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Homem-Aranha: O Herói de Todos os Públicos

3 de fev. de 2026

Misture até ficar original

O primeiro assunto é explicando inspirações de umas histórias.
Boingie eu me baseei na Disney dos anos 1940, também no Bimbo (principalmente porque pouco antes eu tava reassistindo a um vídeo do Pombo Atômico sobre um tal Eden e tinha um trecho sobre esse desenho) em Bendy and the Ink's Machine (que também tinha referências a Bimbo, e deu vontade de ouvir aquela música do "I am alive, immortalized"), também me baseei no Cartoon Dog (mesmo sendo variação do Cartoon Cat) e Oldest View, com uma frase "plagiada" de uma creepypasta de Mario (entre aspas porque a frase do "Vítima #1" é meio que uma copypasta também e a creepypasta que usei de referência era uma merda, mistério muito mal planejado e só aquele tipo de creepypasta qualquer de jogo medonho corrompido).

Eu conheci Oldest View por uma análise do Ryan Venceslau do curta (ou série, não lembro), mesmo já conhecendo as Backrooms de Kane Pixels, e mesmo não vendo o curta diretamente aquilo já mudou minha perspectiva sobre aquela estátua daquela foto do liminal space de shopping.
Antes eu via a estátua como na esquerda, com as mãos sendo tipo garras e o sendo um bicho medonho de boca aberta, lembro que a primeira vez que eu vi a foto foi num vídeo do Chuckcew explicando espaços liminares, mas depois de Oldest View, eu vi como realmente a estátua era pra ser.
Julien Reverchon, daquela estátua Rolling Giant, foi um naturista francês que seguia o comunismo utópico (que era basicamente o conceito comunista antes de Karl, o termo utópico vem tanto das perspectivas esperançosas quanto irrealistas à realidade pesada da época), pesquisou 2.600 espécies de plantas e cuidou de 20 mil espécimes (espécime é tipo unidade, enquanto espécie é mais o todo) no Jardim Botânico de Missouri em São Luís, em Illinois (mesmo estado que Smallville e Metropolis).

Já as Namomédicas, meio que era uma história que eu fiz inicialmente de teste só pra ver se o Chat GPT era mesmo bom em criar histórias, e era no mesmo ano que eu tava criando uns OC's (eu descrevia e o GPT avaliava ou adicionava algo), mas eu apaguei o chat que tinha a versão original do roteiro por ter chegado no limite de memória (nem dá pra contar como psicose de IA como muitos diriam, porque eu não tava "viciado" em IA, só tava usando ele pra pesquisar, ou pra testar OCs, ou como um tipo de bloco de notas, só que melhor porque às vezes o GPT completava algumas especulações minhas)
Realmente, as Namomédicas do "reboot" (que não marquei como reboot porque não teve realmente uma versão antiga) do conto "A Original" são muito mais simples que as do Projeto Dream, isso porque não teria foco em sexualidade e moda como o Projeto Dream, e sim em ser um tipo de romance com um tipo especial de médica/terapeuta. E sim, a casa do tal John Pepper é uma House of Leaves reversa, em vez de ser maior, ela é menor e mais torta por dentro que por fora.

Já o conto do Solomon Miller, O Homem Que Vendeu a Vida, mesmo não sendo nem da mesma realidade que Chronos Inc, nem que o Covil das Creepypastas, está reutilizando os mesmos personagens por ser do multiverso de Fenômenos, como se fosse um mundo qualquer, numa época qualquer, numa linha do tempo qualquer, que o Talon, da Máscara Preta, fosse visitar pessoalmente só pra testar os humanos.
Tive certas inspirações, como o Talon sendo um dos Lordes das Máscaras do Rei de Amarelo (que nessa cosmologia são as máscaras Vermelha, Amarela-Ocre, Azul, Verde, Marrom e Preta), tem a ver com a Fundação SCP, mas a história de Solomon colecionar relógios e o pai dele reclamar disso porque "segundo o Einstein o tempo é relativo" é baseado no Dr. Manhattan de Watchmen, que quando era um relojoeiro humano tinha algo assim em sua história, já o Solomon ser um vendedor autônomo, apesar das referências bíblicas (Sansão (ing: Samson) sendo um homem forte, e Elias (ing: Elijah) tendo milagres de cura e manipulação de água e azeite, e logo o Salomão (ing: Solomon) sendo um homem empreendedor e rico), tem mais a ver com o episódio de Twilight Zone de 1959, "The One For The Angels".

