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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

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6 de nov. de 2025

Sonhos, NFTs de novo e Prosa Roxa

Anotando antes que eu esqueça, tem um sonho que eu tive essa manhã, em que eram uns dois jogos muito modificados:
 Um sonho começa com uma gameplay de Minecraft, juntando umas vias de trilhos de Redstone, a maioria paralelos entre si, mas tendo um que tá uma volta, e um trilho se conecta num caminho oposto. Eu tentei salvar o jogo, mas deu errado e fui puxado pra outro espaço, não entendi se era um menu novo ou um site que abriu, mas que tinha algo tipo "Lounge" de mapas, que não entendi essa palavra, nem se ela existe e nem o significado da palavra no sonho, mas eu fui apertar uns botões do menu e abri um jogo parecido com o Castlevania Aria of Sorrow, mas com gráficos de NES, até que num momento eu elimino um monstro chamado Baoth, em que na história do jogo naquele sonho era um tipo de parente do protagonista (uma versão do Soma Cruz com cabelo preto), e o Baoth era um tipo de vampiro com roupa vermelha, pele branca, e eu tenho uma vaga memória que tinha detalhes azuis no sprite, e nesse Castlevania desse sonho, teria uma história (que estranhamente tinha imagens de fundo de jogo 2D pixelado de PS1) sobre um tal ancestral do protagonista que tinha uma pesquisa importante, mas que a falha fatal dele foi ter traído a esposa com (não lembro o nome, mas parecem ser dois colegas do tal ancestral), e foi traído pelo governo mesmo com pesquisas importantes.

 Outro sonho tinha uma gameplay que diz ser uma Rota Genocida de uma versão de Undertale, o jogo já é 2D, mas era um 2D tipo jogo de plataforma, inclusive com gráfico de algo mais desenhado à mão tipo Hollow Knight, tinha até um trecho da gameplay, numa cidade cinzenta, em que a Frisk desse jogo se senta num banquinho com uns monstros que, por algum motivo, não fugiram, e eles se transfiguram algumas vezes, seja de formato ou de cor, até ficarem com capas amarelas, e aparecer num jarro ou casulo uma criatura também amarela, que a Frisk do sonho também liberta, em seguida liberta mais uma, e num trecho você tinha que subir umas plataformas, e a Frisk desse Undertale distorcido interage com um monstro num telhado muito similar ao Baoth de antes.
 As criaturas amarelas podem ter a ver com eu ter pesquisado muito sobre o Rei de Amarelo, e a mistura de Minecraft com Castlevania do sonho 1 pode ter a ver com eu ter tido um certo hiperfoco em Metroidvania e até Roguelike por causa do Hollow Knight, e o sonho 2 é uma mistura do Undertale (que zerei uma vez em Rota Neutra e tava pesquisando umas coisas sobre Rota Genocida) e Hollow Knight (que ainda tô jogando), que aliás... Undertale tava tão barato que eu resolvi comprar junto com um pacote de Soundtrack do jogo, e junto com um pacote completo do Hollow Knight (Silksong não tava incluído, mas planejo comprar e jogar depois do Hollow Knight).

Aliás, de repente lembrei de uma mecânica que tinha no Projeto Dream (falando já da versão atual de 2022), que eram uns personagens terem NFTs como moedas oficiais, e curiosamente, são bem nada a ver com as NFT's que eram hype na época, não eram desenhos iguais comprados por bitcoin e pra colecionar, e sim eram diferentes tipos de desenhos ou pinturas que os personagens poderiam adicionar em banco e pagar como se fosse moeda, ou guardar como um tipo de capital, e eu diria que, mesmo tendo essa ideia antes das NFT's falirem e enquanto eu tava estudando em faculdade, tem também o detalhe que eu criei essa ideia de "NFT só que melhor" pro Projeto Dream porque eu tava testando o futurismo e os estudos de logística pra fazer algo realmente do futuro.

 Também uma vez ontem eu conversei com uma webamiga sobre umas ideias futuristas, e...
 Vocês sabiam que tem Shoppings que hospedam espaço pra salas de aula?? Eu já tinha ouvido falar de alunos da faculdade Galileu que estudam no Shopping de Botucatu, mas só recentemente eu vi que tinha mesmo salas de aula nesse Shopping. Aí eu conversei com essa webmiga sobre como seria legal pra um universo sci-fi (tipo as subtramas espaciais do Projeto Dream) poderem ter Shoppings espaciais com uma sessão que é uma faculdade inteira.
 Ela falou sobre carros voadores e tal mas... Já faz mó tempo que falam que carro voador é uma ideia de jerico, nem é por causa do cara que tentou criar e usar um carro voador mas deu errado e o cara morreu no acidente, mas também porque, assim, mesmo que tenha centenas de acidentes de avião e milhões de acidentes de avião por ano, pelo menos uma parcela desses acidentes têm chance de sobreviver, já um acidente de carro voador não teria como sobreviver, é uma lógica parecida com o porquê de não usarmos mais dirigíveis pra transportar pessoas ou materiais pelo incidente de 1937 em Hindenburg, que curiosamente não só pararam de usar por causa dos acidentes mas também porque os aviões eram mais baratos e rápidos. Carros movidos a urânio até poderiam ser possíveis, mas o problema nem é o risco de ter uma explosão nuclear (Fiat Marea normal já explode com qualquer coisinha, imagina um Fiat Marea nuclear), mas também porque, pra ficar seguro de sequer tar perto de um carro desses, precisaria de chumbo ou concreto que iriam deixar o carro pesado demais pra viajar de forma econômica.

