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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

20 de nov. de 2021

O jogo dos mundos - parte 7 - terra vermelha

 Entre o deserto dourado do Sul e os rios intermináveis do Oeste, há um reino de prédios vermelhos, mulheres de belas vestes vermelhas e carregando grandes vasos cheios de mel, cavalos castanhos de pele vivíssima, bois de diferentes cores, todos bem alimentados, e porcos sempre férteis, sendo a fonte de alimento mais fácil para os mais pobres.
 Apesar deles serem bem fortes e saudáveis, eles nunca foram de participar de guerras, muito pelo contrário, são todos pacifistas e sempre burlando as situações de violência a partir de suas palavras perfeitamente selecionadas, e mesmo que guerras ocorram de qualquer forma, elas nunca irão em direção deles. Essa terra vermelha se chama Dusanguia, uma cidade cujos habitantes vivem da felicidade, por isso também conhecida como "a terra dos pervertidos", devido ao seu alto líbito, empoderamento entre as mulheres e também rituais sexuais em prol das melhores vidas.
 Por sorte ou não, apesar deles ainda liberarem sexualização entre pessoas de mesmo gênero ou de classes sociais e biológicas muito distantes, eles ainda possuem uma ética de consentimento, assim sequer tocando em crianças, consideradas sagradas e que devem ser distanciadas desses maus costumes até crescerem e terem força para segurar as mais pesadas enxadas, e nos animais, que sequer têm a chance de conversar com humanos sobre tais assuntos.
 Recursos, armamentos e alimentos vermelhos são considerados muito importantes para esse povo, por isso, tal cor não é considerada má ou corruptível, além de que, devido às condições desse ambiente, o vermelho é comum para todas as classes sociais, sendo usado na alquimia essa cor como um símbolo de amor, vida e o elemento fogo como uma força criadora ao invés de destruidora ou repulsiva. Suas poções do amor são usadas para aumentar os prazeres amorosos durante seus rituais, e não para seduzir pessoas para si, acompanhadas de estátuas de mulheres avantajadas e camas de lã muito magias.
 Além do erotismo, esse reino também é conhecido por causa de suas altas brigas dentro das cidades, que embora não há guerras contra outros lugares, eles ainda possuem soldados eficientes para a guarda, uma ótima polícia, diga-se de passagem, e também por seus campeonatos de boxe e de cavalaria, que chama aristocratas de todo o mundo para assistir.
 Essa violência também é recorrente para os castigos contra os criminosos, como foi com os irmãos de Arlinda, a Virgem, que sete deles foram arrastados por cavalos até a Praça de Delanterr, local referente ao anjo da morte Delanterr, da cultura deles, e esses irmãos foram decapitados e tendo suas cabeças vincadas em estacas, e isso fez Arlinda ir atrás do homem por trás dessa usurpação de seu poder, descobrindo que não foi de nenhum tio ou vizinho de seus pais, e sim o seu próprio pai, que fez aquilo a fim de evitar que tirassem ele da liderança, assim não havendo mais um golpe.
 Nas eleições para o novo rei de Dusanguia, o pai de Arlinda se sentia confiante de que seu voto seria unânime, impossível de se desviar, mas a própria Arlinda formou uma armadilha para seu pai, e sabendo que ela é mais velha que seus próprios falecidos irmãos, ela se tornará a única opção para substituí-lo em seu partido, junto com sua mãe, tios de partidos aliados e irmãs. E ao embebedar seu pai, disfarçada de prostituta, ela então o colocou em uma sala cheia de cachorros, e vendando o homem com couro de vaca e o temperando com carne de porco e pimenta, ele fez tais cachorros o devorarem, dando a ideia a quem investigar de que fosse qualquer um, menos alguém de sua família, afinal, segundo o próprio povo, Arlinda ainda era devota a seu pai.
 Com o pai retirado de seu caminho, ela participa no lugar dele, e por tão pouco ela não empatou com o rival do pai da Virgem, o Senhor Uriel, de vestes vermelhas tão belas quanto as roupas comuns, e de barba ruiva muito chamativa, mas que por inconveniência só era apoiado por aqueles que eram contra a república, o que indica de que ele iria acabar com a mesma, e após ser eleita, Arlinda investiga mais sobre seus colegas e rivais políticos, para se livrar o máximo possível de inimigos possíveis, e então, ela distorce as informações, e impõe a culpa pelo assassinato de seus irmãos e seus pais no próprio Uriel, o levando a ser queimado vivo e forçado a correr na praça pública sob tal situação, sendo tão ridicularizado quanto ele já era.
 Durante as guerras da Torre 21, Dusanguia não chegou a participar, pois o sul é o local que menos teve atividade para esse debate e combate, porém, anos depois da primeira guerra do trono, eles encontraram um dragão, que se tornou símbolo deles a partir daí, e depois da segunda guerra, eles começaram a guiar os elfos em sua Ilha Mecânica para poderem visitar o local.

