinha uma entidade EQUIVALENTE à Pureza.
  • A Impureza: O "Anti-Deus" que habitava o Inferno, mas ele foi destronado por um vilão chamado Pesadelo (sério, ele mesmo não percebeu que um "onipotente" foi destronado).
  • Lich: Acho que o nome não foi baseado nos Liches de RPG e sim no Lich de Hora de Aventura, seria um tipo de deus que criou o universo/multiverso normal (ah é, o Eric também não sabe a diferença entre universo (mundo narrativo), universo (espaço-tempo) e multiverso, tanto que quando eu falei de dimensionalidade (tipo coordenadas, 1D, 2D, 3D, 4D), ele falou sobre a história dele ter "infinitas dimensões" (sendo que ele tava falando de dimensões sendo universos menores), e toda conversa sobre multiverso era confusa pra caralho), e ainda assim, um ser que criou a Criação foi manipulado e morto também pelo Pesadelo.
  • Ponto-Zero: Um irmão-gêmeo do Lich que criou o Vazio (que seria tipo uma "realidade nula" onde tudo é instável), e que o Eric tentava pintar o personagem como triste e chorão, mas na prática, ainda mais RP's de rinha de OC, o Ponto-Zero era muito temperamental e ofendia fácil uns personagens como o Cartuni.
  • Universo: É triste logo o único personagem com aparência de humano negro ainda mais icônico que o Hendrick ser, além de um vilão, também um personagem bem incompetente e desrespeitado até pelas Nebulas (um tipo de seguidoras dele), e ainda assim pro Eric ele era "onipotente" só porque ele era, depois do Lich, um tipo de chefe do universo/multiverso.
Sobre preconceitos, eu tinha um problema com o Eric sobre como:
  • Ele não era criativo com design ou descrição de personagens, todos eram humanos, ou monstros quase 70% humano, ou visualmente humanos, ou mesmo sendo 100% monstros ele fazia um contorcionismo na descrição e ficava como se fosse, tipo, humanos com garras (incluindo um Chupacabra da Área 51; eu admito que eu chegava a enjoar dele ter tanto personagem humano mesmo numa história que era pra ter monstros), o que daria pra suavizar se ele não descrevesse quase todos os principais como tendo camisetas e calças normais (se isso tá vago, é que não consigo nem exemplo de como descrever, era bem genérico e alguns personagens como Game e Emag só tinha de diferente de humano no cabelo e olhos, e isso no Emag que tinha cabelo branco e olho vermelho, o Game que tinha cabelo preto e olho azul ainda parece normal - aliás, o Eric é um hipócrita ao descrever o Emag como "igual ao Game" mesmo ele falando que os dois são entidades diferentes desde o nascimento, e também falar que o Game, que tem poderes de videojogos e é a inspiração do Donald e Howard de Projeto Dream, "jogava vanilla" na temática de jogos dele, mesmo ele comparando uma arma cósmica dele com speedruns e glitchs ou um poder temporal dele com save-state)
  • Tem uma certa burrice do Eric sobre como ele parece até evitar ter personagens negros, seja ele negligenciar a etnia do Hendrick (que era negro na lore, mas por erro meu eu fiz branco e o Eric canonizou o Hendrick branco e com desculpa que o cara tem poder de manipular a própria melanina), ou ele tornar o Universo numa piada (mesmo sendo um dos vilões mais cruciais da história dele), ou uma personagem que infelizmente eu não lembro o nome mesmo querendo lembrar, que ele descrevia como parecendo uma mulher negra, mas o único desenho que ele tinha de referência era ela preta que nem o Saci do Ziraldo, eu até estranhei e tava com dúvida se é porque ela era preta-cinzenta (não querendo insinuar, mas algo tipo melanismo, panteras ou até gorilas) ou se era um erro ao ilustrar negra do tipo "você é negro e é marrom" (resumindo o que eu quis dizer na época), e a única resposta dele era mostrar de novo o mesmo desenho (mesmo tando bem óbvio esse erro que, pelo jeito "realista" do desenho, parecia um blackface).
  • Outro problema é que o Eric na época era transfóbico, chamava personagens transfemininas dos outros de "trap" (mesmo já lá pra 2019 a 2021, chamar trans de "trap" já era ofensivo pra caralho), e a personagem que ele fazia, embora eu não lembre o nome, eu lembro do design dela ser um humano negro com vitiligo, vestido verde, e usava martelo como arma, o problema não é se o Eric escolhia que fosse um femboy fofinho, mas justamente a justificativa dele (como nas outras vezes que citei que o Eric faz um malabarismo pra explicar algo mas só piora) dizendo que "ah, ele é meio planta então é hermafrodita" (o que não seria um problema se ele não escolhesse o personagem ser masculino logo pra esse fetiche por "trap").
  • Também o Eric já mencionou personagens femininas meio água-viva, uma ele falava que a vagina delas não funcionava e elas se reproduziam por clonagem - eu mesmo falei pro Eric que, se a personagem é tão fisicamente humana, é óbvio que esses órgãos humanos funcionariam, e também vi que mesmo animais que se "duplicam" por partenogênese, é raro e esses animais preferem se reproduzir normalmente - e que uma delas não tinha sistema digestivo e ela defecava pela boca no sentido exatamente literal - hoje em dia percebo que isso soa mais como um fetiche nojento a lá Gustavo Scat, afinal, de novo, se a personagem tem design quase 100% humano, inclui os órgãos humanos como intestinos, e quando expliquei isso pra ele ele ficou surpreso)
 Sobre o racismo e ele aparentemente ser um ateu edgy satânico (o que não ajuda considerando que segundo ele a mãe dele mexe com bruxaria Wicca, o que duvido muito porque ele é CARIOCA e o Rio de Janeiro é CATÓLICO PRA CARALHO, então dá pra supor que era só mentira do Eric pra parecer mais "fodão", no entanto, se ele sabia tanta coisa sobre demônios, demonologia e até me falou detalhadamente um ritual sobre bater punheta pra invocar uma súcubo, aí é verdade), tem também um problema sobre como o Eric também não sabia nada de mitologia, os deuses nórdicos ele repetia e se limitava na descrição à aparência dos deuses da Marvel/UCM (uma vez ele citou o Thor dessa lore de The Name Chellux sendo loiro), ou os deuses celtas mal aparecendo, ele admitiu que a tal entidade Isaac devorou uma grande quantidade deles, assim como nessa história dele os deuses egípcios todos até perderam os poderes (pela mesma desculpa de que os humanos perderam a fé, que ele não aplicou nos deuses pagãos europeus, assim como ele não cita nenhum deus hindu ou xintoísta nessa série dele, o que seria suspeito se não fosse a educação merda do Brasil que só nos faz ter interesse mitológico pelos gregos, egípcios e germânicos).

-- Atualização 08-03-26 --
 Eu aos poucos perdi a vergonha de mostrar essas páginas secretas, já que aos poucos eu parei de ter medo de ser julgado e qualquer um politicamente vendido já sumiu da minha vida (quase uma cura pro Efeito Diderot, de ficar mudando tudo pra sua vida pra uma coisa fútil ou amigo falso, e pra Dissonância Cognitiva, de ficar contradizendo entre prometer e não fazer), assim como da nossa webamizade do Eric só sobrou essas memórias que registrei + umas que eu lembrei um pouco recentemente.
 Meu webamigo Pato Azul até comparou o Eric que eu falei sobre com a Vivziepop, e... eu diria pior: o Eric pareceu por anos um filho da Vivziepop com o Tuomas Pirinen, talvez criado pelo Lionel Suggs, porque além do racismo, blasfêmia e humor edgy, também tem muito da narração particularmente grimderp (que resumindo, é quando o grimdark, um estilo de terror bélico, falha miseravelmente por não saber a hora de parar, como o A-22, que o Eric só sabia descrever como um ex-soldado e torturador extremo, ou então histórias meio fora de tom, como quando há espécies exterminadas, como os Asuras e uma espécie de demônio com magias de gelo e fogo, ou um protagonista que, como ele descreveu, namorada a própria irmã, e segundo ele "eram adotivos, então tudo bem" (sendo que não é assim que funciona, ainda são irmãos), junto de umas paradas como os 5 personagens "onipotentes", mas nem o equivalente do YHWH em The Name Challux (Pureza), e nem a própria personificação da cosmologia viva (Universo), eram ditos capazes de controlar a realidade porque "eles não podem controlar a lógica" (sendo que controlar a realidade não precisa controlar as leis lógicas/da física/da natureza, assim como o idiota falou sobre ter personagens "onipotentes" antes disso), assim como ele inventa umas palhaçadas de personagens como o Game "burlando os planos" de entidades como essas, ou o Impureza sendo *vencido* pelo Pesadelo, que na lore é canonicamente um vilão BUXA, que realmente ele nunca explicou como o personagem chegou ao poder tão fácil no Inferno.
