[Esse conto pode lembrar um pouco o que eu fazia em Projeto Dream com os spin-offs do Stanley, isso porque fazia um tempo que eu não fazia alguma história sobre cotidiano ou algo tão simples como os contos anteriores]
Na mercearia Ferreira Trigo, com o Seu Ferreira como caixa, chefe e cozinheiro que fazia os pães, bolos e salgados, e organizava os produtos à venda, e o Kubler Ross como empacotador à Segunda e Quarta, faxineiro à Terça, Quinta e Sexta, caixa ao Sábado para ajudar o Ferreira a atender as pessoas que aparecem em maior quantidade nesse dia, e mensalmente o chapa que ajuda a pegarem as cargas novas de refrigerantes, caixas de doces, sacos de salgadinhos, potes de xampus e condicionares, sabonetes, entre outros.
Mesmo com um ou outro trabalhador novo participando pra ajudar nesses serviços, não era o suficiente pro Kubler ter mais respiro ou mais eficiência, e então, num Sábado em que o Kubler Ross estava há tempo de mais no banheiro da mercearia, o chefe Ferreira tentou chamar pra voltar ao trabalho.
"Seu Ross, volta logo, não tô conseguindo fazer as coisas aqui sozinho"
"Eu não consigo"
"Não consegue sair? O que quer dizer?"
"Eu não consigo mais trabalhar! Eu quero sair!"
"... Quer ficar um tempo fora?"
Seu Ferreira não entendia o que estava acontecendo, mas tenta propor ao Kubler Ross um certo tempo fora da mercearia Ferreira, recomendando que ele nem ficasse perto da loja por duas semanas, o que pro Ferreira era só uma dispensa ou umas férias, pro Kubler era uma demissão, nos primeiros dias, ele estava tão cansado que mal conseguiu sair do quarto, depois, saiu ao bar com os amigos e pra um parque com a esposa Betina e com a filha Susaninha, e por fim, ajudou a mãe e a irmã em casa, porém, nos últimos dias dessas "férias" ele se sentia mal, e mal conseguia sair do quarto por arrependimento e tristeza.Susaninha nem entendia a situação do papai, só queria brincar e comer, já a mãe Valéria Ross estava brava com o seu filho agindo tão mole depois de tudo que passou, a irmã Maria Ross até tentava conversar com ele, o Kubler estava extremamente deprimido, mas a Betina ainda quer lhe dar certeza que há esperança.
Kubler para de se remoer e reclamar, Kubler resolve voltar um dia após as duas semanas, e quando o Ferreira atendia ele, ele o dava novas boas vindas, e diz que ele podia se acalmar, o trabalho estava mais tranquilo, e ele podia trabalhar de Segunda à Quarta agora.
Fim!
1 de mar. de 2025
Qual é o Elemento da Vida?
[Esse conto será tão simples e curto quanto o anterior, e será em primeira pessoa pra expressar melhor a experiência de Pirison, o personagem principal]
Acordei, são 5 horas da manhã e pude conhecer meus amigos Aeri, Terroa, Hidrika e Selene em outro mundo nos meus sonhos, mesmo eles não estando mortos, depois da ascensão dos humanos preferimos nos isolar pra que ninguém nos atrapalhasse de nossos trabalhos mágicos, mas enfim, no mundo físico, tive que continuar.
Preciso misturar as ervas helênicas e menta com o que vocês chamam de bicarbonato, só preciso misturar na água e passar num cabo de pincelaneto, uma gramínea cilíndrica que estou cultivando, nunca me senti tão bem aliviando minha boca e deixando meus dentes brancos como diamante de novo, e depois, um café da manhã de uma fatia de torta de porcofante com erva ctônica e vinho, e no almoço depois de preparar minhas poções, três fatias, o meu gaspto de estimação não parava de olhar, ele tá até que gordinho, mas não resisti e deixei ele também comer uma fatia.Tudo tão quieto e confortável, e depois de regar minhas ervas e dar comida aos meus pássaros verdes à tarde, eu olho as estrelas à noite, pra muitos mero desenho do passado, pra outros o desenho do futuro, mas quem sabe, eu deveria olhar, em vez de para cima, ao meu redor, sabe, vocês humanos, tinham potencial pra se desenvolverem com seus brinquedos de metal, mas são estúpidos o suficiente pra usá-los pra destruir o mundo que vocês mesmos vivem.
