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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

10 de jan. de 2026

Ideias Que Quase Perdi

Eu tinha mostrado antes uma personagem do Projeto Dream em HQ, e que tinha cabelo maria-chiquinha e simplesmente achei um desenho antigo dela como se fosse nada, o nome dela era Júlia, e provavelmente fiz essa versão com roupa mais comportada porque na época eu tinha um webamigo muito chato que enchia o saco por eu desenhar personagem sexualizada.
Também achei cenas antigas das HQ's pilotos e... mano, muito feio o traço dessa época, e desde essa época eu não gostava de desenhar os personagens magros demais:
  • O Chogan (esse das mãos de gancho) eu tava pensando tipo "mano, esse personagem com mão de gancho vai ser irado aaaaaaa", mas lembro que alguém perguntou tipo "como ele limpa a bunda?" e isso, tipo, desmoronou toda a vibe que eu sentia com o personagem, e o arco dele tinha uns outros desafios pro Naej, envolvendo uma górgona vendada (seria tipo o Ciclope, que tira a venda e solta os poderes), um casal de gêmeos corporimos (na época existia essa raça, mas o Alyx só surgiu no blog em 2022), e um tipo de cuicorno (da raça dos humanoides com chifres, que aliás o nome da raça vem de coius cornua, que seria dono dos chifres em latim) focado em força.
  • Nesse danmaku, não sei o alvo, mas quem soltou o ataque era o Naej.
  • E desse personagem preto soltando um ataque tipo a Gura Gura no Mi era pra ser um tipo de vilão misterioso e que taria em um tipo de "guerra final" dos terrestres contra o exército de Amon (eu tava um ano inteiro construindo os personagens, mas olha que a tal guerra final foi rushada e ainda assim não consegui terminar a HQ porque eu tava perdendo a vontade).
Beyblade, Pigson e Ninja Girl: Personagens que eu fiz quando tava no Fundamental 1, e que eu redesenhei em 2019, um webamigo quis esses personagens e eu doei, mas como esse webamigo sumiu, tô reconsiderando que vou ter que ficar com eles de volta.
Um desenho de OCs meus da época com base em Jojo:
  • Isabella, que não tem inspiração mas tá com Jojoreferência ao Kakyoin;
  • Bruno (uma versão antiga do David Alejandro) sendo baseado no Muhammad Avdol;
  • Oliver Jack, que fiz baseado no Polnareff, e uma gata chamada Amy que seria tipo o Iggy.
O Oliver e a Amy eu acho que nunca passei pras HQ's e, diferente do Bruno, nem pro blog 2019 eu repassei.
Também achei mais desenhos que quase viraram Lost Media total, como:
  • Kromche (de cabelo azul e braço robótico) e Gronolee (com língua grande, e que era pra ter forma tipo cachecol, porque era baseado no Greninja), que tinham uma magia tipo a Diamante Azul, de emitir uma aura que causa tristeza.
  • No meio, um desenho do Naej (sim, do Naej), na época ninguém acreditou que era o Naej, mesmo na época a versão do Naej padrão sendo um humano alto (acho que falei antes, que eu era preguiçoso de fazer o Naej anão e fiz ele ficar alto com um cogumelo mágico), e uma das magias do Naej envolviam acelerar seu sangue pra ficar mais forte, mas ele fica super aquecido e suado (tipo um Gear Second só que simples).
Também achei desenhos como um desenho antigo da Ecídera (que era pra ter MUITO mais importância, mas ela foi ofuscada junto com outros monstros porque realmente o Projeto Dream mudou muito) e um desenho digital do Gronolee (que ficou feio esse desenho e fica estranho esse desenho do lado da Ecídera), nessa época eu tava transitando do Paint pro Medibang.
Entre eles, temos:
  • O Naej soltando um Kasai Dama (que é tipo uma Genki Dama só que de magia de fogo, a cara brava é porque antes existia o elemento das emoções, que bem, resumindo: Ela combinada com a água dá magia de tristeza, e ela combinada com fogo dá magia de raiva, que era usada como um ataque de fogo avançado).
  • Um bicho meio lagarto, kaiju gigante, com armadura, que eu nunca decidi um nome na época, mas um webamigo da época apelidou de "Cucatron" (era engraçado esse nome)
  • Oguyu Kobain (apelido: Gordo do Mar), seria um humano gordo e gigante, bem forte e com magia de água, teria um tipo de amigo que não lembro muito a lore mas visualmente era parecido com o Franky.
No meio de mais desenhos que eu fiz da época, achei uma digitalização da Isabella, Bruno, Oliver e Amy, uma digitalização do Literally Me e do Big Chungus (dois memes de Looney Tunes da época) e um personagem chamado Spocky Docky, que não lembro o que o personagem fazia, mas provavelmente era tipo o White Snake, de manipular memórias e mentes com discos.
