Moyobamba, Peru, ano de 2024, um homem cego aposentado chamado Miguel Gonzales, que serviu ao exército até seus 78 anos e sobreviveu à pior pandemia da atualidade, está em sua casa, assistindo a uma novela na sua sala de estar em uma noite chuvosa, até que ele começa a escutar sua porta batendo de fundo, ele resolve ir lá ver e percebe que é um entregador, que estava carregando uma caixa com uma encomenda.
- Com licença, é aqui a casa de Iago Gonzales?
- Não, mas eu sou o pai dele, Miguel Gonzales.
- Ótimo, ele está aí?
- Não, mas ele vem me visitar amanhã, eu mesmo deixo isso guardado para ele.
- Certo, você é uma ótima pessoa.
Com isso, o entregador vai embora, em seguida, Miguel guarda essa caixa com cuidado, em um local fácil de achar, afinal, ele é cego e pode acabar esquecendo onde guardou se for difícil de ver de primeira vez, não para ele(afinal, ele nem vê mais), mas sim para seu filho, alguém realmente saudável. Após isso, ele volta a assistir sua novela, apreciando aquelas lindas vozes, conversas, longos diálogos, brigas, efeitos sonoros, e ele conseguia ter uma breve sensação de como são as cenas, já que ele nem sempre foi cego, ele se tornou assim apenas durante seu trabalho, aos 50 anos, que um acidente acabou queimando seus olhos de uma só vez.
Ao chegar da madrugada, ele finalmente dorme, mas enquanto isso, um grupo de 6 ladrões estava pronto para assaltar sua casa, porém eles vêem um problema que é o fato de, ao invés de só ter as portas trancadas e janelas fechadas e protegidas, também ter um muro ao redor dela, o que para eles parecia ainda pior para eles furtarem, pois já era difícil arrombar uma porta ou arrebentar uma janela, então imagina fazer esse trabalho mais de uma vez por roubo. Então eles tentam arrumar uma atitude um tanto arriscada que é de pular o muro, mas poucos segundos antes deles terem essa ideia, um cachorro começa a latir muito alto e assusta os jovens bandidos.
O grupo tenta pensar rápido em como tirar aquele cachorro do caminho, porque pelo som dos latidos, era realmente um cachorro de grande porte, daqueles que, mesmo que sejam bonzinhos quando bem cuidados, são muito ferozes com estranhos, por sorte, o velho tem um sono bem pesado, então ele não está reagindo a isso de jeito nenhum, porém, ao subirem o muro para verem o quintal da casa, eles vêem que tem uma região separada entre a em que o cachorro está e a em que se coloca o carro, então um deles consegue chegar nesse lado da casa e descobre uma entrada na garagem, então ele chama os outros para subirem o muro no lado onde ele está e eles conseguem entrar finalmente, porém, Miguel acorda para usar o banheiro, eles escutam passos próximos da onde eles estão, e o velho cego, aproveitando que ia para o banheiro mijar, se esconde lá dentro para evitar ser atacado, ele reconheceu que sua casa está sendo invadida, não teria como alguém que ele conhece ter uma chave e entrar lá, ainda mais com o seu Rottweiler latindo, já que o pet dele é dócil com os conhecidos dele.
Senhor Gonzales está determinado, depois de dar a descarga, ele corre para as escadas e sobe até seu quarto, e quando ele escuta o som de um dos ladrões reagindo estranho para ele coincidentemente avançando contra o mesmo ele nocauteia na hora, e Gonzales, após tirar um dos ladrões do caminho, fecha a porta do quarto e saca sua arma e espera a pessoa acordar para interrogá-la.
- Muito bem, agora que você se recuperou, me dica. Quem é você e quem mais está contigo?
- Como você sabe que eu sou um desconhecido, pelos seus olhos você parece cego.
- Essa voz, não é de ninguém que eu conheço e você não pode me convencer o contrário, eu sou cego, mas também não sou um imbecil, e mais, você deveria mesmo tomar um banho.
- Droga...