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7 de nov. de 2021

O jogo dos mundos - parte 6 - O alto tirano

 Em uma região bem baixa, tanto no sentido de altitude, quanto em sentido de qualidade de território, há uma vila muito grande e forte nas terras do leste, chamada de Parfanti, com as maiores muralhas do mundo, além de uma fortaleza tão grande que, se não fosse uma grande sede de equipamentos e uma enorme prisão, serviria como um abrigo para 30 famílias por um tempo não especificado, além de uma economia muito grande e rígida, com impostos muito grandes para importações, saúde, segurança pessoal, ou simplesmente para terem direito a um filho.
 Enquanto crianças morriam no campo, não só por acidentes nas fazendas, mas também abortadas ou assassinadas por não terem seus impostos pagos, além dos adultos serem quase incapazes de trabalhar, também havia invernos fortes na região que secavam os vegetais da região, os nobres passavam noites e noites se se embebedando e caçando os melhores territórios para dominar e chamarem de seus, e assim ganharem poder com terras.
 Mesmo que os planos dos nobres pareçam úteis, na verdade aquilo seria muito difícil com uma civilização domesticada, submissa, incapaz de sequer ajudar o governo, além de que os políticos da região eram tão gananciosos quanto o líder principal deles, e que manipularam todos os seus cidadãos para que caçassem pessoas de religiões, cores de cabelo ou pele, estilos de roupa ou técnicas de trabalho muito diferentes do padrão fechado e sem alma que o tirano apoiava.
 Inclusive, um dos participantes dos debates políticos, chamado Paratustra, havia sido exilado por demonstrar oposição contra os ideais da aristocracia e do rei de Parfanti, e antes que fosse morto brutalmente, este foi embora, abandonando todos os seus familiares, que foram capturados e perderam todo o seu poder, se tornando escravos sem identidade. Paratustra, triste, pensa em encerrar sua própria vida em uma montanha por onde parou, mas um velho eremita o socorre, impedindo que o mesmo cortasse seu ventre com sua espada bastarda.
 O velho conversa com o jovem político, este diz que havia perdido seu dinheiro, seus direitos, familiares, territórios, e achava que precisava perder sua vida. O velho disse que aquilo era desnecessário, eles podiam resolver o problema dele, mas Paratustra, se sentindo triste e ainda conversando sobre viver em um mundo ruim com aquele velho, se senta em uma pedra, enquanto seu cavalo andava pelo campo e encontra a casa do homem velho.
 Paratustra e o velho entram naquela casa, um lugar de madeira bem simples, com móveis para apoiar objetos, guardar alimentos e temperos ou também para descansar, e então, Paratustra procura algum livro para ler, e não acha nenhum, ele pergunta ao velho por que, e o velho diz que ele nunca escreveu um livro, nem bulas, nem contas de seus registros, afinal, ele nunca aprendeu a ler e escrever, porque para ele essa necessidade não fazia sentido, e Paratustra se sentia ainda mais entediado com aquele lugar, então, o homem velho, preocupado com seu visitante, lhe faz alguns quilos de pães feitos agora mesmo, assim chamando atenção do nobre exilado, que come o pão e... ele se sentia melhor com aquilo, era muito melhor que todos os bolos que ele comeu na nojenta Parfanti juntos.
 Este mesmo velho lhe entrega uma taça inteira de vinho e um copo, e um só gole deste vinho parecia muito mais doce que todas as bebidas que tinha lá em Parfanti. Paratustra se sentia purificado em estar exposto a tantas boas qualidades no meio de um lugar tão simples, então ele agradece ao velho e diz o abençoar com o dom da diplomacia, mas o velho diz que aquele homem não tinha condições de abençoá-lo, pois não era nem um pouco divino, pelo contrário, segundo o homem velho, aquele nobre era a coisa mais mundana e suja que ele já conheceu, e diz que ele que está abençoando Paratustra com uma "segunda vida", e não aquele nobre imundo que estava abençoando um velho eremita de vida tão simples que se afasta do profano por ausentar de mundanismo.
 Paratustra, quebrado com aquelas palavras, decide ir embora com seu cavalo, enquanto cruzava mais horas e horas de cavalgada e procurava por algum reino para se hospedar, porém, ele acaba se esbarrando um um reino grande que estava sendo atacado pelos soldados de Parfanti e tendo seu muro caído, ele foge para um estábulo, não só para guardar seu cavalo, mas se esconder da guerra, algo que ele falha miseravelmente pois encontra treze saqueadores que estavam assassinando os cavalos e um deles estava assediando uma das fazendeiras, e Paratustra, assustado, tenta parar seu cavalo, mas o mesmo não o obedece, e atropela todos os treze homens de uma só vez, um enorme banho de sangue em tão pouco espaço.
 Paratustra, assustado, sai de seu cavalo e saía dali chorando, ele não queria mais ver tanta violência, mas então ele é golpeando por flechas dos invasores, e reconhecido por um dos soldados, ele é humilhado pelo mesmo, tendo seus dedos cortados, dentes quebrados e roupas arrancadas e queimadas, mas é claro que aquilo não iria durar para sempre, e o cavaleiro é derrubado, desarmado e decapitado por três cavaleiros do reino, que socorrem o pobre homem e o levam para um abrigo. Passa-se um dia inteiro, e após Paratustra se recuperar, ele se torna habitante daquele reino.

Continua...

