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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

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23 de abr. de 2026

Curando a sua síndrome de vira-lata

Das histórias mais recentes desse blog:
Por enquanto tô sem ideias de histórias únicas (começo, meio e fim) ou pra Royal Life.
  • Fenômenos e Chronos Inc. acabaram, mas vou ainda aproveitar sua cosmologia e também usar a experiência que acumulei com essas histórias pra criar artefatos e poderes novos, ou reutilizar uns dessas histórias.
  • Covil das Creepypastas tecnicamente terminou antes, já que é do mesmo universo dos anteriores.
  • Hard Life vou demorar pra continuar por falta de ideias, mas planejo continuar até encerrar sua temporada.
  • Banban o Cookiezinho não vou continuar (ainda) porque, como é uma história episódica, não tem muito o que avançar e nem prioridade pra continuar como sequência.
  • Untitled 2014 ainda tá em progresso.
Fora isso, tem algo que eu refleti quando vi esse vídeo, que é: Os brasileiros que falam que "tem que ter folclore brasileiro e vivências brasileiras pra você não ser um escritor vira-latinha" na verdade são só otakus frustrados, da mesma forma que quem tentou boicotar o Halloween e enaltecer o hipotético Dia do Saci hoje em dia são conservadores vira-latas que querem que o Trump e o Milei invadam o Brasil.

Tal conclusão não é precipitada ou baseada em tão pouca experiência, mas também baseado na filosofia derrotista, de repetirem a mesma fórmula porque "quanto mais, melhor" mesmo que essas histórias são esquecidas ou reprimidas a algum nicho, como eu já vi que, mesmo que tenha HQ's boas no Brasil, você talvez não conheça um São Paulo dos Mortos tanto quanto The Walking Dead ou Independência ou Mortos tanto quanto aquele filme do Abraham Lincoln matando zumbis, não vão conhecer tanto o filme O Som ao Redor quanto o filme coreano Parasita (pra caso você conheça um ou ambos e não entendeu a comparação, é que ambos associam a desigualdade social a sentidos, como O Som ao Redor a visão e audição, e Parasita a cheiros/olfato), e não vão conhecer tanto o 48 Km quanto Heartstoppers (que aliás, eu lembro que fiz um meme com a Carla e a Alex baseado num meme da artista Iara, mas não lembro onde foi parar - 100% não uma desculpa pra não pôr fotos nesse post pra ser mais rápido de postar, magina).
  • A propósito, tem uma HQ de Ação a lá Justiceiro e V de Vingança, chamado O Doutrinador, que... mesmo que tenha filme eu não recomendo, tanto o roteiro quanto a coreografia são amadores e fica ruim de assistir com atenção.
Não que as mídias brasileiras sejam ruins, afinal, Brasil continua ser exemplar em desenhos animados (alguns desenhos da TV Cultura, Gui e Estopa, Estresse e Relax, Fudêncio e Seus Amigos ou Mega Liga - desenhos velhos, mas recomendo, não falei do Irmão do Jorel porque esse já era óbvio), sketchs de comédia (tipo Porta dos Fundos), filmes e novelas (afinal, Tropa de Elite e Cidade de Deus são filmes brasileiros tão impactantes e tão bem-feitos que gringos nem acreditaram que isso era algo rotineiro do RJ), também música (Pitty e Matanza foram tipo uma porta de entrada pra mim no rock e metal).

Mas e os otakus? O que têm a ver exatamente? Especificamente porque, não sendo vira-latas pra americanos, são vira-latas pra japoneses, que aí parece até que americanos dependem da mídia do Japão, afinal, a sugestão de música da Copa 2026 sendo um country sério (depois do louvor K-pop de 2022 e das músicas alegres de Samba desde a Copa 2010) parecendo mais música de encerramento de filme de ação e com letra genérica feita por IA tão de má vontade, e depois a Ado fazer uma música FODA e bem-feita, não só nos instrumentos e na letra, mas cantada com coração, mostra que sem o Japão a dita "maior potência" n
ão tem cultura.

Não se diferindo daquela parada que a Inglaterra faz, que teve maior império do mundo mas a culinária dos caras faria de "parece o que um cachorro faria se virasse um humano" pra "ah não, mamãe, uma maçãzinha já basta" (pra quem é novo demais ou só não lembra, é que nuns desenhos de até o fim dos anos 2000 tinha aquelas cenas de café da manhã com muita comida e cheios de coisa, mas que o protagonista adolescente só comia a coisa menos calórica da mesa ou só bebia alguma coisa).

Falando em "sem Japão, EUA não tem cultura", as mídias populares que o pessoal tanto associa a "coisa de americano bleh" nem é americano/estadunidense.
  • Contos de Fadas? São histórias alemãs baseadas em folclores germânicos e celtas.
  • Clássicos da Disney? Adaptados de contos de fadas e mitologias da Europa à Ásia.
    • Dos menos falados, Aladdin é de 1001 Noites, um livro persa, Mulan é de um conto chinês, e Mogli é de um livro indiano mas tirando tudo de racista do autor original.
    • Falando em Mulan, a parada de "ninguém canta na guerra" foi só desculpa preguiçosa pra não ter música e parecer """realista, mas tem músicas na guerra pra acalmar ou motivar, como os hinos, marchas, ou a música "Oi, u luzi chervona kalyna", uma música ucraniana que foi passada por gerações.
  • Senhor dos Anéis? O Tolkien era sul-africano e naturalizado britânico, e baseou em diferentes mitologias e em sua experiência de guerra.
  • Fúria de Titãs? Uma adaptação cagada da mitologia grega com uma versão interessante do Kraken de contos nórdicos de pescador.
  • Harry Potter e Doctor Who? Histórias britânicas baseadas em histórias, mitologias e até teorias de diferentes cantos.
  • Daft Punk? Os DJs são franceses.
  • Mad Max, Digital Circus e Murder Drones? Diferentes autores australianos.
  • Rock n Roll? Blues vem da matrix afro-americana, Jazz e Country têm aspectos diferentes vindos de regiões com mais europeus e brancos, sem falar da influência Punk pós-guerra.
  • Jogos RPG indie? Undertale foi baseado no jogo japonês Earthbound, e temos jogos japoneses como Yume Nikki e Castelo Mogeko, ou o OFF que é um jogo belga e o jogo finlandês Fear and Hunger.
  • EBM? O mais popular do ramo é a banda alemã Rammstein, e ainda tem sua influência no estilo musical Jumpstyle, do lituano Yabujin.
  • DJ's famosos? Alok e Umulu/Mulú são brasileiros, Avicii (Deus o tenha) é sueco, Alan Walker é norueguês, Speedycake (aquele dos memes Paffendorf e Caipirinha) é japonês, Yabujin é lituano, Daft Punk e DJ Snake (aquele de memes de 2012 a 2015) são franceses.
  • Histórias de máfia? Máfia italiana em histórias em Nova Iorque, máfia chinesa em filmes de Kung Fu, às vezes máfia russa quando é uma história de fato internacional e tem vilões russos sem ter tema ou subtexto de Guerra Fria.
  • Witcher, Dying Light e até Cyberpunk 2077? Autores poloneses, incluindo a empresa CD Projekt com K ao invés do C (no caso de Witcher incluindo o livro, já o Cyberbug foi só o jogo em si).
  • Também recomendo jogos indies brasileiros, como Oniken, Odallus, Chroma Squad, a Lenda do Herói (que ainda planejo jogar) e Mars 2120.
  • Assim como animes também podem se passar na China (como Apothecary Diaries e, só pra completar, também muitos animes como Naruto, Dragon Ball e o cartoon Avatar têm inspirações chinesas e indígenas), ou no Brasil (Michiko no Hatchin), ou animes baseados em mitologias ocidentais (Record of Ragnarok e os jogos de Fate).
Falando em jogos, até os jogos mais mal-feitos, daqueles que eu chamava de "história woke de quinta categoria", mas dá pra chamar de "histórica típica woke" ("típica woke" porque woke perdeu significado, então tô evitando usar esse termo ou usando entre aspas), que "todo branco é fdp, todo negro, pardo e asiático é vítima", ou "todos os heróis gays e os vilões sendo héteros cristãos" (que por sinal esse ateísmo extremo é culpa dos anglicanos e puritanos que viveram pintando os católicos como conservadores ou supersticiosos), e "nossa protagonista tem que ser escrota e todo diálogo dela parecer discurso do Twitter" (ganhando pontos se for self insert de alguma diretora), e tem um problema em jogos como Dustborn e Concord que prejudicou mais que ser "woke" (não ser só progressista, mas industrializar todo tipo de pauta até ficar errado ou irritante), que é o jogo ser feio e sem graça.

