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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

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27 de dez. de 2025

Banban, o Cookiezinho, episódios 1-5

[Compilei esses capítulos, não planejando um reboot, embora eu marque como um só por eu tar repostando aqui, mas é pra quem quiser ler só as histórias do Banban que fiz até agora poder ler eles em sequência, é uma historinha que eu fiz de forma terapêutica, pra alegrar mais a minha vida e esse blog com fofuras]

> Capítulo 1: Onde Tudo Começou
 Na cidade Mar de Pão, em uma região comum, mas litorânea longe de algumas metrópoles, está o escritor de livros chamado Bludraco, um homem velho de cabelo azul natural e olhos verdes, e usando roupas grossas que remetem à região do Norte que ele nasceu, antes um mago lendário das águas que venceu múltiplos perigos ao redor do mundo, mas atualmente está tendo uma vida calma com Cassandra Petrov, uma sereia de cabelo loiro liso, pele macia com regiões escamosas parecendo diamante do busto à região entre as pernas, e usando vestidos azuis e laranja leves, antes uma assassina de aluguel profissional e agora aposentada depois de abandonar seu passado violento e ajudar Bludraco e um grupo de monstros que o seguiram, casada com ele também, e que adotou Chloé, uma garota meio elfa-da-madeira e com um corpo coberto em nada além de vinhas verdes com folhas e espinhos, e uma jaqueta jeans sem manga, e o que era seu olho esquerdo, está coberto com um girassol.
 Um elemental do fogo e amigo de Bludraco, chamado Daemuki, adotou alguns filhos pra cuidar ao lado da sua colega de laboratório chamada Alex Cheng, e convidou umas famílias de uns amigos também de diferentes raças e linhagens pra se conhecerem e então comemorar. Bludraco e sua família foram pro castelo cinza de Daemuki imaginando que ia ser nada de mais até verem o bebê Zephyrson voando com um aviãozinho de madeira levitado por magia dos ventos dele, a Alex tenta chamar ele pra descer, e quando o Zephyrson tenta pousar, o avião explode e o bebê de orelhas pontudas e cabelo branco saía voando. Chloé e Cassandra achavam isso extremamente fofo, e o Bludraco estava surpreso, quase assustado por não entender o que tava acontecendo, enquanto isso, um bebê meio leão chamado Simon engatinhava num sofá, esgueirando em direção deles, e ele pula no Bludraco, que reage abraçando ele bem apertado.
 Os pais do Simon, os Sr e Sra Pawclaw, pegam ele de volta e falam um pouco sobre ps bebês deles, a Sra Pawclaw tá segurando uma bebê meio leão com olhos pálidos, sem visão, mas bem feliz, e a Cassandra tá segurando um bebê de cabelo azul mais claro chamado Geracial, e um pouco geladinho, ele tá bem, só é meio elemental de gelo, e junto tem também a Chloé interagindo com, entre os bebês, uma que tem poder polimorfo de se transformar em animais, mas como só podia virar animais pequenos ou filhotes, tava na forma de um beija-flor, Chloé só consegue pegar a bebê no ar porque já tava cansada, e quando a bebê se destransforma, retornando a uma forma élfica mas cheinha com orelhinhas de urso, Kuminha, e de vestido Lolita laranja, era pesadinha ao ponto que a Chloé que quase não tava esperando teve que se sentar no primeiro sofá que achou pra se apoiar direito.
 Bludraco foi se sentar com Cassandra e Geracial no sofá maior, e ali subia um bebê elemental elétrico, com corpo clarinho, maior que a média dos outros e com cabelo meio amarelo que nem banana, o Bludraco estava alegre com a fofura daquele bebê, ao ponto de mal esperar que o bebê mal deitou no colo dele e já começou a se mexer e sair de perto dele, talvez o bebê queria correr enquanto queria brincar de pega-pega, ou como Cassandra presumiu, ele queria ver o Geracial, e quando os dois ficam mais perto, com Geracial no chão, eles se abraçam.
 No entanto, a irmã gêmea da Kuminha, Barroquinha, mas que Bludraco acaba só chamando de "massinha de pão", também elfa, mas com penas e asinhas pequenas de calopsita, vestindo uma roupinha de marinheiro, olhava pro Bludraco e pedia abraço, que o Bludraco atende e segura ela abraçadinho. O pessoal fica assistindo a um filme bobo, seja pras crianças verem ou pra ter algum som no ambiente enquanto os adultos conversam ocupados, e falando nas crianças, a maioria dos bebês já estava no chão pra andar ou engatinhar à vontade, inclusive Geracial estava perto do bebê elétrico, chamado Brondes, estavam brincando com umas figuras de personagens fofinhos, a maioria em forma de guaxinins e cachorros humanoides com roupinhas coloridas (Brondes segurava um guaxinim médico e um guaxinim bombeiro, o Geracial mordia o cachorro hacker) feitas de borracha e que era seguro pros bebês morderem, aí chega um humano um pouco acima do peso, com pelos visíveis nos braços e usando uma regata e shorts simples, chamado Rogério, segurando a irmã dele de sua família adotiva, Tália, e põe ela ao lado do Geracial e Brondes pra se interagirem.
 Rogério é humano, embora Chloé tenha descoberto ser prima dele por parte de pai e tio, que são humanos (te trollei, achou que eram ligados por família de elfo, né?), e a família adotiva dele é uma família de docianos, um povo de outra dimensão cujo planeta natal é dominado por doces ambulantes, incluindo doces humanoides como Bóris Churri e Júlia Churri, que apesar do Bóris ser loiro com detalhes que parecem de um pudim em seu corpo, incluindo sua pele clara macia, a filha dele com Júlia é quase idêntica a uma Júlia pequenininha, com pele mais parda e sardas brancas, mas seu cabelo de doce-de-leite caramelizado sendo mais liso e os olhos mais finos. Geracial abraça a filha de Júlia, Misa, que também abraça de volta e dá umas mordidas, não machucava, mas Rogério se assusta e até tenta separar os dois, aparentemente estavam bem, o Geracial fica olhando pro Rogério fixamente, depois o Brondes e a Misa, e eles sorriam.
 De qualquer forma, a Chloé estava entediada com o filme bobo, sem nem um celular pra mexer (porque ela nunca usou um além das ligações, no máximo usou o computador do Rogério algumas vezes), e confortável de abraçar a Kuminha, acaba dormindo... Mas um bebê anão-de-brasa, de nariz redondo, orelhas largas embora redondas e um cabelo vermelho bagunçado, que estava andando por ali porque os pais dele deixaram ele perambular, solta umas pequenas explosõezinhas, seja porque ele não sabia o que tava fazendo ou porque meio que anões-de-brasa se entretêm assim desde bebês, e isso começa a acordar a Chloé de susto. Aquele bebê, chamado Vulcas, estava bem feliz, e Chloé estava em choque, não por ser um bebê anão, e ter mais anões ali (ela mesmo sendo elfa nem era ensinada da rivalidade entre elfos-de-madeira e anões-de-brasa mesmo que sejam raças em guerra), mas porque "como uma coisinha fofinha tá literalmente projetando fogo e fazendo barulho?", e ela ficava olhando aquilo enquanto estranhava, e os pais do Vulcas, Sr. e Sra. Ferrus, até ignoravam a Chloé enquanto ficavam perto só pra vigiar o Vulcas em segurança.
 Vulcas, por sinal, fica amiguinho com Banban, um bebê filho da Alex Cheng antes dela perder seu marido numa expedição dimensional mal-sucedida, humano como ela, mas curiosamente forte por ter caído acidentalmente num tipo de poção de superforça experimental que a Alex tinha acabado de inventar, e mesmo o Banban amassando o Vulcas no abraço, o que aliás surpreende os pais Ferrus porque anões-de-brasa eram fortes ao ponto da força deles concorrer com poder elemental dos elfos-da-madeira, assim como o Banban tinha abraçado o Simon até o amassar anteriormente e se arrependido, o Vulcas e o Simon se recuperaram inclusive muito rápido.
 A interação foi divertida pras crianças e saudável pros adultos, cujas famílias vão se separando e de uma a uma indo embora do castelo pras suas casas. Chloé queria visitar a casa do Rogério em vez da dos pais dela, porque ela queria interagir mais com ele já que tavam uns anos sem se ver.

> Capítulo 2: Brincando na Escolinha.
 Depois de um tempinho, os bebês mágicos foram colocados para estudarem numa creche simples, ainda na Terra pra que aquelas crianças mesmo de espécies e planetas diferentes possam crescer unidos, considerando que as famílias deles são amigas, então os filhos claramente deveriam. A criança de gelo, Geracial, estava junto com as outras, a primeira aula parecia tranquila, e a professora Buffy Fluffy conversa com as criancinhas, querendo saber sobre algumas das que estavam ali.
 Depois daquilo, a professora organiza uma brincadeira, são dados vários bloquinhos com letras, pra eles montarem palavras que sabiam, enquanto isso a Buffy Fluffy foi se sentar pra responder e assinar uma papelada que ela tinha de outras escolas, a Kuminha e a Misa Churri já escolheram montar com uns bloquinhos que elas pegaram, e formaram a palavra "BOLINHA" (eram todas letras maiúsculas), mas a Misa tinha colocado o A do final de ponta-cabeça, parecendo "BOLINHV", e isso fazia a Kuminha rir muito. Já a Barroquinha não parecia tar a fim de brincar, só andava em direção dos outros bebês que tavam brincando, e se senta olhando pro Brondes montando bloquinhos junto com o Simon, que por não saber falar, e nem ouvir palavras, não sabia que palavra montar, só entregava os bloquinhos, ou os oferecia, e o Brondes colocava, eles faziam as palavrinhas "PÃO", "OVO" e "LEITE".
 Zephyrson estava entediado com os bloquinhos, então foi fazer companhia pra Barroquinha, que tem uma ideia deles abrirem um armário e tirarem dele uma bolinha, eles davam chutinhos leves, com medo de serem vistos jogando bola, mas também porque queriam jogar bola sozinhos, Banban e Geracial estavam colocando um bloquinho encima do outro, achando que iam fazer melhor que os outros que estavam fazendo com os blocos um do lado do outro, mas acabaram fazendo ao contrário, saiu "LUZA" em vez de "AZUL", Banban fica bravo, empurra os bloquinhos e cruza os braços sentado, o Geracial fica triste. Durante essa brincadeira, uma criança Warg em forma de uma raposinha humanoide com cabelo e rabo bem vermelhos entrava escondida, até que ela foi vista pela Barroquinha, e foi oferecida pra jogar bola com os dois, mas quando ela ia responder, ainda tímida, a Buffy percebe, guarda a bola de volta ao armário e leva a Warg raposinha de volta à sala dela.
 Nesse meio tempo, o Banban anda um pouquinho na sala e, subindo no banquinho da cadeira, resolve pegar a caneta da professora e desenhar o sorriso num canto bem nas bordas em branco da folha, e desce de volta, o Geracial conversava com a Misa e o Brondes, e eles pareciam planejar alguma coisa.
Geracial: O que vocês vão fazer depois?
Misa: É... num sei.
Brondes: Vamo brincar de olhar?
Geracial e Misa: Vamos!
 Brondes, Geracial e Misa ficam olhando um pro outro, parecia que na brincadeira não podiam piscar e nem perder contato visual... até que o Vulcas joga um bloquinho pra longe com uma explosão que ele fez com sua magia, e assusta a Misa que sai da frente, e o Brondes também pisca quando o bloco voou na direção dele, o Geracial parecia que ganhou em 3 segundos e comemorava, quando chega a hora do recreio, os bebês saíam mesmo antes da professora voltar, e quando a ela volta e olha os papéis, acha estranho ter um rostinho desenhado num dos papéis dela, mas se recusa a questionar porque parecia triste. As crianças pegavam maçãs que tinham numa mesinha, a maioria delas eram maçãs Fuji bem crocantes, mas a Barroquinha pegava as maçãs farinhentas com barulho de como se a poupa estivesse se esfarelando na boca.
Criança raposinha: Vucê... gosta de maçã?
Barroquinha: Sim! :)
 As duas comiam todas as maçãs da mesa em pouco tempo, a raposinha que comeu mais acabou ficando um pouco redonda de tão cheinha, e foi embora rolando. Geracial andava num corredor bem longo, de paredes meio brancas com a metade de baixo alaranjadas, com portas vermelhas de vidro, do tipo de correr pras laterais pra abrir e fechar, até que então aparecia um garoto humano, do mesmo tamanho e talvez porte físico, porém, em vez de cabelo azul claro, ele era ruivo e com sardas, e vestindo roupinhas verdes um pouco ásperas, e quando eles se abraçam, a criancinha humana, chamada Fernando, o solta e fala.
Fernando: Ei! Você é...
Geracial: Hã?
Fernando: Um sovete!
Geracial: Sovete?
Fernando: Sim, bem fofinho e gelado, que nem um sovete.
 Geracial sorri e convida o Fernandinho pra ir com as outras crianças pro pequeno pátio, e quando o Fernandinho tropeça e faz uns cones de plástico colorido se baterem e caírem, ele tinha uma ideia. Geracial se sentava no chão coberto de tatames e o Fernando põe um cone vermelho sobre a cabeça dele, uma garotinha da mesma sala do Fernando, com vestido rosa, cabelo castanho-escuro e pele clarinha, chamada Lisa, questionava aqui.
Lisa: O que tá acontecendo? '^'
Fernando: Geraci é um sovete.
Geracial: SOVETE!! Espera, quem é vucê?
Lisa: Ah, eu sou a Li. :)
Fernando: ... Eu já te vi na casa dos meus pais, a gente comeu muito queijo ontem.
Geracial: Queijo? Quero!
Fernando: Eu não trusse queijo.
Lisa: Nem eu.
 Geracial olha pra Misa comendo bananas com o Brondes, e foi até eles, passa perto, atrás dela, e morde um pouquinho o cabelo dela, a irritando, e pega uma banana pra descascar e também comer, já o Banban tava no playground, escalando o trepa-trepa quadrado, e quando um bebê que também conseguiu subir ao topo empurra o Banban pra ele cair, e o inspetor correu desesperado pra socorrer ele... o Banban tava intacto enquando o solo estava até mesmo amassado.
 Durante a volta dos bebês e seus professores às salas depois do intervalo, a sala em que o Banban e seus amigos estavam não consegue ligar, o professor até tenta arrumar e reposicionar a lâmpada mas não funciona, tinham que trocar. Rogério é chamado pra trazer uma lâmpada de tubo pra escola, já que ele era o mais próximo e também amigo dos professores, e não queriam gastar dinheiro com um técnico, ele traz uma lâmpada fluorescente de tubo, e quando ele entra na sala, a Misa corre até o Rogério e abraça uma perna, o Geracial corre também e abraça outra perna dele (eles são bem pequenos, a altura parava por aí).
Misa: Imão!!
Geracial: Rogéro!!
 Banban apenas tenta puxar a cadeira pensando se poderia ajudar, mas o Rogério só segura o Banban e o deixa encima da cadeira do professor, que fica confuso com aquilo enquanto o Rogério ia trocar a lâmpada, e quando ele ia sair... a Misa ficava se segurando numa perna da calça dele.
Misa: I... Imão... Não me deixe! :'(
Rogério: Tá tudo bem, eu busco você depois do trabalho.
 Depois daquilo, com o Rogério saindo da creche e indo trabalhar como pedreiro com o seu pai adotivo, as crianças têm uma aula curta, isso é, ouvindo uma música sobre números, com o professor vendo se as crianças estavam acompanhando, mas depois que o tempo escolar terminou hoje, as crianças esperavam seus pais, e hoje a Cassandra buscava eles, e conseguia posicionar os bancos pra que coubessem todos os bebês de uma vez e em segurança, com uma modificação que a irmã dela fez no carro, e chegando na casa, o Bludraco para de escrever seu rascunho de livro, e quando foi abrir a porta, via a Cassandra contornada pelas crianças, logo antes delas correrem, quase o atropelando, mas ele sentia que já tava sendo atacado pela fofura deles, que aliás, dos conhecidos, só não tinha o Fernando, a Lisa e a Misa, e o Geracial, o último a entrar na casa, o Bludraco ainda se levanta e abraça dele.
Geracial: Papai!
Bludraco: Minha massinha de pão!
 Depois de um tempo, aparecem a Alex, o Daemuki e outros, indo buscar seus filhos depois do combinado da Cassandra buscar todos eles de uma vez, até a Cassandra estranhou o porquê da Misa não tar ali, mas o Rogério já buscou ela então tá tudo bem, o Daemuki fez pães de alho.
Brondes: Meu favorito!
Banban: Que pãozinho estranho. '^'
Brondes: Num é não! >:(
Banban: É sim, pãozinho amarelo é estranho. :)
Kuminha: Quer provar, sovete? É bom!
Geracial: Mais isso num é sovete.
Kuminha: O sovete é você!
 Kuminha aponta pra barriga do Geracial, que olha pra baixo, e a Kuminha levanta o dedo até passar no nariz dele, e isso o empurra, bem perto do Bludraco que ainda tava sentado no tapete. O pessoal se arruma, e as crianças cada uma ganhava uma fatiazinha de pão de alho, o cheiro infestou a casa, mas como o cheiro de pão de alho era bom, não era problema.