Se sentem ricos por não terem árvores e grama perto de suas casas, mas o ar sem elas é podre, e vocês nesses ursos de ferro nunca têm espaço nas estradas que vocês mesmos prepararam para eles, e algo que parece tão mais fácil, como se sentar na frente de uma tela elétrica e escrevendo elas nessas pedrinhas de uma tábua mole, parece estressar vocês, eu entendo, até eu que não tenho uma sociedade pra conviver busco fazer algo diferente pra romper minha rotina em algo novo, mas quem sabe, olhando pro outro lado, há outros de vocês, que reconhecem as árvores, quando possível andam sobre as próprias pernas, e podem trabalhar limpando essas ruas e vendendo os petiscos que vocês cozinham.
Vocês vivem juntos, dependem uns dos outros e têm esperança, só não podem abandonar a sua liberdade para acreditar que é certo porque seus líderes te dizem que os seus pecados são mais importantes, e que os maiores bolos e os ouros mais brilhantes deveriam ser a única coisa a consumir pra ficar feliz, quebre o ciclo.
O elemento da vida é fazer algo diferente.
Acordei, são 5 horas da manhã e pude conhecer meus amigos Aeri, Terroa, Hidrika e Selene em outro mundo nos meus sonhos, mesmo eles não estando mortos, depois da ascensão dos humanos preferimos nos isolar pra que ninguém nos atrapalhasse de nossos trabalhos mágicos, mas enfim, no mundo físico, tive que continuar.
Preciso misturar as ervas helênicas e menta com o que vocês chamam de bicarbonato, só preciso misturar na água e passar num cabo de pincelaneto, uma gramínea cilíndrica que estou cultivando, nunca me senti tão bem aliviando minha boca e deixando meus dentes brancos como diamante de novo, e depois, um café da manhã de uma fatia de torta de porcofante com erva ctônica e vinho, e no almoço depois de preparar minhas poções, três fatias, o meu gaspto de estimação não parava de olhar, ele tá até que gordinho, mas não resisti e deixei ele também comer uma fatia.Tudo tão quieto e confortável, e depois de regar minhas ervas e dar comida aos meus pássaros verdes à tarde, eu olho as estrelas à noite, pra muitos mero desenho do passado, pra outros o desenho do futuro, mas quem sabe, eu deveria olhar, em vez de para cima, ao meu redor, sabe, vocês humanos, tinham potencial pra se desenvolverem com seus brinquedos de metal, mas são estúpidos o suficiente pra usá-los pra destruir o mundo que vocês mesmos vivem.
Se sentem ricos por não terem árvores e grama perto de suas casas, mas o ar sem elas é podre, e vocês nesses ursos de ferro nunca têm espaço nas estradas que vocês mesmos prepararam para eles, e algo que parece tão mais fácil, como se sentar na frente de uma tela elétrica e escrevendo elas nessas pedrinhas de uma tábua mole, parece estressar vocês, eu entendo, até eu que não tenho uma sociedade pra conviver busco fazer algo diferente pra romper minha rotina em algo novo, mas quem sabe, olhando pro outro lado, há outros de vocês, que reconhecem as árvores, quando possível andam sobre as próprias pernas, e podem trabalhar limpando essas ruas e vendendo os petiscos que vocês cozinham.
Vocês vivem juntos, dependem uns dos outros e têm esperança, só não podem abandonar a sua liberdade para acreditar que é certo porque seus líderes te dizem que os seus pecados são mais importantes, e que os maiores bolos e os ouros mais brilhantes deveriam ser a única coisa a consumir pra ficar feliz, quebre o ciclo.
O elemento da vida é fazer algo diferente.
Vida Secreta da Vovó
[Estive estressado demais pra muita coisa, inclusive conversar com webamigos ou desenhar, e histórias como essa e algumas que tão por vir são pra desestressar, algumas não serão de ação e nem terão a ver com o Projeto Dream, embora sejam do J-verso por direito]
Era uma vez, num país habitado pelos raposinos, uma casa com fazenda no meio de um vale, cercado por uma floresta de árvores baixas e uma variedade de ervas coloridas, está sendo visitada pela sua família, com o seu filho José, sua nora Júlia e a sua neta Anaria.
José e Júlia foram ajudar a Avó Oneida a alimentar os pequenos porcos e leitões, colher os algodões, as abóboras, o trigo e os milhos pra próxima colheita, e Anaria foi brincar no campo, vendo as plantações, as colmeias e o chiqueiro, porém, quando foi sair mais longe da casa, ela encontrava um grande rio e, acompanhando a correnteza, depois de várias folhas coloridas e cheirosas, ela vê bem mais a floresta.
Na primeira área, Anaria interagia e brincava com as fadas rosa que encontravam, em uma campina bem aberta, sob uma luz azulada e sob um gramado branco com pedras pretas entre as gramas, na segunda, Anaria voava montada em joaninhas gigantes em uma floresta de grandes lápis gigantes, e era perseguida por macacos azuis de olhos vermelhos, e subindo numa colina por sua segurança, ela acha uma terceira área.
