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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

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1 de set. de 2026

Diarreia, LGBTs Espaciais e Marvel

Eu às vezes anoto sobre minha saúde aqui, mas quem chegar já lendo esse post vai achar bem estranho tipo "por que anotar algo tão pessoal aqui? poderia usar as páginas do site pra anotar como segredo", mas é que não acho isso secreto o bastante pra eu esconder, enquanto eu faço as anotações pra não ter que ficar pensando nisso o resto do dia e nem esquecer mesmo se for relevante.

Assunto 1: Taquicardia e Diarreia
No começo de Agosto eu já estive sofrendo uns casos do coração batendo de um jeito estranho, no ritmo errado e tão forte que dava pra sentir algo "batendo" nos dedos, no início tentei beber mais água e mudar hábitos respiratórios pra aliviar, mas persistiu, eu tomei remédios de dor de cabeça e gripe porque uma das vezes eu tava com crise de sinusite.
 Porém, ao mesmo tempo, eu tava tendo uma diarreia estranha. Diarreia vocês só imaginam o cocô saindo líquido e quebrado, mas o caso tava tipo os Tipos 5 e 6 da Escala de Bristol, e a diarreia líquida é o Tipo 7. E eu ia pro banheiro com muita frequência, e o coração tava voltando a doer, assim como eu tava tendo uma fissura mesmo o cocô não sendo duro (era uma fissura de assadura), assim como tava difícil andar porque o coração batendo estranho tava tirando as forças tudo do meu corpo, e quando eu tomei um remédio de diarreia que eu tinha pra se eu passasse mal no trabalho, meu coração normalizou porque prendeu o intestino.
 Tinha uma parada chamada nervo vago, que é um nervo ligado entre o coração e o intestino, e pela "diarreia dura" que eu tava passando, esse nervo tava se cansando muito, causando a taquicardia. Assim como eu tava com reflexo, qualquer comidinha já tava subindo acidez e isso ficava desconfortável demais, e também parou o refluxo quando o intestino ficou preso.

Assunto 2: Esse Filme é Tão Ruim?
Tavam falando do filme Lesbian Space Princess, que sendo sincero... Eu até me recusei a chamar pelo nome adaptado (A Sapatona Galáctica) porque o nome traduzido que escolheram tava tão legalzinho que até dá a ilusão de que o filme seria bom, e...
 Não lembro quantas vezes eu falei de Concord, porque Concord foi um jogo tão ruim, tão floppado, tão cheio de defeitos na produção que por isso eu tinha falado mais de uma vez desse jogo ou pesquisei por defeitos justamente porque eu peguei um hiperfoco por esse rabbit hole de coisas dando errado.
 Mas esse filme das lésbicas espaciais não tenho muito o que falar, só é um filme que parece uma mistura de animação caseira dos anos 2010, estética vaporwave (do tipo do pessoal que acha que anos 80 a 90 eram só VHS e música acústica), e o fato do filme ser ofensivo pra todos os lados e por isso ter irritado todo mundo. Vou detalhar um pouco a mais em forma de lista, que assim resume melhor:
  • O humor desse desenho é nichado e ainda tem coisa que só funciona em inglês (o próprio nome dos vilões, Straight White Maliens por si só é uma piada tipo "aliens machos brancos e retos", com malien sendo male + alien e straight sendo trocadilho de hétero e reto, e só fica "bom" em inglês)
    • Se a personalidade dos seus vilões é ser um bando de bicho branco, reto, hétero e incel, e que briga com personagem lésbica colorida porque odeia lésbica colorida, você tá sendo preconceituoso com héteros e brancos, não no sentido igual a um preconceito com minoria, mas no sentido de dar pilha pros brancos e héteros ruins e então taxar como se todo branco e todo hétero fosse preconceituoso, violento e sexualmente frustrado.
    • Isso porque, não só reduzir toda minoria a fofos inocentes e toda maioria a preconceituosos conservadores é estúpido e pode sair pela culatra (e virar propaganda preconceituosa ao passar pessoas diferentes como incapazes, desumanizadas ou naturalmente ruins), como cai no clássico "se faz o contrário é ódio" (já que se colocar todo negro, asiático e pardo como ruim é racismo, e colocar todo neurodivergente como inocente é capacitismo ao infantilizar diferenças comportamentais, se colocar todo gay, lésbica, etc. como ruim é, além de homofobia e transfobia, também uma repetição de dogmas culturais problemáticos de sociedades hipócritas e violentas)
    • Com agravante de que o filme tem risco de ser considerado transfóbico (mesmo que não seja de propósito) porque a protagonista tem um machado de duas lâminas (que era pra ser um símbolo de lésbicas "sapatão/botina" mas também é um símbolo TERF/radfem (feministas militantes transfóbicas)), e ela tem que enfrentar "aliens masculinos sem forma" (e tem lésbicas TERFs, que são transfóbicas e veem travestis como "homens com teta" ou "uma distorção de gênero"), assim como tem uma subtrama da Blade (uma drag queen) querendo roubar o machado da Saira (que foi interpretado como uma travesti querendo roubar a feminilidade de uma lésbica)
  • Eles repetem o mesmo erro idiota do começo do desenho da Velma, de fazer as protagonistas tudo meio Mary Sue, tudo certinhas e que quem não gosta delas é filho da puta.
  • Tem a Kiki, que sério, pelo pouco que eu vi era pra ela ser a "masculina" do casal, mais tomboyish e séria, mas ela é abusiva e escrota com a Saira (sabe o que fãs da She-Ra reclamam da Catra? é tipo isso só que 999x pior, não no sentido de mais tenebroso mas no sentido de ser intolerável e malfeito).
  • Também a Saira e a Kiki têm como única personalidade de "lésbica fofinha e lésbica 'malvada'", e a Willow tem personalidade de apenas "bissexual boba", e realmente o desenho delas reduz as personagens à própria sexualidade delas.
  • A animação é um tanto "feinha" (entre aspas porque não é pra tanto, é medíocre, aquele tipo de mediano que é pior que ser de fato ruim; parece demais aquele tipo de animação caseira pra Youtube e Newgrounds) demais pro modelo de filme de desenho.
  • A nave velha da Saira é machista e homofóbica, o que poderia ser só uma fonte de conflito pra ter piadas e críticas sociais, mas as piadas são muito esfregadas na cara, e não faz sentido uma "Nave do Século XXI" ter essa visão de mundo, é como se a Emma Hobbs e Leela Varghese nunca tivessem estudado história e quisessem esquecer que, enquanto machismo, homofobia e também o racismo tão sendo combatidos frequentemente, em épocas como Grandes Navegações a escravidão foi motivada com justificativas racistas e etnocentristas, e na Idade Média gays eram queimados vivos, na Inglaterra calvinista mulheres eram afundadas em rios por "agirem diferente", e no Oriente Médio gays são decapitados até hoje por leis baseadas em regras religiosas de desde a Idade Média.
  • Mds só vi agora que tinha bem mais defeitos do que eu mesmo pensei.
Fora isso, até lembra um pouco Mixtape, que... É só um jogo bem curto com uma estética de novo baseada nos anos 80 e 90 com personagens feias (não que por si só fosse um defeito, porque a arte é boa, só acho estranho tanto esforço pra androginia aí também), e ter um minigame ridículo de beijo de língua (e o pessoal que deu 10 nesse jogo tá do lado de quem achou que Pragmata seria um jogo de "jack" só porque tinha menina fofinha).