> Capítulo 3: Um Filhote de Lobo.
 Banban está com seus amiguinhos Misa, Brondes e Kuminha na casa do Bludraco porque a Alex e o Daemuki vão viajar para o planeta Inferno, enquanto outros filhos estavam acompanhando a Chloé na floresta dos elfos na dimensão dela e gostando muito dos bosques de luz dourada com penumbra âmbar e árvores que parecem não acabarem, além do Zephyrson gostar de brincar com os bonecos de madeira com os bebês elfos. Misa estava sentada quietinha no sofá e olhando pra TV, que o Bludraco não sabia que canal colocar e deixou em um canal aleatório da TV aberta, já o Banban estava brincando de pega-pega com o Geracial e o Brondes, e quando tropeçavam saíam rolando no chão por uns segundos até pararem e se levantarem, e a Kuminha... ouvia o Bludraco lendo um livrinho de 3 Porquinhos.
Bludraco: E quando o lobo mal, não conseguindo soprar a casa de tijolos, foi embora, enquanto os três porquinhos viveram felizes para sempre.
Kuminha: Yayyy! Mais ispera, tem mais livrinhos?
Bludraco: Tem, mas... vá assistir alguma coisa com a Misa.
 Bludraco põe Kuminha ao lado da Misa, as duas estavam assistindo a comerciais de hambúrgueres e... babando de fome, o Bludraco tentou mudar de canal pra algum canal da TV a Cabo onde os comerciais eram apenas trailers de desenhos, enquanto o Geracial e Brondes se cansaram e o Banban tinha se perdido, então, enquanto a Kuminha assistia aos desenhos abraçada com a Misa, que por causa do conforto, dormia de tão macia que era de abraçar, o Bludraco se levantou pra ir procurar o Banban.
Bludraco: Cookiezinho, volte aqui, a brincadeira acabou, o Geracial e o Narizinho Fofinho já desistiram.
Banban: Intão eu ganhei!?
 Banban saía de trás de uma laranjeira e corria até o Bludraco, os dois voltam pra sala de estar, e enquanto o Bludraco ia fazer uns sanduíches bem simples com pão quadrado, mozarella e presunto baratos e umas alfaces só pra temperar, uma amiga da Cassandra foi visitar, seu nome era Hanako Gamayama, uma mulher de um clã de lobisomens japoneses, e que ela veio inicialmente pedir ajuda a cuidar do filho dela pois o mesmo estava doentinho, o Bludraco se voluntaria.
Bludraco: Eu posso resolver isso, fazer poções de cura é fácil.
 Bludraco deixa Hanako e seu filho Akira entrarem e, enquanto o Akira esperava na poltrona vermelha, e o Bludraco pegava umas folhas de hortelã, cidreira, camomila e também misturando o chá recém-cuado com um suco de laranja temperada com ervas helênicas, e como sobrou aquela poção e não coube em só uma mamadeira, os outros pequenos também receberam chá e tomaram, o Brondes por algum motivo tava distraído com os periquitos de estimação da casa do Bludraco, cantando e assobiando com eles.
Akira: 彼は鳥の言葉を話している!
Hanako: Sim, meu sushizinho, ele tá falando com os passarinhos.
 Akira é levado mais perto deles, e... a Misa acorda e ela e a Kuminha ficam perto do Akira, com ele no meio das duas.
Akira: 君たちは何をしてるの?
Kuminha: Do que eli tá falano, tio Draco?
Bludraco: Ah, é... você ainda morava no Japão quando teve ele?
Hanako: Haha, não, é que eu ensinei meu idioma primeiro pra ele.
Akira: 君たちはどうしてそんなにかわいいの?
Misa: Bom dia pa vucê tambein. :)
 Bludraco ria aquela risada curta e baixa de sair ar do nariz, a Hanako ri também mas dá um tapa nas costas do Bludraco. Já o Geracial e o Banban... queriam ficar mais perto do Akira, o Banban e o Geracial sobem o sofá e apontam pra porta pra eles saírem, mas o Akira não entendia e só olhava eles logo indo em direção da porta e pulando, mas o Akira não entendia ainda assim, os dois ficam tristes, o Brondes até vai ao Geracial e abraça ele, a Misa tava longe e com preguiça de se levantar, mas não aguentava ver uma criança redondinha tão triste, e desce do sofá e corre pra abraçar o Banban.
Bronde: Taum macio e geladinhu!
Misa: Nene foite!... AAAAA!
 Misa se machuca ao abraçar o Banban e cai deitada, mas se mexendo no chão, ela se levanta praticamente intacta de novo, o Bludraco até leva a Kuminha e o Akira pra brincarem um pouco no quintal perto dessa noite, a Hanako tava hesitando pra avisar mas fala de última hora.
Hanako: Senhor Draco, o meu filho também tem licantropia!
Bludraco: O que?
Akira: 助けて, 頭が痛い!
 Akira ganha pelos pretos, suas orelhas ficam pontudas e seus olhos brilham em vermelho, ele uiva, ele corre atrás dos outros pequenos que até conseguiam, enquanto Kuminha tem uma ideia.
Kuminha: Ispera! Eu resolvo!
 Kuminha vira uma forma de lobinho filhote, bem parecido com a forma meio lobo do Akira, e os dois... Se viam como amiguinhos mesmo Akira estando animalesco até emocionalmente, e eles corriam não como uma perseguição, mas como se fosse um pega-pega. Passa mais ou menos uma hora, e o Akira, cansado, dorme.
 Bludraco leva as crianças dessa vez ao quarto da Chloé e, vendo os DVDs piratas que Rogério baixou pra ela, os com títulos mais inofensivos como "Toy Story, Transformers e Era do Gelo" e "Michael Jackson, Latino e muito mais" (que na verdade era um DVD de Clips Animados, Vol 4) escritos em caneta permanente, ele escolhe um DVD escrito "vídeos que vi na infância", e põe no player e sintoniza os cabos na TV pra eles assistirem, enquanto Chloé abre um portal na cozinha, e os outros filhos da Alex e Daemuki corriam querendo abraçar o Bludraco e acabam o atropelando.
Chloé: Hai, papai!
Bludraco: Yokoso, fofura!
 As outras crianças corriam procurando os irmãozinhos e priminhos e... Se assustam ao verem um bebê ainda em forma meio lobo, ainda que dormindo, com a Kuminha parecendo só um filhotinha de vestido fazendo companhia. Os outros se juntam pra assistir juntos e a Hanako liga pra Cassandra pedindo pra dormir hoje na casa deles porque tá numa noite de lua cheia e ela poderia correr perigo de noite. A Cassandra deixa e, ao voltar do trabalho, ajuda a arrumar uma cama só pra ela, com um futon velho e dormindo na sala de estar.
Cassandra: Pensei que não viria hoje.
Hanako: Eu posso explicar, não fiz nada aqui com o seu marido.
Cassandra: Ah se fizesse... Eu não teria coragem de te matar, hahahaha!
Hanako: Para! Os bebês tão ouvindo.
Cassandra: Eles devem nem tar entendendo, mas bem, a gente brigaria fisicamente mas nós duas saíamos machucadas, e eu gosto de você.
Bludraco: Olha, a massinha de pão integral tava com vocês também. 
Barroquinha e Misa: Si! :)
Vulcas: Eu brinquei di esconde esconde co os elfos da foresta, a Chloe me achou muitu rápido.
Bludraco: É mesmo?
Vulcas: A tia dela me achou vem fofio.
Bludraco: Ela não está errada. :)
Brondes: Já ti falei que vucê é fofia?
Misa: É... Naum?
Brondes: Intaum... Vucê é fofia.
 Depois de desligar a TV e guardar os DVDs, o Bludraco junta as crianças que não são dele pra esperar seus pais buscarem e levar pra casa, foi bem rápido, enquanto o Bludraco foi o último ainda na casa dele a dormir porque ele ficou vigiando um pouco se tava tudo bem, assim como ele tirou um tempo sozinho pra ler algum livro de romance sozinho na sala, que ele não tinha terminado o livro mesmo continuando a leitura naquela noite porque acabou dormindo no meio da leitura e esqueceu tudo que leu antes, ainda assim teve um sonho bem feliz.