Tem essa foto que... digamos que separa muito do que eu postaria no Projeto Dream porque, além de aqui eu não ter intenção de falar do Projeto Dream atual e sim de digamos que umas mídias perdidas que eu não acho que combinaria com o ritmo do blog de lá, e também eu ter mostrado coisas além do Projeto Dream em si (como eu explicar minha época com o Paint e Medibang), mas antes de eu levar o Projeto Dream pro blog, eu fiz um tipo de série chamada Ladrões do Mar, que resumindo... era baseada na saga da Enies Lobby de One Piece, especificamente um what if em que a CP9 vence e mata os Chapéu de Palha, então... eu fiz esses personagens, que iriam aparecer beeem depois de uns capítulos, mas eu lembro que eu cansei da ideia antes de chegar na saga clímax que teria isso.
A história mal teve 4 episódios, e eu lembro que eu já tava fazendo um tipo de limpa, deletando umas fanfics "e se" de Dragon Ball (baseadas em "teorias" que canais de Dragon Ball faziam que se tornavam fanfics cheias de powerscaling, que eu fiz baseado no Tio Teorias e num finado canal chamado Infinity). No meio dos desenhos antigos achei esse desenho de um Sonic bolsonarista (na época que o Bolsonaro era considerado interessante e ninguém imaginava que ele ia fazer um monte de atrocidade).
Também esse personagem, o Ás de Fogo, que... ele é baseado no Ace, em dragões e nas Magatamas japonesas, mas é inesquecível pra mim e pra quem leu sobre ele que ele bebe praticamente uns 5 a 8 litros de álcool por dia (tem gente que bebe nem isso de água), o cara era o homem Opala KKKKKKKKKKKKKK Se eu mudar de ideia e personagens que mostrei retornarem, faço questão desse Ás de Fogo ser o primeiro, sério!
Um momento pra explicar sobre três histórias que eu fiz hoje:
  • Gary Stuart eu baseei o nome naquele tipo de self-insert malfeito e perfeitinho demais pra ser um personagem interessante, com nuances de referência a Dragon Ball e Superman, mas realmente simples e também baseado em memes que vi do Garou tendo um emprego depois de ser derrotado pelo Saitama, em paralelo com o Goku tendo emprego depois da saga Majin Buu (aí a aliteração, Goku, Garou, Gary).
  • Mary Susan eu baseei também na versão feminina de Gary Stuart (inclusive esses nomes surgiram em fanfics de Star Trek que tinha esses OCs perfeitinhos), com a nuance do Moha sendo referência à imigração de árabes e muçulmanos na França (mas não necessariamente uma crítica social porque esse não era o assunto), assim como eu usei o Mundo Fantásico (que era pra ser do Untitled 2014 mas eu não tive tempo de introduzir lá) pra referências às Mil e Uma Noites (como o conto de Simbad o Marujo, que é uma versão persa/árabe da Odisseia, Ali Babá e os 40 Ladrões, e o Gênio da Lâmpada), com a Mary Sue sendo uma híbrida de anjo e vampiro (que por si só é papo de Mary Sue também kkkkkk híbrido de uma espécie sagrada com uma profana que sofre com coisa sagrada bem mais fraquinha).
  • Já a Guerra das Florestas eu baseei em O Último Portador do Anel, que tem uma explicação minha e meu argumento contra ela que me levou a fazer uma "versão melhor", já que eu evito o mesmo cinismo que o Kirill Yeskov cometeu e até explico melhor o plot twist em que os orcs da Guerra das Florestas não são do mal, assim como eu realmente mostro os Orcs (ou Modolitas) como um povo industrial.
Há um livro de Kirill Yeskov de 1999 chamado "Último Portador do Anel", uma versão alternativa não oficial de Senhor dos Anéis em que os elfos e magos são uma sociedade aristocrata que é contra a tecnologia pois as tradições e a magia eram importantes para manter eles no poder, enquanto "Orc" seria um insulto racista ao povo de Mordor, e os Nazgul são um tipo de magnatas...
E essa versão é estúpida, surgiu de uma ideia de que "história é escrita por ven
cedores", sabendo que a mera existência desse livro refuta essa ideia, ainda mais considerando a violência severa dos soviéticos a inocentes mesmo dos Romanov, e a civis que sofreram sérios extermínios e crimes de guerra, como Gulag e Holodomor, assim como o ateísmo "racionalista" na realidade só deixou o povo mais censurado e fragilizado, numa sociedade praticamente sem alma, mas que o povo soviético tava se dizendo como heróis do povo, e não faz sentido dizer que Tolkien apoiava povos autoritários sendo que ele nitidamente estava criticando como a industrialização ameaçava a natureza e o Sauron é uma mistura de Satanás com Adolf Hitler, é quase como se o Kirill se tornasse, sem perceber, uma Vivziepop russa (também romantizando o lado explicitamente maligno a níveis exagerados e arquetípicos e vilanizar os seres canonicamente bons a fim de lacrar contra a obra original).