Assunto 3: Você terá nada e será feliz?
Título estranho mas é porque eu lembrei disso de repente e... é outro rabbit hole que eu estive pesquisando, e que ficou melhor pra eu entender quando eu estudei logística (que inclui coisas como comércio, economia e cadeia de suprimentos → cadeia de suprimentos, traduzido de supply chain, é quando um sistema interliga e flui os recursos necessários para a produção), e bem, o Fórum Econômico Mundial tinha feito um vídeo em 2016 sobre supostas "previsões" para 2030.
 Tinha um texto sobre lojas e compras serem uma "memória distante" (sendo que, mano, a previsão era pra 2030, comércios existem desde a Idade do Bronze, não fode), e que as pessoas não teriam posses nenhumas e não gastariam dinheiro pra comprar. É uma ideia que soa utópica só pra aquele pessoal que associa propriedade privada como algo inerentemente ruim, mas só compra celular se for iPhone porque acha celulares Android "ruins" (sendo que não, isso daí é só marketing da Apple pra passar Motorolla e Samsung como "coisa de pobre", sério, a Apple antes tinha até um app chamado I Am Rich, que existiu em 2008 e 8 pessoas compraram e o app não tinha utilidade nenhuma), e bem, o texto era:
  • “Não possuo nada. Não tenho carro. Não tenho casa. Não possuo eletrodomésticos e nem roupas”, escreve a deputada dinamarquesa Ida Auken. Fazer compras é uma memória distante na cidade de 2030, cujos habitantes dominaram a energia limpa e pegam emprestado o que precisam sob demanda. Soa utópico, até que ela menciona que cada movimento seu é monitorado e que, fora da cidade, vivem multidões de insatisfeitos — a visão definitiva de uma sociedade dividida em duas.
Como pode ver... Como macetaralhos acharam que isso era bonito e utópico???
As pessoas não comprarem nem roupas (sendo que vestimenta é algo importante) e nem dispositivos (sendo que celulares, computadores e TV's têm mais utilidades que só entretenimento "fútil") não deveria ser visto como utópico, pelo contrário: São coisas que, apesar da prioridade abaixo de, por exemplo, comida e água (que são fundamentais, e que quem acha que não deveria ser um direito humano é sempre suspeito (tipo os EUA, Israel, e aquele ex-CEO da Nestlé discordam dessas coisas serem direitos humanos também)), ainda assim não faz sentido taxar ter roupas (mesmo camisetas e calças básicas) e dispositivos (mesmo um celular simples que só liga e toca mp3) seriam imediatamente "luxos caros".
 Sem falar que é aquele mesmo clichê de gente rica e famosa, "comunismo pra você, capitalismo pra mim" (esse pessoal influente fala um monte de frase de efeito de abolir a propriedade privada, mas voam de jatinho até pra comprar pão (que aliás a Taylor Swift fazia algo nesse naipe e foi criticada por isso), e têm mansões gigantes e visitam desfiles de alta-costura), somado com a ideia de cada movimento monitorado, e pessoas estarem "infelizes fora da cidade", que é exatamente o que ditaduras fazem (de ficar monitorando o que você faz, não querendo que você discorde deles nunca, e falar que morar fora de sua civilização é uma merda e que só morar no mesmo lugar a vida toda é a coisa boa, é praticamente 1984 e Admirável Mundo Novo: distorcer a percepção das pessoas, pra fazê-las se enganarem dizendo que a ditadura que tão vivendo é o melhor lugar a se morar).
 Tinha um plano real de dominação do mundo? Não tinha, o problema é justamente essa hipocrisia de gente que literalmente mexe na economia mundial... querendo que você fique feliz não querendo mais comprar as coisas, ao ponto que incentivou conspirações de que teria gente querendo controlar o mundo, e até querendo que as pessoas comessem insetos (que, vendo sobre esse planejamento, pode até funcionar, a sacanagem não são os insetos em si, e nem comer vegetais, mas justamente isso de "insetos, veganismo e carne de plástico pra você, lagosta e wagyu pra mim" (já que, de novo, gente que tem dinheiro pra no mínimo comer carnes de alta qualidade tá querendo decidir pelo pessoal comum o que o pessoal comum vai comer )), e... sério, mesmo que não fosse pra ter a ver, a acusação de famosos de terem envolvimento com canibalismo por terem contato com o Epstein (cujas atrocidades incluíam canibalismo) é justamente o que mais fudeu a credibilidade por exemplo do veganismo, de associarem comer carne, vestir couro e fazer materiais de cera (e outras coisas) como se fosse por regra uma maldade contra animais, mas daí tem as carnes feitas de plantas ou de clonagem de animais (oi??? era ou não era pra achar carne ruim? sem falar que produzir isso é mais caro financeira e ambientalmente que só matar o bicho pra comer), e o pessoal citado nos documentos do Epstein como suspeitos, cúmplices ou amigos diretos desse velho canibal hoje em dia tão defendendo veganismo como se, depois de queimarem TONELADAS de petróleo, dá pra salvar o mundo comendo grama e alface.
 Sem falar do foco real disso daí que é a romantização ou gourmetização dos aluguéis e serviços, sendo que na prática os caras deixam os serviços cada vez mais caros, fazem serviços separados pra cobrar separado e fingir que não tinha como cobrar junto no preço menor, quando o servidor cai ou é extinto você perdeu dinheiro à toa (inclusive dando palco pra defender pirataria e pra campanhas como Stop Killing Games, que tem jogos que são puramente digitais e, só porque não estão mais lucrando, eles desligam o servidor da tomada e levam o dinheiro dos trouxas jogadores embora), se você não pagar certinho você perde o que você tava alugando, sem falar que o pessoal não paga aluguel porque é "cozy" e "style" que nem esses ricos influentes, e sim porque é mais barato pagar pra morar temporariamente na casa dos outros ou então em apartamento que comprar uma casa permanente.
  • Com isso levando ao chamado "Grande Reset", que era o Fórum Econômico Mundial falando pra "reformar o capitalismo" e levar a desapegos com bens materiais (nada suspeito você falar pra plebe parar de se importar com as coisas que perdeu depois delas perderem parentes, emprego, dinheiro, recursos e muito tempo, confia), o que fez o pessoal odiar essa ideia "utópica" e até entender que as elites nem estavam mais se disfarçando em querer forçar a desigualdade social.
Assunto 4: Marvel
Eu vi alguma parada insinuando que a UCM esqueceu que o Loki era um gigante disfarçado de asgardiano, mas pode ser só uma má interpretação do disfarce ser justamente bem resistente, mas tem algo que a Marvel quer REALMENTE esquecer que é a Fase 4 da Marvel.
  • Era pra ter uma saga da Dinastia Kang, e com o Kang o Conquistador sendo um personagem extremamente relevante pra Saga do Multiverso, mas depois que o Jonathan Majors foi preso por agressão e assédio físico pesados, a Marvel abandonou de uma vez o Kang (e jogando fora o foreshadowing e cliffhanger que tavam fazendo em Quantumania) e toda a Saga do Multiverso (que sendo sincero, só a série do Loki e em parte a Wandavision tavam sendo consideradas relevantes nisso).
  • Vocês já ouviram falar do Efeito Dominó, uma variação do Efeito Borboleta em que os eventos causam um ao outro de forma linear, mas consistente e se escalando, mas agora troca o dominó bonitinho por alguém mexendo uma Torre de Jenga tendo mal de Parkinson, era basicamente isso o estúdio do Kevin Feige tentando sustentar a Saga do Multiverso e, pela demissão do Majors, a torre toda caiu.
  • Marvels teve umas coisas legais como ter a Kamala Khan e fazer a Carol Danvers um tanto mais interessante, mas não foi o suficiente, teve uma história muito fraca, a Kamala ter sua origem sendo logo de um universo paralelo levou a memes tipo a Marvel ser suspeita em introduzir sua personagem muçulmana sendo logo uma "imigrante ilegal do multiverso" (não tenho mais o print do meme, mas foi logo uma das primeiras críticas negativas que eu vi sobre o filme), e a Disney fazendo trailers tipo "e se as Marvels fossem gatinhos?" (como se fazer meme de gatos sendo fofos não fosse papo de, sei lá, anos 2000, primórdio do Youtube, e no Facebook fazer sucesso em vídeos de meme tonto de internet → mais um momento das empresas metendo um "how do you do, fellow kids?"), e o filme em si terminar conectando aos X-Men da Fox, e...
  • 100% não iam descartar o universo dos X-Men e Quarteto Fantástico da Fox com a AVT em Deadpool & Wolverine, magina (e por sinal, mesmo os caras praticamente destruindo os X-Men antigos, esse filme tratou beeem melhor a Fox e conectou mais que Marvels à UCM), e também definitivamente não é como se a Marvel preferisse usar versões novas dos personagens (senão, não faria sentido por exemplo eles terem o próprio Homem-Aranha com o Tom Holland em vez de, por exemplo, chamarem o Andrew Garfield, Tobey Maguire ou então Leonardo Dicaprio; e além da X-Force do Deadpool, vai ter os próprios X-Men na UCM padrão e já tem agora um Quarteto Fantástico próprio da UCM).
  • O Tiamut simplesmente acho que vão descanonizar, porque além de não fazer sentido ninguém ter reparado num Celestial enterrado mas tão grande que dava pra ver do espaço, e a desculpa de que iam usar ele como mina de Adamantium não cola (ainda mais que Adamantium nunca foi um minério natural, e sim um tipo de liga metálica de altíssima potência, não faz sentido a Marvel "lembrar agora" que tinha Adamantium sendo que nem era algo exclusivo dos X-Men).
  • She-Hulk provavelmente ainda vai ser canônico, só que se colocarem a personagem no grupo principal da UCM vão ter que corrigir o design dela (e não parecer tanto uma mistura de Graciane Barbosa com Magalu, assim como o CGI não ficar tão feio quanto um modelo de PS2), assim como a personalidade (e parar com aquela atitude arrogante dela de como se ela fosse tão perfeita mas acaba parecendo discurso de Twitter).
  • Tinha até uma ideia antiga da Saga do Multiverso ter planejado inclusive um reencontro de vilões... isso parece tão anos 1990 e 2000, de fazer um "clímax" juntando todo mundo ao lado do vilão novo sendo o líder, como se o estúdio não se garantisse só com um vilão novo como era pra ser o Kang.
  • Tinha junto uma ideia de roteiro de Vingadores (mas não lembro se era o Doomsday ou Guerras Secretas), que junto do Tony Stark como Doutor Destino, também teria vilões que seriam versões malignas dos heróis da UCM, e... geral caiu matando porque parecia ideia de fanfic adolescente ou algo tipo "Chat GPT/Gemini, faça uma ideia de roteiro final pra Vingadores".
Isso porque, assim como fiz analogia da Torre de Jenga, sabe o Barco de Teseu, de se trocar cada peça o navio poderia ainda assim ser o mesmo? Imagina uma melancia podre. Pedaços podres pequenos de uma melancia dá pra cortar fora, mas e se uma parcela tão grande da melancia estiver estragada? Vale a pena cortar pra sobrar só o comestível? Então, meio que a fase 4 tá até pior do que isso.

Na conclusão, o que esses assuntos têm a ver? Escatologia, perchance, afinal, falei sobre meu problema intestinal, depois sobre um desenho merda, sobre ideias merda de política e economia, e agora nesse hype de Homem-Aranha: Um Novo Dia, eu resolvi falar das merdas da Fase 4. Pra alguém que não conhece eu teria sido genial e que planejei desde antes, mas eu só fui conversando os assuntos conectando naturalmente o que saísse da minha cabeça.