> Capítulo 4: A Irmãzinha de Geracial
 Cassandra teve uma filha mais nova depois do Geracial recentemente, ambas a Cassandra e sua filha Kiara estava chorando muito, também bem alto. A família de Rogério foi visitar a família da Cassandra por um momento, e eles ficaram sem entender a barulheira.
Júlia: Por que a nenenzinha tá chorando tanto?
Cassandra: Eu não sei, porque a gente já alimentou bem ela.
Geracial: Vucês podem ajudar minha imãzinha?
Rogério: Sim, sorvetinho, o que aconteceu com ela?
Cassandra: Ah, não sabemos, mas se você conseguir resolver dá pra considerar um herói.
 Rogério pega a pequena Kiara, a balança levemente aos lados, ela deitada no braço dele, com o Rogério cantando, mas a Kiara continuava chorando alto, o Rogério faz carinho na barriga e... Era isso mesmo, a barriguinha dela tava doendo e roncando, mas ela tava bem cheinha, então o Rogério a apoia do ombro dela e dá uns tapas leves, aos poucos acelerando, e ela arrotava, aquilo aliviava a pequena Kiara até ela esvaziar, ela até sorri.
Cassandra: Ah, então era tudo por causa do olho gordo dessa fofurinha?
Bóris: Fofinha e clarinha mesmo, parece uma massinha de pão.
Misa: Tambei é um sovete?
Cassandra: Sorvete quente?
Rogério: Ah, um salgado.
 Rogério olha pra Kiara e os dois sorriam.
Misa: Yayyy, nene salgado! Mais cual salgado? '^'
Júlia: Uma esfihazinha quatro queijos.
Rogério: Só porque essa é meio amarelinha?
 Kiara ria, enquanto a Alex Cheng que estava junto com o grupo dos Churri deixou uns bebês pra brincarem principalmente com a Misa e o Geracial, mas o Banban estava dormindo nos braços da Alex e a Barroquinha foi subir até o colo da Cassandra, com pulinhos impulsionados por suas asas, e a Cassandra a segura.
Cassandra: Olá, pãozinho cheinho!
Barroquinha: Como foi conhecê o tiu Draco?
Cassandra: Ah, é... Quando eu tinha conhecido ele eu cheguei a ficar sem ar.
 Barroquinha ficava triste, ela pensava que Cassandra tava em perigo quando viu o Bludraco, mas a Cassandra acalma ela, avisa que era só figura de linguagem, mas Cassandra lembra de quando ela tava passando mal depois de fugir da polícia (na época a Cassandra era uma assassina temida) e foi conhecer o Bludraco. No entanto, a Hanako esteve ocupada trabalhando, e como hoje não tem aula, ela deixou seu filho Akira na casa do Bludraco e Cassandra, onde a Hanako e a Cassandra acharam que ele iria brincar e correr com os outros garotos, mas por algum motivo ele ficou um tempo deitado e dormindo, diferente do Thiago Taiga, um elemental da terra que o Bludraco esteve cuidando porque os pais dele estavam ocupados junto com os pais do Vulcas (que no caso estão em um trabalho de forja nas montanhas da dimensão dos anões vulcânicos, e o sr. e sra. Taiga tinham encomendado algumas taças e pratos de vidro artesanais pra uma festa na dimensão elemental com os elfos de madeira, e embora anões vulcânicos e elfos de madeira se odeiam, os Ferrus não querem atrapalhar o plano dos seus amigos Taiga), o Thiago estava correndo com as outras crianças.
 Misa a Júlia achou que também iria ficar quietinha no sofá, inclusive junto com a Kiara, mas a Misa estava brincando, principalmente correndo atrás do Brondes, mas depois que eles trombaram no Thiago e dois caíam sentados no chão enquanto Brondes caía de lado e chorava, sendo socorrido pela Alex Cheng que o amamenta por um tempinho, no entanto a Misa e o Thiago ficavam olhando um pro outro por um tempinho, e se abraçam, a Misa era macia e quentinha pelo corpo de doce vivo, já o Thiago era durinho pelo corpo de pedra mas também cheiroso porque o cabelinho de folhas tinha cheiro de grama cortada, ou algo parecido com caldo de cana, o Geracial até fica curioso com os dois.
Misa: Taum bom di abraçá!
Thiago: Concordo :)
Geracial: Possu abraçá tambei?
Thiago: Cual de nois?
Geracial: Cualquer um :)
 Geracial abraça a Misa, já o Banban solta a mamadeira com suco de laranja da boca e das mãos e vai até o Thiago abraçar ele, mas ouve um som de coisa rachando, o que assusta as outras crianças por acharem que Banban quebrou os ossos de um amiguinho de novo, mas tinha algo estranho.
Misa: Num solto naum, uwu.
Geracial: Eu tambei naum, uwu.
Banban: Ah naum!
Thiago: U que?
Misa: Aconteceu nada? '^'
Thiago: Naum, é...
Geracial: Nene foite.
Banban: MUITO FOITE!!!
 Thiago solta o Banban e dá uns tapinhas na camiseta, saindo umas pedrinhas da pele que rachou, mas ele tava praticamente inteiro ainda assim, a parte que rachou só tava descascando, enquanto isso, Brondes estava perto da Misa de um lado e Kiara tava do outro, até que a Kiara resolve engatinhar um pouco no sofá em que tava sentadinha, passando pelo Rogério, depois pela Cassandra, e como a Cassandra tava segurando Kuminha e Barroquinha, as duas pequenas que tavam com ela sorriam pra ela.
Kuminha: Ei, vamu fazer a iniciação.
Barroquinha: Si.
Kuminha e Barroquinha: SUPER ABRAÇO RECHONCHUDO!
 Barroquinha e Kuminha abraçam Kiara, ela sorri e levanta os braços, ela ria bem fofamente, antes de dormir pela fofura, passa um tempo com as crianças brincando ou vendo algum desenho na TV que o Rogério pôde colocar os DVDs do que eles gostavam, os adultos também falavam umas fofocas tediosas do que acontecia na vida deles, até que de pouco em pouco seus pais também buscaram seus filhos e levaram de volta pra casa, com exceção de Rogério, que vai cuidar da Misa enquanto ela dorme na mesma casa que o Geracial e a Kiara hoje, um incenso é queimado pra nenhum inseto voar até nenhum dos bebês, ainda mais a Misa que é um doce humanoide, antes do Rogério assistir a uns filmes de ação sobre carros monstros marcianos, e dormir cansado de assistir aquilo tão repetidamente.

> Capítulo 5: Aniversário do Banban.
 Hoje é aniversário de Banban, filho de Alex Cheng, e seus primos mais velhos e tios alugaram uma chácara próxima para a festa, assim tendo muito espaço e uma piscina grande, onde a Chloé se sentia tão bem nadando, ainda que, mesmo coberta das vinhas, espinhos e folhas contornando seu corpo, ela não estava usando nem a jaqueta de sempre.
 Kuminha e Barroquinha brincavam de pega-pega até que, tropeçando, elas rolavam numa descida curta de poucos metros, até atropelaram e amassaram o Brondes que tava parado sozinho, o Geracial e o Thiago foram socorrer ele. Misa estava andando com o Banban na cozinha da chácara, o Banban pulando todo alegre com os bracinhos pro alro mas também cai.
Banban: Eu caio muinto! :(
Misa: Hihi, Banban caió.
 Misa levanta o Banban e eles continuam correndo até que... Eles se cansam, o Rogério estava carregando um filhinho dele com Sakura, uma senhorita dos ventos (de um tipo de clã de pessoas com magia de vento, no caso de Sakura ela não usando nenhuma roupa além de seus óculos finos de 2° de hipermetropia e faixas vermelhas e rosa espirais cobrindo suas vergonhas, ou contornando seus tríceps e suas coxas) que o Rogério se casou e ensinou parte da vida civilizatória, e esse filho é Nioky, bem pequenininho, só um pouco mais novo que a Misa.
 Sakura, entediada, resolve brincar um pouco, segurando o Nioky e andando rápido pela cozinha, posicionando o filhinho como se ele estivesse voando ou fosse um avião, até que o Vulcas estava andando por aí comendo uma tirinha de contrafilé, a Sakura mira o Nioky em direção do Vulcas.
Sakura: Pah, pah!
Vulcas: Oh naum! Ixpludi.
 Vulcas solta uns foquinhos pra cima, bem pequenas explosões de estalo, e deita no chão, o Banban se preocupa e, mesmo na brincadeira, tenta simular que tá salvando o Vulcas, massageando a barriguinha dele.
Vulcas: *yawn* Tô siguro :)
Rogério: Nhéummm, ratatatata nhéummm.
Banban: Oh naum!
 Rogério estava segurando a Misa também na posição de voo, e "acerta" o Banban, que deita pertinho do Vulcas, mas o Sr. Ferrus, pai do Vulcas, não gosta de ver seu filho deitado e fala bem alto pra ele se levantar, e ele levanta pelo susto, o Banban também se levanta e corre pra outro canto, Sakura para a brincadeira e se senta, pra amamentar o Nioky. Sakura é vegetariana e de corpo leve e magro, assim ela pode se manter ágil, mas depois que teve filhos, ela teve que comer coisas como ovos fritos, queijo e ricota pra se manter mais forte ou estável.
Misa: Quein é esse com a Saku, imão?
Rogério: Você não lembra, fofurinha? Você agora é titia.
Misa: ... Mais eu só tenio três anhos! '^'
 Rogério e Sakura riam muito alto daquilo, mas Rogério tenta explicar sobre tio ser só irmão de um pai, Zephyrson foi brincar pulando na cama elástica com o Brondes, Simon, Lisa e Fernando, enquanto Bludraco cuida da Kiara, Kuminha, Barroquinha e uns dois filhos de Rita Carla (uma mulher de cabelo castanho bem longo, chegando à região da cintura, e com alguma bênção de super força, mesmo ela sendo humana, seus filhos são meio bolinhos de canela por parte de pai), que aliás, a Rita está ajudando o Sr. Ferrus e o Daemuki a assar as carnes na churrascaria e ferver salsichas em milho para o cachorro quente.
Sakura: Ei, Rogerinho, você contratou aquelas mulheres que ajudam em festa?
Rogério: Não se preocupa, elas vão demorar bem pouquinho.
 Rogério levou uma bola de futebol Pingo de Leite pros pequenos também jogarem bola, até as meninas queriam brincar, ainda que a Kiara fosse muito pequena pra ir, a Kuminha e a Barroquinha não quisessem e a Misa tava gostando de tar perto da Sakura e da Júlia, que parecia tar conversando sobre uns planos pra seus filhos. Júlia deixa Misa interagir com as pequenas que tavam perambulando, até que a prima do Rogério, chamada Linda Churri, uma pão-de-caramelo humanoide com cabelo amarelado com cheirinho de banana e vestimenta notável por uma Femmesuit roxa, começa a pôr umas músicas temáticas de pirata, afinal, boa parte dos pequenos estavam vestidos de pirata, e o Geracial (vestido de capitão), única criança masculina que não foi jogar bola, tava dançando junto com aquelas meninas, como a Misa (vestida de sereia), a Kiara e a Barroquinha (vestidas de piratas, a Kiara com tapa-olho e Barroquinha com um sapato simulando perna-de-pau) e a Kuminha (vestida de tubarão) tava cansada e deitou no chão, mas se levantou pra dançar também. 
Geracial: Nois somus pilatas!
 Mas a Linda muda a música pra uma do anime de piratas que o Banban tinha assistido recentemente e gostado, chamado Dragon Cove, um anime sobre piratas com barcos de estrutura temática de dragões e que enfrentam shinigamis nos Sete Mares usando poderes sobrehumanos, incluindo frutas que são encarnações de shinigamis antigos, algumas dão poderes únicos e outros só conduzem energia e, ao juntar sete do segundo tipo, é possível realizar um desejo. As tais mulheres que a Sakura perguntou se o Rogério convidou realmente chegaram.
 Selena é uma mulher indígena alta e esbelta, de cabelo liso longo e tatuagens vergonhas, Isabelle é uma mulher loira sulista, de olhos azuis e com o corpo redondinho e com curvas boas, já a Antônia é de porte atlético e musculoso, pele escura e cabelo crespo redondo, e as três vestiam Femmesuits verdes com luvas, botas e estampas amarelas, e bonés verdes de aba amarela, elas trouxeram pães e um tipo de mesinha específica, com uma panela pra fazer pipoca e uma máquina de algodão doce, e isso chama atenção das crianças, que comeram pipoca, cachorro quente e algodão doce até encher, enquanto os adultos, como os pais dos pequenos, estavam comendo mais o churrasco.
 Bóris Churri assou pães de alho inicialmente pro Rogério e pra Misa comerem, mas o Brondes tava com vontade, e recebeu umas fatias pequenas que ele aguentaria comer, e pertinho um do outro, Brondes e Misa se abraçam, a fofura é tão forte que soltava uma luz mágica que cegava o Bludraco temporariamente. Fora isso, Rogério conversa com as "Panteras" (Selena, Isabelle e Antônia).
Rogério: Então, parece que a hora do bolo tá bem perto, que horas os cosplays vêm?
Isabelle: Oh, na verdaade não vai demoraar de faato, 'ja'?
Selene: Você tinha mostrado uns personagens pra gente trazer, não é? Bom, acho que deu pra completar a lista inteira deles.
Rogério: Será que vão caber todos?
Selene: São uns quinze personagens, aqui tem espaço pra até mais.
Antônio: Caramba, vocês esvaziaram as caixas mesmo.
Kuminha: Duki vucês istaum falando? '^'
Rogério: Ah, uns personagens que o Banban gosta vão aparecer, se você contar você não vai ganhar coxinha.
Kuminha: NAUUUM!! Eu num vo contá, prometo! :'(
 Kuminha olhava com olhos tão tristes e grandes que pareciam joias, o Rogério foi até segurar e abraçar a Kuminha pra confortar, enquanto isso o Nioky tava andando pra lá e pra cá com um copinho de risolis, coxinhas pequenas e bolinhas de queijo embanadas, e bem, a Linda e a Antônia estavam conversando em sinais de mão sobre como tá a festa e se vão precisar dos preparativos, e a Linda envia uma mensagem pro celular do Rogério, "têm refrigerante?", Rogério faz um joinha pra Linda e pra Antônia, e separa os refrigerantes e os picolés pra quem quiser.
 Chegaram cerca de 18 cosplayers, de diferentes personagens de filmes, jogos e animes, alguns eram cosplays que ainda dá pra ver o ator vestido, outros eram cobertos em fantasia de mascote que chegava a ser difícil andar sob o calor de hoje, o Brudraco até usa uma garrafa de refrigerante de laranja como "oferenda" pra uma magia grande que faz o clima ficar nublado e mais frio. As mulheres que estavam na piscina, como a Cassandra, a Júlia, a Sra. Pawclaw e a Sra. Ferrus, não tavam esperando por essa, e elas saíram da piscina e se secavam em um canto isolado pra depois elas e outras pessoas se agruparem pra cantar o Parabéns pro Banban, que aliás, tava chorando, o Bludraco tava com dó achando que era de tristeza, mas Cassandra e Alex viram que ele só tava chorando de alegria. As fotos tavam ótimas, o Rogério tava abraçando alguns cosplayers e mascotes depois do parabéns e do bolo. O Geracial, que comeu pouco porque não sabia o que escolher pra comer, comeu umas três fatias de bolo, enquanto os outros só comiam cada um uma fatia, mesmo a Kuminha e a Barroquinha que comeram uns brigadeirinhos e confetes de chocolate.
 Depois da festa e antes de todo mundo ir embora, Rogério deu tampões de ouvido pras crianças, e enquanto ele usa tampões de ouvido, com uma espada velha que o Bludraco e a Akadraco (irmã do Bludraco, mestra do fogo e da moda) tinham levado pra mostrar na festa, ele estourava os balões velhos.