 Explicada a minha analogia da autora de Helluva Boss e Hazbin Hotel e a do autor de Trench Crusade, agora explicar a minha comparação com o autor do Suggsverse. Lionel Suggs criou o Suggsverse porque o cara foi uma putinha que perdeu no argumento sobre os poderes dos personagens favoritos dele de GetBackers (um anime sobre realidades virtuais, transcendência, mas o elenco principal é... casual no nível de poder, ainda que com um monte de poderes), e pelo que vi ele foi ativo no Reddit e interagiu muito no subreddit de powerscaling e no do próprio Suggsverse (que pelo que vi é um fanclub) até 2024, mais ou menos, e o Suggsverse tem defeitos em comum com The Name Chellux como:
  • Desespero pela competição de "meu personagem é melhor que o seu!"/"meu personagem vence o seu!" mesmo que, além de ser uma conversa inútil, também só estressa os dois lados (experiência própria mesma não incluindo o que presenciei com o Eric)
  • 0 detalhismo em lore, 1000% detalhando o quão potente é o personagem (e falhando miseravelmente, já que tem uma magia que tem poder destrutivo pra destruir um buraco negro, mas do que eu lembro que ele descreveu quando perguntei como funcionava, ele tentava descrever como "ela emite várias ondas, em uma larga escala, até cobrir o buraco negro", que até o Eric concordou que a descrição era pra ser grandiosa mas foi muito fraquinha.
  • Assim como a mesma parada de "além da onipotência", "além das camadas meta ultra narrativas".
  • A diferença é que pelo menos o Lionel Suggs escreveu livros (mesmo que sejam livros bem toscos) e tem uma fandom que até catalogou detalhadinho os personagens, já o Eric no máximo jurava ter arquivos Word, mas...
    • Nunca li, mas desde essa época eu tive certeza que era só o básico do básico, ou um resumo de resumo, ou um rascunho do The Name Chellux, já que pra uma história que ele dividia em TEMPORADAS (pelo que eu lembro, maior parte do powerscaling começava na Temporada 10, chamada No Man's Land - olha, diferente de quando eu uso o inglês nas minhas histórias porque tem muitos lugares que usam o idioma, ou por ser uma língua franca e isso ser rápido de criar um nome universal, o Eric era meio "Cartoonizando" na visão do pessoal do Xique Xique Bahia: só usava nomes em inglês porque era "AURA + EGO"), não tinha como colocar um livro inteiro com mais de 11 temporadas (já que temporadas se equivalem a volumes e não capítulos)
    • Pior: Revendo agora, dá pra ver que o Eric não escrevia tanto do The Name Chellux, e por isso ele resumia tudo tão fácil (mesmo o Projeto Dream antigo, a HQ lost media de 2018 e o blog de 2019 a 2021, eu não conseguia resumir porque era muita coisa acontecendo), porque ele não fazia aventuras o suficiente além da missão principal, ou de histórias de protagonistas, e como os OCs dele eram inconsistentes, pode não ser mau caratismo dele, e sim que ele nunca escreveu o suficiente do personagem e ele sempre improvisava.
 Eu escrevo o reboot de PD desde 2022, e pra mim é difícil de mais resumir PD porque tem 22 temporadas, com um total de 600 episódios em forma de páginas/capítulos e sei que isso é cabuloso de difícil de resumir, tanto que webamigos meus atuais não sabem nem um décimo de PD e isso não é mérito meu e sim digamos que o nível do quanto que eu escrevi, eu já me imaginei voltando a conversar com o Eric, mas pelo que vou falar agora acabei perdendo a vontade.
 Sobre o que eu falei do Eric pensar com a cabeça de baixo, era ao ponto que, não ironicamente, ele chegou a mandar fotos de hentai pra mim mesmo eu tando em época escolar e estudando em tempo integral (mesmo eu não explicando isso pra ele, essa xamanta simplesmente enviava a foto e FO-DA-SE se eu estivesse em um lugar público ou no mínimo aglomerado - já que era antes da pandemia, pra ter noção do quão antiga era a webamizade), ou um assunto que na época eu gostava mas hoje em dia tenho vergonha (não tipo algum trauma ou por eu ter uma tendência assexual ou demissexual, ou eu odiar ele hoje em dia, mas é por eu ver isso hoje em dia como CRINGE - não do jeito que a geração TikTok usava em 2020, mas sim daquele jeito que era pra palavra ser, algo que a pessoa faz achando que tá arrasando, mas a vergonha alheia é ao nível de: se foi por piada = não teve graça; e se foi sério = duvidar das faculdades mentais da pessoa ainda é pegar leve), de que ele do nada mudava de assunto pra perguntar "se eu macetaria [insira alguma espécie sapiente, principalmente humanoide]", que eu até perguntava de volta mas com espécies que tinha no Projeto Dream.
 Sobre os Momn, o Eric falava sobre elas serem "dominantes", mas eu suspeito que era da mesma concepção meio "Omegaverse" de dominante x submisso, de achar que dominante é necessariamente o ativo (que come) e o submisso é necessariamente o passivo (que dá), ou de colocar os Momn como um povo sexualmente mais agressivo, não como algum instinto selvagem, ou só liberalidade sexual, mas só porque as mulheres eram "dominantes" (que eu esperava já na época que fosse só um povo matriarcal que as mulheres lideravam, não dominantes sexualmente), e sobre elas "não precisarem de homens", ele poderia ter sido tão, mas tão mais simples na ideia delas simplesmente terem muitas lésbicas e poderem ter filhos de mais formas, mas na lore elas tinham um aparelho que elas usam, que transforma óvulo em espermatozoides, pra inseminar a passiva pra engravidar. Pelo menos não eram vilanizadas e nem demonizadas, mas é tão escroto ele criar um povo matriarcal parecendo um cenário hipotético de "dominação mundial feminista" de um redpill.
 Eu já vi artes NSFW de shota, mas nunca me orgulhei disso e não ficaria falando essas fantasias tão explicitamente como o Eric fazia em 2018 e 2019, que incluía piadas da Sora (uma OC câmbion de cabelo vermelho de Projeto Dream) sendo uma futanari e macetando shotas, ou piadas de se o FBI batesse na porta dele por ter hentais de loli (e eu espero que ele tenha largado esse humor, porque essa poha envelheceu mal já na época e só tô percebendo a gravidade dessa situação agora que eu relembrei).

-- 09/03/26 --
Sobre o mau balanceamento, não deu tempo de falar ontem sobre, e sinto que antes eu não consegui falar algum exemplo preciso, mas por exemplo:
  • Ele nunca explicou o nível de poder por exemplo dos Guardiões, e dos personagens dele havia certas contradições, 3 que eu lembro incluíam:
    • O Guardião do Fogo principal não ser imune a fogo (começou errado) mas se regenerar (que ele nunca especificou se era tipo uma Fênix, por fogo, ou tipo o Wolverine, por carne)
    • A Guardiã da Água o Eric falou que ela teria uma "ótima variedade de poder sobre a água", mas o ""auge"" segundo ele era abrir uma porta com um refrigerante (e acho que ele jogou muito FNaF, porque na lore não foi ela modelar refrigerante numa chavezinha que nem eu pensei de primeira, e sim ela só tacar o refrigerante na porta e abrir, como se fechar ou trancar porta elétrica fosse o que gasta energia, sem falar que The Name Chellux era tão mal explicado, e o Eric só jogou isso na roda do chat, que eu nem parei pra perguntar o que os personagens tavam invadindo, já que, como dito, a cada temporada o mundo regredia só pra ele criar histórias medievais com coisa tecnológica).
    • O Guardião do Tempo, Kai, é um policial do tempo e na história dele parar o tempo é um crime... Mas viajar no tempo não, e eu fiquei DIAS explicando como isso não fazia sentido. 
    • Até comento mais acima que na lore dele, parar o tempo paralisa o cérebro das pessoas, mas se fosse assim era pra esse poder só funcionar em seres vivos, e mesmo se fosse assim, por que macadâmias uns têm chance de desparalisar e outros não?? Ele simplesmente largou isso daí, e mudamos pra justificativa ser algo tipo usar poderes cronocinéticos a porte de armas (afinal, coisas como parar ou retornar o tempo facilitaria um monte de coisas principalmente de moral ruim)
  • Eu achava interessante o Zachary, Guardião Radioativo, ter poderes radioativos (parte óbvia) mas, comicamente ou não, ele morrer por excesso ou ausência de radiação, eu lembro que ele ficou surpreso que eu falei sobre bananas serem radioativas e... Ele curaria a abstinência radioativa comendo banana.
  • Mas quando tinha as Nebulas ou o Dystopia eu achava ruim, porque esses aí e o Zachary eram tão mal balanceados que parecia que ele tava fazendo pra ganhar alguma rinha de personagens, e eu me sinto idiota por me frustrar por isso (mas né? já passou mesmo), mais do que quando ele não atendia em chat já que ele era um dos poucos webamigos que eu conversava sobre OCs (seja porque ele atendia ou por ele também ter OCs).
  • O Dystopia tinha uns poderes cronocinéticos, destruição em escala cósmica e, em uma conversa, o Eric dizia que o Dystopia tinha uma "sala de antimatéria", e em outra, ele teria 4 cavaleiros incluindo um chamado Timeless, que um dos poderes dele é onipresença no espaço-tempo, mas quando eu queria saber mais depois que ele só jogava isso na roda, ele esquecia e admitia que foi só pra tentar ganhar no argumento comigo. 
    • Um momento pra falar de uma webamiga dessa minha época de powerscaler chato e de rinha de OCs, tinha uma OC minha que era tipo uma Chapeuzinho Vermelho que é uma criança que vira uma adulta bem forte e tinha pistolas e espadas, s a tal webamiga falou pra essa OC minha ter uma rinha com um OC dela que se duplicava quando era cortado e tem a carne à prova de balas, tipo poha, a fdp botou um boneco que tinha os dois counters exatos dela e jurava que a luta tava balanceada, e óbvio que recusei essa lutinha.
    • A OC só existe na versão 2019 do blog.