Foi bom ter aproveitado o assunto de fotos que resgatei de Projeto Dream pra também explicar ainda mais curiosidades desse blog em particular.
Até mais!

A Guerra das Florestas

[Não era pra eu ter escrito ela tão cedo mas acabei adiantando porque era uma das histórias que eu mais tava tendo ideia de como poderia ser]

 Orcs, criaturas abomináveis, eles usam de uma arte de aço e fogo em suas mãos, seus feitiços causam danos brutais nos homens e elfos, os anãos estão trabalhando ao máximo para dar-nos as melhores armas e as melhores armaduras, o Mythril é um belo metal cor-de-âmbar, leve como tecido, mais resistente que aço e diamante, e a magia negra dos Orcs ameaça a ordem e a honra dos grandes magos Estelares, o poço Livintar, da rainha Pálion, vê o passado em que a guerra começou, com o encontro dos homens e Orcs, até eles se espalharem, e estar como está hoje.
 Os Orcs são grandes abominações verdes, vagamente parecem com elfos, porém com músculos densos e que se recriam e reparam quando suas tropas sobrevivem em combate, devemos focar no pescoço, o peito é muito resistente, os braços e pernas voltam, e uma ordem que parecem ser as fêmeas, operam de forma diferente, em cavalos de bronze extremamente barulhentos, e suas peles tinham um pigmento nefasto, incompreensível, que nenhum homem ou elfo viu antes, o que é isso? Para espalhar terror em nossos corações? Talvez não tanto quanto os seus grandes elefantes encouraçados, que parecem balançar os ventos para ferir vários de nossos soldados.
 Tentamos fazer uma trégua, e os Orcs fugiram em retirada, o mago verde Unguron já viajou com os servos, uma raça subumana dos homens que viviam em campos fartos e humildes, uma ótima fonte de comida para sustentar nossos soldados, mas não adiantava pois a força não era suficiente, tínhamos que fazer nossas tropas durarem mais, o grande dragão que incendiara os acampamentos de nossos soldados não parecia interessado na Floresta Rareynar dos elfos, nem nos doze reinos dos homens, nem nos campos dos servos, isso também é estranho, assim como vimos mais de uma dessas feras.
 Além de grandes e ferozes, podiam se unir em bando, atacando coordenadamente como lobos e leões, e tinham corcovas de ferro que podia talvez armazenar a energia deles, como os camelos, ou comunicar à distância por sussurros, como as baleias.
 Dos doze reinos, onze se mantiveram para nós elfos, enquanto o reino 12 cedeu à diplomacia para com os Orcs em Modolyn, enviamos espiões e assassinos para saber desse reino, e seus 9 príncipes informaram sobre anéis que foram dados como presente para eles, eram anéis estranhos, feitos de latão com letras de marfim, que brilhavam no escuro e emitiam um tipo particular de raio do céu, alguns dos príncipes podiam ficar invisíveis, porém, aquele reino estava perdido, e o mago branco Ruontar nos traiu também, ao lado deste reino e seus príncipes, e fundaram a Biblioteca de Prata.
 Unguron se uniu a guerreiros como os quatro paladinos, equipados com a arte encantada, fortalecidos pela magia: Alvalin, o cavaleiro branco, honesto, de nobre coração, com um arco que nunca erra o alvo; Melanor, o cavaleiro negro, corajoso, defensor dos injustiçados, capaz de lutar com dois escudos; Ruborin, o cavaleiro vermelho, inabalável, o maior e mais forte, de espada que só ele consegue carregar; e Citrin, a amarela, de coração alegre que motiva as outras tropas, ao lado do Fredjord, o anão amigo de elfo, e Paracolat, um grande elfo da madeira, arqueiro ao lado de Alvalin, junto de sete selvos, o líder dele chamado apenas de O Sincero, que lhe foi dado direito a uma espada e um escudo de Mythril, enquanto os outros foram equipados com os de melhor aço dos anãos.