1 de nov. de 2021

O jogo dos mundos - parte 5 - o trono 21

 Sete magos, sete dragões, sete elfos, três guerras, um trono de aço, construído após a primeira luta entre todos os reinos ali disponíveis, como uma forma de unificá-los após a guerra, sendo assim, o primeiro marco: a primeira guerra. Sobre as 21 entidades, um dragão, cinco elfos e quatro magos já haviam, não só tocado no trono, como construído ele, possuindo a forma de uma grande cadeira, com barras e linhas de aço de boa qualidade, enquanto também há três espadas alinhadas no assento, algo que parece ser a profecia das guerras que estão pro vir.
 Kantanakar, princesa do maior reino do leste e dona dos atuais dragões disponíveis, nesse caso, três unidades, ordenou uma cruzada para visitar aquele reino, na esperança de iniciar a nova era que tanto espera, mesmo que isso arriscasse piorar as situações. Incontáveis quilômetros avante, eles encontram a Torre de Todos os Centros, onde fica o trono de aço, e então, os três dragões e a princesa, considerada uma maga para o trono, devido ao seu poder sobre os dragões, elevam o poder daquele assento, porém, guerreiros de um reino ateu, que se recusam a acreditar em qualquer deus, ou simplesmente acham que esse trono não tem poder nenhum, que abominam os magos, estão indo atrás dessa mesma Torre para destruí-la, e comprovar que aquelas crenças não fazem sentido.
 Porém, nos primeiros passos dos cavaleiros com seus cavalos à escada das cidades, as patas dos cavalos colavam nos degraus, o mero esforço fazia as patas se racharem, e os cavalos caírem, enquanto isso, Kantanakar chama seus soldados para que massacrem todos aqueles soldados ateus, enquanto também os dragões saíam da Torre para um contra-ataque, e queimam todas as casas daquele reino, para mostrar que eles eram nada sem alguma força protetora, sem algo sobrenatural, e com isso, eles se decaíram, porém, muitos reinos aliados no leste se irritaram com a ação de Kan, e decidem ir atrás dela na Torre de Todos os Centros.
 Todos eles acreditaram que iam destruir a Torre e impor fim a essa profecia, além de vingarem seu reino vizinho, tolos eles. Até a chegada dos soldados, Kantanakar construiu várias armadilhas, de forma que ninguém ali pudesse passar, sem precisar de ajuda dos soldados, 7.001 homens mortos por cobras, 12.020 mortos por um gás tóxico, 53 queimados em calabouços altamente quentes, 5.000 empalados, outros em quantidade desconhecida, perdidos em labirintos, e o último sobrevivente, chamado Kinaxtis, seguiu persistente para a última escada. Uma escada torta, que os destros jamais conseguiriam seguir perfeitamente sem baterem na parede mais de uma vez, dando tempo para a entrada e a saída dessa escadaria estarem trancadas, assim, o prendendo.
 Após isso, Kantanakar ordenou que acionassem os espinhos que tinha na sala, cortando várias partes de Kinaxtis, inclusive, uma região de seu pescoço e arrancando a sua mão direita, mas o homem ainda não morreu. Kantanakar fica furiosa com o feito daquele homem que sobreviveu a todas aquelas armadilhas, e então ela mesma decidiu ir assassinar ele, e ela o levou para a sala de seu trono, e com uma adaga de aço tão duro quanto o do trono, arrancou a cabeça do homem, e a pendurou em uma estaca em uma área de céu aberto do topo da Torre, onde os dragões estavam livres para pousar.
 Enquanto isso, no Norte, as pessoas estavam morrendo congeladas, assim se sentindo obrigadas a migrarem para o centro, sul, leste e oeste, porém, o leste está em uma guerra muito séria com a própria Torre de Todos os Centros, o sul era o ponto mais distante, o centro está cercado de armadilhas, e então, o único que sobra é o oeste, que está bloqueado por rios muito longos, quase intermináveis, então, o que resta para eles é cruzar esses rios, porém, eles não têm tecnologia nenhuma para a navegação.
 Então, eles passam semanas e mais semanas construindo barcos e pontes, enquanto também mantinham uma colônia construída com casas de madeira e palha. Com isso, eles agora são uma parte do oeste e do centro, inclusive uma ligação entre ambos, porém, isso chama atenção dos guerreiros do mesmo oeste, que se interessam nas terras assustadoras do centro, para conquistarem o trono de aço, e então, no meio de chuvas de flechas e batidas de lâminas, Kantanakar vê nisso uma oportunidade, e diz que, se eles deixarem esta guerra, eles poderão tocar no trono.
 Os exércitos pararam, relutantemente, mas eles são levados pela princesa e seus dragões a um banquete de carne dos animais caçados naquela região, e então, dois magos, dos exércitos do oeste e leste, são convidados a selarem a segunda guerra, e com isso, uma década de paz é provocada, para as pessoas se reconstruírem. E enquanto isso, um clã de elfos navega para o oeste, descendo de sua ilha flutuante, e, no fim dessa década, os elfos ajudam a construir e completar essa torre, agora dando-lhes uma proteção mágica, para que não possa ser violada.
 E então, dois elfos são marcados, e um terceiro, considerado o sétimo mago, enfeita o trono, colocando detalhes de ouro, pintando sua sala com uma bela cor azul e negra, e também colocando gárgulas para que mantenham a torre sempre seca, circulando a água das chuvas para que não estragassem sua estrutura, além de aumentar a sua imponência. E então, os próximos três dragões só virão na guerra final, que claramente será o fim do mundo.

Continua...