  • Já as Nebula eram mulheres humanas modificadas pelo Universo para deterem o grupo dos Chellux e dos Guardiões e resetar o multiverso duma vez por causa de uma parada de The Name Chellux sobre ciclos dos Guardiões e da natureza.
    • Sim, temos infinitos universos nessa cosmologia, planos mágicos menores paralelos, raças mitológicas alienígenas, e o cara escolhe apenas humanas!
    • Eric uma vez falou que os humanos em The Name Chellux têm "mais ligação com o místico/a magia", o que não cola considerando que essa história tem até deuses, ele até tentou falar que os cientistas na história dele eram magos mas eu critiquei isso como um defeito do The Name Chellux.
    • É covarde demais colocar na sua história a magia como "ciência secreta" ou "ciência incompreendida" sendo que ciência é algo lógico e explicado do natural e a ciência é algo sobrenatural (ou seja, superior à natureza, tanto que por isso sobrenatural também pode ser algo desconhecido), são coisas fundamentalmente opostas.
    • As Nebulas eram Maga, Monge (ou Combeiro pra quem é novo em RPGs), Berserker, Paladina e Caçadora/Artilheira (não lembro se eram Nebulas diferentes ou só uma Nebula), a Nebula Maga era a mais fraca... E era a que tinha a magia que podia explodir até buraco negro (que por algum motivo ele nem explica se tremeu a Terra, ou a rachou ou fez buraco gigante, só acertou o Zachary e nem deu dano, mas era uma Nebula fraca fisicamente, o que já diz que o Eric reduz combate a poder alto em todos os atributos.
      • O que fica estranho pra alguém que gostava de magia ao ponto de arrastar coisa científica pra "magia", ou de focar tanto em humanos mágicos, já que por ter poderes elementais ou energéticos, os atributos físicos são menos relevantes e geralmente personagem que é bom em ambos tem que ter uma fraqueza específica ou um limite (tipo o Zachary, mas que isso se perdeu no caminho de ambos), ou algum inimigo que é melhor em tal especialidade (tipo o que faziam com o Hulk na Marvel).
      • E curiosamente, ele parecia ter algum favoritismo, afinal, na época que as Nebulas eram vilãs (porque na temporada após essa época elas ficam todas do bem e mais fortes), ele fazia um monte de piada do quão "buxa" era a Nebula Maga e o quanto ela apanha de outros personagens, enquanto a Nebula Monge (a única que lembro o nome: Stardust) era, além de uma das mais fortes, também uma traidora das outras e que ajudou os heróis.
-- Atualização 10/03/26 --
 Como dito antes, essa página é um desabafo, esse aviso eu tô reforçando porque não fará o menor sentido tirar satisfação com o Eric ou brigar com ele pelo que eu tô falando, assim como eu anoto coisas nesse blog como um Diário, pra não precisar marinar isso na minha cabeça, também isso parece abrir espaço pra eu relembrar mais coisas sobre esse caso.
  • Além da inconsistência no Hendrick, e o Eric ser racista e incompetente com o personagem, há uma inconsistência na diferença dele pros seus 6 irmãos.
    • Num dia o Eric falou que o Hendrick era o menor dos irmãos, algo estranho porque entre os irmãos havia uns 2 com fisiologia declarada humana, e num outro dia, bem depois, ele falou que o Hendrick era o terceiro maior, só perdendo pra uma irmã mais nova que é gigante (uns 10 metros, um tipo de rainha e mãe dos dragões, ou uma Dragonesa Primordial) e outro era maior ainda.
    • Não lembro o nome de todos os irmãos, mas em ordem eram o Primeiro Fim (ou Primeira Criatura quando ele mudou pra fazer mais sentido, e é o maior deles), o Primeiro Mago (tipo uma entidade de magia e que adicionei que seria pai das Plantas), o Primeiro Ninho (Garith, algo tipo o Reino Animal), o Primeiro Monstro (Hendrick), Primeira Dragonesa (Andeinevere), Primeiro Demônio (Nightshade) e Primeiro Humano.
    • O Primeiro Humano eu sempre achei estranho, porque ele seria o mais poderoso segundo o Erick (o que não faz sentido já que o Primeiro Fim era tipo um Cthulhu da família, temos o Hendrick que é um pai de monstros e a Andeinevere que é mãe de dragões, e o Primeiro Mago seria mais poderoso em poder energético), e era um humano branco e loiro (que eu sempre achei muito suspeito um humano primordial e mais poderoso ser um personagem loiro, parecendo aqueles papos arianos) com uma espada enferrujada (não lembro o simbolismo mas também não fazia sentido).
  • O Guardião dos Metais é um robô criado pelo Guardião do Fogo, o da Terra e o do Vento nas primeiras temporadas, e eu não gostava dele ser um robô movido à magia: não por eu não gostar de histórias mágicas, mas pelo Eric ser um preguiçoso com ideias de fontes de energia, já que ele admitiu não esperar que uns personagens meus tivessem fonte de energia nuclear (o Projeto Dream de 2019 era meio Atompunk), mas pra um cara hiperfocado em guerras e armas era estranho ele não ter adicionado nada de urânio ou petróleo nas tecnologias dele.
  • Sobre o Eric ser o típico "filho das bruxas que ninguém queimou // a avó com presépio e crucifixo gigantes em casa", eu achava estranho ele limitar demônios a chifres, por exemplo quando a gente tava falando de umas fusões de OCs meus com dele, ele achou que a fusão da Nebula com o Lux Cypher teria chifres só porque Lux Cypher era um demônio, mas em PD desde 2019 demônios não têm chifres por regra.
    • Chega num ponto que o Eric tentou explicar que os demônios usam chifres como arma natural, mas obviamente se o bicho ruim soca, chuta ou solta fogo, a chifrada é o ataque menos eficiente possível e não teria como ser um ataque comum. Geralmente personagens humanoides que atacam de cabeçada usam em investidas ou ataques carregados pra compensar a carga ou se o chifre ou capacete é especial pra isso, não um ataque comum.
  • Tinha uma época no PD de 2019, em que as coisas mágicas incluindo heróis migraram pra dimensão dos monstros pra deixar a Terra menos perigosa, e PD focaria em ficção científica, e era inconsistente que num RP o Emag tava "farmando aura" contra Deus (ou um equivalente disso no PD da época) falando da Lâmina Imaculada (uma lâmina de The Name Chellux que mata permanentemente a maioria dos que ela corta), mas nos RPs liderados pela família do Luciano (um tiozão velho calculista e engenheiro e que resolve mistérios com seus filhos nessa fase do Projeto Dream) o Luciano com umas arminjas e bombas impressionava os personagens do grupo e nível do Emag.
    • Nem culpo a inconsistência, mas o ego, não julgando como eu sei hoje, mas julgando como eu já via na época, que no RP do Emag o Eric queria usar ele pra se posar de melhor que o que eu tava fazendo, no outro RP o Eric que tava surpreso com umas coreografias que eu narrava, porque com o Luciano eu já tava testando um personagem detalhista e até narraria tipo os cálculos do personagem.
    • Isso eu fiz bem melhor no reboot de Projeto Dream já que de 2022 a 2024 eu tava fazendo faculdade de logística, onde eu tava desenvolvendo umas ideias de tecnologia, estatística e comércio, e usei o Projeto Dream até pra anotar umas paradas de faculdade.
  • Também o Eric parece reduzir os poderes cronocinéticos em 8/80:
    • Ou era só viagem no tempo (que me lembra Supernatural, onde lá todos os monstros lá são humanos de jaqueta/terno/vestido gala, mas a diferença é que a CW é um estúdio POBRE e que nunca ouviu falar em figurinos, já o Eric até certo ponto sabia desenhar uns bichos e armas e podia descrever a forma das criaturas por desenho).
    • Ou era controlar linhas temporais que, tais como em Dragon Ball, cada linha do tempo é uma continuação do multiverso, e que incluía o Game usar um poder de save-state que rebobina o tempo em escala máxima, ou também o Dystopia criando um multiverso menor com restos temporais, ou podendo destruir uma linha do tempo por vez e tendo um personagem chamado Ry.
    • Ry é um Game alternativo que perdeu sua realidade por culpa do Dystopia ter destruído uma linha do tempo que ele surgiu, e que luta ao lado das Nebulas em troca de ajuda, podia ser um personagem bem complexo mas o Eric focava mais nas Nebulas em si.
  • Eu odiava um personagem que não vou lembrar o nome, mas era um filho do Game com uma bruxa poderosa e que esse filho do Game era meio tipo o Boruto, tinha raivinha do pai e renegava de seguir os passos dele, e o desfecho dele envolveu ele sendo um bruxo, usando magia e entidades, e coincidentemente ele só teve relacionamento com homens, então tínhamos a piada desse filho do Game sendo "cada vez mais mago e gay", mas disclaimer antidesempregado: eu odiava o personagem por ele rejeitar herdar os poderes e estilo de um Chellux e virar um bruxo, e não por ele ser gay.
    • Mas revendo agora, esse OC pode ter sido um reflexo do Eric se achar um filho de bruxas, considerando que foi logo um personagem que avançou como um protagonista e The Name Chellux foi regredindo pra uma história mais antiga e mágica com tema meio de Elden Ring.