Continua>>>

A Fada e o Dragão

[Essa história será do mesmo multiverso que Cookieverso e companhia, dessa vez com um universo novo, com experiências novas, num tema mais fantasioso e romântico]

 Era uma vez uma realidade distante, cujo sistema estelar principal, do sol chamado Skóll, liderado por uma grande deusa que, além de rainha, é tecelã do tempo, do destino e mãe de artistas que modelaram reinos e vida, com os planetas, em ordem do mais próximo ao mais distante de Skóll, os seguintes:
 Nabu, um planeta, ainda que pequeno e leve, ainda bem próximo de Skóll, com ciclos agitados e tendências a voltas curtas durante sua translação, e seu deus é tenaz e sábio, um grande peregrino e estudioso.
 Inanna, um planeta levemente maior, de tom verde quente e brilhoso, ainda que vazio e seco, apenas montanhas o dominam, ainda belo no céu em que ele passa, e sua deusa é bela, gentil e patroeira da vida, como uma rosa no deserto; Eósphoros, um planeta do mesmo ciclo que Vênus e, mesmo rico em vida e florestas, seu deus foi morto há muito tempo, acreditam que em sacrifício para defender seu universo.
 
Apsu, um planeta cheio de vida como Eósphoros desse sistema, ou a Gaia do sistema solar do nosso universo, e onde vive a humanidade; Muspelos, um planeta vermelho de tom intenso e chamativo, ainda que com rios secretos e um deus forte e cuidador de sua prole, e que a torna num exército contra as forças do Caos.
 Elil, um planeta grande, nebuloso e resistente, ainda que verde de listas marrons e cinza, possuindo torres prateadas no meio de uma grande tempestade vermelha, lideradas por um grande ministro, o deus da força, do poder e da conquista; Ninurta, planeta dourado de anéis negros que brilham em prateado sob a luz das estrelas do Oceano Celeste, com uma deusa paciente para um planeta lento, e que junto de sua mãe, que é filha da deusa de Skóll, convenceu as outras artesãs a concentrarem seus esforços na vida na Terra, desde as plantas e os fungos mais básicos, até os animais dos menores aos maiores, os humanos para guiar e governar, mas ainda reconhecendo a autoridade do Céu.
 No entanto, havia uma rocha prateada, que brilhava mais que as estrelas e o Oceano Celeste na maioria das noites, e por sua vez, a deusa de Skóll enviou seu marido, Arahma, para gerenciar aquela rocha, a nomeando como Máni, a lua de Apsu. Assim como o Caos, uma força que podia tanto criar quando destruir de forma imprevisível e inconstante, entrou em conflito com os deuses, e dessa guerra, uma rachadura em Apsu dividiu o Império do Homem no seu continente único em 6 continentes menores: Ani, continente nevado do Noroeste; Arya, continente montanhoso do Nordeste; Alo, continente seco e quente do Oeste; Anka, as ilhas que compõem o continente do Leste; Anahar, o continente florestal e tropical do Sudoeste; e Ajie, continente tempestuoso do Sudeste.
 No centro, surgiu uma ilha central, dividida em dois biomas: A Floresta da Luz, que as artesãs uniram as forças positivas, formando assim os anjos, os cavaleiros brancos, as fadas e os peliazul, que entediados com a vida na floresta, viajaram pelo mundo, e tiveram seu próprio império em Arya, Anka e Anahar, e eram conhecidos pela humanidade como elfos; e a Caverna da Escuridão, que o Caos deu forma a ogros, trolls, os magos negros, as bruxas e os pelipedra, que traíram as forças da Escuridão, e migraram para Ani e, ao lado dos humanos, construíram a grande ponte A Manhã de Máni, que conectou-os a Arya, onde houve um conflito entre os pelipedras, apelidados como anões, e os peliazul, apelidados como elfos.
 No entanto, uma fada brincalhona e que pregava peças em outras fadas e nos cavaleiros brancos, foi pega por ambos, e julgada pelos gênios, um tipo de elementais que intermediavam entre os biomas, e eles decidiram sobre aquela fada, "Pois declaramos que foi inconvenientemente demais para estar solta, mas leve demais para ser abatida em público. Lembre-se, viverá na Escuridão, com uma condição de volta, em que você deverá ter algum sinal de amor verdadeiro com alguém do reino da Escuridão". A fada implorou de joelhos pra não fazerem, mas dois cavaleiros a seguraram pelas asas, onde ela perdia suas forças, e a deixaram numa estrada da Caverna da Escuridão. A fada, chamada Aranb'aka, começa a perambular na Caverna da Escuridão, entre os pilares frios e intimidadores, as estalactites que choram um ácido verde, e estalagmites sérias que escondem serpentes.
 No entanto, ela encontra um troll, e diz a ele "Oh, grande e feio troll, o que faz aqui?", o troll, entediado, só fala "Esperando a carroça da Ovelha de Ouro, por que?", a fada admite "Eu não posso estar sozinha, aqui está muito escuro", o troll fica com pena, deixa que ela fique próxima dele, e então, uma carroça de ovelhas douradas, que brilhavam na sombra da caverna, chega até eles, e os leva em troca de uma moeda de cobre, e o troll, enquanto espera muito, ele se abaixa e se encolhe, e parece uma grande pedra, mas depois de chegarem por uma vila, passando pelas chuvas verdes, os dois descem da carroça, e os dois se separam.
 Aranb'aka encontra um ogro, e diz "Oh, grande e gordo ogro, o que faz aqui?", o ogro olha pra fada e diz "Estou regando cogumelos, por que?", e a fada diz "Estou com fome, e esses cogumelos lembram os de casa", e o ogro estranha o fato da fada falar com ele enquanto está em uma caverna que não era de sua natureza, ele pensa que é uma pegadinha, mas mesmo assim, ele só tira uns cogumelos maiores, pra preencher uma caixa que ela poderia segurar, e diz "Evita confiar em qualquer um, pequena", e Aranb'aka, confusa, saía cruzando uma rua, enquanto comia os cogumelos como se fossem petiscos.
 Depois, ela passa em uma encruzilhada, atrás é de onde ela veio, à esquerda mostra becos e vias que sussurram algo incompreensível, à direita mostra lojas de máscaras, de migalhas e de maquetes de reinos nunca vistos, mas que os monstros pareciam saber por verem em seus sonhos, e à frente, tinha uma grande serpente, um dragão que estava passando, e Aranb'aka desviava da criatura passando e, curiosa, voava pra acompanhar aquela criatura de costas cinzentas e barriga flamejante.

 Aranb'aka caía de seu voo, mas via de cima o dragão, e ela lhe pergunta o seu nome, e por que dele ser assim, o dragão se chama Murum'dir, e mesmo os dragões sendo criaturas raras na ilha, vistas em maior número entre os continentes, parece que aqui ele não se destaca, visto como mais um entre os monstros, porém, ela resolve o acompanhar até a sua casa de pedra, estava uma bagunça, a cama de ouro estava com as pernas moles, e era encima de uma palha muito seca e dura, a Aranb'aka nem conseguia se sentar naquilo por 3 segundos, e os copos e os vasos todos espalhados pelo chão, "Nossa, a gente precisa resolver isso", diz Aranb'aka assustada, e o Murum'dir diz "Mas eu não tenho braços, eu não iria conseguir", então Aranb'aka pega um pouco de terra que tinha perto, olha com água dos vasos, e modela numa cerâmica ao redor do Murum'dir, pra ele secar com seu fogo, e ela fazia peça por peça, e ela transforma parte das peças de porcelana em prata, "Viu? Agora tem, eu posso ajudar a limpar isso tudo".
 Os dois tirando os copos de ouro e de prata do chão e reconsertando vasos rachados com um feitiço reparador comum, conseguem espaço para, com os vasos, os dois irem tirando as joias de ouro e alinharem um por um. Os vasos azuis com rostos de mamute eram para os totens de pedra que para Aranb'aka pareciam brinquedos, os vasos vermelhos com rostos de babuíno eram para artefatos mágicos que muitas bruxas de Anka e Anahar dariam a vida pra ter, os vasos marrons com desenhos brancos eram para o que parecia comida que Murum'dir ia comer mas estragou... ou no caso, e estragou, mas Murum'dir comia as carnes que ele tinha juntado, a Aranb'aka com nojo prefere só preparar os vasos verdes com desenhos amarelos ocre de pássaros, onde tinha muito algodão, linho e palha velha, e no baú tão grande que caberia eles dois juntos, eles tinham um tempo pra separar o outo e o cobre para colocar dentro.
 Depois daquilo, eles marcam um encontro, no topo de um chalé de ponta-cabeça, contornado por sete pontes de madeira, onde eles podiam ver um grande rio escuro onde kelpies e pesadelos eram vistos correndo como pistas, e os basiliscos brigavam por suas fêmeas, ou grandes cabesimeses, lobos de duas cabeças cada uma com um chifre de cabra, uivavam para chamar seus companheiros de matilha, e os Ápis de Creta, touros de cor branca pálida azeda, eram pastoreados por um grande ciclope de três cabeças e seis braços, e que era pai dos garçons daquele restaurante. O ciclope garçom se enganou, e deu flores da tarde com molho de Inanna para Murum'dir e javali verde com raíz de sangue pra Aranb'aka, a fada podia só trocar os pratos de lugar, o que ela fez na hora que percebeu, enquanto o Murum'dir, só de frustração, soltou uma labareda no pé daquele ciclope, mas mesmo assim, o vinho eles dividiam, e aquele ciclope, preocupado com o erro que levou a ser machucado, até pergunta se eles queriam mais alguma coisa, e no fim, deu 10 moedas de cobre, mas o Murum'dir tinha mais que só isso, então, pagando com uma moeda de ouro, pede pros cinocéfalos músicos tocarem uma música favorita dele, e que por sorte, é uma música popular e fácil de tocar.
 Aranb'aka não gostava da música, mas estava tão bem em ter uma "noite" saudável com o seu amigo dragão, a comida e o vinho estavam ótimos, mas enfim, um mago negro e um cavaleiro branco tiveram que chegar ao chalé, e avisar Aranb'aka sobre uma grande notícia, "Eu posso ir também?", diz Murum'dir, mas o cavaleiro diz que nem vai precisar. O anjo do fogo esteve conferindo a força e a segurança da Floresta da Luz e dos cavaleiros brancos, o anjo dos rios acompanhava os cuidados das fadas nos campos, e o anjo dos nove ventos cuidava das músicas, com os ventos refrescando o corpo e alma dos habitantes enquanto tocam nos furos dos bambus como suas flautas naturais, mas o anjo dos segredos esteve conferindo em seus arquivos, e lê um artigo da Aranb'aka estar se redimindo do que fez dias atrás, e diz aos gênios a consultarem ela mais uma vez.
 Aranb'aka estava com medo naquele tribunal de novo, mas o seu pai diz que ela nem era pra se preocupar, afinal, ela não estava lá por culpa dela, apenas por dúvida dos juízes, e aparentemente iriam absolver ela, mas a Aranb'aka diz "E o Murum'dir?", as pessoas ficam com medo, perguntam sobre ela ter encontrado o dragão Murum'dir e estar intacta, o próprio dragão Murum'dir entra no tribunal, protestando, e a Aranb'aka o abraça, o mago negro que trouxe Aranb'aka admite não ter trazido ele também, mas parece que o Murum'dir não fez mal, mesmo que esse julgamento demorasse, e o mago negro tivesse que testemunhar.
 O cavaleiro branco e o mago negro resolvem dar uma chance, de comprovar que eles se amam como no que condicionaram se Aranb'aka tivesse que voltar, porém, com a fada e o dragão voltando à Caverna da Escuridão, eles ainda estavam vivendo felizes, um ajudando o outro na vila, e a fada só estava melhorando o humor do dragão ao deixá-lo menos sozinho, e o dragão dava esperança à fada, mas mesmo assim, depois de 39 dias, a Aranb'aka teve que voltar pra casa, deixando o Murum'dir sozinho, e a Aranb'aka triste, tudo de novo.

Fim!