O jogo dos mundos - parte 4 - aquela escuridão te mata

 Coisas estranhas e inexplicáveis costumam acontecer com os seres humanos, tanto que os mesmos começaram a chamar aquilo de "não-natural" ou "sobrenatural", e essas forças, diferentes das criaturas físicas comuns, como lobisomens, vampiros, cavaleiros loucos, elfos, ou os raríssimos dragões, são imateriais, inevitáveis e invencíveis, sendo a única coisa que essas criaturas temem, pelo que os humanos saibam, é a luz, com isso, as cidades estão sempre iluminadas com velas, tochas e postes, e para evitar incêndios, a construção dessas casas com pedras ou no mínimo tijolos de barro começaram a ser obrigatórias por onde essas coisas passam.
 Por sorte, a presença dessas coisas é rara, e em contraparte, o problema é que tem pouquíssimos registros dessas anomalias, geralmente registrados por outras pessoas que encontram essas coisas, além das vítimas que são pegas, sendo a forma mais vista, a de uma coisa escura, sem forma, sem cores, mas cheias de olhos brancos que se destacam naquela pretura esquisita, e tentáculos, uma forma física de como essa coisa ataca as pessoas. Ainda não se sabe por que essa coisa está interessada só em humanos, foi estudado se havia casos com animais, e nenhum caso encontrado, e não será possível conferir se isso acontece com outras coisas conscientes.
 Falando nessas tais raças semi-humanas, muitas delas surgiram de humanos amaldiçoados, com uma forma corrompida da magia, desconhecida, de estudo proibido para os humanos, que em vez de pedir poder para a natureza, eles pedem poder para planos ainda além, como o submundo(reino dos mortos), o inferno(reino dos deuses corruptos) e o abismo(o vazio além da escuridão), assim, contaminando cada vez mais das almas daqueles que domam essa magia demoníaca. Essas criaturas são:
  • Vampiros: Humanoides de cabelos vermelhos-vinho, pele bege pálida, alta sensibilidade ao sol e uma dieta antropofágica. Só os alfa(vindos de magia negra) são férteis e conseguem gerar mais vampiros.
  • Lobisomens: Tribos de humanos de diferentes cores, que podem se transformar em enormes seres, meio-lobos e meio-homens, estes são incapazes de falar a língua humana e construir coisas além da tecnologia neolítica. Estes possuem, em suas presas, um veneno capaz de derreter a carne vampírica, usada por caçadores experientes, embora com alta dificuldade de fabricá-la, precisando de muitos lobisomens em laboratório.
  • Cavaleiros Loucos: Estes se parecem com cavaleiros humanos com armaduras de boa qualidade, porém, aquela armadura não é só uma armadura, já se tornou a real pele deles, e eles sempre gritam em alto sofrimento, seus passos contaminam a grama que os toca, e ao tocarem em um animal, eles perdem a sanidade, e irão destruir tudo ao seu redor, inclusive eles mesmos. Se a carne abaixo da armadura se expor ao sol, eles morrerão, mas serão purificados e irão para um lugar melhor após a morte.
 Magos "bons" são aqueles que usam a magia original, que usa poder da natureza a seu favor, uma característica muito rara, que ocorre em um a cada um milhão de pessoas, com isso, magos são escolhidos como conselheiros dos reis ou também como generais de seus exércitos. Um destaque entre os feiticeiros deste mundo médio, há um tal de Handrum-Dor, um mago que viveu 300 anos e serviu a vários reis ao longo de sua vida, porém, ele tem um presságio de sua morte, e para poder manter sua alma ainda na Terra, ele trouxe uma ave amarela e vermelha para as montanhas onde nasceu, e com incensos de canela, morangos e ervas de chá, ele cantou, e rezou, e assim, ele reencarnou naquela ave, agora chamada de Fênix, a ave da vida, e então, ele voou pelo mundo, à busca de protegê-lo em todos os cantos.
 Sobre os elfos, estes são um grupo dos melhores descendentes humanos, criados pelos deuses do céu a fim de ajudar na guerra contra os deuses do inferno, que por sua vez criaram demônios, vindos dos humanos mais violentos e tiranos possíveis, assim não tendo piedade alguma com os humanos, além de terem uma espécie de magia natural, que não podia corromper mais do que eles já estavam contaminados.
 Os elfos são ditos como guardiões da vida, e para terem acesso a todo o mundo já tocado por eles, eles construíram seu reinado em uma ilha flutuante chamada Lacutia, movida por mecanismos e uma tecnologia chamada Chama Solar, uma chama auto-gerável que alimenta as máquinas a vapor, que são fortes o suficiente para segurarem uma ilha inteira. Além disso, eles possuem transportes menores, que são barcos voadores similares a dirigíveis, com hélices imensas e armamentos mecânicos e autossuficientes, sem necessidade de um combustível, suas principais armas para a guerra, que contraria a magia desses tais demônios, são canhões herméticos, que conseguem unir forças dos 4 elementos da natureza convencional, capaz de ultrapassar o poder da escuridão que essas feras têm.
 Para os elfos, o líder é um leão de cabelos avermelhados, garras similares a lâminas de diamante e que, embora não possa sair da ilha dos elfos, ainda tem total poder sobre a mesma, um guardião, general e estrategista para tal raça sagrada. Enquanto isso, para os demônios, o líder é um deus do inferno que não tem medo de interferir no mundo dos homens, inclusive sendo uma alta força mágica para essas bestas.
 Já houveram mais de 10.000 guerras entre essas duas raças, todas empatadas, mas teve uma que tudo daria certo para os deuses corruptos se não fosse um mero descuido, em que este deus, saqueando uma cidade humana, acabou saindo altamente ferido devido á inocência das pessoas, o que só provou para os elfos que eles estavam tão consumidos pela vontade de se manterem grandes, que o mero contato com mentes benignas era capaz de adoecer tais bestas, e assim, os demônios fugiram para o inferno, e os elfos, com o trabalho concluído, se mantiveram em sua ilha mecânica por um longo tempo.

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31 de out. de 2021

O jogo dos mundos - parte 3 - a origem dos dragões e a guerra eterna entre os deuses

 Nas formações montanhosas daquele mundo, enormes lagartos começaram a ter uma inteligência comparável á dos humanos, estes encontraram a mesma luz, a mesma chama, porém antes do primeiro casal humano, e por conta própria, é como se esses tivessem desenvolvido o fogo do conhecimento e que os humanos copiaram tal poder. E claro, os dragões sempre gostaram de viver sozinhos, só encontrando outros dragões em casos de alianças, seja amorosas, seja sociais.
 Como lagartos formados do fogo, os Keriia viram eles como uma ameaça, e os caçaram, porém descobriram que os dragões não eram maus, nem bons, apenas tinham uma ética própria e conhecimento sobre o meio-ambiente, diferente dos humanos, que ainda estão a descobrir o mundo nessa época, então, houve um debate entre os deuses se os dragões deveriam viver ou não, sendo os que aceitam a vida dos dragões, os deuses nomeados bons, e os deuses que não aceitam, os deuses egoístas.
 Com medo de que a guerra piore, um deus, em segredo, adormeceu todos os dragões, e os taxou como mortos, sem dar chance a uma recusa, e assim, iniciou-se um conflito muito maior entre os deuses, que formou o céu, para os deuses que viam potencial nos dragões, e o inferno, para aqueles que não toleravam mortais que atingiam um nível tão elevado de poder.
 Na época média, um grupo de escavadores humanos estavam em uma mina de ouro muito grande, até que encontraram a cabeça de uma criatura no meio dos minérios, e achando que a criatura já estava morta, eles resolveram tirar o corpo todo para estudar, porém, um dia depois de levarem um corpo de meia tonelada e mais de 10 metros de comprimento, o mesmo desapareceu, para alguns humanos, o corpo se decompôs, algo impossível por motivos óbvios, para outros, saquearam a cidade e levaram tal criatura como uma raridade, algo ainda improvável também, mas na verdade, aquele corpo, no caso, um dragão, conseguiu acordar depois de eras adormecido, e foi embora.
 Os deuses do céu sorriam com o primeiro dragão retornando por livre vontade, enquanto os deuses do inferno ficavam furiosos, pois aquela ameaça estava ainda eminente, mas enquanto isso, o dragão encontrou um lugar para chamar de lar, e em troca de ajudar as pessoas de lá, ele será o melhor guarda dos reis, uma proposta irrecusável, porém que os humanos de lá demoraram para aceitar, mas aceitaram de fato.
 Agora o dragão possui ajuda humana para resgatar seus amigos e parentes, mas em compensação, ele também possui um lar.