-- 11-03-26 --
 Acho que falei em algum post em blog (não lembro qual, mas ainda nesse site) sobre como eu escrevo muita coisa nos meus sites e blogs pra liberar muita coisa da minha mente, e que teve uma vez que, quando eu superei minha depressão e pensamentos suicidas, isso livrou muito espaço pra eu pensar mais corretamente e minha memória durar mais. Por isso que eu tenho que atualizar as páginas: Por eu às vezes relembrar algo logo depois de desabafar, ou como eu já vi em algumas metáforas sobre desabafo:
 Muita coisa parece bagunçada, uma fumaça na mente, e depois que você se expressa que isso se desalinha, e parafraseando Zêneca, realmente sofremos muito menos na situação real que no que a gente acha dessa situação (e eu me sinto um idiota de não ter conhecido o Estoicismo tão cedo já que as aulas de filosofia no Brasil são péssimas, a professora por exemplo confundindo ceticismo (que diz não acreditar em absolutamente nada a menos que seja 100% explicado) com sofismo (que diz que não tem verdade absoluta, mas o sofismo é um lixo criado por políticos corruptos pra ensinar as pessoas a falarem bonito e não raciocinarem direito pra saberem informações certas, tanto que por isso que Sócrates era contra a Democracia, por ela ser facilmente suscedível aos sofistas, uma escola filosófica que Sócrates odiava profundamente)
 Por exemplo, eu lembrei curiosidades bobas das Nebula, mas que eu não tava lembrando tão bem, como: A Nébula Maga se chama Luna, e depois da redenção ela aprende magias mais variadas que só as de ataque e dano em massa, e namora se não me engano a Nebula Berserker (essa memória eu não tenho certeza, a dessas Nebulas serem um casal, mas eu lembro que a Nebula Berserker era também um saco de pancada segundo o Eric, provavelmente sendo tipo "100 homens vs 1 gorila", que não importa o quão forte o gorila seja, ele vai apanhar mais por ter mais humanos pra socar ele), ou a Nebula Monge, chamada Stardust, não sabia o que é tecnologia (ao ponto que ela tentava convencer o Luciano (OC meu) que tecnologia e magia são tipo uma coisa só, o que poderia ser só uma paráfrase malfeita do Arthur Clarke, autor de 2001 - A Odisseia no Espaço, mas é só um reflexo do Eric não fazer a menor ideia do que define tecnologia e magia).
 Também lembrei que tinha uma Nebula assassina, que seria tipo o Spy de TF2 ou pró-player de ladrão do Skyrim, que mata com facada nas costas, não sei se eu não lembrava por pura memória reprimida, ou porque era uma Nebula esquecível que o Eric citou muito pouco, ou porque... quem joga RPG pela experiência ao invés do metagaming, que vai se importar de jogar de assassino da Dark Brotherhood no Skyrim? Já que o Eric comenta de um amigo dele que se gabava de ser um mestre ladino dos backstabs, mas apanha demais pra dragão, enquanto o Eric jogando de guerreiro acaba com os dragões fácil.
 Falando em dragão, lembro de uma vez que eu perguntei o porquê dos dragões serem separados dos monstros, e ele tentou falar sobre dragões serem "mais consistentes" que os monstros, e ele comparou tipo um dragão de vento e um dragão de luz que eu não lembro os nomes, e tenta lacrar falando "um vampiro não tem nada a ver com um lobisomem", mas...
  1. Primeiro: Por essa lógica animais não fazem sentido porque um leão não se parece com um elefante? Porque eu comparei com isso na época que ele falou isso.
  2. Segundo: Na real lobisomens e vampiros têm a ver sim, seja por serem monstros noturnos com base em humanos corrompidos, têm seu potencial máximo de noite, têm entre as fraquezas a prata, e são baseados em pessoas infectadas com raiva (e por isso eles passam a maldição por mordida, porque era praticamente a transmissão de doença).
  3. Terceiro: Entre as espécies de dragão da história dele, tem o Dragão de Roupas Sujas (seria tipo aquele meme de você ver o monte de roupa usada e achar que tem uma pessoa deformada no escuro, só que sendo realmente um monstro no escuro).
 No fim ele teve que mudar a interpretação, pra dizer que é porque os dragões na verdade têm uma quantidade maior e mais pura de magia. Falando nisso, não, os dragões de Projeto Dream não têm nada a ver com The Name Chellux, eu nem sabia dessa história quando tava escrevendo as primeiras versões e não lembrava dela quando fui recomeçar PD em 2022.
  1. Na HQ piloto tinha poucos dragões ou kaijus, e era pra ter o Dragondorf pra finalizar o Amon que, na época, era pra ser o vilão final. Dragondorf sendo uma mistura de Dragon com Ganondorf, já que Ganondorf é a versão humanoide do demônio Ganon, logo, Dragondorf seria a versão humanoide de um dragão.
  2. Os dragões do blog 2019 eram tipo os dragões da Miss Kombayashi, teria tanto a forma animal verdadeira quanto uma forma semi-humanoide, e teriam um tipo de energia vital própria chamada Força do Dragão (tipo Dragonforce do Between Fire and Flames).
  3. Já os dragões do Projeto Dream têm inspiração em diferentes mitologias, diferentes espécies de RPG (incluindo drakes, wyverns, hydras, etc.), e até em One Piece (com o dragão-real dos oceanos da Terra sendo baseado no Kaido), com mistura de evolução (pq dragões evoluem nativamente nos planetas de origem) com esoterismo (tipo as logosferas, ou Sprihit Vrens, que eles criam para os planetas que tem eles).
 Chega a ser irônico o fato que, antes, de 2018 a 2021, a magia em Projeto Dream era por Mana, sendo uma energia vital-cósmica tipo Ki, Chakra ou Elementos, e a magia em The Name Chellux era por Aura, que tinha a mesma lógica da Mana, mas por algum motivo, o Eric começou a parar de chamar a energia de Aura e mudou pra Mana, acho que de tanto a gente usar sistemas mágicos iguais, ele usou o mesmo nome porque acostumou e porque era mais fácil associar Mana a magia. Porém, a Máquina tem porra nenhuma a ver entre o Projeto Dream e The Name Chellux.
  • A Máquina em TNC é tipo como se chama o universo/multiverso que entidades como o Lich, o Universo e o Chellux original (porque entidades como Game e Emag são pedaços de uma entidade maior) têm/tinham controle.
  • A propósito, eu falei sobre o multiverso em PD (mesmo em versões como a de 2019) ter 20 dimensões, ou seja, ser 20D, mas o Eric (não entendendo) comparou que o multiverso dele tem "infinitas dimensões", sendo que eu não quis dizer dimensões tipo universos menores/paralelos, e sim de dimensionalidade, o bom é que foi fácil explicar pra ele.
  • Já a Máquina em PD eu baseei em uma forma que chamam a magia dos Mayar de Sr. dos Anéis, já que o Tolkien comparava muito a magia com tecnologia (não do jeito do Eric, e sim de um jeito mais inteligente: seja da magia ser uma alternativa natural e sobrenatural à tecnologia, ou de ter artes mágicas que envolvem arte, engenharia e metalurgia, formas de tecnologia), somado com a ideia de "engrenagens do universo" (que simbolizam causalidade, interdependência cósmica e forças fundamentais).
  • Assim como eu comparo elementos da natureza com luz (tipo em PD o elemento luz ser "todos os elementos", o elemento escuridão ser "nenhum dos elementos", e o elemento vazio ser "a cegueira" (já que não enxergar nada é diferente de enxergar tudo escuro ou claro demais)) ou à tabela periódica (como o elemento metal eu não comparo como uma cor só, e sim cada elemento químico tendo a sua cor na cromologia elemental, assim como eu uso elementar pra quando o elemento da natureza existe a nível até mesmo mais fundamental que o atômico).
 Não sei se contei muito do Eric não gostar de Jojo lá pra 2018, mas tinha uma época que ele odiava Jojo, os motivos eu não vou lembrar, mas o jeito que ele tenta argumentar com raiva é bem claro que é alguém odiando Jojo pra se achar cult (o que é tão estúpido quanto dizer que número 0 não existe só porque é um número pra contar o nada, já que Jojo é antigo nível Dragon Ball e o OVA e o jogo de fliperama já eram coisas bem underground na comunidade de animes), e quando ele foi "convertido" a gostar de JJBA... ele tentou falar de Jojo referência até onde não existia, tipo num jogo de Mario Tennis (talvez o Mario Tennis Aces, já que era na época que a parte 5 de Jojo era esperada - ou seja, nem era hype), em que o Waluigi teria "soltado um stand" (mas era só um poderzinho de energia do jogo).

-- Nota de 13-03-26 --
 Sobre o Eric odiar Jojo, ele gostava de Persona, e tinha personagens que conjuravam "Susanos" ou "Personas" segundo ele, mas eu chamava de stand porque Jojo fez realmente bem antes então invocar seres de energia da própria alma, ainda mais se querem dizer algo do usuário, vai ser uma Jojo referência. 
 Eu lembro que falei de algo assim pro meu irmão e ele ficou puto comigo e tentou falar que Persona era diferente de stand, eu pedi pra ele explicar e ele falou, mais puto, que "não é tão fácil quanto parece" (o que não cola, porque se você fala que é mais complexo ou complicado que parece, mas não explica, é que você não sabe e não que o assunto é complicado), e mesmo eu GRITANDO pra ele explicar ele não falou do assunto e eu tive que desistir porque eu tava me sentindo que tava tipo jogando xadrez com um pombo.