22 de dez. de 2025

Banban, o Cookiezinho, episódio 5

 Hoje é aniversário de Banban, filho de Alex Cheng, e seus primos mais velhos e tios alugaram uma chácara próxima para a festa, assim tendo muito espaço e uma piscina grande, onde a Chloé se sentia tão bem nadando, ainda que, mesmo coberta das vinhas, espinhos e folhas contornando seu corpo, ela não estava usando nem a jaqueta de sempre.
 Kuminha e Barroquinha brincavam de pega-pega até que, tropeçando, elas rolavam numa descida curta de poucos metros, até atropelaram e amassaram o Brondes que tava parado sozinho, o Geracial e o Thiago foram socorrer ele. Misa estava andando com o Banban na cozinha da chácara, o Banban pulando todo alegre com os bracinhos pro alro mas também cai.
Banban: Eu caio muinto! :(
Misa: Hihi, Banban caió.
 Misa levanta o Banban e eles continuam correndo até que... Eles se cansam, o Rogério estava carregando um filhinho dele com Sakura, uma senhorita dos ventos (de um tipo de clã de pessoas com magia de vento, no caso de Sakura ela não usando nenhuma roupa além de seus óculos finos de 2° de hipermetropia e faixas vermelhas e rosa espirais cobrindo suas vergonhas, ou contornando seus tríceps e suas coxas) que o Rogério se casou e ensinou parte da vida civilizatória, e esse filho é Nioky, bem pequenininho, só um pouco mais novo que a Misa.
 Sakura, entediada, resolve brincar um pouco, segurando o Nioky e andando rápido pela cozinha, posicionando o filhinho como se ele estivesse voando ou fosse um avião, até que o Vulcas estava andando por aí comendo uma tirinha de contrafilé, a Sakura mira o Nioky em direção do Vulcas.
Sakura: Pah, pah!
Vulcas: Oh naum! Ixpludi.
 Vulcas solta uns foquinhos pra cima, bem pequenas explosões de estalo, e deita no chão, o Banban se preocupa e, mesmo na brincadeira, tenta simular que tá salvando o Vulcas, massageando a barriguinha dele.
Vulcas: *yawn* Tô siguro :)
Rogério: Nhéummm, ratatatata nhéummm.
Banban: Oh naum!
 Rogério estava segurando a Misa também na posição de voo, e "acerta" o Banban, que deita pertinho do Vulcas, mas o Sr. Ferrus, pai do Vulcas, não gosta de ver seu filho deitado e fala bem alto pra ele se levantar, e ele levanta pelo susto, o Banban também se levanta e corre pra outro canto, Sakura para a brincadeira e se senta, pra amamentar o Nioky. Sakura é vegetariana e de corpo leve e magro, assim ela pode se manter ágil, mas depois que teve filhos, ela teve que comer coisas como ovos fritos, queijo e ricota pra se manter mais forte ou estável.
Misa: Quein é esse com a Saku, imão?
Rogério: Você não lembra, fofurinha? Você agora é titia.
Misa: ... Mais eu só tenio três anhos! '^'
 Rogério e Sakura riam muito alto daquilo, mas Rogério tenta explicar sobre tio ser só irmão de um pai, Zephyrson foi brincar pulando na cama elástica com o Brondes, Simon, Lisa e Fernando, enquanto Bludraco cuida da Kiara, Kuminha, Barroquinha e uns dois filhos de Rita Carla (uma mulher de cabelo castanho bem longo, chegando à região da cintura, e com alguma bênção de super força, mesmo ela sendo humana, seus filhos são meio bolinhos de canela por parte de pai), que aliás, a Rita está ajudando o Sr. Ferrus e o Daemuki a assar as carnes na churrascaria e ferver salsichas em milho para o cachorro quente.
Sakura: Ei, Rogerinho, você contratou aquelas mulheres que ajudam em festa?
Rogério: Não se preocupa, elas vão demorar bem pouquinho.
 Rogério levou uma bola de futebol Pingo de Leite pros pequenos também jogarem bola, até as meninas queriam brincar, ainda que a Kiara fosse muito pequena pra ir, a Kuminha e a Barroquinha não quisessem e a Misa tava gostando de tar perto da Sakura e da Júlia, que parecia tar conversando sobre uns planos pra seus filhos. Júlia deixa Misa interagir com as pequenas que tavam perambulando, até que a prima do Rogério, chamada Linda Churri, uma pão-de-caramelo humanoide com cabelo amarelado com cheirinho de banana e vestimenta notável por uma Femmesuit roxa, começa a pôr umas músicas temáticas de pirata, afinal, boa parte dos pequenos estavam vestidos de pirata, e o Geracial (vestido de capitão), única criança masculina que não foi jogar bola, tava dançando junto com aquelas meninas, como a Misa (vestida de sereia), a Kiara e a Barroquinha (vestidas de piratas, a Kiara com tapa-olho e Barroquinha com um sapato simulando perna-de-pau) e a Kuminha (vestida de tubarão) tava cansada e deitou no chão, mas se levantou pra dançar também. 
Geracial: Nois somus pilatas!
 Mas a Linda muda a música pra uma do anime de piratas que o Banban tinha assistido recentemente e gostado, chamado Dragon Cove, um anime sobre piratas com barcos de estrutura temática de dragões e que enfrentam shinigamis nos Sete Mares usando poderes sobrehumanos, incluindo frutas que são encarnações de shinigamis antigos, algumas dão poderes únicos e outros só conduzem energia e, ao juntar sete do segundo tipo, é possível realizar um desejo. As tais mulheres que a Sakura perguntou se o Rogério convidou realmente chegaram.
 Selena é uma mulher indígena alta e esbelta, de cabelo liso longo e tatuagens vergonhas, Isabelle é uma mulher loira sulista, de olhos azuis e com o corpo redondinho e com curvas boas, já a Antônia é de porte atlético e musculoso, pele escura e cabelo crespo redondo, e as três vestiam Femmesuits verdes com luvas, botas e estampas amarelas, e bonés verdes de aba amarela, elas trouxeram pães e um tipo de mesinha específica, com uma panela pra fazer pipoca e uma máquina de algodão doce, e isso chama atenção das crianças, que comeram pipoca, cachorro quente e algodão doce até encher, enquanto os adultos, como os pais dos pequenos, estavam comendo mais o churrasco.
 Bóris Churri assou pães de alho inicialmente pro Rogério e pra Misa comerem, mas o Brondes tava com vontade, e recebeu umas fatias pequenas que ele aguentaria comer, e pertinho um do outro, Brondes e Misa se abraçam, a fofura é tão forte que soltava uma luz mágica que cegava o Bludraco temporariamente. Fora isso, Rogério conversa com as "Panteras" (Selena, Isabelle e Antônia).
Rogério: Então, parece que a hora do bolo tá bem perto, que horas os cosplays vêm?
Isabelle: Oh, na verdaade não vai demoraar de faato, 'ja'?
Selene: Você tinha mostrado uns personagens pra gente trazer, não é? Bom, acho que deu pra completar a lista inteira deles.
Rogério: Será que vão caber todos?
Selene: São uns quinze personagens, aqui tem espaço pra até mais.
Antônio: Caramba, vocês esvaziaram as caixas mesmo.
Kuminha: Duki vucês istaum falando? '^'
Rogério: Ah, uns personagens que o Banban gosta vão aparecer, se você contar você não vai ganhar coxinha.
Kuminha: NAUUUM!! Eu num vo contá, prometo! :'(
 Kuminha olhava com olhos tão tristes e grandes que pareciam joias, o Rogério foi até segurar e abraçar a Kuminha pra confortar, enquanto isso o Nioky tava andando pra lá e pra cá com um copinho de risolis, coxinhas pequenas e bolinhas de queijo embanadas, e bem, a Linda e a Antônia estavam conversando em sinais de mão sobre como tá a festa e se vão precisar dos preparativos, e a Linda envia uma mensagem pro celular do Rogério, "têm refrigerante?", Rogério faz um joinha pra Linda e pra Antônia, e separa os refrigerantes e os picolés pra quem quiser.
 Chegaram cerca de 18 cosplayers, de diferentes personagens de filmes, jogos e animes, alguns eram cosplays que ainda dá pra ver o ator vestido, outros eram cobertos em fantasia de mascote que chegava a ser difícil andar sob o calor de hoje, o Brudraco até usa uma garrafa de refrigerante de laranja como "oferenda" pra uma magia grande que faz o clima ficar nublado e mais frio. As mulheres que estavam na piscina, como a Cassandra, a Júlia, a Sra. Pawclaw e a Sra. Ferrus, não tavam esperando por essa, e elas saíram da piscina e se secavam em um canto isolado pra depois elas e outras pessoas se agruparem pra cantar o Parabéns pro Banban, que aliás, tava chorando, o Bludraco tava com dó achando que era de tristeza, mas Cassandra e Alex viram que ele só tava chorando de alegria. As fotos tavam ótimas, o Rogério tava abraçando alguns cosplayers e mascotes depois do parabéns e do bolo. O Geracial, que comeu pouco porque não sabia o que escolher pra comer, comeu umas três fatias de bolo, enquanto os outros só comiam cada um uma fatia, mesmo a Kuminha e a Barroquinha que comeram uns brigadeirinhos e confetes de chocolate.
 Depois da festa e antes de todo mundo ir embora, Rogério deu tampões de ouvido pras crianças, e enquanto ele usa tampões de ouvido, com uma espada velha que o Bludraco e a Akadraco (irmã do Bludraco, mestra do fogo e da moda) tinham levado pra mostrar na festa, ele estourava os balões velhos.

Continua>>>

1 de out. de 2025

Banban, o Cookiezinho, episódio 4

 Cassandra teve uma filha mais nova depois do Geracial recentemente, ambas a Cassandra e sua filha Kiara estava chorando muito, também bem alto. A família de Rogério foi visitar a família da Cassandra por um momento, e eles ficaram sem entender a barulheira.
Júlia: Por que a nenenzinha tá chorando tanto?
Cassandra: Eu não sei, porque a gente já alimentou bem ela.
Geracial: Vucês podem ajudar minha imãzinha?
Rogério: Sim, sorvetinho, o que aconteceu com ela?
Cassandra: Ah, não sabemos, mas se você conseguir resolver dá pra considerar um herói.
 Rogério pega a pequena Kiara, a balança levemente aos lados, ela deitada no braço dele, com o Rogério cantando, mas a Kiara continuava chorando alto, o Rogério faz carinho na barriga e... Era isso mesmo, a barriguinha dela tava doendo e roncando, mas ela tava bem cheinha, então o Rogério a apoia do ombro dela e dá uns tapas leves, aos poucos acelerando, e ela arrotava, aquilo aliviava a pequena Kiara até ela esvaziar, ela até sorri.
Cassandra: Ah, então era tudo por causa do olho gordo dessa fofurinha?
Bóris: Fofinha e clarinha mesmo, parece uma massinha de pão.
Misa: Tambei é um sovete?
Cassandra: Sorvete quente?
Rogério: Ah, um salgado.
 Rogério olha pra Kiara e os dois sorriam.
Misa: Yayyy, nene salgado! Mais cual salgado? '^'
Júlia: Uma esfihazinha quatro queijos.
Rogério: Só porque essa é meio amarelinha?
 Kiara ria, enquanto a Alex Cheng que estava junto com o grupo dos Churri deixou uns bebês pra brincarem principalmente com a Misa e o Geracial, mas o Banban estava dormindo nos braços da Alex e a Barroquinha foi subir até o colo da Cassandra, com pulinhos impulsionados por suas asas, e a Cassandra a segura.
Cassandra: Olá, pãozinho cheinho!
Barroquinha: Como foi conhecê o tiu Draco?
Cassandra: Ah, é... Quando eu tinha conhecido ele eu cheguei a ficar sem ar.
 Barroquinha ficava triste, ela pensava que Cassandra tava em perigo quando viu o Bludraco, mas a Cassandra acalma ela, avisa que era só figura de linguagem, mas Cassandra lembra de quando ela tava passando mal depois de fugir da polícia (na época a Cassandra era uma assassina temida) e foi conhecer o Bludraco. No entanto, a Hanako esteve ocupada trabalhando, e como hoje não tem aula, ela deixou seu filho Akira na casa do Bludraco e Cassandra, onde a Hanako e a Cassandra acharam que ele iria brincar e correr com os outros garotos, mas por algum motivo ele ficou um tempo deitado e dormindo, diferente do Thiago Taiga, um elemental da terra que o Bludraco esteve cuidando porque os pais dele estavam ocupados junto com os pais do Vulcas (que no caso estão em um trabalho de forja nas montanhas da dimensão dos anões vulcânicos, e o sr. e sra. Taiga tinham encomendado algumas taças e pratos de vidro artesanais pra uma festa na dimensão elemental com os elfos de madeira, e embora anões vulcânicos e elfos de madeira se odeiam, os Ferrus não querem atrapalhar o plano dos seus amigos Taiga), o Thiago estava correndo com as outras crianças.
 Misa a Júlia achou que também iria ficar quietinha no sofá, inclusive junto com a Kiara, mas a Misa estava brincando, principalmente correndo atrás do Brondes, mas depois que eles trombaram no Thiago e dois caíam sentados no chão enquanto Brondes caía de lado e chorava, sendo socorrido pela Alex Cheng que o amamenta por um tempinho, no entanto a Misa e o Thiago ficavam olhando um pro outro por um tempinho, e se abraçam, a Misa era macia e quentinha pelo corpo de doce vivo, já o Thiago era durinho pelo corpo de pedra mas também cheiroso porque o cabelinho de folhas tinha cheiro de grama cortada, ou algo parecido com caldo de cana, o Geracial até fica curioso com os dois.
Misa: Taum bom di abraçá!
Thiago: Concordo :)
Geracial: Possu abraçá tambei?
Thiago: Cual de nois?
Geracial: Cualquer um :)
 Geracial abraça a Misa, já o Banban solta a mamadeira com suco de laranja da boca e das mãos e vai até o Thiago abraçar ele, mas ouve um som de coisa rachando, o que assusta as outras crianças por acharem que Banban quebrou os ossos de um amiguinho de novo, mas tinha algo estranho.
Misa: Num solto naum, uwu.
Geracial: Eu tambei naum, uwu.
Banban: Ah naum!
Thiago: U que?
Misa: Aconteceu nada? '^'
Thiago: Naum, é...
Geracial: Nene foite.
Banban: MUITO FOITE!!!
 Thiago solta o Banban e dá uns tapinhas na camiseta, saindo umas pedrinhas da pele que rachou, mas ele tava praticamente inteiro ainda assim, a parte que rachou só tava descascando, enquanto isso, Brondes estava perto da Misa de um lado e Kiara tava do outro, até que a Kiara resolve engatinhar um pouco no sofá em que tava sentadinha, passando pelo Rogério, depois pela Cassandra, e como a Cassandra tava segurando Kuminha e Barroquinha, as duas pequenas que tavam com ela sorriam pra ela.
Kuminha: Ei, vamu fazer a iniciação.
Barroquinha: Si.
Kuminha e Barroquinha: SUPER ABRAÇO RECHONCHUDO!
 Barroquinha e Kuminha abraçam Kiara, ela sorri e levanta os braços, ela ria bem fofamente, antes de dormir pela fofura, passa um tempo com as crianças brincando ou vendo algum desenho na TV que o Rogério pôde colocar os DVDs do que eles gostavam, os adultos também falavam umas fofocas tediosas do que acontecia na vida deles, até que de pouco em pouco seus pais também buscaram seus filhos e levaram de volta pra casa, com exceção de Rogério, que vai cuidar da Misa enquanto ela dorme na mesma casa que o Geracial e a Kiara hoje, um incenso é queimado pra nenhum inseto voar até nenhum dos bebês, ainda mais a Misa que é um doce humanoide, antes do Rogério assistir a uns filmes de ação sobre carros monstros marcianos, e dormir cansado de assistir aquilo tão repetidamente.

