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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

27 de dez. de 2025

Banban, o Cookiezinho, episódios 1-5

[Compilei esses capítulos, não planejando um reboot, embora eu marque como um só por eu tar repostando aqui, mas é pra quem quiser ler só as histórias do Banban que fiz até agora poder ler eles em sequência, é uma historinha que eu fiz de forma terapêutica, pra alegrar mais a minha vida e esse blog com fofuras]

> Capítulo 1: Onde Tudo Começou
 Na cidade Mar de Pão, em uma região comum, mas litorânea longe de algumas metrópoles, está o escritor de livros chamado Bludraco, um homem velho de cabelo azul natural e olhos verdes, e usando roupas grossas que remetem à região do Norte que ele nasceu, antes um mago lendário das águas que venceu múltiplos perigos ao redor do mundo, mas atualmente está tendo uma vida calma com Cassandra Petrov, uma sereia de cabelo loiro liso, pele macia com regiões escamosas parecendo diamante do busto à região entre as pernas, e usando vestidos azuis e laranja leves, antes uma assassina de aluguel profissional e agora aposentada depois de abandonar seu passado violento e ajudar Bludraco e um grupo de monstros que o seguiram, casada com ele também, e que adotou Chloé, uma garota meio elfa-da-madeira e com um corpo coberto em nada além de vinhas verdes com folhas e espinhos, e uma jaqueta jeans sem manga, e o que era seu olho esquerdo, está coberto com um girassol.
 Um elemental do fogo e amigo de Bludraco, chamado Daemuki, adotou alguns filhos pra cuidar ao lado da sua colega de laboratório chamada Alex Cheng, e convidou umas famílias de uns amigos também de diferentes raças e linhagens pra se conhecerem e então comemorar. Bludraco e sua família foram pro castelo cinza de Daemuki imaginando que ia ser nada de mais até verem o bebê Zephyrson voando com um aviãozinho de madeira levitado por magia dos ventos dele, a Alex tenta chamar ele pra descer, e quando o Zephyrson tenta pousar, o avião explode e o bebê de orelhas pontudas e cabelo branco saía voando. Chloé e Cassandra achavam isso extremamente fofo, e o Bludraco estava surpreso, quase assustado por não entender o que tava acontecendo, enquanto isso, um bebê meio leão chamado Simon engatinhava num sofá, esgueirando em direção deles, e ele pula no Bludraco, que reage abraçando ele bem apertado.
 Os pais do Simon, os Sr e Sra Pawclaw, pegam ele de volta e falam um pouco sobre ps bebês deles, a Sra Pawclaw tá segurando uma bebê meio leão com olhos pálidos, sem visão, mas bem feliz, e a Cassandra tá segurando um bebê de cabelo azul mais claro chamado Geracial, e um pouco geladinho, ele tá bem, só é meio elemental de gelo, e junto tem também a Chloé interagindo com, entre os bebês, uma que tem poder polimorfo de se transformar em animais, mas como só podia virar animais pequenos ou filhotes, tava na forma de um beija-flor, Chloé só consegue pegar a bebê no ar porque já tava cansada, e quando a bebê se destransforma, retornando a uma forma élfica mas cheinha com orelhinhas de urso, Kuminha, e de vestido Lolita laranja, era pesadinha ao ponto que a Chloé que quase não tava esperando teve que se sentar no primeiro sofá que achou pra se apoiar direito.
 Bludraco foi se sentar com Cassandra e Geracial no sofá maior, e ali subia um bebê elemental elétrico, com corpo clarinho, maior que a média dos outros e com cabelo meio amarelo que nem banana, o Bludraco estava alegre com a fofura daquele bebê, ao ponto de mal esperar que o bebê mal deitou no colo dele e já começou a se mexer e sair de perto dele, talvez o bebê queria correr enquanto queria brincar de pega-pega, ou como Cassandra presumiu, ele queria ver o Geracial, e quando os dois ficam mais perto, com Geracial no chão, eles se abraçam.
 No entanto, a irmã gêmea da Kuminha, Barroquinha, mas que Bludraco acaba só chamando de "massinha de pão", também elfa, mas com penas e asinhas pequenas de calopsita, vestindo uma roupinha de marinheiro, olhava pro Bludraco e pedia abraço, que o Bludraco atende e segura ela abraçadinho. O pessoal fica assistindo a um filme bobo, seja pras crianças verem ou pra ter algum som no ambiente enquanto os adultos conversam ocupados, e falando nas crianças, a maioria dos bebês já estava no chão pra andar ou engatinhar à vontade, inclusive Geracial estava perto do bebê elétrico, chamado Brondes, estavam brincando com umas figuras de personagens fofinhos, a maioria em forma de guaxinins e cachorros humanoides com roupinhas coloridas (Brondes segurava um guaxinim médico e um guaxinim bombeiro, o Geracial mordia o cachorro hacker) feitas de borracha e que era seguro pros bebês morderem, aí chega um humano um pouco acima do peso, com pelos visíveis nos braços e usando uma regata e shorts simples, chamado Rogério, segurando a irmã dele de sua família adotiva, Tália, e põe ela ao lado do Geracial e Brondes pra se interagirem.