Continua...

O jogo dos mundos - parte 2 - uma vida deplorável

 Nas cidades mais distantes, logo depois que o ser humano aprendeu a colher vegetais, viviam pessoas ricas, burras e arrogantes, que desconhecem as cidades vizinhas e só sabem tirar riquezas das pessoas mais pobres de seu domínio, eles não tinham moeda, seu comércio se baseia em escambos, enquanto o seu poder se baseia em maiores terrenos, e seu medo não era a morte, nem alguma punição divina, mas sim eles perderem seus bens, e se tornarem plebeus tão frágeis quanto aqueles nascidos plebeus.
 Entre esses nobres, estão:
  • Bauron: Um homem de rosto deformado, pele pálida, lábios grossos e secos, unhas sujas e roupas verdes e douradas. Viciado em álcool e glutão sem vergonha, parece que, se ele parar um segundo dessas suas atitudes, ele morre.
  • Riculus: Um homem baixo e de dentes amarelados, e um incisivo superior inteiramente podre, usando roupas negras, um chapéu volumoso com uma pena de mais de 50 cm de comprimento, e carregando um bastão em sua mão.
  • Cohuto: De olhos azuis tortos, dentes virados para todos os lados, parece um javali, barba malfeita, e com dentes sujo com a carne, que parece a única coisa que esse corno come, suas mãos são muito pequenas perto de uma mão adulta, além de tão finas que podem ficar vermelhas por uma semana só de bater palmas, e ele se veste como um palhaço arlequino.
 Porém, devido à corrupção estúpida desses homens ricos, e a falta de direitos das mulheres de bom coração, essas cidades possuem uma desigualdade social muito pesada, pobres que morrem em semanas, ricos que nunca leram um livro na vida, achando que aumentar os impostos é a forma mais eficiente de restaurar a economia, enquanto a aristocracia não paga nem um grão de trigo, e o exército só tem acesso a armaduras e lanças enferrujadas, assim morrendo sozinhos, em meio ao combate, doentes e destruídos de dentro para fora.
 E então, irritados, os pobres decidem fazer algo útil para terminar essa dinastia de ladrões, eles queimam as casas, assassinam os cavaleiros, e até mesmo cercam o centro dos centros, agora os três líderes estão sem esperança. Cohuto tem seus dentes quebrados, até chegarem nos sisos, e seu corpo, pelado, é arrastado por um cavalo até rasgar as suas costas e matá-lo de hemorragia. Riculus tem suas roupas queimadas, exceto seu chapéu, que é exposto como símbolo de sua derrota, como a cabeça de um elefante para os europeus ou o escalpo de um homem branco para os índios, e esse líder é colocado para andar sem roupas, enquanto é espancado com chicotes, até que ele cai de joelhos no chão, e ele é forçado a descer no esterco dos porcos. E por fim, Bauron é espancado até o nocaute pelos burgueses, depois levado para a praça da execução, enquanto o carrasco, manipulado pelos plebeus, é obrigado a decapitar Bauron, como um touro levado ao abate, sangue desce que nem champanhe, enquanto a cabeça cai e rola como uma bola.
 Agora eles saem daquela cidade, pois não há mais condições de se viver, e têm uma nova vida, em novos lugares.

Continua??

30 de out. de 2021

O Jogo dos Mundos - parte 1 - A criação do universo

 No fundo de um vasto oceano negro e matéria irreconhecível para os mortais, um pequeno ponto de luz se manifesta, afetando as bolhas que se formavam com aquele calor, sendo assim, como surgiram as estrelas, e das estrelas, porém, algo nascia junto com tais lâmpadas celestes, que é San Mundai. San é o primeiro ser vivo daquela existência, que vivia entediado no meio daquele mar negro cheio de olhas brilhantes, e com isso, ele criou ideias, ideias essas que mudariam sua vida para sempre.
 Navegando no meio do mar, ele achou uma estrela, a primeira que ele viu pessoalmente, e no meio daquele calor, ele andou, e tocou a estrela, e dela, tirou fios, e desses fios, ele costurou muitas coisas, até terminar aquela estrela, assim, ele criou entidades menores, que ele os chamou de Keriia, entidades de forma similares à nossa, porém vestidos em roupas douradas, com caudas longas e grossas, e asas penosas bem lisas.
 E então, San Mundai e seus "filhos" resolveram, não só se aventurar naquele oceano infinito, como também criarem um domínio físico, pois eles podiam simplesmente se perder naquela vastidão infinita, irreconhecível, e com seu domínio, construído da mente daquela vida assim criada, eles puderam iniciar o mundo material.
 Depois, eles construíram o atual sistema solar, e eles consideraram a capital do universo, e na Terra, surgiu a água, o céu, os mares, os rios, o solo firme, as imensas montanhas, florestas cheias de plantas bonitas e feras indomáveis, e no meio dessas feras, um casal de primatas se muda de lá, para terras mais secas, em busca de paz, por hora, encontram uma luz, que se transforma numa chama, os primatas não entendiam a chama, mas mesmo assim a interpretavam, e então, ao tocarem na chama, eles se transformaram no que depois serão chamados de "humanos", e assim, eles se tornam os pais da civilização, e com isso, uma história termina, mas outra começa.

Continua...