Até mais!

1 de jul. de 2026

Mais sonhos, videntes cegos e Harry Potter

Dia 27 de Junho: Essa noite eu sonhei com:
  • Eu, meu pai e meu irmão indo ajudar crianças pobres, seja resgatando crianças sequestradas ou seus brinquedos, e numa cena tinha também eu guardando meus próprios brinquedos.
  • Eu usando um computador estranho, o monitor lembra um computador antigo que tinha em casa numa época que tinha dois, o papel de parede era tipo o Windows 7, mas os icons dos arquivos e do Chrome eram tipo o Windows XP.
  • Tinha uma cena comigo e com outras pessoas rindo e fazendo uma piada, tinha uma suposta piada em que o apelido Windows significava que a pessoa trava muito, e bem em paralelo tinha eu usando um Internet Explorer.
  • Depois, no sonho, uma gameplay de TF2, ou um vídeo sobre o jogo, de um suposto jogador chamado Ivan, que é um main Scout com set de uma Espingarda ou Força da Natureza, uma Guilhotina Voadora e um João Pestana, e que segundo a lore o Ivan tinha as personalidades de Olivian (masculino e mais centrado e introspectivo) e Olívia (feminina e mais caótica), ambos ilustrados com versões editadas da Osaka de Azumanga Daioh (o Olivian tendo um cavanhaque e bigode de pilantra enquanto a Olívia era normal, mas tinham tipo a roupa do Scout só que a ilustração era em preto e branco).
Dia 29 de Junho: Essa noite eu sonhei com:
  • Um tipo de episódio alternativo de Digital Circus em que a Ragatha tinha que enfrentar Fúrias (que segundo o sonho, eram tipo as da mitologia romana mas com nomes estranhos, uma delas até mesmo não tinha nome), num tipo de lugar azul que parecia o Meta-Sonho do Projeto Dream, até que aparece um Kinger musculoso pra resolver, segundo o sonho ele tava forte porque estava com ícor no sangue (aquele líquido divino da mitologia grega).
  • Depois mostrando o Morty de Rick n Morty usando um tipo de máscara amarela de plástico e um patinete que é mais rápido e eficiente que o normal, com um visual legal também, e em um tipo de espaço liminar escuro com um monte de máquinas.
  • Também tinha no sonho um tipo de ARG de personagens em forma de bonecas de pano ou madeira com um visual que variava entre góticas com um estilo meio do Pierrot, ou mais vibrantes e similares ao Arlequino, num tipo de "busca para se tornar 9000 de QI" ou "dedicar a 110%", e o lugar parece um tipo de sala típica do Mario 64 e com um tipo de brinquedos de creche.
Como vocês podem ver, o episódio 8 foi bem curto, não por falta de ideias e nem por pressa e nem por cansaço, mera e puramente foi porque realmente a saga deu no que deu e aproveitei um desenho que eu fiz dum Pássaro de Fogo (que a propósito, no design e ideia eu baseei, não só na versão grega ou egípcia, mas também em equivalentes eslavos, chineses e até mesmo a versão capixaba que tem a ver com a Festa Junina) pra colocar numa cena pouco antes de finalizar num tipo de Ultimato, mesmo que envolvendo mais os coadjuvantes e figurantes que podiam realmente ter muito mais a ver, assim como pude despedir os protagonistas do Brasil como gancho pra uma próxima saga que, aí sim, vai ter mais a ver com uns planos iniciais ou antigos do Untitled 2014.

Dia 30 de Junho: Essa noite eu sonhei com:
  • Um tipo de casa de paredes e portas de madeira, cujas salas e portas sempre mudavam e eu até reclamei com o meu pai (que segundo o sonho era quem ficava reformando a casa) que desse jeito não vai ter como sustentar a casa;
  • Depois muda pra uma cena que o Matheus Canella tenta trollar o Luigi, conversa algo errado com algo que dá errado com um vendedor e põe culpa no Luigi (aliás eu lembro que o Mario e o Luigi tinham no sonho uns sprites tipo os do Mario & Luigi de GBA e DS);
  • Não entendi essa parte, mas tinha um ponto falando ou insinuando que o Luigi e o Scooby Doo são judeus e depois segue uma explicação sobre Torás que são Bíblias reimprimidas sem o Novo Testamento;
  • A Enna Suspiria do Projeto Dream fazendo um tipo de programação de jogos indie, jogando um jogo um tanto abstrato mas que envolvia água e era um jogo 2D de visão de cima e que envolvia levar um peixe ou slime pra sobreviver a umas fases cheias de inimigos, com um chefão que nem dentro do sonho entendi como a Enna venceu, mas o bichinho dela cresce, evolui e vira um tipo de sapo de água com o topo da cabeça sendo verde, e a frase "ele agora tem massa!";
  • Teria um ponto no sonho insinuando que a Enna seria gamedev e programadora, e isso já classificando ela e o Naej como "artesãos";
  • Depois, não entendi se era eu ou o Naej, mas o protagonista dessa parte estava carregando um moleque perdido e até comprando um pacote pequeno de Ruffles pra ele, enfim consegui passar o teste que eu tava fazendo de tentar sonhar com um supermercado e foi realmente bem imersivo.
Também eu conversei no Whats com meu webamigo Pato Azul, às vezes ele pede umas ajudas e dicas sobre criação de história ou também referências mitológicas, dessa vez eu tava explicando do porquê que tem tantas histórias de cegos videntes/profetas.

Não tem a ver com uma compensação sensorial (blindsight), senão não seria retratada como "ver o futuro", assim como se fosse assim teríamos videntes surdos, anósmicos (sem olfato), ageúsicos (sem paladar), com anáfia (doença que elimina o tato) ou então profetas com doenças/deficiências fatais como a Hanseníase/Lepra, assim como lendas como o Tirésias e o Fineu dos gregos e o Odin (que não é cego mas é caolho e tem um filho cego chamado Hodr, um deus da escuridão e da noite e que, por uma sacanagem do Loki, matou o Baldur por engano) dos nórdicos são justamente de uma época que qualquer mínima deficiência seria fatal.
 Ao ponto que era comum cegos, surdos e doentes terem que ficar em hospitais (como os leprosários ou o hospital francês Hôpital des Quinze-Vingts) ou em ruas como mendigos (da mesma forma que na Bíblia há muitos milagres de Jesus curando cegos, surdos, surdocegos, leprosos e até mesmo possuídos, que eram todos abandonados → que se considerarmos como a epilepsia era interpretada, a possessão na real era uma interpretação pejorativa da epilepsia assim como Lepra é hoje em dia um nome ofensivo que insinua que a pessoa está amaldiçoada).
 Assim como em povos celtas eles matavam seus filhos deformados por medo de que fossem Changelings (um tipo de fadas colocadas no berço no lugar de uma criança humana, assim como fadas, chamadas no gaélico de sith, eram seres malignos e similares a pequenos demônios), e na Europa medieval as crianças ou deformados eram mortos por serem considerados vampiros (não vou apontar na papagaiada de acusar de bruxaria, pode ter tido muitos inocentes mortos à toa mas de um jeito muito menos exagerado ou supersticioso que isso soa quando narrado no Ensino Fundamental).