"Veja, Lugofred, eles deixaram essa floresta pra trás"
"São mesmo uns covardes, Licerot, um lugar tão lindo, queria saber a onde eles foram parar, talvez tenhamos ido longe de mais"
 Não existiam Orcs, era o povo de Modolyn, um reino que leva o mesmo nome da grande floresta que os Modolitas usaram como sua fonte de madeira e comida, aparentemente, sua medicina que combina poções antimicrobióticas e anestésicas com cirurgias completas foram confundidas com alguma autocura demoníaca, a "cor nefasta e abominável" as mulheres não entenderam, mas talvez fossem os vestidos azuis da moda feminina Modolita, mas as corcovas eram na verdade os rádios que os Modolitas usam, e que tornou fácil a comunicação de seu povo mesmo em cantos diferentes do mundo, cavalos de bronze? Eram as motocicletas, arriscadas em solos tão irregulares mas bem ágeis e eficientes, as espingardas foram confundidas com algum tipo de cajado, pelo que há a entender.
 "Orc" era um insulto contra os Modolitas, uma propaganda élfica por confundirem o avanço do aço e bronze de Modolyn com algum poder maligno que ameaçaria a magia dos elfos e dos Estelares, os próprios "paladinos" não tinham autonomia, só serviam para os elfos convencerem que os humanos eram aliados.