4 de out. de 2021

Dragon Ball Spirit - capítulo 2 - primeira viagem

 Durante a viagem, Goku conversava com seus colegas de viagem.
Goku: Eu não sei onde estarão estarão as esferas, mas espero que eles sejam bem fortes, porque eu já conheci todo tipo de guerreiro no universo e, se eu rever esses planetas alienígenas e não tiver nada interessante, vou ficar muito decepcionado!
Trunks: Hã? Tem certeza, senhor Goku? Porque o seu poder ainda não está alto o suficiente e a gente não treinou faz um tempo, e...
Pan: Deixem de ser uns covardes, se não forem tão fortes assim, deve ser um desafio pelo menos pra vocês.
Piccolo: Olha só, a filha do Gohan também tem um espírito guerreiro igual ao seu avô.
 Goten, enquanto isso, está vendo o radar do dragão conectado na nave, e vê uma espécie de sinal para o que seria o Leste, ele alerta para o grupo, que aciona a nave para poder ir ao planeta detectado. Porém, com a tecnologia da nave, eles chegaram muito rápido e não daria tempo para eles treinarem, então eles começam a pesquisar no planeta.
 Enormes florestas, rios quilométricos e ricos em peixes, dinossauros tão grandes quanto os da Terra, plantas e animais exóticos e também civilizações bem simples e tribais, e conferindo melhor, essa civilização parecia estar em perigo, já que tinham imensos robôs caçando esses tribais e incendiando as florestas, algo que Goku e Piccolo conseguem evitar quebrando todos os robôs que puderam achar e apagando o incêndio com seu ki.
Piccolo: Esses robôs não parecem poderosos, os andróides da época que o Gohan era uma criança eram ainda melhores.
Uub: Ei, senhor Piccolo! Achei uma das esferas!
 Uub guia eles para onde tem uma das esferas, e eles encontram uma das tribos ainda não tocada pelos robôs. Eles tentam interagir com a tribo mas aquele povo tenta lutar contra os Guerreiros Z, o que não adianta porque eles eram realmente fortes, e a tribo, se rendendo, tentam oferecer tudo o que tinham, mas o pessoal só leva a esfera mesmo, e indo para sua nave, eles saem do planeta, indo em direção ao próximo planeta para investigar, eles também conversavam entre si sobre o potencial dos mais novos do grupo.
Goku: Vocês fizeram bem, parabéns.
Pan: Hã? É sério, vovô?
Goku: Sim, essa esfera foi muito fácil de pegar, mas eu já conheci muito do espaço, eu espero que vocês estejam fortes, porque, se eu estiver em perigo, e vocês não estiverem fortes o suficiente, não terá como a gente continuar.
Piccolo: Então parece que você está tendo cuidado com sua família, Goku?
Goku: Sempre tive, mesmo Gohan estando em perigo, eu sempre dei apoio a ele.
Pan: Ei, vovô, eu quero ver o seu real poder, você não deve ter perdido muita coisa agora que está criança.
Goku: Oh? Tem certeza?
Pan: Aham!
Goku: Certo...
 Goku fica de pé, e ativa seu primeiro SSJ, que Pan já se surpreende por ainda ter dificuldades de usar tal transformação, mas Goku consegue ir além, ele mostra os SSJ's 2 e 3, mas por fim, ele mostra o SSJ Deus, com seus cabelos escarlates e aura flamejante, Pan já estava surpresa com tais transformações, mas agora que o ki de Goku está "invisível", ela fica confusa.
Pan: E-ei, espera! Por que a gente não consegue sentir sua energia?
Goku: Bem, na verdade, essa transformação está além dos níveis normais, tanto que eu e Vegeta nem consideramos em um número como as outras três transformações. Esse é o Super Saiyajin Divino, o poder da profecia, que tive de usar para me comparar a Bills.
Uub: Demais, não é?
Pan: É!
Trunks: Nunca tive oportunidade de treinar tal poder, mesmo com a forma Gotenks, nossa, eu deveria ter aproveitado mais minha vida de treinamento...
Goten: Eu também, o Gohan, que treinou muito pouco quando a gente era criança, ainda se manteve forte por um longo tempo.
Trunks: Ei, Pan, o que acha de treinar com a gente para aprender a usar o Super Saiyajin?
Pan: Opa, claro!
 Então, Pan treina com Goten, Trunks e Goku para acostumar melhor com o seu ki, isso orgulhava Goku, pois ele vê potencial em sua netinha. E após um equivalente a 5 horas de treinamento, eles alcançam um outro planeta com uma esfera, porém, é um planeta realmente perigoso, de solo roxo, ar geladíssimo e uma superfície bem rachada, então, Piccolo se voluntaria para visitar aquele planeta, pois ele tinha uma resistência naturalmente alta e uma melhor imunidade biológica, porém, Uub e Trunks recomendam que ele use um dos trajes da nave, pois nunca se sabe.
 Piccolo não tinha certeza se precisava, mas ele entende, e usa um traje de corpo inteiro e, saindo da nave logo na órbita, Piccolo voava cruzando todo o planeta, e ele encontra a esfera presa nos escombros de uma montanha, que ele sequer teve dificuldade de coletar o artefato. E então, Goku e companhia resolvem descansar.