O simbolismo e o significado de videntes cegos a gente só entende se entender o simbolismo da cegueira pra esses povos:
  • Tirésias já foi transmutado em mulher por Hera por um longo tempo e, depois de voltar ao padrão, e questionado sobre quem sentia mais prazer, Tirésias foi cegado por Hera por dizer que o homem sentia mais, mas Zeus compensou ao dar a ele uma bênção de prever o futuro e até certo ponto sentir a verdade (clarividência);
  • Já o rei vidente Fineu recebeu poder profético de Apolo (provavelmente pode ter a ver com a fumaça do dragão Píton já que mitologicamente é o dragão cuja podridão faz subir a fumaça mágica do Oráculo de Delfos), mas por um tipo de abuso de seus poderes (provavelmente só prevendo coisas ruins, só prevendo coisa boa pra gente de interesse, ou mentindo profecias para bajular), foi cegado por Hélios (poderia ter sido tipo uma super catarata, considerando que foi logo o deus sol que cegou ele);
    • Ambos apresentam a cegueira como punição por seus interesses, a sua falsidade no passado e a luxúria e talvez gula (considerando que Tiréssias foi bem guloso quando tava transformado em mulher parecia que era nesse sentido, mas não quis dizer isso), e a previsão é porque, numa época que a natureza era misteriosa e, logo, considerada domínio de múltiplos deuses, o futuro ou qualquer outro domínio temporal era dos deuses de maior valor e poder.
  • Na mitologia nórdica Odin fura ou arranca um dos olhos como oferenda para o poço de Mimir, um gigante sábio que tinha o segredo das runas e da magia, em troca ele recebeu corvos mágicos chamados Huginn e Muninn, que podem voar entre os 9 reinos para contar informações ao Odin.
    • Praticamente Odin sacrifica um olho físico, que por ser um olho de um deus filho direto de jotuns antigos valia muito, pra conseguir avatares menores da onisciência.
    • Porém, caso queiram saber, Odin se pendurou na Yggdrasil (às vezes ilustrado pendurado num galho ou pregado com sua Gungnir no tronco dele e da árvore) pra conseguir a magia rúnica, e teve até mesmo que se travestir de mulher pra aprender magia Seidr com a Freya.
      • Eu odeio a versão do Odin pendurado pelo pescoço como se tivesse se matado, é uma parada edgy e emo, além de levar de mais ao pé da letra o Odin se pendurar já que "hang" se traduz como "pendurar" ou "enforcar" e é sempre estadunidenses que ilustram Odin se matando na Yggdrasil.
    • Seidr é magia feminina nórdica, de cura, proteção, maldições (venenos, azar ou alteração sensorial), comum para xamãs e artistas femininas.
  • Na mitologia egípcia Horus (deus do sol e da guerra) trocou porrada com o Seth (deus do caos e das tempestades) e saiu sem um dos olhos, que esse olho teria caído na Terra, explicando o seu uso como um amuleto comum, sendo um símbolo de olho humano com a pupila de um falcão e a essência do Sol, protegendo de inveja, azar e outras maldições, e é a inspiração do Nazar ("olho grego" que na verdade é turco, provavelmente de algumas absorções culturais do Islã no Oriente Médio e África do Norte) e no "Triângulo Illuminati" (que na verdade é um símbolo maçônico do Arquiteto do Universo que se popularizou na nota de 1 Dólar).
  • Na Bíblia o fariseu Saulo (que depois se tornou o apóstolo Paulo) ficou cego e sem comer e nem beber por 3 dias inteiros, ele não tinha poder "mágico" de prever o futuro mas depois de se converter ele se recuperou e, durante sua jornada, foi um apóstolo importante e o santo cujo nome inspira um dos maiores estados do Sudeste brasileiro em economia, comércio e um dos maiores em futebol.
    • Falando em São Paulo, apóstolo e discípulo são coisas diferentes, por padrão um discípulo apenas aprendendo o ensinamento e a mensagem, o apóstolo sendo quem aprende e espalha a mensagem, por exemplo os 12 Apóstolos sendo mais que alunos, mas também quem espalharam o evangélio de Jesus.
  • Em Warhammer 40k os Astropatas são Psykers cegos que fazem a comunicação interestelar do Imperium, dependendo da versão eles são cegos por terem se sobrecarregado tendo que ler a Warp a longo prazo de seu cargo ou ficaram cegos como parte da ligação de alma (soulbinding) que torna eles resistentes ao Caos e até mesmo à insanidade.
  • Em Darkest Dungeon tem um boss que é um profeta sem olhos e que os ataques "mágicos" dele envolvem trazer visões horríveis a partir dos olhos nas mãos dele ou fazer escombros caírem por presságio.
  • Nos livros de Duna (spoiler do livro Filhos de Duna) o Paul Atreides fica cego e usa por um tempo a sua Presciência (um poder de prever o futuro por cálculo de probabilidade, possível pela Especiaria) pra se orientar e acho que esse é o único caso que realmente a previsão do futuro age como blindsight.
  • Em Trench Crusade e em Jojo's Bizarre Adventure parte 6 tem snipers cegos, a diferença maior é que os snipers de Trench Crusade usam orientação divina enquanto o Johngali A usa um stand de vento, e a parte 6 tem umas contrapartes legais com a parte 3, como o Johngali lembrando o N'Doul que é um cego que usa um stand de água e também é super preciso (N'Doul conseguia matar mosca com uma pedra que ele bateu com uma bengala).
  • Em Steven Universo tem as Safiras e a Garnet, que não são cegas mas sempre escondem os olhos (no caso das Safiras combina mais já que o cabelo delas sempre cobre o olhão delas), mas não creio que Steven Universo ou então sua autora Rebecca Sugar teria elaborado um simbolismo complexo ou uma inspiração sofisticada quanto eu acabaria fazendo parecer (presumo que ela tem certa inspiração no Olho de Hórus ou no mero simbolismo dela ter uma visão mágica e um olho bem grande).
    • Steven Universo tinha um roteiro tão à moda caralha que o próprio Ian JQ teve que fazer um misleading ("Yo her name is Rose QUARTZ") porque o roteiro tava muito óbvio e... Ficou a fandom validando por anos sapoha e aí foi mostrado que a Rose era mesmo a Diamante Rosa kkkkkkkkkkk
    • Eu zoo o Rick n Morty por ser um desenho que desrespeita os próprios fãs, mas além de hoje em dia ter episódios que recapitulam ou homenageiam episódios antigos, a galera do Rick n Morty pelo menos SURPREENDE os fãs ao invés de ter que mentir na cara dura pra adiar e depois falar "uwu, era aquilo que eu falei que não era todos esses anos" e fingir que era mesmo um plot twist.
Por enquanto tô sem ideia de como continuar outras histórias pendentes ao passo que também o Untitled 2014 e até o Projeto Dream podem esperar, mas antes de terminar quero falar um pouco de Harry Potter, e como minha decepção com o conceito dessa franquia sobre magia, escola de magia, bruxos e, mesmo que seja batido, também vou recapitular as coisas problemáticas que eu não esqueço dessa série.
  • Harry Potter é praticamente um Crepúsculo dos magos (eles não são bruxos nem fudendo, primeiro que em inglês é Wizard (que é um termo pra magos sentido que estuda pra usar magia), eles soltam feitiços por meio cinético e mentalização de seus poderes, e não por rituais ou patronos, e também mesmo quando Bruxo no sentido de Wizard pode ser também pra definir um "mago poderoso", os únicos que se parecem com esse arquétipo são o Dumbledore e o Merlin, e pelo que vi em ilustrações conseguiram estragar o Merlin, ele parece a poha dum rabino fariseu ao invés de um Wizard);
  • Também o sistema de magia de Harry Potter, embora não seja de todo ruim, é meio chato de se entender porque é uma franquia que não se decide se a magia é definida e com regras (como os feitiços, que apesar de poder dar possibilidade de fazer uma "build" de magia, ainda assim possui todo um progresso pra aprender a lembrar as sílabas e gestos e você vai depender muito da varinha mágica → o que me indigna por quebrar a ideia da magia vier do mago, e a varinha ser a "antena" do mago, e fazer parecer que a magia é só da varinha), ou se a magia é um mistério maior (que sendo sincero é justamente o que eu mais odeio no soft magic por ser uma desculpa mal disfarçada pra fazer momentos de Deus ex Machina, como a Fênix resolver tudo na luta contra o Basilisco (cegar o Basilisco pra tirar seus poderes, curar veneno com suas lágrimas, e ter força pra levar o grupo do Harry em segurança, mas em defesa disso tudo ainda assim é bem contado e fênixes são criaturas poderosas, então é justo a fênix ter resolvido problemas tão cruciais sem ser o bicho principal) ou a Pedra Filosofal que o Harry consegue pelo espelho (que sendo sincero, só vi fanboy dessa franquia defendendo essa parte por exemplo), assim como o Harry se reviver a um Avada Kedavra do Voldemort no final (apesar que aí já é da Rowling ter sido covarde, mas essa eu relevo porque é bem mais roteiro covarde que realmente um deus ex machina apesar de também se aplicar);
    • Mas tem umas paradas que não vou relevar, tipo o Vira-Tempo (uma relíquia de viagem temporal) ser confiada à Hermione (que além de ser uma criança, também é uma trouxa (falando assim parece que tô zoando ela, mas peraí), uma variação de humano vinda de fora das comunidades mágicas, ainda que realmente seja mérito dela ela ser uma ótima maga, os próprios magos em maior parte não levam ela a sério por ser uma "sangue ruim"), ou o Mapa do Maroto conseguir achar até quem usa a Capa da Invisibilidade (que nessa história se esconde de tudo, não só é invisível), mas não achava o Pedro Pettigrew que só tava, tipo, super bem-escondido e era pra esse mapa ser "onisciente" na escala da escola mágica, e o Pomo de Ouro do Quadribol é tão estranho mas tão falado que, quando eu era completo poser de Harry Potter, eu até achava que ele era o objetivo principal do Quadribol e não, tipo "super relíquia especial" pra desempatar jogos ou acelerar pontuações.
    • Também não odeio o Quadribol, quando eu vi sobre eu até achei legal e criativa a ideia, só não gosto dos nomes tipo Balastro, Gole e o próprio nome Quadribol, que parece muito aquele tipo de nomes que você veria num alien de Rick n Morty ou em alguma maluquice da Fábrica de Chocolate de 1971.
    • Também odeio a inconsistência de que "matar = rompe a alma" usada pro Voldemort fazer as Horcruxes, que talvez por ser simples e ter me dado brecha pra interpretar coisa pior, soava bem idiota, porque essa palhaçada de "só Deus pode tirar a vida" insinua que Cruzadas eram uma heresia e não um movimento devoto à religião, assim como não faria sentido animais selvagens atacarem humanos (se nada na religião condena os monstros como se fosse por maldade, e sim diz que eles são animais mais "básicos" e que tariam dispostos a matar pra se defenderem ou pra conseguir comida), assim como insinuaria que Deus não é bom, e que Deus seria sádico ao ponto de condenar ao Inferno uma pessoa que taria tão quebrada que simplesmente desiste de viver pra cortar o sofrimento, e crise existencial à parte, é inconsistente mesmo se subentendermos que Voldemort só rompe sua alma se matar um inimigo com um Avada Kevavra, isso perde o sentido considerando que Voldemort usa o Avada Kedavra quase como se fosse confete.
    • Assim como obviamente, em idiomas como o Português, tem muitas formas de falar sobre matar uma outra pessoa só de mudar o verbo usado, e provavelmente por isso a intenção original que Rowling quis narrar se perde, porque matar por assassinar alguém (como é o tipo que viola o 5º mandamento), geralmente por prazer, egoísmo, pra depois fazer latrocínio, e etc, seria originalmente esse o sentido, e não é que rompe totalmente a alma, mas pode rachar ela, e o mago que faz a Horcrux usa isso ao meio de separar essas lascas já rompidas, assim como matar alguém por vingança, justiça, ou matar pra comer como um carnívoro selvagem faria, não é o que machuca a alma porque é algo mais "natural ou limpo" de matar.
  • Também, além de nomes HORRÍVEIS de coadjuvantes da franquia (um negro chamado Kingsley Shacklebolt, um judeu chamado Anthony Goldstein (sem falar também dos Goblins descaradamente similares a caricaturas ofensivas de judeus e os lobisomens serem "metáforas ao HIV" mas serem viciados em morder/infectar os outros), uma chinesa chamada Cho Cheng, e uma trans chamada Sir Ryan), há a contradição da Rowling de criar uma história sobre diversidade e sociedade secreta onde minorias (como os magos, que apesar de serem mais poderosos não são bem-vindos nas comunidades trouxas) têm seus benefícios e apoio, enquanto ela é abertamente transfóbica (pintando toda pessoa trans como ruim ou similar aos Comensais da Morte), negar o Holocausto e apoiar nazistas por serem transfóbicos (e falar que morreu gente de mais pra ser real, sendo que isso é sempre a mesma desculpa que fascistas e republicanos usam pra falar que o nazismo não foi ruim → mas convenientemente a extrema direita valida o fato que morreram mais de 100 milhões de humanos nos sistemas soviéticos e usam pra falar que "o comunismo é pior") e ela já convidou o Epstein pra assistir a seus filmes.
    • Essa parte no final é tão absurda que eu até preferi deixar links de notícias pra mostrar que eu não tô exagerando, e se você gosta de Harry Potter mas se sentiu ofendido com minhas críticas, desculpa, a crítica não foi contra você, e se você gosta da franquia mas admite que a Rowling é uma filha da pyta, lembre-se que se você tá comprando produtos da franquia dela, você tá beneficiando ela, talvez você parar de comprar não faça muita diferença contra ela, mas pode fazer uma diferença a seu favor de não tar gastando algo físico ou financeiro seu, ou o seu tempo, pra fazer parte do que silenciosamente valida as idiotices que ela fala ou apoia, afinal foi com o boicote que a própria Rowling sossegou o ku por um momento e ficou menos preconceituosa por um tempo.
  • Assim como falei dos Goblins com um design questionável, tem outro conceito questionável que é de dividir monstros sapiens entre seres (sapientes) e feras (selvagens, tipo animais irracionais), e que é esquisita a ideia de centauros e sereias preferirem serem chamados de feras só porque "ain, o vampiro é colocado como ser então eu não quero tar no mesmo lugar que os vampiros", afinal além disso ser um coping nível birra de criança que não quer a sopa e sim o doce, também é uma parada racista dos monstros (seja racismo contra os vampiros, de colocar que eles não merecem esse título mesmo não sendo inerentemente ruins aqui (eu prefiro vampiros selvagens, mas vampiros humanos sapientes e pilantras são uma ideia muito boa), ou dos centauros e as sereias em si tentando ter um tipo de "pureza racial" e isso não seria ruim da parte da narrativa se ela não romantizasse isso, tratando como se fosse honra desses monstros);
    • Supostamente era pra essa parte dos centauros e sereias odiarem a hipocrisia de acolher vampiros e megeras (megeras sendo as "hags", que são bruxas ao estilo do Leste Europeu como a Baba Yaga e a desculpa da Rowling, mas é estúpido por soar aquele estereótipo do Mágico de Oz, "aquelas as bruxas más são feias"), mas ainda assim é praticamente os centauros e as sereias sendo ingratos com a oportunidade de serem reconhecidos, assim como tira a parte da simpatia, afinal não é que eles tão sendo racistas com vampiros e megeras só porque bruxos são racistas com criaturas mágicas que eles são menos racistas e mais honrados.
    • Também eu não suspeito que os Elfos Domésticos sejam romantização da Escravidão porque a própria franquia critica isso, os Elfos não foram feitos realmente pra isso e sim sofreram gerações de lavagem cerebral pra servirem os magos/"bruxos", assim como tem todo um arco principalmente com a Hermione ajudando os Elfos, assim como antes tinha um tipo de refeitório onde tem um monte de Elfos confiscados de bruxos abusivos e que esses Elfos trabalham fazendo comida, sem falar do Dobby ter uma ligação com o Harry Potter que leva ele a, não só ser liberdade, mas ajudar os protagonistas.
  • Fora isso, é engraçado como as "comidas mágicas" podem surpreender alguém muito novo ou que acabou de conhecer a franquia, e pode ainda tar na memória dos fãs, mas vendo as comidas hoje em dia parecem um monte de ideias bestas.
    • A "cerveja amanteigada" é praticamente um refrigerante de guaraná (uma bebida com cor e espuma pra criança/o mago fingir que tá bebendo cerveja), os sapos de chocolate são simplesmente... sapos de chocolate com vida e que pulam sozinhos, e as jujubas de vários sabores (desde gostos bons aos piores gostos que dá pra ter) parece muito uma ideia que eu veria num desenho da Nickelodeon (cês podem odiar Sanjay e Craig, e eu gostava desse desenho quando eu era um moleque burro, mas dentre as maluquices mais aceitáveis desse desenho tinha umas balas mágicas bem mais interessantes), e assim como o Harry Potter "romantizar os bruxos" é um sintoma do paradigma de associar magia a bruxaria e bruxaria a coisa ruim, também essas comidas "mágicas uau" serem ideias tontas pode ser sintoma da Rowling ser britânica, e sendo sincero, os caras comem pão com feijão, ovo e linguiça no café da manhã, ou comem comida de rua que é simplesmente batata com feijão e queijo cru e acharem que têm culinária boa.
    • Mas em defesa disso, é minúsculas causas, eu reclamei mais como incômodo pequeno e por essa "coincidência" ou "sintomas" de uma literatura britânica.