Acho que nesse blog é a terceira vez que eu falo sobre Concord, mas nesse caso é pra explicar que nem esses jogos ruins com marketing agressivo e industrialização de pautas é estadunidense, isso é, o Concord nem tanto já que é mais um dos jogos fracassados e militantes que a canadense Sweet Baby Inc ficou pressionando, já o Dustborn é um jogo norueguês (pra um país que pratica satanismo e nazismo por tédio, acho que tá explicado por que a "história de amor, esperança e robôs" foi tão deturbada pela própria ideologia), e pior ainda: um jogo que vive de verba pública.
  • Post meu falando sobre Concord: Clique aqui
  • Post meu falando sobre Dustborn: Clique aqui
  • Um pouco mais sobre Concord é que: A falência desse jogo, que foi investido 400 milhões de dólares e levou 8 anos pra fazer, modelar e programar, ensinou lições como:
    1. Hero Shooters e Jogos de Serviço já saíram de moda, só tão se mantendo os jogos que tão fazendo bem-feito (como Fortnite e, até certo ponto, o Overwatch e o Valorant);
    2. Levar mais de 3 anos pra fazer um jogo tão grande e detalhado (que inclusive o jogo ficou tão feio porque colocaram detalhes de mais, eu e o Amaterasu vimos fotos da HUD do jogo e é poluída pra caramba, sobra pouco espaço pra ver o cenário e personagens que vai mirar e tem desenho em coisas que ninguém ia ligar nem se o jogo desse certo) não adianta se você não acompanha as inovações dos jogos e nem constrói um público adequado (eu só ouvi falar do jogo porque a notícia do jogo falindo foi muito impactante, mas também tão engraçado que desenvolvi hiperfoco pelo jogo só por causa da curiosidade, se o jogo tivesse notícias, curiosidades, construísse comunidade, atrairia mais gente);
    3. Não adianta chamar youtubers ou membros da sua equipe pra bajular o jogo, falar que é "o futuro do PlayStation", que "el Concord es clave", se vier tão cheio de defeitos e acabar esquecido como um jogo e lembrado só como um tipo de tragédia.
    4. Tem que ter algo bonito, atraente, interessante, bem-feito, dependendo do jogo e seu público até focar na estética dos personagens (lembre-se do Astro Bot que é fofinho e divertido e do Stellar Blade que tem personagens gostosas - "ah mas a personagem não tem personalidade", ¹quer personagem com caras e bocas esticadas de exageradas? vai ler a HQ Jack, carai, ²história em jogo é que nem história em pornô, para de fingir que importa, ³isso é tão tipo "oh não a lagosta tá tão saborosa" do nível de pessoa reclamando)
      • Tem até num print que eu vi alguém falando pro pessoal de Concord, "na próxima vez lembre-se de fazer personagens que gamers REALMENTE gostem" (que antes que algum desocupado, do tipo que cagou pra Concord e depois ficou lamentando a falência do jogo, venha reclamar, nem precisa fazer personagem gostosa, basta ser personagem bem-feito, relevante, de destaque, etc., eu já fiz o personagem Marshall Anthonny que é tão feio que era parte do poder dele, e ele é até tipo apoio emocional do meu webamigo Gabriel).
    5. Sério, das fan arts que eu vi, não incluindo desenhos meus e nem R34, era só redesign corrigindo defeitos, e olha que mesmo os devs de Concord falando mal dos "poeteiros" por não comprarem o jogo (ué, mas não era logo o pessoal que tanto tentou confrontar os apelos sexuais e queria o público que é contra essas coisas?), mas tem relatos de devs do jogo commissionando artes NSFW, mas não achei a notícia e talvez virou lost media, mas é real que tanto teve dev de Concord que queria NUNCA MAIS fazer jogo ou arte/design, e devs que até imploraram pra não serem zoados cedo demais por um jogo chamado Marathon.
Já se você ainda quiser pôr folclore brasileiro, ou uma história que se passa no Brasil, faça por vontade própria, não pra agradar algum otaku de Anta Gorda RS, Ponta Grossa PR ou ganhar crédito social de Areiópolis SP (é que eu tava cansado da piada de Xique Xique Bahia, fui ver foto de lá e é até bonitinha a cidade, a propósito, Areiópolis não é um nome absurdo mas temos em São Manuel uma piada interna que Areiópolis é tipo a nossa "Guiana"), e se quiser fazer história baseada em alguma coisa estrangeira ou internacional, não só faça sem medo mas faça desde que fique bom e, no mínimo, original.