 E realmente o Eric era hiperfocado em persona e tentou me convencer a assistir a Persona e... Não achei interessante, sem sacanagem eu realmente não gostei e tava num dilema de: se eu assistir ao 5, vai ter muito spoiler; se eu começar pelo 3 normalmente, vai demorar, então eu desisti. Fui ver sobre o que são os Personas do anime Persona e... São stands, são espíritos combatentes que manifestam um desejo reprimido sob usuário, assim como stands são espíritos, nem todos combatentes, que manifestam o subconsciente ou um objetivo do usuário.

-- Nota e 04-04-26 --
 Assim como eu não tô usando essa página pra inventar nada sobre ninguém que eu esteja criticando, apenas relatando e desabafando o que eu passei, e por isso as atualizações são se eu lembrar de algo que tava preso na minha mente ou se a pessoa fez uma cagada nova, tem uma coisa que ficou bicando na minha mente que é que, sempre que eu escrevo alguma história sobre o Liam Aerin no Projeto Dream atual, eu lembrei duas coisas:
  • O fetiche do Eric por femboys, somado com a antiga transfobia e extremo reducionismo heteronormativo de "gay, bi ou pan = tarado, puta, hiperfocado em dar a bunda" (que curiosamente o meu OC Liam é uma crítica a esse tipo de estereótipo)
  • E também que o Eric tinha um OC chamado Liam, que era um guardião dos cristais (já que The Name Chellux tem guardiões de diferentes tipos, isso eu já contei até certo ponto), e é um personagem cego, que enxerga pelos cristais.
 Já critiquei o capacitismo do Eric, dele chamar o autismo dele de Asperger, ou ele usar os OCs dele como desculpa pra me ofender, principalmente minhas faculdades mentais, mas esqueci de falar sobre o Eric usar com muita banalidade a palavra "retardado", não era tipo que nem eu, que uso essa palavra quando tô puto com alguma burrice muito extrema, ele usava quase no nível do Bruno Hikikomori, do tipo "discorda de mim = retardado", assim como, desde essa época, eu achava ofensivo esse arquétipo de "cego que enxerga por alguma coisa", ao invés do cego usar outros sentidos a um potencial melhor (tipo o Demolidor com a audição, ou o Doyle de Baki com o tato, ou toupeiras e rinocerontes com o olfato, ou personagens que têm sentidos extras específicos, como o Paul Atreides velho que usa a Preciência em Duna), mas sobre a transfobia e heteronormatividade, bem...
 Eric é pansexual, e lembro que na primeira vez que eu perguntei a sexualidade (e nem pressionei nem nada, eu na real já tinha uns webamigos bis e pans, incluindo no grupo antigo que a gente se conheceu), e ele tava com tanta vergonha naquela vez que resolveu falar que era um "helicóptero apache" (aquela piada idiota tipo "ah eu me identifico como um helicóptero de ataque", que eu até achei que era só ele tando no armário e não sabendo como responder), tanto que uma vez quando ele falou tão casualmente sobre ser pansexual, do nada, que eu até falei pra ele tipo "que?", mas mesmo assim nada além da discussão, afinal, ele só tendo vergonha de falar a sexualidade parecia de boa e...
 Ligando os pontos, assim como eu falei essa comparação do meu OC Liam, com o Liam do Eric porque eu lembrei disso de repente e senti que precisei anotar em algum lugar, ou o Eric tendo esse fetiche por femboys e tendo essa vergonha lá pra 2018 de falar a sexualidade dele, ao ponto de fazer a piada do helicóptero de ataque, dá pra ver que o Eric segue o estereótipo de personalidade do "LGBT padrão/heteronormativo", que tentava pagar de conservador ou de fazer isso de "gay homem" e "gay mulher", que seria uma teoria muito foda se não fosse contraditória, afinal, como dito antes, o Eric não tem vergonha em casa de ser pansexual (ele admitiu que a família dele não liga, e ele até mentiu que é de uma família de bruxas), assim como o Eric blasfemava pra caralho (como eu falei antes, sobre a Pureza, Impureza, banalização da onipotência e do profano no universo dele, esse hiperfoco em bruxas ao estilo histórias eslavas, e até uns RPs nossos do sona dele, Kai, ter uma atração sexual anormal por um personagem que, na versão de HQ, era tipo o Deus com D maiúsculo do Projeto Dream), o que leva a dizer que o Eric não era alguém "performático", que tentava pagar de machão e emo porque ele não forçava nada disso, ele era edgy mais do tipo que um adolescente dos anos 2000 seria edgy, e fica difícil concluir essa atualização direito já que parte do "clímax" foi pro caralho, mas como dito antes, não faz sentido inventar nada por alguma fantasia de poder obsessiva e escrota.

-- 13-04-26 --
 Fiquei muito tempo sem falar sobre o Eric porque realmente não tinha coisa nova (ou velha) pra falar sobre, mas do nada uma memória voou em mim que nem um SOCO NA CARA, que era sempre que o Eric não sabia o que eu tava falando mas insiste em seguir a conversa como se o que ele interpretou fosse aquilo mesmo. 
  • Tinha uma vez que eu perguntei "ah, quais são as duplas da sua história?", só que eu errei e escrevi "dubla", e ele seguiu falando um monte de frase de efeito agressiva e xingando em segunda pessoa e eu fiquei tipo "que poha é essa???" e a desculpa dele era que "ah você falou dubla, então sem entender eu achei que fosse pra falar as frases dos meus personagens".
    • O que além de estúpido (como macetaralhos você lê "dubla" e já pensa em frases), foi escroto e gratuito (já que era o mesmo papo dele usando OCs meus como desculpa pra me xingar).
    • "Ah mas você tá se ofendendo fácil", é o que alguém falaria depois de xingar na cara dura também e não admitir que xingou, né? Sem falar que eram especificamente frases xingando em segunda pessoa, tipo "com licença, vai tomar no cu" ou "ou você é burro que nem uma porta ou é burro que nem uma pedra", como caralhos vão ser frases tão comuns de um personagem!?
  • Ou quando eu falei que o figurino do Godzilla de 1954 lembravam trufas (o fungo que inspirou os chocolates redondos), e que ele perguntou "ah, que fruta é essa?", e eu "gritei" textualmente, "TRUFA", tipo, caralho, eu até mostrei uma foto do fungo trufa do cara e ele continuou confuso, o Eric era muito burro.
-- 15-04-26 --
 Tava relendo essa página, e sobre o Ry Chellux eu não sei o porquê do nome e nem perguntei sobre, no máximo eu pesquisei e vi que Ry é um prefixo pra cavaleiros britânicos, e... Entendam, eu critiquei o Eric limitar muito os personagens a paradas dos Estados Unidos e com monstros europeus, e revendo essa crítica também eu não era diferente nesse ponto em específico, e até certo ponto. 
 Isso porque desde 2018 eu já planejei personagens de diferentes países da Europa, não só Inglaterra, França e Itália (na HQ até tinha um OC português), e também subtramas no Brasil e no Himalaia, algo que eu vi faltar muito no Eric, em que: ou era americano, ou era europeu, ou era extraterrestre/extraplanar, eu nunca via subtramas suficientes fora disso assim como nem os demônios, anjos e aliens eram interessantes. 
 Das armas Glitch, lembro que o Game tinha a espada Glitch King (que tinha forma de Zweihander e uma variação antiga do Game segurava o cabo da King como se fosse bicicleta, era pra ser um aura farming mas só seria estúpido e nada prático), o Emag tinha a Glitch Joker (em forma de espada bastarda e tinha um mecanismo pra atirar, e não importava o quanto o Eric explicava, eu nunca conseguia ver a Glitch Joker como espada, eu imaginava como foice, já que combinava mais com a ideia de demônios e ficava melhor de atirar com a arma, mas quando me baseei nela pras armas dos Rimur (link aqui), aí que visualizei certo finalmente, e eu achava estranho a arma descartar os tambores de revólver e materializar novos, não era mais fácil a arma só ter bala infinita??), a esposa do Game tinha a Glitch Queen (não sei como era a arma), lembro que um dos filhos do Game tinha a Glitch Ace (mas não usava muito porque esse personagem tinha a personalidade de quem se diagnosticou com depressão por um quiz do OMG no Facebook e preferiu os poderes de bruxas da floresta), e o Ry tinha a Glitch Jack.
 O pior é que, falando em espadas, parece que o Erick não se decidia como apagamento de existencia funcionava no TNC.
  • Da lâmina imaculada, é uma morte permanente, apaga corpo e alma.
    • Mas como dito antes, nem o Eric decidia como a Lâmina Imaculada matava, porque se o personagem despedaça quando morre, ou é tipo "super imortal tier 999", a lâmina nem dá dano.
  • Mas quando um personagem é deletado, como tinha nos poderes do Harry e de uns OCs meus tbm, o Eric inventava q a pessoa é jogada no Vazio, plano do Ponto Zero.
  • Mas do Game era estranha.
    • Lembro que ele zoou em 2019 que "ah em PD apaga e volta, AQUI EM TNC APAGOU TÁ APAGADOOOO", mas daí o Game num momento é destruído da existência pelo Game e usa um tipo de magia secreta pra retornar.
    • Pra depois em 2022 o Eric falar também que o Game antigo tava vivo (e vai jogar pro Vasco) e tinha o título de Dolphin (baseado no Projeto Dolphin do Game Cube).
 Falando no Game e Ry, e coisas edgy, eu ouvia muito System of a Down, e a música Ogame, do álbum Mesmerize, me lembrava The Last of Us e, por algum motivo, o Ry, acho que é porque pelo tom pesado da música, mesmo não tendo a ver com a letra, combinava com a vibe do Ry ser um Game depressivo, traumatizado e que foi tirado de uma linha do tempo extinta.