 Sobre futurismo, por um tempo eu usei muita inspiração na estética DORFic, um dos "filhos" do Frutiger Aero, que têm esse foco em um minimalismo de branco, laranja e vermelho vibrantes e um minimalismo ou arte abstrata ainda com tema tecnológico, e... realmente o problema nunca foi o minimalismo ou a arte abstrata, mas sim se o minimalismo é ainda bonito e otimizado, ou se a arte abstrata realmente significa alguma coisa.
 Falando em significar alguma coisa, sempre lembro de um vídeo do Jurandir Gouveia sobre um clichê chamado Couro de Sapato, que resumindo, é sobre quando filmes muito chatos são aqueles muito enrolados, o nome tendo a ver com ouvir de mais o couro do sapato batendo no chão, e por isso histórias mais dinâmicas não se enrolam ou se burocratizam com o que os personagens precisam falar ou fazer.
 Por outro lado... tem os diálogos expositivos ou os diálogos de lore (segunda opção sendo tipo diálogos expositivos que tentam insinuar uma história passada ou detalhada, mas vai a lugar nenhum e explica nada), em que hoje em dia o narrador precisa explicar letra por letra e ainda assim o expectador não entende, ou pior: Já teve gente que leu o Projeto Dream e cobra pra eu explicar MAIS (e nem era pra eu explicar detalhes da história, mas assim, não vou lembrar porque o caso é da época da primeira versão do blog, mas uma webamiga da época mandou eu detalhar mais a sala do apartamento ou a sensação, e... O jeito q ela exigia era o exato tipo de Prosa Roxa).
 Prosa Roxa é comum em escritas de analfabetos funcionais e eu até expliquei isso pra um webamigo que tava errando muito numa narrativa que ele tava fazendo. É comum analfabetos funcionais escreverem algo muito formal onde precisa ser simples, e escrever muito direto ao ponto onde exigem detalhes ou um vocabulário mais variado, porque analfabetos funcionais escrevem com base em instinto, tentam impressionar o máximo possível e acham que tão arrasando desse jeito.
 Exemplo de diferença duma Prosa Roxa pra um texto só muito detalhado.

Prosa Roxa:
O dia hodierno se ergue como um suntuoso templo de claridade etérea, onde o sol, em seu esplendor quase divino, derrama sobre a terra um ouro líquido que acaricia cada lâmina de grama renascida em verde vívido. As flores, em seu delicado despertar de pétalas trêmulas, abrem-se como suspiros perfumados oferecidos ao ar, enquanto pequenas criaturas — humildes sentinelas do mundo silvestre — esgueiram-se entre os veios de sombra e luz, buscando alimento e refúgio contra olhos predatórios invisíveis. Acima, aves alteadas pelas correntes suaves do vento entoam cânticos cristalinos sob o dossel generoso das árvores carregadas, árvores estas que, magnânimas em sua fertilidade, permitem que maçãs, laranjas e outras dádivas arredondadas da natureza se desprendam com solenidade, repousando no chão como oferendas caídas de um paraíso tranquilo.
Texto só detalhado:
Hoje é um dia lindo e saudável, as gramas já verdes são banhadas pelo brilho dourado do sol e as flores desabrocham, pequenos animais, como insetos e roedores, estão se alimentando no meio das plantas e se escondendo de possíveis predadores, e os pássaros cantam sob a sombra de árvores frutíferas e cuidam de seus ninhos e bolotas, maçãs e laranjas caem dessas árvores.
 Chega a ser estranho quando tem gente que se irrita com qualquer textinho que só é detalhado pra aumentar a sensação ou pra deixar mais específico pro entendimento, enquanto ao mesmo tempo exigem um padrão mais parecido com a Prosa Roxa, porque não sabem a diferença entre algo poético e algo que só perde o sentido. Não sei se é por eu gostar dos Hobbits do Senhor dos Anéis ou de meras histórias de personagens tendo aventura no sítio dos parentes, como Sítio do Pica-Pau Amarelo, ou se foi só baseado em um exemplo que eu vi antes em um vídeo sobre redação, e que eu parafraseei, mas não foi à toa o exemplo sobre detalhar um campo ensolarado com bichinhos, flores e árvores, a versão normal deu entre 5 e 7 linhas, já a Prosa Roxa, entre 11 e 15 linhas (isso na tela do PC, o número menos sendo quando eu tô editando, e o número maior quando aparece pra vocês lerem, e não vi se o número muda ao ler no celular).
 Hoje mesmo eu deixei um episódio quase pronto, e por isso fui fazer esse blog pouco antes de publicar o episódio de Projeto Dream.

Até mais!