 Não adianta você fazer um Umamusume de Mulas Sem Cabeça meninas do agro (improvisei, lembrei da Umamusume Mula Sem Cabeça da Lanaflowers que ficou ótima) pra ser elogiado em Pratânia mas a história ser sem pé nem cabeça, cheia de furos ou então sem propósito além de surfar no hype de meninas cavalo e folclore, assim como não dá pra um autor americano criar uma história de cowboys vs wendigos vs androides se vai ser um roteiro genérico e cansado tipo o que acusam Wish da Disney, apesar que coisas mal roteirizadas e genéricas existiam antes das IAs sequer serem um conceito popular, eu vi recentemente o FFG de Santa Claus Saves the Earth (o jogo da fada que parece mais uma bruxinha e quer atrapalhar o Papai Noel), assim como teve caso dum cara que tentou criar uma rede social usando programação só dada pela IA e teve milhões de dados vazados em minutos, a questão não é que as IAs criaram essa preguiça e sim que elas aumentaram o alcance disso.
 Eu zoei Areiópolis e Pratânia, mas no caso da Pratânia eu não zoei por ser uma cidade dependente de São Manuel, e sim porque lembrei de duas coisas que nem sei onde mais eu contaria:
  • Teve uma vez que eu passei num concurso público de administrador pra Pratânia, mas além do concurso na verdade ser pra um tipo de vaga temporária que quando terminar eu teria que sair, e teria que eu sair do emprego anterior de limpar parque (que aliás hoje foi mó rolê pra limpar a pista do Poli), a mulher entrevistadora tentou me dar um papel de aceitar vaga mesmo eu recusando a vaga, aí também tinha o detalhe que Pratânia era mais longe que a média de outras cidades.
    • Sobre o papel, era pra mulher dar dois papéis pra recusar a vaga (um ficaria comigo e um com a prefeitura), mas ela tentou esconder o segundo papel e falar pra eu assinar o papel de aceitar (detalhe: eu li os títulos porque eu sabia que era pra tomar cuidado, e percebi naquele momento que ela queria o papel de aceitar a vaga assinado pra virar contra mim), e eu já percebendo aquilo, já impedi esse plano dela e peguei o segundo papel de recusa pra assinar.
  • Também tinha um relato que meu irmão contou, de um colega de escola que pegou um jornal com "Pratânia" no texto, e ficou falando "Pênis, Pratânia" (e a piada tá bem óbvia).
 Sobre Concord ser feio, tem diferentes formas de jogos serem bonitos ou no mínimo carismáticos, dá pra ser fofo/charmoso tipo a maioria dos jogos da Nintendo (eu sei que a Nintendo tá mal-caráter esses anos, mas a Sony tá ativamente criando jogos ruins, remasters cansativos e deixando serviços mais caros, e já chegou a existir um Metal Gear que precisava pagar 10 dólares pra fazer save novo, então dá pra ficar pior que já tá), ou doido/bobo/engraçado tipo jogos do Crash e alguns da Rare da geração PS1/N64, ou expressivo e dinâmico como jogos do Sonic, Castlevania e até mesmo Spyro, e se for pra fazer feio, tipo jogo/filme de terror, que seja feio de propósito, assustador, medonho, aprendam a usar body horror também, não feio tipo malfeito (ex: Dormitablis (fangame de FNaF) ou Spawn (filme adaptado de HQ)). Só evitem fazer realista, com o orçamento e tempo que cês têm irá ficar malfeito e nem realista vai ficar o suficiente, que nem é com Mineirinho Adventures (que a propósito... pouca gente sabe, mas esse jogo é baseado numa marca de lanchonete e churrascaria chamada Dom Zellitu's, que por sua vez, fui ver e o restaurante é bem avaliado, então o problema tá 100% no jogo mesmo)

 Falando em pautas e Sul do país, eu subestimava muito as cotas de vestibulares e concursos mas era porque antes eu considerava isso racista e segregador, por presumir que a pessoa estudou menos ou em escola de menor qualidade só por ser de tal grupo étnico e social, assim como teve caso de gente (mesmo casos isolados e insuficientes pra dizer que é exatamente uma amostra) que foi recusada pelo Enem por "não ser negro/pardo" (mesmo sendo escura pra considerar parte da cota ou só pra não dizer que a pessoa é realmente branca), ou jovem que fez blackface pra tentar tirar vantagem de cota de concurso público.
 O problema é que tô parando de falar mal do sistema de cotas porque parece que hoje em dia no Brasil o racismo tá até aumentando, com gente de estados como RS, SC, SP e, por algum motivo, a Bahia também, até mesmo se associando ao nazismo e derivados (crimes de ódio, apologias genocidas, Nanauê/integralismo e eugenia), tá tão pesado que achar nazistas em RS e SC tá tipo achar talhares na cozinha, enquanto tem motivos de cotas existirem, que é ter uma maioria de pessoas pobres e classes média a média-baixa de etnias diferentes, mais que só pelo menor acesso, mas também como apenas um dos passos pra reparação histórica considerando o passado com trabalho escravo e afins (então atacar a cota como se fosse a única tentativa pública disso é, além de racista, uma falácia de espantalho, e eu não criticava sob essa falácia, só criticava o que fazia sair muito pela culatra).

Chega a não ter a ver com o que acabou progredindo, mas tem a ver com umas notícias que vi também nesse meio tempo e, assim como a piada de Areiópolis e a treta minha com Pratânia, não fazia a menor ideia se eu falaria isso alguma outra vez ou em outro post, mas é de uns contrastes que, se eu não fosse só um jovem cheio de hiperfocos em tropos e que já assistiu a tantos assuntos, iria parecer um poeta falido procurando frase de efeito, como o contraste entre pautas progressistas exageradas e deturbadas pela capitalização vazia e o extremismo puramente ideológico e usado pra causar pânico coletivo, ou o contraste entre se faz mesmo ou não algo baseado puuuuramente em cultura do próprio território por opção própria ou porque tem amadores derrotistas cagando regra pra não admitir a incompetência pra concorrer.

Até mais!