 Os servos não eram humildes, eram tribais, nem tão primitivos mas muito abaixo da média dos povos de humanos e anões, eles não tinham sequer um idioma escrito, e sempre que eles viam um avião Modolita, eles corriam para suas casas, achando que eram os ditos dragões. A magia é rara para os Modolitas mas eles respeitavam ela, os anéis que eles criaram era um presente para os príncipes de Oportunni, porém, não havia feitiço ou milagre, seu brilho era apenas fosforescente, um tipo de resina que os Modolitas usavam para decorações que brilhavam à noite, é possível que Ruontar possa ter encantado posteriormente, assim como Ruontar criou a Biblioteca de Prata por curiosidade com a arte Modolita, e registrou sua língua e cultura, descobrindo que, até certo ponto, eles também podiam controlar a magia.
 A Forja de Modolyn é uma grande fornalha com uma chama eterna e autossustentável, que não feria seus ferreiros e nem queimava o ar próximo, era usado para modelar os metais e o carvão vegetal dos Modolitas, o ouro e a prata eram modelados em obras de arte que teciam o sonho de seus portadores ou, pelo que há a entender segundo o grande médico Sabarita, os frascos de poções tinham pequenos cristais de bismuto e um corante verde que, juntos, intensificavam as poções medicinais dos Modolitas, e seus mapas são precisos, bem desenhados, ao ponto de nobres de outros continentes terem interesse para registrar seus países, seus "elefantes" na verdade eram grandes tanques de guerra cônicos, com canhões de vários lados, e que podia andar em solo irregular e mesmo sobre a lama, uma arma tão forte que por isso outros povos evitaram uma guerra com eles.
 De qualquer forma, os elfos da luz abandonaram Rareynar, menos a Rainha Pálion, ansiando em proteger Livintar, junto dos elfos de prata, que não seguiram a jornada para Rareynar no início de sua civilização e formaram as chamadas vilas de prata onde se especializaram como artífices, os elfos da madeira, que vivem nas florestas como caçadores, naturais, não usam nenhuma veste, somente gravuras em seu rosto que os identificam como fazem seus nomes, e os elfos de safira, grandes marinheiros e fazendeiros, que chegaram tarde na guerra, mas que todos estranharam o fato dos "Orcs", ou Modolitas, terem os ignorado e ido embora. "O que será que os Orcs queriam?", perguntaram os elfos remanescentes. Ver um Modolita de barba negra e outro de barba grisalha subverteu essa imagem, pois o verde não é uma cor de nascença deles, mas pintada em diferentes cantos de seu corpo, mesmo sob a armadura, assim como seus capacetes tinham brilho verde com vidro de prata, ou vermelho com vidro de ouro.
 Os anões se interessaram cada vez mais nos Modolitas, porém sua relação foi comercial, os Modolitas vendiam madeira e carne, e os anões vendiam os metais desejados, em escambo, mercadoria por mercadoria, afinal, os anões que estavam vendendo metais, os Modolitas pareceriam que estavam devolvendo para os anões se lhes pagassem com moeda. Já os onze reinos se enfureceram quando os servos foram mortos, pelos O Sincero que fugiu, os paladinos foram decapitados em praça pública, Fredjord e Paracolat foram mortos juntos numa emboscada, e Unguron foi crucificado, e morto em uma cruz sem sua defesa, e quando retornou depois de seu corpo ser resgatado e enterrado, tornado em Unguron o Escarlate, ordenou para que os onze reinos não tentem mais guerrear, senão eles não poderão retornar caso percam a revanche, e a tarefa deles com Unguron agora é se espalharem.
 Até mesmo os Eremitas Anil e Púrpura, que peregrinaram para espalhar a defesa contra o mal, sentiram a aura de Unguron se silenciar, e retornar manchada com a própria morte, e que a busca para combater Dinoz foi interrompida, ou quem sabe, foi mudada.

Fim!