 Rogério é humano, embora Chloé tenha descoberto ser prima dele por parte de pai e tio, que são humanos (te trollei, achou que eram ligados por família de elfo, né?), e a família adotiva dele é uma família de docianos, um povo de outra dimensão cujo planeta natal é dominado por doces ambulantes, incluindo doces humanoides como Bóris Churri e Júlia Churri, que apesar do Bóris ser loiro com detalhes que parecem de um pudim em seu corpo, incluindo sua pele clara macia, a filha dele com Júlia é quase idêntica a uma Júlia pequenininha, com pele mais parda e sardas brancas, mas seu cabelo de doce-de-leite caramelizado sendo mais liso e os olhos mais finos. Geracial abraça a filha de Júlia, Misa, que também abraça de volta e dá umas mordidas, não machucava, mas Rogério se assusta e até tenta separar os dois, aparentemente estavam bem, o Geracial fica olhando pro Rogério fixamente, depois o Brondes e a Misa, e eles sorriam.
 De qualquer forma, a Chloé estava entediada com o filme bobo, sem nem um celular pra mexer (porque ela nunca usou um além das ligações, no máximo usou o computador do Rogério algumas vezes), e confortável de abraçar a Kuminha, acaba dormindo... Mas um bebê anão-de-brasa, de nariz redondo, orelhas largas embora redondas e um cabelo vermelho bagunçado, que estava andando por ali porque os pais dele deixaram ele perambular, solta umas pequenas explosõezinhas, seja porque ele não sabia o que tava fazendo ou porque meio que anões-de-brasa se entretêm assim desde bebês, e isso começa a acordar a Chloé de susto. Aquele bebê, chamado Vulcas, estava bem feliz, e Chloé estava em choque, não por ser um bebê anão, e ter mais anões ali (ela mesmo sendo elfa nem era ensinada da rivalidade entre elfos-de-madeira e anões-de-brasa mesmo que sejam raças em guerra), mas porque "como uma coisinha fofinha tá literalmente projetando fogo e fazendo barulho?", e ela ficava olhando aquilo enquanto estranhava, e os pais do Vulcas, Sr. e Sra. Ferrus, até ignoravam a Chloé enquanto ficavam perto só pra vigiar o Vulcas em segurança.
 Vulcas, por sinal, fica amiguinho com Banban, um bebê filho da Alex Cheng antes dela perder seu marido numa expedição dimensional mal-sucedida, humano como ela, mas curiosamente forte por ter caído acidentalmente num tipo de poção de superforça experimental que a Alex tinha acabado de inventar, e mesmo o Banban amassando o Vulcas no abraço, o que aliás surpreende os pais Ferrus porque anões-de-brasa eram fortes ao ponto da força deles concorrer com poder elemental dos elfos-da-madeira, assim como o Banban tinha abraçado o Simon até o amassar anteriormente e se arrependido, o Vulcas e o Simon se recuperaram inclusive muito rápido.
 A interação foi divertida pras crianças e saudável pros adultos, cujas famílias vão se separando e de uma a uma indo embora do castelo pras suas casas. Chloé queria visitar a casa do Rogério em vez da dos pais dela, porque ela queria interagir mais com ele já que tavam uns anos sem se ver.

> Capítulo 2: Brincando na Escolinha.
 Depois de um tempinho, os bebês mágicos foram colocados para estudarem numa creche simples, ainda na Terra pra que aquelas crianças mesmo de espécies e planetas diferentes possam crescer unidos, considerando que as famílias deles são amigas, então os filhos claramente deveriam. A criança de gelo, Geracial, estava junto com as outras, a primeira aula parecia tranquila, e a professora Buffy Fluffy conversa com as criancinhas, querendo saber sobre algumas das que estavam ali.
 Depois daquilo, a professora organiza uma brincadeira, são dados vários bloquinhos com letras, pra eles montarem palavras que sabiam, enquanto isso a Buffy Fluffy foi se sentar pra responder e assinar uma papelada que ela tinha de outras escolas, a Kuminha e a Misa Churri já escolheram montar com uns bloquinhos que elas pegaram, e formaram a palavra "BOLINHA" (eram todas letras maiúsculas), mas a Misa tinha colocado o A do final de ponta-cabeça, parecendo "BOLINHV", e isso fazia a Kuminha rir muito. Já a Barroquinha não parecia tar a fim de brincar, só andava em direção dos outros bebês que tavam brincando, e se senta olhando pro Brondes montando bloquinhos junto com o Simon, que por não saber falar, e nem ouvir palavras, não sabia que palavra montar, só entregava os bloquinhos, ou os oferecia, e o Brondes colocava, eles faziam as palavrinhas "PÃO", "OVO" e "LEITE".
 Zephyrson estava entediado com os bloquinhos, então foi fazer companhia pra Barroquinha, que tem uma ideia deles abrirem um armário e tirarem dele uma bolinha, eles davam chutinhos leves, com medo de serem vistos jogando bola, mas também porque queriam jogar bola sozinhos, Banban e Geracial estavam colocando um bloquinho encima do outro, achando que iam fazer melhor que os outros que estavam fazendo com os blocos um do lado do outro, mas acabaram fazendo ao contrário, saiu "LUZA" em vez de "AZUL", Banban fica bravo, empurra os bloquinhos e cruza os braços sentado, o Geracial fica triste. Durante essa brincadeira, uma criança Warg em forma de uma raposinha humanoide com cabelo e rabo bem vermelhos entrava escondida, até que ela foi vista pela Barroquinha, e foi oferecida pra jogar bola com os dois, mas quando ela ia responder, ainda tímida, a Buffy percebe, guarda a bola de volta ao armário e leva a Warg raposinha de volta à sala dela.