26 de set. de 2025

2025 tá sendo meu ano

Eu estive viajando em alguns Domingos desse Setembro, e cara, 2025 tá sendo meu ano mesmo. 18 de Maio eu tinha ido pra um Zoológico com minha família, e vou deixar umas fotos juntas com as de um passeio na minha cidade em 20 de Abril, e uma viagem à Barra Bonita em 19 de Janeiro, assim como mostrarei no final umas viagens e experiências minhas de Setembro.

Chefão secreto!
Enfim, infelizmente no zoológico eu tirei mais fotos do ambiente que dos bichos, porque pra começar tinha uns que ficavam se escondendo nos habitats, então acabei só conseguindo mostrar as fotos dos animais mais quietos.
Da terceira foto acima, o máximo que eu lembro é que era de um lugar religioso, não é uma igreja como na foto abaixo, mas umas salas depois da onde eu tirei essa foto tinha uma mulher vendendo umas peças religiosas. No entanto, essas fotos de São Manuel foram no Jardim Dr. Pereira Vicente, um jardim botânico no centro dessa cidade em que há árvores, uns comércios por perto (incluindo Chiquinho Sorvetes, museu e um posto de gasolina), e o Coreto Maestro Pedro Catalan (que, sendo sincero, eu não gosto das músicas do coreto justamente porque são muito altas e eu tenho um trauma por minha audição ser sensível, e quando eu era criança eu tomava susto fácil).
 Entre essas fotos, uma dessas abaixo inclui um canto do tal Coreto Pedro Catalan, outra tem o busto do Dr. Adreher (aviador, médico, prefeito de São Manuel de 1957 a 1961, e por um tempo também empresário da Lacta) e Laudo Natel (que já participou de candidaturas a governador e prefeito de SP, mas como governador ele perdeu pro Faria Lima - o mesmo daquela avenida da capital -, e também foi fundador da CESP, uma empresa de energia que hodiernamente se fundiu à Votorantim Energia e à Auren Energia, e foi tesoureiro do time de São Paulo).
Essa viagem pra Barra Bonita em Janeiro inclusive foi o que me inspirou pra uma saga da Feirinha Espacial em Projeto Dream, que focava em personagens visitando (obviamente) uma feira de lojas alienígenas.
Juntos desses cristais, decorações e almofarizes, o que mais me chamou atenção foram os carrinhos de madeira (embora eu não tivesse dinheiro) e esses peixes empalhados (embora eu não tivesse espaço pra onde pôr), pra preencher esse canto também reutilizei umas fotos de quando fui a um evento Agro também de 2025, e falando em eventos na Fatec, o Sexto Ciclo/Semestre foi corrido demais, seja pelo TCC que eu tinha que refazer um monte de vezes, um trabalho interdisciplinar que eu tinha que entregar logo no dia que eu comecei a fazer (e sim, deu certo), e uma vez eu saí na porrada contra um valentão gordo da sala porque ele tava enchendo o saco dum colega meu e eu tava cansado dele fingir tar "pondo ordem" na mesma enquanto na realidade ele só tava fodendo a concentração e a moral da nossa sala, e beeem no dia que eu fui fazer o ensaio da formatura em 21 de Agosto, eu descobri que ele e umas amiguinhas dele reprovaram, e no dia 22 foi uma ótima formatura pra mim, seja por ser minha graduação, pela boa interação minha com o pessoal de lá, ou porque eu fui à Casa dos Espetos União pra comemorar porque realmente a formatura foi direta ao ponto e não tinha uma festa tão elaborada (isso nem é crítica ruim, valeu tudo a pena).
Dia 7 de Setembro eu fui a um evento de rock na Barra Bonita, porém pra mim as melhores partes foram as batatas fritas com cheddar e bacon e também a minha primeira vez que fui a um Teleférico.
Dia 14 eu fui com meus pais e minha avó comemorar o aniversário dessa avó no barco San Diego, também na Barra Bonita, e foi um dia bem relaxante e ao mesmo tempo uma boa experiência que eu tive (além das visitas a praias, como no dia 22 na Praia do Tombo do Guarujá), assim como pra minha avó também foi uma experiência incrível, e no dia 18, que eu tava trabalhando, teve um treinamento pra testar extintores de incêndio.
Essa penúltima foto parece álbum de Rage Against the Machine kkkkkkkk
Mas bem, não tirei tanta foto boa, mas o pessoal apresentou e testou extintores tipo A (pra incêndios de combustível sólido, como madeira, geralmente extintor com água), tipo BC (pra incêndios de líquidos ou de eletrônicos, que usa bicarbonato de sódio e de potássio, geralmente o extintor que tem em carros) e ABC (pra tudo, e que usa monofostato de amônia ou gás carbônico, o da segunda opção é tão forte que geralmente tem um tipo de boca pra segurar o gás carbônico que sai enquanto protege a mão), e tem essa foto de um dos bombeiros com um tipo de bolsa de água (que tem água suficiente pra enfraquecer alguns incêndios e dar tempo do caminhão chegar e apagar de verdade, vocês podem não achar que parece, mas pra mim lembra aquela mochila de água do Mario Sunshine).