- Me diga, quem é você, e onde os outros estão?
- Tá bom, eu sou Pablo, e outros que estão comigo são Donatelo, Matheus, Maria e Juan!
- Certo...
Gonzales já mata o homem com um tiro, guarda o corpo e limpa o sangue, e antes de sair, ele tenta reconhecer onde esses outros "quatro" estão, mas ele sente pessoas a partir de 3 regiões, sendo que duas delas parecem ter mais de uma pessoa, então ele calcula quantas ele tem de eliminar, resultando assim num total de cinco, então ele estranha o fato dele mencionar apenas quatro se, contando com aquele tal Pablo, eram seis. Então Miguel já sai de seu quarto e mata Donatelo, que estava no banheiro, com um tiro, depois começa a perseguir Matheus e Juan, que estavam vulneráveis mas conseguem desviar das balas do Miguel, e então os ladrões começam a se esconder, ao saber que o dono da casa possui uma arma de fogo, mas de repente o mesmo cachorro do homem cego aparece, entrando pela porta de cachorro, localizada na porta da frente da casa, e atacando Juan, que pega um canivete e tenta atacar, mas Miguel, ouvindo o homem sacando uma faca, interfere e salva seu cachorro, espancando Juan até a morte, Maria e Rodrigo ficam desesperados com a força daquele homem e por ele ter matado um dos poucos que possui uma arma, enquanto Miguel pega o canivete de Juan, o cachorro persegue os outros ali e ataca Maria e a mata quebrando seu pescoço com uma mordida, e Miguel continua a caça aos ladrões, e descobre que Matheus também pegou uma arma, nesse caso uma faca, inclusive consegue fazer um corte no braço direito de Miguel, que com sua habilidade de combate consegue contra atacar cortando a garganta de Matheus.
Agora só sobra Rodrigo, o último e aquele que não foi mencionado por Pablo, ele está sendo perseguido enquanto procura alguma coisa para levar embora, ele se recusa a ter de fugir de um homem velho, ele se sentiria humilhado por isso mesmo sem imaginar que este homem seja cego, pois o mesmo possui outros sentidos tão bons que disfarça essa ideia.
E então o homem cego se encontra com Rodrigo, que estava procurando alguma coisa lá no porão da casa dele para roubar, mas não achava nada, e ele se sente ainda pior ao se encontrar com o velho, mas sem a menor consequência, ele tenta desafiar o velho.
- O que você vai fazer, chamar a polícia?
- Não. Ainda pior.
Miguel então saca sua arma e atira na virilha de Rodrigo, o causando uma dor insuportável, como se ele estivesse parindo um abacaxi inteiro por onde foi atingido começando pela base, e Miguel puxa um canivete e raspa uma parte da pele do último assaltante e fazia várias perguntas, sobre de onde ele veio, qual é o nome dele, se ainda sobra mais gente, e Rodrigo só responde com informações falsas, por causa do desespero e achando que aquilo iria o ajudar, mas não adianta, pois Miguel o força a responder certo e depois o executa de uma vez.
Depois disso, ele leva todos os corpos embora e joga fora, e no dia seguinte, passa-se uma notícia de 6 jovens que acabaram desaparecendo depois de tentarem invadir a casa, e Iago Gonzales visita seu pai, que o pede para limpar a casa.
Fim!
29 de mar. de 2021
O que eu mais odeio em Dragon Ball Z
[Esse blog será bem mais subjetivo e pessoal do que parece, por isso não há categoria de "Explicação" que nem outros blogs meus que não têm intenção narrativa, afinal, esse post não se passa de um desabafo]
Ultimamente, eu estou acompanhando Dragon Ball Super(que nesse momento só o mangá está sendo continuado), logo depois de assistir muitos outros animes do tipo Shounen, e cheguei a uma conclusão sobre a franquia Dragon Ball: DBZ é muito superficial quando o assunto é poder. Isso pode parecer um baita de um embuste ou coisa que alguém que "não aprecia a obra" falaria, mas me acompanhe.