 Lembro que eu tinha um OC que o Eric tinha medo só pelo OC ser super feio, mas talvez o Eric teria mais medo de uns vilões atuais do Projeto Dream porque recentemente teve muitos vilões pedxfilos, infanticidas e terrxristas, incluindo uns que nem deuses eram mas ameaçaram a estrutura do universo inteira, e eu diria que algo que o Eric ignorava ou não quis saber, é que o que faz um bom vilão não é o poder alto e sim o que de ruim mas também com muito sucesso o vilão pode fazer, assim como heróis não são quem bate nos vilões necessariamente (afinal, até vilões batem em vilões, inclusive tinha isso em Dragon Ball e tá tendo com o Trump matando ou prendendo ditadores, o que me inspirava a ter uns vilões que demonstram seu poder e influência ao eliminar os vilões anteriores, não por bondade, mas pra usurpar eles).
 Também por isso que eu odiava o AA-23 (acho que era esse o nome, e eu confundia com A-21 ou A-22), não por ele torturar minha OC antes favorita, mas por ser um criminoso de guerra imperdoável e desproporcional e ser tratado como "só muito agressivo" no grupo do Game e companhia, é tipo se os soviéticos levassem o Josef Mengele pra um churrasco de Domingo.

-- 16-04-26 --
 Sabe do que eu falei do filho do Game que tem magia de bruxa e tenta tanto forçar a barra pra não ser um Chellux? Eu conversei com meu webamigo Amaterasu sobre o assunto e eu reparei (tipo um estalo mental) sobre como esse personagem é um reflexo do Eric.
  • O personagem renega os poderes de um deus (com agravante que o Game inclusive é/era um Chellux dos anjos também) e fica usando poderes de bruxa, e o Eric fica falando que "ain minha mãe é uma bruxa" sendo que considerando o quão limitado é o conhecimento de magia, mitologia e demonologia, dá pra ver que é mentira.
  • E também como o personagem tenta ser cada vez mais edgy e "machão", mas ao mesmo tempo só tendo interações estáveis com homens, o que reflete do Eric se dizer "pansexual" mas retratar tão mal personagens LGBT, seja pela transfobia retroalimentada pelo fetiche em femboy, ou personagens gays como o Hendrick simplesmente esquecerem que eram gays.
  • Vou repetir uma piada que fiz em P.D.: trans não é trap (elas se vestem e comportam como mulher pra serem mulheres, nem femboy é trap (porque femboy só parece feminino mas não é pra mentir que é mulher), se a meta fosse enganar homem hétero esse pessoal taria vendendo NFT em 2020 e curso de redpill de 2022 a 2025.
 Tinha um arco no The Name Chellux em que tinha uns 4 vilões maiores, entre eles um demônio azul com poder de viajar entre dimensões/universos, e que após o tal filho do Game matar esses vilões eles viram servos em forma de lobos, e eu sempre imaginei sendo lobos filhotes coloridos, mas não lembro quais vilões eram, além de um ou dois dos lobos serem vermelhos e o demônio virar um lobo azul.
 Sobre eu fazer uns poucos OCs pro Eric, tinha um que eu lembro que o nome dele significava "peixe" ou algo a ver com peixe só que em russo (porque eu amava estética russa) e tinha um cabelo preto volumoso e bigode de funkeiro, e era um peixe humanoide hiper tecnológico que ajudava na logística dos heróis pós-saga do Universo, e era pra ele criar uma prótese forte pro Hendrick mas dessa hora H que o Eric falou que "ah agora o Hendrick faz braço de energia", então isso foi cortado, mas esse OC meu foi engraçado porque, bem quando viria um Dystopia alternativo de uma linha do tempo que ele venceu tudo (podendo ser o da linha do tempo do Ry), o meu OC falou o vilão com um revólver de balas imaculadas (comicamente anticlimático de propósito e que até o Eric achou engraçado porque era numa época que ele odiava o Dystopia).
 Mas eu tava aceitando que o OC peixe morresse mas eu não lembro como ele morre, mas que na saga do "filho emo do Game" (Game tinha dois ou mais filhos, um deles sendo o Fear - um filho do Game com uma versão alternativa feminina, então... isso é incesto? enfim...) tinha uns clones modificados desse OC, lembro que o 57 tinha poder de apenas ser super inteligente e tal, e que eu também tava planejando a morte dele mas bem mais tarde que o Eric tava pensando, e como eu tava com ódio de um personagem que tinha uns 3 guardiões Wendigos (Raiva, Vingança e Calma), eu roteirizei um plano pro 57 matar pelo menos 2 dos Wendigos e escravizar o restante (não lembro qual ordem exatamente) como vingança pelo seguinte motivo. 
  • O Eric mal explicou o 57 e a importância dele e já falou sobre a Vingança quase matar o 57, e que isso pra mim... Me fez odiar o tal carinha dos Wendigos e roteirizei essa morte do personagem (que só morre se os 3 Wendigos morrerem) não de forma conveniente e powerscaler mas realmente tipo uma trairagem (deixando o 57 escroto conscientemente porque, sei lá, a menos que o carinha dos Wendigos matasse um deus hiperdimensional pra peoteger o 57 e fizesse lasanha com o coração desse deus pro 57 eu não imaginava o 57 perdoando isso)
 Lembro de um OC chamado Babirusa Barba Galáctica (que seria um anão - estilo Tolkien - com barba azul brillante e grande mestre dos metais, e era da fase que o Eric tava plagiando Elden Ring e deixando a história medieval demais), mas que eu já defini que o Babirusa ia morrer eventualmente e... O Eric ficou irritado e fez birra tipo "tá bom não vou reviver tal personagem e tal saga não vai acontecer e ponto", e eu fiquei tipo "???", porque ele sofria o mesmo problema da minha prima Lucinara, não podia ler uma linha de personagem que ela nem conhece morrendo que já surtava.
 Assim como o Eric tinha o mesmo defeito da minha prima, de tentar controlar a minha opinião, tipo quando ele ficou reclamando que tinha um Broly novo no Dragon Ball Super, e ele falando que "era um furo de roteiro porque o Broly já apareceu em Dragon Ball Z", sendo que eu tive que avisar ele que o Broly do Z nunca foi canônico pro anime original. Falando em controlar opinião e "filho de bruxa só que a mãe e avó são católicas e surtam só de ouvir 'desgraça'", pqp vendo isso tudo não teria como o Eric ser católico também, ele seria facilmente excomungado, com agravante que eu já falei dele babar ovo de coisa americana ele teria um puta risco de xingar o Papa só pra defender o Trump.
 Tem uma frase do Carl Jung que é "o que irrita nos outros diz algo de nós mesmos" e... É verdade, e provavelmente isso resume quando alguma crítica minha do Eric parece saturada ou repetida, e eu tô ciente disso, é um fato que eu vejo que só interagi tanto com o Eric porque antes era o único que tinha hiperfocos em comum e que mais conseguia conversar, mas odiei na época por pura decepção, e porque aos poucos fui descobrindo quem ele realmente era.
 Dá até pra ser mais específico, como: Dos demônios de The Name Chellux, me irrita porque é mal-feito e mal-justificado; da maioria dos personagens, a maioria vem de personagens forçados, estereotipados ou que o Eric usava uma desculpa pra me ofender ou pra criar alguma palhaçada edgy desnecessariamente violenta; das bruxas, me irrita porque é bem do tipinho de "oh yeah booyah, católicos são do mal, yaaay" (sendo que nas inquisições católicas, quem só era herege no máximo apanhava ou era forçado a usar Capirote, que é tipo um chapéu de burro de escola antiga só que da Igreja, ou os católicos mataram mais assassinos, estxpradores, canibais e fanáticos religiosos - entre eles os cátaros, que desde se matavam de tanto jejum a também assasinavam grávidas, mas pro ateu satânico "nããão meoh, os católicos mataram médicos e adestradoras de cachorro meoh"); e dos Wendigo, me irritava pelo jeito que o Eric introduziu na história ou introduziu quando contou pra mim, mas hoje em dia eu odeio porque... Wendigo é o estereótipo de quando americano tenta imitar o terror polonês ou de qualquer país da Europa Oriental pós-guerra; do powerscaling, me irritava por causa da competitividade desnecessária que a gente se enfiou (afinal, éramos moleques idiotas brigando por rinha de OC) que eu mesmo hiperfoquei em powerscaling pra fazer OCs fortes ou mega poderosos.

-- 22-04-26 --
 Quando eu pausei o Projeto Dream, mesmo no máximo só postando curiosidades e itens sobre, me veio uma memória de dois tipos de sistemas de poderes que tinha no The Name Chellux.
  • Diferente do Projeto Dream de 2022, que eu crio algum sistema de poderes pra experimentar poderes novos e evitar que os anteriores exaustem na história, os sistemas de poderes do The Name Chellux tinham um defeito em comum com o Projeto Dream 2019, que era dos poderes soarem desesperados (pra ocupar espaços que poderes como a Aura/Mana não ocupava) ou preguiçosa (que tinha no papel um potencialzinho, mas por puro desinteresse ele não aproveitava).
  • Por exemplo, a Força Runner, que é bem copiada da Força de Aceleração, é um poder que tanto dá velocidade quanto faz o personagem ficar forte quando acelera, só não tinha a cronocinese (que na real por esse lado já tá melhor que a Força de Aceleração da DC por não ter power grip), mas achava tosco ele colocar pessoas reais como usuárias desse poder, ele cita que nesse universo o Usain Bolt tem esse poder (que pra mim é desrespeitoso porque: um cara com o feito de ter por tanto tempo o maior récorde de velocidade, e você reduz como ele sendo rápido por ter esse poder é sacanagem, só porque o cara é negro e do Caribe ele não pode ter feitos récorde na escala humana?)