 Nesse meio tempo, o Banban anda um pouquinho na sala e, subindo no banquinho da cadeira, resolve pegar a caneta da professora e desenhar o sorriso num canto bem nas bordas em branco da folha, e desce de volta, o Geracial conversava com a Misa e o Brondes, e eles pareciam planejar alguma coisa.
Geracial: O que vocês vão fazer depois?
Misa: É... num sei.
Brondes: Vamo brincar de olhar?
Geracial e Misa: Vamos!
 Brondes, Geracial e Misa ficam olhando um pro outro, parecia que na brincadeira não podiam piscar e nem perder contato visual... até que o Vulcas joga um bloquinho pra longe com uma explosão que ele fez com sua magia, e assusta a Misa que sai da frente, e o Brondes também pisca quando o bloco voou na direção dele, o Geracial parecia que ganhou em 3 segundos e comemorava, quando chega a hora do recreio, os bebês saíam mesmo antes da professora voltar, e quando a ela volta e olha os papéis, acha estranho ter um rostinho desenhado num dos papéis dela, mas se recusa a questionar porque parecia triste. As crianças pegavam maçãs que tinham numa mesinha, a maioria delas eram maçãs Fuji bem crocantes, mas a Barroquinha pegava as maçãs farinhentas com barulho de como se a poupa estivesse se esfarelando na boca.
Criança raposinha: Vucê... gosta de maçã?
Barroquinha: Sim! :)
 As duas comiam todas as maçãs da mesa em pouco tempo, a raposinha que comeu mais acabou ficando um pouco redonda de tão cheinha, e foi embora rolando. Geracial andava num corredor bem longo, de paredes meio brancas com a metade de baixo alaranjadas, com portas vermelhas de vidro, do tipo de correr pras laterais pra abrir e fechar, até que então aparecia um garoto humano, do mesmo tamanho e talvez porte físico, porém, em vez de cabelo azul claro, ele era ruivo e com sardas, e vestindo roupinhas verdes um pouco ásperas, e quando eles se abraçam, a criancinha humana, chamada Fernando, o solta e fala.
Fernando: Ei! Você é...
Geracial: Hã?
Fernando: Um sovete!
Geracial: Sovete?
Fernando: Sim, bem fofinho e gelado, que nem um sovete.
 Geracial sorri e convida o Fernandinho pra ir com as outras crianças pro pequeno pátio, e quando o Fernandinho tropeça e faz uns cones de plástico colorido se baterem e caírem, ele tinha uma ideia. Geracial se sentava no chão coberto de tatames e o Fernando põe um cone vermelho sobre a cabeça dele, uma garotinha da mesma sala do Fernando, com vestido rosa, cabelo castanho-escuro e pele clarinha, chamada Lisa, questionava aqui.
Lisa: O que tá acontecendo? '^'
Fernando: Geraci é um sovete.
Geracial: SOVETE!! Espera, quem é vucê?
Lisa: Ah, eu sou a Li. :)
Fernando: ... Eu já te vi na casa dos meus pais, a gente comeu muito queijo ontem.
Geracial: Queijo? Quero!
Fernando: Eu não trusse queijo.
Lisa: Nem eu.
 Geracial olha pra Misa comendo bananas com o Brondes, e foi até eles, passa perto, atrás dela, e morde um pouquinho o cabelo dela, a irritando, e pega uma banana pra descascar e também comer, já o Banban tava no playground, escalando o trepa-trepa quadrado, e quando um bebê que também conseguiu subir ao topo empurra o Banban pra ele cair, e o inspetor correu desesperado pra socorrer ele... o Banban tava intacto enquando o solo estava até mesmo amassado.
 Durante a volta dos bebês e seus professores às salas depois do intervalo, a sala em que o Banban e seus amigos estavam não consegue ligar, o professor até tenta arrumar e reposicionar a lâmpada mas não funciona, tinham que trocar. Rogério é chamado pra trazer uma lâmpada de tubo pra escola, já que ele era o mais próximo e também amigo dos professores, e não queriam gastar dinheiro com um técnico, ele traz uma lâmpada fluorescente de tubo, e quando ele entra na sala, a Misa corre até o Rogério e abraça uma perna, o Geracial corre também e abraça outra perna dele (eles são bem pequenos, a altura parava por aí).
Misa: Imão!!
Geracial: Rogéro!!
 Banban apenas tenta puxar a cadeira pensando se poderia ajudar, mas o Rogério só segura o Banban e o deixa encima da cadeira do professor, que fica confuso com aquilo enquanto o Rogério ia trocar a lâmpada, e quando ele ia sair... a Misa ficava se segurando numa perna da calça dele.
Misa: I... Imão... Não me deixe! :'(
Rogério: Tá tudo bem, eu busco você depois do trabalho.