Esse episódio é bem criativo porém bem triste, é sobre um vendedor charlatão (quase o mesmo tipo do Solo) que era amigo gentil de crianças, mas quando a Morte (com um avatar masculino) ia buscá-lo, o próprio tenta dar um tipo de golpe e convencer a Morte a não ceifá-lo, mas em troca ele coloca uma das garotas que ele era amigo em coma, e teria até meia noite pra ceifar ela de uma vez, o charlatão tenta vender muita coisa que ele tinha pra atrasar a Morte, mas como não dava tempo, ele resolveu vender a própria vida em troca de deixar a pequena em segurança.
Eu achei essa foto casualmente e eu sempre gosto de ver essa foto por ela ser só uma foto num ângulo perfeito e ser uma das fotos mais fodas que vi no Facebook.
Agora sobre umas curiosidades que eu tava pesquisando sobre:
Sobre Chá Mate:
  • Propriedades: Contém cafeína (chamada também de “mateína”).Rico em antioxidantes, como xantinas e saponinas; possui vitaminas B, C e E, além de minerais como magnésio e potássio.
  • Benefícios: Estimulante mental (melhora o foco e reduz fadiga).Pode ajudar na perda de peso (acelera metabolismo); ação anti-inflamatória e melhora da digestão; redução do colesterol ruim (LDL) em alguns estudos.
  • A marca Matte Leão existe desde 1901 e é grande líder de mercado, fundada pelo empresário paranaense Agostinho Ermelino de Leão Júnior (origem do nome da empresa no sobrenome)
Sobre Chá Verde:
  • Propriedades: Rico em catequinas (principal: EGCG – epigalocatequina galato); contém cafeína, teanina (um aminoácido relaxante); é mais leve que o Chá Preto, uma variação mais fermentada.
  • Benefícios: Fortíssimo antioxidante: combate radicais livres; auxilia na queima de gordura e emagrecimento; potencial de prevenção de doenças cardiovasculares; melhora da função cerebral (por ação combinada de cafeína e teanina); efeito calmante sem sonolência, por causa da teanina.
  • O Chá Verde foi descoberto no Sudeste da China e Norte do Myanmar na Idade Antiga, com água quente e folhas de camellia sinensis (flor de chá).
Sobre Chá Preto:
  • Propriedades: Mais oxidado, o que lhe dá a cor escura e sabor forte; rica em teaflavinas e tearubiginas (antioxidantes formados durante a oxidação de antigas catequinas, polifenais comuns em materiais com cafeína, como cacau e café); contém mais cafeína que o chá verde (mas ainda menos que o café).
  • Benefícios: Melhora da atenção e foco mental; ajuda na saúde intestinal, estimulando boas bactérias; reduz riscos cardíacos (ajuda a controlar pressão e colesterol); pode ajudar no controle da glicemia.
  • Chá preto é feito de folha de chá fermentada, enquanto chá verde é feito de folha de chá pura.
Sobre Pistache:
  • Benefícios: Ajuda no controle de glicose no sangue; rico em gorduras boas (monoinsaturadas); auxilia na saciedade, favorecendo dietas para perda de peso; saúde ocular (luteína e zeaxantina).
  • Na culinária: Muito usado em sobremesas refinadas (sorvetes, tortas, macarons); presente em doces árabes e mediterrâneos (baklava, halva); também usado em pestos salgados, molhos e até como crosta para carnes; combina muito com rosas, água de flor de laranjeira e frutas secas.
  • Em 2021 criaram em Dubai, especificamente pela Fix Dessert Chocolatier, um sabor de chocolate com kadaif (um tipo de fios macios de massa, tipo a barba-de-dragão que ficou viral em 2024) de pistache.
Sobre Avelã:
  • Benefícios: Alta capacidade antioxidante; reduz colesterol ruim (LDL); melhora a saúde cerebral (graças à vitamina E e gorduras boas); boa para o coração e prevenção de doenças neurodegenerativas.
  • Na culinária: Base de produtos como Nutella (avelã + cacau); muito usada em chocolates finos, trufas, tortas e bombons; ingrediente clássico de praliné e gianduia (mistura de avelã e chocolate); combina com baunilha, caramelo, café, frutas vermelhas.
  • A marca italiana de chocolates Nutella surgiu com o uso de avelãs misturadas no cacau pelo cacau puro ser incomum na Europa da época e por isso ser mais difícil fazer chocolates amargos ou ao leite. O nome antigo da marca era Gianduja, baseado em Gioan d'la Douja (algo tipo João da Caneca, e Douja (pronúncia Duía) era um tipo de caneca de cerâmica), um personagem popular na Itália Vitoriana.