    • O Eric tentou dar uma de Fate, com figuras históricas ou mitológicas tendo poderes e ajudarem os heróis, mas a questão é que Fate faz conscientemente ainda versões originais e diferentes das tais figuras, e que fica legal do jeito próprio sem apagar a contraparte real/canônica, já o Eric colocava as figuras históricas só porque "ah, é no mundo real", e as entidades mitológicas ele colocava de má vontade.
    • Seja o Thor loiro também no The Name Chellux (que nem vou comparar com o da Marvel porque até eu concordo que o Thor já é diferente demais da contraparte mitológica, e esse é o defeito maior que ele sendo um imbecil vagabundo e piadista na UCM), ou os deuses egípcios perdendo poder e fé e se tornando entidades menores (muito suspeito, porque isso não rolou com a mesma intensidade em entidades europeias, como deuses gregos helênicos ou deuses celtas ou nórdicos/germânicos), ou entre os "magos cientistas" ter o Albert Einstein, o que fica esquisito, o Eric além de reduzir um dos maiores gênios da humanidade, que corrigiu os furos lógicos da física clássica e abriu porta pro que se tornou a física quântica, a um mago, também ele colocar como usuário de magia (algo associado ao paganismo europeu e alquimia arábica) um seguidor do conceito de Deus de Spinoza (uma variação monoteísta que também é panteísta, ou seja, que Deus não só tá presente na natureza, mas ele é TUDO na natureza; e tinha o estereótipo de que Einstein era ateu, que pelo que entendi era só pra invalidar - um primo monarquista e fanático cismava que Einstein era ateu só pra depois ele babar ovo do Nikola Tesla por ser um "gênio católico" (sendo que, não, o Nikola Tesla não foi católico, e sim ortodoxo, uma religião cismática separada do catolicismo romano ou então das ortodoxias africanas)).
      • Falando em Einstein e religião, também nunca vi como Eric retratava por exemplo milagres, e considerando que ele reduzia cientistas a "magos lógicos", ele deve ter reduzido muito milagres a "magias de elemento sagrado".
  • Outro sistema era o de Sangue Azul, que seria tipo uma genética rara e que dava tanto poderes quanto um tipo de realeza (que bem, o Eric não é eugenista, só foi racista pra krl, mas é muito suspeito ele ter se baseado nessa lenda de sangue azul que era um embuste de aristocratas incestuosos pra falarem que eram superiores), e que o Death Chellux tinha esse poder e era "do Clã da Morte".
 Só que assim, agora o clima fica pesado porque esse Death Chellux deixa um monte de furos e deixa a história muito errada porque ¹esse deus seria da mesma idade do universo (o que não faz sentido já que o Eric falava que os Chellux tinham idades diferentes, entre eles o Game ser o mais novo e sendo jovem na época que os videogames tavam começando, e o Emag ser um tanto mais velho), ²mas ele ter uma forma de uma criança (segundo o Eric o Death Chellux tinha antes a forma de poeira, depois esqueleto, velho, adulto, até chegar na forma de criança), e ³ser dessa forma porque "o conceito de morte sempre se inova", o que sempre achei bullshit, porque:
  • Segundo o Eric, "pra ter vida tem que ter morte", sendo que tipo, eu falei pra ele que "como pode algo morrer se nunca teve vida?", afinal, uma pedra não é morta, só é inanimada, ela nunca teve vida, não é que nem um ser morrível/mortal, que nasce e depois de um tempo morre, então é o contrário, pra ter morte tem que ter vida, porque o contrário da morte é o nascimento, mas ainda assim, se pra ter vida tem que ter morte como tem imortais? Na história The Name Chellux tem imortais, incluindo imunes a coisas que desintegram imortais, o que já invalida essa parada dele.
  • Assim como isso é exatamente o tipo de desculpa merda que eu já vi de otakus lolicons, falando "naum, mais, mais veja bem, ela tem 2000 anos, é... é...", que não adianta de nada se a personagem é de alguma espécie que tem tanta expectativa de vida que ela com 2000 anos ainda é uma criança, ou quando seres mais novos da mesma espécie dela já estão adultos, ou quando a personagem parece e age como uma criança.
 Considerando que eram histórias que o Eric improvisava tudo na hora, pra no dia seguinte ele nem lembrar que falou sobre, dá pra ter certeza que era um monte de ideia que ele escrevia por impulso, simplesmente porque veio na cabeça porque é "cool" e foda, mas como ele não escrevia sua própria "epopeia" dessas histórias e worldbuilding, cada detalhe que ele contava era da boca pra fora, ele não sustentava porque simplesmente não se deu conta, e por isso que, mesmo eu lembrando tanta coisa, eu na verdade odeio essa história do Eric, era uma parada que ele parecia que só "escrevia" pra ostentar, pra lacrar, farmar aura, sei lá gíria de jovem pra esse narcisismo de adolescente que só me minou tanto porque fiquei tempo demais falando com ele.
  • Tipo quando eu tava criando um OC com poderes de jogos, baseado no Game e Emag, ele ficou me debochando, chamando de "newbie".
    • Primeiro, fala português, oh alienígena: pqp, esse Eric tinha uma época, lá pras últimas conversas, que ele ficou falando SÓ EM INGLÊS por nenhum motivo além de "eh mais fáciuu" (o que não faz o menor sentido, lembrei até de uma história dele de duas dimensões chamadas Chaos e Oblivion, que quando eu quis saber mais do Oblivion... ele achou que eu tava falando do Vazio do Ponto Zero)
    • Segundo: cacete, na época eu me senti mó fracassado por tar "abaixo" do Eric, mas vendo agora, eu vejo como o Eric era escroto até quando eu tava me inspirando nele pra algumas mínimas ideias, e dito personagem eu descartei, mas reutilizei no Donald e Howard.
  • Ou, recapitulando porque chegamos bem longe, tinha aqueles RP's que ele inventava poder pros bonecos dele só pra ganhar de personagem meu, ou personagem dele me xingando, mesmo os que nem quebravam quarta parede, que só não faz sentido, é como se ele usasse os personagens pra me xingar porque se eu ficasse puto com os personagens ele ficaria "hiar hiar hirhir você se ofendeu com meu personagen, hiar hiar hirhir", então o Eric sempre ficava confuso quando eu ficava puto com ele e não com seus personagens.
  • Ou tipo quando em PD 2019 teve um arco de corrida de carros (que na época era kart) contornando os EUA (algo baseado em Steel Ball Run), aí o Eric falando "amador, na minha história eles deram volta ao mundo", que eu sentia tipo o Butters daquele meme/episódio "os Simpsons já fizeram", mas revendo, era só o Eric debochando e colocando pra baixo a troco de nada.
 Um webamigo meu (não vou dizer qual) quando leu até acho que o Eric tem cara de que cometeria alguma atrocidade, mas... mesmo eu odiando o Eric conforme eu escrevia esses rancores e desabafava duma vez isso que ficou preso em mim por anos, eu não acho que o Eric chegaria ao ponto de, por exemplo, cometer um ataque a uma escola, isso porque o Eric é bem desfuncional, numa fase que eu tentei recuperar amizade depois das primeiras brigas, na época do Ensino Médio, ele contou sobre trabalhar no Telemarketing, e que *segundo ele* ele não podia ficar bravo por causa da parada onde ele trabalhava (ou algo assim, essa parte eu não lembro), mas ele tinha aquela atitude entre "uwu otakinho" e... edgy nível e-boy do Discord/Tik-Tok do tipo "ain olha a mão olha a moto" (apesar que o Eric era meio gordinho - não gordo nível Core, Faustão, mas gordo do tipo, da cara de bolacha por exemplo -, pardo do cabelo crespo e tinha uma voz fina, então ele só tinha aquela "alma" de e-boy, não tinha nada físico disso), além de ter sido irritante e seguido como essa fonte dessas brigas até meados de 2022.
 Uma vez eu até falei com o Rabitat sobre o quão engraçado seria se eu ainda conversasse com o Eric, ou sei lá, ele fosse estável pra manter, e ele conhecesse umas paradas que eu só fui adicionando de lá até hoje, ou de outras histórias do blog, mas é claro, "e se" nunca dá história legítima, da mesma forma que autores de fanfic não avançam se viverem nesse mesmo meio, mas falando em Eric copiando coisas, a Nebula Monja, ou Stardust, tinha depois da saga das Nebulas um poder que, segundo ele, era baseado em física quântica... Mas mesmo assim ele conseguiu fazer brochante, era uma parada que ele até tentou dar uma explicação complexa mas na prática era só a personagem teleportando entre câmeras, porque ele não teve muito planejamento além do que ele entendeu de observação e energia, que mesmo física quântica falando sobre, não tinha a ver o suficiente com os poderes dela de teleportar entre telas, aí fica tipo aqueles RPG's que você melhora poderes por árvore de habilidade mas no caso o Eric teria errado a habilidade que ia upar de nível.