25 de jan. de 2026

Jogadores retardados e creepypastas paias

Recentemente teve um jogador streamer de Marvel Rivals que foi expulso do próprio time e tratado como um babaca ganancioso e desumilde mesmo ao vivo ele só tando nitidamente preocupado com o time dele ganhar o jogo e ele queria os 40 mil dólares do prémio porque ia pagar contas da faculdade dele.
As vagabundas e o betinha que tiraram o cara pra merda e trataram o prêmio de 40 mil dólares como algo a ser evitado (sério, nunca vi tanto destém por um prêmio tão caro) tiveram o time quase em último (milagre não ter parado em último, faltou karma), e mesmo que vocês não leiam na época que essa treta ainda estiver recente... Duas coisas:
  • De que adianta você pagar de humilde e iluminado, "yayyy foda-se o prêmio de dinheiro que um assalariado não conseguiria numa vida vou jogar com keus amigos num campeonato sério yayyy"... no exato mesmo mundo em que executaram Jesus, deixaram Tesla fudido de pobre e votaram no Hitler?
  • E também os colegas do Ensino Médio e da Fatec que eu tinha não se diferenciavam, eu cobrava pra jogarem direito eles me tiravam pra merda no próprio time nos jogos de imagem e ação, quando eu adivinhava a resposta eles me convenciam a pegar a resposta errada em jogos de pergunta e resposta, eu mandava o pessoal parar de bagunça e sempre tinha uma aluna vagabunda defendendo os moleques barulhentos (detalhe: esse terceiro era na faculdade, e tinha uma das minas pagando de advogada de uns caras que eram até pai ou mãe agindo como se estivesse no prezinho).
    • Foi bom essa imbecil ter repetido de semestre e perder mais tempo naquela faculdade junto com aquela chupeta de baleia que era um dos bagunceiros e que tentou me chamar pra porrada só porque eu tava defendendo um colega meu dele, foi tenso no dia que troquei soco mas é glorioso contar essa história.
Você leu o título, sabe que "retardado" é um termo errado pra caralho, e eu tô ciente disso, e eu uso essa ofensa quando é apenas algo extremamente e evitavelmente imbecil, e pra mim, mais capacitista que banalizar esse termo, é proibir esse termo porque "ofende autistas e neurodivergentes", porque mermão pra você dizer que uma pessoa tem autismo é só um jeito elegante de dizer que a pessoa é retardada? Vai se foder, é tipo um perfil que tentou militar contra uma parada curando tetraplégicos e a mina falando que "é tipo tornar negros em brancos", tipo oh menina, pra você ser escuro é deficiência???
Foi uma cagada tão caricata que até achei comentários esperando que fosse uma trollagem, afinal, uma "deficiente" defendendo incapacidades sérias como se fosse um direito é uma traição à própria minoria, sem falar do racismo falacioso pra defender o próprio ponto que acabou perdendo a linha. Na Fatec tinha uma professora que passou um tipo de desafio de empatia e de simular tais deficiências, e eu fui andar de cadeira de roda e simular essa situação de paraplégico, ela me convidou porque eu era forte e conduzir a cadeira de rodas era um desafio que precisava de força, e numa parte do desafio não deu pra eu entrar na sala porque eu não cabia com a cadeira, sem falar que subir a rampa foi difícil. 
Eu tive de certa forma um amigo cadeirante na Fatec, o nome dele era bem difícil de lembrar então sem querer acabo deixando ele anônimo, e ele era do tipo que o braço é um tanto paralisado também (não ao ponto de precisar conduzir a cadeira com alavanca, mas ele não teria força suficiente pra dirigir sozinho aquela cadeira), e dos assuntos que tive com ele a gente tinha conversado sobre a cadeira de rodas ser tipo um veículo.
Mas agora falando de jogos, eu de repente lembrei dum vídeo do youtuber chamado Jiraiya (que aliás, eu odeio ele porque perdi tempo tentando acumular pontos pro Honeygain e nunca consegui os 20 dólares que o site prometia e nem divulgar meu Honeygain pra ninguém, e esse china ter me enganado falando que dava pra conseguir dólares por mês com o aplicativo) sobre o Bowser supostamente estar permanentemente morto, e... É tão cagada a teoria que tá mais pra uma creepypasta de 2010, até a thumbnail fede a canal de terror que envelheceu mal ou faliu (tipo Ambu e Skyrox).
Os argumentos resumidos são:
  • Bowser já foi visto caindo em lava, em lugares fatalmente altos, e até enfiado num buraco negro.
  • Quedas fatais incluindo uma comparável ao que o Paper Mario sofre no começo do jogo.
  • Os Boos têm um certo problema com o Mario, e o King Boo tenta se vingar dele e usar o Bowser como arma e assistente.
  • Uma cartomante de Luigi's Mansion se assusta ao ter o Bowser na casa fantasma.
Mas... Essa """teoria""" só faz sentido se você fingir que: 
  • New Super Mario Bros não é canônico (sendo que lá o Bowser consegue ficar "vivo" mesmo só sobrando ossos, em forma Dry Bowser, ou ser revivido pelo Bowser Jr, e provavelmente ele revive os Koopalings também já que eles também morrem na lava em Mario World).
  • Paper Mario não é uma versão alternativa do Mario, e que o Paper Mario morreu de queda e não da surra que tomou do Bowser.
  • Bowser seria muito mais mole e fraco que o Mario (sendo que o Mario, que quebra tijolo na porrada, precisa geralmente jogar o Bowser em algum lugar fatal, como lava, bombas ou quedas fatais, pra machucar o Bowser, ou ferir com power ups).
  • Ou que o Mario tenha feito algo de tão errado com os Boos, mas na real os Boos são só fantasmas, é óbvio que eles teriam medo de um vivo ver eles e eles são covardes, só atacam pelas costas.
  • Ou que o Luigi's Mansion seria o último jogo da cronologia de Mario (o que não é,e Mario é uma franquia antológica).
Falando em gente estúpida na internet... Onde caralhos meme é spam? Sério, um moleque me veio falando que um desenho que eu fiz da Sailor Moon era um "spam", e o cara usando um meme comemorando que não tem mais "desafios de spam". Não me gabo e nem me orgulho da minha resposta, foi realmente com mais base em ódio que em argumento, mas é extremamente ridículo, a nível piada de South Park, alguém acusar artistas normais de tarem fazendo spam só porque algum meme ou tendência tá sendo repetida.
Tem um jogo britânico chamado Pathways, um RPG sobre ditadura, e que ficou popular pela personagem Amelia, que na realidade essa personagem... só fez o pessoal concordar ainda mais com a tal ditadura. Por que exatamente? O que eu entendi é:
  • o jogo tentou representar ela de forma caricatural como uma racista xenofóbica que odeia imigrantes.
  • mas considerando problemas de imigrantes prejudicando a cultura e as prioridades dos civis nativos na Europa, muita gente acaba interpretando a visão da Amelia numa forma menos exagerada e mais empática (especificamente contra imigrantes ilegais e apoiando os civis do próprio país).
  • e também porque a Inglaterra não tem muita moral pra ficar julgando quem é contra imigração (afinal, o Império Inglês simplesmente popularizou e comercializou a escravidão por séculos, ao ponto que tinha "filantropos" que só ganhavam o dinheiro das caridades pelo mercado de escravos), e nem sobre tirania (afinal, o Reino Unido atual tá numa vigia excessiva, prendendo e difamando adultos só por terem fotos mesmo inofensivas de jovens de anime (detalhe: nem sendo hentai exatamente), e tendo verificação facial de idade pra sites adultos (enquanto isso, eles não movem um dedo contra jogos como os da EA que vivem de microtransações predatórias que levam crianças ao mau hábito de falir seus pais de tanto abusar de seus cartões)).
  • ou moral nenhuma dependendo de quem estivesse conversando sobre: se eu fosse irlandês, indiano ou australiano eu claramente desabafaria isso com mais ódio pela Inglaterra do que eu poderia normalmente.
E nem tô defendendo a personagem, mesmo podendo com certeza, mas não defendo o jogo porque nesse caso realmente foi algo meio SJW das ideias, o tiro saiu pela culatra, e o jogo foi até tirado do ar porque a propaganda deles foi praticamente invertida pela mais pura incompetência. Isso lembra quando muitos LGBT's e muitas feminazis (ou seja, falsas feministas que simplesmente odeiam homens, héteros e trans) acharam que Duna seria um filme feminista e moralista a favor deles por ter principalmente um povo matriarcal, mas no clímax o protagonista chega a dar um golpe de estado no planeta Duna e quebra a ideia de que o filme/livro seria sobre "utopia das mulheres e ditadura pra homem hétero branco, yayyy" (e o irônico é que achar que o filme seria uma "utopia das mulheres e ditadura pra homem hétero" só prova o ponto do filme sobre o quão enganosas são figuras messiânicas).

Até mais!

19 de jan. de 2026

Achei isso antes das férias acabarem

Durante essas férias eu fiz algumas coisas como caminhar, criar histórias novas pro The Fat Dragons, viajar um pouquinho e ver os dinossauros do Bauru Shopping (que também foi no começo do ano), e também falei de umas quase lost medias da minha vida e do Projeto Dream que... mesmo que não fosse a primeira história foi logo a que mais me levou a simplesmente aprender a escrever uma narrativa mais longa e complexa, e com o tempo realmente foi onde eu mais testei ideias. Achei essas fotos mais da minha vida:
  1. A primeira eu lembro que foi no Liceu Arcanjo onde eu estudei, eu sou o de touca, e esse de boné não era da mesma sala mas era bem simpático e engraçado nas conversas, mas acho que eu gostava de conversar com ele porque ele me lembrava o Matheus Canella.
    • E... sim, esse meu sorriso tá bem tosco porque em selfies minhas eu não sabia sorrir e fico parecendo o MrBeast desse jeito.
  2. Uma foto com meu irmão, não lembro bem o que a gente tava fazendo ou a onde a gente foi, mas por algum motivo qualquer foto antiga (dessa época que eu tinha esse cabelo tigela) eu tenho certo apego.
  3. Uma foto do meu pai em uma obra dele e brincando com a Nix e a Black.
  4. Eu não lembro se é foto de uns primos meus, ou uma foto aleatória que eu baixei e que parecia com meus primos, mas é por aí.
Desses desenhos abaixo eu só reconheci de fato a terceira foto (que seria uma versão antiga da Nilo Valentine) e a quinta foto (que eu acho que o nome era Capitão James, já que eu tenho uma vaga memória que era esse o nome do personagem cujo poder era o Fogo Anômalo, e que seria baseado no Captain Falcon, o meu main do Smash Bros de N64).
Também achei num grupo de Dragon Ball que eu participo essa scan (uma versão sem cor mas com texto, e uma colorida mas sem texto) de uma cena que nunca foi adaptada, do Kid Buu tentando soltar o Raio de Transmutação no Goku mas errando (não duvido que, mesmo se o Goku fosse afetado, ele SSJ3 talvez se mexesse como foi o Vegetto bombom).
Aliás, por um momento eu achei que ia perder esse meme do Goku puto com o grupo do Dragon Ball kkkkkkkkk
Eu lembro que tinha postado esse meme na minha conta do Koo quando existia mas... quando eu ia logar pra pegar a foto eu vi que o Koo foi fechado e deletado (o que fui estúpido de não esperar por isso porque o Koo era uma merda, vocês reclamam do Google+ por muito menos e olha lá que o Google+ foi uma ideia estúpida). Tive que achar a foto pelo Facebook.