23 de abr. de 2026

Curando a sua síndrome de vira-lata

Das histórias mais recentes desse blog:
Por enquanto tô sem ideias de histórias únicas (começo, meio e fim) ou pra Royal Life.
  • Fenômenos e Chronos Inc. acabaram, mas vou ainda aproveitar sua cosmologia e também usar a experiência que acumulei com essas histórias pra criar artefatos e poderes novos, ou reutilizar uns dessas histórias.
  • Covil das Creepypastas tecnicamente terminou antes, já que é do mesmo universo dos anteriores.
  • Hard Life vou demorar pra continuar por falta de ideias, mas planejo continuar até encerrar sua temporada.
  • Banban o Cookiezinho não vou continuar (ainda) porque, como é uma história episódica, não tem muito o que avançar e nem prioridade pra continuar como sequência.
  • Untitled 2014 ainda tá em progresso.
Fora isso, tem algo que eu refleti quando vi esse vídeo, que é: Os brasileiros que falam que "tem que ter folclore brasileiro e vivências brasileiras pra você não ser um escritor vira-latinha" na verdade são só otakus frustrados, da mesma forma que quem tentou boicotar o Halloween e enaltecer o hipotético Dia do Saci hoje em dia são conservadores vira-latas que querem que o Trump e o Milei invadam o Brasil.

Tal conclusão não é precipitada ou baseada em tão pouca experiência, mas também baseado na filosofia derrotista, de repetirem a mesma fórmula porque "quanto mais, melhor" mesmo que essas histórias são esquecidas ou reprimidas a algum nicho, como eu já vi que, mesmo que tenha HQ's boas no Brasil, você talvez não conheça um São Paulo dos Mortos tanto quanto The Walking Dead ou Independência ou Mortos tanto quanto aquele filme do Abraham Lincoln matando zumbis, não vão conhecer tanto o filme O Som ao Redor quanto o filme coreano Parasita (pra caso você conheça um ou ambos e não entendeu a comparação, é que ambos associam a desigualdade social a sentidos, como O Som ao Redor a visão e audição, e Parasita a cheiros/olfato), e não vão conhecer tanto o 48 Km quanto Heartstoppers (que aliás, eu lembro que fiz um meme com a Carla e a Alex baseado num meme da artista Iara, mas não lembro onde foi parar - 100% não uma desculpa pra não pôr fotos nesse post pra ser mais rápido de postar, magina).
  • A propósito, tem uma HQ de Ação a lá Justiceiro e V de Vingança, chamado O Doutrinador, que... mesmo que tenha filme eu não recomendo, tanto o roteiro quanto a coreografia são amadores e fica ruim de assistir com atenção.
Não que as mídias brasileiras sejam ruins, afinal, Brasil continua ser exemplar em desenhos animados (alguns desenhos da TV Cultura, Gui e Estopa, Estresse e Relax, Fudêncio e Seus Amigos ou Mega Liga - desenhos velhos, mas recomendo, não falei do Irmão do Jorel porque esse já era óbvio), sketchs de comédia (tipo Porta dos Fundos), filmes e novelas (afinal, Tropa de Elite e Cidade de Deus são filmes brasileiros tão impactantes e tão bem-feitos que gringos nem acreditaram que isso era algo rotineiro do RJ), também música (Pitty e Matanza foram tipo uma porta de entrada pra mim no rock e metal).