Continua>>>

17 de set. de 2025

Banban, o Cookiezinho, episódio 3

 Banban está com seus amiguinhos Misa, Brondes e Kuminha na casa do Bludraco porque a Alex e o Daemuki vão viajar para o planeta Inferno, enquanto outros filhos estavam acompanhando a Chloé na floresta dos elfos na dimensão dela e gostando muito dos bosques de luz dourada com penumbra âmbar e árvores que parecem não acabarem, além do Zephyrson gostar de brincar com os bonecos de madeira com os bebês elfos. Misa estava sentada quietinha no sofá e olhando pra TV, que o Bludraco não sabia que canal colocar e deixou em um canal aleatório da TV aberta, já o Banban estava brincando de pega-pega com o Geracial e o Brondes, e quando tropeçavam saíam rolando no chão por uns segundos até pararem e se levantarem, e a Kuminha... ouvia o Bludraco lendo um livrinho de 3 Porquinhos.
Bludraco: E quando o lobo mal, não conseguindo soprar a casa de tijolos, foi embora, enquanto os três porquinhos viveram felizes para sempre.
Kuminha: Yayyy! Mais ispera, tem mais livrinhos?
Bludraco: Tem, mas... vá assistir alguma coisa com a Misa.
 Bludraco põe Kuminha ao lado da Misa, as duas estavam assistindo a comerciais de hambúrgueres e... babando de fome, o Bludraco tentou mudar de canal pra algum canal da TV a Cabo onde os comerciais eram apenas trailers de desenhos, enquanto o Geracial e Brondes se cansaram e o Banban tinha se perdido, então, enquanto a Kuminha assistia aos desenhos abraçada com a Misa, que por causa do conforto, dormia de tão macia que era de abraçar, o Bludraco se levantou pra ir procurar o Banban.
Bludraco: Cookiezinho, volte aqui, a brincadeira acabou, o Geracial e o Narizinho Fofinho já desistiram.
Banban: Intão eu ganhei!?
 Banban saía de trás de uma laranjeira e corria até o Bludraco, os dois voltam pra sala de estar, e enquanto o Bludraco ia fazer uns sanduíches bem simples com pão quadrado, mozarella e presunto baratos e umas alfaces só pra temperar, uma amiga da Cassandra foi visitar, seu nome era Hanako Gamayama, uma mulher de um clã de lobisomens japoneses, e que ela veio inicialmente pedir ajuda a cuidar do filho dela pois o mesmo estava doentinho, o Bludraco se voluntaria.
Bludraco: Eu posso resolver isso, fazer poções de cura é fácil.
 Bludraco deixa Hanako e seu filho Akira entrarem e, enquanto o Akira esperava na poltrona vermelha, e o Bludraco pegava umas folhas de hortelã, cidreira, camomila e também misturando o chá recém-cuado com um suco de laranja temperada com ervas helênicas, e como sobrou aquela poção e não coube em só uma mamadeira, os outros pequenos também receberam chá e tomaram, o Brondes por algum motivo tava distraído com os periquitos de estimação da casa do Bludraco, cantando e assobiando com eles.
Akira: 彼は鳥の言葉を話している!
Hanako: Sim, meu sushizinho, ele tá falando com os passarinhos.
 Akira é levado mais perto deles, e... a Misa acorda e ela e a Kuminha ficam perto do Akira, com ele no meio das duas.
Akira: 君たちは何をしてるの?
Kuminha: Do que eli tá falano, tio Draco?
Bludraco: Ah, é... você ainda morava no Japão quando teve ele?
Hanako: Haha, não, é que eu ensinei meu idioma primeiro pra ele.
Akira: 君たちはどうしてそんなにかわいいの?
Misa: Bom dia pa vucê tambein. :)
 Bludraco ria aquela risada curta e baixa de sair ar do nariz, a Hanako ri também mas dá um tapa nas costas do Bludraco. Já o Geracial e o Banban... queriam ficar mais perto do Akira, o Banban e o Geracial sobem o sofá e apontam pra porta pra eles saírem, mas o Akira não entendia e só olhava eles logo indo em direção da porta e pulando, mas o Akira não entendia ainda assim, os dois ficam tristes, o Brondes até vai ao Geracial e abraça ele, a Misa tava longe e com preguiça de se levantar, mas não aguentava ver uma criança redondinha tão triste, e desce do sofá e corre pra abraçar o Banban.
Bronde: Taum macio e geladinhu!
Misa: Nene foite!... AAAAA!
 Misa se machuca ao abraçar o Banban e cai deitada, mas se mexendo no chão, ela se levanta praticamente intacta de novo, o Bludraco até leva a Kuminha e o Akira pra brincarem um pouco no quintal perto dessa noite, a Hanako tava hesitando pra avisar mas fala de última hora.
Hanako: Senhor Draco, o meu filho também tem licantropia!
Bludraco: O que?
Akira: 助けて, 頭が痛い!
 Akira ganha pelos pretos, suas orelhas ficam pontudas e seus olhos brilham em vermelho, ele uiva, ele corre atrás dos outros pequenos que até conseguiam, enquanto Kuminha tem uma ideia.
Kuminha: Ispera! Eu resolvo!
 Kuminha vira uma forma de lobinho filhote, bem parecido com a forma meio lobo do Akira, e os dois... Se viam como amiguinhos mesmo Akira estando animalesco até emocionalmente, e eles corriam não como uma perseguição, mas como se fosse um pega-pega. Passa mais ou menos uma hora, e o Akira, cansado, dorme.
 Bludraco leva as crianças dessa vez ao quarto da Chloé e, vendo os DVDs piratas que Rogério baixou pra ela, os com títulos mais inofensivos como "Toy Story, Transformers e Era do Gelo" e "Michael Jackson, Latino e muito mais" (que na verdade era um DVD de Clips Animados, Vol 4) escritos em caneta permanente, ele escolhe um DVD escrito "vídeos que vi na infância", e põe no player e sintoniza os cabos na TV pra eles assistirem, enquanto Chloé abre um portal na cozinha, e os outros filhos da Alex e Daemuki corriam querendo abraçar o Bludraco e acabam o atropelando.
Chloé: Hai, papai!
Bludraco: Yokoso, fofura!
 As outras crianças corriam procurando os irmãozinhos e priminhos e... Se assustam ao verem um bebê ainda em forma meio lobo, ainda que dormindo, com a Kuminha parecendo só um filhotinha de vestido fazendo companhia. Os outros se juntam pra assistir juntos e a Hanako liga pra Cassandra pedindo pra dormir hoje na casa deles porque tá numa noite de lua cheia e ela poderia correr perigo de noite. A Cassandra deixa e, ao voltar do trabalho, ajuda a arrumar uma cama só pra ela, com um futon velho e dormindo na sala de estar.
Cassandra: Pensei que não viria hoje.
Hanako: Eu posso explicar, não fiz nada aqui com o seu marido.
Cassandra: Ah se fizesse... Eu não teria coragem de te matar, hahahaha!
Hanako: Para! Os bebês tão ouvindo.
Cassandra: Eles devem nem tar entendendo, mas bem, a gente brigaria fisicamente mas nós duas saíamos machucadas, e eu gosto de você.
Bludraco: Olha, a massinha de pão integral tava com vocês também. 
Barroquinha e Misa: Si! :)
Vulcas: Eu brinquei di esconde esconde co os elfos da foresta, a Chloe me achou muitu rápido.
Bludraco: É mesmo?
Vulcas: A tia dela me achou vem fofio.
Bludraco: Ela não está errada. :)
Brondes: Já ti falei que vucê é fofia?
Misa: É... Naum?
Brondes: Intaum... Vucê é fofia.
 Depois de desligar a TV e guardar os DVDs, o Bludraco junta as crianças que não são dele pra esperar seus pais buscarem e levar pra casa, foi bem rápido, enquanto o Bludraco foi o último ainda na casa dele a dormir porque ele ficou vigiando um pouco se tava tudo bem, assim como ele tirou um tempo sozinho pra ler algum livro de romance sozinho na sala, que ele não tinha terminado o livro mesmo continuando a leitura naquela noite porque acabou dormindo no meio da leitura e esqueceu tudo que leu antes, ainda assim teve um sonho bem feliz.

Continua>>>

28 de jul. de 2025

Banban o Cookiezinho, episódio 2

[Assim como o episódio anterior, será uma história bem bobinha pra distrair e achar fofo, vou usar mais discurso indireto pra interação dos personagens, então só pra não ficar tão estranho eu vou usar muito pouco os personagens falando com "sotaque de bebê", com uma palavra ou outra falada de outro jeito]

 Depois de um tempinho, os bebês mágicos foram colocados para estudarem numa creche simples, ainda na Terra pra que aquelas crianças mesmo de espécies e planetas diferentes possam crescer unidos, considerando que as famílias deles são amigas, então os filhos claramente deveriam. A criança de gelo, Geracial, estava junto com as outras, a primeira aula parecia tranquila, e a professora Buffy Fluffy conversa com as criancinhas, querendo saber sobre algumas das que estavam ali.
 Depois daquilo, a professora organiza uma brincadeira, são dados vários bloquinhos com letras, pra eles montarem palavras que sabiam, enquanto isso a Buffy Fluffy foi se sentar pra responder e assinar uma papelada que ela tinha de outras escolas, a Kuminha e a Misa Churri já escolheram montar com uns bloquinhos que elas pegaram, e formaram a palavra "BOLINHA" (eram todas letras maiúsculas), mas a Misa tinha colocado o A do final de ponta-cabeça, parecendo "BOLINHV", e isso fazia a Kuminha rir muito. Já a Barroquinha não parecia tar a fim de brincar, só andava em direção dos outros bebês que tavam brincando, e se senta olhando pro Brondes montando bloquinhos junto com o Simon, que por não saber falar, e nem ouvir palavras, não sabia que palavra montar, só entregava os bloquinhos, ou os oferecia, e o Brondes colocava, eles faziam as palavrinhas "PÃO", "OVO" e "LEITE".
 Zephyrson estava entediado com os bloquinhos, então foi fazer companhia pra Barroquinha, que tem uma ideia deles abrirem um armário e tirarem dele uma bolinha, eles davam chutinhos leves, com medo de serem vistos jogando bola, mas também porque queriam jogar bola sozinhos, Banban e Geracial estavam colocando um bloquinho encima do outro, achando que iam fazer melhor que os outros que estavam fazendo com os blocos um do lado do outro, mas acabaram fazendo ao contrário, saiu "LUZA" em vez de "AZUL", Banban fica bravo, empurra os bloquinhos e cruza os braços sentado, o Geracial fica triste. Durante essa brincadeira, uma criança Warg em forma de uma raposinha humanoide com cabelo e rabo bem vermelhos entrava escondida, até que ela foi vista pela Barroquinha, e foi oferecida pra jogar bola com os dois, mas quando ela ia responder, ainda tímida, a Buffy percebe, guarda a bola de volta ao armário e leva a Warg raposinha de volta à sala dela.
 Nesse meio tempo, o Banban anda um pouquinho na sala e, subindo no banquinho da cadeira, resolve pegar a caneta da professora e desenhar o sorriso num canto bem nas bordas em branco da folha, e desce de volta, o Geracial conversava com a Misa e o Brondes, e eles pareciam planejar alguma coisa.
Geracial: O que vocês vão fazer depois?
Misa: É... num sei.
Brondes: Vamo brincar de olhar?
Geracial e Misa: Vamos!
 Brondes, Geracial e Misa ficam olhando um pro outro, parecia que na brincadeira não podiam piscar e nem perder contato visual... até que o Vulcas joga um bloquinho pra longe com uma explosão que ele fez com sua magia, e assusta a Misa que sai da frente, e o Brondes também pisca quando o bloco voou na direção dele, o Geracial parecia que ganhou em 3 segundos e comemorava, quando chega a hora do recreio, os bebês saíam mesmo antes da professora voltar, e quando a ela volta e olha os papéis, acha estranho ter um rostinho desenhado num dos papéis dela, mas se recusa a questionar porque parecia triste. As crianças pegavam maçãs que tinham numa mesinha, a maioria delas eram maçãs Fuji bem crocantes, mas a Barroquinha pegava as maçãs farinhentas com barulho de como se a poupa estivesse se esfarelando na boca.
Criança raposinha: Vucê... gosta de maçã?
Barroquinha: Sim! :)
 As duas comiam todas as maçãs da mesa em pouco tempo, a raposinha que comeu mais acabou ficando um pouco redonda de tão cheinha, e foi embora rolando. Geracial andava num corredor bem longo, de paredes meio brancas com a metade de baixo alaranjadas, com portas vermelhas de vidro, do tipo de correr pras laterais pra abrir e fechar, até que então aparecia um garoto humano, do mesmo tamanho e talvez porte físico, porém, em vez de cabelo azul claro, ele era ruivo e com sardas, e vestindo roupinhas verdes um pouco ásperas, e quando eles se abraçam, a criancinha humana, chamada Fernando, o solta e fala.
Fernando: Ei! Você é...
Geracial: Hã?
Fernando: Um sovete!
Geracial: Sovete?
Fernando: Sim, bem fofinho e gelado, que nem um sovete.
 Geracial sorri e convida o Fernandinho pra ir com as outras crianças pro pequeno pátio, e quando o Fernandinho tropeça e faz uns cones de plástico colorido se baterem e caírem, ele tinha uma ideia. Geracial se sentava no chão coberto de tatames e o Fernando põe um cone vermelho sobre a cabeça dele, uma garotinha da mesma sala do Fernando, com vestido rosa, cabelo castanho-escuro e pele clarinha, chamada Lisa, questionava aqui.
Lisa: O que tá acontecendo? '^'
Fernando: Geraci é um sovete.
Geracial: SOVETE!! Espera, quem é vucê?
Lisa: Ah, eu sou a Li. :)
Fernando: ... Eu já te vi na casa dos meus pais, a gente comeu muito queijo ontem.
Geracial: Queijo? Quero!
Fernando: Eu não trusse queijo.
Lisa: Nem eu.
 Geracial olha pra Misa comendo bananas com o Brondes, e foi até eles, passa perto, atrás dela, e morde um pouquinho o cabelo dela, a irritando, e pega uma banana pra descascar e também comer, já o Banban tava no playground, escalando o trepa-trepa quadrado, e quando um bebê que também conseguiu subir ao topo empurra o Banban pra ele cair, e o inspetor correu desesperado pra socorrer ele... o Banban tava intacto enquando o solo estava até mesmo amassado.
 Durante a volta dos bebês e seus professores às salas depois do intervalo, a sala em que o Banban e seus amigos estavam não consegue ligar, o professor até tenta arrumar e reposicionar a lâmpada mas não funciona, tinham que trocar. Rogério é chamado pra trazer uma lâmpada de tubo pra escola, já que ele era o mais próximo e também amigo dos professores, e não queriam gastar dinheiro com um técnico, ele traz uma lâmpada fluorescente de tubo, e quando ele entra na sala, a Misa corre até o Rogério e abraça uma perna, o Geracial corre também e abraça outra perna dele (eles são bem pequenos, a altura parava por aí).
Misa: Imão!!
Geracial: Rogéro!!
 Banban apenas tenta puxar a cadeira pensando se poderia ajudar, mas o Rogério só segura o Banban e o deixa encima da cadeira do professor, que fica confuso com aquilo enquanto o Rogério ia trocar a lâmpada, e quando ele ia sair... a Misa ficava se segurando numa perna da calça dele.
Misa: I... Imão... Não me deixe! :'(
Rogério: Tá tudo bem, eu busco você depois do trabalho.
 Depois daquilo, com o Rogério saindo da creche e indo trabalhar como pedreiro com o seu pai adotivo, as crianças têm uma aula curta, isso é, ouvindo uma música sobre números, com o professor vendo se as crianças estavam acompanhando, mas depois que o tempo escolar terminou hoje, as crianças esperavam seus pais, e hoje a Cassandra buscava eles, e conseguia posicionar os bancos pra que coubessem todos os bebês de uma vez e em segurança, com uma modificação que a irmã dela fez no carro, e chegando na casa, o Bludraco para de escrever seu rascunho de livro, e quando foi abrir a porta, via a Cassandra contornada pelas crianças, logo antes delas correrem, quase o atropelando, mas ele sentia que já tava sendo atacado pela fofura deles, que aliás, dos conhecidos, só não tinha o Fernando, a Lisa e a Misa, e o Geracial, o último a entrar na casa, o Bludraco ainda se levanta e abraça dele.
Geracial: Papai!
Bludraco: Minha massinha de pão!
 Depois de um tempo, aparecem a Alex, o Daemuki e outros, indo buscar seus filhos depois do combinado da Cassandra buscar todos eles de uma vez, até a Cassandra estranhou o porquê da Misa não tar ali, mas o Rogério já buscou ela então tá tudo bem, o Daemuki fez pães de alho.
Brondes: Meu favorito!
Banban: Que pãozinho estranho. '^'
Brondes: Num é não! >:(
Banban: É sim, pãozinho amarelo é estranho. :)
Kuminha: Quer provar, sovete? É bom!
Geracial: Mais isso num é sovete.
Kuminha: O sovete é você!
 Kuminha aponta pra barriga do Geracial, que olha pra baixo, e a Kuminha levanta o dedo até passar no nariz dele, e isso o empurra, bem perto do Bludraco que ainda tava sentado no tapete. O pessoal se arruma, e as crianças cada uma ganhava uma fatiazinha de pão de alho, o cheiro infestou a casa, mas como o cheiro de pão de alho era bom, não era problema.