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11 de set. de 2021

Povo de cristal - episódio 1

 Um jovem e simples empacotador que trabalha em um pequeno mercadinho está prestes a terminar seu serviço para finalmente ir pra casa, porém, ao sair pela porta dos fundos do mercado para usar o banheiro que tinha lá, ele encontra uma joia vermelha brilhante, e ele, pensando no que poderia fazer com aquele cristal, e ele guarda em seu bolso e, logo após isso, foi logo cagar no banheiro, dps disso, ele passa mais uns minutos e pôde ir embora.
 Logo depois disso, em sua casa na praia, ele coloca sua joia em uma mesa em sua sala e prepara um macarrão com queijo instantâneo em seu microondas e foi até a mesa pra comer, mas... ele se choca ao ver que a pedra se transformou em uma garota, também vermelha, porém só em seu cabelo, olhos e roupas, com pele rosada e um corpo que parecia incompleto, faltando um ombro direito, o pescoço e a coxa esquerda, mas ao invés de ter um corpo deformado, ela possui regiões de seu corpo simplesmente separadas e flutuando, como o Sr. Ninguém.
 Aquela aparência era realmente estranha, assustando o garoto, que deixa o seu delicioso prato de macarrão com queijo cair no chão da forma mais triste e desesperadora possível. A garota se preocupa, o garoto fica assustado com aquela "coisa" se aproximar dele, e ele fica atrás da sua mesa na sala de jantar, e a garota do outro lado da mesa.
- Quem é você!?
- Eu sou a forma humana daquela pedra que tu pegaste...
- Pedra? Você era uma pedra?
- Sim, eu sou a forma física e espiritual daquela pedra mágica, e eu posso explicar...
- Como?
- Como eu posso te acalmar?
- Pode refazer meu macarrão com queijo?
- Não adianta comer o que caiu no chão?
- Não dá, é nojento, está sujo, eu mal limpei o chão e... tá com vidro no meio!
- Oh, humanos...
 Os dois param a perseguição e a garota ajuda o jovem a limpar a casa toda, jogam o prato quebrado com macarrão fora e eles refazem o macarrão. O jovem empacotador está ainda estranhando a situação. Ela fala... ela pensa... ela é bípede... mas não é humana! O que será que ela é a final?
- Q-quem é você?
- Sou Ktoja, uma guerreira de cristal que, infelizmente, está fragmentada, e por isso, meu corpo está incompleto, e... eu preciso ir atrás dessas partes que faltam, mas não dá, eu estou sem meus poderes...
- Eu sou.. P-Pietro, eu te... achei na lojinha que eu trabalho, você realmente tava danificada e... eu sei lá, achava que era só uma joia danificada, mas que eu ainda poderia vender-
- O quê!??
 Ktoja bate em Pietro com muita força, ao ponto de deixá-lo com hematomas, e ela fica envergonhada por tal ato ganancioso do jovem garoto. Pietro se arrepende, tenta se desculpar com ela, e ela tenta ficar longe dele, e para evitar mais uma briga, Pietro decide dormir em seu quarto, enquanto Ktoja ficava na sala de estar, observando as estrelas que seriam seu antigo lar.

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[Nota de 25-06-2025: Essa versão está descontinuada, além da narração estranha e também malfeita, foi curta de mais, porque nessa época eu tinha uma extrema preguiça de escrever histórias, além da forma que o texto escrito em si não era nem um pouco interessante, ao ponto que, como vocês podem ver, eu tive esforço pra descrever o tal Pietro usando o banheiro ou se machucando pra apanhar da personagem, mas eu sequer desenvolvi os personagens juntos no tempo de UM episódio, e tem palavras abreviadas! Sendo que isso não é um chat e nem um post em rede social, abreviar palavras simples assim só pra agilizar o texto é nem um pouco profissional]