Falando em Dragon Ball, cara eu achei em um post que eu fiz no Deviantart de uma "Gokette" (Goku só que mulher) e... achei esse texto e pqp, eu não li mas eu tirei print antes de denunciar o comentário porque suspeito que era algum cara tentando bancar o "AURA+EGO, ativação de adrenalina, shadowboxing, capoeira proibida, chute de kwon", porque na primeira vez que eu li tava muito nada a ver com a média dos comentários que eu vi elogiando desenho ou só pedindo algum desenho pra eu fazer. 
Falando em "aura+ego", o Pato Azul foi conversar comigo desabafando sobre "ah eu joguei 10 anos fora achando que meu desenho taria famoso", e... desculpa, Pato Azul, fui grosseiro com a minha resposta lá do "pare de sentir pena de si mesmo" (em forma de um clip falando essa frase), mas pô, pensa, você é só 1 ano mais velho que eu, no mínimo uns meses mais velho, cê tinha 12 anos, eu também falei fora desse print que cê tem uma vida inteira pela frente, e... pior é que pelo menos ele finalmente entendeu o que eu tava desde, sei lá, quando eu tava começando a ficar amigo dele que perfeccionismo é só medo de falhar disfarçado de busca por melhoria, enquanto que não adianta você não querer errar nunca se você tá fazendo tanta média pra começar, e agora que voltei a falar entre primeira e terceira pessoa, também quero completar que o Pato Azul cometia aquele mesmo erro de "ah, esse desenho fez sucesso e o que eu tô fazendo não, eu vou desistir", sério, eu cheguei a falar pra ele não assistir mais The Amazing Digital Circus por ver que aquilo tava afetando a autoestima dele com os próprios desenhos.
Curiosamente, entre os feedbacks e atividades do meu Deviantart (não criei uma conta nova, eu só "revivi" a antiga, e agora ela passou dos 100 seguidores), e é legal eu saber que tenho praticamente fãs gringos e... não vou falar pelo menos agora, mas tem uns que admitem que até se inspiraram em desenhos meus pra fazerem desenhos próprios.
Sim, eu fiz desenhos da série do Sonichu e nem é desenho que fiz pra postar no Deviantart, são reposts de desenhos que postei no Reddit, mas de desenhos que fiz pro Deviantart, mas que em vez de repost são baseados em ideias antigas, tenho esses desenhos do "Mordecaiser" e do "Malzahada no Ar", que eram piadas de LoL que eu pensei com o meu irmão e um dos meus primos que eram viciados em LoL na época (e era mesma época que eu era pré-adolescente que parecia um Toad do Mario: gordinho, pequeno e com aquele cabelo tigela parecendo um cogumelo)
  • Quando eu era mais novo, sempre que eu via ou ouvia "Mordekaiser" eu na hora pensei no Mordecai de Apenas Um Show, e essa ideia do Mordecai com armadura de Mordekaiser ficou muito tempo encubando na minha cabeça.
  • Malzahada foi baseado no "Malzahei no ar", meio que a primeira piada que eu pensei e falei sobre o Malzahar (que eu não jogava LoL mas por pura estética e pela lore do Void eu gostei do personagem), e eu poderia fazer ele sarrando que nem do Passinho do Romano normal, mas fiz especificamente daquela sarrada que os caras pulam no passo, o clássico "Pois tome" como chamam hoje em dia.
13 de Janeiro: Essa noite sonhei com:
  • um tipo de gameplay de Pokémon em que o adversário tentou fazer algum tipo de gameplay pra lutar mais de uma vez e na segunda tentativa ganhar, mas eu tava indo bem com meus pokémon como o Lapras e o Charizard.
  • um personagem que esteve viajando no VY Canis Majoris de avião por 1100 anos, mas tudo transita para uma versão futura e imortal desse velho viajando e contornando um buraco negro em forma de anel.
15 de Janeiro: [09:17, 16/01/2026] Jean G: Essa noite eu sonhei com:
  • uma versão de Hora de Aventura em que o Finn era um pedaço de madeira e o Jake era uma batata, e o Finn ou o Football tinha que morder um artefato verde em forma de picles para espantar uma entidade.
  • um tipo de luta ao estilo o Bowser de Mario World (não lembro o resto) 
  • eu postando arte no Deviantart e lá tinha algo tipo "this physics is not real", que seria falando que o NSFW não é de gente, em vez de "no AI", que é autoexplicativo e mais simples (arte sem IA).
  • alguma arte que postei do Deviantart indo pro Face e eu tendo que deletar
  • algum tipo de cosplays de versões da Princesa Peach, incluindo umas versões biker e uma versão enfermeira.
  • algum tipo de história complexa entre um tal de Duva e 010, que seriam "lads" (amigos, com trocadilho com slav/eslavo), e tinha um idioma e poderes que não memorizei, e tava tão vívido o sonho que achei que eu realmente fiz essa história
  • umas garotas fofas de anime passeando numa vizinhança à noite (que tinha casas grandes, com formato japonês ou ocidental, luz amarela e muita gente) e pra disfarçar foram jantar muita comida.
Também sonhei com um ambiente com duas portas: uma dá um corredor normal com curvas normais, a outra dá em uma "sala elemental", não euclideana, não linear, maior por dentro e com salas que mudam quando eu pisco, e que tinham várias pinturas e há a entender que eu tava no universo de Lilo e Stitch porque aparece a Lilo e também quadros do Stitch, mas o ídolo da Lilo no sonho era um tal "CCA Baseball", o que eu não entendi.
Dia 18 de Janeiro: Essa noite eu sonhei com:
  • eu tentando imitar jogos de tiro com uma AK47 de brinquedo
  • youtubers que eu conheço como Sr Wilson, Marcos Castro (que zoa que se fosse o Matheus Castro seria careca), Pcini (que zoa que "o Skinwalker foi pego" ou "o Skinwalker fez isso!) e Fiaspo num hospital misturado com escola.
    • era uma faculdade que parecia uma versão distorcida da Fatec, que o motorista da van que me buscava era um caminhoneiro bruto e grosseiro e velho, e a van chegou a entrar na tal faculdade.
  • eu tendo uma fã trans que gostava do meu traço antigo e se inspirou pra arte dela.
  • meu pai me dando uma moto tão ruim que quebrou só de eu usar.