Continua>>>

17 de jul. de 2025

Banban o Cookiezinho, episódio 1

[Essa história é feita pra ser fofinha e cômica, em contraste à média do que eu produzo na maioria das vezes, mesmo que em contraste também de um capítulo que coloquei como do mesmo universo e que será conectado futuramente]

 Na cidade Mar de Pão, em uma região comum, mas litorânea longe de algumas metrópoles, está o escritor de livros chamado Bludraco, um homem velho de cabelo azul natural e olhos verdes, e usando roupas grossas que remetem à região do Norte que ele nasceu, antes um mago lendário das águas que venceu múltiplos perigos ao redor do mundo, mas atualmente está tendo uma vida calma com Cassandra Petrov, uma sereia de cabelo loiro liso, pele macia com regiões escamosas parecendo diamante do busto à região entre as pernas, e usando vestidos azuis e laranja leves, antes uma assassina de aluguel profissional e agora aposentada depois de abandonar seu passado violento e ajudar Bludraco e um grupo de monstros que o seguiram, casada com ele também, e que adotou Chloé, uma garota meio elfa-da-madeira e com um corpo coberto em nada além de vinhas verdes com folhas e espinhos, e uma jaqueta jeans sem manga, e o que era seu olho esquerdo, está coberto com um girassol.
 Um elemental do fogo e amigo de Bludraco, chamado Daemuki, adotou alguns filhos pra cuidar ao lado da sua colega de laboratório chamada Alex Cheng, e convidou umas famílias de uns amigos também de diferentes raças e linhagens pra se conhecerem e então comemorar. Bludraco e sua família foram pro castelo cinza de Daemuki imaginando que ia ser nada de mais até verem o bebê Zephyrson voando com um aviãozinho de madeira levitado por magia dos ventos dele, a Alex tenta chamar ele pra descer, e quando o Zephyrson tenta pousar, o avião explode e o bebê de orelhas pontudas e cabelo branco saía voando. Chloé e Cassandra achavam isso extremamente fofo, e o Bludraco estava surpreso, quase assustado por não entender o que tava acontecendo, enquanto isso, um bebê meio leão chamado Simon engatinhava num sofá, esgueirando em direção deles, e ele pula no Bludraco, que reage abraçando ele bem apertado.
 Os pais do Simon, os Sr e Sra Pawclaw, pegam ele de volta e falam um pouco sobre ps bebês deles, a Sra Pawclaw tá segurando uma bebê meio leão com olhos pálidos, sem visão, mas bem feliz, e a Cassandra tá segurando um bebê de cabelo azul mais claro chamado Geracial, e um pouco geladinho, ele tá bem, só é meio elemental de gelo, e junto tem também a Chloé interagindo com, entre os bebês, uma que tem poder polimorfo de se transformar em animais, mas como só podia virar animais pequenos ou filhotes, tava na forma de um beija-flor, Chloé só consegue pegar a bebê no ar porque já tava cansada, e quando a bebê se destransforma, retornando a uma forma élfica mas cheinha com orelhinhas de urso, Kuminha, e de vestido Lolita laranja, era pesadinha ao ponto que a Chloé que quase não tava esperando teve que se sentar no primeiro sofá que achou pra se apoiar direito.
 Bludraco foi se sentar com Cassandra e Geracial no sofá maior, e ali subia um bebê elemental elétrico, com corpo clarinho, maior que a média dos outros e com cabelo meio amarelo que nem banana, o Bludraco estava alegre com a fofura daquele bebê, ao ponto de mal esperar que o bebê mal deitou no colo dele e já começou a se mexer e sair de perto dele, talvez o bebê queria correr enquanto queria brincar de pega-pega, ou como Cassandra presumiu, ele queria ver o Geracial, e quando os dois ficam mais perto, com Geracial no chão, eles se abraçam.
 No entanto, a irmã gêmea da Kuminha, Barroquinha, mas que Bludraco acaba só chamando de "massinha de pão", também elfa, mas com penas e asinhas pequenas de calopsita, vestindo uma roupinha de marinheiro, olhava pro Bludraco e pedia abraço, que o Bludraco atende e segura ela abraçadinho. O pessoal fica assistindo a um filme bobo, seja pras crianças verem ou pra ter algum som no ambiente enquanto os adultos conversam ocupados, e falando nas crianças, a maioria dos bebês já estava no chão pra andar ou engatinhar à vontade, inclusive Geracial estava perto do bebê elétrico, chamado Brondes, estavam brincando com umas figuras de personagens fofinhos, a maioria em forma de guaxinins e cachorros humanoides com roupinhas coloridas (Brondes segurava um guaxinim médico e um guaxinim bombeiro, o Geracial mordia o cachorro hacker) feitas de borracha e que era seguro pros bebês morderem, aí chega um humano um pouco acima do peso, com pelos visíveis nos braços e usando uma regata e shorts simples, chamado Rogério, segurando a irmã dele de sua família adotiva, Tália, e põe ela ao lado do Geracial e Brondes pra se interagirem.
 Rogério é humano, embora Chloé tenha descoberto ser prima dele por parte de pai e tio, que são humanos (te trollei, achou que eram ligados por família de elfo, né?), e a família adotiva dele é uma família de docianos, um povo de outra dimensão cujo planeta natal é dominado por doces ambulantes, incluindo doces humanoides como Bóris Churri e Júlia Churri, que apesar do Bóris ser loiro com detalhes que parecem de um pudim em seu corpo, incluindo sua pele clara macia, a filha dele com Júlia é quase idêntica a uma Júlia pequenininha, com pele mais parda e sardas brancas, mas seu cabelo de doce-de-leite caramelizado sendo mais liso e os olhos mais finos. Geracial abraça a filha de Júlia, Misa, que também abraça de volta e dá umas mordidas, não machucava, mas Rogério se assusta e até tenta separar os dois, aparentemente estavam bem, o Geracial fica olhando pro Rogério fixamente, depois o Brondes e a Misa, e eles sorriam.
 De qualquer forma, a Chloé estava entediada com o filme bobo, sem nem um celular pra mexer (porque ela nunca usou um além das ligações, no máximo usou o computador do Rogério algumas vezes), e confortável de abraçar a Kuminha, acaba dormindo... Mas um bebê anão-de-brasa, de nariz redondo, orelhas largas embora redondas e um cabelo vermelho bagunçado, que estava andando por ali porque os pais dele deixaram ele perambular, solta umas pequenas explosõezinhas, seja porque ele não sabia o que tava fazendo ou porque meio que anões-de-brasa se entretêm assim desde bebês, e isso começa a acordar a Chloé de susto. Aquele bebê, chamado Vulcas, estava bem feliz, e Chloé estava em choque, não por ser um bebê anão, e ter mais anões ali (ela mesmo sendo elfa nem era ensinada da rivalidade entre elfos-de-madeira e anões-de-brasa mesmo que sejam raças em guerra), mas porque "como uma coisinha fofinha tá literalmente projetando fogo e fazendo barulho?", e ela ficava olhando aquilo enquanto estranhava, e os pais do Vulcas, Sr. e Sra. Ferrus, até ignoravam a Chloé enquanto ficavam perto só pra vigiar o Vulcas em segurança.
 Vulcas, por sinal, fica amiguinho com Banban, um bebê filho da Alex Cheng antes dela perder seu marido numa expedição dimensional mal-sucedida, humano como ela, mas curiosamente forte por ter caído acidentalmente num tipo de poção de superforça experimental que a Alex tinha acabado de inventar, e mesmo o Banban amassando o Vulcas no abraço, o que aliás surpreende os pais Ferrus porque anões-de-brasa eram fortes ao ponto da força deles concorrer com poder elemental dos elfos-da-madeira, assim como o Banban tinha abraçado o Simon até o amassar anteriormente e se arrependido, o Vulcas e o Simon se recuperaram inclusive muito rápido.
 A interação foi divertida pras crianças e saudável pros adultos, cujas famílias vão se separando e de uma a uma indo embora do castelo pras suas casas. Chloé queria visitar a casa do Rogério em vez da dos pais dela, porque ela queria interagir mais com ele já que tavam uns anos sem se ver.

Continua>>>

6 de jul. de 2025

Escuro é a Noite

[Essa história foi baseada em The Non-Raccoon do Lusterflix, só pra me desafiar se eu consigo extrair uma história boa, ou no mínimo uma versão melhorzinha, com base naquela bomba que ele fez uns meses atrás, os nomes estarão diferentes, não só a rota narrativa pode mudar pra melhor, porque se tudo der certo eu fico com essa versão só pra mim]