Inicialmente, o Dragon Ball clássico tinha muito de estratégias entre os personagens mais fracos, pois com isso eles compensariam seu poder baixo, como foi mostrado principalmente no torneio da Vovó Uranai, enquanto os guerreiros mais fortes combinavam suas técnicas especiais com sua força, mas no Z é puramente baseado na força.
Literalmente, a únicas lutas que tiveram estratégia foram até a saga de Namekusei, e olhe lá.
Porém, sempre parecia que o roteiro abomina estratégia superando poder bruto, porque sempre tinha alguma porcaria que atrapalhava os heróis quando eles faziam isso, como o Goku caindo na lábia do Raditz, o Nappa se adaptando contra os Guerreiros Z ou os soldados de Freeza inevitavelmente se recuperando e indo atrás de Gohan e Kuririn. E a luta só dava certo quando os personagens superavam seus inimigos.
"Ah, mas contra os saiyajins eles realmente se esforçaram", não, porque primeiramente o Goku e o Piccolo só estavam enfrentando o Raditz na base da porrada, eles não tinham nenhuma técnica especial ou algo que ignorava durabilidade, o Piccolo só matou o Raditz porque o Makankosappo ultrapassou o poder dele, e na luta contra o Nappa o Gohan, inexperiente, ainda imaturo, conseguiu mais efeito contra o Nappa só porque estava bravo, e o Goku, como já tava mais forte que o Nappa, nem precisava de nenhum truque pra eliminá-lo, e mesmo usando todos os recursos contra Vegeta ele não tinha derrotado definitivamente a ele próprio.
Mesma coisa na saga dos androides e de Majin Buu, em que a única vantagem deles pra enfrentar o Cell, o Majin Buu, etc., foi sempre por poder alto. Mas no Dragon Ball Super, só teve esse lance de poder alto no começo, em que o Goku realmente precisava de poder dos deuses pra lutar contra o Bills, que além de ser o ser vivo mais poderoso até então tinha acesso ao Hakai e ao Instinto Superior. E sério, depois acaba sim ficando mais complexas as lutas, como o Freeza se antecipar e conseguir matar o Goku distraído.
"Ah, mas o Goku aguenta ataque que destrói planetas mas morre com um laser?", cara, É UM LASER DO FREEZA, não é a canetinha laser que você aponta pra trollar seu gato, é um laser especializado para imitar ataques de ki, e mais, no Z já teve um momento parecido, que o Yajirobe corta o rabo do Vegeta Oozaru, sendo que o maior feito de força do Yajirobe até hoje foi matar o Cymbal, que é um dos filhos de Piccolo, e sabe o que o Goku na luta do Freeza e o Vegeta nessa cena do Yajirobe têm em comum? Ambos estavam de guarda baixa. Mesmo se a cauda já fosse uma região frágil, o Vegeta não deixaria Yajirobe cortar se estivesse atento.
A saga do Zamasu e do Torneio do Poder parecem ser realmente muito mais racionais e estratégicos no mangá, pois lá mostra Vegeta e Goku usando estratégias diferentes com as transformações divinas e também mostra o Trunks partindo o Goku Black e o Zamasu ao meio, não teve toda aquela treta do Trunks usar um SSJ Rage ou a Hope Sword pra partir ele no meio, e no Torneio do Poder mostra o Mestre Kame batendo de frente com o Jiren, mas não por poder alto, e sim por ter uma "carta na manga".
Já no anime não, todas as lutas do Jiren eram resolvidas na força e no protagonismo, porque lá já era pro Goku ter morrido para aquele buraco negro porque realmente tinha nada a ver com técnicas como Pretty Black Hole, além disso, no mangá mostra que era pro Goku conter suas emoções pra conseguir usar a técnica corretamente, e no anime, além do Goku conseguir a técnica na hora H, ele parecia ficar sempre puto, "Ah não, você não entendeu, é que o Goku tinha mais capacidade de usar o Instinto que os deuses", isso já não é protagonismo para vocês? Tipo, o Goku magicamente conseguir um poder dos ANJOS e no meio de um MOMENTO DECISIVO enquanto deuses com milhões/bilhões de anos de experiência não? Tipo, o Goku do anime realmente não merecia essa técnica, porque viola completamente essa ideia de poder alto não ser vantagem absoluta.