Mary e Moha

 Era noite em Paris quando uma anjo de sangue visitou o jovem estudante Mohammad al Pierre Martin, apelidado como Moha pelos colegas de colégio, filho de um imigrante de Marrocos com uma professora que nasceu em Versalhes, nessa aparição, Moha não entendeu a aparição, podia não ser real, ele dificilmente tem noites decentes de sono, mas quando ela chegava mais perto, os dois conversavam, se conheceram pelo nome, e para Moha, era realmente um milagre, a anjo era Mary Susan, filha de uma antiga anjo sentinela com um vampiro da época que os sentinelas viviam na Terra.
 Moha até compara com os gênios, espíritos do vento, e isso dava uma ideia à Mary, deles se transportarem ao Mundo Fantásico, por onde a magia é maior, e se parecia com uma grande civilização barroca ao lado de biomas diferentes e ricos em matéria e mistério, por onde Moha se preocupa, ele acha que a anjo o sequestrou, e pergunta quanto tempo ele tinha que ficar nesse "sonho", mas Mary conforta, e diz que vai dar tempo deles voltarem, para Mary era só brincadeira.
 Por um momento, eles passam pela Vila Vermeliverde, onde as casas são de paredes vermelhas com janelas, portas e telhados verdes, todas de madeira, com tábuas firmes e postes de tronco suportando lâmpadas com runas que brilhavam em amarelo à noite, e passando por uma taverna, os dois entram, quando Moha menos espera, ele já estava com uma túnica preta com pequenos detalhes dourados, como listras e escritas curtas, até o Moha estranha aquilo estar encima de sua camisa azul e calça jeans, mas pelo menos os tênis estarem normais, e quando o Moha e a Mary foram conversar com o dono do bar, que assim que os dois bebiam um suco de oxicoco, eles ouvem falar de uma caverna secreta com um grande tesouro.
 A ilha está a um mar de distância, só se sabe dela por causa de um grupo de 40 ladrões que saqueavam dezenas de quilos de ouro por ataque, talvez tenham uma ou poucas mais toneladas desse metal junto com as joias, que seria onde foi guardado todo esse ouro, e curiosamente, Moha fala que tá a fim de ver essa ilha, e obviamente, todos riram daquilo, afinal, nem o conheciam, e ele já estava se dizendo disposto a enfrentar um desafio bem grande, mas a Mary, defendendo que todos estavam errados, pega a cimitarra de um cavaleiro, de lâmina de aço do Reino da Areia e da guarda ao pomo de bronze da Atlântida, um anel de um mago que pelo núcleo de semente de Samambaia da Noite podia tornar o portador invisível, o escudo de uma amazona que tinha um Mythril polido de forma que reflete como espelho, e brilha em azul sob a luz da Lua, e penas de suas próprias asas para tornar os tênis de Moha em um artefato alado.
 Mary diz que vai provar que eles estão errados, mas antes deles de fato saírem, Moha queria algumas esfihas, e a Mary comprou umas 5 pra ele (ele comeu 3, mas as outras duas ele precisou de uma bolsa pra levar). Mary treina Moha a voar com seus calçados alados, e ele tinha que correr no ar para as asas baterem, e ele acompanhava ela voando em direção da ilha, os dois passando por perto dos golfinhos saltando, dos tubarões nadando rápido, e dos gêiseres das baleias, até que eles chegam à ilha e, perto de uma pedra grande o bastante pra caber eles atrás, eles se escondem, enquanto veem marujos de um grande barco de madeira vermelha que, sob pouca luz, como a escuridão lunar, tinha cor violeta, eles só viam que era vermelha por causa das tochas iluminando regiões do barco, e no cais, haviam pessoas carecas e de orelhas grandes, bem musculosas e vestindo roupas azuis céu bem simples, e que estavam negociando algo com aqueles 40 marujos.