"Há umas décadas atrás, existia a gente, né? Os Guaxinins, só estamos aqui porque antes nossos antepassados foram exilados depois de uma guerra que complicou pro nosso lado, e no refúgio que eles estavam, houve uma explosão misteriosa que abriu um enorme vale. Desculpa por parecer que tô me gabando, mas eu sou neto de quem um dia foi rainha dessa cidade, e ainda mais atrás ela era uma líder das Bandeiras de Procina, mas... Certo tempo depois que minha mãe herdou tudo, houve uma corrida pra apagarem informações muito confidenciais da minha família, os Procina, e se você me acha estranho, com um chifre na cabeça, nariz amarelo e essa cauda fina, talvez tenha a ver, mas pelo seu bem, não posso contar com detalhes"
 Jonas estava contando esse monólogo enquanto mostrava uma cópia impressa de uma foto da avó dele, uma memória que ele se orgulha por o fazer pertencer a seu reino, mas o envergonha porque dá muito estranhamento, pra uns é contraditório, como se Jonas fosse adotivo dessa família, e Pedro, um fiel amigo, embora Jonas tivesse interesses mais íntimos, achava aquela história interessante, e mesmo que ele continuasse estranhando que Jonas estivesse o contando aquilo pra se apresentar pra ele, e impressioná-lo, gostava daquilo, e depois eles conversam se o Jonas lembra ou no mínimo está se preparando para o 152º aniversário do reino Virgínia, e Jonas admite saber até mesmo que, considerando os 21 anos de expedições da sua avó Virgínia Procina, o total seriam 173 anos.
[O nome Virgínia eu adicionei em homenagem a uma bisavó minha chamada Virgínia, e Procina vem de Procionídeo que é o grupo animal dos guaxinins, se um engraçadinho vier falar que tem a ver com a Virgínia Fonseca eu vou tacar um tijolo]
 Com isso em mente, o Jonas arruma sua fedora antes de ir visitar o fazendeiro Iolau Pikasan, avisando ele sobre o aniversário do reino, o Jonas estava feliz, mas o Iolau estava estressado porque alguns moleques ficaram roubando maçãs das árvores dele, e Jonas aceita ajudar ele em troca de um certo segredo da velha louca Fábia, a Púrpura, que Jonas só se garantiu em especificar o que ele precisava saber depois de conseguir achar onde os Guaxinins menores de algumas ruas da cidade da chamada Caixa Baixa, um grupo de infratores mirins que sua mãe e seus avós maternos tanto proibiram Jonas de interagir, seja por serem má influência ou por esses garotos rejeitarem ter ele por perto, só dele ter chegado no Distrito Cinzento a própria Caixa Baixa, que tinha comido algumas maçãs, tinha ido embora carregando 3 caixas, uma caixa pra cada parte do grupo que tentava fugir, logo antes de serem pegos, cada um por um cavaleiro que Jonas chamou pra o acompanharem pra essa emboscada.
 Como recompensa, o Iolau adianta a entrega das geleias, sucos e tortas de maçãs, mangas, laranjas e abacaxis que serão servido no aniversário do reino Virgínia, assim como deixa o Jonas almoçar um prato de espaguete ao molho branco que era um prato principal da família Pikasan, e que Jonas até brinca que poderia ser um prato salgado pra poderem comer no festival, mas a própria Sra. Pikasan fala, não ironicamente mas rindo, que foi por uns anos até mesmo uma refeição premiada na cidade. Apesar de não ser um tempo tão de fato antigo, ao ponto de televisões e rádios já serem materiais conhecidos entre os civis, a arquitetura do reino Virgínia é rústica e amadeirada nas zonas rurais e em casas menos nobres, e góticas de tijolos de esteatito (pedra-sabão), mármore ou concreto dos estabelecimentos mais importantes, desde lojas, bares, aos castelos e à Igreja do Deus Vermelho, uma entidade vermelha baseada no folclore local e que acredita ter criado o vale onde esses Guaxinins vivem.
 Mas de qualquer forma, Jonas conversa com os Pikasan sobre o porquê da velha Fábia implicar tanto com ele independente dele ser, em suma, diferente demais dos outros Guaxinins, a Sra. Pikasan e o Iolau tinham dúvida se explicavam aquilo, mas o próprio Iolau o conta que, quando Jonas era mais novo, uma vez ele acabou bagunçando os frascos alquímicos que a Fábia usava para fazer remédios e bebidas, e quem sabe o Jonas e a filha de Fábia, Isabel, a Marcada, tiveram memórias apagadas, que Jonas sente que ligavam pontos a algo que a rainha usou para apagar "certas memórias" confidenciais, mas Jonas se interrompeu pra não falar demais, e ia embora com uma caixa que lhe foi mandado levar pro castelo.
 Jonas recebe uma carta, que a mãe dele o entregou e diz que veio de "quem diz ser amigo dele", e quando Jonas abre no quarto próprio dele, era o Pedro Canelloni, que diz que a Rosa e a Isabel estavam preparando uma surpresa pra ele durante o aniversário da cidade. Mas no banho, quando ele para pra pensar sobre o que ele quis saber do que aconteceu com a Fábia pra ela enlouquecer, ou a Isabel pra ela ter tido a face levemente deformada, ainda que um olho cegado, uma imagem canina que ele viu em seus pesadelos o estressa, seu corpo se via mais rochoso, e ele via um fogo azul saindo de seu rosto, quando ele olhava pra si mesmo no espelho, no meio do vapor da água do chuveiro e o fogo de seu corpo, ele gritava de medo. Jonas é acalmado e voltado ao normal ao tomar uns remédios que lhe tinha disponíveis, e quando volta do banho... tentava avisar a seus empregados que estava tudo bem, e vai melhorar quando ele se vestir e dormir, sonhando com um mundo que se formou na mente dele, assim como mentes sapientes desse mundo eram capazes.
 Jonas se via numa floresta com humanoides similares aos Guaxinins, muitos sem rostos, alguns estavam no chão e uns levitando em pé, e conforme ele vai andando por aquela floresta, seus dentes caíam, mesmo intactos e limpos, e quando ele acha o que parecia ser um mero chapéu feminino, amarelo, de aba larga, que quando ele pegava, apareciam aranhas que começavam a andar em seu braço. Jonas fugia, assim como uma aranha enorme o perseguia, gritos ecoavam ao redor, e num penhasco que ele pisou, ele caía, mas não como se cai num barranco, ele caía reto, verticalmente, e quando parecia que ia cair num chão... Ele acorda.
 Jonas estava assustado, mas vendo no relógio de sua parede que ele acordou duas horas mais cedo que o normal, e então, sabendo disso, ele tenta arrumar sua cama, pois ele viu que sua pelúcia e seu cobertor caíram dela durante o sono, e depois de escovar os dentes, ele dorme de novo, acordando no horário que costuma, e passando um certo tempo, com todos seguindo uma rotina normal, com a diferença dos trabalhadores juntando os recursos, mobília e tendas para o evento, em que os civis estavam curtindo as músicas dos bardos, as comidas e o vinho, e as crianças brincavam normalmente. Porém, enquanto a rainha da cidade hesitava sobre mais um ano de seu povo em segurança, e que eles ainda estavam, de certa forma, em paz, o Jonas tentava conversar com a Rosa que ele considerava uma amiga de infância ao ponto de, mesmo sendo uma plebeia da cidade, filha de padeiros, foi permitida de brincar nos palácios com o próprio Jonas, do contrário da Isabel, que o Jonas foi um dia amigo mas, depois daquele dia que fizeram uma bagunça no laboratório da Fábia, a Isabel passou a ser ensinada a odiar o Jonas e, indiretamente, outras famílias nobres, que por sinal, são descendentes de outros integrantes das Bandeiras de Procina, líderes antigos de Virgínia.
 Fábia encarava estranho o Jonas e a Rosa brincando, até faz uma pequena piada pra sua filha Isabel que eles quem sabe namoravam, mas a Isabel era desrespeitada pelo por sua mãe Fábia, que a chamava de "Isabel, ou quem sabe, Isafeia", ou "Ainda é só um rascunho, se estivesse mais inteira você que estaria com esse pilantrinha", ou "Tão feia, quem sabe o cavaleiro que nunca mais vi quando te tive com ele era na verdade um Coiote", e Isabel, estressada demais por acumular essas ofensas, resolveu ir jogar bola com o Pedro e uns outros garotos na festinha, mas falando no Pedro, o mesmo se preocupa com o Jonas, e quando foi ver se ele tava com a Rosa, ou com a mãe, estava com nenhuma... Ele fugiu.
 Com medo de estar sendo visto como um problema pras outras pessoas, ele foi andando furtivamente, sem chamar atenção, e quando longe o suficiente, ao som dos fogos de artifício em cores vermelha, branca e amarela, no céu preto levemente iluminado pela lua e algumas estrelas, como a estrela polar que parecia uma segunda lua de tão brilhosa, ele corria, ele podia parecer magro e leve, e por andar muito tinha músculo nas pernas, e sendo um pouco mais cheinho debaixo daquelas roupas sociais leves, ele tinha energia, ele se sentava numa pedra e, olhando ao redor, e chorando, ele acha um chapéu amarelo de aba larga, como no sonho, mas com detalhes melhores de se conferir, o tecido era notavelmente macio mesmo que desgastado, e com uma fita roxa o contornando, como a Isabel relatou sobre nunca ter visto a própria avó materna, assim como a avó Virgínia contou uma vez, quando viva, ao Jonas sobre uma jovem alquimista que, embora não fosse das Bandeiras de Procina, ajudou eles ao catalogar as ervas e frutas locais e estabelecer uma alquimia boticária para o que se tornou esse reino.
 Jovem essa que, embora tenha tido filhos cedo demais com um colega inconsequente, mas que a protegia, não teve muito tempo de cuidar deles, a garota, chamada Júlia Gamogawa, desapareceu, pra muitos ela tinha sido devorada pelo Coiotes, uma espécie que ainda estava em guerra com os Guaxinins, e diferente de espécies Warg vizinhas, como as dos Cães, Falcões, Raposas, Ursos e Leões, os Coiotes, pior do que os Gatos, não tinham uma compaixão por Wargs que eram como os harbívoros ou intermediários humanoides, como os Guaxinins, onívoros mas caçadores intermediários, eram desrespeitados pelos Coiotes e Gatos, mas mesmo que a ditadura dos Coiotes no Leste, e dos Gatos no Oeste, tenha terminado, os Guaxinins de Virgínia nem sabiam o resto ao redor do mundo, além do que os chamados Errantes contavam pra esse povo.
 Jonas viam em sua frente um ser que, embora se escondesse no escuro, se destacava pelos pelos e olhos vermelhos, e chifres e nariz amarelos, que se sentia feliz, de forma que parecia quebrar o clima, em ver o Jonas, o qual dizia que era o filho dele. Jonas sente um lapso de uma memória de infância, quando ele e sua mãe, Marília Procina, olhando a partir do balaustrado da varanda do castelo, conversavam sobre existir outras espécies além dos Guaxinins, e que a rainha Marília prometeu que ele pudesse ver outros Wargs depois de ser coroado, inclusive, o segundo rei masculino (assim como o avô materno de Jonas era um Guaxinim, e como o pai de Jonas era ausente, o reino dependeu de só uma rainha) daquele reino. O espírito da forma de um Coiote vermelho fala pro Jonas acordar, e diz que eles poderiam ter como reinado todo aquele planeta que os Guaxinins tinham se refugiado. Jonas questionava sobre não estarem na Terra, onde outros Wargs vivem, e o espírito, chamado Josefus, admite que ele mesmo estava surpreso da espécie da mãe dele terem chegado por lá, quem sabe, por uma fenda na realidade, assim como Marília herdou a magia que apagava as memórias confidenciais de sua dinastia.
 Jonas ficava desesperado, ele era integrante de uma colônia, e quem sabe, tanto a espécie de Josefus seria um perigo para o reino, e o reino poderia ser um perigo para esses Wargs nativos, e conforme Josefus convencia Jonas a levar ele para aquele reino, os próprios Guaxinins, já preocupados, estavam assustados ao verem Jonas ao lado do que pra eles estava tendo o corpo e poder de uma entidade, cada vez maior e mais ameaçador. Marília se irrita de seu filho trazer uma "criatura" para lá, os cavaleiros evacuam os civis para longe, enquanto conseguem tanto afastar o Josefus quando levar o Jonas pro grupo de Marília. Fábia, misturando ácidos muito fortes nos fogos de artifício, lança vários foguetes que empurravam e até davam um dano significativo no Josefus.
 Jonas estava preocupado, mas Marília colocava ele num tipo de sala por quarentena, o Pedro e a família Pikasan espalharam geleias de maçã e de abacaxi pelo chão, e Josefus, pisando naquelas geleias, escorregava e tremia o chão ao cair, os Guaxinins que não saíram de seus sobrados pegavam seus penicos velhos e jogavam urina por cima, o que fazia Josefus se levantar furioso, mas cego pelos olhos ardendo ainda que ele tivesse restaurado dos tiros na cabeça. Rosa, junto com seu pai, mãe e uns tios, derrubam uns três barris de farinha, um de cada vez, e por isso, quando um barril acertava um Xuburte (um tipo de criatura quadrúpede meio larva desse reino, usada como montaria), se assustava e fugia dos barris, o seu cavaleiro usa a chance para acertar um joelho do Josefus, ainda que ele conseguisse contra atacar e partir o cavaleiro com seu Xuburte num golpe.
 Josefus pegava um dos barris e jogava no segundo, cujo Xuburte saía correndo e atrapalhava o terceiro, que correndo assustado tropeçava na pista suja de líquido amarelo e pó branco, e fazia o quarto cavaleiro bater a cabeça e morrer na hora ao ser jogado longe, mas o terceiro barril chega, e Pedro, com seu estilingue, acerta um poste pros cabos caírem no Josefus e, num choque elétrico que ficava mais forte encima pelos ácidos na sua cara, e fazia pegar fogo debaixo dele, parecia tar ganho.
 O jovem Jonas estava ainda sendo contido, seja para tirar a influência do Josefus da mente dele usando um gás da memória ao lado da magia de três dos sacerdotes do reino acalmando ele, ou para impedir que Jonas se descontrolasse, mas considerando a situação que estavam, não estava dando certo, e quando os sacerdotes pareciam "amolecer", irritando Marília, os próprios precisavam que Marília contasse a verdade no mínimo para o Jonas, já que, se emoções estavam tornando Jonas num ser relacionado àquela ameaça, era necessário direcioná-las a favor deles, e Marília, triste com aquilo ficava mais perto de Jonas e o contava sobre como Josefus não foi um pai propositalmente pra ela, assim como não foi um amante consensual para Marília, e como para os Guaxinins todo nascimento era sagrado, foi feito aquele esforço para esconder aquela entidade, que era atraída por quem o conhecesse, mas sabendo que Jonas se manteve bom mesmo com essa ameaça em seu sangue, ela se sentia confortável de admitir, e com um "eu te amo", o Jonas se transforma, porém, estável.
 Jonas saía do castelo, e dá um soco martelo que joga Josefus pra longe, e com um chute, o jogava pro alto, e na estratosfera, os dois trocavam socos e chutes, eram ouvido como trovões, e vistos no céu como um brilho amarelo e um brilho vermelho voando linearmente pelo céu, ao ponto de fazerem o ar ondular, e a imagem no espaço ficar estranha, uma linha era vista no céu, como se fosse um corte violeta, mas então, cessou-se.
 Todos estavam assustados, muitos só conseguiram dormir porque não aguentavam ficar muito tempo acordados, e quando acordaram, aquela mesma linha no céu parecia menor, embora visível como um corte escuro no céu azul, Marília mandava procurarem seu filho, mas quando foi descoberto, uma semana depois, os nativos, semelhantes a humanos de cabelos de cor azul e vermelha, viajavam numa caminhonete ao lado dos cavaleiros em seus Xuburtes, e da caminhonete os humanoides tiravam o que eles tinham encontrado, o que sobrou do corpo de Jonas. Pelo que parecia, o Josefus era um demônio que dominava florestas da região, e era essa a fonte dos perigos para os Guaxinins durante seus tempos sombrios, e aqueles humanoides prometem guardar o que aconteceu em segredo, em troca de pedir uma ajuda deles para uma cidade deles a alguns acres de distância.

Fim?