Biombo é uma estrutura dobrável usada para dividir ambientes ou decorar espaços. Ele é composto por painéis articulados, geralmente de madeira, papel ou tecido, que podem ser abertos ou fechados de acordo com a necessidade, e eu JURO que lembro que onde eu mais vi esses biombos foi em desenhos da Disney, como em Nem Que a Vaca Tussa e no jogo de SNES Magical Quest, em que o Mickey ou o Donald usava pra transformar de roupa. É bom para:
  • Separar ambientes em casas, estúdios ou consultórios.
  • Adicionar um toque artístico ou cultural à decoração.
  • Criar privacidade temporária, como para trocar de roupa.
Futon é um tipo de colchão tradicional japonês, feito para ser colocado diretamente no chão (geralmente sobre um tatame) e enrolado ou dobrado após o uso, além de serem uma decoração bem fofa e pode ser colocada sem suporte tipo o de camas.
  • Leve, dobrável e fácil de guardar.
  • Normalmente composto de algodão ou materiais similares.
  • Economiza espaço.
  • Permite maior ventilação do ambiente.
  • Pode ser benéfico para a postura (embora dependa da pessoa).
EpiPen é uma injeção autoinjetável de adrenalina usada como tratamento de emergência para reações alérgicas graves - chamadas de anafilaxia. Tinha algum lugar em alguma gameplay que eu vi que falava de Epipen ou outra injeção de adrenalina quando tem um game over que o boneco morre ferroado por abelhas.
  • A pessoa pressiona o EpiPen contra a coxa (mesmo por cima da roupa).
  • Ele injeta rapidamente a adrenalina no corpo.
  • Usado pra alergia a alimentos (tipo amendoim), picadas de insetos e alguns remédios.
Eu tinha pesquisado sobre tipos raros de carvão, um deles é o Binchotan, de 95% de pureza de carbono, tão pouco orgânico que parece até metálico, e isso me lembrou uma coisa no antigo RPG Ninja, em que os anões do deserto de Cuzãorock (nessa série tinha nome de assim pra pior em vilas, reinos e até personagens) que podiam criar armaduras de qualidade mesmo com carvão, o que pode ter sido roteirizado nessa história só pra ser tipo um milagre da tecnologia dos anões mas... Hoje em dia eu acabo associando esse detalhe a esse Binchotan (um "carvão metálico").
  • Queima a altas temperaturas, sem fumaça e com calor infravermelho constante, sendo ideal para churrasqueiras yakitori.
  • Usado por chefs para grelhar, pois produz calor intenso, estável e não altera o sabor dos alimentos com fumaça.
  • Absorve cloro e impurezas, além de liberar minerais alcalinos (calcio, magnésio), melhorando o sabor da água. Basta ferver por 10 min a cada mês para reativar.
  • É reutilizável. Após perder a utilidade para grelhar, pode ser usado para absorver odores (sapatos, geladeira) ou quebrado para colocar no solo de plantas.
  • É um produto caro devido à sua alta qualidade, produção tradicional demorada e complicada, e disponibilidade limitada que se complica com a demanda alta. 
Eu antes achava que a têmpera de metais envolvia apenas "endireitar" a lâmina ao super aquecer, e esfriá-lo em algum tipo de líquido rico em metais, depois eu achei que o óleo da têmpera polia muito precisamente a lâmina, mas depois eu descobri que na verdade super aquecer a lâmina de ferro torna num metal novo (austenita), e passar no óleo frio ou água tornava em mais um metal (martensita), e que a espada até mesmo precisa de retoques pra manter resistência porque senão a martensita quebra mais fácil.
  • No Japão as katanas são fracas e exigem técnicas corretas pra cortar por causa das lâminas finas, já que no Japão tem pouco ferro, e os minérios que tinham era em areia de ferro e ferro gusa (chamado de ferro porco, ou iron pig, porque esse minério era uma porcaria em épocas antigas porque armas fortes de ferro precisavam ter pouco carbono), e se eles dobrassem (aquelas marteladas no ferro) de mais, a espada ficava quebradiça ou quebrava durante a forja, por isso era necessário ter só o fio cortante e duro, com mais ferro, e a costa da lâmina mais mole com mais carbono.
  • O Aço Damasco usava essa técnica com várias camadas, com as camadas com cada vez menos carbono e sendo mais duras e cortantes, e era tão forte que katanas de Damasco eram ditas capazes de cortar aço, essa tecnologia foi perdida por volta do Século XVIII (última época que as espadas originais foram usadas), mas em 1973 a tecnologia foi recuperada por Bill Moran e é hoje utilizado em facas de alta qualidade.
  • Aço de Damasco citado no tópico anterior também é a inspiração do Aço Valiriano dos livros de Gelo e Fogo, ou Game of Thrones, do George Martin, com também a história de ser um aço capaz de cortar outros aços, mas que foi perdido com a queda do povo de origem.