 Depois daquilo, com o Rogério saindo da creche e indo trabalhar como pedreiro com o seu pai adotivo, as crianças têm uma aula curta, isso é, ouvindo uma música sobre números, com o professor vendo se as crianças estavam acompanhando, mas depois que o tempo escolar terminou hoje, as crianças esperavam seus pais, e hoje a Cassandra buscava eles, e conseguia posicionar os bancos pra que coubessem todos os bebês de uma vez e em segurança, com uma modificação que a irmã dela fez no carro, e chegando na casa, o Bludraco para de escrever seu rascunho de livro, e quando foi abrir a porta, via a Cassandra contornada pelas crianças, logo antes delas correrem, quase o atropelando, mas ele sentia que já tava sendo atacado pela fofura deles, que aliás, dos conhecidos, só não tinha o Fernando, a Lisa e a Misa, e o Geracial, o último a entrar na casa, o Bludraco ainda se levanta e abraça dele.
Geracial: Papai!
Bludraco: Minha massinha de pão!
 Depois de um tempo, aparecem a Alex, o Daemuki e outros, indo buscar seus filhos depois do combinado da Cassandra buscar todos eles de uma vez, até a Cassandra estranhou o porquê da Misa não tar ali, mas o Rogério já buscou ela então tá tudo bem, o Daemuki fez pães de alho.
Brondes: Meu favorito!
Banban: Que pãozinho estranho. '^'
Brondes: Num é não! >:(
Banban: É sim, pãozinho amarelo é estranho. :)
Kuminha: Quer provar, sovete? É bom!
Geracial: Mais isso num é sovete.
Kuminha: O sovete é você!
 Kuminha aponta pra barriga do Geracial, que olha pra baixo, e a Kuminha levanta o dedo até passar no nariz dele, e isso o empurra, bem perto do Bludraco que ainda tava sentado no tapete. O pessoal se arruma, e as crianças cada uma ganhava uma fatiazinha de pão de alho, o cheiro infestou a casa, mas como o cheiro de pão de alho era bom, não era problema.

> Capítulo 3: Um Filhote de Lobo.
 Banban está com seus amiguinhos Misa, Brondes e Kuminha na casa do Bludraco porque a Alex e o Daemuki vão viajar para o planeta Inferno, enquanto outros filhos estavam acompanhando a Chloé na floresta dos elfos na dimensão dela e gostando muito dos bosques de luz dourada com penumbra âmbar e árvores que parecem não acabarem, além do Zephyrson gostar de brincar com os bonecos de madeira com os bebês elfos. Misa estava sentada quietinha no sofá e olhando pra TV, que o Bludraco não sabia que canal colocar e deixou em um canal aleatório da TV aberta, já o Banban estava brincando de pega-pega com o Geracial e o Brondes, e quando tropeçavam saíam rolando no chão por uns segundos até pararem e se levantarem, e a Kuminha... ouvia o Bludraco lendo um livrinho de 3 Porquinhos.
Bludraco: E quando o lobo mal, não conseguindo soprar a casa de tijolos, foi embora, enquanto os três porquinhos viveram felizes para sempre.
Kuminha: Yayyy! Mais ispera, tem mais livrinhos?
Bludraco: Tem, mas... vá assistir alguma coisa com a Misa.
 Bludraco põe Kuminha ao lado da Misa, as duas estavam assistindo a comerciais de hambúrgueres e... babando de fome, o Bludraco tentou mudar de canal pra algum canal da TV a Cabo onde os comerciais eram apenas trailers de desenhos, enquanto o Geracial e Brondes se cansaram e o Banban tinha se perdido, então, enquanto a Kuminha assistia aos desenhos abraçada com a Misa, que por causa do conforto, dormia de tão macia que era de abraçar, o Bludraco se levantou pra ir procurar o Banban.
Bludraco: Cookiezinho, volte aqui, a brincadeira acabou, o Geracial e o Narizinho Fofinho já desistiram.
Banban: Intão eu ganhei!?
 Banban saía de trás de uma laranjeira e corria até o Bludraco, os dois voltam pra sala de estar, e enquanto o Bludraco ia fazer uns sanduíches bem simples com pão quadrado, mozarella e presunto baratos e umas alfaces só pra temperar, uma amiga da Cassandra foi visitar, seu nome era Hanako Gamayama, uma mulher de um clã de lobisomens japoneses, e que ela veio inicialmente pedir ajuda a cuidar do filho dela pois o mesmo estava doentinho, o Bludraco se voluntaria.
Bludraco: Eu posso resolver isso, fazer poções de cura é fácil.
 Bludraco deixa Hanako e seu filho Akira entrarem e, enquanto o Akira esperava na poltrona vermelha, e o Bludraco pegava umas folhas de hortelã, cidreira, camomila e também misturando o chá recém-cuado com um suco de laranja temperada com ervas helênicas, e como sobrou aquela poção e não coube em só uma mamadeira, os outros pequenos também receberam chá e tomaram, o Brondes por algum motivo tava distraído com os periquitos de estimação da casa do Bludraco, cantando e assobiando com eles.
Akira: 彼は鳥の言葉を話している!
Hanako: Sim, meu sushizinho, ele tá falando com os passarinhos.
 Akira é levado mais perto deles, e... a Misa acorda e ela e a Kuminha ficam perto do Akira, com ele no meio das duas.
Akira: 君たちは何をしてるの?
Kuminha: Do que eli tá falano, tio Draco?