6 de ago. de 2021

Dragon Ball Spirit - capítulo 1 - dragão misterioso

[Essa fanfic se baseia em Dragon Ball GT, mas ela reutiliza recursos usados muito mais na época do Dragon Ball Super, como a Patrulha Galáctica e o ki divino]
 Não se sabe quanto tempo se passou, mas a Terra parece estar em paz, os Guerreiros Z nunca mais tiveram desafios como era antes, entre eles, o Mestre Kame ainda está vivo, e ele não parou de treinar, além dele ter revivido a Escola Tartaruga para manter o espírito guerreiro das futuras gerações, enquanto isso, Gohan agora é professor, Goten e Trunks pararam de treinar mas eles têm algo para fazer, eles estão estudando, e Goku, ele está treinando seu novo discípulo Uub para revelar todo o seu potencial como um Guerreiro Z e herdeiro de Goku.
 Porém, depois de muito tempo e com mais uns desejos falhos, Pilaf e seu grupo estão mais velhos, porém imortais, à procura de mais poder, para poderem se vingar de uma vez por todas contra o fato de que o Goku arruinou o plano deles de dominar o mundo mais de uma vez, e eles descobrem a existência das esferas mais poderosas e mais antigas da Terra, as esferas de estrela negra, e com isso, eles conjuram um Shenlong único, de pele vermelha e grandes chifres dourados. Goku e Uub, que estavam treinando, vão até onde o dragão foi invocado.
Goku: O que está acontecendo?
Pilaf: Ah! É ele! É ele mesmo! Se ele fosse tão pequeno quanto eu, eu já teria te esmagado como se fosse nada!
Shenlong Vermelho: Seu pedido é uma ordem.
Goku: O que?
 Goku começa a ficar menor e mais jovem, até que ele se torna uma criança, Pilaf acreditava que seu desejo deu certo, mas percebe que o máximo que aconteceu é Goku ter se tornado da mesma idade e porte físico de quando eles se conheceram, e Pilaf fica muito irritado, mas não pode fazer nada, já que o Shenlong novo desapareceu.
Goku: As esferas!
Uub: Espera, Goku! O que aconteceu com você?
Goku: O que? Eu... eu encolhi!
Uub: Não só isso, você está mais novo, você... virou uma criança!
Pilaf: Pra mim já basta, pois isso é mais do que o suficiente para eu derrotá-lo.
Goku: Hã?
Mai: Isso mesmo!
 Pilaf, Shu e Mai chamam seus robôs gigantes, que foram construídos com base na tecnologia dos androides por causa dos estudos da Corporação Cápsula, com isso eles três acham que vão ganhar a luta. Enquanto isso, Piccolo, Vegeta e Trunks chegam até onde o pessoal está.
Piccolo: Isso me parece familiar...
Vegeta: Kakaroto? Como assim você ficou assim?
Goku: Melhor não explicar, porque é uma longa história.
Uub: Sim, senhor Vegeta, temos mais problemas para resolver.
 Então, Pilaf e sua gangue se desesperam, já que tinham mais guerreiros Z fortes, e então todos, menos Goku, avançam contra os robôs e os destroem com muita facilidade e resolvem ir atrás da Bulma na Corporação Cápsula para entenderem melhor o que aconteceu. E com o que ela conferiu, as esferas do dragão usadas não são as esferas normais, já que elas ainda estão ativas e a Bulma tem pelo menos 3 delas, então eles chegam à conclusão de que foram outras esferas mágicas.
Bulma: Goku, você tem ideia do que aconteceu com as esferas?
Goku: É... foi rápido demais, mas eu acho que entendi. Surgiu um dragão vermelho do céu e... quando ele fez o desejo do Pilaf, as esferas foram também para o céu.
Bulma: Ai não...
Goku: O que aconteceu?
Bulma: Essas esferas estão em outros pontos do universo, por isso não terá como detectar elas aqui.
Goku: Mas ainda dá pra usar o radar do dragão, não é?
Bulma: Sim, claro, só basta atualizarmos para conseguir achar ainda mais longe.
Goku: Ótimo!
Piccolo: Esferas novas, dragão vermelho... isso não é nada bom!
Goku e Bulma: Por que?
Piccolo: Essas esferas não são do primeiro Kami-sama que vocês conheceram, e sim de um anterior. Eu lembro bem do que aconteceu, o meu antecessor tinha criado esferas do dragão em segredo, e a única coisa que ele falou é 'você entenderá depois'.
Bulma: E?
Piccolo: Essas esferas possuem muita energia negativa, e isso é um perigo pois pode danificar o planeta permanentemente.
Goku: Ai não! E quanto tempo a gente tem?
Piccolo: Se nós tivermos sorte, um ano terrestre inteiro!
Goku: Ai não! E agora, o que faremos-
Chichi: GOKU!!!
 Aparece na casa da Corporação Cápsula, não só Chichi, mas também Gohan, Goten, Videl, Rei Cutelo e Pan, que querem entender o que aconteceu com Goku e o porquê do céu ter mudado tão repentinamente.
Chichi: Espera... Goku se transformou em uma criança?
Piccolo: Infelizmente não temos tempo para explicar, porque a mesma coisa que amaldiçoou Gooku também ameaça destruir a Terra.
Chichi: O que!?
 Chichi desmaia, e tanto Goku como os outros parentes socorrem ela, Goku vê se tinha alguma semente dos deuses e consegue achar uma, ele coloca na boca dela e faz ela mastigar, isso acaba resolvendo até que rápido.
Chichi: Goku...
Goku: Ch... Chichi...
Chichi: Não me diga que a Terra está em perigo de novo...
Goku: Não dá para não dizer, ela está!
 Goku chora, e Gohan tenta consolar Goku também. Enquanto isso, Gohan conversava com Bulma e Piccolo e Pan ficava confusa com o vovô que ela estava tão acostumada a ver adulto... ter rejuvenescido do nada.
Pan: Vovô! O que aconteceu com você?
Goku: Ok, melhor contar tudo! Temos até um ano para resgatar as esferas.
 Goku, Piccolo e Bulma contam o que acabou de acontecer nas últimas horas, em que foi descoberto um dragão novo, e que, por possuir uma energia negativa elevada, essas esferas podem danificar o planeta onde elas foram usadas. Então, enquanto Bulma construía uma nave espacial que levará o pessoal para os lugares necessários, Goku também interagia com seus filhos e sua netinha, porque ele já estava com saudades. Mas Pan... ainda ficava estranhando o Goku mais novo que ela então tenta tomar distância.
Goku: Pan? Você não tá nem aí? Em ver seu avô de volta?
Pan: Não é isso. Parecia muito mais divertido quando você esteve por perto para me orientar e me cuidar, mas... você me deixou, por longos sete anos. Você tem ideia de como é ter abandonado sua família por quase uma década!?
Goku: Hã?
Pan: Vovô, eu mesma tive que lutar SOZINHA para sobreviver esse mundo cruel! Vovô, você é um-
Goku: Egoísta? Você deveria saber que EU vivi nas montanhas sozinho, depois eu perdi o Vovô Gohan e tive que treinar sozinho! O máximo que eu tive depois eram amigos. Você teve sim uma família de verdade!
Gohan: Papai, você... não acha que está pegando pesado?
Goku: Desculpa, Gohan, mas eu estou explicando pra ela que ela não tem motivo para reclamar. Ela tinha tudo do melhor... Pan, você tem mãe, pai, avós, você pôde estudar por investimento de sua família! Você podia ter aproveitado isso!
Gohan: É... sim, e parece que ela não estava indo bem nas notas...
Pan: Pai!
 Pan sai fora daquela região da casa, Goku e Gohan vão atrás dela, e enquanto isso, Vegeta está conversando com Bulma sobre quem poderá sair para a viagem espacial com Goku, e ele já pensa em Goten e Trunks, que inicialmente recusam, mas Vegeta força eles a irem.
Vegeta: Vamos logo, vocês assim só desmancham a cultura dos saiyajins-
 Goku teleporta até Vegeta.
Goku: Vegeta, o que tá acontecendo?
Vegeta: Qual é? Só estou sendo severo com esses delinquentes. Poxa vida, eles lutaram contra o terrível Majin Buu mas têm medinho de sair por aí no espaço, com criaturas ainda mais fracas?
Goku: Oh?
Chichi: O Goten não pode ir, ele ainda precisa estudar para poder passar de série!
Vegeta: Hã? Grrr... Ei, Kakaroto, o que acha?
Goku: Não acho que eles farão diferença.
Goten e Trunks: Ei!
Goku: Já sei! Que tal o Uub vir com a gente? Ele treinou muito comigo e até estudou um pouco de magia com o Dende, ele vai ser, sim, útil.
Gohan: Eu também vou.
Chichi: Mas... Goha, você não estará trabalhando como professor?
Gohan: É um sacrifício que estarei disposto a fazer.
Pan: Não, papai, você é um dos mais poderosos que eu conheço, você não pode nos deixar...
 Eles demoram muito para decidir quem vai, então, depois de um dia inteiro, eles concluem que a melhor equipe será Goku, Pan, Piccolo, Trunks, Goten e Uub. E assim, eles vão para o espaço à procura das esferas.

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