 Acompanhando, Mary e Moha ouvem os carecas dizendo uma frase para abrir a caverna, para então saírem dali algumas ovelhas de lã azul céu, que os carecas guardam peças de ouro que brilhavam de longe, Moha e Mary gritam surpresos dizendo "Eureka!", porém, quando os homens carecas descobriram, um homem careca maior, guarda da caverna, aparecia, e pega os dois, e os leva para uma prisão. Os dois ficam em gaiolas de ferro, com exceção que a gaiola de Mary Susan tinha talhas e detalhes de ouro.
 Moha estranha aquilo, mas Mary admite que, por ser uma anjo de sangue, não só a prata poderia afetar ela, mas também o ouro, enquanto a prata afasta e enfraquece as criaturas da noite, o ouro é comum para selar ou confortar criaturas celestiais, porém, os donos da caverna subestimaram Moha, e o grande ciclope o aprisionou junto com suas relíquias, e então, batendo com força sua cimitarra, ele parte as grades, e ele tenta fazer o mesmo para soltar Mary, enquanto um dos carecas, que ao ver mais de perto eles dois entendiam que eram ciclopes, alerta outros guardas para interferirem, a Mary voa, enquanto o Moha, se protegendo com o escudo brilhante e atacando com a firme espada, ele fere 17 ciclopes, e derruba 39 outros mais.
 Voando pela caverna, adornada como um calabouço de tijolos dourados, parecia ter realmente menos joias e menos ouro do que havia sido falado, provavelmente os ciclopes, assim como trocavam as ovelhas por ouro, também trocaram ouro por outras mercadorias, a Mary brilha com uma luz que, refletida nos tijolos, cega os ciclopes que haviam se recuperado, mas Mohammad se perde, e cai em uma das pilhas de relíquias de ouro, Mary não tinha visto, e voou à saída da caverna, acreditando que Moha voou embora, porém, encurralado pelos ciclopes enfaixados e furiosos, Moha busca por alguma relíquia para usa contra eles. Ele joga moedas grandes que empurraram eles levemente, remexeu um cajado de ouro que congelou um anão e jogou outro para longe com uma bola de fogo, e esfregou uma lamparina, esperando que soltasse um gênio pra soltar um desejo, não tinha, e jogou na cabeça de um dos ciclopes, o nocauteando, ele pega outra lamparina e, com seu escudo, empurra um dos lados que tinha ciclopes até abrir caminho, e ele desapareceu, invisível.
 Lâmpada aquela que ele pegou ele esfregava, e então, surgiu um gênio da lâmpada, de corpo vermelho, cabelo de fumaça, chifres pequenos e roupas azuis marinho, e perguntava o que Mohammad queria, que por sua vez, Mohammad oferece uma esfiha em troca dele levá-lo para fora da caverna, e o gênio, aceitando o salgado, o leva para próximo da grande porta de pedra. Mohammad diz "Abra de Sésamo", vê que deu errado, o gênio ri daquilo mas rapidamente corrige o Mohammad, para que ele diga "Abra-te, Sésamo", e o portão então se abria, a Mary abraça Moha, preocupada que não tinha visto ele, mas então, com mais um pedido, pede para o gênio proteger eles durante a viagem, e dá mais uma esfiha, e o gênio, aceitando também, se oferece para enfrentar os ciclopes enquanto eles voam para longe.
 Voltando então para a taverna, Mary e Moha mostram a lâmpada para os mercenários, mostrando que eles conseguiram achar a caverna, e que lá estava pelo menos aquela relíquia. Mohammad se desculpa, e devolve a espada, o anel e o escudo, e dá aquela lâmpada ao dono da taverna como seu presente, mas o dono da caverna, disposto a uma recompensa, lhe paga com 100 moedas de ouro de Valister, um grande reino no Ocidente, o que o Mohammad aceita com bom grado, e guarda o máximo delas em sua bolsa, cabendo 29 delas, porém, Mary cuida das outras, e cumpre que poderia levá-lo para a casa.
 Mohammad acorda como se só tivesse deitado a cara e os braços na mesa em que estudava seus livros, e ouvia sua mãe o chamando para jantar um Quiche Lorraine, e o Moha, ainda se sentindo um pouco cheio, avisa a mãe que, além de estar indo à sala, vai querer uma fatia pequena, e pouco antes de sair, ele via debaixo de sua cama aquela bolsa com 29 moedas.