Bludraco: Ah, é... você ainda morava no Japão quando teve ele?
Hanako: Haha, não, é que eu ensinei meu idioma primeiro pra ele.
Akira: 君たちはどうしてそんなにかわいいの?
Misa: Bom dia pa vucê tambein. :)
 Bludraco ria aquela risada curta e baixa de sair ar do nariz, a Hanako ri também mas dá um tapa nas costas do Bludraco. Já o Geracial e o Banban... queriam ficar mais perto do Akira, o Banban e o Geracial sobem o sofá e apontam pra porta pra eles saírem, mas o Akira não entendia e só olhava eles logo indo em direção da porta e pulando, mas o Akira não entendia ainda assim, os dois ficam tristes, o Brondes até vai ao Geracial e abraça ele, a Misa tava longe e com preguiça de se levantar, mas não aguentava ver uma criança redondinha tão triste, e desce do sofá e corre pra abraçar o Banban.
Bronde: Taum macio e geladinhu!
Misa: Nene foite!... AAAAA!
 Misa se machuca ao abraçar o Banban e cai deitada, mas se mexendo no chão, ela se levanta praticamente intacta de novo, o Bludraco até leva a Kuminha e o Akira pra brincarem um pouco no quintal perto dessa noite, a Hanako tava hesitando pra avisar mas fala de última hora.
Hanako: Senhor Draco, o meu filho também tem licantropia!
Bludraco: O que?
Akira: 助けて, 頭が痛い!
 Akira ganha pelos pretos, suas orelhas ficam pontudas e seus olhos brilham em vermelho, ele uiva, ele corre atrás dos outros pequenos que até conseguiam, enquanto Kuminha tem uma ideia.
Kuminha: Ispera! Eu resolvo!
 Kuminha vira uma forma de lobinho filhote, bem parecido com a forma meio lobo do Akira, e os dois... Se viam como amiguinhos mesmo Akira estando animalesco até emocionalmente, e eles corriam não como uma perseguição, mas como se fosse um pega-pega. Passa mais ou menos uma hora, e o Akira, cansado, dorme.
 Bludraco leva as crianças dessa vez ao quarto da Chloé e, vendo os DVDs piratas que Rogério baixou pra ela, os com títulos mais inofensivos como "Toy Story, Transformers e Era do Gelo" e "Michael Jackson, Latino e muito mais" (que na verdade era um DVD de Clips Animados, Vol 4) escritos em caneta permanente, ele escolhe um DVD escrito "vídeos que vi na infância", e põe no player e sintoniza os cabos na TV pra eles assistirem, enquanto Chloé abre um portal na cozinha, e os outros filhos da Alex e Daemuki corriam querendo abraçar o Bludraco e acabam o atropelando.
Chloé: Hai, papai!
Bludraco: Yokoso, fofura!
 As outras crianças corriam procurando os irmãozinhos e priminhos e... Se assustam ao verem um bebê ainda em forma meio lobo, ainda que dormindo, com a Kuminha parecendo só um filhotinha de vestido fazendo companhia. Os outros se juntam pra assistir juntos e a Hanako liga pra Cassandra pedindo pra dormir hoje na casa deles porque tá numa noite de lua cheia e ela poderia correr perigo de noite. A Cassandra deixa e, ao voltar do trabalho, ajuda a arrumar uma cama só pra ela, com um futon velho e dormindo na sala de estar.
Cassandra: Pensei que não viria hoje.
Hanako: Eu posso explicar, não fiz nada aqui com o seu marido.
Cassandra: Ah se fizesse... Eu não teria coragem de te matar, hahahaha!
Hanako: Para! Os bebês tão ouvindo.
Cassandra: Eles devem nem tar entendendo, mas bem, a gente brigaria fisicamente mas nós duas saíamos machucadas, e eu gosto de você.
Bludraco: Olha, a massinha de pão integral tava com vocês também. 
Barroquinha e Misa: Si! :)
Vulcas: Eu brinquei di esconde esconde co os elfos da foresta, a Chloe me achou muitu rápido.
Bludraco: É mesmo?
Vulcas: A tia dela me achou vem fofio.
Bludraco: Ela não está errada. :)
Brondes: Já ti falei que vucê é fofia?
Misa: É... Naum?
Brondes: Intaum... Vucê é fofia.
 Depois de desligar a TV e guardar os DVDs, o Bludraco junta as crianças que não são dele pra esperar seus pais buscarem e levar pra casa, foi bem rápido, enquanto o Bludraco foi o último ainda na casa dele a dormir porque ele ficou vigiando um pouco se tava tudo bem, assim como ele tirou um tempo sozinho pra ler algum livro de romance sozinho na sala, que ele não tinha terminado o livro mesmo continuando a leitura naquela noite porque acabou dormindo no meio da leitura e esqueceu tudo que leu antes, ainda assim teve um sonho bem feliz.

> Capítulo 4: A Irmãzinha de Geracial
 Cassandra teve uma filha mais nova depois do Geracial recentemente, ambas a Cassandra e sua filha Kiara estava chorando muito, também bem alto. A família de Rogério foi visitar a família da Cassandra por um momento, e eles ficaram sem entender a barulheira.
Júlia: Por que a nenenzinha tá chorando tanto?
Cassandra: Eu não sei, porque a gente já alimentou bem ela.