13 de jan. de 2026

Deviantart, Nostalgia e um sonho estranho

Eu estive postando uns desenhos pouco antigos (2024 a 2025) no meu Deviantart que tava muito abandonado, e de repente achei uns desenhos que vi e pensei "não vou postar lá no Deviantart, vou postar aqui que combina mais", como:

  • Ilustração de um Koneba, uma espécie que apareceu por só um episódio em Projeto Dream;
  • Alguns conceitos de Magia que infelizmente a maioria tá subusado;
  • Uma ilustração da fênix Félix.

Assim como também achei uns desenhos que eu fiz no tempo colegial, como:
Uma das OCs do Nicolas, a Marry, que eu mais desenhava;
  • Uma colega minha da Fatec, que não vou falar o nome porque não sei o que ela ia achar se soubesse muito sobre eu ou esse site;
  • Um automeme depreciativo sobre eu tar "tankando" a depressão, porque realmente o tempo de trabalho e faculdade tava muito estressante.
Também achei essas fotografias da BlackTapeProject, que... curiosamente eu lembro de uma vez que eu comentei num Story e eles responderam, printaram e postaram em story, e agora me arrependo de não ter tirado print disso também, mas curiosamente eu gosto dessas fotos porque acho bem lindas e bem únicas com esses bikinis de fita, e essa de chapéu foi a inspiração da Isabella Jack.
Tinha uns desenhos que eu fiz pro Instagram em 2024, e reparei como as fotos dessa época eram mais escuras, isso ocorreu por causa de um brilho automático do celular que distorcia muito o que eu tava realmente enxergando, e eu diminuía o brilho achando que era a luz normal da foto, aí ficou desse jeito.
O legal do Deviantart é que, se for parar pra pensar, ter 10 seguidores no Deviantart é mais famoso que tendo 100 seguidores no Instagram (e tenho os dois: tenho 60 seguidores no Deviantart e quase 600 no Instagram), isso porque, enquanto o Instagram exige uma postagem muito frequente e até mesmo pagar pra expandir alcance das fotos, no Deviantart dá pra postar normalmente e, só de colocar as palavras-chave necessárias (algo que o Instagram inclusive tá limitando a quantidade de hashtags, e se tivesse algo de palavras-chave como no Deviantart ou até no Youtube isso não seria problema), vai atrair muita gente naturalmente, e também tem mais gente de mais lugares do mundo interagindo, como eu tive dois seguidores espanhóis, um ucraniano, uns vários americanos e... curiosamente tinha esse aqui que eu seguia e curtia as pixel arts, e só descobri ontem que ele era do Qatar!
Inclusive acho que por esse comentário eu aprendi pelo menos uma palavra árabe (Shukran/شكرًا significa obrigado), e... achei umas fotos no Reddit (onde eu tava usando pra divulgar minha arte antes de voltar pro Deviantart), e dessas fotos abaixo, duas são interessantes pra mim por envolverem tipo códigos de localização.
  • No Skyrim acho que vocês já viram pelo menos o símbolo de guilda, mas também tem esses outros na primeira imagem que você pode não ter achado antes porque passou batido ou não parou pra identificar cada um;
  • Também achei esse painel de vários símbolos de campo que a MTF da SCP usaria pra investigar e identificar áreas, e não sei se é 100% oficial (que foi feito por gente do próprio site) ou se surgiu entre fãs e espalhou pro oficial.
Também tem algo que muita gente comenta, sobre quando algum jogo bem antigo tem, mesmo que gráfico limitado (feio ou só simples) mas tem detalhes melhor cuidados que sua versão remake/remastered, mas eu diria que não só se limita aos remakes e remastereds (também tem exceções, como o TES Oblivion que tá muito melhor e mais bonito que a versão antiga; remake é quando o jogo é inteiro refeito pra geração nova, remaster é tipo do PS3 pro PS4 ou pro PS5, é um port pra um console mais novo), mas também quando tem jogo original hoje em dia, e é todo cagado no gráfico, na consistência (todo bugado, tipo jogos da Ubisoft em pré-venda) ou em features/mecânicas (muita gente reclama que os jogos hoje em dia estão cada vez menos vivos ou com NPC's que parecem mais o estereótipo de NPC's e não algo mais imersivo como se fosse mesmo gente - difícil explicar), e... falando no Deviantart, enquanto eu ainda tava editando esse post alguém me deu um presente que eu JURO que fiquei anos desejando por um desses: Um pedaço de Bolo, e não foi um pedaço simples, foi Duplo, tem níveis de pedaço de bolo conforme vão te dando pedaços, e olha que eu casualmente favoritei uma fotinha de Mario Kart que ele postou.
Dos sonhos que eu tive, teve:
11 de Janeiro: 
Essa noite sonhei com:
  • uma base abissal com um metal resistentr e janelas de "vidro dracônico", que é colorido, iridescente, à prova de explosões e que podia ser reposto em forma de esteira.
  • eu treinando shadow boxing bem preciso num tipo de mini academia numa versão do sonho do parque que eu trabalho, que era similar à diretoria de esportes mas com um canto com uns pesos pra levantar.
  • uma versão de Mario World que o Vegeta era jogável e o power up de pena era o SSJ, e sim, tinha animação do Vegeta voando que nem o Mario com capa, mas da "skin", era o Vegeta da saga Majin Buu.
  • uma versão da luta Luffy vs Kataguri em que o Luffy precisou resgatar o Brook, que no sonho tinha o nome "Yonkou", usando o poder da Brulee porque, segundo a lore, a Big Mom conseguiu selar a alma do "Yonkou" em um jarro e o "Yonkou" só podia sair vivo do Mundo dos Espelhos se resgatasse a alma desse jarro tampado.
  • também um tipo de joguinho de cartas em que eu tinha que upar de level umas habilidades tipo ult dos soldadinhos, tinha um de cura e dois de ataque, mas dependendo do nível eu não conseguia evoluir tais cartas.
  • também nesse jogo uma personagem que pra soltar seu ataque especial tinha que ser decapitada, e isso gastava a personagem e pra reviver precisava de transplante de cabeça.
12 de Janeiro (ontem): Não deu tempo de anotar, mas lembro que os sonhos incluíam um tipo de Bíblia que, no livro de Judas, diz que Judas Iscariotes não se arrependeu de nada que fez e "foi de um Guchi para um Gorchi", sendo na lógica do sonho o Guchi sendo um cachorro fofo parecido com um Poodle e um Gorchi sendo tipo um Pit Bull demoníaco, então a metáfora tem algo a ver com ele virando um demônio no Inferno, e no sonho as letras mudavam pra um alfabeto grego ou cirílico ou uma mistura de ambos que não deu pra reconhecer. Também teria na Bíblia nesse sonho um trecho em Apocalipse que tava preto, com detalhes de fogo e letras vermelhas, narrando uma história de uma mulher que blasfemou Jesus e Jesus veio pessoalmente descer a porrada na mulher (e no sonho isso era ilustrado tipo aquele ataque especial do Sans, da gravidade), e depois desse conto o livro segue normal.
Agora sobre algum sonho mais antigo mas que não sai da minha cabeça, tinha uns sonhos que eu lembro que envolviam cosmologias muito além do universo natural, como:
  • Um tipo de void cheio de portais (estilo portal de obsidiana do Minecraft), casas, e na própria imersão do sonho esse void seria de tamanho universal, mas teria algum tipo de acesso no mundo normal e daí que viriam aquelas construções.
  • Ou então, um sonho de uma versão estranha do Projeto Dream, em que haveria uma estrela distante, que se revelaria uma galáxia, que se revelaria extradimensional, e que se revelava maior que o multiverso normal, e que seria um dos lugares acessíveis nessa versão. Não sei como eu adaptaria isso de forma que ficasse tão simples e casual quanto o sonho implicava.
  • Também tinha um sonho em que eu tava vendo uns desenhos parecidos com Rick n Morty, tanto no traço quanto na parte de envolver viagem dimensional e como aquilo era tratado, e tinha um tipo de civilização avançada numa dimensão alternativa, com muitos trens, plataformas de metal, e tenho uma pouca memória que o ambiente era subaquático (estilo Atlântida, mas no sonho não era a mesma Atlântida do Sr. Nimbus, aquele Aquaman da Deepweb do desenho)
Aos poucos deixei de gostar de Rick n Morty, o próprio desenho grita que se esticou até não aguentar mais, pelo que parece já tinha um final foda na quinta temporada e mesmo quando teve a sexta não fechou pontas soltas o suficiente e até mesmo o desenho começou a se contradizer.
  • O Rick vivia falando mal de viagem no tempo, e o desenho em si começou parodiando De Volta Para O Futuro por causa duma briga do Justin Roiland com a Universal Pictures, mas o desenho vive fazendo piada sobre o Rick viajar pra realidades que o tempo é diferente (tipo um universo futurista ou um universo que o horário de verão não existe), e os episódios de viagem no tempo não dão tanto peso nessa ideia (aquele episódio das cobras dá mais ênfase por exemplo às cobras, se fosse só as cobras enviando tropas de cobras espaciais no presente, não ia mudar de fato).
  • Era pra ter um plot twist que o Rick seria um Morty do futuro, e que o Evil Morty seria o Rick C-137 novo, por isso o Rick odiaria a viagem no tempo (por arriscar a existência dele) e por isso o Rick precisou que o Morty absorvesse as Mega Sementes (pra meio que ficar inteligente cedo), mas curiosamente alguém no Reddit adivinhou exatamente isso numa teoria, e tiveram que descartar e mudar pro que tem atualmente, provando mais ainda o meu ponto que o elenco de Rick n Morty odeia os próprios fãs.
  • Também o próprio "Wubba Lubba Dub Dub" era pra ser um bordão pra parodiar os bordões, porque os autores odeiam bordões, mas curiosamente esse bordão virou um meme da comunidade, mesmo quando já tinha aquele twist que "Wubba Lubba Dub Dub" teria um significado triste (e também às vezes o desenho não decide entre o niilismo passivo de "ain a vida não importa pipipipi" e o niilismo ativo ou estoicismo de "a vida não tem sentido mas é bom fazer o que é certo"), e o próprio episódio Total Rickall tem cara de que era pra parodiar por exemplo Family Guy, já que mostra personagens aleatórios, personagens de outras pessoas (como o Monstro do Frankenstein) e flashbacks que os parasitas inventam pra manipular as pessoas (tipo as piadas cutaway), mas... o Rick n Morty foi aos poucos ficando mais próximo de Family Guy (gore, piadas forçadas e desnecessariamente pesadas, referências populares toda hora - ao ponto de ter um ep em que um dos personagens importantes é o Hugh Jackman, ou um que o Rick junta o Hefesto e o Elon Musk em sua equipe e fala sobre "filmes do David Lynch que eu vi só pra parecer maneiro" como diz o Rick -, e o próprio desenho ficar cada vez mais cartunesco.
Assim como o Rick n Morty não merece esse título de "desenho inteligente", porque o desenho pode ser bom com as piadas, pode ser bom com mensagens de moral, filosofia ou crítica social... mas não é inteligente na ciência tipo física, química e biologia, e meio que o Rick n Morty ficar muito cheio de mistério só piora e... sabe o que eu falei que Rick n Morty não explicar tudo pode ser parte da piada? Não retiro o que disse mas complemento que o custo vem justamente mais uma contradição, que é aquele gato fdp que fica de misteriozinho e de "vamos pra Flórida, na Flórida não fazem perguntas, gatos são pra divertir", que é pra zoar coisas que acontecem "porque sim" mas com mil desculpas pra isso, mas o próprio Rick n Morty faz isso e tira a graça de assistir ao desenho, afinal, se só a comédia importasse, Skibidi Toilet não seria considerado uma ameaça à infância de muitas pessoas do Youtube.