Vamos usar exemplos de outros animes para ter uma ideia melhor, como o Pucci de JJBA SO, o cara matou todos os protagonistas com exceção apenas do Emporio, porém, o vilão apanha do Emporio com o Weather Report porquê? Porque o WR é o stand mais poderoso do universo? Claro que não, foi porque o Emporio usou o stand de uma forma que conseguisse ultrapassar a resistência de Pucci, o intoxicando com oxigênio e explorando seu metabolismo acelerado, não precisou ultrapassar em poder bruto, basta ter uma técnica que ignora durabilidade ou tenha vantagem sobre o seu alvo para ganhar.
Por isso mesmo que eu acho melhor essa ideia da variedade de poderes superar o poder bruto, porque senão... imagina os próximos vilões de DBS só terem Hakai e IS, ou os personagens de Naruto só terem Gudodama, os personagens de One Piece só terem Haki e a ideia das Akuma no Mis fosse completamente ignorada. Daí que sempre que uma ideia é usada, ela é aproveitada para ser usada de diferentes formas, e não só ficar usando a ideia de ficar superando poder de luta infinitamente, afinal, eventualmente, não terá mais limites pra ultrapassar.
Mas antes que comentem que esses animes são obras diferentes, lembrem-se que Jojo e Dragon Ball são os shounens que mais influenciaram na história da ficção de sua época pra frente, porém, esses animes têm de mudar, não tem como ficar o mesmo pela eternidade e se sustentar, é inevitável que a obra mude, msm que custe sua qualidade.
Ultimamente, eu estou acompanhando Dragon Ball Super(que nesse momento só o mangá está sendo continuado), logo depois de assistir muitos outros animes do tipo Shounen, e cheguei a uma conclusão sobre a franquia Dragon Ball: DBZ é muito superficial quando o assunto é poder. Isso pode parecer um baita de um embuste ou coisa que alguém que "não aprecia a obra" falaria, mas me acompanhe.
Inicialmente, o Dragon Ball clássico tinha muito de estratégias entre os personagens mais fracos, pois com isso eles compensariam seu poder baixo, como foi mostrado principalmente no torneio da Vovó Uranai, enquanto os guerreiros mais fortes combinavam suas técnicas especiais com sua força, mas no Z é puramente baseado na força.
Literalmente, a únicas lutas que tiveram estratégia foram até a saga de Namekusei, e olhe lá.
Porém, sempre parecia que o roteiro abomina estratégia superando poder bruto, porque sempre tinha alguma porcaria que atrapalhava os heróis quando eles faziam isso, como o Goku caindo na lábia do Raditz, o Nappa se adaptando contra os Guerreiros Z ou os soldados de Freeza inevitavelmente se recuperando e indo atrás de Gohan e Kuririn. E a luta só dava certo quando os personagens superavam seus inimigos.
"Ah, mas contra os saiyajins eles realmente se esforçaram", não, porque primeiramente o Goku e o Piccolo só estavam enfrentando o Raditz na base da porrada, eles não tinham nenhuma técnica especial ou algo que ignorava durabilidade, o Piccolo só matou o Raditz porque o Makankosappo ultrapassou o poder dele, e na luta contra o Nappa o Gohan, inexperiente, ainda imaturo, conseguiu mais efeito contra o Nappa só porque estava bravo, e o Goku, como já tava mais forte que o Nappa, nem precisava de nenhum truque pra eliminá-lo, e mesmo usando todos os recursos contra Vegeta ele não tinha derrotado definitivamente a ele próprio.