Geracial: Vucês podem ajudar minha imãzinha?
Rogério: Sim, sorvetinho, o que aconteceu com ela?
Cassandra: Ah, não sabemos, mas se você conseguir resolver dá pra considerar um herói.
 Rogério pega a pequena Kiara, a balança levemente aos lados, ela deitada no braço dele, com o Rogério cantando, mas a Kiara continuava chorando alto, o Rogério faz carinho na barriga e... Era isso mesmo, a barriguinha dela tava doendo e roncando, mas ela tava bem cheinha, então o Rogério a apoia do ombro dela e dá uns tapas leves, aos poucos acelerando, e ela arrotava, aquilo aliviava a pequena Kiara até ela esvaziar, ela até sorri.
Cassandra: Ah, então era tudo por causa do olho gordo dessa fofurinha?
Bóris: Fofinha e clarinha mesmo, parece uma massinha de pão.
Misa: Tambei é um sovete?
Cassandra: Sorvete quente?
Rogério: Ah, um salgado.
 Rogério olha pra Kiara e os dois sorriam.
Misa: Yayyy, nene salgado! Mais cual salgado? '^'
Júlia: Uma esfihazinha quatro queijos.
Rogério: Só porque essa é meio amarelinha?
 Kiara ria, enquanto a Alex Cheng que estava junto com o grupo dos Churri deixou uns bebês pra brincarem principalmente com a Misa e o Geracial, mas o Banban estava dormindo nos braços da Alex e a Barroquinha foi subir até o colo da Cassandra, com pulinhos impulsionados por suas asas, e a Cassandra a segura.
Cassandra: Olá, pãozinho cheinho!
Barroquinha: Como foi conhecê o tiu Draco?
Cassandra: Ah, é... Quando eu tinha conhecido ele eu cheguei a ficar sem ar.
 Barroquinha ficava triste, ela pensava que Cassandra tava em perigo quando viu o Bludraco, mas a Cassandra acalma ela, avisa que era só figura de linguagem, mas Cassandra lembra de quando ela tava passando mal depois de fugir da polícia (na época a Cassandra era uma assassina temida) e foi conhecer o Bludraco. No entanto, a Hanako esteve ocupada trabalhando, e como hoje não tem aula, ela deixou seu filho Akira na casa do Bludraco e Cassandra, onde a Hanako e a Cassandra acharam que ele iria brincar e correr com os outros garotos, mas por algum motivo ele ficou um tempo deitado e dormindo, diferente do Thiago Taiga, um elemental da terra que o Bludraco esteve cuidando porque os pais dele estavam ocupados junto com os pais do Vulcas (que no caso estão em um trabalho de forja nas montanhas da dimensão dos anões vulcânicos, e o sr. e sra. Taiga tinham encomendado algumas taças e pratos de vidro artesanais pra uma festa na dimensão elemental com os elfos de madeira, e embora anões vulcânicos e elfos de madeira se odeiam, os Ferrus não querem atrapalhar o plano dos seus amigos Taiga), o Thiago estava correndo com as outras crianças.
 Misa a Júlia achou que também iria ficar quietinha no sofá, inclusive junto com a Kiara, mas a Misa estava brincando, principalmente correndo atrás do Brondes, mas depois que eles trombaram no Thiago e dois caíam sentados no chão enquanto Brondes caía de lado e chorava, sendo socorrido pela Alex Cheng que o amamenta por um tempinho, no entanto a Misa e o Thiago ficavam olhando um pro outro por um tempinho, e se abraçam, a Misa era macia e quentinha pelo corpo de doce vivo, já o Thiago era durinho pelo corpo de pedra mas também cheiroso porque o cabelinho de folhas tinha cheiro de grama cortada, ou algo parecido com caldo de cana, o Geracial até fica curioso com os dois.
Misa: Taum bom di abraçá!
Thiago: Concordo :)
Geracial: Possu abraçá tambei?
Thiago: Cual de nois?
Geracial: Cualquer um :)
 Geracial abraça a Misa, já o Banban solta a mamadeira com suco de laranja da boca e das mãos e vai até o Thiago abraçar ele, mas ouve um som de coisa rachando, o que assusta as outras crianças por acharem que Banban quebrou os ossos de um amiguinho de novo, mas tinha algo estranho.
Misa: Num solto naum, uwu.
Geracial: Eu tambei naum, uwu.
Banban: Ah naum!
Thiago: U que?
Misa: Aconteceu nada? '^'
Thiago: Naum, é...
Geracial: Nene foite.
Banban: MUITO FOITE!!!
 Thiago solta o Banban e dá uns tapinhas na camiseta, saindo umas pedrinhas da pele que rachou, mas ele tava praticamente inteiro ainda assim, a parte que rachou só tava descascando, enquanto isso, Brondes estava perto da Misa de um lado e Kiara tava do outro, até que a Kiara resolve engatinhar um pouco no sofá em que tava sentadinha, passando pelo Rogério, depois pela Cassandra, e como a Cassandra tava segurando Kuminha e Barroquinha, as duas pequenas que tavam com ela sorriam pra ela.
Kuminha: Ei, vamu fazer a iniciação.
Barroquinha: Si.
Kuminha e Barroquinha: SUPER ABRAÇO RECHONCHUDO!