Fim!

Gary, o Empregado Mais Poderoso

[Apesar disso ser um exercício criativo e ter uns detalhes absurdos, essa história não é um experimento, eu não tô fazendo pra testar]

 Gary Stuart, o ser mais poderoso de seu universo, do povo dos Dibalnar da Galáxia de Andrômeda, uma raça de guerreiros extremamente fortes e com alto poder telecinético e proficientes o Aroma Amarelo Ocre, portando magias de fogo desde sua memória genética, híbrido com os anjos dos trovões, uma raça de entidades aladas com poder sobre a Voltagem, a eletricidade, o magnetismo e capazes de manipular hidrogênio, e que teve que ser cuidado na Terra para evitar ser vítima de uma guerra contra as Lontras Assassinas e os Ursos Ditadores.
 Quando caiu na Terra, foi numa fazenda aleatória e, durante sua vida terrestre, ele ajudou seus pais adotivos a cuidarem do gado, do trigo e do milharal, e quando visitava a cidade grande próxima, ele ajudava os civis defendendo eles de assaltantes, explorando prédios pra protegê-los ou pra resgatar reféns, e mesmo sendo alistado ao exército de seu país, ele demorou muito pra lutar em uma guerra pois estavam, não só treinando para ele aprender a lutar com mais eficiência e ter uma disciplina no exército, estavam pesquisando também a origem de sua espécie e tecnologia, ao ponto que seu sangue foi extraído por 3 meses para conseguirem replicar seu DNA em forma de supersoldados.
 Porém, depois da guerra que ele conseguiu vencer praticamente sozinho, uma grande nave havia invadido a Terra, e se dividiu em naves menores circulares que escureciam o céu, e Gary e os soldados foram enviados para impedir. Entre os Ursos Ditadores (que venceram a guerra contra os Dibalnar, mesmo que as Lontras Assassinas tenham sofrido mais baixas e seu povo tinha sido extinto pelas perseguições e pela destruição de seus planetas) e o exército da Terra selecionado para defender, só Gary sobreviveu, e mesmo com o Heilbjorn ainda o desafiando depois de ter perdido todo o seu exército, indo enfrentar Gary Stuart até destruí-lo, mas quando o seu amigo jornalista, Bob, interfere se segurando no Heilbjorn para salvar Gary, Heilbjorn o quebra seus braços, e o joga pra longe, o que irritou Gary Stuart, e mais forte pela fúria em forma de uma aura de fogo, ele bateu e surrou Heilbjorn, e o jogou ao sol com um raio cósmico que era possível ver de outros lados do planeta.
 Depois dessa vitória, com o mundo em paz depois de todos se reunirem contra um mal maior, Gary Stuart ficou entediado vivendo na fazenda de seus pais, e foi à cidade procurar algum emprego diferente. Seu amigo Bob sobreviveu, e deixou ele morar com ele em sua casa, e o Gary começou a trabalhar de manhã como empacotador e repositor do super mercado que ele trabalhou, ele memorizou onde guardar cada fruta, cada garrafa, cada comida pronta de micro-ondas, em poucos dias, e com sua velocidade ele colocava tudo no lugar em um recorde de 11 segundos, ele não ia fazer mais rápido sem acabar danificando o mercado ou os materiais pra comprar, de tarde, ele trabalha como marceneiro e carpinteiro, e testando métodos que ele aprendeu em outros países durante suas viagens militares, ele podia encaixar tábuas de madeira sem precisar de prego, incluindo móveis ou partes das casas, isso fazendo ele construir casas inteiras em uma hora sem usar seus poderes, só usando o martelo para encaixar as peças, ou um minuto usando poderes, como sua telecinese para encaixar cada peça. 
 Na casa de Bob ele ajuda como encanador das pias e da privada, eletricista que consegue operar com os dispositivos ligados pois o choque elétrico não fere ele, assim como quando tem apagões a casa do Bob pode ter energia por umas horas pelo poder do Gary recarregar as luzes e a internet com sua eletricidade, e de noite, ele trabalha na Monkey Pizza como entregador de pizza, podendo voar em alta velocidade e levando a pizza quentinha em menos de 10 minutos, uma vez ele teve que entregar uma pizza muito longe, e isso levou 40 minutos, mas o cliente pagou principalmente porque o Stuart usou sua magia de fogo pra assar a pizza de novo e mantê-la quentinha. Com o tempo o Gary se tornou popular por sua história lutando pela Terra e depois por ele ter mudado de vida como um civil normal, e mesmo que tentassem expor algo de ruim que ele teria feito, ninguém levou em consideração, pois estavam tentando o difamar por verem ele como perigoso demais.
 Depois de umas semanas, Gary se casou com uma jovem anônima, que esteve também trabalhando na Monkey Pizza para bancar a faculdade, e mesmo Gary nunca tendo usado uma única rede social, ele tinha vários contatos por telefone e convenceu um professor dessa faculdade que ele podia ajudar com um dinheiro que ele estava sobrando, e depois dessa moça se formar, ela também se casou com Gary. Quando eles tiveram dois filhos, Gary começou a ver no céu uma luz vermelha e amarela, brilhando em código morse, dizendo.
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Fim!