Até mais!

6 de nov. de 2025

Sonhos, NFTs de novo e Prosa Roxa

Anotando antes que eu esqueça, tem um sonho que eu tive essa manhã, em que eram uns dois jogos muito modificados:
 Um sonho começa com uma gameplay de Minecraft, juntando umas vias de trilhos de Redstone, a maioria paralelos entre si, mas tendo um que tá uma volta, e um trilho se conecta num caminho oposto. Eu tentei salvar o jogo, mas deu errado e fui puxado pra outro espaço, não entendi se era um menu novo ou um site que abriu, mas que tinha algo tipo "Lounge" de mapas, que não entendi essa palavra, nem se ela existe e nem o significado da palavra no sonho, mas eu fui apertar uns botões do menu e abri um jogo parecido com o Castlevania Aria of Sorrow, mas com gráficos de NES, até que num momento eu elimino um monstro chamado Baoth, em que na história do jogo naquele sonho era um tipo de parente do protagonista (uma versão do Soma Cruz com cabelo preto), e o Baoth era um tipo de vampiro com roupa vermelha, pele branca, e eu tenho uma vaga memória que tinha detalhes azuis no sprite, e nesse Castlevania desse sonho, teria uma história (que estranhamente tinha imagens de fundo de jogo 2D pixelado de PS1) sobre um tal ancestral do protagonista que tinha uma pesquisa importante, mas que a falha fatal dele foi ter traído a esposa com (não lembro o nome, mas parecem ser dois colegas do tal ancestral), e foi traído pelo governo mesmo com pesquisas importantes.

 Outro sonho tinha uma gameplay que diz ser uma Rota Genocida de uma versão de Undertale, o jogo já é 2D, mas era um 2D tipo jogo de plataforma, inclusive com gráfico de algo mais desenhado à mão tipo Hollow Knight, tinha até um trecho da gameplay, numa cidade cinzenta, em que a Frisk desse jogo se senta num banquinho com uns monstros que, por algum motivo, não fugiram, e eles se transfiguram algumas vezes, seja de formato ou de cor, até ficarem com capas amarelas, e aparecer num jarro ou casulo uma criatura também amarela, que a Frisk do sonho também liberta, em seguida liberta mais uma, e num trecho você tinha que subir umas plataformas, e a Frisk desse Undertale distorcido interage com um monstro num telhado muito similar ao Baoth de antes.
 As criaturas amarelas podem ter a ver com eu ter pesquisado muito sobre o Rei de Amarelo, e a mistura de Minecraft com Castlevania do sonho 1 pode ter a ver com eu ter tido um certo hiperfoco em Metroidvania e até Roguelike por causa do Hollow Knight, e o sonho 2 é uma mistura do Undertale (que zerei uma vez em Rota Neutra e tava pesquisando umas coisas sobre Rota Genocida) e Hollow Knight (que ainda tô jogando), que aliás... Undertale tava tão barato que eu resolvi comprar junto com um pacote de Soundtrack do jogo, e junto com um pacote completo do Hollow Knight (Silksong não tava incluído, mas planejo comprar e jogar depois do Hollow Knight).