 Barroquinha e Kuminha abraçam Kiara, ela sorri e levanta os braços, ela ria bem fofamente, antes de dormir pela fofura, passa um tempo com as crianças brincando ou vendo algum desenho na TV que o Rogério pôde colocar os DVDs do que eles gostavam, os adultos também falavam umas fofocas tediosas do que acontecia na vida deles, até que de pouco em pouco seus pais também buscaram seus filhos e levaram de volta pra casa, com exceção de Rogério, que vai cuidar da Misa enquanto ela dorme na mesma casa que o Geracial e a Kiara hoje, um incenso é queimado pra nenhum inseto voar até nenhum dos bebês, ainda mais a Misa que é um doce humanoide, antes do Rogério assistir a uns filmes de ação sobre carros monstros marcianos, e dormir cansado de assistir aquilo tão repetidamente.

> Capítulo 5: Aniversário do Banban.
 Hoje é aniversário de Banban, filho de Alex Cheng, e seus primos mais velhos e tios alugaram uma chácara próxima para a festa, assim tendo muito espaço e uma piscina grande, onde a Chloé se sentia tão bem nadando, ainda que, mesmo coberta das vinhas, espinhos e folhas contornando seu corpo, ela não estava usando nem a jaqueta de sempre.
 Kuminha e Barroquinha brincavam de pega-pega até que, tropeçando, elas rolavam numa descida curta de poucos metros, até atropelaram e amassaram o Brondes que tava parado sozinho, o Geracial e o Thiago foram socorrer ele. Misa estava andando com o Banban na cozinha da chácara, o Banban pulando todo alegre com os bracinhos pro alro mas também cai.
Banban: Eu caio muinto! :(
Misa: Hihi, Banban caió.
 Misa levanta o Banban e eles continuam correndo até que... Eles se cansam, o Rogério estava carregando um filhinho dele com Sakura, uma senhorita dos ventos (de um tipo de clã de pessoas com magia de vento, no caso de Sakura ela não usando nenhuma roupa além de seus óculos finos de 2° de hipermetropia e faixas vermelhas e rosa espirais cobrindo suas vergonhas, ou contornando seus tríceps e suas coxas) que o Rogério se casou e ensinou parte da vida civilizatória, e esse filho é Nioky, bem pequenininho, só um pouco mais novo que a Misa.
 Sakura, entediada, resolve brincar um pouco, segurando o Nioky e andando rápido pela cozinha, posicionando o filhinho como se ele estivesse voando ou fosse um avião, até que o Vulcas estava andando por aí comendo uma tirinha de contrafilé, a Sakura mira o Nioky em direção do Vulcas.
Sakura: Pah, pah!
Vulcas: Oh naum! Ixpludi.
 Vulcas solta uns foquinhos pra cima, bem pequenas explosões de estalo, e deita no chão, o Banban se preocupa e, mesmo na brincadeira, tenta simular que tá salvando o Vulcas, massageando a barriguinha dele.
Vulcas: *yawn* Tô siguro :)
Rogério: Nhéummm, ratatatata nhéummm.
Banban: Oh naum!
 Rogério estava segurando a Misa também na posição de voo, e "acerta" o Banban, que deita pertinho do Vulcas, mas o Sr. Ferrus, pai do Vulcas, não gosta de ver seu filho deitado e fala bem alto pra ele se levantar, e ele levanta pelo susto, o Banban também se levanta e corre pra outro canto, Sakura para a brincadeira e se senta, pra amamentar o Nioky. Sakura é vegetariana e de corpo leve e magro, assim ela pode se manter ágil, mas depois que teve filhos, ela teve que comer coisas como ovos fritos, queijo e ricota pra se manter mais forte ou estável.
Misa: Quein é esse com a Saku, imão?
Rogério: Você não lembra, fofurinha? Você agora é titia.
Misa: ... Mais eu só tenio três anhos! '^'
 Rogério e Sakura riam muito alto daquilo, mas Rogério tenta explicar sobre tio ser só irmão de um pai, Zephyrson foi brincar pulando na cama elástica com o Brondes, Simon, Lisa e Fernando, enquanto Bludraco cuida da Kiara, Kuminha, Barroquinha e uns dois filhos de Rita Carla (uma mulher de cabelo castanho bem longo, chegando à região da cintura, e com alguma bênção de super força, mesmo ela sendo humana, seus filhos são meio bolinhos de canela por parte de pai), que aliás, a Rita está ajudando o Sr. Ferrus e o Daemuki a assar as carnes na churrascaria e ferver salsichas em milho para o cachorro quente.
Sakura: Ei, Rogerinho, você contratou aquelas mulheres que ajudam em festa?
Rogério: Não se preocupa, elas vão demorar bem pouquinho.