Em uma grande caverna de queijo com minérios de nachos e salame, comestíveis e que a Anaria parava pra tirar algumas tiras das pedras, ela encontra uma saída, e na quarta área um grande mar que aparentava subir de volta pra sua casa, no vale da vovó, porém, ela teve que conversar com as mulheres-águas-vivas que viviam nas praias, e elas dizem que cruzar por aquele oceano só seria possível com um Cruzador Elemental dos Mares (CEM), um tipo de prancha usada pelos magos para viajar entre aquelas áreas que a Anaria havia passado, e elas antes de oferecerem a saída pra ela, entregavam-lhe uma bala azul e rosa, que Anaria recusa pouco antes de ouvir o aviso delas de que não havia um surfista profissional pra levar ela.
Mas antes que Anaria chorasse com o fato de não haver magos e ela não saber surfar, a Avó Oneida era vista descendo a partir de uma maré alta, surfando ao lado do nado de pães-gofinhos castanhos de diferentes tamanhos, e ela chegava à Anaria.
"Vovó Oneida!"
"Anaria, por que você saiu da minha casa e como parou aqui?"
Anaria, desesperada e chorando, tentava se explicar, mas Oneida dizia pra que ela se acalmar, enquanto ela se desculpa com as mulheres-águas-vivas, e levava Anaria embora com o seu CEM, e quando voltavam pra casa, os pais de Anaria nem pareciam questionar o que estava acontecendo, como se pra eles não tivesse passado nem 10 minutos, e então, depois das horas mais tranquilas e tediosas, que faziam Anaria voltar a usar seu celular (algo que ela não teve tempo de ver além das horas de tão impressionava que estava com aquele Novo Mundo), a família voltava pra sua casa, e Anaria agradece a Oneida alegremente.Fim!
Era uma vez, num país habitado pelos raposinos, uma casa com fazenda no meio de um vale, cercado por uma floresta de árvores baixas e uma variedade de ervas coloridas, está sendo visitada pela sua família, com o seu filho José, sua nora Júlia e a sua neta Anaria.
José e Júlia foram ajudar a Avó Oneida a alimentar os pequenos porcos e leitões, colher os algodões, as abóboras, o trigo e os milhos pra próxima colheita, e Anaria foi brincar no campo, vendo as plantações, as colmeias e o chiqueiro, porém, quando foi sair mais longe da casa, ela encontrava um grande rio e, acompanhando a correnteza, depois de várias folhas coloridas e cheirosas, ela vê bem mais a floresta.
Na primeira área, Anaria interagia e brincava com as fadas rosa que encontravam, em uma campina bem aberta, sob uma luz azulada e sob um gramado branco com pedras pretas entre as gramas, na segunda, Anaria voava montada em joaninhas gigantes em uma floresta de grandes lápis gigantes, e era perseguida por macacos azuis de olhos vermelhos, e subindo numa colina por sua segurança, ela acha uma terceira área.
Em uma grande caverna de queijo com minérios de nachos e salame, comestíveis e que a Anaria parava pra tirar algumas tiras das pedras, ela encontra uma saída, e na quarta área um grande mar que aparentava subir de volta pra sua casa, no vale da vovó, porém, ela teve que conversar com as mulheres-águas-vivas que viviam nas praias, e elas dizem que cruzar por aquele oceano só seria possível com um Cruzador Elemental dos Mares (CEM), um tipo de prancha usada pelos magos para viajar entre aquelas áreas que a Anaria havia passado, e elas antes de oferecerem a saída pra ela, entregavam-lhe uma bala azul e rosa, que Anaria recusa pouco antes de ouvir o aviso delas de que não havia um surfista profissional pra levar ela.
Mas antes que Anaria chorasse com o fato de não haver magos e ela não saber surfar, a Avó Oneida era vista descendo a partir de uma maré alta, surfando ao lado do nado de pães-gofinhos castanhos de diferentes tamanhos, e ela chegava à Anaria.
"Vovó Oneida!"
"Anaria, por que você saiu da minha casa e como parou aqui?"
Anaria, desesperada e chorando, tentava se explicar, mas Oneida dizia pra que ela se acalmar, enquanto ela se desculpa com as mulheres-águas-vivas, e levava Anaria embora com o seu CEM, e quando voltavam pra casa, os pais de Anaria nem pareciam questionar o que estava acontecendo, como se pra eles não tivesse passado nem 10 minutos, e então, depois das horas mais tranquilas e tediosas, que faziam Anaria voltar a usar seu celular (algo que ela não teve tempo de ver além das horas de tão impressionava que estava com aquele Novo Mundo), a família voltava pra sua casa, e Anaria agradece a Oneida alegremente.Fim!