Mas e os otakus? O que têm a ver exatamente? Especificamente porque, não sendo vira-latas pra americanos, são vira-latas pra japoneses, que aí parece até que americanos dependem da mídia do Japão, afinal, a sugestão de música da Copa 2026 sendo um country sério (depois do louvor K-pop de 2022 e das músicas alegres de Samba desde a Copa 2010) parecendo mais música de encerramento de filme de ação e com letra genérica feita por IA tão de má vontade, e depois a Ado fazer uma música FODA e bem-feita, não só nos instrumentos e na letra, mas cantada com coração, mostra que sem o Japão a dita "maior potência" n
ão tem cultura.

Não se diferindo daquela parada que a Inglaterra faz, que teve maior império do mundo mas a culinária dos caras faria de "parece o que um cachorro faria se virasse um humano" pra "ah não, mamãe, uma maçãzinha já basta" (pra quem é novo demais ou só não lembra, é que nuns desenhos de até o fim dos anos 2000 tinha aquelas cenas de café da manhã com muita comida e cheios de coisa, mas que o protagonista adolescente só comia a coisa menos calórica da mesa ou só bebia alguma coisa).

Falando em "sem Japão, EUA não tem cultura", as mídias populares que o pessoal tanto associa a "coisa de americano bleh" nem é americano/estadunidense.
  • Contos de Fadas? São histórias alemãs baseadas em folclores germânicos e celtas.
  • Clássicos da Disney? Adaptados de contos de fadas e mitologias da Europa à Ásia.
    • Dos menos falados, Aladdin é de 1001 Noites, um livro persa, Mulan é de um conto chinês, e Mogli é de um livro indiano mas tirando tudo de racista do autor original.
    • Falando em Mulan, a parada de "ninguém canta na guerra" foi só desculpa preguiçosa pra não ter música e parecer """realista, mas tem músicas na guerra pra acalmar ou motivar, como os hinos, marchas, ou a música "Oi, u luzi chervona kalyna", uma música ucraniana que foi passada por gerações.
  • Senhor dos Anéis? O Tolkien era sul-africano e naturalizado britânico, e baseou em diferentes mitologias e em sua experiência de guerra.
  • Fúria de Titãs? Uma adaptação cagada da mitologia grega com uma versão interessante do Kraken de contos nórdicos de pescador.
  • Harry Potter e Doctor Who? Histórias britânicas baseadas em histórias, mitologias e até teorias de diferentes cantos.
  • Daft Punk? Os DJs são franceses.
  • Mad Max, Digital Circus e Murder Drones? Diferentes autores australianos.
  • Rock n Roll? Blues vem da matrix afro-americana, Jazz e Country têm aspectos diferentes vindos de regiões com mais europeus e brancos, sem falar da influência Punk pós-guerra.
  • Jogos RPG indie? Undertale foi baseado no jogo japonês Earthbound, e temos jogos japoneses como Yume Nikki e Castelo Mogeko, ou o OFF que é um jogo belga e o jogo finlandês Fear and Hunger.
  • EBM? O mais popular do ramo é a banda alemã Rammstein, e ainda tem sua influência no estilo musical Jumpstyle, do lituano Yabujin.
  • DJ's famosos? Alok e Umulu/Mulú são brasileiros, Avicii (Deus o tenha) é sueco, Alan Walker é norueguês, Speedycake (aquele dos memes Paffendorf e Caipirinha) é japonês, Yabujin é lituano, Daft Punk e DJ Snake (aquele de memes de 2012 a 2015) são franceses.
  • Histórias de máfia? Máfia italiana em histórias em Nova Iorque, máfia chinesa em filmes de Kung Fu, às vezes máfia russa quando é uma história de fato internacional e tem vilões russos sem ter tema ou subtexto de Guerra Fria.
  • Witcher, Dying Light e até Cyberpunk 2077? Autores poloneses, incluindo a empresa CD Projekt com K ao invés do C (no caso de Witcher incluindo o livro, já o Cyberbug foi só o jogo em si).
  • Também recomendo jogos indies brasileiros, como Oniken, Odallus, Chroma Squad, a Lenda do Herói (que ainda planejo jogar) e Mars 2120.
  • Assim como animes também podem se passar na China (como Apothecary Diaries e, só pra completar, também muitos animes como Naruto, Dragon Ball e o cartoon Avatar têm inspirações chinesas e indígenas), ou no Brasil (Michiko no Hatchin), ou animes baseados em mitologias ocidentais (Record of Ragnarok e os jogos de Fate).
Falando em jogos, até os jogos mais mal-feitos, daqueles que eu chamava de "história woke de quinta categoria", mas dá pra chamar de "histórica típica woke" ("típica woke" porque woke perdeu significado, então tô evitando usar esse termo ou usando entre aspas), que "todo branco é fdp, todo negro, pardo e asiático é vítima", ou "todos os heróis gays e os vilões sendo héteros cristãos" (que por sinal esse ateísmo extremo é culpa dos anglicanos e puritanos que viveram pintando os católicos como conservadores ou supersticiosos), e "nossa protagonista tem que ser escrota e todo diálogo dela parecer discurso do Twitter" (ganhando pontos se for self insert de alguma diretora), e tem um problema em jogos como Dustborn e Concord que prejudicou mais que ser "woke" (não ser só progressista, mas industrializar todo tipo de pauta até ficar errado ou irritante), que é o jogo ser feio e sem graça.

Acho que nesse blog é a terceira vez que eu falo sobre Concord, mas nesse caso é pra explicar que nem esses jogos ruins com marketing agressivo e industrialização de pautas é estadunidense, isso é, o Concord nem tanto já que é mais um dos jogos fracassados e militantes que a canadense Sweet Baby Inc ficou pressionando, já o Dustborn é um jogo norueguês (pra um país que pratica satanismo e nazismo por tédio, acho que tá explicado por que a "história de amor, esperança e robôs" foi tão deturbada pela própria ideologia), e pior ainda: um jogo que vive de verba pública.
  • Post meu falando sobre Concord: Clique aqui
  • Post meu falando sobre Dustborn: Clique aqui
  • Um pouco mais sobre Concord é que: A falência desse jogo, que foi investido 400 milhões de dólares e levou 8 anos pra fazer, modelar e programar, ensinou lições como:
    1. Hero Shooters e Jogos de Serviço já saíram de moda, só tão se mantendo os jogos que tão fazendo bem-feito (como Fortnite e, até certo ponto, o Overwatch e o Valorant);
    2. Levar mais de 3 anos pra fazer um jogo tão grande e detalhado (que inclusive o jogo ficou tão feio porque colocaram detalhes de mais, eu e o Amaterasu vimos fotos da HUD do jogo e é poluída pra caramba, sobra pouco espaço pra ver o cenário e personagens que vai mirar e tem desenho em coisas que ninguém ia ligar nem se o jogo desse certo) não adianta se você não acompanha as inovações dos jogos e nem constrói um público adequado (eu só ouvi falar do jogo porque a notícia do jogo falindo foi muito impactante, mas também tão engraçado que desenvolvi hiperfoco pelo jogo só por causa da curiosidade, se o jogo tivesse notícias, curiosidades, construísse comunidade, atrairia mais gente);
    3. Não adianta chamar youtubers ou membros da sua equipe pra bajular o jogo, falar que é "o futuro do PlayStation", que "el Concord es clave", se vier tão cheio de defeitos e acabar esquecido como um jogo e lembrado só como um tipo de tragédia.
    4. Tem que ter algo bonito, atraente, interessante, bem-feito, dependendo do jogo e seu público até focar na estética dos personagens (lembre-se do Astro Bot que é fofinho e divertido e do Stellar Blade que tem personagens gostosas - "ah mas a personagem não tem personalidade", ¹quer personagem com caras e bocas esticadas de exageradas? vai ler a HQ Jack, carai, ²história em jogo é que nem história em pornô, para de fingir que importa, ³isso é tão tipo "oh não a lagosta tá tão saborosa" do nível de pessoa reclamando)
      • Tem até num print que eu vi alguém falando pro pessoal de Concord, "na próxima vez lembre-se de fazer personagens que gamers REALMENTE gostem" (que antes que algum desocupado, do tipo que cagou pra Concord e depois ficou lamentando a falência do jogo, venha reclamar, nem precisa fazer personagem gostosa, basta ser personagem bem-feito, relevante, de destaque, etc., eu já fiz o personagem Marshall Anthonny que é tão feio que era parte do poder dele, e ele é até tipo apoio emocional do meu webamigo Gabriel).
    5. Sério, das fan arts que eu vi, não incluindo desenhos meus e nem R34, era só redesign corrigindo defeitos, e olha que mesmo os devs de Concord falando mal dos "poeteiros" por não comprarem o jogo (ué, mas não era logo o pessoal que tanto tentou confrontar os apelos sexuais e queria o público que é contra essas coisas?), mas tem relatos de devs do jogo commissionando artes NSFW, mas não achei a notícia e talvez virou lost media, mas é real que tanto teve dev de Concord que queria NUNCA MAIS fazer jogo ou arte/design, e devs que até imploraram pra não serem zoados cedo demais por um jogo chamado Marathon.
Já se você ainda quiser pôr folclore brasileiro, ou uma história que se passa no Brasil, faça por vontade própria, não pra agradar algum otaku de Anta Gorda RS, Ponta Grossa PR ou ganhar crédito social de Areiópolis SP (é que eu tava cansado da piada de Xique Xique Bahia, fui ver foto de lá e é até bonitinha a cidade, a propósito, Areiópolis não é um nome absurdo mas temos em São Manuel uma piada interna que Areiópolis é tipo a nossa "Guiana"), e se quiser fazer história baseada em alguma coisa estrangeira ou internacional, não só faça sem medo mas faça desde que fique bom e, no mínimo, original.