 Rogério levou uma bola de futebol Pingo de Leite pros pequenos também jogarem bola, até as meninas queriam brincar, ainda que a Kiara fosse muito pequena pra ir, a Kuminha e a Barroquinha não quisessem e a Misa tava gostando de tar perto da Sakura e da Júlia, que parecia tar conversando sobre uns planos pra seus filhos. Júlia deixa Misa interagir com as pequenas que tavam perambulando, até que a prima do Rogério, chamada Linda Churri, uma pão-de-caramelo humanoide com cabelo amarelado com cheirinho de banana e vestimenta notável por uma Femmesuit roxa, começa a pôr umas músicas temáticas de pirata, afinal, boa parte dos pequenos estavam vestidos de pirata, e o Geracial (vestido de capitão), única criança masculina que não foi jogar bola, tava dançando junto com aquelas meninas, como a Misa (vestida de sereia), a Kiara e a Barroquinha (vestidas de piratas, a Kiara com tapa-olho e Barroquinha com um sapato simulando perna-de-pau) e a Kuminha (vestida de tubarão) tava cansada e deitou no chão, mas se levantou pra dançar também. 
Geracial: Nois somus pilatas!
 Mas a Linda muda a música pra uma do anime de piratas que o Banban tinha assistido recentemente e gostado, chamado Dragon Cove, um anime sobre piratas com barcos de estrutura temática de dragões e que enfrentam shinigamis nos Sete Mares usando poderes sobrehumanos, incluindo frutas que são encarnações de shinigamis antigos, algumas dão poderes únicos e outros só conduzem energia e, ao juntar sete do segundo tipo, é possível realizar um desejo. As tais mulheres que a Sakura perguntou se o Rogério convidou realmente chegaram.
 Selena é uma mulher indígena alta e esbelta, de cabelo liso longo e tatuagens vergonhas, Isabelle é uma mulher loira sulista, de olhos azuis e com o corpo redondinho e com curvas boas, já a Antônia é de porte atlético e musculoso, pele escura e cabelo crespo redondo, e as três vestiam Femmesuits verdes com luvas, botas e estampas amarelas, e bonés verdes de aba amarela, elas trouxeram pães e um tipo de mesinha específica, com uma panela pra fazer pipoca e uma máquina de algodão doce, e isso chama atenção das crianças, que comeram pipoca, cachorro quente e algodão doce até encher, enquanto os adultos, como os pais dos pequenos, estavam comendo mais o churrasco.
 Bóris Churri assou pães de alho inicialmente pro Rogério e pra Misa comerem, mas o Brondes tava com vontade, e recebeu umas fatias pequenas que ele aguentaria comer, e pertinho um do outro, Brondes e Misa se abraçam, a fofura é tão forte que soltava uma luz mágica que cegava o Bludraco temporariamente. Fora isso, Rogério conversa com as "Panteras" (Selena, Isabelle e Antônia).
Rogério: Então, parece que a hora do bolo tá bem perto, que horas os cosplays vêm?
Isabelle: Oh, na verdaade não vai demoraar de faato, 'ja'?
Selene: Você tinha mostrado uns personagens pra gente trazer, não é? Bom, acho que deu pra completar a lista inteira deles.
Rogério: Será que vão caber todos?
Selene: São uns quinze personagens, aqui tem espaço pra até mais.
Antônio: Caramba, vocês esvaziaram as caixas mesmo.
Kuminha: Duki vucês istaum falando? '^'
Rogério: Ah, uns personagens que o Banban gosta vão aparecer, se você contar você não vai ganhar coxinha.
Kuminha: NAUUUM!! Eu num vo contá, prometo! :'(
 Kuminha olhava com olhos tão tristes e grandes que pareciam joias, o Rogério foi até segurar e abraçar a Kuminha pra confortar, enquanto isso o Nioky tava andando pra lá e pra cá com um copinho de risolis, coxinhas pequenas e bolinhas de queijo embanadas, e bem, a Linda e a Antônia estavam conversando em sinais de mão sobre como tá a festa e se vão precisar dos preparativos, e a Linda envia uma mensagem pro celular do Rogério, "têm refrigerante?", Rogério faz um joinha pra Linda e pra Antônia, e separa os refrigerantes e os picolés pra quem quiser.
 Chegaram cerca de 18 cosplayers, de diferentes personagens de filmes, jogos e animes, alguns eram cosplays que ainda dá pra ver o ator vestido, outros eram cobertos em fantasia de mascote que chegava a ser difícil andar sob o calor de hoje, o Brudraco até usa uma garrafa de refrigerante de laranja como "oferenda" pra uma magia grande que faz o clima ficar nublado e mais frio. As mulheres que estavam na piscina, como a Cassandra, a Júlia, a Sra. Pawclaw e a Sra. Ferrus, não tavam esperando por essa, e elas saíram da piscina e se secavam em um canto isolado pra depois elas e outras pessoas se agruparem pra cantar o Parabéns pro Banban, que aliás, tava chorando, o Bludraco tava com dó achando que era de tristeza, mas Cassandra e Alex viram que ele só tava chorando de alegria. As fotos tavam ótimas, o Rogério tava abraçando alguns cosplayers e mascotes depois do parabéns e do bolo. O Geracial, que comeu pouco porque não sabia o que escolher pra comer, comeu umas três fatias de bolo, enquanto os outros só comiam cada um uma fatia, mesmo a Kuminha e a Barroquinha que comeram uns brigadeirinhos e confetes de chocolate.
 Depois da festa e antes de todo mundo ir embora, Rogério deu tampões de ouvido pras crianças, e enquanto ele usa tampões de ouvido, com uma espada velha que o Bludraco e a Akadraco (irmã do Bludraco, mestra do fogo e da moda) tinham levado pra mostrar na festa, ele estourava os balões velhos.

Continua>>>