Aliás, de repente lembrei de uma mecânica que tinha no Projeto Dream (falando já da versão atual de 2022), que eram uns personagens terem NFTs como moedas oficiais, e curiosamente, são bem nada a ver com as NFT's que eram hype na época, não eram desenhos iguais comprados por bitcoin e pra colecionar, e sim eram diferentes tipos de desenhos ou pinturas que os personagens poderiam adicionar em banco e pagar como se fosse moeda, ou guardar como um tipo de capital, e eu diria que, mesmo tendo essa ideia antes das NFT's falirem e enquanto eu tava estudando em faculdade, tem também o detalhe que eu criei essa ideia de "NFT só que melhor" pro Projeto Dream porque eu tava testando o futurismo e os estudos de logística pra fazer algo realmente do futuro.

 Também uma vez ontem eu conversei com uma webamiga sobre umas ideias futuristas, e...
 Vocês sabiam que tem Shoppings que hospedam espaço pra salas de aula?? Eu já tinha ouvido falar de alunos da faculdade Galileu que estudam no Shopping de Botucatu, mas só recentemente eu vi que tinha mesmo salas de aula nesse Shopping. Aí eu conversei com essa webmiga sobre como seria legal pra um universo sci-fi (tipo as subtramas espaciais do Projeto Dream) poderem ter Shoppings espaciais com uma sessão que é uma faculdade inteira.
 Ela falou sobre carros voadores e tal mas... Já faz mó tempo que falam que carro voador é uma ideia de jerico, nem é por causa do cara que tentou criar e usar um carro voador mas deu errado e o cara morreu no acidente, mas também porque, assim, mesmo que tenha centenas de acidentes de avião e milhões de acidentes de avião por ano, pelo menos uma parcela desses acidentes têm chance de sobreviver, já um acidente de carro voador não teria como sobreviver, é uma lógica parecida com o porquê de não usarmos mais dirigíveis pra transportar pessoas ou materiais pelo incidente de 1937 em Hindenburg, que curiosamente não só pararam de usar por causa dos acidentes mas também porque os aviões eram mais baratos e rápidos. Carros movidos a urânio até poderiam ser possíveis, mas o problema nem é o risco de ter uma explosão nuclear (Fiat Marea normal já explode com qualquer coisinha, imagina um Fiat Marea nuclear), mas também porque, pra ficar seguro de sequer tar perto de um carro desses, precisaria de chumbo ou concreto que iriam deixar o carro pesado demais pra viajar de forma econômica.

 Sobre futurismo, por um tempo eu usei muita inspiração na estética DORFic, um dos "filhos" do Frutiger Aero, que têm esse foco em um minimalismo de branco, laranja e vermelho vibrantes e um minimalismo ou arte abstrata ainda com tema tecnológico, e... realmente o problema nunca foi o minimalismo ou a arte abstrata, mas sim se o minimalismo é ainda bonito e otimizado, ou se a arte abstrata realmente significa alguma coisa.
 Falando em significar alguma coisa, sempre lembro de um vídeo do Jurandir Gouveia sobre um clichê chamado Couro de Sapato, que resumindo, é sobre quando filmes muito chatos são aqueles muito enrolados, o nome tendo a ver com ouvir de mais o couro do sapato batendo no chão, e por isso histórias mais dinâmicas não se enrolam ou se burocratizam com o que os personagens precisam falar ou fazer.
 Por outro lado... tem os diálogos expositivos ou os diálogos de lore (segunda opção sendo tipo diálogos expositivos que tentam insinuar uma história passada ou detalhada, mas vai a lugar nenhum e explica nada), em que hoje em dia o narrador precisa explicar letra por letra e ainda assim o expectador não entende, ou pior: Já teve gente que leu o Projeto Dream e cobra pra eu explicar MAIS (e nem era pra eu explicar detalhes da história, mas assim, não vou lembrar porque o caso é da época da primeira versão do blog, mas uma webamiga da época mandou eu detalhar mais a sala do apartamento ou a sensação, e... O jeito q ela exigia era o exato tipo de Prosa Roxa).
 Prosa Roxa é comum em escritas de analfabetos funcionais e eu até expliquei isso pra um webamigo que tava errando muito numa narrativa que ele tava fazendo. É comum analfabetos funcionais escreverem algo muito formal onde precisa ser simples, e escrever muito direto ao ponto onde exigem detalhes ou um vocabulário mais variado, porque analfabetos funcionais escrevem com base em instinto, tentam impressionar o máximo possível e acham que tão arrasando desse jeito.
 Exemplo de diferença duma Prosa Roxa pra um texto só muito detalhado.

Prosa Roxa:
O dia hodierno se ergue como um suntuoso templo de claridade etérea, onde o sol, em seu esplendor quase divino, derrama sobre a terra um ouro líquido que acaricia cada lâmina de grama renascida em verde vívido. As flores, em seu delicado despertar de pétalas trêmulas, abrem-se como suspiros perfumados oferecidos ao ar, enquanto pequenas criaturas — humildes sentinelas do mundo silvestre — esgueiram-se entre os veios de sombra e luz, buscando alimento e refúgio contra olhos predatórios invisíveis. Acima, aves alteadas pelas correntes suaves do vento entoam cânticos cristalinos sob o dossel generoso das árvores carregadas, árvores estas que, magnânimas em sua fertilidade, permitem que maçãs, laranjas e outras dádivas arredondadas da natureza se desprendam com solenidade, repousando no chão como oferendas caídas de um paraíso tranquilo.
Texto só detalhado:
Hoje é um dia lindo e saudável, as gramas já verdes são banhadas pelo brilho dourado do sol e as flores desabrocham, pequenos animais, como insetos e roedores, estão se alimentando no meio das plantas e se escondendo de possíveis predadores, e os pássaros cantam sob a sombra de árvores frutíferas e cuidam de seus ninhos e bolotas, maçãs e laranjas caem dessas árvores.
 Chega a ser estranho quando tem gente que se irrita com qualquer textinho que só é detalhado pra aumentar a sensação ou pra deixar mais específico pro entendimento, enquanto ao mesmo tempo exigem um padrão mais parecido com a Prosa Roxa, porque não sabem a diferença entre algo poético e algo que só perde o sentido. Não sei se é por eu gostar dos Hobbits do Senhor dos Anéis ou de meras histórias de personagens tendo aventura no sítio dos parentes, como Sítio do Pica-Pau Amarelo, ou se foi só baseado em um exemplo que eu vi antes em um vídeo sobre redação, e que eu parafraseei, mas não foi à toa o exemplo sobre detalhar um campo ensolarado com bichinhos, flores e árvores, a versão normal deu entre 5 e 7 linhas, já a Prosa Roxa, entre 11 e 15 linhas (isso na tela do PC, o número menos sendo quando eu tô editando, e o número maior quando aparece pra vocês lerem, e não vi se o número muda ao ler no celular).
 Hoje mesmo eu deixei um episódio quase pronto, e por isso fui fazer esse blog pouco antes de publicar o episódio de Projeto Dream.

Até mais!