 Não adianta você fazer um Umamusume de Mulas Sem Cabeça meninas do agro (improvisei, lembrei da Umamusume Mula Sem Cabeça da Lanaflowers que ficou ótima) pra ser elogiado em Pratânia mas a história ser sem pé nem cabeça, cheia de furos ou então sem propósito além de surfar no hype de meninas cavalo e folclore, assim como não dá pra um autor americano criar uma história de cowboys vs wendigos vs androides se vai ser um roteiro genérico e cansado tipo o que acusam Wish da Disney, apesar que coisas mal roteirizadas e genéricas existiam antes das IAs sequer serem um conceito popular, eu vi recentemente o FFG de Santa Claus Saves the Earth (o jogo da fada que parece mais uma bruxinha e quer atrapalhar o Papai Noel), assim como teve caso dum cara que tentou criar uma rede social usando programação só dada pela IA e teve milhões de dados vazados em minutos, a questão não é que as IAs criaram essa preguiça e sim que elas aumentaram o alcance disso.
 Eu zoei Areiópolis e Pratânia, mas no caso da Pratânia eu não zoei por ser uma cidade dependente de São Manuel, e sim porque lembrei de duas coisas que nem sei onde mais eu contaria:
  • Teve uma vez que eu passei num concurso público de administrador pra Pratânia, mas além do concurso na verdade ser pra um tipo de vaga temporária que quando terminar eu teria que sair, e teria que eu sair do emprego anterior de limpar parque (que aliás hoje foi mó rolê pra limpar a pista do Poli), a mulher entrevistadora tentou me dar um papel de aceitar vaga mesmo eu recusando a vaga, aí também tinha o detalhe que Pratânia era mais longe que a média de outras cidades.
    • Sobre o papel, era pra mulher dar dois papéis pra recusar a vaga (um ficaria comigo e um com a prefeitura), mas ela tentou esconder o segundo papel e falar pra eu assinar o papel de aceitar (detalhe: eu li os títulos porque eu sabia que era pra tomar cuidado, e percebi naquele momento que ela queria o papel de aceitar a vaga assinado pra virar contra mim), e eu já percebendo aquilo, já impedi esse plano dela e peguei o segundo papel de recusa pra assinar.
  • Também tinha um relato que meu irmão contou, de um colega de escola que pegou um jornal com "Pratânia" no texto, e ficou falando "Pênis, Pratânia" (e a piada tá bem óbvia).
 Sobre Concord ser feio, tem diferentes formas de jogos serem bonitos ou no mínimo carismáticos, dá pra ser fofo/charmoso tipo a maioria dos jogos da Nintendo (eu sei que a Nintendo tá mal-caráter esses anos, mas a Sony tá ativamente criando jogos ruins, remasters cansativos e deixando serviços mais caros, e já chegou a existir um Metal Gear que precisava pagar 10 dólares pra fazer save novo, então dá pra ficar pior que já tá), ou doido/bobo/engraçado tipo jogos do Crash e alguns da Rare da geração PS1/N64, ou expressivo e dinâmico como jogos do Sonic, Castlevania e até mesmo Spyro, e se for pra fazer feio, tipo jogo/filme de terror, que seja feio de propósito, assustador, medonho, aprendam a usar body horror também, não feio tipo malfeito (ex: Dormitablis (fangame de FNaF) ou Spawn (filme adaptado de HQ)). Só evitem fazer realista, com o orçamento e tempo que cês têm irá ficar malfeito e nem realista vai ficar o suficiente, que nem é com Mineirinho Adventures (que a propósito... pouca gente sabe, mas esse jogo é baseado numa marca de lanchonete e churrascaria chamada Dom Zellitu's, que por sua vez, fui ver e o restaurante é bem avaliado, então o problema tá 100% no jogo mesmo)

 Falando em pautas e Sul do país, eu subestimava muito as cotas de vestibulares e concursos mas era porque antes eu considerava isso racista e segregador, por presumir que a pessoa estudou menos ou em escola de menor qualidade só por ser de tal grupo étnico e social, assim como teve caso de gente (mesmo casos isolados e insuficientes pra dizer que é exatamente uma amostra) que foi recusada pelo Enem por "não ser negro/pardo" (mesmo sendo escura pra considerar parte da cota ou só pra não dizer que a pessoa é realmente branca), ou jovem que fez blackface pra tentar tirar vantagem de cota de concurso público.
 O problema é que tô parando de falar mal do sistema de cotas porque parece que hoje em dia no Brasil o racismo tá até aumentando, com gente de estados como RS, SC, SP e, por algum motivo, a Bahia também, até mesmo se associando ao nazismo e derivados (crimes de ódio, apologias genocidas, Nanauê/integralismo e eugenia), tá tão pesado que achar nazistas em RS e SC tá tipo achar talhares na cozinha, enquanto tem motivos de cotas existirem, que é ter uma maioria de pessoas pobres e classes média a média-baixa de etnias diferentes, mais que só pelo menor acesso, mas também como apenas um dos passos pra reparação histórica considerando o passado com trabalho escravo e afins (então atacar a cota como se fosse a única tentativa pública disso é, além de racista, uma falácia de espantalho, e eu não criticava sob essa falácia, só criticava o que fazia sair muito pela culatra).

Chega a não ter a ver com o que acabou progredindo, mas tem a ver com umas notícias que vi também nesse meio tempo e, assim como a piada de Areiópolis e a treta minha com Pratânia, não fazia a menor ideia se eu falaria isso alguma outra vez ou em outro post, mas é de uns contrastes que, se eu não fosse só um jovem cheio de hiperfocos em tropos e que já assistiu a tantos assuntos, iria parecer um poeta falido procurando frase de efeito, como o contraste entre pautas progressistas exageradas e deturbadas pela capitalização vazia e o extremismo puramente ideológico e usado pra causar pânico coletivo, ou o contraste entre se faz mesmo ou não algo baseado puuuuramente em cultura do próprio território por opção própria ou porque tem amadores derrotistas cagando regra pra não admitir a incompetência pra concorrer.

Até mais!

2 de abr. de 2026

Desenterrando algo que tem peso pra mim

Tinha umas fotos que eu achei na galeria antiga que vale mencionar já que algumas têm a ver com o passado desse blog, como esses desenhos de 2020. Tipo esse desenho de Dotspaces, do filho do Yabluko (Yogasti)← e o Momotaro→, curiosamente a Lucinara sempre retrata o Momotaro adolescente como um femboy musculoso, e o Momotaro criança só é gordinho e fofo.