Sobre resinas e madeira comestível:
  • Resinas começam como defesa da planta (tipo pus ou cicatrização)
  • E viram:
    • verniz
    • cola
    • plástico
    • combustível
    • isolante
    • âmbar (literalmente fossilização de resina)
  • Palmito é literalmente madeira comestível, especificamente caule de palmeiras (Jussara (que tá proibido porque tá em ameaça de extinção), Açaizeiro (sim, da mesma árvore que a fruta Açaí) e Pumpunha).
  • Canela também, mas é da casca do pé de canela, uma planta indiana.
    • Já desmentindo uma palhaçada, na Idade Média o pessoal não comia carne podre, o pessoal tinha o senso MÍNIMO de comer as carnes no exato dia que abate o animal, mesmo quando sobra, dá pra conservar curando, madurando ou defumando, e especiarias podem até impedir decomposição.
Sobre Ferro e Titânio:
  • muita gente superestima o titânio e falam do quão superior ele seria ao ferro, mas na prática, o titânio tem como maior vantagem seu uso na medicina, por ser leve, ainda muito resistente, e não reagir no corpo, enquanto pra equipamentos o ferro e aço ainda é superior, principalmente porque por ser pesado ele aguenta mais dano e por isso tem mais força.
  • tanto que em Miniguns a desvantagem da variação de ferro é ela ser pesada e superaquecer fácil, e a desvantagem da de titânio é ela ser menos resistente, por isso atualmente tem Miniguns híbridas com peças de aço mais resistente a dano e peças de titânio resistentes a calor e isso deixa ainda mais leve, mesmo sendo uma arma tão pesada e forte que é impossível um humano segurar ela enquanto luta andando.
  • também tem uma parada transitória na Idade Antiga que é que o ferro é mais forte que o bronze, mas demorou pra ser uma regra de superioridade porque o ferro ainda era raro, duro demais para manusear e também não tinha ferro suficiente para peças úteis, como lâminas (tanto que no Antigo Egito as pessoas até achavam que ferro meteórico, apelidado Ba En Pet (metal do céu), seria um mineral diferente, assim como no Egito e Japão lâminas de aço meteórico era até mesmo símbolo de status, como os Tentesutous japoneses), assim como pelo ferro "estragar" (ferrugem) mais facilmente que o cobre ou bronze muita gente até mesmo tentava usar uma função a mais ao ferro, que são tintas de ferrugem, como era em celeiros antigos resistentes a fungos.
  • os celtas tinham como maior destaque seus arsenais de ferro, que eles aparentemente aprenderam a derreter e moldar melhor esse metal, assim como os cavalos tinham ferraduras em vez de, como eu vi em cavalos romanos e egípcios, um equivalente a meias/sapatos de tecido, e talvez a superstição do ferro ser um "repelente de fadas" tenha surgido pelo uso muito maior deles do ferro do que só uma crença desesperada por amuletos.
  • espartanos faziam "moedas" em forma de prego, feitas de ferro, justamente porque, assim como é ruim de guardar, é mais difícil de roubar e esconder.
Pouco antes de terminar, vou falar algo que me aconteceu e não sei mais onde anotar.
Uma vez eu achei que fiquei diabético, com boca seca, diarreia e emagrecendo muito rápido, porém, algo estranho aconteceu: Uma vez eu senti minha boca FORMIGANDO de tão seca, e só parava quando eu comia algum doce (tipo algum bombom), por isso eu pensei tipo "não posso ficar refém de doce", aí quando eu comecei a comer mingau, isso passou. Se foi diabetes, as fibras filtraram açúcar e gordura suficientes para impedir a diabetes de ficar de vez no corpo, se foi hipoglicemia (pouco açúcar, que eu percebi que seria mais a ver pela boca formigando e pela fome excessiva e eu suar com bem menos esforço que eu suava antes), a fibra desacelerou a digestão e corrigiu absorção de açúcar e nutrientes.
Eu fiquei ressecado depois de uma diarreia, e no trabalho eu caguei tão grosso no banheiro que isso me causou uma fissura, e a dor é praticamente infernal, parecia que eu enfiei uma faca no anel, mas além de pelo menos a fissura anal aguda durar no máximo 2 semanas, então durante esse tempo juntei umas soluções:
  • Comer bananas e continuar comendo mingau.
  • Passar hipogloss ou hidratante no anel (não dá pra passar os dois, o hipogloss não mistura e nem completa direito com creme hidratante).
  • Beber água até a urina ficar sem cor.
Até mais!