-- 29-04-26 --
 Abril já está acabando, e sobre o assunto shotacon/lolicon que eu citei, me lembrou uma coisa que não lembro se falei, mas se já falei vou recapitular: tinha um tipo de protagonista de TNC que era um tipo de protagonista humano mais comum, no máximo com magia, e que tinha uma lore sobre ele e a namorada serem órfãos adotados numa mesma família, mas se namorarem, e a desculpa do Eric era de que "eram irmãos adotivos", o que desde essa época eu achei errado, mas diferente de tanta coisa e similar ao Death Chellux eu nunca tive a oportunidade pra explicar o porquê disso tar errado, como o fato dele tar ignorando o fato de que eles são IRMÃOS mesmo assim.
 Isso foi meio tipo aqueles pornôs genéricos de padrasto, madrasta ou meios irmãos porque deixar os parentes como "step" era uma desculpa mais fácil pros personagens não verem muito o parente como de fato um parente e se namorarem profundamente, e nesse tipo de comparação… não levem como prova ou argumento absolutos, mas isso diz também sobre fetiche de incesto mesmo que só entre personagens.
 Hoje em dia, mesmo eu não ligando pra pornô de incesto porque é só um fetiche (e ainda ser leve em comparação a como tratam e ao que eu citei aqui), eu odeio incesto na história real (considerando o tanto de doenças e deformidades causadas por endogamia em nobres ou em famílias "tradicionais" nos EUA e até no Brasil) e também em narrativas, é um assunto que eu tô evitando, com uma exceção dum conto que eu tô elaborando pro Projeto Dream que é baseado na tragédia de Édipo.
 Meus pais são primos e já sofro de alguns problemas físicos, tive sorte que o máximo que eu percebi de coisas estranhas foram minha miopia, foco epiléptico, dentes tortos (que já resolvemos) e um tipo de terceiro mamilo na barriga (isso é, claramente é um mamilo, não dói mas também nunca sumiu, e tem a mesma cor dos meus mamilos em vez daquele avermelhado de espinha), mas já é o suficiente pra eu ser contra a endogamia, pra não cometer o erro dos meus pais e dos meus bisavós, e talvez eu ter criado tantos casais com filhos não seja só baseado em eu querer ter filho mesmo que bem tarde, mas também numa meta minha de ser doador de esperma e, além de ajudar pais inférteis, também "embaralhar" o meu DNA e cumprir essa meta de desfazer esse plano. Por que não faço agora? Acho que é mais por vergonha que por preguiça ou falta de um laboratório pra eu ir doando.
 Fora isso, esse papo de lolis e shotas lembrou de umas OCs shortstacks que eu fiz, que eu e o Amaterasu até falamos sobre como shortstacks (personagens femininas baixinhas robustas) são malvistas à toa e difamadas porque militantes que militam errado acham que tudo que é baixinha ou tábua é loli, ou por causa de lolicons que tentam falar que qualquer personagem baixinha é loli. Não sou tão forte pra socar forte quanto pra levantar peso, mas sinto uma vontade reprimida de socar esse tipo de gente até eles verem uma galáxia de tanta estrela.
 Mas falando em linchamento, o AA-21 é um dos que eu mais odeio, não só porque o Eric usava ele num RP torturando a Tiamat, antes minha OC favorita (que era tipo uma versão digital daquele episódio de Chaves que o Kiko derrete o boneco do luchador do Chaves só porque o mesmo tava ganhando do boneco de luchador do Kiko), ou só pelo Eric tentando apresentar o AA-21 como um "herói fodão farmando aura 1000000000" só porque o personagem tava torturando um político corrupto na frente da mãe e filhos e só zoou como um maníaco que tenta bancar o justiceiro (afinal, o tal político nem tinha nome ou feitos de corrupção, então eu nem senti algo além do choque ou impacto da narração, e a família do cara tinha nada a ver pelo que o que ele contou dizia), mas porque também o Eric tentava forçar um personagem disposto a fazer essas atrocidades, e cuja fonte de imortalidade era justamente a sombra de um demônio primordial, como se fosse só um ajudante dos tais heróis.
 O Eric não narrava num jeito realpolitik, de contratar ele por ser bom em torturas, armas (porque "AA-21" era a dogtag do personagem e ele era o clássico "soldado sem nome") e demônios numa guerra cósmica, e zoava tipo aquele meme do Steven Universo perdoando o ditador austríaco do Terceiro Império Alemão ou o Juiz Holden (aquele demônio que fez 100% Glitchless do Código Penal), e tinha uma cena duma personagem criança fofinha (que não lembro o nome, mas… desculpa o anacronismo já que tô comparando com animes que só conheci tão depois, mas ela eu visualizava tipo uma mistura de Anya com aquela tanuki de BNA), e ela com realmente medo e o AA-21 (que aliás eu visualizava ele parecendo tipo o WD Gaster com umas mãos tipo da Outra Mãe do stop motion de Coraline) andando atrás tipo "calma, por que você tá fugindo do titio?" (Se essa narração faz imaginar a tal "Anya tanuki mágica" precisando de um adulto anos-luz mais responsável? Eu senti a mesma vibe e isso é só o que eu lembro e que eu tive que parafrasear na base na vibe da época).
 Isso do AA-21 meio que passa do Horizonte de Eventos Moral, e era uma das coisas que não tive como explicar, não por não ter dado tempo mas porque o Eric era daquele tipo que seria fanboy de The Boys e que reclamaria que o Superman seria fraco, sojado e irrealista, sério, essa comparação que eu falei até lembrou de uma piada que eu fiz em chat, tipo o Charles invocando uma sombra e saía tipo o Sombra do Ratinho (baseado num meme que eu vi do Shikamaru, e que de 2018 a 2019 era pro Charles ter magias das trevas), o Eric tentou comparar (não sei como explicar certo essa) que o do AA-21 com a sombra do Nightshade era mais sério e correto, e falando que tinha que ser sério.
 Sobre eu comparar com a HQ Jack do David Hopkins, também ambos lembram aquele tipo de "fã de Seinen" que só leu Berserker, Monster e Vagabond (e olhe lá) e acha que a única coisa impactante são as coisas mais pesadas e opressoras sendo que esses mangás na real até narram mais sobre superar ou enfrentar esse tipo de mundo opressivo, afinal, se tudo é bonito nada é bonito, e se tudo é feio nada é feio, tudo sendo negativo não há como comparar e sem comparativo todo parâmetro é nulo, até o código mais básico de computadores usa mais de um número que são 0 e 1.
 Já sobre o Eric ser racista, teve um caso que o Eric nem sabia que São Manuel (cidade onde moro) existia e que se ouvisse sem contexto achou que seria cidade da Venezuela (aham, uma cidade da Venezuela pós-Maduro, onde não têm dinheiro nem pra comprar um rolo de papel higiênico), mas se eu não explicasse o fato do Eric só ser burro e favelado (que aliás já deixa ele hipócrita de tentar tratar São Manuel como "cidade longe de tudo", enquanto aqui na real é de boa, podendo ir de moto da onde moro pra onde eu trabalho em só uns minutos, enquanto ele mesmo admite que precisava ir pro mercadinho semanalmente e sobre ser difícil morar no lugar onde ele mora), realmente pareceria só xenofobia por pura briguinha de SP vs RJ, mas nenhuma briga nossa foi de se SP ou RJ é melhor, escolher entre morar em apartamento caro na metrópole ou morar em subúrbio dominado por bandidos e miseráveis é só escolher o próprio veneno.
 Falando em "subúrbio" (que quase erro quando escrevi e saiu "subúrnio" antes de eu corrigir na atualização), o mesmo webamigo que disse que parecia que o Eric cometeria algum crime real, também disse que, se o Eric fosse parente de bruxa mesmo, iriam queimar ele que nem uma, mas falando nisso, realmente o Eric sendo meio "eu sou neta das bruxas yayyy a Igreja sempre esteve erradaaaa // a avó indo pra missa 3 vezes por semana", ilustrando errado sobre Deus, deuses e anjos, com personagens demônios genéricos e um sistema de Aura/Mana que parece que foi mal-copiado do Ki de DBZ ou do Chakra de Naruto, sendo racista com deuses egípcios (e como eu nunca vi ele citar orixás ou macumba, talvez ele nem saiba como funciona ou acha que são "demônios premium brasileiros") e retratando demônios de forma tão genérica que parece que veio dum cartoon da época do Pernalonga e Pica-Pau, ele tem mais vibe de um ateu médio do Reddit que realmente alguém que se diz bruxa estando num dos países com mais católicos no mundo (sem falar de ter muitos evangélicos).
 Sobre os demônios terem chifres, e lutarem usando chifres mesmo sendo anatomicamente impreciso (e ele nem explicando se os chifres tivessem algum poder específico, ou que eram chifres grandes pra luta ser viável ou então eficiente, mas não, ele narrou como se, no meio de bichos que podem dar soco ou usar garras ou cuspir fogo, seres bípedes batendo chifre era eficiente), eu não duvido que veio dos cuicornos (NÃO RIA! Esse nome "cuicorno" vem do latim "cuius cornua", "dono dos chifres", explicado melhor adiante) de Projeto Dream, que são humanos/humanoides com chifres e teriam uma lore sobre eles duelarem por mulheres ou território, e que o Eric não considerou dois fatos: 1. Era tipo uma arte marcial, uma tradição, uma cultura deles, não por questões como educação física ou praticidade literal; 2. Eu me baseei em animais que brigavam usando chifres, como cervos, veados, touros, carneiros. Na versão de 2022 adiante não fiz muitos personagens cuicornos, não por ter poucos (porque não são poucos), mas por falta de ideia em geral, então coisas como essa cultura eu não aproveitei direito na versão atual.