Tem esses dois desenhos da Carmella bebê, que não era a ponto de desenhar todo dia mas também não era raro eu desenhar a Carmella comendo rosquinha, afinal, é fofinho ver um doce humanoide comendo doce, também tinha esse entre uns outros desenhos da Carmella correndo que eu pude achar, só porque era fofinho imaginar ela andando ou correndo. Eu às vezes esquecia de desenhar o rabo da Carmella e só notava quando tirava e editava a foto, que a Lucinara até fazia piada tipo "ah dá pra fingir que o rabo tá no outro lado", tipo o rabinho virado pro lado que esconderia.
Tem esse desenho do Red, um tipo de mago tailandês de olhos vermelhos (que eu desenhei nesse caso sem colorir), que antes de comentar dessa cena vou comentar do Red: Tinha uma vez que a Lucinara fez um retcon e não me avisou, e eu fiquei mó tempo achando que o Red era indiano porque antes ela me disse que o Red era indiano, mas que o personagem segundo ela era tailandês, e... fica estranho, mesmo sem problema, um tailandês pardo (já que eu desenhava o Red de pele castanha clara por achar que ele era indiano), mas sobre o desenho... É de um lugar antigo que o Ichirou, o Red, a Luciyn e o Yabluko vão e onde humanos e dragões viviam juntos, e se lembra Projeto Dream (arqueologia e essa amizade humano-dragão), é que, assim como Lucinara copiava muita coisa do Projeto Dream da época porque o Dotspaces dependeu de muita ajuda minha pra corrigir defeitos e melhorar umas ideias na boas, que levou essa prima a se inspirar no que eu fazia pra mim mesmo, uma coisa ou outra de Dotspaces apareceria em PD, não por cópia e nem reutilizar conceitos, mas porque eu ná tive experiência fazendo essas histórias.
De 2021 tem essas fotos aleatórias que eu baixei na época, tipo esse quadro de Dudão (que eu lembro que só virou meme porque era uma série de gibis feios de história esquisita e com moralismo tão exagerado que virou parte da graça), ou essa fan art de Guerreiros Z mafiosos, ou essa cena da Turma do Rolo de (não sei o ano) mas que previu sem querer a pandemia de 2019 a 2021.
Tem essa tirinha duma cena de OVA do One Piece, uma daquelas cenas que o Luffy não parece se decidir se "ah eu quero o One Piece" "ah não quero só o One Piece, eu quero outra coisa" (aventura, comida...), ou essa tirinha da Rouge, acho que do Omegasunburst, ou essa tirinha de Godzilla vs Kong (os caras fizeram mó hype por um filme que ninguém mais lembra).
Também era meio que um assunto em alta o Steven se corrompendo e virando uma criatura, que era pra ser tipo um Godzilla, mas na teoria era pra ser um bicho foda mesmo que seja o Steven virando uma coisa cor-de-rosa, a questão é que fica impossível fazer um bicho desses ser levado a sério mesmo quando em outros desenhos, incluindo da Cartoon Network, tinha protagonistas corrompidos bem mais imponentes, e no próprio SU antes dessa temporada tinha coisas mais medonhas. O desenho à esquerda eu tinha achado no meio e tenho uma memória que a pessoa desenhou baseado no "Stevenzilla".
Achei essa foto antiga, talvez seja do BBB considerando o cenário mas eu já vi o meu webamigo antigo Eric usando essa foto.
Também achei essas fotos que achei, tipo uma fan art de Bayonetta, um cosplay esquisito de Homem-Aranha tipo o Inutilismo (que aliás, hoje em dia eu ODEIO esse canal porque ele forçava umas piadas "pesadas" e sem graça nível Leo Lins no Quintas Com Luquitas e Horário Inútil e ele vivia falando que o Johnny Depp que batia na esposa, sendo que na real era uma falsa acusação da Amber pra ganhar fama encima), e uma fan art do Seu Zé (do Mundo Canibal, que eu parei de assistir, não odeio o canal ou os desenhos dos Irmãos Piologo em si mas não passo pano pra esses caras) no traço de Tekuho mas... Não é do próprio artista, é só alguém que imitou certinho.
Tem essa arte de Sonic ao estilo pichação de muro que... É bizarro esse papo de que nazismo e fascismo são errados é hoje em dia "woke" ou "opinião impopular".
Tem essa arte bem legal do Luffy com outros Mugiwara no traço do Luffy, bem fofinho.
Eu acho imbecil essa piada tipo "pássaro comendo frango = canibal", por essa lógica humano comer vaca, porco ou cabra é canibalismo. Mesmo assim a arte abaixo bem maneira.
Tem uns desenhos de Dotspaces de 2022 que incluem o Red com uma vela mágica →, a Luciyn com umas goiabas mágicas ↓• (reparei que desde essa época eu colocava espiral num monte de coisa mágica ou dourada, e é meio que um dos motivos de eu odiar o Junji Ito, fora ele ser todo bobo mas fazer artes macabras me lembrarem a Lucinara e o Eric, que são do tipo "faço história edgy violenta mas sou um arco-íris idiota"), e uma irmã do Pierre ← baseada numa tia que faleceu naquele ano, que na época era forma de homenagear ela e também substituir um personagem antigo de Dotspaces que era um irmão incestuoso do Pierre e que tinha ciúme da Sonya/Yuyun (Sonya era o nome antigo da mulher do Pierre e mãe adotiva do Yabluko, mas por uma briga no site com a dona do site do jogo de Dotspaces a gente mudou pra Yuyun, por uma ideia minha que a Lucinara pediu porque não queria mais associar a OC ao site).
Esses personagens eu não lembro mas não quis perder as fotos pra sempre também.
Tem essa tirinha de um "professor de física mau" e uma "professora boa de educação física", que... Na real tá errado, se o moleque faz merda tem que punir mesmo, só sei lá, é tão 1999 colocar o aluno de castigo no cantinho (tá até com a mesa pro lado, apesar que dependendo da sala a mesa fica pro lado quando a cadeira é na parede, só fica todas pra frente se tiver prova), e também que... Eu já vi alunos preguiçosos que não gostavam nem de ir em educação física, mesmo que seja uma aula muito boa (e olha que eu também era um gordo preguiçoso, então era uma oportunidade pra eu fazer esporte em época de escola), então dar uma aula boa pra um aluno mau criado é impunidade, não quero pisar no artista (mesmo só verbalmente) até porque acho bonitinho esse traço e os personagens, mas se não fosse o strawman eu não taria reclamando, se de alguma forma estranha o artista achar esse blog... Nem precisa retratar ou argumentar, só tô falando isso porque baixei uns anos atrás e achei isso ontem (é que escrever demora e às vezes tenho que escrever quando não tô trabalhando)
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Outras duas fotos que eu achei, era comum essas "fotos doidas" de cachorros em lugares ou cenas aleatórias, tipo esse doguinho motorista, ou também fotos de meninas/mulheres lindas fazendo alguma coisa, tipo essa com um AK-47.
Tem essas fotos do meu pai com efeito de um velhinho no Faceapp em 2019, que compararam na época com um tio mais velho meu e foi engraçado kk.
Achei esse desenho, de uma personagem que era pra ter no Projeto Dream de 2018 se não tivesse cancelado as HQ's e desistido, e antes de começar o blog de 2019 (se pá nem tem essa personagem nem na versão 2019), que era uma mulher humana, comum, mas duma família tecnológica e usuária de um alien tentacular ao estilo coisa do Lovecraft, e sim, era pra ela ter gore.
Achei esse meme do Plínio segurando um beck no meio da minha galeria, que pelo que eu vi é porque esses comerciais de combate às drogas viraram meme na época, então... Ironia edgy! Mas enfim, foco.
Achei mais desenhos daquela personagem minha com um irmão mais velho e um mais novo, um desenho do Oliver e do Naejj Dermurer (sim, era pro Oliver ser mais alto e usar uma roupa vermelha) com poses tipo Jojo.
Junto achei mais memes de bichos e um print dum cara que eu fui amigo (ou mais ou menos) no Twitter, só não lembro se na época meu @ era JeanGaldino2 (minha primeira conta) ou 890lord (minha segunda conta), mas foram ambas contas deletadas depois de um tempo. Acho que esses aqui abaixo não eram de fato de 2019, e sim antes, mas que eu salvei via Google Drive, porque tinha muito meme que eu não quis perder.
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Fora isso, eu tinha falado minha experiência com artistas elitistas chatos, do tipo que tenta ser bonzinho quando fala sobre desenhar ou posta seus desenhos e OCs, mas AI DE VOCÊ SE VOCÊ MOSTRAR DESENHO SEU, ainda mais se for desenho cartunesco, como foi nesse post (O patinho feio de grafite), e bem, eu tava com vergonha de mostrar quem era exatamente, mas se o traço abaixo (que aliás, é da artista que era amiga minha mas a gente brigou por algo que era melhor ela ter ficado quieta)... bem, era a Vitória Campos, ou Heitor Jedi, ou Julgarino dependendo da conta que você for ver dela, e... não quero vingança, nem naquele post, era só um desabafo de que, sim, ela foi escrota comigo a troco de nada e eu preciso/precisei descontar essa raiva que eu acumulei.
Aliás, também achei uma versão, não só minha, mas dessa vez com o Donatello (que é a versão alternativa masculina da Isabella), e o coração do decote da Isabella, no Donatello era uma caveira, e... não vou aceitar que é porque a Vitória tem autismo que seria o motivo dela "não entender", que ela é autista e não retardada, um Down lobotomizado entenderia que essa merda abaixo era uma caveira e eu tô cansado de parecer aquele nerdzinho dentuço do "naum maish vejjsha bein, é qui...", porque parece que quando mais passa água nesse fogo só faz fumaça, quando mais eu explicava o design estilizado mais ela empurrava goela abaixo essa palhaçada de """realismo""" e hoje em dia o símbolo da fdp é a poha daqueles cachorros do McLanche Feliz.
Eu lembro que TODA VEZ, sem exceção, o pessoal ficava botando culpa em mim que "não meoh, você que começou meoh, você que tá amargurade meoh", e é irônico que a Lucinara era desse grupinho de gente que limparia a bunda da Vitória com a língua só porque ela desenhava de graça pra mim, mas... Na época que a Lucinara tava fazendo o jogo de Dotspaces ela descobriu que o que era pra ser dublador do Ichirou tava sendo preso por VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, e isso abalou tanto a Lucinara que ela até começou a me entender dessa situação.
Outra coisa que envelheceu mal sobre eu e a Lucinara era... Eu ver os OCs gays e bis da Lucinara serem "fortes e musculosos" e os meus serem sempre hiper femininos e estereotipados, mas revendo os designs, como nessa página que fiz de backup, desde essa época era o contrário, com os da Lucinara sendo hiper femininos e muito estereotipados.
Assim como a pessoa desse chat não é nenhum webamigo ou webamiga que citei nesse mesmo post, mas também é uma pessoa que não converso mais, por motivos diferentes, e dá pra ver que é algo velho considerando o formato "apertado" desse Messenger. Às vezes realmente vale a pena fazer personagens gays femininos, principalmente se o motivo for estético, temático ou algo pessoal do personagem, não pelo estereótipo de "HAHA ELE É GAY! ENTENDEU? ELE É TIPO, MUITO GAY" que nem rolou por exemplo com o Angel Dust em Hazbin Hotel.
Falando em Hazbin, tem uma webamiga minha, Flávia, que é uma webamiga minha mais ou menos do mesmo tempo que o Gabriel, e que embora eu não tenha chegado a dar aula de desenhos pra ela diretamente, eu fui motivando ela a desenhar e ela realmente consegue se sentir melhor emocionalmente com isso, e teve esse desenho que ela fez de presente, tendo eu e ela, e sim, tem a ver com ela ter hiperfoco na Hatsune Miku e eu ter hiperfoco na Kasane Teto kk
Sobre o que eu falei de não ficar julgando o traço alheio, meio que por isso eu gosto de ser amigo de quem tem traço iniciante, por empatia porque, afinal, eu já desenhei pior, e sim, é um desenho recente e eu acho fofinho, afinal, tem que começar de um jeito ou de outro e ela tá indo bem. 

Até mais!