Mesma coisa na saga dos androides e de Majin Buu, em que a única vantagem deles pra enfrentar o Cell, o Majin Buu, etc., foi sempre por poder alto. Mas no Dragon Ball Super, só teve esse lance de poder alto no começo, em que o Goku realmente precisava de poder dos deuses pra lutar contra o Bills, que além de ser o ser vivo mais poderoso até então tinha acesso ao Hakai e ao Instinto Superior. E sério, depois acaba sim ficando mais complexas as lutas, como o Freeza se antecipar e conseguir matar o Goku distraído.
"Ah, mas o Goku aguenta ataque que destrói planetas mas morre com um laser?", cara, É UM LASER DO FREEZA, não é a canetinha laser que você aponta pra trollar seu gato, é um laser especializado para imitar ataques de ki, e mais, no Z já teve um momento parecido, que o Yajirobe corta o rabo do Vegeta Oozaru, sendo que o maior feito de força do Yajirobe até hoje foi matar o Cymbal, que é um dos filhos de Piccolo, e sabe o que o Goku na luta do Freeza e o Vegeta nessa cena do Yajirobe têm em comum? Ambos estavam de guarda baixa. Mesmo se a cauda já fosse uma região frágil, o Vegeta não deixaria Yajirobe cortar se estivesse atento.
A saga do Zamasu e do Torneio do Poder parecem ser realmente muito mais racionais e estratégicos no mangá, pois lá mostra Vegeta e Goku usando estratégias diferentes com as transformações divinas e também mostra o Trunks partindo o Goku Black e o Zamasu ao meio, não teve toda aquela treta do Trunks usar um SSJ Rage ou a Hope Sword pra partir ele no meio, e no Torneio do Poder mostra o Mestre Kame batendo de frente com o Jiren, mas não por poder alto, e sim por ter uma "carta na manga".
Já no anime não, todas as lutas do Jiren eram resolvidas na força e no protagonismo, porque lá já era pro Goku ter morrido para aquele buraco negro porque realmente tinha nada a ver com técnicas como Pretty Black Hole, além disso, no mangá mostra que era pro Goku conter suas emoções pra conseguir usar a técnica corretamente, e no anime, além do Goku conseguir a técnica na hora H, ele parecia ficar sempre puto, "Ah não, você não entendeu, é que o Goku tinha mais capacidade de usar o Instinto que os deuses", isso já não é protagonismo para vocês? Tipo, o Goku magicamente conseguir um poder dos ANJOS e no meio de um MOMENTO DECISIVO enquanto deuses com milhões/bilhões de anos de experiência não? Tipo, o Goku do anime realmente não merecia essa técnica, porque viola completamente essa ideia de poder alto não ser vantagem absoluta.
Vamos usar exemplos de outros animes para ter uma ideia melhor, como o Pucci de JJBA SO, o cara matou todos os protagonistas com exceção apenas do Emporio, porém, o vilão apanha do Emporio com o Weather Report porquê? Porque o WR é o stand mais poderoso do universo? Claro que não, foi porque o Emporio usou o stand de uma forma que conseguisse ultrapassar a resistência de Pucci, o intoxicando com oxigênio e explorando seu metabolismo acelerado, não precisou ultrapassar em poder bruto, basta ter uma técnica que ignora durabilidade ou tenha vantagem sobre o seu alvo para ganhar.
Por isso mesmo que eu acho melhor essa ideia da variedade de poderes superar o poder bruto, porque senão... imagina os próximos vilões de DBS só terem Hakai e IS, ou os personagens de Naruto só terem Gudodama, os personagens de One Piece só terem Haki e a ideia das Akuma no Mis fosse completamente ignorada. Daí que sempre que uma ideia é usada, ela é aproveitada para ser usada de diferentes formas, e não só ficar usando a ideia de ficar superando poder de luta infinitamente, afinal, eventualmente, não terá mais limites pra ultrapassar.
Mas antes que comentem que esses animes são obras diferentes, lembrem-se que Jojo e Dragon Ball são os shounens que mais influenciaram na história da ficção de sua época pra frente, porém, esses animes têm de mudar, não tem como ficar o mesmo pela eternidade e se sustentar, é inevitável que a obra mude, msm que custe sua qualidade.